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quarta-feira, 20 de maio de 2026

 

MORTE - A LIBERTAÇÃO TOTAL

Vamos falar sobre a MORTE. Tudo o que se tenta explicar cientificamente sobre as aptidões adormecidas dos seres humanos são, na realidade, ativadas pelo conhecimento adquirido com a “espiritualização”.

Quanto mais forte for a "ligação" da Mente com o Espírito, mais informação consegue receber e pôr em prática.

Procuro traçar a fronteira entre o mundo material e o mundo espiritual ou, melhor, entre os outros mundos em planos dimensionais superiores que a Alma irá atravessar na sua caminhada evolutiva e cada vez mais espiritualizada. A verdadeira VIDA a caminho da individualização total e identificação com o TODO universal, Deus.

Leiam e reflitam. Só o facto da nossa capacidade sem par neste mundo, pela Lei da Natureza, não se desperdiçar, tem de ter continuidade para além da morte física.

A morte é a libertação total: a morte é quando a gente pode, afinal, estar deitado de sapatos”. Mário Quintana

Ao dar início a este texto tive muitas dúvidas e dificuldade em abordar o tema “MORTE”, já que a maioria tem pavor de falar sobre tudo que a cerca. Por que razão a maioria das pessoas têm tanta repulsa pela ideia da morte física se muitos já estão mortos espiritualmente há muito tempo?

Se trocarmos ideias sobre este assunto na família, entre uma reunião de amigos, no trabalho, ou num ambiente escolar, vem logo alguém (geralmente um religioso materialista) dizer: “Cruzes credo! Que conversa macabra. Vamos falar de vida! De Jesus, do todo-poderoso!”

Daí o grupo dissolve-se ou fica mudo e a ignorância permanece ad infinitum. Acredito que o medo que cerca o tema “morte” seja por pura ignorância. Temos medo daquilo que não conhecemos e ignorar o tema faz parte da sobrevivência social. Falar sobre isto torna-nos persona non grata.

Complete a sua vida. Morra na hora certa" diz-nos Nietzsche. Nem antes nem depois.

O que quero dizer com isto é que não temos “certezas” absolutas sobre a morte, a não ser pela fé apenas. Apesar de inúmeros relatos de pessoas que “morreram”, clinicamente, e regressaram nada existe de concreto. Só a palavra por quem passou pela experiência. O assunto é tabu, um tema que não deve ser falado. Há pessoas que não mencionam a palavra CANCER, pois só de pensar no assunto, a pessoa acredita que isso possa atrair a "doença".

Realmente a maioria das pessoas, apesar das suas crenças religiosas, talvez mal fundamentadas, receiam sempre o que virá depois da chamada "morte física" e preferem permanecer na ignorância, pelo medo, a enveredarem pela via da espiritualização que – acreditem – em determinado grau de desenvolvimento dará certezas a quem atinge esse grau de conhecimento. É um conhecimento “fechado”, difícil de transmitir. Até Jesus teve dificuldade em transmitir esse conhecimento aos seus discípulos. O medo e a ignorância obrigam a maioria dos humanos a "fugirem" do tema e a esconderem a cabeça num buraco na areia como as avestruzes, como se isso resolvesse o problema.

Quando existe um conflito entre a teoria e a evidência, nenhuma afirmação está imune à revisão e qualquer declaração pode ser mantida sob ajustes adequados à teoria. Os Maias tinham conhecimento há 1500 anos atrás sobre o alinhamento exato da Terra, o Sol e as Plêiades com o centro da nossa galáxia, pois deixaram-nos pistas claras representadas por hieróglifos.

Expuseram exaustivamente que o centro exato da galáxia – a que chamavam Hunab Ku ou The Butterfly Galactic – estava intimamente ligado com os rumos da humanidade e que um grande evento provocaria um movimento dramático em 21 de Dezembro de 2012, em torno da hora universal 11:11, quando o alinhamento preciso do nosso Sol com o centro galáctico ou Hunab Ku ocorreria.

Aparentemente, ou por acaso, não se verificou nada, porque, como já afirmei várias vezes, o Homem já utilizou vários métodos de contagem do tempo, seguindo agora a contagem preparada e modificada pela Igreja Católica no Concilio de Niceia, o que nunca dará certo com a contagem dos antigos que seguiam as fases da Lua. E este fenómeno processou-se noutra dimensão, para a preparação da ascensão da humanidade espiritualizada, ficando no mundo material todos aqueles que optaram pela vida material e consequente "morte" da Alma que deixará de poder evoluir em companhia daquela centelha do espírito universal que é dado a todo o ser humano quando nasce. Desde o momento em que a conexão se rompa o espírito volta ao ponto de origem e esses seres humanos permanecerão na matéria sem evolução superior possível.

Será a chamada "segunda morte" que vem na Bíblia, ou seja a morte da Alma. Quanto ao mundo material, a sua decadência já começou há muito com o aumento exponencial de todas os fenómenos cataclismicos para a "limpeza" do planeta e recomeço de uma nova humanidade a ser preparada como o recetáculo de novas centelhas do espírito universal e criação de novas Almas para povoarem o universo infinito. Será a grande tribulação das Escrituras. A espiral repete-se e os seres que não se espiritualizaram irão aumentar, ou colmatar as fileiras dos demónios que continuarão no submundo, e se alimentarão dos sentimentos da nova geração de seres sescientes que virão povoar a Terra. Como devem saber, esses demónios passam por torturas cruéis para sobreviverem, dependendo sempre da sua ação sobre os humanos.

Os Maias afirmam que o d’us supremo e Criador encontra-se num "disco rodopiante" faminto no centro da Via Láctea (O buraco negro que se encontra no centro de todas as Galáxias), uma consciência que organizou (e organiza) de tempos a tempos toda a matéria tal e qual como a conhecemos.

As pirâmides de Teotihuacán , a "Cidade dos Deuses", ao norte da Cidade do México estão alinhadas com as Plêiades, assim como as pirâmides egípcias de Gizé. Será “Coincidência”?

90% de “lixo” do nosso DNA – termo usado pela ciência para a falta de explicação para o restante do material genético do homem – será actualizado até a data precisa. De acordo com a revisão em 1980 por Leslie Orgel e Francis Crick, o DNA lixo tem "pouca especificidade e transmite pouca ou nenhuma vantagem seletiva ao organismo". Mas cientistas Russos dizem-nos que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim túneis magnetizados. Em física, esses túneis, conhecidos como buracos de verme são uma característica topológica hipotética do contínuo espaço-tempo, o qual é, em essência, um "atalho" através do espaço e do tempo. Um buraco de verme possui pelo menos duas "bocas" conectadas numa única "garganta" ou "túnel". Se o buraco de verme é transponível, a matéria pode "viajar" de uma boca para a outra passando através da garganta. Embora não exista evidência direta da existência de buracos de verme, um contínuo espaço temporal contendo tais entidades costuma ser considerado válido pela relatividade geral.

O DNA trabalha como catalisador biológico atraindo para a consciência e divulgando informação para os humanos que “acordaram” e estão a recuperar a memória individualmente aumentando assim, consequentemente, a consciência de um grupo, restituindo-lhes o poder divino para criar, alterar e moldar a matéria.

Seria um processo eficaz de hipercomunicação que levaria toda a matéria orgânica (corpo físico) a uma nova forma de perceber o ambiente. Menos sintomas (doenças), menos fome, menos irritação, mais relaxamento e sincronicidade com tudo e com todos, objetivo alcançado, há muito, pela simples espiritualização que acelera a química corpo-físico/espírito. Ou seja: a Mente, a Alma, adquire o poder mais rapidamente e permite a atuação espiritual mais eficaz a que os materialistas dão o nome de hipercomunicação do corpo físico com o ambiente, o que põe a componente espiritual de fora.

Mas este fenómeno só é possível com a evolução cada vez maior da Alma que age mais sincronizada com o espírito e lhe permite acesso ao conhecimento e saber universais.

Sobrecarregar o cérebro com problemas ou eventos desgastantes e intensos, prejudica essa comunicação, distorcendo as mensagens e não permitindo a inter-relação dos factos importantes para a aprendizagem.

"Moisés fez partir Israel do Mar Vermelho, e eles dirigiram-se para o deserto de Sur. Caminharam três dias no deserto e não encontraram água. Quando chegaram a Mara, não puderam beber a água porque era amarga; foi por isto que deram a esse lugar o nome de Mara ("amarga")." Êxodo 15:22-23.

Muitos textos dizem-nos que haverá 3 dias de escuridão o que poderá ser a escuridão da Alma – a total perda da compreensão sobre tudo que a cerca quando se der a perda do corpo. A Alma adormece e espera a ressurreição em novo corpo adequado ao plano dimensional - novo ambiente dos materialistas - onde irá evoluir, bem como o regresso do seu espírito que continuará a caminhada com ela. Os três dias de escuridão são os necessários para o exame retrospetivo da Alma e gravação nela de toda a experiência adquirida no mundo material, logo após a falência do corpo físico.

O corpo físico transforma-se em pó e portanto não haverá mais nenhuma sensação material. O Corpo decompõe-se por completo e o que continua no mundo material são os Átomos e nada que identifique esse corpo abandonado. As memórias acompanharão a Alma para posterior utilização, se necessário, fazendo parte da dinâmica evolutiva.

A ligação entre o nosso Corpo Físico e o Corpo Astral (demais corpos espirituais) faz-se pelo cordão prateado (como o cordão umbilical) conforme vem em Eclesiastes, 12: 6 que diz explicitamente: "Antes que o fio de prata se rompa e a taça de ouro se parta, antes que a bilha se quebre na fonte e a roldana rebente no poço. Então o pó volta para a terra de onde veio, e o sopro vital retorna a Deus que o concedeu." Quando o cordão de prata se rompe o corpo físico morre e regressa a pó e o nosso espírito regressa a Deus onde esperará pela ressurreição para se juntar novamente à parceria com a nossa Alma, noutro Céu, ou dimensão espacial. Este cordão liga-se à cabeça (cérebro e mente), ao coração (onde está o espírito) e ao plexos solar. Essa conexão parece uma pequena taça, ou gancho.

Poderá haver, depois de morto, um fluxo de energia semelhante a um programa informático, ou memória gravada nos átomos do oceano de vibrações onde estamos mergulhados, que continua a existir até essa energia se dissipar totalmente que, como um clone (ou Zumbi, porque não tem consciência) poderá mostrar sintomas de fome, sede, dor e sofrimento de perda até que entenda que nada existe e que é apenas um programa que poderá ser apagado quando tiver conhecimento sobre isso.

Essa energia poderá arrastar-se por algum tempo se as pessoas que conviviam com o “morto” o lembrem constantemente, ou os familiares o chorem constantemente. Este fluxo energético ao ser alimentado continua e há os charlatães (médiuns, bruxos e espíritas) que o utilizam para as suas práticas, julgando que estão efetivamente a contactar com o verdadeiro indivíduo.

A Alma é o “Ego”, o indivíduo, o “EU” que dominará sempre qualquer “invólucro (corpo) que utilizar no ambiente em que renasceu.

Viktor Seleznyov, director do Instituto Geofísico da Academia Russa de Ciências (SB RAS) conduziu um relatório preocupante sobre o terremoto de magnitude 6,8 que atingiu a República Tyva no leste da Rússia, na Sibéria, entre 09 de Fevereiro e 12 de Fevereiro 2012. Ele adverte que as atividades sísmicas devem ocorrer com mais intensidade muito futuramente e que este evento é parte de um corpo crescente de evidências apontando para uma "rápida" mudança nos polos magnéticos da Terra. Apontou uma perturbação estranha da corrente de jacto.

Essa mudança da corrente do vento no Hemisfério Norte - lado norteamericano - produziu o Inverno mais seco e mais quente no registo da história, e que do lado europeu causou o recorde de frio e neve registado na história moderna.

Dezenas de voos da Continental Airlines para a Costa Leste da Europa foram obrigados a fazer paragens inesperadas no Canadá e outros lugares para reabastecer depois de correr contra ventos excecionalmente fortes sobre o Oceano Atlântico no fim de 2011. No mês de Novembro de 2011 dos quase 1.100 voos para os EUA tiveram que parar 43 vezes para reabastecer. Um ano antes, havia apenas 12 paragens não programadas em aproximadamente o mesmo volume de 757 voos.

Tais paragens asseguram o mínimo de combustível de reserva, garantindo assim que um avião possa voar mais 45 minutos além do seu destino ou pouso alternativo.

"Ventos contrários vindos da Europa estão mais extremos dos que nós vimos em 10 anos", disse um porta-voz da United. Na última década, tínhamos uma média de ventos contrários em Dezembro por volta de 30 nós, segundo dados da United. Porém em Dezembro de 2011 os ventos bateram em média os 47 nós, mas o pior dos 15 dias do mês chegou a 60 nós. Na década de 1950, um cientista alemão chamado Ludwig Biermann postulou que não importa se um cometa é dirigido para perto ou longe do Sol, a sua cauda apontará sempre para longe do sol. Isso acontece porque o Sol emite um fluxo contínuo de partículas que empurra a cauda do cometa para longe...

A Terra está continuamente a ser bombardeada por esse fluxo contínuo de raios gama - raios não exclusivamente negativo nem positivo, mas de ambos os tipos - elétrons negativos e íons positivos. A Terra em si, é em grande parte, protegida do vento solar pelo seu campo magnético, que desvia a maioria das partículas carregadas, no entanto, algumas das partículas carregadas ficam presas no cinturão de radiação Van Allen e descem por “brechas” atingindo a superfície terrestre.

O ser humano está preso a um espaço restrito que as suas crenças permitem que o impede de fazer uso do poder que Deus lhe deu por-que foi condicionado a acreditar que somente poderá usá-los se “alguém” assim o permitir.

Algumas pessoas “despertam” esses poderes e não sabem o que fazer com eles. Por volta de 1936 uma mulher russa chamada Neiya Mikhailova descobriu que conseguia executar coisas consideradas “paranormais”.

Como seria lógico essa capacidade incomum de Neiya atraiu rapidamente a atenção de pesquisadores soviéticos. Mais de 50 cientistas de ponta da antiga URSS, incluindo dois ganhadores do prémio Nobel, estudaram-na exaustivamente em busca de uma explicação para os seus poderes aparentemente “sobrenaturais”. No meu ponto de vista não há poderes “sobrenaturais” mas sim sobre-humanos porque o homem atual ainda não os desenvolveu.

Ela descobriu as suas habilidades incomuns quando tinha 33 anos de idade. O seu talento mais famoso e de fácil apresentação, era a PSICOCINESE ou TELECINESE (telecinese - palavra grega - tele e kinese - "mover à distância").

A Clarividência, (a capacidade de ver objetos além da visão física) e a levitação eram outras capacidades “paranormais” que ela também possuía. Neiya poderia acender um fósforo sem tocá-los. Descobriu o seu poder por acaso. No primeiro evento que ocorreu, atribuiu os fenómenos, praticamente, a um "poltergeist" (palavra alemã que significa aproximadamente como “espírito barulhento”).

Mas com o passar do tempo percebeu que o movimento aparentemente autónomo dos objetos vinha dela e não de um espírito ou qualquer outra entidade metafísica. Descobriu no meio de eventos significativos que as situações emocionalmente tensas, especialmente quando estava muito irritada, exercia uma espécie de forte campo onde ela mantinha controlo do ambiente onde estava. Não entrou em pânico diante da descoberta, muito pelo contrário, aprendeu a controlar a sua habilidade, submetendo à sua vontade e até mesmo oferecendo o poder ao estudo da ciência.

Neiya foi considerada por muitos a prova viva e inquestionável de que os fenómenos que provocava eram autênticos e poderosos, fugindo totalmente de qualquer dúvida dos factos que pudessem propagar o místico ou charlatanismo. Conseguia, inclusivamente, interferir na biologia de organismos vivos.

Na primavera de 1990, Nina Kulagina morreu aos 64 anos, vítima de um ataque cardíaco fulminante, e muitos acreditam que foi resultante de exigências físicas na utilização dos seus poderes. Ela trabalhava contra um campo muito intenso que não permitia que os seus desejos fossem manifestados. O que a ciência concluiu é que fortes campos magnéticos, acústicos e elétricos emanavam da sua cabeça e mãos e ela aprendeu a usá-los, mesmo contra todas as crenças.

Vivemos num mundo de vibrações e quem tenha o conhecimento e saiba entrar no ritmo de cada vibração pode interagir com tudo o que esteja na mesma vibração. Toda a matéria vista com um microscópio nuclear mostra que é só átomos a rodopiarem e muito espaço entre eles, com vibrações diferentes nuns e semelhantes noutros. A maior ou menor proximidade nas órbitas torna a matéria mais ou menos densa. Foi com este conhecimento que as trombetas vibraram na mesma frequência das muralhas de Jericó e estas desabaram. O mesmo acontece quando um tenor atinge determinada vibração no canto e os copos de cristal partem-se pura e simplesmente.

O fluxo de energia "atrai" ou "repele" a matéria. Fluxo é o alinhamento. Quando alinhado chamamos de “saúde”, desalinhado chamamos de “doença”. Se o corpo está alinhado, ou equilibrado ESPIRITUAL, MENTAL E FISICAMENTE, a energia fluirá em conformidade e beneficiará da energia na escala em que está afinado.

Quando o corpo humano como um todo (mental e fisicamente) está consciente a um nível atómico diz-se que é iluminado. Não tendo nada a ver com ser mais ou menos “sabido” ou ter mais conhecimento do que o outro. O Ser que adquire conhecimento mais rapidamente, ou mais cedo, atinge essa consciência a nível do átomo. Para isso é necessário um princípio. Nada é espontâneo.

É um alinhamento interno – a luz está dentro do ser que “reflete” naturalmente para o exterior. A luz sempre existirá – assim como uma estrela, que já não existe mais, reflete a sua luz eternamente. A Energia é normalmente aleatória, está em todos os lugares, vinda de todas as direções, sem uma ordem em particular, por isso temos que aprender a canaliza-la, a orienta-la para melhor uso consciente.

Essa energia vem do Universo, motivo porque está em todo o lado, e é canalizada pelo espírito e captada pelos canais apropriados e não pelo cérebro somente.

A razão pela qual um imã é um imã é porque os "átomos" que compõem o metal estão todos virados para a mesma direção, inclinando-se no mesmo ângulo, etc. Quando os átomos estão alinhados eles agem como um díodo para o fluxo natural de energia ao nosso redor. No campo material apenas, um díodo cria ordem e conduz o fluxo de energia para a direção que se deseja..

Estar em equilíbrio espiritual, mental (emocional), físico dará maior capacidade de absorver mais e mais informação. Não confundamos informação com energia. A energia é o fluxo da informação e não a informação em si. Para chegar a este equilíbrio entra na equação a espiritualização.

Na terceira dimensão, em que vivemos atualmente, toda a informação é traduzida pelo sistema nervoso central e o cérebro traduz as frequências vibratórias conforme a sua programação pré instalada. A prioridade é a sobrevivência da espécie, com a necessidade de sexo para continuidade das futuras gerações e usado ingenuamente como manifestação de “amor”. O Amor é um sentimento muito superior ao simples desejo carnal. O Amor tem poder e manifesta-se em todos os factos da vida e não só na relação sexual. As necessidades básicas - alimentação, locomoção e proteção, têm também um lugar destacado. Aqui os pensamentos e emoções são voluntariosos e reativos. A causa e o efeito são ações conscientes e as metas só são alcançadas pelo "trabalho", uma conceção obtusa de que apenas com o "trabalho duro" se cria a realidade. E têm um conceito de “Deus”, supondo que algo maior ou alguém é responsável pela sua existência. O ser humano é consciente apenas dos 5 sentidos.

Na Quarta dimensão, o mundo astral para onde iremos ascender, o Ser humano depois do "acordar" toma consciência da Verdade. Sucede a atualização do DNA “lixo”, e a consciência da sua realidade quanto à manipulação ilusória dos 5 sentidos pelo ambiente. A sua meta é o agora, com o Instinto, Imaginação, Criatividade e Intuição aguçados. Compreende que o espaço é mutável e “outras realidades” são observáveis para além dos limitados 5 sentidos. O poder de escolha é consciente. Aguarda a mutação do seu corpo e considera o sexo como uma realidade mágica, tendo pleno prazer através da intenção e afinidade. Recorda o passado pela consciência coletiva e pode comunicar por telepatia, pela intuição empática e através de sinais visuais de linguagem corporal. Tem consciência de si e da importância de todas as formas de vida em que tudo afeta o todo. O seu estado de equilíbrio cresce francamente, com a redução de doenças como forma harmoniosa da relação Mente e Corpo, na aceitação plena de que Jesus curou os homens e erradicou a doença que não é mais do que o resultado da fraqueza humana que se deixa influenciar pelas forças malignas ou espíritos inferiores ou demónios. Tudo isto resulta na ausência de fome (pela nutrição orgânica) e desejo de voar transformando a realidade para lá chegar. Nesta dimensão (no Novo Reino ou no Reino de Deus prometido) terá condições plenas de interagir com seres de diferentes realidades dimensionais sem receio ou medo, tendo como missão auxiliar os “adormecidos” e todos aqueles inconscientes da sua nova realidade.

Na progressão pelas dimensões seguintes, ou Céus, o ser humano irá tendo a total consciência da inutilidade do organismo vivo – partícula/matéria, até se tornar num corpo de luz (onda) andrógino, onde terá consciência de todo o percurso evolutivo nas dimensões anteriores e terá consciência do todo. Há-de chegar à fase em que toda a experiência será manifestada instantaneamente. Pensou, realizou imediatamente. Passará a não haver noção do espaço/tempo. As relações criadas por pensamentos e sentimentos afins serão aceites incondicionalmente sem necessidade de contacto físico. A locomoção, como a conhecemos, não existirá. Basta pensar no destino e estará lá instantaneamente. A missão será auxiliar a onda evolutiva das dimensões inferiores. Quantas Dimensões teremos de ascender? Não o sabemos. O conhecimento é dado gradualmente conforme a evolução da humanidade e sua capacidade para compreender o que lhe é transmitido.

Nesta transição, que estamos a atravessar, muitos sucumbirão à dor da desprogramação, desistirão e ajoelhar-se-ão para que alguém lhes salve de um evento que está preste a ocorrer. A Alma ou ascende ao plano superior (outra dimensão ou outro “céu”) ou morre. A segunda morte das Escrituras.

Em resumo: Esta é uma filosofia de quem acredita na Vida que não acaba, apenas se transforma, assim como uma lagarta se transforma numa borboleta que descobre um mundo novo, cheio de cores e de Vida, ao contrário daquele casulo em que se encontrava.

A Morte é apenas uma passagem para um novo estado na corrente evolutiva.



sábado, 16 de maio de 2026

 

COMO APARECEU O HOMEM DE HOJE


(O que a História oficial ensina, e a minha interpretação especulativa sobre o assunto. R)

Vimos qual a origem do homem, vulgarmente aceite, e certas dúvidas que se põem, no seu desenvolvimento mecânico e respetivas causas. Falta-nos agora saber como se processou também o seu desenvolvimento mental, a par da evolução física exterior.

Sabe-se que a «mente» e o seu nível constituem o resultado de uma longa evolução, biológica primeiro e cultural depois.

A julgar pelo que se conclui dos restos fósseis encontrados pelos paleontologistas, o cérebro dos hominídeos não experimentou grandes progressos até ao começo do Pleistoceno. No entanto, desde há aproximadamente meio milhão de anos, o crescimento do córtex dos hominídeos experimentou uma aceleração brusca, enquanto outras estruturas inferiores permaneciam relativamente estabilizadas. Em consequência desta falta de sincronia evolutiva entre as estruturas neocorticais, lançadas desde meados do Pleistoceno num crescimento sem paralelo na história da evolução, e as estruturas mais primitivas do cérebro interno, estabilizadas no mesmo nível que fundamentalmente haviam atingido milhões de anos antes, produziu-se no homem uma falta de coordenação entre ambos os estratos da atividade mental.

Para empregar as palavras do professor Paul Maclean, neurobiologista que entre outros defende esta teoria, é a esta falta de sincronia evolutiva que se deve o facto de as nossas funções intelectuais serem exercidas pelos estratos mais recentes e mais desenvolvidos do cérebro, enquanto a nossa vida afetiva e os apetites continuam a ser dominados por um sistema primitivo basicamente reptiliano.

Semelhante situação - que Maclean classifica de esquizofisiológica - explicaria a diferença que muitas vezes existe entre os juízos da razão e exigências do sentimento e, finalmente, contribuiria para explicar essas contradições entre a «besta» e o «anjo» que acompanham, como a sombra acompanha o corpo, a vida de todo o ser humano.

As implicações desta falta de sincronia da evolução são óbvias, pois uma espécie, cuja capacidade intelectual produziu o comando da energia física nos termos termonucleares de hoje, num dado momento pode, sob os poderosos impulsos agressivos de um cérebro emocional não coordenado com o intelectual, chegar à destruição da vida sobre o planeta, o que representa, por outras palavras, o suicídio da espécie.

Homem de Neandertal

Aliás, não seria a primeira vez que um «erro» da natureza provoca uma extinção deste género, podendo recordar-nos, por exemplo, que o homem de Neandertal desapareceu subitamente no Paleolítico, há uns 40 000 anos, sem que saibamos como, para serem substituídos pelo de Cró-Magnon - que se sabe não ser um produto evoluído dos anteriores, mas sim vindo de outra espécie desconhecida.

Assim, a possibilidade da nossa espécie se extinguir e ser substituída por outra não é absurda nem impossível, ou improvável. Grandes diferenças físicas e estruturais distinguem as espécies mais evoluídas, sendo de forma flagrante a distância que existe entre o homem e todos os outros animais, como podemos na sua formação e volume cerebral.

A capacidade craniana dos símios ficou estabilizada desde há quarenta milhões de anos em cifras que, sendo muito superiores às do resto dos mamíferos - em números relativos ao volume total destes - são muito inferiores às atingidas pelos hominídeos no decurso duma grande «explosão cefálica» ocorrida no último milhão de anos. Os orangotangos têm uma capacidade craniana média de 400 cc. A dos chimpanzés é de 450 cc. Os gorilas chegam habitualmente a 500 cc., atingindo nalguns casos até 600 cc. A capacidade média do Homo Sapiens é, no entanto, de 1 000 cc., mais do que a do símio bem dotado.

Os restos dos Australopitecus e outros de África, de há um milhão de anos, acusam uma capacidade craniana de 600 cc. Duzentos mil anos mais tarde, os restos encontrados do Pitecantropus Erectus (antropoide muito semelhante a nós) acusam uma capacidade craniana de mais de 1 000 cc., já muito superior à dos seus antecessores. O homem de Java - 700 000 anos a.C. - e o Sinantropus Pekinensis atingem capacidades à volta dos 1 300 cc., mais próximos do Homo Sapiens. O homem de Neandertal, duzentos mil anos depois, apresenta capacidades da ordem dos 1 500 cc., análogas às da nossa espécie.

Até 50 000 anos a.C., o homem de Cro-Magnon substituiu rapidamente o de Neandertal com uma capacidade craniana que chega a atingir cifras até 2 000 cc., as quais talvez sejam superadas pelo homem do futuro.

Em suma, durante o Pleistoceno, em pouco mais de um milhão de anos, a família dos hominídeos experimentou uma expansão craniana totalmente revolucionária na História.

A julgar pelo que afirmam alguns biólogos especializados em anatomia do cérebro, a evolução cerebral humana ainda não se deteve, havendo indícios de que a zona do córtex que mais diretamente parece intervir no exercício das funções intelectuais continua a fazer pressão sobre o crânio numa espécie de esforço por obter maior espaço para a sua expansão.


Por este desenho de Ruddy Zalllinger no “Courier” de Agosto-Setembro de 1972, podemos ver que a evolução do “ser humano” vem contraria a teoria de Darwin, pois não se verifica uma evolução constante no tempo mas sim um “salto” como se tivesse sido introduzido um elemento estranho para melhorar o hominídeo.

Segundo a “ciência” o primeiro Homo Sapiens é mais evoluído do que o Homo Erectus (o primeiro homem verdadeiro) e representa, provavelmente o primeiro tipo da espécie humana moderna. Já talha os seus utensílios com genialidade. O Homem de Neandertal, que viveu entre 150 000 e 30 000 anos na Europa, é excluído por alguns investigadores da ascendência do homem moderno. O Cro-Magnom, considerado antepassado do homem moderno, pela quantidade de vestígios descobertos que revelam a grande diversidade desta etnia e o seu parentesco com os grupos contemporâneos dispersos pelo mundo.

Cro-Magnon

E finalmente o Homo Sapiens Sapiens considerado o “Pai” do homem moderno. Só apareceu em cena depois - há 40 000 anos - mas, como é evidente não pode ser uma evolução dos homens da Rodésia e Solo, e muito menos do Neandertal.

Podemos “especular” então, pela teoria da Criação, que O Criador desenvolveu geneticamente o Homo Sapiens, com a imposição de DNA do “Ser Celeste”, criando um povo “escolhido” que teria como missão espalhar a semente por todos os hominídeos da Terra melhorando a raça humana.

Homo Sapiens


Alguém manipulou e "aperfeiçoou" a vida e a raça humana, fazendo de um hominídeo primitivo, como o homo erectus ou homo sapiens que originou, já pela evolução, o atual homo sapiens sapiens. Um dos argumentos em que se apoia essa ideia é a improbabilidade do surgimento do homo sapiens de maneira súbita, um processo que fere os princípios do Darwinismo ortodoxo. O homem contemporâneo lembra, em tudo, um ser híbrido, uma combinação genética de material extraterrestre com a herança do homo erectus. (Scientists find Extraterrestrial genes in Human DNA por John Stokes).

Homo Sapiens Sapiens

Para corroborar tudo isto notícias recentes vieram a lume, ou seja, sabe-se agora que a teoria de Darwin sobre a evolução do Homem não está correta. Na revista NATURE International Weekly Journal of Science de 4.12.2013. vem o seguinte: "DNA DE HOMINÍDEO DESCONCERTA ESPECIALISTAS - análise da mais antiga sequência de um ancestral humano sugere um elo com uma misteriosa população".

Pois, a verdade nua e crua é que nada nos liga aos antigos homens primitivos que habitaram este planeta em tempos imemoriais e esquecidos"... EXCETO POR UM DOS RAMOS DESSES PRIMITIVOS HOMINÍDEOS QUE FOI GENETICAMENTE MODIFICADO POR INTELIGÊNCIAS SUPERIORES... À SUA IMAGEM E SEMELHANÇA!

Será que na 1ª Epístola aos Coríntios, no capítulo 15, versículos 46 a 49, Paulo nos revela isto só que de uma forma mais compreensível para o tempo em que desconheciam a manipulação genética e levaram os factos para o campo eminentemente espiritual?

Vejamos: " o primeiro a ser feito não foi o corpo espiritual, mas o animal, e depois o espiritual. O primeiro homem foi tirado da terra (homem produto da evolução material, o Homo Erectus) e é terrestre; o segundo homem vem do Céu (fusão do ADN da raça evoluída vinda do céu com o ADN do Homo Erectus gerando o Homo Sapiens).

O homem feito da terra foi o modelo dos homens terrestres; o homem do Céu é o modelo dos homens celestes. E assim como trouxemos a imagem do homem terrestre, assim também traremos a imagem do homem celeste".

Paulo não refere o espírito vital, o "sopro de Deus", mas refere-se concretamente ao "modelo" dos homens celestes. Fala na existência de "outros" homens vindos do Céu (espaço sideral, sendo o Homo Sapiens uma cópia deles). E na Bíblia não vem em parte nenhuma que o Homem modelado fora batizado com o nome de Adão. O nome de Adão apareceu subitamente, na tradução católica (Por suposição dos “escribas” da época, influenciados pela lista dos ascendentes hebreus, elaborada por Moisés, que vai só até Adão, pressupondo ser este o primeiro homem). Quando da “falta” de Adão e Eva, havia no Éden mais homens, que tratavam da manutenção do complexo e não eram “descendentes” de Adão. Além disso havia mais homens, ou hominídeos, fora do complexo, organizados em grupos tribais que até tinham acesso ao jardim para aprender e serem doutrinados, pois a missão da raça escolhida era precisamente elevar o resto da humanidade. A expulsão do Éden, simbolizada em Adão e Eva, abrangia toda a raça escolhida que fora modelada para elevar a humanidade, que “apanhou” as culpas dos seus líderes no jardim.

A raça modelada, expulsa do Éden, misturou-se com os anjos caídos e com as outras raças elevando-as pela mistura de sangue, mas dando lugar à corrupção geral do género humano.

Como esse plano foi gorado pela desobediência desse novo povo (pecado original) que foi corrido do Éden e se misturou desordenadamente com os povos que estavam por fora (Caim casou-se com uma mulher desse povo que estava fora do Éden) corria o risco de ser completamente assimilado pela maioria. Daí a introdução de um “reforço genético” com o aparecimento súbito do Homem de Cro-magnon que permitiu o aparecimento do Homo Sapiens Sapiens. E o mais revelador é que o Cro-magnon tem todas as características, na sua constituição óssea, da chamada “raça negra”. As primeiras civilizações avançadas no Médio Oriente eram da raça Negra (Egípcios e Judeus). Basta ler com atenção a Bíblia para constatar isso.

Uma vez concluído o processo de hominização, ou seja, constituído o género Homo como entidade biológica madura, iniciou-se imediatamente uma atividade sem precedentes na história da vida - a atividade cultural e invenção de uma nova maneira de existir - separando definitivamente o homem de todas as espécies convertendo-o, com efeito, em «rei da criação».

Os fins biológicos, de pura sobrevivência, foram inteligentemente ampliados, surgindo também valores religiosos e artísticos totalmente desconhecidos no mundo animal. O ser humano começou a enterrar os seus mortos de acordo com as normas inventadas por ele, começou a construir adornos para o seu corpo e a decorar as suas cavernas com pinturas e símbolos.