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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

 

SOBRE OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO

Os Illuminati tentam implantar a sua Nova Ordem Mundial, minando e controlando desde há muito tempo todas as áreas do poder, principalmente a Imprensa. Com a chegada da Internet a sua ação tornou-se muito mais difícil porque deixaram de ter o monopólio da Informação, além da reação contrária de outro bloco de influência (BRICS) que declararam guerra contra esta Nova Ordem Mundial e querem implantar outra Ordem Mundial mais justa e mais abrangente sem “sacrificar” noventa por cento da população mundial como previsto na agenda Illuminati, que tentam apressar as suas ações antes de perderem o controlo na totalidade e, caso insólito, declararam a sua existência.

Imagem: Amazon.com

Para atingir os seus objetivos, definiram o papel da imprensa de forma bem clara nos chamados Protocolos dos Sábios de Sião, que ninguém sabe ao certo quem os escreveu. A verdade é que alguém os escreveu e os Illuminati utilizam-nos para atingirem os seus fins, criando descontentes. As pessoas só estarão abertas a aceitarem o sistema do Anticristo se estiverem suficientemente insatisfeitas com as instituições.

A imprensa escrita e falada emite na maioria dos casos as “más notícias” porque “São as más notícias que vendem publicidade”. Como é óbvio produzem muito mais dano à sociedade.

Na rádio, os locutores transmitem as piores notícias imagináveis. Na Televisão e jornais, o mesmo. Assassinatos, violência, roubos e sequestros são parte do regime diário. A Bíblia diz repetidamente que, no fim dos tempos, a iniquidade aumentará mais e mais, até que a sociedade entrará em colapso sob o impacto de toda a desordem. Essa impiedade é um dos principais sinais de que o mundo hoje marcha rumo ao aparecimento do Anticristo. Satanás é o príncipe dos ares e a sua ação é mais notada nos órgãos de comunicação social que se propagam pelos ares.

Mas, é claro, os Illuminati não se contentam apenas em reportar os crimes contra a sociedade, eles querem ir para o próprio fulcro da nossa sociedade: a confiança nas instituições.

Embora a maioria das pessoas queira acreditar nos seus governos, a sua exposição a tantos casos de abuso de poder e privilégios, fez desaparecer a confiança de algumas gerações, e foi substituída por uma confiança condicional. A "confiança" atual consiste em "Eu o apoiarei para o cargo se você apoiar as políticas que ponham dinheiro no meu bolso".


No seu esforço de despedaçar o fulcro social, a comunicação social apresenta constantemente matérias sobre a natureza corrupta das autoridades eleitas, ou matérias sobre a ineficiência ou a natureza fraudulenta dessas autoridades.

As empresas também são alvos favoritos, desde os esquemas de seguros que defraudam os idosos, até aos golpes contra tantos tipos diferentes de pessoas na nossa sociedade. Logicamente, quanto mais inocente e indefesa for a vítima, mais poderosa será a matéria de notícias.


Imagem:largodoscorreios-WordPress.com

Os desastres naturais recebem muita atenção ao ponto de convencer a população de que a Terra está prestes a ser destruída. No Sistema Público de Ensino, as crianças e adolescentes não somente aprendem que a Teoria da Evolução é um facto científico, mas também aprendem que estamos a chegar perto de destruir o Planeta, a não ser que algo seja feito, e feito de forma rápida e drástica.

Os programas de rádio com entrevistas tiveram uma grande expansão na última década e transmitem o mesmo tipo de más notícias que vemos na televisão. Os comentaristas, escolhidos pelos “senhores” gostam de agradar a “sua” audiência, que se deleita em ridicularizar as pessoas com quem tem diferenças filosóficas, políticas e/ou religiosas. Pesquisa feitas nos últimos 30 anos mostram que os líderes dos Partidos mais conservadores, incluindo os Partido Republicano e Democrata americanos, são tão comprometidos com a Nova Ordem Mundial que os rótulos "conservador" e "progressista" não têm sentido.

O peso cumulativo de todas essas más notícias é tão grande que psicólogos aconselham que ninguém deveria assistir às notícias imediatamente antes de ir para a cama à noite. As más notícias prejudicam o sono. As emoções estarão tão abaladas que as pessoas terão dificuldade em dormir bem.


Imagem: SleepUp


Tudo isto faz parte do Plano dos Protocolos dos Sábios de Sião que, como se sabe, ninguém sabe quem os escreveu, mas cujo texto serve que nem uma luva para os objetivos dos Illuminati. E, segundo estudiosos do oculto este Plano só poderia ser concebido de forma sobrenatural pelos “espíritos-guias” demoníacos que guiam os verdadeiros ocultistas.

Vejamos o papel que eles prevêem para a mídia, a imprensa, durante o estado de transição para a Nova Ordem Mundial. Durante esse estado de transição, os governos do Ocidente ainda serão livres, mas cambalearão rumo ao sistema ditatorial previsto:

"Os Estados modernos possuem uma grande força criadora: a imprensa. O papel da imprensa consiste em indicar as reclamações que se dizem indispensáveis, dando a conhecer as reclamações do povo, criando descontentes e sendo o seu órgão". (Protocolo 2).

É esse, exatamente, o papel da comunicação social de hoje. Cumprem o primeiro elemento (salientar os requisitos considerados indispensáveis) quando apresentam quadros como "Tosquiando a Nação", que enfatizam fortemente os fracassos do governo e das empresas, e o modo como o dinheiro dos nossos impostos é desperdiçado.

"A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os Estados não souberam utilizar essa força e ela caiu nas nossas mãos. Por ela, obtivemos influência, ficando ocultos". (Protocolo 2).

Ao mesmo tempo em que provocam agitações, ruído e fúria na nossa sociedade, os verdadeiros manipuladores do poder nunca são vistos e nunca são afetados.

"Graças à imprensa, ajuntamos o ouro nas nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas que nos custou consegui-lo... Mas valeu a pena, apesar de termos sacrificado muitos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas, diante de Deus, vale milhares de gentios." (Protocolo 2).

Aqui, os protocolos falam das guerras travadas, quando falam das "torrentes de sangue e de lágrimas", que resultaram na acumulação de grandes riquezas pelos banqueiros internacionais. Na verdade, vemos a avaliação da necessidade de guerra e de um determinado tipo de guerra:

"Precisamos que as guerras não deem, tanto quanto possível, vantagens territoriais. Transportada, assim, a guerra para o terreno económico, as nações verão a força de nossa supremacia, e tal situação porá ambas as partes à disposição de nossos agentes internacionais, que têm milhares de olhos e que nenhuma fronteira pode deter. Então, os nossos direitos internacionais apagarão os direitos nacionais, no sentido próprio da expressão, governando os povos, do mesmo modo que o direito civil dos Estados regula as relações entre os seus súbditos." [Protocolo 2].


É por isto que houve tanto derramamento de sangue nas duas Guerras Mundiais, na Guerra da Coreia, na Guerra do Vietname, em ambas as Guerras do Golfo, e no Afeganistão, por questões económicas, e outras guerras mais recentes, como da Invasão da Ucrânia e e ataque ao Irão sem a conquista de novos territórios. E a lógica é que parece que estas guerras não têm a intenção de obter uma “vitória” completa. São negócios apenas.

Na verdade, os grandes financeiros e industriais tornaram-se podres de ricos com todas estas guerras. As vidas são perdidas em vão, como também as vidas daqueles que tombaram mortos em ambas as Guerras Mundiais e na Guerra da Coreia, Vietname, Afeganistão, Iraque, Ucrânia e Irão. Cada uma das guerras sanguinárias no último século teve o propósito de fazer avançar a Nova Ordem Mundial.

O acto final deste grande drama global começa a desdobrar-se na Terceira Guerra Mundial. A economia entrará em colapso total, pois está a ser preparada para isso. A maior transferência de riqueza na história mundial ocorrerá, quando a riqueza cumulativa das pessoas fluirá para as mãos de alguns poucos (os líderes do Plano da Nova Ordem Mundial). Logicamente, esse colapso económico será uma das muitas crises que serão deflagradas simultaneamente em todo o mundo, para fazer as pessoas entrarem em pânico e aceitarem o Anticristo, o seu governo e o seu programa de recuperação. Se a população não estivesse insatisfeita com o atual governo em alguma medida, nunca permitiria que o Anticristo substituísse a forma atual de governo no mundo pela sua forma.

Este é o plano, e o trabalho da imprensa neste período preparatório é criar o descontentamento entre a população.


Imagem: Aventar


"Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos umas às outras todas as forças, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a independência. Encorajamos para esse fim todas as tendências, armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios. Dentro de pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda a parte. Os palradores inesgotáveis transformaram as sessões dos parlamentos e as reuniões administrativas em maratonas oratórias. Jornalistas audaciosos e satíricos cínicos atacam diariamente o pessoal administrativo. Os abusos do poder, finalmente, prepararão a queda de todas as instituições, e tudo será destruído pela multidão enlouquecida." (Protocolo 3).

Este cenário foi a tendência durante todo o século 20, e tem sido o padrão para o século 21. Depois o mundo superou as excessivas destruições da Primeira Guerra Mundial, caminhou rumo à Segunda Guerra Mundial, passando primeiro pela Grande Depressão, que foi causada de forma deliberada pelo Illuminati. Em seguida, houve a Guerra da Coreia e a Guerra do Vietname, em tempos económicos difíceis. Após um breve período de tranquilidade económica durante o governo Reagan, os EUA descobriram que tinham as suas Forças Armadas renovadas, capazes de derrubar Saddam Hussein sem sofrerem grandes baixas. Mas, pelo menos o presidente Bush teve a coragem de dizer claramente que a Guerra do Golfo tinha o propósito de cooperar para a Nova Ordem Mundial.

Depois, os EUA envolveram-se em guerras no Iraque e no Afeganistão, nenhuma das quais conseguiu vencer. E hoje Donald Trump dá continuação ao previsto pelos Illuminati, metendo-se em guerras insensatas, criando a divisão entre aliados tradicionais, fechando portas, sendo completamente manipulado pelos Illuminati como que a preparar a ascensão do Anticristo.

Verdadeiramente, todos esses conflitos ocorreram por questões económicas e políticas, mas não para ganhar novo território. Finalmente, os líderes da Nova Ordem Mundial que estão na liderança do capitalismo, do comunismo e dos extremistas e anarquistas, tornaram-se podres de ricos com todos esses conflitos.


Só que, agora, outro bloco de grande influência se organizou para contrapor a Nova Ordem Mundial Illuminati com uma Nova Ordem Mundial mais abrangente, mais universal e mais “justa”.


Esperemos para ver o que acontece pois, pelo que li na Redaçãcontento DW África (AP, AFP, EFE, Lusa) em 13.9.2026, Os líderes dos BRICS aprovaram por unanimidade a Declaração de Nova Deli, numa cimeira em que Índia e Rússia defenderam reformas na governação mundial e o alargamento do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). Na abertura da sessão, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, apelou à transformação da atual "pirâmide de privilégios" da governação mundial numa "plataforma de parceria" e propôs a elaboração, até à próxima cimeira, de um roteiro com dez propostas de reforma assentes na representação, capacidade de resposta e elaboração de normas. Defendeu que a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas "já não pode ser adiada" e pediu que as negociações tenham prazos e resultados concretos. O chefe do Governo indiano sustentou ainda que o poder de voto e os cargos de liderança nas instituições financeiras internacionais devem refletir melhor o peso das economias emergentes.

Putin acusa alguns países de resistirem às mudanças na ordem mundial através de "guerras tarifárias", sanções, ingerência nos assuntos internos e outras formas de pressão, considerando que a eficácia das instituições multilaterais está a diminuir.

"Recusam-se a aceitar a realidade em mudança e procuram conter os seus concorrentes em crescimento por todos os meios possíveis. Recorrem a todo o tipo de artimanhas, incluindo guerras tarifárias, sanções ilegítimas, tentativas de ditadura económica, chantagem, ingerência nos assuntos internos e, simplesmente, força bruta", afirmou Putin numa indireta para Trump.

A cimeira reuniu, entre outros dirigentes, o Presidente chinês, Xi Jinping, o Presidente russo e o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.


Lideres dos BRICS pedem contenção face à escalada no Médio Oriente


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