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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

 

CONSIDERAÇÕES SOBRE O ANTICRISTO

"Afinal, a história trágica das civilizações foi caracterizada por uma luta demorada entre as duas grandes raças humanas: a raça dos opressores e a dos oprimidos, a do mal sempre vitoriosa e a do bem, sempre sacrificada. O Iniciado, quem sabe, poderia pertencer a uma terceira raça. Isso não passa de uma suposição: a verdade deve ser procurada, mas ai de quem a achar"

(Robert Charroux)


Novos ditadores de hoje: Todos eles responsáveis por milhares de mortes de inocentes. Metem-se em guerras, sabendo que estão a provocar a morte de inocentes, sem pestanejar.


Toda a vida na face da Terra corre perigo, bem como o próprio planeta, devido às atitudes beligerantes, gananciosas, expansionistas e sobretudo insanas de uns poucos megalomaníacos que levam a raça humana ao conflito generalizado e também à destruição nuclear.

Hoje, toda a política, bem como as suas implicações, SUJAS e DESONESTAS, oprimem a humanidade. Os ditadores surgem como cogumelos, são todos diretamente responsáveis pela fome, pela miséria, pelas guerras e por todas as mazelas decorrentes dos seus inomináveis crimes.

O mundo viveria bem melhor sem eles. São verdadeiramente emissários controlados por uma energia satânica que cada vez mais se agiganta neste mundo de trevas. E muitos podem pensar que o Anticristo se trata de alguma única pessoa que um dia qualquer virá assolar a humanidade. Na verdade, trata-se de uma força sinistra e avassaladora que tem, em quase todos os setores vitais os seus emissários, e em determinados momentos um líder se destaca.

Uma energia pervertida e maldita que age desde os primórdios da civilização. E que ainda não logrou atingir os seus objetivos finais.... Pelo menos por enquanto.


A História talvez tenha começado no Antigo Egipto, quando no final da XVIII Dinastia o país lamentavelmente perdeu a tutela dos grandes Mestres e dos Soberanos Iniciados, que o elevaram ao mais espiritualizado e evoluído domínio de toda a antiguidade conhecida. Uma verdadeira sociedade secreta pervertida, filha das trevas e da obscuridade, destituiu o faraó Akhenaton, massacrando todos os seus seguidores. E, posteriormente assassinando Tutankamon, levou ao domínio do trono os corruptos sacerdotes e os magos negros que serviam o famigerado deus Amon. Aquilo que podemos chamar de "o Anticristo" obteve assim a sua primeira vitória ao extinguir pela PRIMEIRA VEZ a Sagrada Luz na Terra.

O "grande mestre" pervertido dessa negra instituição, Horemheb o general sedento de sangue, deu início ao caráter expansionista, agressivo e beligerante do Egipto, logo seguido por Ramsés II - terceiro faraó da XIX Dinastia.

Essas incursões bélicas foram desastrosas, uma vez que atraiu para o Egito a cobiça (e principalmente a ira) dos povos estrangeiros subjugados e oprimidos. Começaram então as destrutivas migrações e as invasões armadas das tribos indo-europeias e por consequência a fragmentação com a lenta mas inexorável destruição de toda a hegemonia do império egípcio....

A História dá-nos exemplos que infelizmente nunca são seguidos. As ruínas vistas na foto acima, abandonadas à solidão das areias e aos ventos do deserto, bem demonstram o que restou de toda a glória do beligerante conquistador Ramsés II e de todo o seu temido e poderoso império militar.

Alexandre, cognominado pela História "O Grande", era um outro megalomaníaco que ambicionava conquistar o mundo, invadindo e subjugando territórios dez vez mais do que o seu beligerante pai, o Rei Filipe da Macedónia. De facto, os seus exércitos chegaram a conquistar três quartas parte do mundo antigo. Entre as sangrentas batalhas e as orgias de sangue, recitava displicentemente os versos de Homero. Quando conquistou Gaza furou os pés do governador, amarrou-lhe o corpo com cordas e arrastou-o até a morte em um carro triunfalmente conduzido por ele mesmo por toda a cidade. Quando um dos seus "amiguinhos prediletos" morreu acometido por uma doença, crucificou o médico e, para "acalmar o seu profundo pesar", mandou trucidar a fio de espada os dez mil indefesos habitantes de uma cidade conquistada. A sua insanidade não tinha limites: uma cidade da Pérsia recebeu o nome do seu cavalo e outra a do seu cachorro. Certa vez, quando foi ferido em combate, chorou convulsivamente ao verificar que o seu sangue era vermelho, assim como todos os mortais, e não o sangue de um deus. Era um bêbado contumaz chegando a organizar "maratonas de bebedeiras", durante as quais divertia-se ateando fogo às cidades conquistadas. Morreu durante uma das suas orgias que durou trinta e seis horas seguidas.

Trata-se de uma Lei inflexível: todas as coisas nascem, crescem, vivem o seu apogeu e morrem. Assim é com as civilizações, as quais inclusivamente TAMBÉM possuem o seu Carma (ou Justiça Universal) que inevitavelmente será cobrado de uma maneira ou de outra em cada uma, sempre, com a MESMA intensidade dos seus atos e conforme as suas próprias obras. Ruínas, somente ruínas abandonadas jazem nas paisagens solitárias da Grécia como patéticas testemunhas de toda a glória fugaz da outrora poderosa Civilização Helénica.

Roma, o "maior império de todo o planeta","a glória dos tempos", teve um apogeu de quase 500 anos de conquistas e sangrentas batalhas, graças ao caráter expansionista e beligerante dos seus loucos, sanguinários e megalomaníacos imperadores, os quais se julgavam "deuses" e também imortais. Uma glória de brilhante panorama, porém pintada em madeira podre! Roma efetivamente dominou o mundo com o seu poderio bélico intimidatório. Contudo, lentamente as nações conquistadas, cansadas dos desmandos e das extorsões que sofriam através do poderio económico e militar que as oprimiam iniciaram as suas justificadas revoltas. Pouco a pouco o prepotente império ruía. Finalmente, os Hunos, os Godos e os chamados vândalos invadiram a outrora poderosa cidade imperial e a deixaram em ruínas, subjugando-a e desmoronando de um só golpe todo o seu esplendor e glória.


Sic transit gloria mundi - "assim passa a glória do mundo". A imagem fria e silenciosa das ruínas do famigerado Coliseu, circo maldito no qual os loucos imperadores e o povo romano se divertiam com os prisioneiros de guerra e os pobres cristãos sendo devorados pelos leões, obrigados a combater contra os bem armados gladiadores ou ainda servindo como "tochas vivas" para iluminar o estádio, representa tudo aquilo o que restou da glória e do poderio do outrora temido e dominador Império Romano, uma potência intimidatória e cruel que assolou o mundo antigo com as suas conquistas, através das mais bárbaras atrocidades e mediante as suas invasões territoriais indiscriminadas, sob os mais absurdos pretextos (como fazem os ditadores de hoje). E foi precisamente através dela que o Anticristo pela SEGUNDA VEZ extinguiu a Luz na Terra ao cobardemente crucificou Jesus, O Nazareno, aquele que foi o Maior de Todos os Mestres.


Napoleão Bonaparte, outro que sonhava dominar o mundo, erroneamente considerado por alguns como "um génio", foi um dos alunos mais obscuros na sua escola. Devido a um astucioso golpe assumiu o comando de todos os exércitos da França e deu assim vazão aos seus instintos imperialistas, transformando-os em uma poderosa máquina de guerra e devastação. Julgando-se um "homem predestinado", tomou a si o título de Imperador. Mesmo sendo um usurpador, totalmente desprovido do sangue e de uma linhagem real, desejava tornar-se um autêntico "senhor do mundo". Aliás, foi mesmo em uma balsa em Tilsit que ele e o Czar da Rússia prepotentemente discutiram a partilha do mundo inteiro entre si. Mas as ambições falaram mais alto e os até então aliados nas rapinagens tornaram-se um dia ferrenhos rivais. E a sua sorte deixou de brilhar quando em 1812 invadiu Moscovo com um grande exército de quinhentos mil homens, ambicionando tornar-se também o "senhor da Rússia". Estava enganado! Os russos incendiaram a cidade e foi na retirada no meio do rigoroso inverno que chegou de volta à França com apenas mil homens. Toda a Europa então, cansada dos seus desmandos, levantou-se contra ele. Napoleão formou então um novo exército com mais quinhentos mil homens, recrutando até mesmo rapazes com menos de quinze anos de idade - todos aniquilados em sangrentos combates contra a Prússia e a Rússia que aliás deixaram as águas do Elster tingidas de sangue. Foi exilado em Elba mas teimosamente voltou a organizar exércitos quando finalmente foi fragorosamente derrotado em Waterloo. Morreu triste e solitário no seu novo exílio em Santa Helena, sem contudo perder o autoritarismo e a altivez: tinha servos que deviam ajoelhar-se antes de lhe dirigirem a palavra. Fazia um pequeno "pelotão" de poucos criados desfilar militarmente e marchar diante de si, como se fosse o grande exército de outrora. E até mesmo durante os seus delírios de grandeza simulava nos seus tabuleiros complicadas manobras militares. Dizem que foi envenenado por alguns daqueles criados que já não aguentavam tanta loucura e prepotência do falido "senhor do mundo"....


De tempos a tempos, e os Iniciados sabem disso, uma força sinistra se apodera das mentalidades mais fracas e recetivas e as faz instrumentos da sua vontade malévola. Velhas sombras do passado voltam e, renascendo da putrefação espiritual à qual pertencem, assolam mais uma vez o mundo com os seus ímpetos cada vez mais fortes de ver correr o sangue e semear a dor, deixando um rastro de destruição e mortes no meio às suas perniciosas e ruinosas passagens. Assim foi com Adolf Hitler, considerado como um "médium das forças do mal", um verdadeiro "grande mestre" de uma pervertida sociedade secreta que, através dos pretextos mais esquisitos, ambicionava dominar todo o planeta através do poderio militar, económico e político. Julgando-se um missionário e um novo profeta, assumiu de maneira obscura e inexplicável o governo alemão em 1933, transformando aquele país em uma fantástica potência bélica que aterrorizou todo o planeta com as suas atrocidades. E, assim como aconteceu a Napoleão, o inverno russo também devastou a grande maioria dos seus exércitos. A derrocada final aconteceu em 1945 quando as tropas aliadas arrasaram Berlim, não deixando pedra sobre pedra.

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                                                                                 magem: DW.com

E nesta velha foto mais um exemplo a ser devidamente observado e assimilado pelos beligerantes de hoje: assim ficaram as ruínas de Berlim, a capital do outrora poderoso e devastador Terceiro Reich, orgulho máximo do poderio alemão. Portanto, vemos ainda outra vez que a História é cíclica e sempre se repete. Mas ninguém aprende essa grande lição: o destino sempre trágico dos déspotas e dos tiranos! Todavia, sempre antes disso, eles deixam a sua trilha de morte e caos. A Segunda Guerra Mundial matou 50 milhões de seres humanos, mediante armas hoje consideradas rudimentares. E quantos sucumbirão na próxima?


E assim como foi nas antigas legiões romanas, tal como era nos estandartes de Alexandre e Napoleão, e invariavelmente figurou nos signos e emblemas militares de todos os chamados "grandes conquistadores", vemos o inequívoco e misterioso sinal do poder e da força bruta: a figura da águia - ave sanguinária e de rapina, sempre precisa nos ataques e cruelmente implacável com todas as suas presas. Mera coincidência? Talvez não.

Imagem: Sribd



"A Nova Ordem das Idades", possivelmente os símbolos de uma instituição secreta que desde algum tempo se teria apoderado do governo do país mais poderoso do planeta, os EUA, e planearia estabelecer no mundo as suas obscuras diretrizes, sob um regime ditatorial, absoluto e único. Uma "Nova Ordem" que, ao que tudo indica, se sobrepõe pelo poder das armas e da beligerância, ignorando toda a ordem internacional constituída e até mesmo os próprios princípios mais rudimentares da diplomacia. Que invade terras alheias, destruindo séculos de civilização, massacrando indiscriminadamente homens, mulheres e crianças, tudo em nome dos seus interesses económicos e particulares. E que - segundo denúncias – um dos tentáculos mais ativo teria até mesmo um nome secreto: "Skull and Bones" ("Crânio e ossos") e os seus membros seriam conhecidos como " Illuminati" ("os iluminados") - mas, perguntamos, "iluminados" por quem, ou mais precisamente pelo QUÊ?


George W. Bush fazendo o “sinal, junto à Rainha Elisabete do Reino Unido.


Segue-se neste link a lista de membros da Sociedade Secreta :https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Skull_and_Bones_members


E assim como em toda sociedade secreta, essa "nova ordem" também teria os seus graus de iniciação, bem como os seus sinais de reconhecimento e de saudação. Aliás, quem conhece o assunto está cansado de ver nas imagens das televisões os seus supostos membros comunicando entre si através de vários e diversos desses sinais - mesmo diante de uma grande multidão, uma vez que o leigo é incapaz de os perceber ou entender. O mesmo acontece com os grupos metaleiros ou bandas de heavy metal, que pervertem as mentes da juventude com as sinistras mensagens contidas (diretas e até subliminarmente) nos seus estridentes desarranjos sonoros.

O Presidente Bush (Pai) é que, achando que as condições preparadas pelos Illuminati já estavam consolidadas, revelou ao mundo a implementação da “Nova Ordem Mundial”. Só que, houve reações, principalmente da Rússia, que declararam “guerra” a essa Ordem Mundial que pretendia eliminar 90% da população mundial, e criaram um bloco de Nações para criarem uma Nova Ordem mais justa e solidária, dando origem aos BRICS.

Eis aqui o sinal de Lúcifer, o signo do diabo e das forças das trevas que desde muito planeiam corromper e destruir a civilização. Uma força sinistra, o elemento mental de um astro fulminado pela maldade dos seus habitantes há milhões de anos atrás em um distante recanto do Universo, bem conhecida dos ocultistas e que em tempos muito recuados se apoderou do psiquismo ainda jovem do nosso planeta ainda em formação e tem dominado as mentes dos homens conduzindo-o às guerras e às destruições. Após o advento da era nuclear (por ela mesmo inspirada nas mentes científicas que estão dominadas) essa força mental, uma verdadeira egrégora, que é um campo de energia espiritual ou mental, nasce quando um grupo de pessoas junta os mesmos pensamentos, sentimentos e intenções, criando uma força viva. Essa força mexe com o ambiente e com quem faz parte do grupo do mal, uma espécie de "sol negro" e computador cósmico pervertido, que se prepara para a sua terceira investida, quem sabe a mais sinistra e derradeira de todas as vitórias, através de uma imitação puramente mecanicista, a explosão do nosso planeta.

 


Pessoas lúcidas repudiam com veemência a investida deste "novo poder", abominando as investidas contra os direitos e soberanias, as violações flagrantes da Convenção de Genebra, a espoliação da autoridade da própria ONU (abrindo assim perigosos precedentes à tirania), bem como as sangrentas guerras que, em última análise, servem unicamente para instituir a confusão, implantar o vazio e matar os seus próprios filhos, maridos e irmãos - e quem sabe posteriormente toda a humanidade. É o que acontece com a Administração Trump que semeia constantemente a discórdia e espezinha o bom senso e a harmonia entre aliados tradicionais. Agora só contam os negócios. Não há amigos nem aliados.


E, segundo afirmam os Ocultistas, a ciência dos computadores é também um instrumento da tal égregora luciferina para ritmar e dominar a mente do homem (notadamente a dos cientistas), controlando-o e levando-o um dia qualquer à destruição e ao caos final. O símbolo da imagem acima é o logótipo da nova versão a ser lançada para o Sistema Operacional Windows. Curiosamente essa futura versão já foi batizada, pelos seus fabricantes, de "Longhorn" (literalmente "chifres longos"). Os chifres estão sobre um "V" (vitória?) e uma espécie de estrela ou explosão radiante por trás.


As forças de ocupação no Iraque distribuíram aos seus milhares de soldados um curioso e além de tudo surrealista baralho, contendo as imagens de 55 aliados do sanguinário ditador Sadam Hussein (contraditória e paradoxalmente, e assim como tantos outros déspotas, "criado" e levado ao poder pelos seus atuais inimigos), de modo a poder identificá-los no meio da balbúrdia em que se transformou aquele país e prendê-los, vivos ou mortos - teoricamente e de preferência através da segunda opção. O "ás" desse bizarro baralho, por sinal, é outro megalomaníaco que começou a sua carreira em 1979 e já em 1980 ordenou a invasão do Irão, dando início a uma guerra sangrenta que durou nada menos do que oito anos. Logo a seguir, precisamente em 1988, em mais um dos seus delírios de grandeza e poder, atacou a população civil curda, no norte do país, com armas químicas causando mais de cinco mil horríveis mortes. Em 1990 foi a vez de invadir o Kuwait, dando início a outro conflito internacional, a chamada Guerra do Golfo. Curiosamente, as forças aliadas tiveram naquela ocasião a oportunidade de matá-lo ou tirá-lo do poder mas, POR ORDENS SUPERIORES, deixaram-no livre e solto para continuar a oprimir o seu povo, até a eclosão de 2003. Aliás, vimos por diversas oportunidades, através das imagens de televisão, ele e os demais membros dos seus escalões superiores a trocar entre si os tais sinais secretos de saudação e reconhecimento, obviamente de uma sociedade secreta pervertida..... idênticos aos dos dirigentes dos "libertadores" do país. Muito estranho e além de tudo subtil. E quem lucrou com todas aquelas desgraças foram as indústrias bélicas, os grandes grupos económicos internacionais, os manipuladores das bolsas de valores e assim por diante. E quem sempre paga o alto preço de tudo isso?



Efeitos Colaterais”, um subtilíssimo eufemismo para justificar as mortes e as mutilações dos civis inocentes, dos jornalistas e de tantos outros que nada têm a ver com as hostilidades dos contendores. Esta impressionante foto da REUTERS, publicada em Abril de 2003, mostra toda a selvajaria e a cruel bestialidade de uma guerra insana. O pequeno Ali Ismael Abbas, de apenas 12 anos de idade, padecia de dores lancinantes num hospital iraquiano, tendo perdido os braços e com a metade do seu corpo carbonizado das horríveis queimaduras causadas pela explosões das bombas aliadas da chamada coligação EUA x Inglaterra. O sofrimento do pequeno Ali comoveu todas as pessoas dotadas de bom senso, pois perguntava insistentemente aos repórteres: -Você pode me ajudar a ter meus braços de volta? Senão vou me matar!". Triste, sim, extremamente doloroso e lamentável. A infeliz criança contudo, sem o saber, já estava "morta", uma vez que perdera o seu pai, a mãe (que inclusive estava grávida de cinco meses!) e um irmão naqueles bombardeios de "bombas e mísseis inteligentes”, cada um deles custando mais de um milhão de Dólares, e cuja soma total daria para acabar com toda a fome e a miséria do mundo.


Na vastidão do Universo, os cometas seguem o seu destino, transportando esporos de vida, aptos a fecundarem novos e muito promissores corpos celestes, onde quer que existam as necessárias condições para o começo da VIDA. Podemos considerar todos esses déspotas, tiranos, opressores e beligerantes como "semelhantes" aos cometas. Só que com uma diferença bastante subtil e fundamental: os cometas trazem a VIDA, CONSTROEM, CRIAM, PROJETAM O FUTURO e deixam atrás de si um rastro intenso e maravilhoso de LUZ. Ao passo que "eles", que certamente serão lembrados com horror pelas gerações futuras (se é que haverá futuro), somente deixam atrás de si as marcas da destruição, do ódio, das guerras, da fome, arrasando tudo que encontram pela frente. E dessa forma deixam também um rastro - por sua vez negativo, de podridão.






sábado, 22 de agosto de 2026

 

NÃO HÁ COINCIDÊNCIAS, MAS SIM PROPÓSITOS

OU REVELAÇÕES



Abraham  Lincoln foi eleito para o  Congresso em 1846.


John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em  1946.



Abraham Lincoln foi eleito Presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito Presidente em 1960.

Ambos se preocupavam muito com, sobretudo, os direitos civis. 
Ambas as suas esposas perderam crianças enquanto habitavam a casa branca.


Ambos os Presidentes foram assassinados numa sexta-feira.
Ambos os Presidentes levaram um tiro na cabeça.

E agora é que se torna mais estranho:

O secretário de Lincoln chamava-se Kennedy,
O secretário de Kennedy chamava-se Lincoln.

Ambos foram assassinados por alguém dos estados do sul.
Ambos os Presidentes foram sucedidos por um homem do sul chamado Johnson.


Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.

 

Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.


John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839...

Lee  Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939.




Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus 3 nomes.

Ambos os seus nomes eram formados por 15 letras


Lincoln foi assassinado num teatro chamado "Ford"

Kennedy foi assassinado num carro da marca Lincoln, feito pela "Ford"


Lincoln foi assassinado num teatro e o seu assassino correu para um armazém para se esconder. 

Kennedy  foi assassinado a partir dum armazém e o seu assassino fugiu para um teatro e escondeu-se lá.


Booth e Oswald foram assassinados antes do seu processo.


E PARA TERMINAR:

1 semana antes de  Lincoln ser assassinado, ele esteve em Monroe, no

 estado de  Maryland


1 semana antes de Kennedy ser assassinado, ele esteve com Marilyn Monroe




quinta-feira, 13 de agosto de 2026

 

MANIPULAÇÃO DA HISTÓRIA DO POVO ELEITO


Acredito que a Palavra está viva e o conhecimento vai chegando conforme o grau evolutivo do ser humano em determinado momento. Posso por isso “imaginar”, pelo menos, uma situação, sem ferir ou desmentir a História escrita por Deus para o nosso mundo.



Cada vez que leio a Bíblia descubro novas revelações. A Bíblia é um livro vivo e conforme avançamos no desenvolvimento espiritual são-nos revelados novos factos. Penso na grande diferença entre o Deus do Antigo Testamento e o Deus do Novo Testamento. Convenço-me cada vez mais de que não é o mesmo Deus. Enquanto o primeiro exige sacrifícios de primogénitos, tanto humanos como animais, fomenta a guerra e até interveio diretamente nela como no Êxodo, por exemplo, em que atacou os perseguidores, deixando-os completamente apavorados, com uma nuvem (nave?) que pairou sempre sobre os fugitivos, deslocando-se à retaguarda sempre que necessário e os iluminava de noite.


Imagem: Pinterest

Essa nuvem tinha como funções principais o seguinte:

  • Guia de rota: Indicava exatamente quando e para onde o povo devia caminhar ou acampar.

  • Proteção climática: Oferecia sombra contra o calor intenso do deserto.

  • Iluminação noturna: Transformava-se numa coluna de fogo para dar luz e calor à noite.

  • Barreira defensiva: Protegeu os israelitas do exército egípcio no Mar Vermelho, servindo de luz para o lado de Israel e de escuridão/confusão para os egípcios.

  • Sinal sagrado: Posteriormente, pousava sobre o Tabernáculo para indicar que o santuário estava habitado pela glória divina


Estranho... muito estranho. Indicar o caminho, dar luz e outras coisas incompreensíveis, mas não tão misteriosas para o tempo de hoje com o avanço da Ciência e da Tecnologia.


Este personagem, que acredito ser um Arcanjo, um chefe de guerra, a quem os Hebreus chamavam Jeová (Deus da raça), falava em nome de Deus e para ter a adoração (colaboração incondicional) do povo Hebreu, prometia riqueza e novas terras (Deuteronómio 18:9-14), apesar de estas estarem ocupadas por outros povos (roubo?).


O verdadeiro Deus nunca prometeu riquezas na Terra mas sim Vida e felicidade num futuro próximo onde todos seriam iguais, sem exploração nem senhores.



Na Teologia Bíblica trata-se de uma Manifestação de Majestade. Os Reis antigos demonstravam poder pelo tamanho do seu exército. Deus mostra que governa sobre biliões de seres espirituais.


Numa tentativa de passar pelo "povo escolhido" os Hebreus misturaram a sua história secular (com todas as guerras, violências e espírito de conquista) com a história religiosa do desenvolvimento humano. A própria Bíblia fala em "ALGUNS escolhidos" e nunca falou no "povo escolhido".


Na Bíblia, em Deuteronómio 14: 2 faz-se referência a um povo eleito. Esta afirmação pode ter várias interpretações e não podemos ter a certeza de que o povo Hebreu foi escolhido como um povo, cujas Almas seriam as eleitas do Senhor, por serem especiais ou superiores a todas as outras do resto da humanidade.


Há uma omissão, por parte dos autores bíblicos, talvez por recearem não serem compreendidos na época, e temerem despertar a inveja, que como sabemos, acabaria por devorar as tais Almas eleitas. Chamavam-lhes "Almas eleitas do Senhor", e não "Povo escolhido", e não indicavam onde estavam.


1Pedro 2:9 também pode ser mal interpretado confundindo a comunidade cristã, a quem Pedro se dirige, com o povo judaico apenas. As comunidades cristãs também incluíam outros povos não judeus que aceitaram Jesus Cristo. Como todos sabemos os Judeus rejeitaram Cristo e perseguiram-No até à morte.


Moisés, ao organizar o seu código moral, para ordenar a sociedade que foi posta a seu cargo e a disciplinar, manifestou imediatamente o mais elevado apreço por essa fina-flor da humanidade. O problema, e os mal-entendidos, começou quando todo o povo de Israel se considerou como "eleito", julgando ser suficiente para garantir a "salvação".


A partir da reunião de textos sagrados por Moisés, a história secular de Israel foi-lhes "misturada" para dar a Israel a consistência de "Povo Escolhido" e legitimar todas as suas ações, em nome de Deus.


Mas Moisés soube distinguir e deu a esses escolhidos o nome de Nazireus, ou Nazaritas, isto é consagrados ou separados para o Senhor. A palavra “nazireu” vem do termo hebraico que significa “selecionado”, “separado” ou “dedicado” Nazireus não era todo o povo de Israel, mas sim uma pequena fação. A sua vida era de uma retidão exemplar, e poucos podiam suportar o voto de Nazireu. Eram vegetarianos puros. Não podiam beber vinho nem outros líquidos alcoólicos, nem sequer comer uvas. Não podiam estar onde houvesse outra pessoa morta, nem assistir a funerais ou procurar comunicação com os espíritos dos falecidos pois a morte era, para eles, o começo de uma nova existência. (Números 6:2-21), (Amós 2:11,12) – onde o oráculo do senhor diz que entre eles - o povo - escolheu Profetas e homens consagrados, uma prova de que os eleitos não eram todo o povo mas sim alguns, e (Juízes 16:17), em que até é uma história muito conhecida de Sansão e Dalila, onde vem: "e (Sansão) contou-lhe todo o segredo: A navalha nunca passou sobre a minha cabeça, pois eu sou consagrado a Deus desde o seio da minha mãe. Se me cortarem o cabelo, perderei a minha força. Ficarei fraco e serei como qualquer outro homem".


No decorrer dos séculos o nome destes eleitos sofreu alterações e, por isso, vieram a ser conhecidos por Nazireus, Nazarenos e Essénios. Portanto, no tempo de Cristo, o nome não mantinha a grafia primitiva. Chamavam-se Nazarenos. Jesus e os seus pais e irmãos eram Nazarenos. A própria cidade de Nazaré parece ter recebido o nome de um antigo mosteiro que os Nazarenos edificaram ali quando o lugar era ermo, pois nunca edificavam as suas pousadas e mosteiros nas cidades.


Os Nazarenos, ou Essénios, viviam separados dos outros povos, mas iam ao templo de Jerusalém uma vez por ano celebrar a Páscoa. E quando os seus filhos completavam doze anos (como aconteceu com Jesus) também eram obrigados a levá-los ao Templo para serem observados com a finalidade de se descobrir o Messias que havia de vir. Esta imposição era extensiva a todos os Judeus.


Quem se interessa pela história de Jesus já ouviu falar nos Essénios, supondo-se que Jesus seria um deles e tenha sido preparado por eles.



Sabe-se da sua vida monástica, dos seus escritos e dos seus mosteiros e albergarias, onde curavam os doentes e davam assistência a necessitados, e da destruição de tudo isso pelos Romanos.


Este grupo foi muito estudado, sobre como viviam e quais eram suas crenças, através de Flávios Josefo, escritor romano, e, principalmente, pelos documentos em papiro e pergaminho encontrados na grutas de Qumrán, onde parece que se instalaram alguns deles. Uma característica específica dos Essénios consistia no repúdio do culto que se fazia no templo de Jerusalém, já que era realizado por um sacerdócio que se tinha aviltado desde o período de independência e autonomia judaica na Judeia, governada pela dinastia dos Macabeus entre 140 a.C. e 37 a.C. Em consequência, os Essénios optaram por se separar dessas práticas comuns com a ideia de conservarem e restaurarem a santidade do povo num âmbito mais reduzido, o de sua própria comunidade.


A ida de muitos deles a zonas desérticas tinha como objetivo excluir a contaminação que poderia derivar do contato com outras pessoas. A renúncia em estabelecer relações económicas ou em aceitar presentes não deriva de um ideal de pobreza, mas era simplesmente um modo de evitar essa contaminação com o mundo exterior, para salvaguardar a pureza ritual. Consumada a sua rutura com o templo e o culto oficial, a comunidade Essénia vê-se a si mesma como um templo imaterial que substitui transitoriamente o templo de Jerusalém, enquanto nele se siga realizando um culto que considera indigno.

Os Nazarenos nunca se intitularam Essénios pela sua modéstia, timbre da sua Alma. Sabe-se que a defesa heróica de Masada, uma fortaleza símbolo de Israel, num plateau elevado, contra os Romanos, foi realizada pelos Essénios zelotes, numa prova de sacrifício e amor pela sua terra Israel. Preferiram morrer a renderem-se aos Romanos.



Quando “a lei do Cristo” substituiu a Lei mosaica, mais ninguém poderia tornar-se nazireu (Gálatas 6:2 e Romanos 10:4). Mas, assim como os nazireus, o povo acreditava que também era escolhido e mostrava desejo de servir Jeová de todo o coração (Marcos 12:30). “Nós fazemos um voto a Jeová ao dedicarmos a nossa vida a ele. Para cumprirmos esse voto, temos de viver de acordo com a vontade de Jeová e fazer sacrifícios”.


O nome Essénio não aparece na Bíblia. Eles não estavam empenhados em parecerem santos, mas em viverem santificando-se. Tinham o maior cuidado com o corpo, para que a saúde não enfraquecesse. Estimavam profundamente a higiene, uma prova do seu avanço espiritual na época, mas também a higiene da Alma. A sua alimentação era sã, não comiam nada que estivesse desprovido de vida, ou que pudesse fomentar os vícios que fazem sempre descer o nível de vitalidade.


A sua doutrina religiosa era bastante simples: reverenciavam o Eterno Criador como sendo a origem de toda a Vida, e procuravam pautar as suas atitudes e ações de forma a não criarem dificuldades aos seus semelhantes.


Sabiam perfeitamente que os nossos pensamentos e ações reagem sempre sobre nós e traçam os nossos destinos.



quinta-feira, 6 de agosto de 2026

 A ELITE HUMANA.... da Matriz


Publiquei este texto em Janeiro de 2018, com revisão feita para português de um artigo de LuxLis de Outubro de 2008 com muita dificuldade por estar muito condensado e cheio de erros gramaticais da tradução feita por computador. Acrescentei alguns sublinhados meus e imagens da Net para tornar a leitura mais leve.


A ELITE HUMANA.... da Matriz. Há uma conspiração mundial que é arquitetada por um grupo extremamente poderoso e influente de indivíduos geneticamente relacionados (pelo menos nos escalões mais elevados) que incluem os mais ricos do mundo, dos líderes políticos, e da elite incorporada, assim como membros da "nobreza negra" assim chamada cujo objetivo é criar um governo mundial (fascista), descascado de limites nacionalistas e regionais, que é obediente à sua agenda. A intenção é efetuar o controlo completo e total sobre cada ser humano do planeta e reduzir dramaticamente 2/3 da população do mundo.

Quanto à nova ordem mundial, conhecida frequentemente por este termo quando hoje se referem a este grupo, é mais útil identificar as organizações, as instituições, e os indivíduos principais que compõem esta teia de bloqueio de conspiradores. O Illuminati é o termo mais velho de uso geral para referir as 13 famílias de linha de sangue (e seus ramos) que é um campo da parcela principal desta elite de controlo. A maioria dos membros dos Illuminati são igualmente membros nos graus mais elevados das sociedades secretas e ocultas, que se estendem em muitos casos em linha reta do mundo antigo.


O nível superior da pirâmide estrutural e firmemente dividida em compartimentos de Illuminati incluem comités e organizações de planeamento que o público não tem quase nenhum conhecimento. Os níveis superiores da pirâmide de Illuminati incluem comités secretos com nomes como: o Conselho de 3, o Conselho de 5, o Conselho de 7, o Conselho de 9, o Conselho de 13, o Conselho de 33, o Conselho grande do Druida, o comité de 300 (igualmente chamado os “olímpicos”) e o comité de 500 entre outros.


Em 1992, o Dr. John Coleman na hierarquia dos conspiradores publicados: A história do comité de 300. Com uma bolsa de estudos louvável e pesquisa meticulosa, o Dr. Coleman identifica os jogadores e detalha com cuidado a agenda dos Illuminati e do controlo mundial. Na página 161 da hierarquia dos conspiradores, o Dr. Coleman resume exatamente a intenção e a finalidade do comité de 300 como se segue: Sistema monetário do governo e da unidade de um mundo, sob os oligarcas hereditários não-eleitos permanentes que se auto-selecionam entre os seus pares sob a forma de um sistema feudal como estava na Idade Média. Nesta entidade de um mundo, a população será reduzida por limitações no número de crianças por família, doenças, guerras, fomes, até mil milhões de pessoas que são úteis à classe dirigente, nas áreas que serão definidas estritamente e claramente, permanece como a população total do mundo. Não haverá nenhuma classe média, somente governantes e os empregados. Todas as leis serão uniformes sob um sistema legal de cortes do mundo que praticam o mesmo código de leis unificadas, suportado por uma força de polícia do governo mundial e por umas forças armadas unificadas para reforçar as leis em todos os "antigos" países onde nenhum limite nacional existirá. O sistema será baseado num Estado de Bem-Estar. Aqueles que são obedientes e subordinados ao governo do mundo serão recompensados com os meios para viver; aqueles que são vontade rebelde simplesmente serão condenados à morte por fome e serão foras-da-lei declarados..."

O truque de engano complexo que cercam os indivíduos e as organizações envolvidas nesta conspiração são incompreensíveis, mesmo para o mais astucioso entre nós. A maioria dos povos reagem com a descrença e o ceticismo para com o tópico, inconscientes de que estiveram condicionados (lavagem mental) a reagir com o ceticismo pelas influências institucionais e dos meios que foram criadas pela mãe de todas as organizações do controlo de mente: O instituto de Tavistock de relações humanas em Londres. O autor e o "programador" Fritz Springmeier (as 13 Linhas de Sangue de Illuminati) diz que a maioria das pessoas construíram “deslizes” que faz com que surja um curto-circuito no processo crítico do exame da mente quando vêm determinados tópicos sensíveis. "Deslizes" é segundo Springmeier um termo da CIA para um condicionalismo de resposta, que deixa as pessoas sem saída e terminem o debate ou o exame do tópico em causa, muitas vezes sentindo MEDO ilógico à realidade.

Por exemplo, a menção da palavra “conspiração” provoca frequentemente uma resposta de "deslize" com muita gente. (Springmeier é co-autor de três livros sobre a programação baseado em traumatismo que detalha como os Illuminati empregam os programas de formação altamente ajustados e extremamente sofisticados do controlo de mente que começam o processo de programação quando a vítima pretendida estiver ainda dentro do ventre). O controlo de mente é um problema muito maior do que a maioria dos povos pensa. De acordo com o veículo com rodas de Cisco, um programador anterior do controlo da mente de Illuminati, já há 10 milhões de pessoas programadas como escravos controlados mentalmente e que usam programas baseados em traumatismo, a programação de controlo mental e que cresceram fora do projecto de Montauk pode incluir milhões mais.

Imagem: Canal HISTÓRIA

O Al Bielek, que jogou um papel do princípio no desenvolvimento do projecto de Montauk, disse que já há 10 milhões de vítimas de Montauk, o qual controla a mente em todo o mundo. Igualmente disse que há uns “centros de programação secretos” de Montauk em cada cidade principal da EUROPA. Que a maioria dos americanos acreditam que para ser “a opinião pública” está na realidade feita com o cuidado e na propaganda "escrita" projetada para aliciar uma resposta comportável desejada do público.

As sondagens da opinião públicas são tomadas realmente com a intenção de investigar a aceitação do público e serve como que de calibragem dos programas de planeamento dos Illuminati. Uma forte presença nas votações diz aos Illuminati que a programação “está a revirar” quando uma atuação insatisfatória disser aos manipuladores do AGORA que têm que rever a programação até que a resposta desejada seja conseguida. Quando a pressão e o índice da propaganda forem decididos em Tavistock, a execução da propaganda é executada.

Os conspiradores globais do AGORA manifestam a sua agenda com a manipulação hábil de emoções humanas, especialmente o medo. Nos séculos passados, utilizaram repetidamente este feito. A técnica é a seguinte: A estratégia dos Illuminati é criar o problema financiando, montando, e treinando um grupo da “oposição” para estimular a agitação em um poder político, espiritual, estabelecido (país soberano, região, continente, etc.) e criar assim fatores de oposição num conflito cuja existência o Illuminati manobre.

Nas últimas décadas, a “oposição assim chamada” é identificada geralmente nos meios como dos “lutadores pela liberdade” ou “libertadores (por exemplo o recente exército da libertação de KLA-Kosovo). Ao mesmo tempo, o líder do poder político estabelecido, onde o conflito é arquitetado, a sugestão é referenciá-lo como um “outro Hitler” (escolha: Saddam Hussein, Milosevic, Kadaffi, etc.). E surgem “os lutadores pela liberdade”que são oriundos frequentemente de um elemento criminoso local (isto é, por exemplo, os traficantes de drogas).

No espírito do engano maquiavélico verdadeiro, as mesmas estratégias são desenvolvidas AGORA igualmente e secretamente em armar e em recomendar o líder do poder estabelecido também (o Illuminati lucra sempre com todo o conflito armado emprestando o dinheiro, armando, e fornecendo todos os partidos envolvidos numa guerra). (Nota: é precisamente o que aconteceu com o conflito na Síria, na Ucrânia/Crimeia, invasão da Ucrânia, ocupação da Venezuela e recente guerra com o Irão e as tarifas e taxas obrigatórias pela força das armas, e ameaças à soberania doutros povos com a desculpa de interesses estratégicos de defesa que não são mais do que a exploração das riquezas naturais dos mais fracos. A Lei do mais forte. Já não há aliados, mas sim negócios. R.)

O conflito é apresentado ao nível internacional pelos meios de comunicação controlados com uma barragem de relatórios de fotos e de vídeos das atrocidades horríveis e sangrentas sofridas por civis inocentes. O grito vai acima de “algo tem que ser feito!” E aquela é a reacção desejada.

Lembremos os nobres ativistas do contra, seja contra o que for, seja direitos humanos do Tibete, fome .... qualquer coisa. Os apresentadores de marionetas do AGORA fornecem então a solução emitindo indícios de tentativas de paz, e instalam os soldados da paz. Uma vez instalados, os “soldados da paz" nunca saem. A ideia é ter controlado o AGORA em todos os países principais ou áreas estratégicas onde existe resistência significativa à aquisição maioritária da nova ordem mundial e onde é provável de ser encontrada.

A parcela incorporada da pirâmide do AGORA parece ser dominada por banqueiros internacionais e pelos cartéis farmacêuticos, assim como outras corporações multinacionais principais, ASSIM COMO INSTITUIÇÕES HUMANITÁRIAS. A família real de Inglaterra, a rainha Elizabeth II e a casa de Windsor, (que são, de facto, descendentes do braço alemão de direitos europeus - que mudaram de nome para Windsor em 1914), são jogadores de nível elevado, juntamente com a oligarquia britânica que controla os estratos superiores dos Illuminati.

O nervo central dos Illuminati e da tomada de decisão deste esforço estão em Londres, em Basileia, Suiça, e em Bruxelas (matrizes da NATO). As Nações Unidas, juntamente com todas as agências que trabalham sob a O. N.U. tal como a Organização Mundial de Saúde (OMS), são jogadores constantes neste esquema. Similarmente, a NATO é uma ferramenta militar do AGORA. (Só que o novo ditador, cego pela sua grandeza, imaginada por ele, está contra tudo e contra todos, e desmantelou a única força credível que existia no mundo, supondo que consegue o que quer pela força militar, o que não lhe tem corrido muito bem. Terá o mesmo fim de todos os egocêntricos ditadores. R)

Os líderes de todos os países industriais principais, como os Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Itália, Austrália, Nova Zelândia, etc. (por exemplo membros do “G7/G8”) são participantes ativos e inteiramente cooperativos nesta conspiração. Neste século, o grau de controlo exercido pelo Illuminati avançou ao ponto de que somente determinados indivíduos, que são preparados e selecionados pelo Illuminati são mesmo elegíveis de serem o primeiro-ministro ou o presidente dos países como Inglaterra, Alemanha, ou os Estados Unidos. Não importa se Bill Clinton ou Bob Dole ganhassem a presidência em 1996, os resultados seriam os mesmos. Ambos os homens estão a jogar na mesma equipa e para o mesmo clube. Qualquer um que não é um jogador da equipe é removido: isto é. Presidente Kennedy, Ali Bhutto (Paquistão) e Aldo Moro (Italy). (Nota: e atualmente D. Trump. R).

Mais recentemente, o almirante Borda e William Colby foram assassinados igualmente porque eram um dos poucos dispostos a seguir com a conspiração... destruir a América. Não estavam a cooperar, e tentavam expor a agenda da aquisição maioritária. A maioria das guerras principais, das agitações políticas, e da depressão económicas dos últimos100 anos (e mais cedo) foram cuidadosamente planeadas e incitadas pelas maquinações destas elites. Incluem a guerra Hispano-americana (1898), a Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial; A grande depressão; a revolta de Bolshevik de 1917; a ascensão do Nazismo na Alemanha; a Guerra da Coreia; a guerra de Vietname; em 1989-91 a "queda" do comunismo soviético, a Guerra do Golfo 1991; e a guerra recente no Kosovo. Mesmo a Revolução Francesa foi arquitectada pelos Illuminati da Bavaria e a casa de Rothchild.

A instigação de uma guerra serve como uma tampa para fortunas de acumulação e pode ser datada pelo menos do 1º século em que somente um grupo central de nove membros e de um grupo de Illuminati chamados de cavaleiros Templários, era o braço militar de uma sociedade secreta dos Illuminati. Por exemplo a Guerra às drogas. A “guerra às drogas” é um gracejo cruel. O governo dos E.U., especificamente a CIA, é o “barão da droga maior” do planeta. O dinheiro da droga é usado para pagar “projetos negros inumeráveis”, incluindo a construção das cidades subterrâneas enormes que abrigam os seres humanos e os extraterrestres que trabalham com o governo em segredo.


A aquisição e a consolidação da riqueza, a maioria dos recursos naturais, e de poder político total, assim como o controlo sobre outros, são as forças da motivação que conduz as decisões dos Illuminati. O sofrimento do ser humano e a perda de vidas inocentes não são problema para estes indivíduos, que estão alinhados com extraterrestre hiper-dimensionais. O grupo dominante de extraterrestres malévolos controla e manipula o Illuminati humano! E são conhecidos como Reptilianos, Greys, etc. Não são todos os reptilianos mas são de uma orientação "espiritual inversa". Os detalhes da conspiração de Illuminati são apresentados brilhantemente nos livros de David Icke ... pesquise, e informe-se.


                                                       David Icke


Para os curiosos: Como se tornar um Iluminati ver - https://exateus.com/2015/04/15/como-se-tornar-um-illuminati/