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sábado, 16 de maio de 2026

 

COMO APARECEU O HOMEM DE HOJE


(O que a História oficial ensina, e a minha interpretação especulativa sobre o assunto. R)

Vimos qual a origem do homem, vulgarmente aceite, e certas dúvidas que se põem, no seu desenvolvimento mecânico e respetivas causas. Falta-nos agora saber como se processou também o seu desenvolvimento mental, a par da evolução física exterior.

Sabe-se que a «mente» e o seu nível constituem o resultado de uma longa evolução, biológica primeiro e cultural depois.

A julgar pelo que se conclui dos restos fósseis encontrados pelos paleontologistas, o cérebro dos hominídeos não experimentou grandes progressos até ao começo do Pleistoceno. No entanto, desde há aproximadamente meio milhão de anos, o crescimento do córtex dos hominídeos experimentou uma aceleração brusca, enquanto outras estruturas inferiores permaneciam relativamente estabilizadas. Em consequência desta falta de sincronia evolutiva entre as estruturas neocorticais, lançadas desde meados do Pleistoceno num crescimento sem paralelo na história da evolução, e as estruturas mais primitivas do cérebro interno, estabilizadas no mesmo nível que fundamentalmente haviam atingido milhões de anos antes, produziu-se no homem uma falta de coordenação entre ambos os estratos da atividade mental.

Para empregar as palavras do professor Paul Maclean, neurobiologista que entre outros defende esta teoria, é a esta falta de sincronia evolutiva que se deve o facto de as nossas funções intelectuais serem exercidas pelos estratos mais recentes e mais desenvolvidos do cérebro, enquanto a nossa vida afetiva e os apetites continuam a ser dominados por um sistema primitivo basicamente reptiliano.

Semelhante situação - que Maclean classifica de esquizofisiológica - explicaria a diferença que muitas vezes existe entre os juízos da razão e exigências do sentimento e, finalmente, contribuiria para explicar essas contradições entre a «besta» e o «anjo» que acompanham, como a sombra acompanha o corpo, a vida de todo o ser humano.

As implicações desta falta de sincronia da evolução são óbvias, pois uma espécie, cuja capacidade intelectual produziu o comando da energia física nos termos termonucleares de hoje, num dado momento pode, sob os poderosos impulsos agressivos de um cérebro emocional não coordenado com o intelectual, chegar à destruição da vida sobre o planeta, o que representa, por outras palavras, o suicídio da espécie.

Homem de Neandertal

Aliás, não seria a primeira vez que um «erro» da natureza provoca uma extinção deste género, podendo recordar-nos, por exemplo, que o homem de Neandertal desapareceu subitamente no Paleolítico, há uns 40 000 anos, sem que saibamos como, para serem substituídos pelo de Cró-Magnon - que se sabe não ser um produto evoluído dos anteriores, mas sim vindo de outra espécie desconhecida.

Assim, a possibilidade da nossa espécie se extinguir e ser substituída por outra não é absurda nem impossível, ou improvável. Grandes diferenças físicas e estruturais distinguem as espécies mais evoluídas, sendo de forma flagrante a distância que existe entre o homem e todos os outros animais, como podemos na sua formação e volume cerebral.

A capacidade craniana dos símios ficou estabilizada desde há quarenta milhões de anos em cifras que, sendo muito superiores às do resto dos mamíferos - em números relativos ao volume total destes - são muito inferiores às atingidas pelos hominídeos no decurso duma grande «explosão cefálica» ocorrida no último milhão de anos. Os orangotangos têm uma capacidade craniana média de 400 cc. A dos chimpanzés é de 450 cc. Os gorilas chegam habitualmente a 500 cc., atingindo nalguns casos até 600 cc. A capacidade média do Homo Sapiens é, no entanto, de 1 000 cc., mais do que a do símio bem dotado.

Os restos dos Australopitecus e outros de África, de há um milhão de anos, acusam uma capacidade craniana de 600 cc. Duzentos mil anos mais tarde, os restos encontrados do Pitecantropus Erectus (antropoide muito semelhante a nós) acusam uma capacidade craniana de mais de 1 000 cc., já muito superior à dos seus antecessores. O homem de Java - 700 000 anos a.C. - e o Sinantropus Pekinensis atingem capacidades à volta dos 1 300 cc., mais próximos do Homo Sapiens. O homem de Neandertal, duzentos mil anos depois, apresenta capacidades da ordem dos 1 500 cc., análogas às da nossa espécie.

Até 50 000 anos a.C., o homem de Cro-Magnon substituiu rapidamente o de Neandertal com uma capacidade craniana que chega a atingir cifras até 2 000 cc., as quais talvez sejam superadas pelo homem do futuro.

Em suma, durante o Pleistoceno, em pouco mais de um milhão de anos, a família dos hominídeos experimentou uma expansão craniana totalmente revolucionária na História.

A julgar pelo que afirmam alguns biólogos especializados em anatomia do cérebro, a evolução cerebral humana ainda não se deteve, havendo indícios de que a zona do córtex que mais diretamente parece intervir no exercício das funções intelectuais continua a fazer pressão sobre o crânio numa espécie de esforço por obter maior espaço para a sua expansão.


Por este desenho de Ruddy Zalllinger no “Courier” de Agosto-Setembro de 1972, podemos ver que a evolução do “ser humano” vem contraria a teoria de Darwin, pois não se verifica uma evolução constante no tempo mas sim um “salto” como se tivesse sido introduzido um elemento estranho para melhorar o hominídeo.

Segundo a “ciência” o primeiro Homo Sapiens é mais evoluído do que o Homo Erectus (o primeiro homem verdadeiro) e representa, provavelmente o primeiro tipo da espécie humana moderna. Já talha os seus utensílios com genialidade. O Homem de Neandertal, que viveu entre 150 000 e 30 000 anos na Europa, é excluído por alguns investigadores da ascendência do homem moderno. O Cro-Magnom, considerado antepassado do homem moderno, pela quantidade de vestígios descobertos que revelam a grande diversidade desta etnia e o seu parentesco com os grupos contemporâneos dispersos pelo mundo.

Cro-Magnon

E finalmente o Homo Sapiens Sapiens considerado o “Pai” do homem moderno. Só apareceu em cena depois - há 40 000 anos - mas, como é evidente não pode ser uma evolução dos homens da Rodésia e Solo, e muito menos do Neandertal.

Podemos “especular” então, pela teoria da Criação, que O Criador desenvolveu geneticamente o Homo Sapiens, com a imposição de DNA do “Ser Celeste”, criando um povo “escolhido” que teria como missão espalhar a semente por todos os hominídeos da Terra melhorando a raça humana.

Homo Sapiens


Alguém manipulou e "aperfeiçoou" a vida e a raça humana, fazendo de um hominídeo primitivo, como o homo erectus ou homo sapiens que originou, já pela evolução, o atual homo sapiens sapiens. Um dos argumentos em que se apoia essa ideia é a improbabilidade do surgimento do homo sapiens de maneira súbita, um processo que fere os princípios do Darwinismo ortodoxo. O homem contemporâneo lembra, em tudo, um ser híbrido, uma combinação genética de material extraterrestre com a herança do homo erectus. (Scientists find Extraterrestrial genes in Human DNA por John Stokes).

Homo Sapiens Sapiens

Para corroborar tudo isto notícias recentes vieram a lume, ou seja, sabe-se agora que a teoria de Darwin sobre a evolução do Homem não está correta. Na revista NATURE International Weekly Journal of Science de 4.12.2013. vem o seguinte: "DNA DE HOMINÍDEO DESCONCERTA ESPECIALISTAS - análise da mais antiga sequência de um ancestral humano sugere um elo com uma misteriosa população".

Pois, a verdade nua e crua é que nada nos liga aos antigos homens primitivos que habitaram este planeta em tempos imemoriais e esquecidos"... EXCETO POR UM DOS RAMOS DESSES PRIMITIVOS HOMINÍDEOS QUE FOI GENETICAMENTE MODIFICADO POR INTELIGÊNCIAS SUPERIORES... À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA!

Será que na 1ª Epístola aos Coríntios, no capítulo 15, versículos 46 a 49, Paulo nos revela isto só que de uma forma mais compreensível para o tempo em que desconheciam a manipulação genética e levaram os factos para o campo eminentemente espiritual?

Vejamos: " o primeiro a ser feito não foi o corpo espiritual, mas o animal, e depois o espiritual. O primeiro homem foi tirado da terra (homem produto da evolução material, o Homo Erectus) e é terrestre; o segundo homem vem do Céu (fusão do ADN da raça evoluída vinda do céu com o ADN do Homo Erectus gerando o Homo Sapiens).

O homem feito da terra foi o modelo dos homens terrestres; o homem do Céu é o modelo dos homens celestes. E assim como trouxemos a imagem do homem terrestre, assim também traremos a imagem do homem celeste".

Paulo não refere o espírito vital, o "sopro de Deus", mas refere-se concretamente ao "modelo" dos homens celestes. Fala na existência de "outros" homens vindos do Céu (espaço sideral, sendo o Homo Sapiens uma cópia deles). E na Bíblia não vem em parte nenhuma que o Homem modelado fora batizado com o nome de Adão. O nome de Adão apareceu subitamente, na tradução católica (Por suposição dos “escribas” da época, influenciados pela lista dos ascendentes hebreus, elaborada por Moisés, que vai só até Adão, pressupondo ser este o primeiro homem). Quando da “falta” de Adão e Eva, havia no Éden mais homens, que tratavam da manutenção do complexo e não eram “descendentes” de Adão. Além disso havia mais homens, ou hominídeos, fora do complexo, organizados em grupos tribais que até tinham acesso ao jardim para aprender e serem doutrinados, pois a missão da raça escolhida era precisamente elevar o resto da humanidade. A expulsão do Éden, simbolizada em Adão e Eva, abrangia toda a raça escolhida que fora modelada para elevar a humanidade, que “apanhou” as culpas dos seus líderes no jardim.

A raça modelada, expulsa do Éden, misturou-se com os anjos caídos e com as outras raças elevando-as pela mistura de sangue, mas dando lugar à corrupção geral do género humano.

Como esse plano foi gorado pela desobediência desse novo povo (pecado original) que foi corrido do Éden e se misturou desordenadamente com os povos que estavam por fora (Caim casou-se com uma mulher desse povo que estava fora do Éden) corria o risco de ser completamente assimilado pela maioria. Daí a introdução de um “reforço genético” com o aparecimento súbito do Homem de Cro-magnon que permitiu o aparecimento do Homo Sapiens Sapiens. E o mais revelador é que o Cro-magnon tem todas as características, na sua constituição óssea, da chamada “raça negra”. As primeiras civilizações avançadas no Médio Oriente eram da raça Negra (Egípcios e Judeus). Basta ler com atenção a Bíblia para constatar isso.

Uma vez concluído o processo de hominização, ou seja, constituído o género Homo como entidade biológica madura, iniciou-se imediatamente uma atividade sem precedentes na história da vida - a atividade cultural e invenção de uma nova maneira de existir - separando definitivamente o homem de todas as espécies convertendo-o, com efeito, em «rei da criação».

Os fins biológicos, de pura sobrevivência, foram inteligentemente ampliados, surgindo também valores religiosos e artísticos totalmente desconhecidos no mundo animal. O ser humano começou a enterrar os seus mortos de acordo com as normas inventadas por ele, começou a construir adornos para o seu corpo e a decorar as suas cavernas com pinturas e símbolos.





sexta-feira, 8 de maio de 2026

 

SOBRE O INTELECTO, INSTINTO E INTUIÇÃO

Oficialmente”, ou pelo conhecimento do sistema da sociedade, Intelecto, instinto e intuição são formas distintas de processar a realidade. O Instinto é biológico e automático, focado na sobrevivência. O Intelecto é a capacidade racional, analítica e lógica. A Intuição é uma compreensão súbita e profunda de algo, uma perceção rápida e inconsciente, baseada em experiências passadas, uma voz interna que revela soluções, padrões ou verdades antes ocultas.

    Instinto (Físico/Sobrevivência): Reação imediata e inata, sem reflexão. É a "mais inteligente" forma de inteligência para sobrevivência.

    Intelecto (Racional/Lógico): Processo deliberado, lento e analítico. Confirma o instinto e decide com base em factos.

    Intuição (Consciência/Sapiência): Conhecimento imediato, muitas vezes descrito como uma sensação corporal ou "voz interior".

Enquanto o instinto nos faz fugir do perigo, a intuição ajuda-nos a decidir sobre dilemas complexos, e o intelecto analisa se a decisão é segura.

Trocando isto por “miúdos” e sem complexos: "Grosso modo" o Instinto faz parte do nosso Corpo Físico e a Intuição faz parte da nossa consciência que, apesar de ser produto da experiência conjunta Corpo/Espírito, tem noção da existência de uma fonte de informação suprafísica a que denominamos como "pressentimentos" ou "intuição". A Intuição dá-nos as respostas a questões fundamentais da nossa existência. O problema é sabermos interpretar os avisos. Essa compreensão e interpretação são mais claras conforme a evolução espiritual de cada ser. Eu sei que a Intuição é a perceção subconsciente de tudo aquilo que o nosso espírito nos comunica, na sua missão de auxílio na elevação da Alma, numa simbiose do conhecimento necessário para a evolução material e espiritual.

O cérebro é um órgão material, é a base de dados e o arquivo de tudo o que se passa na vida material. Funciona para a sobrevivência do ser no mundo físico com as capacidades para que foi criado. Depois da morte transforma-se em pó assim como o corpo físico.

O Cérebro humano é um supercomputador que funciona com a ajuda da Mente Consciente que está “ligada” ao Espírito Universal de Deus, tendo a capacidade de “pensar” e reconhecer as chamadas “linhas vermelhas” que a Consciência lhes dita. A Inteligência Artificial criada pelo Cérebro Humano, não tem a capacidade de pensar. Limita-se a fazer cálculos avançados com os dados a que tem acesso. Não têm “Alma” como os seres sescientes, o que a torna demasiado lógica e sem “sentimentos”.

O Intelecto, produto do desenvolvimento do cérebro, vagueia no meio, e manifesta-se sempre em todas as ações inerentes ao mundo material. O cérebro trabalha apenas para o mundo que vê e compreende, com fundamentos baseados no conhecimento científico. O conhecimento científico é produto da experimentação de fenómenos físicos. O cérebro funciona dentro dessa lógica e das Leis traçadas no mundo material, e não pode confundir-se com a Intuição que vem do mundo suprafísico. A Intuição é "inteligência superior", uma inteligência que não é semelhante à inteligência do intelecto. Um indivíduo intelectual não é necessariamente inteligente, e o indivíduo inteligente não é necessariamente intelectual. Podemos encontrar um homem do campo, analfabeto, de tal maneira inteligente que até um grande intelectual, ou professor, não se compara a ele.

Podemos observar, por exemplo, que a generalidade dos intelectuais não são inteligentes, porque não precisam de ser inteligentes para sobreviver. Portanto, a Intuição (que é alimentada pelo saber universal) pode confundir-se com intelecto, mas não. É pura inteligência. Há imensos casos de pessoas que resolvem problemas matemáticos instantaneamente enquanto o intelectual tem de fazer inúmeros cálculos demorados para chegar ao mesmo resultado. Ainda há pouco tempo mostraram no Facebook uma criança de 5 anos que resolvia instantaneamente problemas matemáticos, qualquer que fosse a dificuldade. Não tinha tempo para fazer cálculos. O resultado "aparecia" instantaneamente na sua consciência (para não dizer cérebro).

Os cientistas, como não sabem o que se passa, dizem que a Intuição funciona em "saltos quânticos", sabe-se lá o que isto significa. Não há nenhum processo metodológico. A INTUIÇÃO VÊ SIMPLESMENTE AS COISAS. O conhecimento está no Espírito Universal de Deus e quando solicitado está à disposição do nosso Espírito que Lhe está conectado. A resposta está sempre lá. O problema é ter acesso a ela.

Aqueles que se vão desenvolvendo espiritualmente e não perdem essa conexão com o Espírito Santo, vão-se apercebendo, cada vez mais, dos segredos do Universo e a partir de um dado momento ficam como que com uma "chave" da Vida, tornando-se muito intuitivos. O intelecto não consegue explicar objetivamente o que é o Amor, mas uma pessoa intuitiva consegue ver se há, ou não, amor em si, se há, ou não, confiança em si, se há, ou não, dúvidas em si. Pode ver isso como se fossem "coisas". O Amor não é uma coisa, mas uma realidade. Com o desenvolvimento da espiritualidade, a Intuição começa a funcionar cada vez melhor e neste caso seremos realmente humanos pela primeira vez. Começaremos a entrar na Vida "consciente" e a perceber a verdadeira realidade.



quarta-feira, 29 de abril de 2026

 

DEUS, DEUSES OU SERES VINDOS DO ESPAÇO



Imagem:Incrível.club

Um leigo, sem formação e sem conhecer a Teologia Bíblica que analisa a revelação de Deus numa abordagem apenas indutiva, ao ler a Bíblia como um texto normal, entende algumas passagens (sem conseguir interpretar) como uma obra de ficção científica com UFOs e seres mais evoluídos, científica e tecnologicamente, do que os humanos que povoavam a Terra.


Muitos dos integrantes das sociedades que estudam o assunto são extremamente religiosos, chegando a utilizar trechos da Bíblia para fundamentar as suas opiniões. Dizem, por exemplo, que muitos dos milagres contados pela Bíblia não são mais que versões religiosas de visitas de seres espaciais.

Mas, atenção, isto não descredibiliza a Bíblia. Os factos aconteceram e marcaram o povo crente. A História está lá, só variam as interpretações das visões extraordinárias que são relatadas conforme o grau evolutivo de cada um e influência das próprias crenças e superstições. Um indivíduo daqueles tempos não têm palavras para descrever exatamente o que vê, pelo que fantasia a narrativa, mas consegue desenhar, mesmo que toscamente aquilo que está a ver.

O Livro Sagrado dos Hindus está cheio de “fantasias” semelhantes e de batalhas entre deuses, assim como as narrativas de outras civilizações muito antigas como os Maias, Astecas, aborígenes, ancestrais do povo Shona no Zimbabwe, China e índios Hopi norteamericanos.




Nesta imagem, no lado esquerdo os Vimanas e do lado direito os veículos espaciais de hoje.




E nesta pintura antiga o céu cravejado de UFOs e os populares pouco ligavam. Já deviam estar habituados à sua presença.



E nesta gravura da crucificação, o artista pintou dois veículos tripulados a cruzar os céus.



Um exemplo de trecho bíblico que pode ser associado a UFOs, diz respeito a Elias, quando este foi levado para o céu numa carruagem de fogo, e Ezequiel afirmou ter visto tal carruagem. No primeiro capítulo do Livro de Ezequiel, esse profeta fala de uma visão que teve. É muito difícil explicar, mas ele menciona quatro criaturas de aparência humana, cada uma delas com quatro faces, quatro asas e com cascos. Estavam acompanhadas de rodas dentro de rodas maiores que se moviam constantemente causando um enorme barulho. O que foi que ele viu? Podemos concluir que o Livro de Ezequiel menciona a aparição de um UFO?

Vejamos o trecho do Livro de Ezequiel que com um pouco de imaginação podemos retratar a visão do profeta como uma cena de filme de ficção científica:

Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas. E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido. E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim: Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si; e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia; assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles. E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam. No meio dos seres viventes havia uma coisa semelhante a ardentes brasas de fogo, ou a tochas que se moviam por entre os seres viventes; e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos. E os seres viventes corriam, saindo e voltando à semelhança dum raio. Ora, eu olhei para os seres viventes, e vi rodas sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos seus quatro rostos. O aspeto das rodas, e a obra delas, era como o brilho de crisólita; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e era o seu aspeto, e a sua obra, como se estivera uma roda no meio de outra roda. Andando elas, iam em qualquer das quatro direções sem se virarem quando andavam. Estas rodas eram altas e formidáveis; e as quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor. E quando andavam os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e quando os seres viventes se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas. Para onde o espírito queria ir, iam eles, mesmo para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam ao lado deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas. Quando aqueles andavam, andavam estas; e quando aqueles paravam, paravam estas; e quando aqueles se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas ao lado deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas. E por cima das cabeças dos seres viventes havia uma semelhança de firmamento, como o brilho de cristal terrível, estendido por cima, sobre a sua cabeça. E debaixo do firmamento estavam as suas asas direitas, uma em direção à outra; cada um tinha duas que lhe cobriam o corpo dum lado, e cada um tinha outras duas que o cobriam doutro lado. E quando eles andavam, eu ouvia o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Omnipotente, o ruído de tumulto como o ruído dum exército; e, parando eles, abaixavam as suas asas. E ouvia-se uma voz por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças; parando eles, abaixavam as suas asas. E sobre o firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência duma safira; e sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança dum homem, no alto, sobre ele. E vi como o brilho de âmbar, como o aspecto do fogo pelo interior dele ao redor desde a semelhança dos seus lombos, e daí para cima; e, desde a semelhança dos seus lombos, e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo, e havia um resplendor ao redor dele. Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspeto do resplendor em redor. Este era o aspeto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo isso, caí com o rosto em terra, e ouvi uma voz de quem falava.”



Não há duvidas da existência de UFOs na antiguidade, pois as evidências são muitas, tendo um grande ponto a favor que é o facto de na antiguidade não existir a mídea que hoje nos influencia desde que GANHAMOS A CONSCIÊNCIA ATÉ A MORTE, induzindo-nos quase sempre ao erro e fazendo-nos crer em tudo aquilo que alguns embusteiros gostam de criar.

A Civilização Maia esteve realmente em estreito contacto com seres alienígenas, os quais certamente deixaram por aqui alguns esquemas, ou ainda alguns artefactos tecnológicos, os quais teriam sido copiados para ser postos em prática. Coisas que foram escondidas da humanidade por durante um longo tempo!...

Lembremo-nos dos artefactos Maias recentemente expostos numa conferência pelo Cientista Nassim Haramein e o arqueólogo Klaus Dona.



Mas somente agora se soube de ONDE, ou melhor, ONDE esses Cientistas conseguiram tais artefactos reveladores: foram-lhes fornecidos pelo próprio GOVERNO MEXICANO que os escondeu por durante 80 anos.



O Governo Mexicano esperou exatamente pelo ano de 2012 para revelar oficialmente não somente esses artefactos, como também reconhecer que a Civilização Maia manteve realmente contacto com entidades alienígenas. Aqui, vemos mais alguns desses artefactos, repletos de cenas gravadas mostrando UFOs e seres alienígenas. UFOs e aliens, uma presença inegável e constante nesses artefactos, somente agora divulgados.


Naves espaciais tripuladas por aliens, gravadas numa época em que nem sequer se sonhava que isso pudesse existir. Decididamente, os Maias não inventariam cenas como estas. Eles reproduziram aquilo que efetivamente tiveram diante dos seus olhos.



Tais como seres com capacetes e trajes espaciais. E muito possivelmente estações espaciais tripuladas, orbitando o nosso planeta. E é bom que se diga que tais artefactos são AUTÊNTICOS. Foram examinados inclusivamente por Arqueólogos que comprovaram isso, atestando não somente a sua antiguidade, como também a origem Maia.

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E as evidências estão por todas as partes, não podem continuar a ser escondidas ou então negadas. Em Novembro de 2011 os Arqueólogos descobrem numas ruínas Maias, estranhamente descobertas nos Andes Peruanos ou seja, longe da América Central, uma múmia com apenas pouco mais de meio metro de comprimento, dotada de um crânio exageradamente longo (50 centímetros de circunferência) o que não existe neste mundo.


Uma evidência que também foi atestada pela sua ossatura - totalmente divergente dos tradicionais padrões humanos. Enfim, tal como foi tacitamente divulgado pelos seus pesquisadores, não pertencente a qualquer grupo étnico humano.




Na época em que gravuras ou objetos foram produzidos, os seres humanos apenas representavam aquilo que viam e sabiam ser real, ao contrário de hoje em que nos induzem a ver o irreal. Por isso, se um nosso antepassado há dois ou três mil anos desenhasse ou esculpisse um objeto voador é por que na sua vida viu, e quem sabe conviveu com esses objetos, e diga-se conviveu porque normalmente as representações que eram feitas na época eram de eventos marcantes, que ficavam na memória das pessoas e que estas pretendiam que se passasse de geração em geração essas mesmas memórias ou acontecimentos para que estes não caíssem no esquecimento.


Próximo à localidade de
Frergana, no sopé dos montes Alai, no Usbequistão,
existe a estranha pintura rupestre com cerca de 2 metros (
com dez mil anos
de existência
).


A presença de povos mais evoluídos tecnologicamente na história da humanidade foi amplamente documentada e imortalizada pelos nossos antepassados nas pinturas, mas por uma ou outra razão isso veio a acontecer e hoje ninguém tem acesso direto a esses eventos memoráveis, apenas temos acesso a fragmentos que iremos encontrando durante a nossa caminhada na vida e não os podemos ignorar, mesmo não sabendo bem o seu significado, pois se alguém deixou uma mensagem para a posteridade é porque ela é importante.

A tribo que habitou as ruínas da Grande Zimbabwe, conhecia o sistema solar Sirius que só foi descoberto pela ciência recentemente e com a ajuda dos telescópios. Como será isto possível sem intervenção exterior? Já no Egipto, existem hieróglifos com 3.000 anos, no templo Abydos que foi mandado edificar por Seti I, Pai do Faraó Ramses II, há 3150 anos. Nestes hieróglifos estão representados aparelhos voadores, muito semelhantes aos nossos aviões, helicópteros e outras naves e um submarino.



Como será possível haver ainda alguma dúvida sobre a presença de UFOs que nos visitam diariamente?



Os Dogons (Tribo da África Ocidental, talvez descendentes de um povo egípcio) saíram da Líbia há vários séculos, fixando-se no Mali, levando consigo as tradições astronómicas que remontam ao Egipto pré-dinástico anterior a 3 200 a.C.

Alguns pontos da Bíblia confirmam que Quem nos criou não é um deus imaterial e sem forma, mas sim seres humanos que nos criaram à sua imagem consoante a sua semelhança. DEUS não é um espírito sem forma e impalpável conforme sempre nos foi feito crer que fosse. Na verdade, não ELE, mas eles, são tão palpáveis quanto qualquer um de nós seus filhos, que fomos feitos à sua imagem e conforme a sua semelhança.

Em Génesis 1: 26, está escrito:“E disse DEUS: façamos o homem à nossa imagem e semelhança”. Naturalmente que se ELE fosse um espírito impalpável, nós também o seríamos. Mas reparemos no detalhe importante que é o contraste em que DEUS diz “façamos” e não “farei”.


Podemos deduzir (sem complicar com teses teológicas e interpretações muito rebuscadas) à luz da ciência e do conhecimento atual, que é verdade que fomos criados por uma equipe de cientistas de uma civilização vinda de um planeta longínquo. Se DEUS fosse um espírito apenas, estaria registado; “farei o homem…”; e não “façamos o homem…”.

Em “Génesis 6: 1,2 e 4, por exemplo,consta o seguinte:

1 - Quando os homens se multiplicaram sobre a Terra e geraram filhas,
2 - Os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas, e escolheram como esposas todas aquelas que lhes agradaram,
4 - Nesse tempo – isto é, quando os filhos de Deus se uniram com as filhas dos homens e geraram filhos – os gigantes habitavam a Terra. Estes foram os heróis famosos dos tempos antigos.

O plural continua bem presente, podendo-se explicar que os nossos CRIADORES são mencionados como filhos de Deus. Se ELES fossem apenas espírito, para que escolheriam e tomariam para si filhas dos homens e se uniriam para com elas terem filhos?

Pode-se inclusivamente afirmar que Jesus foi também fruto da união de um de nossos Pais com Maria, uma das filhas dos homens na Terra. Em Génesis 19: 1 a 3 temos uma prova de que os anjos são físicos.

Génesis 19: 3  ”Lot insistiu tanto que eles foram para casa dele e entraram. Lot preparou-lhes uma refeição, sem fermento, e eles comeram”. Se os anjos fossem como sempre se imaginou, acha que eles consumiriam qualquer tipo de alimento?

Juízes 6: 19 a 21. Eis mais uma prova de que os anjos são palpáveis e possuem um estômago como qualquer homem ou mulher feita à sua imagem conforme a sua semelhança

II Reis 2-11. Elias é elevado ao céu num carro de fogo pelo SENHOR, este mesmo carro de fogo é um engenho voador, os cavalos de fogo de que fala este mesmo versículo são as turbinas deste mesmo aparelho.

Ezequiel 1:4 a 28 onde se descreve a visão do carro divino.


Se DEUS fosse conforme sempre nos fizeram crer que fosse, para que necessitaria ELE de tantos instrumentos tão idênticos aos veículos de exploração que usam os astronautas? A destacar no versículo 24 em que consta que as asas dos anjos fazem ruído de muitas águas (pode perfeitamente ser comparável ao barulho das turbinas de um avião a jato). A partir do versículo 2 pode-se constatar de que realmente é o SENHOR (portanto um de nossos PAIS), embora difícil de aceitar e acreditar, é o único caminho que temos nos tempos atuais, dar a conhecer a todos a real verdade que as igrejas escondem, sobre o como da criação da vida e por Quem.



Imagem: You Tube


Além dos achados arqueológicos para a “ciência” tradicional, os “teóricos da conspiração” encontraram vestígios de visitas extraterrestres que ajudaram com a sua tecnologia o desenvolvimento súbito de determinadas nações que, de um momento para o outro, desenvolveram tecnologias avançadas para a época e se impuseram na cena internacional.


Hoje, muito subtilmente uma nova Nação, que já teve vários impérios e foi subjugada por essas nações que de um momento para o outro surgiram na cena mundial com tecnologias muito avançadas, aparece ao mundo com técnicas de expansão avançadíssimas e novas tecnologias comparáveis aos filmes de “ficção científica” que se vai impondo silenciosamente para se tornar o novo Império sobre a Terra.


A arquitetura futurista da China chama a atenção pelos pormenores estranhos e fora da imaginação da gente comum, lembrando naves espaciais, como que a “mostrar” essa “mão” invisível que hoje vela e ajuda a construção do Novo Império que irá dominar a Terra.


Por todos os continentes a China já se fixou no terreno com bases logísticas, com locais de armazenamento, e vias de escoamento das matérias necessárias para o Império, numa rede bem estruturada e estratégica.


O seu poder bélico está consolidado e aumenta dia a dia, sem ameaças nem bazófias. Não é de ignorar e hostilizar. O Império atual, em decadência, praticamente a ruir graças às asneiras de um líder que ataca tudo e todos, despreza os aliados e corta todas as pontes, não devia esquecer que a China tem 1.400 milhões de habitantes e pode mobilizar 200 ou 300 milhões de cidadãos para as Forças Armadas, se necessário, sem dificuldade. Não há exército nenhum, nem coligações de nações, que consiga superar esta força humana tão numerosa.