CONSIDERAÇÕES SOBRE O ANTICRISTO
"Afinal, a história trágica das civilizações foi caracterizada por uma luta demorada entre as duas grandes raças humanas: a raça dos opressores e a dos oprimidos, a do mal sempre vitoriosa e a do bem, sempre sacrificada. O Iniciado, quem sabe, poderia pertencer a uma terceira raça. Isso não passa de uma suposição: a verdade deve ser procurada, mas ai de quem a achar"
(Robert Charroux)
Novos ditadores de hoje: Todos eles responsáveis por milhares de mortes de inocentes. Metem-se em guerras, sabendo que estão a provocar a morte de inocentes, sem pestanejar.
Toda a vida na face da Terra corre perigo, bem como o próprio planeta, devido às atitudes beligerantes, gananciosas, expansionistas e sobretudo insanas de uns poucos megalomaníacos que levam a raça humana ao conflito generalizado e também à destruição nuclear.
Hoje, toda a política, bem como as suas implicações, SUJAS e DESONESTAS, oprimem a humanidade. Os ditadores surgem como cogumelos, são todos diretamente responsáveis pela fome, pela miséria, pelas guerras e por todas as mazelas decorrentes dos seus inomináveis crimes.
O mundo viveria bem melhor sem eles. São verdadeiramente emissários controlados por uma energia satânica que cada vez mais se agiganta neste mundo de trevas. E muitos podem pensar que o Anticristo se trata de alguma única pessoa que um dia qualquer virá assolar a humanidade. Na verdade, trata-se de uma força sinistra e avassaladora que tem, em quase todos os setores vitais os seus emissários, e em determinados momentos um líder se destaca.
Uma energia pervertida e maldita que age desde os primórdios da civilização. E que ainda não logrou atingir os seus objetivos finais.... Pelo menos por enquanto.

A História talvez tenha começado no Antigo Egipto, quando no final da XVIII Dinastia o país lamentavelmente perdeu a tutela dos grandes Mestres e dos Soberanos Iniciados, que o elevaram ao mais espiritualizado e evoluído domínio de toda a antiguidade conhecida. Uma verdadeira sociedade secreta pervertida, filha das trevas e da obscuridade, destituiu o faraó Akhenaton, massacrando todos os seus seguidores. E, posteriormente assassinando Tutankamon, levou ao domínio do trono os corruptos sacerdotes e os magos negros que serviam o famigerado deus Amon. Aquilo que podemos chamar de "o Anticristo" obteve assim a sua primeira vitória ao extinguir pela PRIMEIRA VEZ a Sagrada Luz na Terra.
O "grande mestre" pervertido dessa negra instituição, Horemheb o general sedento de sangue, deu início ao caráter expansionista, agressivo e beligerante do Egipto, logo seguido por Ramsés II - terceiro faraó da XIX Dinastia.
Essas incursões bélicas foram desastrosas, uma vez que atraiu para o Egito a cobiça (e principalmente a ira) dos povos estrangeiros subjugados e oprimidos. Começaram então as destrutivas migrações e as invasões armadas das tribos indo-europeias e por consequência a fragmentação com a lenta mas inexorável destruição de toda a hegemonia do império egípcio....
A História dá-nos exemplos que infelizmente nunca são seguidos. As ruínas vistas na foto acima, abandonadas à solidão das areias e aos ventos do deserto, bem demonstram o que restou de toda a glória do beligerante conquistador Ramsés II e de todo o seu temido e poderoso império militar.

Alexandre, cognominado pela História "O Grande", era um outro megalomaníaco que ambicionava conquistar o mundo, invadindo e subjugando territórios dez vez mais do que o seu beligerante pai, o Rei Filipe da Macedónia. De facto, os seus exércitos chegaram a conquistar três quartas parte do mundo antigo. Entre as sangrentas batalhas e as orgias de sangue, recitava displicentemente os versos de Homero. Quando conquistou Gaza furou os pés do governador, amarrou-lhe o corpo com cordas e arrastou-o até a morte em um carro triunfalmente conduzido por ele mesmo por toda a cidade. Quando um dos seus "amiguinhos prediletos" morreu acometido por uma doença, crucificou o médico e, para "acalmar o seu profundo pesar", mandou trucidar a fio de espada os dez mil indefesos habitantes de uma cidade conquistada. A sua insanidade não tinha limites: uma cidade da Pérsia recebeu o nome do seu cavalo e outra a do seu cachorro. Certa vez, quando foi ferido em combate, chorou convulsivamente ao verificar que o seu sangue era vermelho, assim como todos os mortais, e não o sangue de um deus. Era um bêbado contumaz chegando a organizar "maratonas de bebedeiras", durante as quais divertia-se ateando fogo às cidades conquistadas. Morreu durante uma das suas orgias que durou trinta e seis horas seguidas.

Trata-se de uma Lei inflexível: todas as coisas nascem, crescem, vivem o seu apogeu e morrem. Assim é com as civilizações, as quais inclusivamente TAMBÉM possuem o seu Carma (ou Justiça Universal) que inevitavelmente será cobrado de uma maneira ou de outra em cada uma, sempre, com a MESMA intensidade dos seus atos e conforme as suas próprias obras. Ruínas, somente ruínas abandonadas jazem nas paisagens solitárias da Grécia como patéticas testemunhas de toda a glória fugaz da outrora poderosa Civilização Helénica.

Roma, o "maior império de todo o planeta","a glória dos tempos", teve um apogeu de quase 500 anos de conquistas e sangrentas batalhas, graças ao caráter expansionista e beligerante dos seus loucos, sanguinários e megalomaníacos imperadores, os quais se julgavam "deuses" e também imortais. Uma glória de brilhante panorama, porém pintada em madeira podre! Roma efetivamente dominou o mundo com o seu poderio bélico intimidatório. Contudo, lentamente as nações conquistadas, cansadas dos desmandos e das extorsões que sofriam através do poderio económico e militar que as oprimiam iniciaram as suas justificadas revoltas. Pouco a pouco o prepotente império ruía. Finalmente, os Hunos, os Godos e os chamados vândalos invadiram a outrora poderosa cidade imperial e a deixaram em ruínas, subjugando-a e desmoronando de um só golpe todo o seu esplendor e glória.

Sic transit gloria mundi - "assim passa a glória do mundo". A imagem fria e silenciosa das ruínas do famigerado Coliseu, circo maldito no qual os loucos imperadores e o povo romano se divertiam com os prisioneiros de guerra e os pobres cristãos sendo devorados pelos leões, obrigados a combater contra os bem armados gladiadores ou ainda servindo como "tochas vivas" para iluminar o estádio, representa tudo aquilo o que restou da glória e do poderio do outrora temido e dominador Império Romano, uma potência intimidatória e cruel que assolou o mundo antigo com as suas conquistas, através das mais bárbaras atrocidades e mediante as suas invasões territoriais indiscriminadas, sob os mais absurdos pretextos (como fazem os ditadores de hoje). E foi precisamente através dela que o Anticristo pela SEGUNDA VEZ extinguiu a Luz na Terra ao cobardemente crucificou Jesus, O Nazareno, aquele que foi o Maior de Todos os Mestres.

Napoleão Bonaparte, outro que sonhava dominar o mundo, erroneamente considerado por alguns como "um génio", foi um dos alunos mais obscuros na sua escola. Devido a um astucioso golpe assumiu o comando de todos os exércitos da França e deu assim vazão aos seus instintos imperialistas, transformando-os em uma poderosa máquina de guerra e devastação. Julgando-se um "homem predestinado", tomou a si o título de Imperador. Mesmo sendo um usurpador, totalmente desprovido do sangue e de uma linhagem real, desejava tornar-se um autêntico "senhor do mundo". Aliás, foi mesmo em uma balsa em Tilsit que ele e o Czar da Rússia prepotentemente discutiram a partilha do mundo inteiro entre si. Mas as ambições falaram mais alto e os até então aliados nas rapinagens tornaram-se um dia ferrenhos rivais. E a sua sorte deixou de brilhar quando em 1812 invadiu Moscovo com um grande exército de quinhentos mil homens, ambicionando tornar-se também o "senhor da Rússia". Estava enganado! Os russos incendiaram a cidade e foi na retirada no meio do rigoroso inverno que chegou de volta à França com apenas mil homens. Toda a Europa então, cansada dos seus desmandos, levantou-se contra ele. Napoleão formou então um novo exército com mais quinhentos mil homens, recrutando até mesmo rapazes com menos de quinze anos de idade - todos aniquilados em sangrentos combates contra a Prússia e a Rússia que aliás deixaram as águas do Elster tingidas de sangue. Foi exilado em Elba mas teimosamente voltou a organizar exércitos quando finalmente foi fragorosamente derrotado em Waterloo. Morreu triste e solitário no seu novo exílio em Santa Helena, sem contudo perder o autoritarismo e a altivez: tinha servos que deviam ajoelhar-se antes de lhe dirigirem a palavra. Fazia um pequeno "pelotão" de poucos criados desfilar militarmente e marchar diante de si, como se fosse o grande exército de outrora. E até mesmo durante os seus delírios de grandeza simulava nos seus tabuleiros complicadas manobras militares. Dizem que foi envenenado por alguns daqueles criados que já não aguentavam tanta loucura e prepotência do falido "senhor do mundo"....
De tempos a tempos, e os Iniciados sabem disso, uma força sinistra se apodera das mentalidades mais fracas e recetivas e as faz instrumentos da sua vontade malévola. Velhas sombras do passado voltam e, renascendo da putrefação espiritual à qual pertencem, assolam mais uma vez o mundo com os seus ímpetos cada vez mais fortes de ver correr o sangue e semear a dor, deixando um rastro de destruição e mortes no meio às suas perniciosas e ruinosas passagens. Assim foi com Adolf Hitler, considerado como um "médium das forças do mal", um verdadeiro "grande mestre" de uma pervertida sociedade secreta que, através dos pretextos mais esquisitos, ambicionava dominar todo o planeta através do poderio militar, económico e político. Julgando-se um missionário e um novo profeta, assumiu de maneira obscura e inexplicável o governo alemão em 1933, transformando aquele país em uma fantástica potência bélica que aterrorizou todo o planeta com as suas atrocidades. E, assim como aconteceu a Napoleão, o inverno russo também devastou a grande maioria dos seus exércitos. A derrocada final aconteceu em 1945 quando as tropas aliadas arrasaram Berlim, não deixando pedra sobre pedra.
I
magem: DW.com
E nesta velha foto mais um exemplo a ser devidamente observado e assimilado pelos beligerantes de hoje: assim ficaram as ruínas de Berlim, a capital do outrora poderoso e devastador Terceiro Reich, orgulho máximo do poderio alemão. Portanto, vemos ainda outra vez que a História é cíclica e sempre se repete. Mas ninguém aprende essa grande lição: o destino sempre trágico dos déspotas e dos tiranos! Todavia, sempre antes disso, eles deixam a sua trilha de morte e caos. A Segunda Guerra Mundial matou 50 milhões de seres humanos, mediante armas hoje consideradas rudimentares. E quantos sucumbirão na próxima?

E assim como foi nas antigas legiões romanas, tal como era nos estandartes de Alexandre e Napoleão, e invariavelmente figurou nos signos e emblemas militares de todos os chamados "grandes conquistadores", vemos o inequívoco e misterioso sinal do poder e da força bruta: a figura da águia - ave sanguinária e de rapina, sempre precisa nos ataques e cruelmente implacável com todas as suas presas. Mera coincidência? Talvez não.
Imagem:
Sribd
"A Nova Ordem das Idades", possivelmente os símbolos de uma instituição secreta que desde algum tempo se teria apoderado do governo do país mais poderoso do planeta, os EUA, e planearia estabelecer no mundo as suas obscuras diretrizes, sob um regime ditatorial, absoluto e único. Uma "Nova Ordem" que, ao que tudo indica, se sobrepõe pelo poder das armas e da beligerância, ignorando toda a ordem internacional constituída e até mesmo os próprios princípios mais rudimentares da diplomacia. Que invade terras alheias, destruindo séculos de civilização, massacrando indiscriminadamente homens, mulheres e crianças, tudo em nome dos seus interesses económicos e particulares. E que - segundo denúncias – um dos tentáculos mais ativo teria até mesmo um nome secreto: "Skull and Bones" ("Crânio e ossos") e os seus membros seriam conhecidos como " Illuminati" ("os iluminados") - mas, perguntamos, "iluminados" por quem, ou mais precisamente pelo QUÊ?

George
W. Bush fazendo o “sinal, junto à Rainha Elisabete do Reino Unido.
Segue-se neste link a lista de membros da Sociedade Secreta :https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Skull_and_Bones_members
E assim como em toda sociedade secreta, essa "nova ordem" também teria os seus graus de iniciação, bem como os seus sinais de reconhecimento e de saudação. Aliás, quem conhece o assunto está cansado de ver nas imagens das televisões os seus supostos membros comunicando entre si através de vários e diversos desses sinais - mesmo diante de uma grande multidão, uma vez que o leigo é incapaz de os perceber ou entender. O mesmo acontece com os grupos metaleiros ou bandas de heavy metal, que pervertem as mentes da juventude com as sinistras mensagens contidas (diretas e até subliminarmente) nos seus estridentes desarranjos sonoros.
O Presidente Bush (Pai) é que, achando que as condições preparadas pelos Illuminati já estavam consolidadas, revelou ao mundo a implementação da “Nova Ordem Mundial”. Só que, houve reações, principalmente da Rússia, que declararam “guerra” a essa Ordem Mundial que pretendia eliminar 90% da população mundial, e criaram um bloco de Nações para criarem uma Nova Ordem mais justa e solidária, dando origem aos BRICS.

Eis aqui o sinal de Lúcifer, o signo do diabo e das forças das trevas que desde muito planeiam corromper e destruir a civilização. Uma força sinistra, o elemento mental de um astro fulminado pela maldade dos seus habitantes há milhões de anos atrás em um distante recanto do Universo, bem conhecida dos ocultistas e que em tempos muito recuados se apoderou do psiquismo ainda jovem do nosso planeta ainda em formação e tem dominado as mentes dos homens conduzindo-o às guerras e às destruições. Após o advento da era nuclear (por ela mesmo inspirada nas mentes científicas que estão dominadas) essa força mental, uma verdadeira egrégora, que é um campo de energia espiritual ou mental, nasce quando um grupo de pessoas junta os mesmos pensamentos, sentimentos e intenções, criando uma força viva. Essa força mexe com o ambiente e com quem faz parte do grupo do mal, uma espécie de "sol negro" e computador cósmico pervertido, que se prepara para a sua terceira investida, quem sabe a mais sinistra e derradeira de todas as vitórias, através de uma imitação puramente mecanicista, a explosão do nosso planeta.
Pessoas lúcidas repudiam com veemência a investida deste "novo poder", abominando as investidas contra os direitos e soberanias, as violações flagrantes da Convenção de Genebra, a espoliação da autoridade da própria ONU (abrindo assim perigosos precedentes à tirania), bem como as sangrentas guerras que, em última análise, servem unicamente para instituir a confusão, implantar o vazio e matar os seus próprios filhos, maridos e irmãos - e quem sabe posteriormente toda a humanidade. É o que acontece com a Administração Trump que semeia constantemente a discórdia e espezinha o bom senso e a harmonia entre aliados tradicionais. Agora só contam os negócios. Não há amigos nem aliados.

E, segundo afirmam os Ocultistas, a ciência dos computadores é também um instrumento da tal égregora luciferina para ritmar e dominar a mente do homem (notadamente a dos cientistas), controlando-o e levando-o um dia qualquer à destruição e ao caos final. O símbolo da imagem acima é o logótipo da nova versão a ser lançada para o Sistema Operacional Windows. Curiosamente essa futura versão já foi batizada, pelos seus fabricantes, de "Longhorn" (literalmente "chifres longos"). Os chifres estão sobre um "V" (vitória?) e uma espécie de estrela ou explosão radiante por trás.

As forças de ocupação no Iraque distribuíram aos seus milhares de soldados um curioso e além de tudo surrealista baralho, contendo as imagens de 55 aliados do sanguinário ditador Sadam Hussein (contraditória e paradoxalmente, e assim como tantos outros déspotas, "criado" e levado ao poder pelos seus atuais inimigos), de modo a poder identificá-los no meio da balbúrdia em que se transformou aquele país e prendê-los, vivos ou mortos - teoricamente e de preferência através da segunda opção. O "ás" desse bizarro baralho, por sinal, é outro megalomaníaco que começou a sua carreira em 1979 e já em 1980 ordenou a invasão do Irão, dando início a uma guerra sangrenta que durou nada menos do que oito anos. Logo a seguir, precisamente em 1988, em mais um dos seus delírios de grandeza e poder, atacou a população civil curda, no norte do país, com armas químicas causando mais de cinco mil horríveis mortes. Em 1990 foi a vez de invadir o Kuwait, dando início a outro conflito internacional, a chamada Guerra do Golfo. Curiosamente, as forças aliadas tiveram naquela ocasião a oportunidade de matá-lo ou tirá-lo do poder mas, POR ORDENS SUPERIORES, deixaram-no livre e solto para continuar a oprimir o seu povo, até a eclosão de 2003. Aliás, vimos por diversas oportunidades, através das imagens de televisão, ele e os demais membros dos seus escalões superiores a trocar entre si os tais sinais secretos de saudação e reconhecimento, obviamente de uma sociedade secreta pervertida..... idênticos aos dos dirigentes dos "libertadores" do país. Muito estranho e além de tudo subtil. E quem lucrou com todas aquelas desgraças foram as indústrias bélicas, os grandes grupos económicos internacionais, os manipuladores das bolsas de valores e assim por diante. E quem sempre paga o alto preço de tudo isso?

“Efeitos Colaterais”, um subtilíssimo eufemismo para justificar as mortes e as mutilações dos civis inocentes, dos jornalistas e de tantos outros que nada têm a ver com as hostilidades dos contendores. Esta impressionante foto da REUTERS, publicada em Abril de 2003, mostra toda a selvajaria e a cruel bestialidade de uma guerra insana. O pequeno Ali Ismael Abbas, de apenas 12 anos de idade, padecia de dores lancinantes num hospital iraquiano, tendo perdido os braços e com a metade do seu corpo carbonizado das horríveis queimaduras causadas pela explosões das bombas aliadas da chamada coligação EUA x Inglaterra. O sofrimento do pequeno Ali comoveu todas as pessoas dotadas de bom senso, pois perguntava insistentemente aos repórteres: -Você pode me ajudar a ter meus braços de volta? Senão vou me matar!". Triste, sim, extremamente doloroso e lamentável. A infeliz criança contudo, sem o saber, já estava "morta", uma vez que perdera o seu pai, a mãe (que inclusive estava grávida de cinco meses!) e um irmão naqueles bombardeios de "bombas e mísseis inteligentes”, cada um deles custando mais de um milhão de Dólares, e cuja soma total daria para acabar com toda a fome e a miséria do mundo.

Na vastidão do Universo, os cometas seguem o seu destino, transportando esporos de vida, aptos a fecundarem novos e muito promissores corpos celestes, onde quer que existam as necessárias condições para o começo da VIDA. Podemos considerar todos esses déspotas, tiranos, opressores e beligerantes como "semelhantes" aos cometas. Só que com uma diferença bastante subtil e fundamental: os cometas trazem a VIDA, CONSTROEM, CRIAM, PROJETAM O FUTURO e deixam atrás de si um rastro intenso e maravilhoso de LUZ. Ao passo que "eles", que certamente serão lembrados com horror pelas gerações futuras (se é que haverá futuro), somente deixam atrás de si as marcas da destruição, do ódio, das guerras, da fome, arrasando tudo que encontram pela frente. E dessa forma deixam também um rastro - por sua vez negativo, de podridão.