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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

 

TRANSIÇÃO DA ERA DOS PEIXES PARA A ERA DO AQUÁRIO




Quando as pessoas estiverem devidamente informadas e comecem a sair da letargia em que estão mergulhadas e comecem a impor a sua vontade, verão que as "coisas" mudarão e então os sépticos poderão dizer: "afinal Deus existe". Nós é que estávamos adormecidos e não lutávamos, porque se reagirmos esses "senhores" que nos manipulam perdem toda a força, bem como a influência do mundo invisível também perderá a forte ascendência que sempre teve no mundo visível do ser humano.

"Eles" são fortes enquanto dividem para reinar e nós "obedecermos" pela ignorância. Quando os homens "acordarem" o sistema implantado ruirá.

A atual Transição Planetária dura aproximadamente de 1980 a 2020, quando o planeta Terra e a sua humanidade estão sujeitos a grandes transformações. A "fronteira" é justamente a linha divisória entre a Era de Peixes (160 a.C. até 2000) (Motivo porque o símbolo Cristão, o evento principal, era um peixe) e a Era de Aquário (2000 até 2160).



Durante o decorrer da Era de Peixes o homem em evolução, devia desenvolver a característica do
Amor pregado por Cristo, para então poder candidatar-se ao desenvolvimento do Mentalismo (Mais concretamente a espiritualização, a consciência de Ser espiritual), que caracteriza a Era de Aquário.

Há estudiosos que dizem que a Era de Aquário já começou, e outros acreditam que ela se iniciará daqui a cerca de 150 anos. Como sabemos, há muita dificuldade na contagem do tempo pelos modos diferentes como essa contagem se processa e, consequentemente, a sincronização correta com a contagem da Era atual. Embora haja discussões a respeito de quando a Era de Aquário iria de facto começar, a maioria dos astrólogos crê que estejamos numa fase de transição (lógico) entre a Era de Peixes e a de Aquário, ou seja, que ainda estejamos a viver de acordo com todos os padrões da Era de Peixes, mas já mesclados com os desafios da Era a seguir.

Cada Era tem o seu signo, que todos conhecem, mas também tem os seus avatares, que seriam figuras históricas que concentrariam todas as características que elas carregam. Moisés, por exemplo, que guiou o povo judeu através do deserto teria sido um avatar da Era de Carneiro, bem como Cristo teria sido um avatar da Era de Peixes.

Cada Era traz à tona todas as questões do signo que o representa, mas também do signo que se opõe a ele. Assim, por exemplo, a Era de Touro conheceu a retenção (Touro, signo do elemento Terra, relacionado a forma) das águas do Nilo (Escorpião, signo do elemento Água), e sabe-se que este facto teve fundamental importância no desenvolvimento da civilização egípcia. Foi nessa Era que surgiram as religiões ligadas à terra, e que o ser humano começou a estabelecer-se, deixando de ser nómada. Conflitos de dominância e poder (típicos do eixo Touro e Escorpião) estiveram presentes durante toda essa Era.

A Era de Carneiro foi caracterizada por guerras, disputas e pelo surgimento de deuses mais masculinos (Carneiro é um signo de polaridade masculina), em oposição às deusas que predominavam até então. Nessa época também se desenvolveram a cultura e as artes (Balança, signo oposto a Carneiro), e surgiu o Budismo, uma religião tipicamente equilibrada, por pregar o “caminho do meio”.

A Era de Peixes desloca a ação do Oriente para a Europa. O Cristianismo nasce juntamente com a Era de Peixes, e grande parte dos factos estão relacionados com ele: desde a perseguição dos primeiros cristãos até ao momento em que a Igreja Católica angaria um poder incalculável. Durante a Idade Média, a Igreja controla toda e qualquer forma de conhecimento, e os seus preceitos exercem uma inflexível influência sobre as pessoas. É o auge da força da crença (Peixes), em que a ameaça não é tomar algo real da pessoa ou exercer outra forma de punição, e sim, condená-la a queimar eternamente no fogo do inferno (ativando a natureza impressionável inerente à Peixes). Porém, são os interesses mundanos (reflexos de Virgem, signo da Terra, de natureza material) que movem a venda de perdões (as chamadas “indulgências”) e outras benesses celestiais.



A Era de Peixes também conhece as cruzadas religiosas, as “guerras santas”, e, igualmente, o trabalho dos jesuítas na difusão da sua religião. Ela é marcada por um intenso fervor religioso. A filosofia da Era de Peixes (ainda que muitas vezes aplicada de maneira inteiramente distorcida) é a necessidade de redenção, salvação, excessos da matéria e devoção a um ideal. O signo de Virgem, oposto a Peixes, também se manifesta nesta Era, quando traz o desenvolvimento da ciência, bem como os subprodutos disso, como o racionalismo excessivo, o ceticismo e o descarte de qualquer coisa que não possa ser comprovada e classificada nos moldes conhecidos. Virgem é também o signo ligado ao corpo, ao orgânico, ao animal, ao vegetal, e nunca à Terra, como um grande organismo, é tão ameaçada, ao mesmo tempo em que nunca o ser humano vai tão longe na sua capacidade de desvendar meticulosamente (Virgem) como cada parte do mundo funciona. Virgem é também o signo da manipulação e intervenção, e a Era de Peixes traz a possibilidade sem precedentes de modificação do ambiente físico. De muitas maneiras, esta possibilidade foi mal utilizada, dizimando espécies animais e vegetais, poluindo o planeta, e também criando um estilo de vida desvinculado de ritmos naturais, em que o endeusamento do trabalho (um dos temas de Virgem) e da vida produtiva em excessivo (gerando doenças físicas e psicológicas). Por outro lado, desenvolvem-se os remédios e soluções inovadoras. Foram criados inventos que abriram possibilidades. Hoje há inúmeros confortos e facilidades graças ao interesse virginiano por soluções práticas


Vivemos, a chamada para a Era de Aquário. O desenvolvimento científico acelera. Começam a surgir religiões e sistemas de crença mais baseados na força da mente e na crença de que também podemos ser deuses (um modo aquariano de pensar). Há um forte desejo para resolvermos as nossas diferenças e sermos mais tolerantes e abertos, e para nos libertarmos de velhos condicionamentos que nos acompanham há milénios.

Por outro lado, pensadores começam a imaginar um futuro feito por uma racionalidade tão fria que poderia simbolizar a “sombra” de Aquário. Uns mundos em que um sistema social fosse tão rigidamente organizado em prol do conjunto, que chips fossem implantados no cérebro das pessoas, anulando as suas vontades individuais e criatividade (as quais são simbolizadas pelo signo de Leão, oposto a Aquário). Um mundo com tanto poder de intervenção que praticamente poderia “fabricar” um ser humano ao nosso gosto (com todos os perigos emergentes). Um mundo em que a tecnologia (Aquário) fosse tão dominante que isso pudesse abrir espaço para terríveis formas de controlo e centralização (reflexo de Leão), com a sufocação da liberdade (uma das necessidades aquarianas mais fortes).



Na realidade, em todas as Eras houve dificuldade em equilibrar os dois signos envolvidos. A humanidade passou boa parte da Era de Peixes com a sua capacidade de análise e discernimento (simbolizada por Virgem) bloqueada por crenças impostas de cima para baixo. Quando, a partir do século XIX, o espírito científico começou a desenvolver-se, foi Virgem que assumiu a supremacia. Descartou-se tudo o que não se podia explicar e iniciou-se um período de excessiva racionalidade e fragmentação, que resultou no surgimento em massa de doenças emocionais decorrentes da falta de conexão com algo maior, o que provocou (mais provavelmente) o consumo de droga no mundo.



Em cada Era, temos escolhas a fazer. A tecnologia, principal promessa da Era de Aquário, tanto pode levar-nos a uma separação do nosso lado intuitivo, tornando tudo excessivamente lógico e frio, como pode ser tão aperfeiçoada que nos leve a sanar os problemas que até agora criamos com o uso dela.

Quem terá razão: os intelectuais que preveem um mundo frio, excessivamente racional e controlado, ou os místicos que falam numa Era de amor?

O potencial da Era de Aquário seria para que víssemos como uma só raça (já que até agora o passatempo dos humanos foi aniquilarem-se mutuamente), e, a partir disso, nos uníssemos, sendo capazes, por esta razão, de avanços inimagináveis, e de criarmos um novo sistema de vida, que rompesse integralmente com o que de negativo vivemos até aqui. Uma Era de Aquário “bem-feita” teria de ter presente os atributos positivos de Leão, como a valorização do indivíduo e da criatividade, do coração e do calor, para que a sociedade não se tornasse por demais fria, mecânica e lógica. O bem-estar do indivíduo (Leão) teria de ser levado em consideração tanto como o bem-estar do grupo (Aquário), pois um não pode predominar sobre o outro sem que isso gere desequilíbrios. Só que a Era de Aquário não vai trazer tudo isso “de bandeja”. A humanidade terá de conquistar essa “promessa” positiva que está embutida nela. será chamada a escolher como foi nas outras Eras.

Aquário quer dizer que todos somos um povo só. A hora em que nos virmos como o povo da Terra, que é por ela responsável, aí sim estaremos a entrar numa nova Era. Sem o desenvolvimento disso, a Era de Aquário será como todas as outras, até que resolvamos mudar. A escolha será de cada um de nós.

Deste modo, o ser humano, de maneira geral, encontra-se atónito com tudo o que está a ocorrer á sua volta neste período de transição, pois ao mesmo tempo em que contempla grandes avanços tecnológicos proporcionado por mentes brilhantes, vê muitos dos seus semelhantes parecerem estar a regredir, em que os comportamentos estão mais de acordo com o primitivismo dos selvagens.


As forças telúricas do planeta também parecem estar inquietas: o número de terramotos aumentou consideravelmente, a ocorrência de furacões, tornados, inundações, chuvas torrenciais
(pelos antes desconhecidos efeitos Niño e Niña), incêndios, também vêm aumentando de ano para ano. As mudanças climáticas já são um facto incontestado, em que as quatro estações se resumiram a duas: Inverno e Verão, cada vez mais longos e rigorosos. Isto deve-se principalmente ao derretimento, lento, mas contínuo, das calotes polares.

Se prestarmos atenção verificaremos que todas estas mudanças se intensificaram a partir da década de 1980, que foi a década também em que um dos grandes flagelos da humanidade
(que está muito longe de ser vencida), iniciou a sua popularização: a SIDA. Sabemos que o tráfico de drogas sempre existiu, mas antes eram vendidas em gramas e as grandes apreensões eram quilos, entretanto, hoje apreende-se em toneladas! Na viragem do milénio intensificou-se o fabrico e comercialização de novo objeto de vício, mais potente e rápido: as drogas sintéticas. Um dos efeitos colaterais da recente invasão do Afeganistão pelos americanos foi a quintuplicação da produção de ópio, e, consequentemente, da heroína.

Um aspeto que precisa de ficar bem esclarecido é que citamos muito o
Apocalipse de João, porém não observamos o seu aspeto religioso, mas principalmente o ponto de vista histórico. Este capítulo bíblico trata exclusivamente da Transição Planetária. Da mesma forma, se citam as centúrias de Nostradamus não como um todo, mas sim, exclusivamente da parte em que ele discorre sobre a atual Transição Planetária.

Para que as pessoas possam ter uma ideia global de todo o processo, e para que não fiquem a pensar que não passa tudo de castigo divino, dizemos que tudo tem o seu ciclo evolutivo, e, neste caso, no término de cada ciclo há um balanço em que se avaliam as condições sob o aspeto físico/espiritual do planeta e dos seus habitantes


Segundo Trigueirinho
(Filósofo espiritualista), a transição da Terra é a fase de preparação mais intensa de uma nova humanidade e uma nova Terra. Do ponto de vista externo, a transição planetária teve início em 08.08.1988, data em que se intensificou o processo de transformação planetário e solar.

A transição da Terra vem sendo preparada há milénios, o que se fez notar sobretudo nos últimos tempos. Caracteriza-se pela purificação da sua superfície em âmbito global e pelo resgate dos seres que se capacitaram para trilhar caminhos evolutivos segundo as leis que passarão a reger a existência no ciclo vindouro.


É um período em que se fazem mudanças profundas, entre as quais se destacam: a subtilização da vida planetária, a reestruturação dos níveis de consciência, o juízo em todos os reinos da Natureza, a mudança da inclinação do eixo da Terra, a reconfiguração dos continentes e mares, o implante de novo código genético na parcela da humanidade que prosseguirá na Terra
(Modelação de uma nova humanidade) ou em mundos mais evoluídos, o relacionamento aberto do ser humano da superfície terrestre com "outras" civilizações evoluídas e a maior integração do planeta na vida solar e cósmica.

A Transição constitui-se basicamente de duas etapas. Na primeira, a lei da purificação é aplicada em âmbito planetário, grupal e individual e os seres que não devem sucumbir ao caos são
resgatados.


O Apocalipse de João fala nestes arrebatamentos de humanos justos e descreve o julgamento final, que não é uma assembleia onde um juiz decide a pena, mas sim apresentado sob a forma de fenómenos catastróficos na Natureza. Realiza-se aos poucos, ao longo da História (cerca de um terço) assim como Deus agiu no passado. Como disseram os profetas Ele age no presente e vai agir no futuro para julgar o mal e instaurar o bem. (Não será nesta geração, apesar de já terem começado esses tumultos naturais).

O confronto final entre as diversas falanges das forças do caos redundará em vasta destruição externa e surgimento de uma nova humanidade, num novo Reino, o Reino de Deus.

Na segunda etapa, a superfície da Terra é reordenada e alguns dos seres resgatados transladados na primeira fase retornam para a reconstrução do mundo de superfície e a fundação da nova civilização. A transição da Terra como um todo é conduzida pelos seres celestiais do mundo espiritual que
representam leis imateriais.

Paralelamente a esse movimento libertador que visa à redenção da vida terrestre, há outro movimento, obscuro (dos senhores do mundo, os Illuminati, que tentam manipular a transição em seu favor), organizado pelo poder material da presente civilização. Este tem por objetivo exterminar grande parte da população da superfície pelo incentivo à guerra e ao uso de drogas, pela fome, pelas enfermidades e pela miséria, aumentadas com a permissividade do chamado poder judiciário e com a omissão dos governos.



Por meio da dominação económica e da corrupção dos políticos, os representantes desse movimento (empresas multinacionais, nas quais se incluem certas organizações religiosas) planeiam apoderar-se das regiões menos contaminadas de radiações nucleares e epidemias, regiões que ainda possuam recursos naturais mínimos, tais como água potável e área cultivável, e manter a população nativa em condição servil ou de apatia e não-reação.

Todavia, apesar dessas aparências, nos níveis internos da existência está assegurada a continuidade da Terra em condições de harmonia e integrada na ordem cósmica. O comportamento da humanidade na atual transição pode conduzir o transcurso de certos factos dolorosos, mas não altera a consumação de um processo redentor já determinado com elementos extraplanetários que transcendem as forças obscuras.


Aos indivíduos
despertos cabe aperfeiçoar a sintonia com as leis evolutivas superiores e com a Hierarquia espiritual e efetivamente servir, sabendo que o verdadeiro governo da Terra é invisível, interior, conhecedor dos ciclos e tudo dirige para o Bem.

Também houve outro que pesou na consciência de muitos que foi não quererem entregar-se realmente ao processo, e deixaram-se levar pelos comentários reinantes de que os conhecimentos que recebíamos e passávamos eram conhecimento de fanáticos, de lunáticos. Todos aqueles que previram, que profetizaram, que pregaram tornaram-se fanáticos ou mesmo loucos aos olhos daqueles que não acreditavam, mas que ouviam, e de alguma forma até acreditavam que iria ocorrer alguma coisa, mas que para eles era melhor que não ocorresse.

Essa situação também era e é sustentada por energias
(seres do submundo, das trevas) que querem continuar a existir, que querem que tudo isto continue como está, pois alimentam-se das emanações mentais caóticas geradas pela humanidade, e sabem que quando ocorrer a purificação da Terra, e tais emanações desaparecerem, será o fim de sua existência aqui, e terão que buscar outra realidade para continuar a existir, para continuar a sobreviver.

De tudo isso resultou que a maioria da população mundial, cerca de 60%, fortemente influenciada pelos mídea e pelo assédio constante desses seres do astral inferior, não queria que as transformações viessem, que houvesse a purificação, e foi esse estado de espírito do homem terreno que criou uma CONSCIÊNCIA, e uma consciência que se cria no mundo físico mantém realidades físicas,
que não deixam a CONSCIÊNCIA passar para outra dimensão.

As profecias são baseadas em factos que já estão previstos e determinados infalivelmente, e os profetas não criam acontecimentos sob a sua imaginação, num determinismo todo pessoal; eles apenas preveem-nos na sua rota infalível e nos seus objetivos implacáveis. A função dos profetas tem sido apenas a de noticiar o que há-de suceder, sem intervenção de ideias próprias.

Afinal, o que ocorreu, uma vez que não houve destruição física, se estamos ainda no planeta?


Toda a realidade é criada a nível mental, é a própria consciência, e aquela
realidade criada no mundo físico pela vontade da maioria de que nada acontecesse, criou no mundo físico realidades físicas, que não deixaram a CONSCIÊNCIA passar para outra dimensão, e o que hoje existe aqui é uma realidade criada pelo mental humano, pelo mental da maioria da nossa humanidade.

Todas as criações são mentais, pela força do pensamento que cria o arquétipo no mundo espiritual, e que acabará por se concretizar se for constantemente alimentado. Assim, todo o universo será uma criação mental (do Pai Celestial, concretizado pelo Filho). E o pensamento coletivo pode "criar" derivações e uma "realidade própria" no mundo onde nos inserimos.


Esse "desvio" foi sustentado pela vontade de muitos de manter as coisas como estavam. Porém foi com a permissão das Hierarquias cósmicas que tudo está a ser mantido, com o propósito de dar mais alguns instantes para que todos se preparem. Por isso, quanto mais humanos "acordarem" e se aperceberem que têm poder para mudar a "realidade", melhor.


Porem, este será o verdadeiro teste: a Transição virá quando ninguém estiver à espera dela, por isso Jesus avisou que
“o dia do Senhor virá como um ladrão na noite”. Esse é o verdadeiro teste final: quantos estariam vigilantes quando tudo acontecesse? É muito fácil quando todos esperam por algo (como foi o caso de 1999), mas agora que praticamente ninguém acredita mais – vai ser o verdadeiro teste.

Portanto, aguardem parcimoniosamente e vivam com muito amor estes momentos que ainda restam. Nada de tensão, ansiedade sobre o momento em que vai ser, como vai ser. No momento certo cada um passará para o estágio para o qual estiver preparado. O importante é que vivam segundo as energias emanadas do Pai e cada vez mais se identifiquem menos com os problemas materiais, com o mundo tridimensional.

Procurem superar os momentos finais de maneira tranquila e harmoniosa, agindo com o firme desejo de que todos os problemas serão transmutados. Desprendam-se de maneira definitiva dos valores materiais e os problemas vão-se desfazendo, as coisas determinar-se-ão por elas mesmas. O importante é não se angustiarem mais, não se diluírem mais dentro desse emaranhado de situações ora vigentes. Estejam atentos a tudo o que pode acontecer de agora em diante, para que não percam de vista a espiritualização
(consciencialização) que irão formando a cada passo.

Todo o caminho é esse. As dificuldades, os muros, as barreiras, as criações mentais, criamo-los por não termos o controle da nossa vontade, de modo a que estamos constantemente a criar realidades físicas, não realidades espirituais. Precisamos de reverter essa situação, e passarmos de agora em diante a não cristalizar mais situações passivas, mas sim realidades espirituais, saber o que somos, de onde viemos e qual o verdadeiro sentido da nossa existência aqui, descobrir os nossos potenciais, conhecendo-nos internamente, sabendo que não somos apenas esse Ser físico, que conhecemos quando estamos aqui, encerrado numa vestimenta física, mas sobretudo um Ser espiritual, um Ser de Luz, um filho de Deus e, consequentemente, um canal para que essa divindade se manifeste neste plano.


Agora que tomamos consciência disso, vamos fazer a vontade do Pai, sermos um canal para que a vontade d'Ele se estabeleça aqui. Que não se prenda a consciência em outra dimensão, em outra densidade, elevemos a nossa consciência ao Pai e Ele vai determinar onde nos encontramos e vamos descobrir verdadeiramente onde estamos.


A partir de 1982, numa exceção permitida pela hierarquia celeste que nos governa, começaram a nascer as chamadas “Crianças do Terceiro Milénio”. Estes seres bastante elevados, na sua maioria isentos de carma terreno ou planetários, têm encarnado nestas últimas gerações com o propósito de
auxiliarem no desenvolvimento espiritual da humanidade. Essas crianças apresentam um desenvolvimento espiritual, psicológico e intelectual, muito além do que seria considerado normal para a idade cronológica do corpo físico que possuem. Outra característica bastante importante dessas crianças é a forma natural e tranquila com que reagem diante de cenas agressivas. Demonstram também gosto por longos períodos de solidão ou de meditação. Outras vezes falam coisas tão profundas, que custa a crer que saíram dos lábios de uma criança. É como se já tivessem conhecimento (e na realidade têm-no) da razão e do porquê de tudo que acontece à sua volta.


Foi à partir da Transição Planetária que o ser humano passou a ter maior consciência da possibilidade da ação de Aliens no planeta Terra (Talvez seres mais evoluídos para auxiliar a humanidade, portanto com corpos físicos do nosso mundo dimensional, havendo a possibilidade de também haverem seres físicos aliados, ou controlados, pelo submundo invisível. A luta entre o bem e o mal prolonga-se por todos os campos dimensionais.
Supõe-se que seres celestes, ou seus agentes, do mundo invisível ou dimensão superior à nossa (5ª Dimensão), velam por nós e impedem níveis nocivos de energia negativa para o Cosmo, porque estamos mergulhados num Universo de vibrações que podem ser desequilibradas.

Como no nosso organismo, atendendo à máxima "o que está em cima, está em baixo" ou "o Microcosmo é como o Macrocosmo", se um órgão deixa de exercer as suas funções com precisão vai influenciar negativamente o funcionamento do Todo, e repete-se em todos os níveis da matéria (e também nos planos mais subtis), sucessivamente, chegando até ao nível Cósmico.

Ou seja: O Universo é um corpo de energia infinito, é o Todo. Tudo o que faz parte desse Universo tem que funcionar equilibradamente, pois os bloqueios causariam uma desordem prejudicial à harmonia Cósmica. O planeta Terra há muito tempo que produz níveis de densidade energética perigosos, não só para a humanidade como para os vizinhos interplanetários.

A última vez em que os níveis de densidade energética estavam já no limite e a Terra era um perfeito Inferno, onde a doença e o mal eram a regra, Jesus, ao sacrificar-se, limpou completamente essa atmosfera densa e permitiu a entrada da Luz. Só que, como o Homem não tem emenda, e continua a desobedecer aos mandamentos do Pai, influenciado pelo submundo das trevas que se encontra confinado na baixa dimensão material, as trevas foram-se acumulando novamente. Tudo consequência dos pensamentos, palavras e ações dos seres humanos. Se estes pensamentos, palavras e ações forem de nível positivo a energia é permeável à Luz, se forem de nível negativo a Luz é bloqueada causando um desequilíbrio no Todo. Desta eterna fusão Deus-Homem surge, então, um novo ser, exclusivo e original, dotado de valores e significados singulares, um verdadeiro filho do Homem e filho de Deus, único por toda a eternidade.

Mas para que tudo corra bem, é preciso aceitar a filiação divina e o plano de ascensão ao Paraíso, o que inclui aceitar a orientação do Espírito, que representa para nós a Vontade Divina.

Compartilhar é divino. Somente pela preguiça, pelo egoísmo e através do orgulho é que alguém pode perder a vida eterna. E quando isso ocorre, então cumpre-se que “daquele que não possui valores de sobrevivência, será tomado até o Espírito que ele agora possui, enquanto para quem deseja a vida eterna, será dado até toda a experiência que o Espírito do preguiçoso desertor possuía”.

E desta forma o espírito passa vida após vida, a habitar uma pessoa por vez, até que uma delas resolva unir-se definitivamente com ele. E quando tal facto sucede, o contemplado ganha até mesmo toda a memória e experiência que tenham valores espirituais de sobrevivência dos antigos hospedeiros (o que os reencarnacionistas aproveitam para fundamentar a sua teoria sobre as reencarnações sucessivas para a Alma evoluir no plano material terrestre), que por algum motivo tenham rejeitado a aventura eterna. NADA QUE TENHA VALOR NO UNIVERSO É PERDIDO. Não há desperdício.

Mas é muito raro o mesmo Espírito passar por duas pessoas diferentes no mesmo mundo. Logo as supostas memórias de vidas passadas não são nossas, elas pertenceram, em boa parte dos casos, a pessoas que rejeitaram a união com o Espírito ou foram vítimas de morte prematura, como as crianças.

Os Espíritos não ganham experiência habitando apenas mortais que rejeitaram a vida eterna. Eles também ganham uma experiência valiosa habitando mortais que não têm o potencial de fusão com eles, mas que se fusionam com outras partículas pré-pessoais do Filho Eterno ou do Espírito Universal Infinito. Os Espíritos nesses casos são apenas emprestados temporariamente e melhoram sobremaneira a vida dessas pessoas (até mais do que as nossas), porém não existe possibilidade de fusão nesses casos.

Ou seja, para concluir: os defensores da reencarnação percebem que espíritos realmente habitam em pessoas diferentes, mas estão errados quando interpretam isso como "reencarnação".

Deste modo, o que aconteceu foi o seguinte: Caso o Espírito passe por outra pessoa, quer dizer que a pessoa, cujas memórias o Espírito porta para a nova pessoa, provavelmente perdeu a Vida eterna, e esta nova pessoa (outra personalidade) ficou com tudo aquilo que a anterior desprezou e rejeitou.

Mas não há motivos para ansiedade, quem deseja de todo o coração a sobrevivência eterna acaba sempre por consegui-la, e a vasta maioria dos mortais acaba por sobreviver, mesmo que ainda possuam muitas imperfeições. O único perigo que pode comprometer perigosamente a eterna aventura é o orgulho arrogante. Muito egoísmo também é potencialmente suicida.

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

 

CONSIDERAÇÕES SOBRE O ANTICRISTO

"Afinal, a história trágica das civilizações foi caracterizada por uma luta demorada entre as duas grandes raças humanas: a raça dos opressores e a dos oprimidos, a do mal sempre vitoriosa e a do bem, sempre sacrificada. O Iniciado, quem sabe, poderia pertencer a uma terceira raça. Isso não passa de uma suposição: a verdade deve ser procurada, mas ai de quem a achar"

(Robert Charroux)


Novos ditadores de hoje: Todos eles responsáveis por milhares de mortes de inocentes. Metem-se em guerras, sabendo que estão a provocar a morte de inocentes, sem pestanejar.


Toda a vida na face da Terra corre perigo, bem como o próprio planeta, devido às atitudes beligerantes, gananciosas, expansionistas e sobretudo insanas de uns poucos megalomaníacos que levam a raça humana ao conflito generalizado e também à destruição nuclear.

Hoje, toda a política, bem como as suas implicações, SUJAS e DESONESTAS, oprimem a humanidade. Os ditadores surgem como cogumelos, são todos diretamente responsáveis pela fome, pela miséria, pelas guerras e por todas as mazelas decorrentes dos seus inomináveis crimes.

O mundo viveria bem melhor sem eles. São verdadeiramente emissários controlados por uma energia satânica que cada vez mais se agiganta neste mundo de trevas. E muitos podem pensar que o Anticristo se trata de alguma única pessoa que um dia qualquer virá assolar a humanidade. Na verdade, trata-se de uma força sinistra e avassaladora que tem, em quase todos os setores vitais os seus emissários, e em determinados momentos um líder se destaca.

Uma energia pervertida e maldita que age desde os primórdios da civilização. E que ainda não logrou atingir os seus objetivos finais.... Pelo menos por enquanto.


A História talvez tenha começado no Antigo Egipto, quando no final da XVIII Dinastia o país lamentavelmente perdeu a tutela dos grandes Mestres e dos Soberanos Iniciados, que o elevaram ao mais espiritualizado e evoluído domínio de toda a antiguidade conhecida. Uma verdadeira sociedade secreta pervertida, filha das trevas e da obscuridade, destituiu o faraó Akhenaton, massacrando todos os seus seguidores. E, posteriormente assassinando Tutankamon, levou ao domínio do trono os corruptos sacerdotes e os magos negros que serviam o famigerado deus Amon. Aquilo que podemos chamar de "o Anticristo" obteve assim a sua primeira vitória ao extinguir pela PRIMEIRA VEZ a Sagrada Luz na Terra.

O "grande mestre" pervertido dessa negra instituição, Horemheb o general sedento de sangue, deu início ao caráter expansionista, agressivo e beligerante do Egipto, logo seguido por Ramsés II - terceiro faraó da XIX Dinastia.

Essas incursões bélicas foram desastrosas, uma vez que atraiu para o Egito a cobiça (e principalmente a ira) dos povos estrangeiros subjugados e oprimidos. Começaram então as destrutivas migrações e as invasões armadas das tribos indo-europeias e por consequência a fragmentação com a lenta mas inexorável destruição de toda a hegemonia do império egípcio....

A História dá-nos exemplos que infelizmente nunca são seguidos. As ruínas vistas na foto acima, abandonadas à solidão das areias e aos ventos do deserto, bem demonstram o que restou de toda a glória do beligerante conquistador Ramsés II e de todo o seu temido e poderoso império militar.

Alexandre, cognominado pela História "O Grande", era um outro megalomaníaco que ambicionava conquistar o mundo, invadindo e subjugando territórios dez vez mais do que o seu beligerante pai, o Rei Filipe da Macedónia. De facto, os seus exércitos chegaram a conquistar três quartas parte do mundo antigo. Entre as sangrentas batalhas e as orgias de sangue, recitava displicentemente os versos de Homero. Quando conquistou Gaza furou os pés do governador, amarrou-lhe o corpo com cordas e arrastou-o até a morte em um carro triunfalmente conduzido por ele mesmo por toda a cidade. Quando um dos seus "amiguinhos prediletos" morreu acometido por uma doença, crucificou o médico e, para "acalmar o seu profundo pesar", mandou trucidar a fio de espada os dez mil indefesos habitantes de uma cidade conquistada. A sua insanidade não tinha limites: uma cidade da Pérsia recebeu o nome do seu cavalo e outra a do seu cachorro. Certa vez, quando foi ferido em combate, chorou convulsivamente ao verificar que o seu sangue era vermelho, assim como todos os mortais, e não o sangue de um deus. Era um bêbado contumaz chegando a organizar "maratonas de bebedeiras", durante as quais divertia-se ateando fogo às cidades conquistadas. Morreu durante uma das suas orgias que durou trinta e seis horas seguidas.

Trata-se de uma Lei inflexível: todas as coisas nascem, crescem, vivem o seu apogeu e morrem. Assim é com as civilizações, as quais inclusivamente TAMBÉM possuem o seu Carma (ou Justiça Universal) que inevitavelmente será cobrado de uma maneira ou de outra em cada uma, sempre, com a MESMA intensidade dos seus atos e conforme as suas próprias obras. Ruínas, somente ruínas abandonadas jazem nas paisagens solitárias da Grécia como patéticas testemunhas de toda a glória fugaz da outrora poderosa Civilização Helénica.

Roma, o "maior império de todo o planeta","a glória dos tempos", teve um apogeu de quase 500 anos de conquistas e sangrentas batalhas, graças ao caráter expansionista e beligerante dos seus loucos, sanguinários e megalomaníacos imperadores, os quais se julgavam "deuses" e também imortais. Uma glória de brilhante panorama, porém pintada em madeira podre! Roma efetivamente dominou o mundo com o seu poderio bélico intimidatório. Contudo, lentamente as nações conquistadas, cansadas dos desmandos e das extorsões que sofriam através do poderio económico e militar que as oprimiam iniciaram as suas justificadas revoltas. Pouco a pouco o prepotente império ruía. Finalmente, os Hunos, os Godos e os chamados vândalos invadiram a outrora poderosa cidade imperial e a deixaram em ruínas, subjugando-a e desmoronando de um só golpe todo o seu esplendor e glória.


Sic transit gloria mundi - "assim passa a glória do mundo". A imagem fria e silenciosa das ruínas do famigerado Coliseu, circo maldito no qual os loucos imperadores e o povo romano se divertiam com os prisioneiros de guerra e os pobres cristãos sendo devorados pelos leões, obrigados a combater contra os bem armados gladiadores ou ainda servindo como "tochas vivas" para iluminar o estádio, representa tudo aquilo o que restou da glória e do poderio do outrora temido e dominador Império Romano, uma potência intimidatória e cruel que assolou o mundo antigo com as suas conquistas, através das mais bárbaras atrocidades e mediante as suas invasões territoriais indiscriminadas, sob os mais absurdos pretextos (como fazem os ditadores de hoje). E foi precisamente através dela que o Anticristo pela SEGUNDA VEZ extinguiu a Luz na Terra ao cobardemente crucificou Jesus, O Nazareno, aquele que foi o Maior de Todos os Mestres.


Napoleão Bonaparte, outro que sonhava dominar o mundo, erroneamente considerado por alguns como "um génio", foi um dos alunos mais obscuros na sua escola. Devido a um astucioso golpe assumiu o comando de todos os exércitos da França e deu assim vazão aos seus instintos imperialistas, transformando-os em uma poderosa máquina de guerra e devastação. Julgando-se um "homem predestinado", tomou a si o título de Imperador. Mesmo sendo um usurpador, totalmente desprovido do sangue e de uma linhagem real, desejava tornar-se um autêntico "senhor do mundo". Aliás, foi mesmo em uma balsa em Tilsit que ele e o Czar da Rússia prepotentemente discutiram a partilha do mundo inteiro entre si. Mas as ambições falaram mais alto e os até então aliados nas rapinagens tornaram-se um dia ferrenhos rivais. E a sua sorte deixou de brilhar quando em 1812 invadiu Moscovo com um grande exército de quinhentos mil homens, ambicionando tornar-se também o "senhor da Rússia". Estava enganado! Os russos incendiaram a cidade e foi na retirada no meio do rigoroso inverno que chegou de volta à França com apenas mil homens. Toda a Europa então, cansada dos seus desmandos, levantou-se contra ele. Napoleão formou então um novo exército com mais quinhentos mil homens, recrutando até mesmo rapazes com menos de quinze anos de idade - todos aniquilados em sangrentos combates contra a Prússia e a Rússia que aliás deixaram as águas do Elster tingidas de sangue. Foi exilado em Elba mas teimosamente voltou a organizar exércitos quando finalmente foi fragorosamente derrotado em Waterloo. Morreu triste e solitário no seu novo exílio em Santa Helena, sem contudo perder o autoritarismo e a altivez: tinha servos que deviam ajoelhar-se antes de lhe dirigirem a palavra. Fazia um pequeno "pelotão" de poucos criados desfilar militarmente e marchar diante de si, como se fosse o grande exército de outrora. E até mesmo durante os seus delírios de grandeza simulava nos seus tabuleiros complicadas manobras militares. Dizem que foi envenenado por alguns daqueles criados que já não aguentavam tanta loucura e prepotência do falido "senhor do mundo"....


De tempos a tempos, e os Iniciados sabem disso, uma força sinistra se apodera das mentalidades mais fracas e recetivas e as faz instrumentos da sua vontade malévola. Velhas sombras do passado voltam e, renascendo da putrefação espiritual à qual pertencem, assolam mais uma vez o mundo com os seus ímpetos cada vez mais fortes de ver correr o sangue e semear a dor, deixando um rastro de destruição e mortes no meio às suas perniciosas e ruinosas passagens. Assim foi com Adolf Hitler, considerado como um "médium das forças do mal", um verdadeiro "grande mestre" de uma pervertida sociedade secreta que, através dos pretextos mais esquisitos, ambicionava dominar todo o planeta através do poderio militar, económico e político. Julgando-se um missionário e um novo profeta, assumiu de maneira obscura e inexplicável o governo alemão em 1933, transformando aquele país em uma fantástica potência bélica que aterrorizou todo o planeta com as suas atrocidades. E, assim como aconteceu a Napoleão, o inverno russo também devastou a grande maioria dos seus exércitos. A derrocada final aconteceu em 1945 quando as tropas aliadas arrasaram Berlim, não deixando pedra sobre pedra.

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                                                                                 magem: DW.com

E nesta velha foto mais um exemplo a ser devidamente observado e assimilado pelos beligerantes de hoje: assim ficaram as ruínas de Berlim, a capital do outrora poderoso e devastador Terceiro Reich, orgulho máximo do poderio alemão. Portanto, vemos ainda outra vez que a História é cíclica e sempre se repete. Mas ninguém aprende essa grande lição: o destino sempre trágico dos déspotas e dos tiranos! Todavia, sempre antes disso, eles deixam a sua trilha de morte e caos. A Segunda Guerra Mundial matou 50 milhões de seres humanos, mediante armas hoje consideradas rudimentares. E quantos sucumbirão na próxima?


E assim como foi nas antigas legiões romanas, tal como era nos estandartes de Alexandre e Napoleão, e invariavelmente figurou nos signos e emblemas militares de todos os chamados "grandes conquistadores", vemos o inequívoco e misterioso sinal do poder e da força bruta: a figura da águia - ave sanguinária e de rapina, sempre precisa nos ataques e cruelmente implacável com todas as suas presas. Mera coincidência? Talvez não.

Imagem: Sribd



"A Nova Ordem das Idades", possivelmente os símbolos de uma instituição secreta que desde algum tempo se teria apoderado do governo do país mais poderoso do planeta, os EUA, e planearia estabelecer no mundo as suas obscuras diretrizes, sob um regime ditatorial, absoluto e único. Uma "Nova Ordem" que, ao que tudo indica, se sobrepõe pelo poder das armas e da beligerância, ignorando toda a ordem internacional constituída e até mesmo os próprios princípios mais rudimentares da diplomacia. Que invade terras alheias, destruindo séculos de civilização, massacrando indiscriminadamente homens, mulheres e crianças, tudo em nome dos seus interesses económicos e particulares. E que - segundo denúncias – um dos tentáculos mais ativo teria até mesmo um nome secreto: "Skull and Bones" ("Crânio e ossos") e os seus membros seriam conhecidos como " Illuminati" ("os iluminados") - mas, perguntamos, "iluminados" por quem, ou mais precisamente pelo QUÊ?


George W. Bush fazendo o “sinal, junto à Rainha Elisabete do Reino Unido.


Segue-se neste link a lista de membros da Sociedade Secreta :https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Skull_and_Bones_members


E assim como em toda sociedade secreta, essa "nova ordem" também teria os seus graus de iniciação, bem como os seus sinais de reconhecimento e de saudação. Aliás, quem conhece o assunto está cansado de ver nas imagens das televisões os seus supostos membros comunicando entre si através de vários e diversos desses sinais - mesmo diante de uma grande multidão, uma vez que o leigo é incapaz de os perceber ou entender. O mesmo acontece com os grupos metaleiros ou bandas de heavy metal, que pervertem as mentes da juventude com as sinistras mensagens contidas (diretas e até subliminarmente) nos seus estridentes desarranjos sonoros.

O Presidente Bush (Pai) é que, achando que as condições preparadas pelos Illuminati já estavam consolidadas, revelou ao mundo a implementação da “Nova Ordem Mundial”. Só que, houve reações, principalmente da Rússia, que declararam “guerra” a essa Ordem Mundial que pretendia eliminar 90% da população mundial, e criaram um bloco de Nações para criarem uma Nova Ordem mais justa e solidária, dando origem aos BRICS.

Eis aqui o sinal de Lúcifer, o signo do diabo e das forças das trevas que desde muito planeiam corromper e destruir a civilização. Uma força sinistra, o elemento mental de um astro fulminado pela maldade dos seus habitantes há milhões de anos atrás em um distante recanto do Universo, bem conhecida dos ocultistas e que em tempos muito recuados se apoderou do psiquismo ainda jovem do nosso planeta ainda em formação e tem dominado as mentes dos homens conduzindo-o às guerras e às destruições. Após o advento da era nuclear (por ela mesmo inspirada nas mentes científicas que estão dominadas) essa força mental, uma verdadeira egrégora, que é um campo de energia espiritual ou mental, nasce quando um grupo de pessoas junta os mesmos pensamentos, sentimentos e intenções, criando uma força viva. Essa força mexe com o ambiente e com quem faz parte do grupo do mal, uma espécie de "sol negro" e computador cósmico pervertido, que se prepara para a sua terceira investida, quem sabe a mais sinistra e derradeira de todas as vitórias, através de uma imitação puramente mecanicista, a explosão do nosso planeta.

 


Pessoas lúcidas repudiam com veemência a investida deste "novo poder", abominando as investidas contra os direitos e soberanias, as violações flagrantes da Convenção de Genebra, a espoliação da autoridade da própria ONU (abrindo assim perigosos precedentes à tirania), bem como as sangrentas guerras que, em última análise, servem unicamente para instituir a confusão, implantar o vazio e matar os seus próprios filhos, maridos e irmãos - e quem sabe posteriormente toda a humanidade. É o que acontece com a Administração Trump que semeia constantemente a discórdia e espezinha o bom senso e a harmonia entre aliados tradicionais. Agora só contam os negócios. Não há amigos nem aliados.


E, segundo afirmam os Ocultistas, a ciência dos computadores é também um instrumento da tal égregora luciferina para ritmar e dominar a mente do homem (notadamente a dos cientistas), controlando-o e levando-o um dia qualquer à destruição e ao caos final. O símbolo da imagem acima é o logótipo da nova versão a ser lançada para o Sistema Operacional Windows. Curiosamente essa futura versão já foi batizada, pelos seus fabricantes, de "Longhorn" (literalmente "chifres longos"). Os chifres estão sobre um "V" (vitória?) e uma espécie de estrela ou explosão radiante por trás.


As forças de ocupação no Iraque distribuíram aos seus milhares de soldados um curioso e além de tudo surrealista baralho, contendo as imagens de 55 aliados do sanguinário ditador Sadam Hussein (contraditória e paradoxalmente, e assim como tantos outros déspotas, "criado" e levado ao poder pelos seus atuais inimigos), de modo a poder identificá-los no meio da balbúrdia em que se transformou aquele país e prendê-los, vivos ou mortos - teoricamente e de preferência através da segunda opção. O "ás" desse bizarro baralho, por sinal, é outro megalomaníaco que começou a sua carreira em 1979 e já em 1980 ordenou a invasão do Irão, dando início a uma guerra sangrenta que durou nada menos do que oito anos. Logo a seguir, precisamente em 1988, em mais um dos seus delírios de grandeza e poder, atacou a população civil curda, no norte do país, com armas químicas causando mais de cinco mil horríveis mortes. Em 1990 foi a vez de invadir o Kuwait, dando início a outro conflito internacional, a chamada Guerra do Golfo. Curiosamente, as forças aliadas tiveram naquela ocasião a oportunidade de matá-lo ou tirá-lo do poder mas, POR ORDENS SUPERIORES, deixaram-no livre e solto para continuar a oprimir o seu povo, até a eclosão de 2003. Aliás, vimos por diversas oportunidades, através das imagens de televisão, ele e os demais membros dos seus escalões superiores a trocar entre si os tais sinais secretos de saudação e reconhecimento, obviamente de uma sociedade secreta pervertida..... idênticos aos dos dirigentes dos "libertadores" do país. Muito estranho e além de tudo subtil. E quem lucrou com todas aquelas desgraças foram as indústrias bélicas, os grandes grupos económicos internacionais, os manipuladores das bolsas de valores e assim por diante. E quem sempre paga o alto preço de tudo isso?



Efeitos Colaterais”, um subtilíssimo eufemismo para justificar as mortes e as mutilações dos civis inocentes, dos jornalistas e de tantos outros que nada têm a ver com as hostilidades dos contendores. Esta impressionante foto da REUTERS, publicada em Abril de 2003, mostra toda a selvajaria e a cruel bestialidade de uma guerra insana. O pequeno Ali Ismael Abbas, de apenas 12 anos de idade, padecia de dores lancinantes num hospital iraquiano, tendo perdido os braços e com a metade do seu corpo carbonizado das horríveis queimaduras causadas pela explosões das bombas aliadas da chamada coligação EUA x Inglaterra. O sofrimento do pequeno Ali comoveu todas as pessoas dotadas de bom senso, pois perguntava insistentemente aos repórteres: -Você pode me ajudar a ter meus braços de volta? Senão vou me matar!". Triste, sim, extremamente doloroso e lamentável. A infeliz criança contudo, sem o saber, já estava "morta", uma vez que perdera o seu pai, a mãe (que inclusive estava grávida de cinco meses!) e um irmão naqueles bombardeios de "bombas e mísseis inteligentes”, cada um deles custando mais de um milhão de Dólares, e cuja soma total daria para acabar com toda a fome e a miséria do mundo.


Na vastidão do Universo, os cometas seguem o seu destino, transportando esporos de vida, aptos a fecundarem novos e muito promissores corpos celestes, onde quer que existam as necessárias condições para o começo da VIDA. Podemos considerar todos esses déspotas, tiranos, opressores e beligerantes como "semelhantes" aos cometas. Só que com uma diferença bastante subtil e fundamental: os cometas trazem a VIDA, CONSTROEM, CRIAM, PROJETAM O FUTURO e deixam atrás de si um rastro intenso e maravilhoso de LUZ. Ao passo que "eles", que certamente serão lembrados com horror pelas gerações futuras (se é que haverá futuro), somente deixam atrás de si as marcas da destruição, do ódio, das guerras, da fome, arrasando tudo que encontram pela frente. E dessa forma deixam também um rastro - por sua vez negativo, de podridão.