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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

 

SOBRE OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO

Os Illuminati tentam implantar a sua Nova Ordem Mundial, minando e controlando desde há muito tempo todas as áreas do poder, principalmente a Imprensa. Com a chegada da Internet a sua ação tornou-se muito mais difícil porque deixaram de ter o monopólio da Informação, além da reação contrária de outro bloco de influência (BRICS) que declararam guerra contra esta Nova Ordem Mundial e querem implantar outra Ordem Mundial mais justa e mais abrangente sem “sacrificar” noventa por cento da população mundial como previsto na agenda Illuminati, que tentam apressar as suas ações antes de perderem o controlo na totalidade e, caso insólito, declararam a sua existência.

Imagem: Amazon.com

Para atingir os seus objetivos, definiram o papel da imprensa de forma bem clara nos chamados Protocolos dos Sábios de Sião, que ninguém sabe ao certo quem os escreveu. A verdade é que alguém os escreveu e os Illuminati utilizam-nos para atingirem os seus fins, criando descontentes. As pessoas só estarão abertas a aceitarem o sistema do Anticristo se estiverem suficientemente insatisfeitas com as instituições.

A imprensa escrita e falada emite na maioria dos casos as “más notícias” porque “São as más notícias que vendem publicidade”. Como é óbvio produzem muito mais dano à sociedade.

Na rádio, os locutores transmitem as piores notícias imagináveis. Na Televisão e jornais, o mesmo. Assassinatos, violência, roubos e sequestros são parte do regime diário. A Bíblia diz repetidamente que, no fim dos tempos, a iniquidade aumentará mais e mais, até que a sociedade entrará em colapso sob o impacto de toda a desordem. Essa impiedade é um dos principais sinais de que o mundo hoje marcha rumo ao aparecimento do Anticristo. Satanás é o príncipe dos ares e a sua ação é mais notada nos órgãos de comunicação social que se propagam pelos ares.

Mas, é claro, os Illuminati não se contentam apenas em reportar os crimes contra a sociedade, eles querem ir para o próprio fulcro da nossa sociedade: a confiança nas instituições.

Embora a maioria das pessoas queira acreditar nos seus governos, a sua exposição a tantos casos de abuso de poder e privilégios, fez desaparecer a confiança de algumas gerações, e foi substituída por uma confiança condicional. A "confiança" atual consiste em "Eu o apoiarei para o cargo se você apoiar as políticas que ponham dinheiro no meu bolso".


No seu esforço de despedaçar o fulcro social, a comunicação social apresenta constantemente matérias sobre a natureza corrupta das autoridades eleitas, ou matérias sobre a ineficiência ou a natureza fraudulenta dessas autoridades.

As empresas também são alvos favoritos, desde os esquemas de seguros que defraudam os idosos, até aos golpes contra tantos tipos diferentes de pessoas na nossa sociedade. Logicamente, quanto mais inocente e indefesa for a vítima, mais poderosa será a matéria de notícias.


Imagem:largodoscorreios-WordPress.com

Os desastres naturais recebem muita atenção ao ponto de convencer a população de que a Terra está prestes a ser destruída. No Sistema Público de Ensino, as crianças e adolescentes não somente aprendem que a Teoria da Evolução é um facto científico, mas também aprendem que estamos a chegar perto de destruir o Planeta, a não ser que algo seja feito, e feito de forma rápida e drástica.

Os programas de rádio com entrevistas tiveram uma grande expansão na última década e transmitem o mesmo tipo de más notícias que vemos na televisão. Os comentaristas, escolhidos pelos “senhores” gostam de agradar a “sua” audiência, que se deleita em ridicularizar as pessoas com quem tem diferenças filosóficas, políticas e/ou religiosas. Pesquisa feitas nos últimos 30 anos mostram que os líderes dos Partidos mais conservadores, incluindo os Partido Republicano e Democrata americanos, são tão comprometidos com a Nova Ordem Mundial que os rótulos "conservador" e "progressista" não têm sentido.

O peso cumulativo de todas essas más notícias é tão grande que psicólogos aconselham que ninguém deveria assistir às notícias imediatamente antes de ir para a cama à noite. As más notícias prejudicam o sono. As emoções estarão tão abaladas que as pessoas terão dificuldade em dormir bem.


Imagem: SleepUp


Tudo isto faz parte do Plano dos Protocolos dos Sábios de Sião que, como se sabe, ninguém sabe quem os escreveu, mas cujo texto serve que nem uma luva para os objetivos dos Illuminati. E, segundo estudiosos do oculto este Plano só poderia ser concebido de forma sobrenatural pelos “espíritos-guias” demoníacos que guiam os verdadeiros ocultistas.

Vejamos o papel que eles prevêem para a mídia, a imprensa, durante o estado de transição para a Nova Ordem Mundial. Durante esse estado de transição, os governos do Ocidente ainda serão livres, mas cambalearão rumo ao sistema ditatorial previsto:

"Os Estados modernos possuem uma grande força criadora: a imprensa. O papel da imprensa consiste em indicar as reclamações que se dizem indispensáveis, dando a conhecer as reclamações do povo, criando descontentes e sendo o seu órgão". (Protocolo 2).

É esse, exatamente, o papel da comunicação social de hoje. Cumprem o primeiro elemento (salientar os requisitos considerados indispensáveis) quando apresentam quadros como "Tosquiando a Nação", que enfatizam fortemente os fracassos do governo e das empresas, e o modo como o dinheiro dos nossos impostos é desperdiçado.

"A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os Estados não souberam utilizar essa força e ela caiu nas nossas mãos. Por ela, obtivemos influência, ficando ocultos". (Protocolo 2).

Ao mesmo tempo em que provocam agitações, ruído e fúria na nossa sociedade, os verdadeiros manipuladores do poder nunca são vistos e nunca são afetados.

"Graças à imprensa, ajuntamos o ouro nas nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas que nos custou consegui-lo... Mas valeu a pena, apesar de termos sacrificado muitos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas, diante de Deus, vale milhares de gentios." (Protocolo 2).

Aqui, os protocolos falam das guerras travadas, quando falam das "torrentes de sangue e de lágrimas", que resultaram na acumulação de grandes riquezas pelos banqueiros internacionais. Na verdade, vemos a avaliação da necessidade de guerra e de um determinado tipo de guerra:

"Precisamos que as guerras não deem, tanto quanto possível, vantagens territoriais. Transportada, assim, a guerra para o terreno económico, as nações verão a força de nossa supremacia, e tal situação porá ambas as partes à disposição de nossos agentes internacionais, que têm milhares de olhos e que nenhuma fronteira pode deter. Então, os nossos direitos internacionais apagarão os direitos nacionais, no sentido próprio da expressão, governando os povos, do mesmo modo que o direito civil dos Estados regula as relações entre os seus súbditos." [Protocolo 2].


É por isto que houve tanto derramamento de sangue nas duas Guerras Mundiais, na Guerra da Coreia, na Guerra do Vietname, em ambas as Guerras do Golfo, e no Afeganistão, por questões económicas, e outras guerras mais recentes, como da Invasão da Ucrânia e e ataque ao Irão sem a conquista de novos territórios. E a lógica é que parece que estas guerras não têm a intenção de obter uma “vitória” completa. São negócios apenas.

Na verdade, os grandes financeiros e industriais tornaram-se podres de ricos com todas estas guerras. As vidas são perdidas em vão, como também as vidas daqueles que tombaram mortos em ambas as Guerras Mundiais e na Guerra da Coreia, Vietname, Afeganistão, Iraque, Ucrânia e Irão. Cada uma das guerras sanguinárias no último século teve o propósito de fazer avançar a Nova Ordem Mundial.

O acto final deste grande drama global começa a desdobrar-se na Terceira Guerra Mundial. A economia entrará em colapso total, pois está a ser preparada para isso. A maior transferência de riqueza na história mundial ocorrerá, quando a riqueza cumulativa das pessoas fluirá para as mãos de alguns poucos (os líderes do Plano da Nova Ordem Mundial). Logicamente, esse colapso económico será uma das muitas crises que serão deflagradas simultaneamente em todo o mundo, para fazer as pessoas entrarem em pânico e aceitarem o Anticristo, o seu governo e o seu programa de recuperação. Se a população não estivesse insatisfeita com o atual governo em alguma medida, nunca permitiria que o Anticristo substituísse a forma atual de governo no mundo pela sua forma.

Este é o plano, e o trabalho da imprensa neste período preparatório é criar o descontentamento entre a população.


Imagem: Aventar


"Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos umas às outras todas as forças, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a independência. Encorajamos para esse fim todas as tendências, armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios. Dentro de pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda a parte. Os palradores inesgotáveis transformaram as sessões dos parlamentos e as reuniões administrativas em maratonas oratórias. Jornalistas audaciosos e satíricos cínicos atacam diariamente o pessoal administrativo. Os abusos do poder, finalmente, prepararão a queda de todas as instituições, e tudo será destruído pela multidão enlouquecida." (Protocolo 3).

Este cenário foi a tendência durante todo o século 20, e tem sido o padrão para o século 21. Depois o mundo superou as excessivas destruições da Primeira Guerra Mundial, caminhou rumo à Segunda Guerra Mundial, passando primeiro pela Grande Depressão, que foi causada de forma deliberada pelo Illuminati. Em seguida, houve a Guerra da Coreia e a Guerra do Vietname, em tempos económicos difíceis. Após um breve período de tranquilidade económica durante o governo Reagan, os EUA descobriram que tinham as suas Forças Armadas renovadas, capazes de derrubar Saddam Hussein sem sofrerem grandes baixas. Mas, pelo menos o presidente Bush teve a coragem de dizer claramente que a Guerra do Golfo tinha o propósito de cooperar para a Nova Ordem Mundial.

Depois, os EUA envolveram-se em guerras no Iraque e no Afeganistão, nenhuma das quais conseguiu vencer. E hoje Donald Trump dá continuação ao previsto pelos Illuminati, metendo-se em guerras insensatas, criando a divisão entre aliados tradicionais, fechando portas, sendo completamente manipulado pelos Illuminati como que a preparar a ascensão do Anticristo.

Verdadeiramente, todos esses conflitos ocorreram por questões económicas e políticas, mas não para ganhar novo território. Finalmente, os líderes da Nova Ordem Mundial que estão na liderança do capitalismo, do comunismo e dos extremistas e anarquistas, tornaram-se podres de ricos com todos esses conflitos.


Só que, agora, outro bloco de grande influência se organizou para contrapor a Nova Ordem Mundial Illuminati com uma Nova Ordem Mundial mais abrangente, mais universal e mais “justa”.


Esperemos para ver o que acontece pois, pelo que li na Redaçãcontento DW África (AP, AFP, EFE, Lusa) em 13.9.2026, Os líderes dos BRICS aprovaram por unanimidade a Declaração de Nova Deli, numa cimeira em que Índia e Rússia defenderam reformas na governação mundial e o alargamento do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). Na abertura da sessão, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, apelou à transformação da atual "pirâmide de privilégios" da governação mundial numa "plataforma de parceria" e propôs a elaboração, até à próxima cimeira, de um roteiro com dez propostas de reforma assentes na representação, capacidade de resposta e elaboração de normas. Defendeu que a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas "já não pode ser adiada" e pediu que as negociações tenham prazos e resultados concretos. O chefe do Governo indiano sustentou ainda que o poder de voto e os cargos de liderança nas instituições financeiras internacionais devem refletir melhor o peso das economias emergentes.

Putin acusa alguns países de resistirem às mudanças na ordem mundial através de "guerras tarifárias", sanções, ingerência nos assuntos internos e outras formas de pressão, considerando que a eficácia das instituições multilaterais está a diminuir.

"Recusam-se a aceitar a realidade em mudança e procuram conter os seus concorrentes em crescimento por todos os meios possíveis. Recorrem a todo o tipo de artimanhas, incluindo guerras tarifárias, sanções ilegítimas, tentativas de ditadura económica, chantagem, ingerência nos assuntos internos e, simplesmente, força bruta", afirmou Putin numa indireta para Trump.

A cimeira reuniu, entre outros dirigentes, o Presidente chinês, Xi Jinping, o Presidente russo e o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.


Lideres dos BRICS pedem contenção face à escalada no Médio Oriente


sexta-feira, 11 de setembro de 2026

 

TRANSIÇÃO DA ERA DOS PEIXES PARA A ERA DO AQUÁRIO




Quando as pessoas estiverem devidamente informadas e comecem a sair da letargia em que estão mergulhadas e comecem a impor a sua vontade, verão que as "coisas" mudarão e então os sépticos poderão dizer: "afinal Deus existe". Nós é que estávamos adormecidos e não lutávamos, porque se reagirmos esses "senhores" que nos manipulam perdem toda a força, bem como a influência do mundo invisível também perderá a forte ascendência que sempre teve no mundo visível do ser humano.

"Eles" são fortes enquanto dividem para reinar e nós "obedecermos" pela ignorância. Quando os homens "acordarem" o sistema implantado ruirá.

A atual Transição Planetária dura aproximadamente de 1980 a 2020, quando o planeta Terra e a sua humanidade estão sujeitos a grandes transformações. A "fronteira" é justamente a linha divisória entre a Era de Peixes (160 a.C. até 2000) (Motivo porque o símbolo Cristão, o evento principal, era um peixe) e a Era de Aquário (2000 até 2160).



Durante o decorrer da Era de Peixes o homem em evolução, devia desenvolver a característica do
Amor pregado por Cristo, para então poder candidatar-se ao desenvolvimento do Mentalismo (Mais concretamente a espiritualização, a consciência de Ser espiritual), que caracteriza a Era de Aquário.

Há estudiosos que dizem que a Era de Aquário já começou, e outros acreditam que ela se iniciará daqui a cerca de 150 anos. Como sabemos, há muita dificuldade na contagem do tempo pelos modos diferentes como essa contagem se processa e, consequentemente, a sincronização correta com a contagem da Era atual. Embora haja discussões a respeito de quando a Era de Aquário iria de facto começar, a maioria dos astrólogos crê que estejamos numa fase de transição (lógico) entre a Era de Peixes e a de Aquário, ou seja, que ainda estejamos a viver de acordo com todos os padrões da Era de Peixes, mas já mesclados com os desafios da Era a seguir.

Cada Era tem o seu signo, que todos conhecem, mas também tem os seus avatares, que seriam figuras históricas que concentrariam todas as características que elas carregam. Moisés, por exemplo, que guiou o povo judeu através do deserto teria sido um avatar da Era de Carneiro, bem como Cristo teria sido um avatar da Era de Peixes.

Cada Era traz à tona todas as questões do signo que o representa, mas também do signo que se opõe a ele. Assim, por exemplo, a Era de Touro conheceu a retenção (Touro, signo do elemento Terra, relacionado a forma) das águas do Nilo (Escorpião, signo do elemento Água), e sabe-se que este facto teve fundamental importância no desenvolvimento da civilização egípcia. Foi nessa Era que surgiram as religiões ligadas à terra, e que o ser humano começou a estabelecer-se, deixando de ser nómada. Conflitos de dominância e poder (típicos do eixo Touro e Escorpião) estiveram presentes durante toda essa Era.

A Era de Carneiro foi caracterizada por guerras, disputas e pelo surgimento de deuses mais masculinos (Carneiro é um signo de polaridade masculina), em oposição às deusas que predominavam até então. Nessa época também se desenvolveram a cultura e as artes (Balança, signo oposto a Carneiro), e surgiu o Budismo, uma religião tipicamente equilibrada, por pregar o “caminho do meio”.

A Era de Peixes desloca a ação do Oriente para a Europa. O Cristianismo nasce juntamente com a Era de Peixes, e grande parte dos factos estão relacionados com ele: desde a perseguição dos primeiros cristãos até ao momento em que a Igreja Católica angaria um poder incalculável. Durante a Idade Média, a Igreja controla toda e qualquer forma de conhecimento, e os seus preceitos exercem uma inflexível influência sobre as pessoas. É o auge da força da crença (Peixes), em que a ameaça não é tomar algo real da pessoa ou exercer outra forma de punição, e sim, condená-la a queimar eternamente no fogo do inferno (ativando a natureza impressionável inerente à Peixes). Porém, são os interesses mundanos (reflexos de Virgem, signo da Terra, de natureza material) que movem a venda de perdões (as chamadas “indulgências”) e outras benesses celestiais.



A Era de Peixes também conhece as cruzadas religiosas, as “guerras santas”, e, igualmente, o trabalho dos jesuítas na difusão da sua religião. Ela é marcada por um intenso fervor religioso. A filosofia da Era de Peixes (ainda que muitas vezes aplicada de maneira inteiramente distorcida) é a necessidade de redenção, salvação, excessos da matéria e devoção a um ideal. O signo de Virgem, oposto a Peixes, também se manifesta nesta Era, quando traz o desenvolvimento da ciência, bem como os subprodutos disso, como o racionalismo excessivo, o ceticismo e o descarte de qualquer coisa que não possa ser comprovada e classificada nos moldes conhecidos. Virgem é também o signo ligado ao corpo, ao orgânico, ao animal, ao vegetal, e nunca à Terra, como um grande organismo, é tão ameaçada, ao mesmo tempo em que nunca o ser humano vai tão longe na sua capacidade de desvendar meticulosamente (Virgem) como cada parte do mundo funciona. Virgem é também o signo da manipulação e intervenção, e a Era de Peixes traz a possibilidade sem precedentes de modificação do ambiente físico. De muitas maneiras, esta possibilidade foi mal utilizada, dizimando espécies animais e vegetais, poluindo o planeta, e também criando um estilo de vida desvinculado de ritmos naturais, em que o endeusamento do trabalho (um dos temas de Virgem) e da vida produtiva em excessivo (gerando doenças físicas e psicológicas). Por outro lado, desenvolvem-se os remédios e soluções inovadoras. Foram criados inventos que abriram possibilidades. Hoje há inúmeros confortos e facilidades graças ao interesse virginiano por soluções práticas


Vivemos, a chamada para a Era de Aquário. O desenvolvimento científico acelera. Começam a surgir religiões e sistemas de crença mais baseados na força da mente e na crença de que também podemos ser deuses (um modo aquariano de pensar). Há um forte desejo para resolvermos as nossas diferenças e sermos mais tolerantes e abertos, e para nos libertarmos de velhos condicionamentos que nos acompanham há milénios.

Por outro lado, pensadores começam a imaginar um futuro feito por uma racionalidade tão fria que poderia simbolizar a “sombra” de Aquário. Uns mundos em que um sistema social fosse tão rigidamente organizado em prol do conjunto, que chips fossem implantados no cérebro das pessoas, anulando as suas vontades individuais e criatividade (as quais são simbolizadas pelo signo de Leão, oposto a Aquário). Um mundo com tanto poder de intervenção que praticamente poderia “fabricar” um ser humano ao nosso gosto (com todos os perigos emergentes). Um mundo em que a tecnologia (Aquário) fosse tão dominante que isso pudesse abrir espaço para terríveis formas de controlo e centralização (reflexo de Leão), com a sufocação da liberdade (uma das necessidades aquarianas mais fortes).



Na realidade, em todas as Eras houve dificuldade em equilibrar os dois signos envolvidos. A humanidade passou boa parte da Era de Peixes com a sua capacidade de análise e discernimento (simbolizada por Virgem) bloqueada por crenças impostas de cima para baixo. Quando, a partir do século XIX, o espírito científico começou a desenvolver-se, foi Virgem que assumiu a supremacia. Descartou-se tudo o que não se podia explicar e iniciou-se um período de excessiva racionalidade e fragmentação, que resultou no surgimento em massa de doenças emocionais decorrentes da falta de conexão com algo maior, o que provocou (mais provavelmente) o consumo de droga no mundo.



Em cada Era, temos escolhas a fazer. A tecnologia, principal promessa da Era de Aquário, tanto pode levar-nos a uma separação do nosso lado intuitivo, tornando tudo excessivamente lógico e frio, como pode ser tão aperfeiçoada que nos leve a sanar os problemas que até agora criamos com o uso dela.

Quem terá razão: os intelectuais que preveem um mundo frio, excessivamente racional e controlado, ou os místicos que falam numa Era de amor?

O potencial da Era de Aquário seria para que víssemos como uma só raça (já que até agora o passatempo dos humanos foi aniquilarem-se mutuamente), e, a partir disso, nos uníssemos, sendo capazes, por esta razão, de avanços inimagináveis, e de criarmos um novo sistema de vida, que rompesse integralmente com o que de negativo vivemos até aqui. Uma Era de Aquário “bem-feita” teria de ter presente os atributos positivos de Leão, como a valorização do indivíduo e da criatividade, do coração e do calor, para que a sociedade não se tornasse por demais fria, mecânica e lógica. O bem-estar do indivíduo (Leão) teria de ser levado em consideração tanto como o bem-estar do grupo (Aquário), pois um não pode predominar sobre o outro sem que isso gere desequilíbrios. Só que a Era de Aquário não vai trazer tudo isso “de bandeja”. A humanidade terá de conquistar essa “promessa” positiva que está embutida nela. será chamada a escolher como foi nas outras Eras.

Aquário quer dizer que todos somos um povo só. A hora em que nos virmos como o povo da Terra, que é por ela responsável, aí sim estaremos a entrar numa nova Era. Sem o desenvolvimento disso, a Era de Aquário será como todas as outras, até que resolvamos mudar. A escolha será de cada um de nós.

Deste modo, o ser humano, de maneira geral, encontra-se atónito com tudo o que está a ocorrer á sua volta neste período de transição, pois ao mesmo tempo em que contempla grandes avanços tecnológicos proporcionado por mentes brilhantes, vê muitos dos seus semelhantes parecerem estar a regredir, em que os comportamentos estão mais de acordo com o primitivismo dos selvagens.


As forças telúricas do planeta também parecem estar inquietas: o número de terramotos aumentou consideravelmente, a ocorrência de furacões, tornados, inundações, chuvas torrenciais
(pelos antes desconhecidos efeitos Niño e Niña), incêndios, também vêm aumentando de ano para ano. As mudanças climáticas já são um facto incontestado, em que as quatro estações se resumiram a duas: Inverno e Verão, cada vez mais longos e rigorosos. Isto deve-se principalmente ao derretimento, lento, mas contínuo, das calotes polares.

Se prestarmos atenção verificaremos que todas estas mudanças se intensificaram a partir da década de 1980, que foi a década também em que um dos grandes flagelos da humanidade
(que está muito longe de ser vencida), iniciou a sua popularização: a SIDA. Sabemos que o tráfico de drogas sempre existiu, mas antes eram vendidas em gramas e as grandes apreensões eram quilos, entretanto, hoje apreende-se em toneladas! Na viragem do milénio intensificou-se o fabrico e comercialização de novo objeto de vício, mais potente e rápido: as drogas sintéticas. Um dos efeitos colaterais da recente invasão do Afeganistão pelos americanos foi a quintuplicação da produção de ópio, e, consequentemente, da heroína.

Um aspeto que precisa de ficar bem esclarecido é que citamos muito o
Apocalipse de João, porém não observamos o seu aspeto religioso, mas principalmente o ponto de vista histórico. Este capítulo bíblico trata exclusivamente da Transição Planetária. Da mesma forma, se citam as centúrias de Nostradamus não como um todo, mas sim, exclusivamente da parte em que ele discorre sobre a atual Transição Planetária.

Para que as pessoas possam ter uma ideia global de todo o processo, e para que não fiquem a pensar que não passa tudo de castigo divino, dizemos que tudo tem o seu ciclo evolutivo, e, neste caso, no término de cada ciclo há um balanço em que se avaliam as condições sob o aspeto físico/espiritual do planeta e dos seus habitantes


Segundo Trigueirinho
(Filósofo espiritualista), a transição da Terra é a fase de preparação mais intensa de uma nova humanidade e uma nova Terra. Do ponto de vista externo, a transição planetária teve início em 08.08.1988, data em que se intensificou o processo de transformação planetário e solar.

A transição da Terra vem sendo preparada há milénios, o que se fez notar sobretudo nos últimos tempos. Caracteriza-se pela purificação da sua superfície em âmbito global e pelo resgate dos seres que se capacitaram para trilhar caminhos evolutivos segundo as leis que passarão a reger a existência no ciclo vindouro.


É um período em que se fazem mudanças profundas, entre as quais se destacam: a subtilização da vida planetária, a reestruturação dos níveis de consciência, o juízo em todos os reinos da Natureza, a mudança da inclinação do eixo da Terra, a reconfiguração dos continentes e mares, o implante de novo código genético na parcela da humanidade que prosseguirá na Terra
(Modelação de uma nova humanidade) ou em mundos mais evoluídos, o relacionamento aberto do ser humano da superfície terrestre com "outras" civilizações evoluídas e a maior integração do planeta na vida solar e cósmica.

A Transição constitui-se basicamente de duas etapas. Na primeira, a lei da purificação é aplicada em âmbito planetário, grupal e individual e os seres que não devem sucumbir ao caos são
resgatados.


O Apocalipse de João fala nestes arrebatamentos de humanos justos e descreve o julgamento final, que não é uma assembleia onde um juiz decide a pena, mas sim apresentado sob a forma de fenómenos catastróficos na Natureza. Realiza-se aos poucos, ao longo da História (cerca de um terço) assim como Deus agiu no passado. Como disseram os profetas Ele age no presente e vai agir no futuro para julgar o mal e instaurar o bem. (Não será nesta geração, apesar de já terem começado esses tumultos naturais).

O confronto final entre as diversas falanges das forças do caos redundará em vasta destruição externa e surgimento de uma nova humanidade, num novo Reino, o Reino de Deus.

Na segunda etapa, a superfície da Terra é reordenada e alguns dos seres resgatados transladados na primeira fase retornam para a reconstrução do mundo de superfície e a fundação da nova civilização. A transição da Terra como um todo é conduzida pelos seres celestiais do mundo espiritual que
representam leis imateriais.

Paralelamente a esse movimento libertador que visa à redenção da vida terrestre, há outro movimento, obscuro (dos senhores do mundo, os Illuminati, que tentam manipular a transição em seu favor), organizado pelo poder material da presente civilização. Este tem por objetivo exterminar grande parte da população da superfície pelo incentivo à guerra e ao uso de drogas, pela fome, pelas enfermidades e pela miséria, aumentadas com a permissividade do chamado poder judiciário e com a omissão dos governos.



Por meio da dominação económica e da corrupção dos políticos, os representantes desse movimento (empresas multinacionais, nas quais se incluem certas organizações religiosas) planeiam apoderar-se das regiões menos contaminadas de radiações nucleares e epidemias, regiões que ainda possuam recursos naturais mínimos, tais como água potável e área cultivável, e manter a população nativa em condição servil ou de apatia e não-reação.

Todavia, apesar dessas aparências, nos níveis internos da existência está assegurada a continuidade da Terra em condições de harmonia e integrada na ordem cósmica. O comportamento da humanidade na atual transição pode conduzir o transcurso de certos factos dolorosos, mas não altera a consumação de um processo redentor já determinado com elementos extraplanetários que transcendem as forças obscuras.


Aos indivíduos
despertos cabe aperfeiçoar a sintonia com as leis evolutivas superiores e com a Hierarquia espiritual e efetivamente servir, sabendo que o verdadeiro governo da Terra é invisível, interior, conhecedor dos ciclos e tudo dirige para o Bem.

Também houve outro que pesou na consciência de muitos que foi não quererem entregar-se realmente ao processo, e deixaram-se levar pelos comentários reinantes de que os conhecimentos que recebíamos e passávamos eram conhecimento de fanáticos, de lunáticos. Todos aqueles que previram, que profetizaram, que pregaram tornaram-se fanáticos ou mesmo loucos aos olhos daqueles que não acreditavam, mas que ouviam, e de alguma forma até acreditavam que iria ocorrer alguma coisa, mas que para eles era melhor que não ocorresse.

Essa situação também era e é sustentada por energias
(seres do submundo, das trevas) que querem continuar a existir, que querem que tudo isto continue como está, pois alimentam-se das emanações mentais caóticas geradas pela humanidade, e sabem que quando ocorrer a purificação da Terra, e tais emanações desaparecerem, será o fim de sua existência aqui, e terão que buscar outra realidade para continuar a existir, para continuar a sobreviver.

De tudo isso resultou que a maioria da população mundial, cerca de 60%, fortemente influenciada pelos mídea e pelo assédio constante desses seres do astral inferior, não queria que as transformações viessem, que houvesse a purificação, e foi esse estado de espírito do homem terreno que criou uma CONSCIÊNCIA, e uma consciência que se cria no mundo físico mantém realidades físicas,
que não deixam a CONSCIÊNCIA passar para outra dimensão.

As profecias são baseadas em factos que já estão previstos e determinados infalivelmente, e os profetas não criam acontecimentos sob a sua imaginação, num determinismo todo pessoal; eles apenas preveem-nos na sua rota infalível e nos seus objetivos implacáveis. A função dos profetas tem sido apenas a de noticiar o que há-de suceder, sem intervenção de ideias próprias.

Afinal, o que ocorreu, uma vez que não houve destruição física, se estamos ainda no planeta?


Toda a realidade é criada a nível mental, é a própria consciência, e aquela
realidade criada no mundo físico pela vontade da maioria de que nada acontecesse, criou no mundo físico realidades físicas, que não deixaram a CONSCIÊNCIA passar para outra dimensão, e o que hoje existe aqui é uma realidade criada pelo mental humano, pelo mental da maioria da nossa humanidade.

Todas as criações são mentais, pela força do pensamento que cria o arquétipo no mundo espiritual, e que acabará por se concretizar se for constantemente alimentado. Assim, todo o universo será uma criação mental (do Pai Celestial, concretizado pelo Filho). E o pensamento coletivo pode "criar" derivações e uma "realidade própria" no mundo onde nos inserimos.


Esse "desvio" foi sustentado pela vontade de muitos de manter as coisas como estavam. Porém foi com a permissão das Hierarquias cósmicas que tudo está a ser mantido, com o propósito de dar mais alguns instantes para que todos se preparem. Por isso, quanto mais humanos "acordarem" e se aperceberem que têm poder para mudar a "realidade", melhor.


Porem, este será o verdadeiro teste: a Transição virá quando ninguém estiver à espera dela, por isso Jesus avisou que
“o dia do Senhor virá como um ladrão na noite”. Esse é o verdadeiro teste final: quantos estariam vigilantes quando tudo acontecesse? É muito fácil quando todos esperam por algo (como foi o caso de 1999), mas agora que praticamente ninguém acredita mais – vai ser o verdadeiro teste.

Portanto, aguardem parcimoniosamente e vivam com muito amor estes momentos que ainda restam. Nada de tensão, ansiedade sobre o momento em que vai ser, como vai ser. No momento certo cada um passará para o estágio para o qual estiver preparado. O importante é que vivam segundo as energias emanadas do Pai e cada vez mais se identifiquem menos com os problemas materiais, com o mundo tridimensional.

Procurem superar os momentos finais de maneira tranquila e harmoniosa, agindo com o firme desejo de que todos os problemas serão transmutados. Desprendam-se de maneira definitiva dos valores materiais e os problemas vão-se desfazendo, as coisas determinar-se-ão por elas mesmas. O importante é não se angustiarem mais, não se diluírem mais dentro desse emaranhado de situações ora vigentes. Estejam atentos a tudo o que pode acontecer de agora em diante, para que não percam de vista a espiritualização
(consciencialização) que irão formando a cada passo.

Todo o caminho é esse. As dificuldades, os muros, as barreiras, as criações mentais, criamo-los por não termos o controle da nossa vontade, de modo a que estamos constantemente a criar realidades físicas, não realidades espirituais. Precisamos de reverter essa situação, e passarmos de agora em diante a não cristalizar mais situações passivas, mas sim realidades espirituais, saber o que somos, de onde viemos e qual o verdadeiro sentido da nossa existência aqui, descobrir os nossos potenciais, conhecendo-nos internamente, sabendo que não somos apenas esse Ser físico, que conhecemos quando estamos aqui, encerrado numa vestimenta física, mas sobretudo um Ser espiritual, um Ser de Luz, um filho de Deus e, consequentemente, um canal para que essa divindade se manifeste neste plano.


Agora que tomamos consciência disso, vamos fazer a vontade do Pai, sermos um canal para que a vontade d'Ele se estabeleça aqui. Que não se prenda a consciência em outra dimensão, em outra densidade, elevemos a nossa consciência ao Pai e Ele vai determinar onde nos encontramos e vamos descobrir verdadeiramente onde estamos.


A partir de 1982, numa exceção permitida pela hierarquia celeste que nos governa, começaram a nascer as chamadas “Crianças do Terceiro Milénio”. Estes seres bastante elevados, na sua maioria isentos de carma terreno ou planetários, têm encarnado nestas últimas gerações com o propósito de
auxiliarem no desenvolvimento espiritual da humanidade. Essas crianças apresentam um desenvolvimento espiritual, psicológico e intelectual, muito além do que seria considerado normal para a idade cronológica do corpo físico que possuem. Outra característica bastante importante dessas crianças é a forma natural e tranquila com que reagem diante de cenas agressivas. Demonstram também gosto por longos períodos de solidão ou de meditação. Outras vezes falam coisas tão profundas, que custa a crer que saíram dos lábios de uma criança. É como se já tivessem conhecimento (e na realidade têm-no) da razão e do porquê de tudo que acontece à sua volta.


Foi à partir da Transição Planetária que o ser humano passou a ter maior consciência da possibilidade da ação de Aliens no planeta Terra (Talvez seres mais evoluídos para auxiliar a humanidade, portanto com corpos físicos do nosso mundo dimensional, havendo a possibilidade de também haverem seres físicos aliados, ou controlados, pelo submundo invisível. A luta entre o bem e o mal prolonga-se por todos os campos dimensionais.
Supõe-se que seres celestes, ou seus agentes, do mundo invisível ou dimensão superior à nossa (5ª Dimensão), velam por nós e impedem níveis nocivos de energia negativa para o Cosmo, porque estamos mergulhados num Universo de vibrações que podem ser desequilibradas.

Como no nosso organismo, atendendo à máxima "o que está em cima, está em baixo" ou "o Microcosmo é como o Macrocosmo", se um órgão deixa de exercer as suas funções com precisão vai influenciar negativamente o funcionamento do Todo, e repete-se em todos os níveis da matéria (e também nos planos mais subtis), sucessivamente, chegando até ao nível Cósmico.

Ou seja: O Universo é um corpo de energia infinito, é o Todo. Tudo o que faz parte desse Universo tem que funcionar equilibradamente, pois os bloqueios causariam uma desordem prejudicial à harmonia Cósmica. O planeta Terra há muito tempo que produz níveis de densidade energética perigosos, não só para a humanidade como para os vizinhos interplanetários.

A última vez em que os níveis de densidade energética estavam já no limite e a Terra era um perfeito Inferno, onde a doença e o mal eram a regra, Jesus, ao sacrificar-se, limpou completamente essa atmosfera densa e permitiu a entrada da Luz. Só que, como o Homem não tem emenda, e continua a desobedecer aos mandamentos do Pai, influenciado pelo submundo das trevas que se encontra confinado na baixa dimensão material, as trevas foram-se acumulando novamente. Tudo consequência dos pensamentos, palavras e ações dos seres humanos. Se estes pensamentos, palavras e ações forem de nível positivo a energia é permeável à Luz, se forem de nível negativo a Luz é bloqueada causando um desequilíbrio no Todo. Desta eterna fusão Deus-Homem surge, então, um novo ser, exclusivo e original, dotado de valores e significados singulares, um verdadeiro filho do Homem e filho de Deus, único por toda a eternidade.

Mas para que tudo corra bem, é preciso aceitar a filiação divina e o plano de ascensão ao Paraíso, o que inclui aceitar a orientação do Espírito, que representa para nós a Vontade Divina.

Compartilhar é divino. Somente pela preguiça, pelo egoísmo e através do orgulho é que alguém pode perder a vida eterna. E quando isso ocorre, então cumpre-se que “daquele que não possui valores de sobrevivência, será tomado até o Espírito que ele agora possui, enquanto para quem deseja a vida eterna, será dado até toda a experiência que o Espírito do preguiçoso desertor possuía”.

E desta forma o espírito passa vida após vida, a habitar uma pessoa por vez, até que uma delas resolva unir-se definitivamente com ele. E quando tal facto sucede, o contemplado ganha até mesmo toda a memória e experiência que tenham valores espirituais de sobrevivência dos antigos hospedeiros (o que os reencarnacionistas aproveitam para fundamentar a sua teoria sobre as reencarnações sucessivas para a Alma evoluir no plano material terrestre), que por algum motivo tenham rejeitado a aventura eterna. NADA QUE TENHA VALOR NO UNIVERSO É PERDIDO. Não há desperdício.

Mas é muito raro o mesmo Espírito passar por duas pessoas diferentes no mesmo mundo. Logo as supostas memórias de vidas passadas não são nossas, elas pertenceram, em boa parte dos casos, a pessoas que rejeitaram a união com o Espírito ou foram vítimas de morte prematura, como as crianças.

Os Espíritos não ganham experiência habitando apenas mortais que rejeitaram a vida eterna. Eles também ganham uma experiência valiosa habitando mortais que não têm o potencial de fusão com eles, mas que se fusionam com outras partículas pré-pessoais do Filho Eterno ou do Espírito Universal Infinito. Os Espíritos nesses casos são apenas emprestados temporariamente e melhoram sobremaneira a vida dessas pessoas (até mais do que as nossas), porém não existe possibilidade de fusão nesses casos.

Ou seja, para concluir: os defensores da reencarnação percebem que espíritos realmente habitam em pessoas diferentes, mas estão errados quando interpretam isso como "reencarnação".

Deste modo, o que aconteceu foi o seguinte: Caso o Espírito passe por outra pessoa, quer dizer que a pessoa, cujas memórias o Espírito porta para a nova pessoa, provavelmente perdeu a Vida eterna, e esta nova pessoa (outra personalidade) ficou com tudo aquilo que a anterior desprezou e rejeitou.

Mas não há motivos para ansiedade, quem deseja de todo o coração a sobrevivência eterna acaba sempre por consegui-la, e a vasta maioria dos mortais acaba por sobreviver, mesmo que ainda possuam muitas imperfeições. O único perigo que pode comprometer perigosamente a eterna aventura é o orgulho arrogante. Muito egoísmo também é potencialmente suicida.