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quarta-feira, 11 de setembro de 2024

 

A ETERNA LUTA ENTRE O BEM E O MAL



Imagem: Pinterest

Há muito que os estudiosos com mentes mais evoluídas e todos aqueles que não se deixaram adormecer pelas forças do mal que pretendem acabar com o Reino de Deus, do Cristianismo e dos valores mais elevados que definem a humanidade, se aperceberam dessa guerra surda e tentam alertar e “acordar” as pessoas.

O processo gradual de mudança no modo de sentir e de viver, pelo qual a humanidade passa desde há séculos, atingiu o seu auge no mundo atual. As mudanças por ele provocadas são tão radicais que, como comentava Bento XVI no início de seu pontificado, não é possível “sequer vislumbrar sua direção nem o que pode daí decorrer”.

Trata-se de um fenómeno “impalpável, subtil, penetrante como se fosse uma poderosa e temível radioatividade”, cuja gradação dificulta ver a profundidade das transformações por ele causadas. Fruto deste processo, ora célere, ora vagaroso, é a crise moral sem precedentes que abarca todas as atividades humanas na nossa época, levando os Homens a afundarem-se cada vez mais em um neopaganismo que parece tirar-lhes a esperança.

Já em fins de 1958, São João XXIII estimulava os católicos a ver de frente este panorama e a tomar uma posição: “Nesta hora terrível em que o espírito do mal busca todos os meios para destruir o Reino de Deus, devemos pôr em ação todas as energias para defendê-lo”. Alguns anos depois, um dos mais importantes documentos do Concílio Vaticano II advertia-nos que “um duro combate contra os poderes das trevas atravessa, com efeito, toda a História humana; começou no princípio do mundo e, segundo a palavra do Senhor (cf. Mt 24, 13; 13, 24-30.36-43), durará até ao último dia” .

A principal força sinistra que se auto-denomina de Illuminati, no cumprimento da sua agenda satânica através dos séculos, persistentemente, foi alicerçando o seu “Templo”, o seu “Ninho”, onde tudo é estudado e preparado para implantar aquilo a que chamam “Uma Nova Ordem Mundial”.

A tarefa atingiu tais proporções que só poderia continuar com uma Sede a nível mundial, com os recursos gigantescos necessários para alcançar o objetivo primordial. Isso só seria possível com a criação de uma Nação independente, com os seus conhecimentos e informação privilegiados para a época, muito forte, política, económica e militarmente

Essa Nação, estudada ao pormenor, como previsto, com pressupostos inocentes e falsos, tornou-se na maior potência mundial e a sua expansão bélica avançou sem adversários que lhes pudessem fazer frente. A sua propaganda e recursos infindáveis e com a informação muito bem controlada conseguiu convencer todos os deserdados e perseguidos pelo mundo a considerarem aquela terra promissora, do leite e do mel, como o local ideal onde poderiam concretizar os seus sonhos.

Ascensão do Imperialismo Americano



Todos eram considerados iguais, sem donos nem servos, iludindo tudo e todos, mesmo mostrando que não era bem assim. Era só para uma “raça”, sendo as outras escravizadas para o trabalho forçado e os autóctones (verdadeiros proprietários da terra) massacrados sem dó nem piedade.

Além dos ataques aos acampamentos, ou povoados, das tribos índias, o extermínio foi feito através da disseminação de doenças ou de longuíssimas marchas forçadas, ou marchas da morte, que atravessavam um ou vários estados inteiros da União, nas quais todos os índios – crianças de colo, mulheres, idosos, enfermos - eram obrigados a fazer, e muitos morriam aos milhares pelo caminho.

Como é que esses “colonos” aparentemente tão piedosos e tementes a Deus, enveredaram por esse caminho da lei do mais forte e da supremacia duma raça?

Nessa fase de consolidação Illuminati, essa Nova Ordem Mundial (Governo invisível) provocou muitas questões que levaram a citações muito intrigantes.

O Juiz Felix Frankfurter, do Supremo Tribunal de Justiça norte-americano, citou: “As regras reais em Washington são invisíveis, e há um poder de exercício por detrás das cenas”.

O Mayor de Nova Iorque (1918 – 1925), John F. Hylan disse: “A ameaça real da nossa República é o governo invisível que, como um polvo gigantesco, espreguiça as suas pernas enroladas por cima das nossas cidades, Estados, e Nação”.

George Bush, ex-Presidente, ex-Diretor da CIA, Cavaleiro de Malta, Crânio e Ossos, Comissão Trilateral (tudo tentáculos dos Illuminati) declarou no 1º de Fevereiro de 1992 que “A minha visão de Uma Nova Ordem Mundial, seria ver as NAÇÕES UNIDAS com uma função de defensora da paz revitalizada. São os princípios sagrados entesourados na Escritura das Nações Unidas para a qual nós empenhamos a nossa submissão daqui a diante”.

John E. Raukin, um Congressista norte-americano declarou: “As Nações Unidas são a maior fraude da história. O propósito é destruir os Estados Unidos”.

De acordo com a constituição Mundial das Nações Unidas “A Era das Nações tem de terminar. Os Governos destas Nações têm que decidir ordenar as soberanias separatistas para convergir num único Governo para a qual eles se renderão”.

James Paul Warburg, arquiteto principal da fraude da Reserva Federal que retirou, praticamente, o poder do Governo norte-americano, no dia 17 de Fevereiro afirmou confiantemente ao Senado norte-americano que “Nós teremos um Governo Mundial, se gostarmos ou não gostarmos. A única pergunta é se o Governo Mundial será alcançado por conquista ou consentimento”.

Henry Kissinger, o maior arquiteto das estratégias Illuminati, numa conferência dos Bidelbergs, em 1991, avisou sobre os perigos de uma invasão externa, real ou promulgada, que poderá ameaçar a nossa própria existência, que levará os povos do mundo, movidos pelo medo do desconhecido, a renunciar às propriedades individuais espontaneamente, para a sua garantia e bem-estar, que lhes será concedido pelo Governo Mundial.

Ele estava a insinuar que, no futuro, as tropas das Nações Unidas poderão invadir as ruas dos EUA. O programa de trabalho alienígena, será usado para implantar o Governo Mundial.

Toda a propaganda Illuminati sugere a revelação oficial dos fenómenos alienígenas muito em breve, identificados como não benevolentes.


Aliás, Ronald Reagan, quando Presidente dos Estados Unidos, fez um discurso na Assembleia das nações Unidas, a sugerir o mesmo e a necessidade de prepararem a defesa, dando início ao famoso sistema de defesa “Guerra nas Estrelas” que era supostamente para defesa dos EUA contra a ex-União Soviética, mas que realmente se destina à defesa contra qualquer agressão vinda do espaço sideral.

A humanidade tem memória curta e deixa-se desviar pela propaganda bem orientada. Quem se lembra, por exemplo, do Congressista Larry P. Mcdonald, assassinado no Koriam Arlines 747, abatido pelos soviéticos em 1976, que avisou: ”A diretiva dos Rockefellers e seus aliados é criar um Governo Único Mundial que combine supercapitalismo e comunismo debaixo da mesma barraca, tudo sob o seu controlo”, afirmando haver uma conspiração e “estar convencido que há tal enredo, internacional em extensão, velhas gerações planeiam, e inacreditavelmente mal-intencionados”.

David Rockeffeler, fundador da Comissão Trilateral, num dos seus endereços para as suas reuniões, em Julho de 1991, escreveu: “Nós agradecemos ao Washington Post, ao New York Times, Time Magazine e outras grandes publicações cujos diretores compareceram às nossas reuniões e respeitaram as suas promessas de discrição durante quase quarenta anos. Teria sido impossível nós desenvolvermos o nosso plano para o mundo se tivéssemos sido sujeitos aos holofotes da publicidade durante esses anos. Mas, o trabalho é agora muito mais sofisticado e preparado para definitivamente marcharmos para um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e banqueiros do mundo é certamente preferível ao autodeterminismo nacional praticado nestes últimos séculos”.

Segundo David Spangler, Diretor da Iniciativa Planetária das Nações Unidas disse: “Ninguém entrará na Nova Ordem Mundial a menos que faça um voto de adoração a Lúcifer. Ninguém entrará na Nova Era (New Age) a menos que passe pela iniciação de Lúcifer”.

Estes homens certamente que não foram enviados por Deus.

Portanto, estamos mergulhados numa guerra, não só pela posse do Globo mas, principalmente, pela posse das Almas. Uma guerra entre o Bem e o Mal, muito acima da compreensão daqueles que sempre se “acomodaram” e não sabem o perigo que correm.

Vejamos o que a Nova Era pretende incutir na mente dos incautos: Falam na “cura” para o mundo, mas não é isso o que querem, pois para eles já não há lugar para o Deus dos Cristãos. Para eles Lúcifer deverá ser entronizado (ser adorado). Mas a Bíblia diz exatamente o contrário, ou seja, o reino de Satanás está a findar e irá começar o de Jesus.

Os planos da Nova Era é formar a Nova Ordem Mundial, um novo Governo Mundial e uma nova Religião Mundial, cujo objetivo é o domínio do mundo para um mundo “novo e perfeito”, sob a égide do Anticristo.

Os termos mais usados por eles (agentes da Nova Era) são: Interdependência, Família Global, Mãe Terra, Colónia Global, Nave Terra, Holístico (integrado), Paradigma, Pensamento Global, Visualização, Nova Era, Consciência Ecológica.

Segundo os seus ensinamentos, entramos na Era do Aquário onde se dará o “início coletivo”. Na passagem do milénio a constelação passou de PEIXE (símbolo do Cristianismo) para AQUÁRIO, dando fim à Era Cristã. Mas a Bíblia diz o contrário. A Era de Satanás que lhe foi entregue por Adão, chega ao fim. Satanás seria amarrado por mil anos e começaria o Reino de Jesus, como vem em Apocalipse 20. Pela morte e ressurreição Jesus conquistou a vitória sobre o mal (Dragão) que já não tem plena liberdade para agir. Mil anos é o tempo que vai da morte de Jesus até à consumação final que equivale a três anos e meio, A ação do Dragão é passageira e fraca (pouco tempo). Entre a ressurreição de Jesus e a consumação final o Povo de Deus participa na realeza de Jesus e no seu julgamento. A primeira ressurreição é a conversão e o Batismo e para os convertidos não acontece a morte definitiva (segunda morte)...

A Nova Era não se fixa só nos objetivos políticos e económicos, mas também se faz passar por religião onde impõe mandamentos através de gurus, sacerdotes e mágicos, (bruxos), que conseguem manipular as forças ocultas, demoníacas, fazendo grandes sinais e maravilhas que convencerão os humanos. Já os seus símbolos entram também em contradição com a Palavra de Deus.

Segundo o guru iogue Maharishi Mahesh, em “Meditação Transcendental” “Não houve nem haverá um único lugar para o incapaz. O capacitado liderará, e se os incapazes não começarem a seguir-nos, com certeza não terão um lugar para eles... Na Era do Esclarecimento não há lugar nenhum para pessoas (Cristãos?) ignorantes. A Natureza não permitirá que a ignorância prevaleça”.

A maioria da elite nasceu elite. A educação deles é macerada em tradição e é um tipo sociedade secreta dentro de si mesma. Os seus antepassados eram Maçons. Existe no mundo atual, e existiu à milhares de anos, um “Corpo de humanos” iluminados unidos numa Ordem da Indagação e o resultado deste “destino secreto” dos Illuminati é uma Ordem Mundial regida por um Rei com poderes sobrenaturais.

Aqui, a Nova Era, já entra no campo esotérico para se justificar e impressionar os adeptos. Segundo a versão apresentada, esse Rei seria descendente de uma raça divina, daquelas que vieram de um estado de sabedoria e se relacionaram a uma família de seres humanos perfeitos.

Isto reporta-nos para a sua crença na Atlântida e migração subsequente dos Reis sacerdotes daquele continente. Este “corpo de humanos” iluminados, ter-se-há instalado no delta do Nilo e passou os seus conhecimentos aos egípcios antigos.

Em troca, estes mantinham os seus segredos só revelados a neófitos das escolas de mistério. Motivo porque na Maçonaria é tão predominante o simbolismo egípcio. Na Maçonaria ensinam o que foi praticado na Atlântida, antes de ser destruída pelas suas próprias mãos, ou castigo de Deus. Diziam que os atlantes tinham uma cultura mundial (regida por um Rei), uma Religião perfeita e Ciência.

Michael Howard, um excelente pesquisador, resumiu os resultados: Um aspeto muito importante do trabalho das sociedades secretas sempre foi a unificação das religiões mundiais. Esta meta estava baseada na tradição de Mistérios pré-cristã que tinha sido perseguida pela Igreja e forçada a entrar nos subterrâneos da Europa medieval, e o reconhecimento de que todas as religiões tinham sido originadas em uma espiritualidade chamada de Filosofia Perene, a Tradição Primordial ou a Sabedoria Antiga. As convicções místicas das sociedades secretas eram, e realmente são, baseadas na máxima hermética “Como é em cima, assim é em baixo” que ensina que o mundo material é uma reflexão natural do espiritual.

A regra imposta é “a única submissão é para a Luz”, e os Illuminati julgam-se os portadores da Luz, e a sua filosofia, a meu ver, é uma imitação malévola, uma falsificação do Reino de Deus.

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

 

MORTES MISTERIOSAS




Localizada no sudoeste de Inglaterra, Bristol é uma cidade aberta ao mundo. Durante um certo período foi o maior porto da Grã-Bretanha, no início do século XX tornou-se pioneira da indústria aeronáutica, o que levou, passadas poucas décadas, ao fabrico do Concorde. Em 2016. A cidade votou por larga maioria contra o Brexit. O mundo, pelo menos uma boa parte dele, circula nas ruas de Bristol. O Império Britânico está aqui: indianos e paquistaneses, África de várias latitudes e o Médio Oriente.

Quem pensa que a “Guerra das Estrelas” é apenas o título de uma saga de ficção científica não está a par do que as duas superpotências espaciais, Estados Unidos e Rússia, estão já a engendrar em material bélico extraterreno. Longe vão os tempos em que as armas mais perigosas estavam “literalmente” debaixo de terra. Agora pairam sobre as nossas cabeças. Mais propriamente na órbita do planeta.



A Inglaterra também tem um programa de defesa estratégica, semelhante à dos EUA, e cientistas que trabalhavam num projeto secreto, capaz de defender a Terra contra uma invasão alienígena, morrem em circunstâncias intrigantes.

Em Outubro de 1986, na cidade de Bristol, um homem bem vestido amarrou a ponta de uma corda a uma árvore e a outra ponta ao seu pescoço, entrou no seu carro e arrancou em alta velocidade. Teve morte instantânea.

A polícia identificou o suicida como sendo o professor Arshad Sharif. Os jornais noticiaram o incidente e ninguém achou estranho que ele tenha viajado mais de 100 quilómetros da sua casa em Londres para Bristol para se suicidar.

Uns dias depois, mais um professor londrino, Vimal Daziby percorreu o mesmo caminho para atirar-se da ponte de Bristol. Foi uma estranha coincidência, principalmente por ambos trabalharem no mesmo projeto, a desenvolverem uma arma eletrónica para o projeto inglês análogo ao “Guerra na Estrelas” dos EUA. E mais um detalhe curioso: ambos interessavam-se por UFOs.



O escritor norte-americano Sidney Sheldon, resolveu investigar sobre o caso e descobriu que estes suicídios não foram únicos. Uma misteriosa epidemias caiu sobre os cientistas ingleses que se ocupavam com o problema dos UFOs e armas estelares.


Vejamos:


Janeiro, 1987 – Avtar Sing-Gada desapareceu sem deixar rasto, declarado morto;


Fevereiro, 1987 – Peter Pegegel foi esmagado na garagem pelo seu próprio carro;


Março, 1987 – David Senias suicidou-se, jogando o seu carro em alta velocidade contra um café-Bar;


Abril, 1987 – Mark Visner enforcou-se; Stuart Guding, assassinado; David Greenhalg caíu da ponte; Shany Warren afogou-se;


Maio, 1987 – Michael Baken morreu em desastre automóvel.


Pelos dados de Sheldon, o total de colegas de Sharif e Daziby que, num curto período de tempo, os seguiram para “o outro mundo” passou de vinte. Mais exatamente 23 pessoas.


Pode-se considerar esta autêntica “caça” do Espectro da Morte como mera “coincidência”?


sábado, 31 de agosto de 2024

 

FENÓMENO UFO CADA VEZ MAIS REAL






Já não se pode negar a existência de seres extraterrestres (ou entidades semelhantes) aqui no nosso mundo. Um fenómeno sempre associado à presença dos UFOs nos nossos céus. E parece que a antiga política de encobrimento já está a mudar. O PENTÁGONO (Sede do Departamento de Defesa dos EUA) admite que continua a investigar os UFOs, porque eles são reais.



Há, porém, uma dupla vertente associada a este fenómeno. Algo que envolve não somente a presença dos extraterrestres (no exato sentido do termo) a tripular esses UFOs e alguns outros tipos de naves, como também uma outra possibilidade - tal como revela esta notícia: “Os UFOs existem e precisamos de nos ajustarmos a esse facto. Os UFOS não são a mesma coisa que vida extraterrestre, mas devemos começar a pensar sobre essa possibilidade”.

O termo UFO automaticamente implica em “troçar” por parte da maioria dos quadrantes da sociedade educada. Uma das melhores sátiras "Os Homenzinhos Verdes", é prefaciada por Geoge F. Willtype pensando que tinha sido abduzido por aliens, com resultados divertidos. Os UFOs historicamente têm sido associados a ideias excêntricas, tais como o Bigfoot ou as Teorias das Conspiração envolvendo os Crop Circles. A razão óbvia para isso é que o termo "UFO" normalmente é assumido como sinonimo para "Objeto Voador Não identificado". Um UFO necessariamente não é alienígena de um outro planeta. É simplesmente um objeto voador que não pode ser explicado através dos meios convencionais, porque os UFOs levam geralmente às piadas e à troça. Contudo, eles têm sido rejeitados por décadas. OS UFOS EXISTEM, MAS PROVAVELMENTE NÃO SÃO ALIENÍGENAS.



Só falta aos prestidigitadores da verdade afirmarem que aquilo é um "fenómeno atmosférico", para não lançarem outra desculpa descabelada. Os negadores colocam em dúvida a proveniência extraterrestre dos UFOs, no que em parte poderão ter razão, uma vez que além dos UFOs realmente de natureza extraterrestre existem os UFOS EXTRATEMPORAIS, ou seja, aqueles que viajam no tempo e no espaço, tal como declaram os humanoides Grays às suas vítimas, alegando serem os "descendentes evoluídos" da espécie humana, vindos do futuro da nossa linha temporal.



Noutra notícia, é abordado o mesmo tema, alegando que os: “Os UFOs são reais mas não devemos assumir que são espaçonaves alienígenas”. Alienígenas não devem ser a explicação padrão para fenómenos estranhos no céu. Ao que parece, apesar de o Governo Americano finalmente reconhecer a existência dos UFOs, tudo indica que haveria uma corrente de contra-informação tentando desacreditar de alguma forma o fenómeno UFO.

O antigo chefe da AATIP (Advanced Aviation Threat Identification Program - Programa Avançado de identificação de Ameaça à Aviação) Luis Elizondo, está envolvido na nova série chamada "NÃO IDENTIFICADO - POR DENTRO DA INVESTIGAÇÃO DOS UFOs NA AMÉRICA", que teve a sua estreia em 31 de de Maio no History Channel. Os pilotos da Marinha dos EUA revelaram que os UFOs alcançaram velocidades hipersónicas sem deixar qualquer tipo detetável de trilhas, sugerindo o possível envolvimento de uma super avançada tecnologia de propulsão. Apesar disso, os Oficiais do Departamento de Defesa não invocam aliens inteligentes como explicação e, segundo cientistas, eles estão certos ao ser comedidos a esse respeito. De acordo com a tendência do momento, mesmo assim os UFOs são reais.


Recentemente a tendência dos meios de comunicação é adotar uma nova postura admitindo que os UFOs são reais e as Agências do Governo Americano têm conhecimento disso, e por um longo tempo. Essa admissão conduz a muitas nuances e discussões que são pontos importantes para reflexão. Contudo, uma coisa é clara: estamos a viver e a ser inspirados por novos tempos de mudanças, mas devemos também continuar a alimentar a nossa intuição e o pensamento crítico. Um sinal de mudança? Sentimentos de frustração? Motivos ulteriores? Essas são as ideias que surgem à mente daqueles que estão cientes da factual realidade que os UFOs são, de facto, reais, o que foi como verificado por pelo menos 3 ou 4 décadas, todavia sendo negado, ridicularizado, e um assunto para ser rotulado como coisa de loucos. Aqueles que sabem agora vêm a tendência dos meios de comunicação a abordar plenamente os UFOs e agora perguntam-se o porquê? A sede de notícias do público explodiu com as manchetes dos últimos dias. Algo está a subir à tona. A pergunta que surge é: Por que depois de tantas tentativas de negar o fenómeno surge esta coisa agora de que os UFOs são reais?



Os UFOs, quer sejam de natureza alienígena, ou não, existem realmente e estão cada vez mais presentes nos nossos céus e numa frequência crescente desde um certo tempo para cá, como se fossem o sinal de alguma coisa muito grande que estaria para acontecer. E fazendo cada vez mais questão absoluta de se mostrarem tal como aconteceu em Kolkatan, Índia, onde os moradores locais, perplexos, observaram a luminosa presença de um deles, estático, a pairar por horas no céu. E quem sabe se os UFOs, são um sinal, uma velada advertência quanto a isso que esta outra notícia estampa? - COMO ALIENÍGENAS MORTOS PODEM SALVAR A HUMANIDADE. Deve ser tomado um exemplo de dramática extinção para nos colocarmos no caminho certo!...



Aqueles que não aprendem as lições do passado quanto a uma extinta civilização alienígena correm o risco de repeti-la. A humanidade parece estar a trilhar um caminho perigoso. Por exemplo, desenvolvemos armas poderosas o bastante para nos liquidar muitas e muitas vezes e estamos por décadas a alterar o clima da Terra sem atentarmos para as sérias consequências. Similar comportamento pode ter conduzido ao desaparecimento de avançadas raças alienígenas através das galáxias, conforme afirmou Avi Loeb, membro do Departamento de Astronomia de Harvard. De facto, isso poderia explicar, pelo menos em parte, porque ainda não fizemos contato com ETs apesar da profusão de mundos realmente habitados na Via Láctea (um quebra-cabeças conhecido como Paradoxo de Fermi).



Também devemos dar atenção ao "tráfego". Loeb foi o autor de um artigo recente sugerindo que OUMUAMUA, o primeiro objeto interestelar confirmado e detetado no nosso Sistema Solar, pode ser uma espaçonave alienígena.




"O consenso geral é que Oumuamua seja um cometa. Mas é importante não rejeitar a ideia de ser uma espaçonave. Devemos ter em mente e não presumir que sabemos a resposta. Não necessitamos fingir que sabemos alguma coisa". O notável pesquisador estava coberto de razão. Ele certamente estava a fazer uma alusão às ruínas de antigas cidades e vestígios de uma antiga civilização como por exemplo em Marte, aqui mesmo no nosso Sistema Solar, o qual apresenta vestígios de detonações nucleares. Uma triste verdade que se fosse devidamente divulgada e não escondida, deveria servir-nos de exemplo e como uma grave advertência.



UMA ANCIÃ NATIVA REVELOU QUE LHE FOI DITO QUE EXISTEM QUATRO ESPÉCIES VIOLENTAS NO UNIVERSO - E OS HUMANOS SÃO UMA DELAS.

A Dra. Ardy Sixkillers Clarke, Professora Emérita da Montana State University, que é uma Cherrokee/Chocktaw, tem pesquisado o POVO DAS ESTRELAS e colecionado por muitos anos relatos de encontros entre “eles” e os nativos índios. Uma dessas histórias diz respeito a uma anciã indígena que lhe relatou um encontro com esses seres ocorrido em uma reserva indígena. E a anciã ainda lhe mostrou os restos petrificados de um coração alienígena. A doutora escreveu um livro que relata a história contada pela anciã envolvendo um grupo de seres extraterrestres semelhantes aos humanos que viviam nos subterrâneos do Monte Hayes, no Alasca. Nesse sentido, a Dra. Ardy faz alusão ao programa do governo Americano através da CIA e de um Instituto chamado STARGATE voltado para atividades de visão remota, que é a habilidade de sensitivos em perceber e descrever locações distantes, mesmo aquelas situadas a muitos milhares de quilómetros do ponto da pesquisa, ou até mesmo mais.

Depois desse Programa ser tornado público, foi descoberto que um tema comum entre os sensitivos de Visão Remota do Exército dos EUA eram as experiências extraterrestres. Múltiplos desses sensitivos, por sinal, forneceram as localizações de inúmeras bases alienígenas localizadas na Terra, também nos subsolos - uma delas, aliás, foi detetada exatamente no Monte Hayes. O livro da Dra. Ardy aborda entrevistas com vários povos indígenas que dividiram experiências similares com centenas de outros contatados ou abduzidos, compartilhando detalhes similares sobre como tais seres se pareciam e porque estão aqui.

"Eles são brancos e esguios. São muito mais espertos do que nós, porém interessados nos nossos caminhos. Viajam através das estrelas aprendendo com outros povos através dos sistemas estelares. Coletam informações sobre o processo de envelhecimento do povo terrestre e tentam entender porque morremos tão jovens. O Povo das Estrelas vive muito mais do que nós. A idade normal dele é 1.000 anos terrestres. Não têm doenças assim como nós. O álcool e o tabaco não são usados pela sua civilização. Os seus indivíduos escolhem os seus trabalhos desde cedo e neles permanecem para sempre. Tornam-se especialistas em vários campos, no que resulta em muitas descobertas que aumentam o seu tempo de vida. Os Doutores das Estrelas visitam a Terra todo o tempo. Principalmente observam, mas são assistentes para aqueles que por todo o mundo lhes servem de contatos. O Povo das Estrelas chamam-se a si próprios de OBSERVADORES. Eles trouxeram a Vida a este planeta e estudam como ela tem mudado

Isto corrobora o que muitas que alegam ter tido experiências de contatos afirmam: os extraterrestres parecem como simples curiosos ou observadores do planeta, coletando dados como se estivessem em missões cientificas sobre outros mundos e levá-los de volta aos seus planetas de origem. A Anciã indígena, quando perguntada pela Dra. Ardy se recordava de algo mais que lhe fora dito pelos extraterrestres, respondeu; “Sim, eles não são violentos. Disseram que existem quatro espécies violentas no nosso Universo. OS HUMANOS SÃO UMA DELAS”. Finalmente, a Dra. Ardy relembra que parou de visitar a anciã indígena, cujo nome era TALIE, que faleceu aos 95 anos. No dia do seu funeral, aos 95 anos, muitas pessoas (inclusive a Doutora) testemunharam uma nave alienígena surgir no céu e ficar a pairar sobre o local.



Aqui neste nosso pequeno planeta, o Homem, além de destruir tudo à sua passagem, tornou-se o maior predador da Natureza como também do próprio Homem. Muitos não acreditam na existência de uma organização satanista e muito versada em ciências ocultas pervertidas que controla TUDO, todos os setores chave do nosso mundo, escravizando a humanidade, como também almeja destrui-la quase que totalmente e implantar uma NOVA ORDEM MUNDIAL, um governo único mundial, tirano e totalitário. Um só governo, uma só fé - a adoração a Lúcifer - o anti-deus cósmico. Trata-se da seita dos Illuminati, uma sociedade secreta pervertida composta por uma chamada "elite" que, por enquanto, atua nos bastidores até o momento de mostrar totalmente as suas garras. O processo de redução da humanidade (pois assim fica mais fácil exercer o controle total), que planeiam reduzir a população em noventa e sete por cento, tem na fumigação dos CHEMTRAILS nos céus de todo o mundo um formidável e além de tudo subtil (e muito discreto) aliado.



Grandes aviões não identificados, sempre em grandes altitudes (e geralmente com os seus transponders desligados) para não chamar demasiadamente a atenção, espalham nos céus de todo o planeta as suas venenosas trilhas compostas por elementos químicos, radioativos e biológicos - além de nanotecnologia - as quais subtilmente provocam doenças e mortes nas populações afetadas. Além disso, essas pragas voadoras que agem impunemente, impedem a luz solar de chegar o solo, devastam o meio ambiente, provocam perturbações atmosféricas, além de outros nefastos efeitos no planeta. Teoricamente, o grupo que está por trás disso, produz esses efeitos (e fatura biliões de Dólares) para combater um (falso) aquecimento global, porém, e bem ao contrário, ESSAS PRAGAS é que estão a causar o aquecimento global.



E ainda troçam do inominável crime que causam, produzindo nos céus através das suas trilhas certos desenhos satânicos e bastante reveladores, tal como nesse caso, quando dois aviões formaram no céu de uma cidade americana o símbolo dos ILLUMINATI - o Olho Que Tudo Vê - ainda e de maneira blasfema aproveitando o Sol como seu componente. Sinais nos céus. As forças das trevas, que desde muito e lamentavelmente se apoderaram desse mundo, parecem cada vez mais atuantes.



A capa deste disco do conjunto musical MEGADETH - uma corruptela da expressão em Inglês MEGA DEATH = MEGA MORTE, que tem no seu título RUST IN PEACE, um outra corruptela da fúnebre expressão: - REST IN PEACE =´DESCANSEM EM PAZ, traz-nos uma triste verdade. Nela podemos ver a figurativa representação da corja de governantes megalomaníacos que dirigem os destinos do mundo, reunidos diante de uma bomba nuclear sobre a qual a representação da morte apoia triunfalmente as suas garras.

E dá para ver o QUE está encerrado como um sinistro recheio da arma nuclear que, um dia qualquer uma delas, ou várias delas, poderão destruir e varrer do mapa a civilização humana. Quem elaborou a capa desta peça musical sabia das coisas, fez uma grave advertência: pois essas malditas criaturas, quer sejam extraterrestres ou extratemporais, o que no fim das contas dá no mesmo pois viajam no tempo, no espaço e nas dimensões, estão aqui na Terra infiltradas desde os mais remotos tempos (sempre aliadas a uma suja conspiração global formada por humanos ambiciosos e traidores da sua própria espécie), hoje fornecendo avançadas e demoníacas tecnologias que mais cedo ou mais tarde forçosamente nos eliminarão. Um antigo confronto cósmico (as evidências existem) destruiu Marte, as colónias na Lua, como também causou destruição também aqui na Terra, assim como vestígios de detonações nucleares acham-se espalhados por várias regiões do nosso globo. Através dos tempos, os homens sempre preferiram adorar os inimigos do Verdadeiro Deus. Então, os Antigos Iniciadores daqui partiram, voltaram às dimensões do Infinito estrelado, porém não nos abandonaram totalmente. Perderam a batalha inicial contra essas criaturas “Greys” e Reptilianas, as quais através dos tempos vêm destruindo e sepultando civilizações e que têm por principal objetivo destruir também a nossa para finalmente herdarem a Terra.


Porém, além dos tradicionais e recorrentes UFOs discóides, nos nossos céus estão outras naves - maravilhosas, diferentes - encarregadas de vigiar. Talvez e tão-somente aguardando a hora da justiça. Estava escrito desde sempre, porque, e assim como sabemos, os Antigos Mestres eram sempre muito subtis nas verdades e nas promessas que revelavam. E há uma antiga promessa. Assim sendo, não é mesmo verdade que Eles também ensinavam que: Os Antigos Deuses não morreram; estão apenas adormecidos?

domingo, 25 de agosto de 2024

 

O SEGREDO DAS PEDRAS LIQUEFEITAS


A espantosa e extemporânea tecnologia usada para construir monumentos imponentes em pedras no Antigo Egipto, muito difícil de serem efetuada pela nossa moderna tecnologia, ainda permanece um profundo mistério. Antigos registos mencionam uma composição química desconhecida, trazida pelos Antigos deuses, capaz de liquefazer as rochas e posteriormente moldá-las.




Um conhecimento que esteve presente não somente no Antigo Egipto, como também em várias outras culturas que mantiveram contato com os Antigos deuses chegados do céu.



De acordo com o padre Lira, este presente nada mais era do que duas folhas com propriedades surpreendentes: a folha de coca, capaz de anestesiar a dor e o esgotamento dos trabalhadores que assim poderiam resistir ao esforço físico que tais construções exigiam. A outra planta era uma que misturada com diversos componentes, converteria as rochas mais duras em pastas facilmente manipuláveis. Durante catorze anos o padre Lira estudou as lendas dos povos andinos e, finalmente, conseguiu descobrir o arbusto de “jothca” como sendo a planta que uma vez misturada e tratada com outros vegetais e determinadas substâncias, era capaz de converter a pedra mais dura em puro barro.


Nesta imagem vê-se o ajuste perfeito entre as pedras, impossível de tal perfeição com ferramentas de corte, que naquela época nem existiam.

Mas a solução final reside precisamente nas "determinadas substâncias" de modo a completar o processo, que, como seria de prever nestes “mistérios”, muito bem preservados, ainda não foram totalmente identificadas.




O mesmo mistério existe no Antigo Egipto. Segundo as Tradições, uma civilização fundada pelos soberanos divinos chegados do Céu, foram os responsáveis pela transmissão dos conhecimentos e por todos os prodígios que até hoje desafiam a compreensão da Ciência.

Voltando ao Egipto, um dos maiores mistérios daquela antiga civilização, ou mesmo de um tempo muito esquecido e bem anterior a ela, são os enormes blocos de pedras exsudando um líquido misterioso, ou seja, um composto misterioso brota das pedras, algo desconhecido semelhante a um material orgânico. Os russos (claro) estiveram a explorar esse enigmático complexo e recolheram amostras para análises cujos resultados são desconhecidos.




Precisamente no Poço de Osíris , um monumento antiquíssimo proveniente dos tempos pré-dinásticos, situado próximo à Esfinge e às pirâmides, no Planalto de Gizé, relatado como sendo a sagrada tumba do deus Osíris, o deus da eternidade, senhor da magia e do tempo, chegado dos céu. É outro colosso escavado na rocha bruta, um prodígio de Engenharia com 33 metros de profundidade (a altura equivalente a um moderno edifício de 11 andares), impossível de ter sido feito por meio de toscas ferramentas manuais. Enormes poços descendentes, repletos de câmaras laterais (são sete), contendo dois enormes sarcófagos de granito negro vazios, contudo, o principal deles, bem no fundo dessa estrutura colossal (em amarelo na ilustração), porém de coloração azul (ou seria originalmente verde estando muito degradado pela passagem dos milénios?), e cercado por quatro colunas, é inacessível pelo facto de estar totalmente submerso em água - um lago subterrâneo. A pergunta, então, é: Como, quando e quem fez isso? Estaria o corpo de um alienígena ali sepultado?




Osíris, o inventor da agricultura e consequentemente o propiciador da civilização Egípcia tornou-se uma espécie de patrono. Mais tarde, os seus mitos passaram a representá-lo como um mítico faraó que teria governado o Egipto em tempos imemoriais. Mas, teriam sido realmente mitos? Ou teria realmente sido um alienígena, um dos primeiros SOBERANOS DIVINOS CHEGADOS DOS CÉUS, OS PRIMEIROS INICIADORES, conforme relatam as antigas Tradições? Osiris era representado como uma divindade da face verde. sabemos que os Antigos Egípcios eram sempre muito subtis nas verdades que revelavam. Todavia, os Antigos Mestres ensinavam que Osíris é um deus negro. Mas, como, se a sua face era verde? Esotericamente a resposta,que sintetiza a profundidade dos seus mistérios, é no entanto bastante simples: Osíris era um deus negro . Negro para o intelecto humano.

terça-feira, 20 de agosto de 2024

 

QUAL A FINALIDADE DA CRENÇA RELIGIOSA


Este texto não é para doutrinar quem quer que seja. É um auxiliar prático a convidar para refletir e pensar mais na vida espiritual, porque somos Espírito, que frequentamos um “mundo escola” para aprendermos a dominar a matéria.



Devemos ter em mente que a verdadeira religião existe para nos fazer conhecer Deus como nosso Pai e o Homem como nosso irmão.

A religião não é a crença escrava em ameaças de punição, nem em promessas mágicas de recompensas místicas futuras. A religião de Jesus é a influência mais dinâmica que jamais estimulou a raça humana. Jesus abalou a tradição, destruiu o dogma e convocou a humanidade à realização dos seus ideais mais elevados no tempo e na eternidade – ser perfeito, como o próprio Pai no céu é perfeito. Jesus procurou restaurar a dignidade do Homem, quando declarou que todos os Homens são filhos de Deus. (Quando digo Homem com H maiúsculo refiro-me à raça humana, homens e mulheres).

Jesus expôs a hipocrisia religiosa e alerta quem o ouve sobre a hipocrisia dos fariseus e dos escribas. Estes sentaram-se no lugar de Moisés” para ensinar a Lei de Deus e instrue os seus ouvintes: “Façam e cumpram tudo o que eles vos dizem, mas não ajam como eles, pois falam, mas não praticam o que dizem.(Mateus 23:2,3).

Jesus Cristo não é religião: é a VERDADE. O cristianismo pode ser religião, mas Cristo não. Cristo é a personificação, a materialização do Amor e da Verdade.

Qualquer crença religiosa que seja eficaz para a espiritualização do crente tem repercussões poderosas na vida social.

A experiência religiosa produz, infalivelmente, os “frutos do espírito” na vida diária do mortal que é guiado pelo espírito. Quando compartilham as suas crenças religiosas, os humanos criam grupos religiosos de alguma espécie, que finalmente gerarão metas comuns.

Algum dia, os religiosos deixarão de tentar reunir-se baseando-se em opiniões psicológicas e crenças teológicas, e efetivarão uma cooperação real, com base na unidade de ideais e de propósitos.



As metas, mais do que as crenças, é que devem unificar os religiosos. Já que a verdadeira religião é uma questão de experiência espiritual pessoal, e não o facto de pertencer a um agrupamento institucionalizado. É inevitável que cada religioso, individualmente, tenha a sua interpretação própria e pessoal da realização dessa experiência espiritual.

Jesus não exigiu que os seus seguidores se reunissem periodicamente e que recitassem fórmulas rituais indicadoras das suas crenças comuns (como fazem nas Igrejas institucionalizadas, com os seus dogmas, hierarquias e regulamentos). Ele apenas ordenou que se reunissem para fazer algo, factualmente, compartilhar da ceia comunitária em lembrança da sua vida de entrega na Terra.

O sectarismo é uma doença da religião institucionalizada, enquanto o dogmatismo é uma escravização da natureza espiritual. De longe, é melhor ter uma religião sem uma igreja, do que uma igreja sem religião.


O tumulto religioso do século XX não indica, em si e por si mesmo, uma decadência espiritual. A confusão vem antes do crescimento, tanto quanto antes da destruição. Há um propósito, de facto, na socialização da religião. É propósito das atividades religiosas grupais dramatizar as lealdades à religião, exagerar as seduções da verdade, da beleza e da bondade, fomentar as atrações dos valores supremos, elevar os serviços feitos na fraternidade altruísta, glorificar os potenciais da vida familiar, promover a educação religiosa, prover o conselho sábio e a orientação espiritual, e encorajar a adoração grupal.

E todas as religiões vivas encorajam a amizade humana, conservam a moralidade, promovem o bem-estar da comunidade, e facilitam a disseminação do evangelho essencial das suas respetivas mensagens de salvação eterna.

As religiões baseiam-se normalmente em mitos imemoriais ou nas palavras de um homem inspirado, pouco importando as circunstâncias nas quais estas palavras foram pronunciadas.

Muitas doutrinas religiosas e ritos perdem-se na noite dos tempos. E isso é assim com as religiões “tradicionais” e mitologias, como as mitologias egípcia, babilónica, grega e Islão e doutrinas orientais. Todas têm os seus livros sagrados. Homens inspirados deram mensagens sobre o divino, sobre o mundo, sobre a humanidade. Estes “profetas” falaram em um determinado momento da história, mas estas circunstâncias não têm importância com relação à verdade do seu discurso.

No entanto, quando a religião se torna institucionalizada, o seu poder para o bem fica reduzido, ao passo que as possibilidades para o mal se tornam grandemente multiplicadas.

Os perigos da religião formalizada são:

- a fixação das crenças e a cristalização dos sentimentos;

         - a acumulação de direitos e interesses adquiridos com um crescimento da secularização;

- a tendência para a padronização e a fossilização da verdade;

- o desvio da religião para o serviço do Templo ou da igreja, em vez do serviço de Deus;

- a inclinação dos líderes de se tornarem administradores, em vez de ministradores;

- a tendência a formar seitas e divisões competitivas;

- o estabelecimento de uma autoridade eclesiástica opressiva;

- a criação da atitude aristocrática do tipo “povo-escolhido”;

- o estímulo ao surgimento de ideias falsas e exageradas sobre o sagrado;

- a transformação da religião em algo rotineiro e a petrificação da adoração;

- a tendência a venerar o passado e ignorar as solicitações do presente;

- o fracasso em fazer interpretações atuais da religião;

- o envolvimento com as funções das instituições seculares;

- a criação do mal que é a discriminação por castas religiosas;

- o perigo de a religião transformar-se num juiz ortodoxo intolerante;

- o fracasso de manter vivo o interesse da juventude aventurosa e a perda gradativa da mensagem salvadora da mensagem da salvação.

A religião formal restringe os homens nas suas atividades espirituais pessoais, em vez de libertá-los para o serviço mais elevado de edificadores do Reino.

Inicialmente o crescimento espiritual é um despertar para as necessidades e, em seguida, um discernimento dos significados e, depois, uma descoberta dos valores. A evidência do verdadeiro desenvolvimento espiritual consiste em demonstrar uma personalidade humana motivada pelo amor, animada pela ministração não egoísta e dominada pela adoração sincera dos ideais de perfeição da divindade.

E toda essa experiência constitui a realidade da religião, em contraste com a das meras crenças teológicas. A religião pode progredir até aquele nível de experiência em que se torna uma técnica esclarecida e sábia de reação espiritual ao universo. Tal religião glorificada pode funcionar em três níveis da personalidade humana: O intelectual, o moroncial (mundo intermédio entre o material e o espiritual, o mundo Astral) e o espiritual; sobre a mente, sobre a alma em evolução e junto ao Espírito divino.

A espiritualidade passa imediatamente a ser indicadora da nossa proximidade de Deus e a medida da nossa capacidade de servir aos nossos semelhantes.

A espiritualidade realça a capacidade de: .

- Descobrir a beleza nas coisas.

- Reconhecer a verdade nos significados.

- Descobrir a bondade nos valores.

O desenvolvimento espiritual é determinado por estas capacidades e é diretamente proporcional à eliminação das qualidades egoístas do amor. O status espiritual real é a medida do nosso alcance da Deidade, da sintonização com o nosso espírito. O alcançar da finalidade da espiritualidade é equivalente a atingir o máximo de realidade, o máximo de semelhança a Deus. A vida eterna é a busca sem fim dos valores infinitos.

A meta da auto-realização humana deveria ser espiritual, e não material.

As únicas realidades que valem o esforço são as divinas, as espirituais e eternas. O homem mortal encontra-se capacitado para desfrutar do prazer físico e da satisfação de afetos humanos. Ele beneficia da lealdade da associação a outros homens e das instituições temporais, mas estas não são fundações eternas sobre as quais se deva edificar a personalidade imortal, a qual deve transcender ao espaço, vencer o tempo e alcançar o destino da perfeição divina na fusão final entre a Alma, o Ego, a consciência, que foi formada pela experiência vinda do mundo material com o Espírito que lhe foi doado à nascença.

As nossas preferências e os desagrados não determinam o bem e o mal. Os valores morais não crescem com os desejos realizados, nem com a frustração emocional. Na contemplação dos valores, devemos distinguir entre aquilo que é valor e aquilo que tem valor. Devemos reconhecer a relação entre as atividades agradáveis, a integração significativa delas e a realização engrandecida em níveis sempre mais elevados da experiência humana.

Os ensinamentos de Jesus constituíram a primeira religião a abranger tão plenamente uma coordenação harmoniosa de conhecimento, sabedoria, fé, verdade e amor, tão completa e simultaneamente, a ponto de proporcionar a tranquilidade temporal, a certeza intelectual, o esclarecimento moral, a estabilidade filosófica, a sensibilidade ética, a consciência de Deus e a certeza positiva da sobrevivência pessoal. A fé de Jesus apontou o caminho para a finalidade da salvação humana, para a ultimidade da realização mortal no Universo, pois ela assegurou a salvação das correntes materiais, pela realização da filiação a Deus, que é Espírito; a salvação da escravidão intelectual em que o Homem conhecerá a verdade, e a verdade o libertará; a salvação da cegueira espiritual, a realização humana da fraternidade entre os seres mortais e a consciência da irmandade de todas as criaturas do Universo; a salvação do Eu, a libertação das limitações da autoconsciência, por meio do alcance dos níveis cósmicos da mente do Supremo e pela coordenação com as realizações de todos os outros seres autoconscientes; a salvação do tempo, a realização de uma vida eterna de progressão infindável no reconhecimento de Deus e no serviço de Deus; e a salvação do finito, por meio da unidade perfecionada com a Deidade Suprema.

Esta salvação é equivalente à realização completa e perfeita da experiência em ultimidade com o Pai Universal. E tudo isto, em potencial, está contido na realidade da fé da experiência humana na religião.

E pode estar assim contida, posto que a fé de Jesus foi nutrida por realidades até mesmo além do Último, e foi reveladora delas. A fé de Jesus aproximou-se do status de um absoluto no universo, na medida em que tal seja possível de ser manifestado no Cosmos em evolução do tempo e do espaço.

Por meio da apropriação da fé de Jesus, o Homem mortal pode antecipar, no tempo, o gosto das realidades da eternidade. Jesus fez a descoberta, na sua experiência humana, do Pai Final, e os seus irmãos na carne, em vida mortal, podem segui-lo ao longo dessa mesma experiência de descoberta do Pai. Eles podem até mesmo alcançar, sendo o que são, a mesma satisfação, nessa experiência com o Pai, que Jesus alcançou, sendo o que ele era.

Novos potenciais factualizaram-se no nosso universo em consequência da entrega final de Jesus e um destes é a nova iluminação do caminho de eternidade que conduz ao Pai de tudo, e que pode ser percorrido pelos mortais de carne e sangue material, ainda na vida inicial nos planetas do espaço. Jesus foi e é o novo caminho vivo, por meio do qual o Homem pode chegar à herança divina que o Pai decretou que fosse dele, apenas ele assim o pedisse. Com Jesus ficam abundantemente demonstrados os começos e os fins da experiência de fé da humanidade, e até mesmo da humanidade divina.


OBS: Moroncial é a fase da realidade do universo que intervém e que constrói uma ponte entre os reinos materiais e espirituais do universo. Este reino da progressão e da experiência moroncial ocorre no Universo local. Após a sobrevivência da personalidade (morte física) esta é personificada num corpo Moroncial (corpo semi-espiritual/semi-material ou corpo astral), existindo a partir desse instante como uma inteligência Moroncial - etapa posterior à Inteligência Fisica, portanto já no plano dimensional acima do plano material das 3 dimensões. A EVOLUÇÃO processa-se neste mundo num plano dimensional mais elevado, passando por várias fases de ensinamentos – como nas escolas no mundo material – onde a Alma vai subindo de escalão até passar a outra dimensão superior e continuar a evoluir até a centelha do espírito divino, que o acompanhou na Terra e o acompanhou no mundo astral, acabe por se fundir com a Alma – etapa de inteligência espiritual - e continuarem até à identificação com Deus. Esta é a diferença entre a reencarnação e a Ressurreição. A reencarnação seria a evolução no planeta Terra, uma perda de tempo - os valores verdadeiros a desenvolver tanto se desenvolvem agora, como depois e se desenvolveram no passado da história humana, porque a história repete-se ciclicamente e nada de novo ensina - e a verdadeira evolução processa-se depois da ressurreição no plano dimensional superior ao plano material em que vivemos. Esta teoria da encarnação interessa aos seres demoníacos que habitam num mundo paralelo ao mundo do homem e que conseguem estabelecer um contato com o homem, desde que este o permita (influenciado pelos espíritas e ocultistas). Esses seres vivem das emoções dos seres humanos e não podem ascender ao plano dimensional mais elevado para onde os homens vão e tudo fazem para que o Homem opte por ficar no mundo material. Como o Homem tem o livre arbítrio pode, mesmo que enganado, deixar-se seduzir, e pelos seus atos ficar preso nesta dimensão e servir de alimento a esses seres inferiores.