Arquivo do blogue

terça-feira, 21 de maio de 2024

 

PORTUGAL CADA VEZ MAIS DESCULTURADO



Sobre as afirmações do nosso Presidente da República quanto ao fenómeno colonial e injustiças interpretadas face ao momento atual, os nossos comentadores e especialistas perdem-se em críticas acaloradas contra Marcelo Rebelo de Sousa e ninguém ainda procurou explicar os valores que regem as civilizações.

Há muito que o nível cultural dos profissionais da informação está em queda assim como é cada vez pior a capacidade de gerir da “elite” que se acomodou nos partidos políticos e ocupam praticamente todos os lugares cimeiros da governação deste pobre país.

Já não há gente com carisma, verdadeiros Homens de Estado, estando na linha da frente indivíduos medíocres, que só conhecem os corredores das autarquias e dos partidos a que pertencem, sem experiência de vida, que nunca conviveram com o povo e não se apercebem dos seus problemas, da má assistência na saúde, carregados de impostos e taxas, sempre em bolandas nos transportes públicos à chuva, vento e frio, que puxam para todos os outros lugares cimeiros outros medíocres que não podem ser mais inteligentes que aqueles que mandam na política, na economia e finanças e, por arrasto, a maioria das empresas, órgãos de informação e toda aquela maioria que vive à custa de subsídios. Os verdadeiramente inteligentes e que poderiam elevar o nível dos nossos líderes foram afastados ou afastaram-se.



Diz-se constantemente que o País vai mal, em crise no plano económico, mas o ponto fulcral ainda não foi abordado: a Cultura. Não a cultura literária, clássica, mas sim a perceção e compreensão dos valores que regem as civilizações.



A grande parte dos indivíduos considerados “cultos” e, mais sofisticadamente, “intelectuais”, são pessoas que escrevem sem erros, conhecem bem a sua língua (apesar da “borrada” que fizeram com o acordo literário com o brasileiro), sabem os nomes de todos os escritores e poetas da sua terra. Têm a cultura que ao ser transmitida só dá sono e fastio.

Na minha modesta opinião a verdadeira “cultura” deve produzir uma sensação dinâmica, rica e de intensa curiosidade naqueles que procuram saber. O indivíduo verdadeiramente culto é aquele que prende a atenção dos que escutam quando transmite o que sabe.


Imagem: DER TERRORIST - SAPO


O triunfo da mediocridade depois de 50 anos do 25 de Abril. Uma capa que explica o grande falhanço em que se tornou este país, num artigo de José Simões.

Ora, o que verificamos é que os programas de informação e com debates culturais (?) são demasiado frouxos e nada transmitem. Ou os temas são muito genéricos e não possibilitam um debate mais transparente ou as pessoas convidadas, apesar de cultas, não conseguem clarificar aquilo que discutem, e principalmente com as interrupções contínuas para imporem os seus argumentos. Um dos sinais da cultura é saber ouvir e não interromper a linha de pensamento de quem fala e só depois argumentar.

Nos meus arquivos encontrei um texto que escrevi em 1983 sobre um debate televisivo, em 18 de Junho do mesmo ano no segundo programa da RTP, sobre Colonialismo que achei absolutamente anti-informativo e depois de algumas atualizações exponho aqui.

O filme escolhido nada propunha, conforme foi afirmado no debate final. De facto tratava-se de uma historieta fácil onde os “brandos costumes”, apanágio dos portugueses, foram excessivamente realçados. Mas o mais grave, para mim, foi a conclusão que ficou no ar após o debate.

Depois de muito falarem, e serem abordadas várias questões, o que o espetador menos avisado “apanhou” e concluiu foi que o Colonialismo é sinónimo de Escravatura e deste modo os portugueses deveriam ter vergonha do seu passado escravista e colonial.

O que pretendo salientar é que ao ser debatido um dado fenómeno histórico o mesmo deveria ser analisado dentro da sua época e não à face do momento presente com valores morais e sociais completamente diferentes. Além disso seria necessário em primeiro lugar definir o fenómeno e, em segundo lugar, saber qual ou quais as ações que caraterizam esse fenómeno.

Só depois destes dois pontos esclarecidos é que se passaria à crítica.

É evidente que Portugal tem um passado escravista, mas face à moral e valores da época esse facto era aceite, e qualquer país que pretendesse manter a sua posição forte, do domínio das rotas marítimas, e riqueza, teria de proceder conforme os valores da época. Naquele tempo o domínio dos oceanos, e do mundo, era disputado pelas nações mais fortes como Portugal, Espanha, Inglaterra, Holanda, e toda a sua política e economia eram fortemente influenciadas pelo tráfico de escravos e comércio pelo outro.



Hoje, os valores sociais e morais são diferentes e enquanto se condena a escravatura, ludibriados pela semântica esquecem que está tudo praticamente na mesma. As grandes potências (sempre a lei do mais forte) caem noutro círculo de exploração dos povos. Exploram os mais fracos com o chamado neocolonialismo, com as multinacionais e outras formas mais camufladas. É um facto. Os ditadores nascem como cogumelos e têm as populações escravizadas. Isso acontece na África de Hoje, na América do Sul e grande parte da Ásia. As falsas democracias proliferam, e mantêm essas nações “ocupadas” abaixo da pobreza, sugam todos os seus recursos naturais e provocam as guerras genocidas. Têm fome, mas não faltam as armas para se matarem uns aos outros e são campo de ensaios para alimentos transgénicos e toda a espécie de experiências para conseguirem mais lucros.


Um dia, esse sistema será também fortemente criticado assim como se criticam os sistemas de exploração do passado.



Depois passou-se para o Globalismo, ou Nova Ordem Mundial, o que vai dar ao mesmo. Exploração da mão de obra barata e mais lucro para os exploradores.



E finalmente a Globalização, que está a dar maus resultados porque os países ricos exportaram toda a sua tecnologia para os países com mão de obra barata e há o volte face. Ou seja, agora que que a Rússia está a desestabilizar o mundo e a Europa começou a preocupar-se com a sua segurança económica e defesa, descobriu que está em desvantagem e desindustrializada. Todo o seu poder industrial foi exportado para países com mão de obra barata, alguns dos quais estão alinhados com a Nova Ordem que os BRICS querem implantar contra a Nova Ordem Mundial Ocidental.

A própria Bíblia refere a escravatura sem a reprovar, traçando apenas normas de conduta de acordo com o espírito e moral da época.

Na minha opinião, os telespetadores deveriam ter sido informados que o colonialismo e o seu apogeu surgiu “depois” da escravatura. Os Egípcios tinham escravos muito antes de se pensar em colonialismo pois os escravos não eram “colonos”. Não lhes davam terras para povoar e nem eram controlados por colonos egípcios.

O sistema de exploração colonialista, que se caracteriza pela imposição de valores e cultura do povo explorador e consequente espoliação da riqueza do povo subjugado, foi utilizado por Portugal só “depois” do ultimato Inglês quando do mapa cor-de-rosa.

Até aí Portugal possuía umas feitorias ou entrepostos comercias no litoral, e só quando a Inglaterra declarou que Portugal teria direito apenas às terras efetivamente ocupadas é que Portugal começou a fixar colonos nos territórios do interior.

Não podemos considerar a escravatura como uma consequência do colonialismo, pois quando os portugueses lá chegaram já havia tráfico de escravos entre os reinos africanos.

Antes dos portugueses já os árabes atravessavam a África para irem buscar escravos ao centro e sul.



De resto, os portugueses limitavam-se a trocas comerciais (na época a venda de um escravo era uma transação comercial), sem imporem uma cultura ou espoliarem sem uma contrapartida. Enganando ou não, havia sempre uma troca de produtos e uma negociação.

No colonialismo o caso já era outro. Não havia negociação mas sim imposição. Os valores morais e culturais eram impostos à força com a consequente degradação dos valores culturais do povo subjugado. Nessa altura o indígena era obrigado a saber falar a língua do povo ocupante, e aceitar a religião cristã e a deslocar-se para zonas pobres e impróprias para a agricultura. Os terrenos passavam a ser considerados como propriedade da Coroa, ou do Estado, e distribuídos pelos colonos.

Com o tempo o sistema foi-se sofisticando, mas sempre dentro dos parâmetros permitidos pela moral e valores da época. Conforme se foram modificando os valores e conceitos de sociedade, essa forma de exploração das riquezas e mão de obra barata passou a outras que não são tão criticadas atualmente, como os protetorados, comunidades, territórios e existência de multinacionais.

Portanto, nós, portugueses, só nos devemos envergonhar de procedimentos contrários aos valores e moral da época. Hoje, por exemplo, existe escravatura em países árabes e escravatura escondida por todo o mundo por imposição, dívidas e venda de crianças pelos seus progenitores que estão na miséria e o fazem para sobreviverem. E além da nova moral e novos valores mais “civilizados” ainda subsistem colónias (podem dar-lhes outro nome mas não deixam de estar sob o jugo colonialista) como Gibraltar, Novas Hébridas, Porto Rico, Guantanamo e Hawai, mas oficialmente existem 16 colónias: Anguilla, Bermudas, Gibraltar, Guam, ilhas Caimão, ilhas Malvinas, Turks e Caicos, ilhas Virgens Britânicas, ilhas Virgens Americanas, Monserrate, Nova Caledónia, Pitcairn, Saara Ocidental, Samoa Americana, Santa Helena e Tokelau.

Falou-se na existência de várias formas de colonialismo, como o português considerado diferente mas, sem uma explicação cabal, considerado um mito, bem como a ocupação das Malvinas, Porto Rico, Gibraltar e até Hawai e Guantanamo.

As opiniões divergem como é natural e o telespetador devia ter sido informado das consequências e influência do colonialismo Britânico, Francês, Espanhol e Português. Deviam salientar o facto, por exemplo, de que todas as potências colonizadoras enriqueceram com as suas colónias e muitas delas ainda hoje usufruem disso, exceto Portugal.

A França e Grã-Bretanha quando largaram as suas colónias fizeram-no com lucro. Chegaram ao ponto de levantar vias férreas e lavrar campos relvados e ajardinados. Portugal deixou tudo intacto e, pelos que dizem os responsáveis políticos portugueses, após 25 de Abril, as colónias eram um peso para o erário público.

Na verdade, as riquezas exploradas estavam nas mãos de companhias estrangeiras, nomeadamente inglesas nos caminhos de ferro e diamantes, e americanas no petróleo.

Portugal retirou-se de “mãos a abanar”, podendo fazer o contrário, e quem ficou na miséria foram os “colonos”, os portugueses que tinham tudo lá e não saqueavam para mandar para a metrópole. Era tudo empatado lá, e mais de oitenta por cento trabalhavam por conta de outrem. Os portugueses não devem ter vergonha do seu passado histórico. Portugal é que devia ter vergonha de nunca ter indemnizado essa gente de trabalho. Só indemnizou os grandes proprietários que fugiram para o estrangeiro e que regressaram para continuar a explorar a população portuguesa.

Quanto ao abordado, naquele debate, sobre a escravatura doméstica e eliminação ou deportação de chefes negros “por conspirarem contra o Estado” e não aceitavam o domínio colonial, nada explicou sobre o fenómeno colonial, nem tão-pouco o caso da contratação de pessoal por angariadores.

O mesmo existia em Portugal.

Em Portugal os trabalhadores rurais também eram deslocados em migrações internas, como no Alentejo, por uma questão de mera subsistência e necessidade de ganhar a vida. Também sabemos que aqueles que “conspiravam contra a segurança do Estado” eram deportados ou eliminados pela PIDE/DGS.

O mal estava no sistema de governação, na ditadura, no estado policial e não caracteriza por si o Colonialismo.

O que caracteriza o Colonialismo é a descriminação, não de indivíduo para indivíduo mas de povo para povo. Porque os indivíduos privilegiados ou indivíduos perseguidos e torturados tanto havia dum lado como do outro.

Uma notícia da Reuters de 11.03.2004 informa que a África escravizou mais de um milhão de europeus, segundo declarações do historiador americano Robert Davis, entre 1530 e 1780. Davis, professor de história social italiana na Universidade de Ohio State, disse que ''Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão (na Idade Moderna) sempre foi de natureza racial, ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade''. "Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.".


Imagem: Facebook

Certamente que há muitos mais fatores que caracterizam o Colonialismo, como a constituição de monopólios, escoamento de produtos excedentes e de má qualidade, moeda desvalorizada em relação à metrópole, aquisição dos produtos coloniais a preços mais baixos que as cotações internacionais (café, milho, algodão, açúcar, etc.), enfim, um mercado seguro e sem concorrentes. Só que no debate televisivo perderam-se quase duas horas a citarem factos pontuais que não caracterizam o sistema de exploração colonial, esquecendo-se de que os mesmos atos de violência e crueldade desumana eram perpetrados no campo de concentração do Tarrafal e nas prisões da PIDE e da LEGIÃO, e mais recentemente, depois da libertação em 25 de Abril pelo COPCON que “democraticamente” praticou os mesmos atos de perseguição e tortura, chegando ao ponto de emitir mandatos de captura em branco.

Os portugueses deviam ser elucidados sobre o fenómeno colonial e deixar de ligar intimamente a escravatura ao fascismo, como se todos os males fossem consequência da ditadura fascista. O Colonialismo vem de muito atrás na História, passou pelas monarquias, pelas repúblicas, pelas ditaduras fascistas e comunistas, pela democracia e continuará por outras formas políticas de governação. Só lhe dão nomes diferentes.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

 

E A DISCUSSÃO CONTINUA


Imagem: Lei Universal

Apesar das provas evidentes, a discussão sobre o “mistério” da Vida no Universo conhecido continua. Há os chamados “teóricos da conspiração” de espírito mais aberto e curioso roçando a “loucura”, há os “racionalistas” com as suas teorias cimentadas na “Ciência”, há os “negativistas” que tudo contestam fechados no seu mundo onde se sentem confortáveis e os “religiosos” mais afoitos que aceitam que se o Criador tem poder para criar os Universos e a Vida neste recanto da Via Láctea também tem poder para criar Vida em todo o Universo.

Seria um desperdício deixar o espaço infinito despovoado de vida sesciente.

Imagem: FaceBook

Os “encontros” com extraterrestres, sempre motivo de especulação, aumentaram nos últimos tempos. Em 1996, pesquisadores da NASA anunciaram ter descoberto formas rudimentares de Vida num meteorito que supostamente procedia de Marte. Se bem que as especulações sobre essa pedra de Marte mostraram não ter fundamento, o entusiasmo pela procura de vida extraterrestre não esmoreceu.

John E. Mack, professor de psiquiatria da Universidade de Harvard, publicou uma coletânea de casos a que deu o título de “Raptado por Extraterrestres” e muitos outros documentos recolhidos por outros pesquisadores foram revelados ao público. E segundo uma pesquisa de opinião efetuada pelo Instituto Allensbach, na Alemanha, 17 por cento da população crê que existam UFOs, 40 por cento acreditam que haja vida em outros planetas e 31 por cento crê que esses seres sejam inteligentes.

E os cientistas o que dizem?

No ano de 1900, a Academia Francesa de Ciências anunciou um prémio de cem mil francos para quem fosse o primeiro a estabelecer contato com um mundo desconhecido. Marte foi excluído, pois naquele tempo havia certeza de moradores naquele planeta.

Mesmo que até hoje não haja a menor prova científica revelada da vida extraterrena, muitos astrónomos acham que a vida, como ela é concebida na Terra, teria forçosamente surgido em outros lugares, principalmente em planetas com a distância certa do seu Sol para ser corretamente aquecido. Isto para as condições de vida existentes na Terra. A simples existência de água, ou gelo, não evidenciam claramente a existência de vida como alguns defendem no caso de um dos satélites de Júpiter – Europa – que teria gelo.

Na vastidão do espaço sideral, as distâncias são inimagináveis e só com tecnologia muito avançada capaz de “abrir” portais no espaço e viajarem pelo “hiperespaço” como os autores de ficção científica imaginam, é que seria possível viajar de planeta para planeta, de galáxia para galáxia, em curto espaço de tempo. Sem isso é impossível “correr”, apenas, pela nossa galáxia.

Imagem: Brazil Astronomy – WordPress.com

Em 1935, Einstein e Nathan Rosen (1909-1995) deduziram que as soluções das equações da relatividade geral permitiam a existência de pontes, originalmente chamadas de pontes de Einstein-Rosen, mas agora chamadas de redemoinhos ou buracos de minhoca (wormholes). Estas pontes unem regiões do espaço-tempo distantes. Viajando pela ponte, pode-se mover mais rápido do que a luz viajando pelo espaço-tempo normal.

Deste modo, é muito difícil para os cientistas e racionalistas aceitarem a existência de extraterrestres pelo conhecimento atual da Física aplicada nos fenómenos. Sociólogos defendem que pessoas que não têm vínculos com Igrejas (mas dizem ser religiosos) reagem fortemente à possível vida de extraterrestres. Para eles a ufologia é como uma religião substituta mais à base da crença, da fé, do que qualquer “avistamento” ou facto científico.

Para os cristãos a Bíblia é a Palavra de Deus. E o mais estranho é que os livros sagrados de TODAS as religiões falam em deuses e guerras celestiais travadas nos céu da Terra. Não há fumo sem fogo. ELES VIRAM QUALQUER COISA a combater nos céus, em épocas em que ainda nem sonhavam “voar” em veículos fabricados pelo homem. Pinturas antigas mostram objetos voadores não identificados. Se o pintor as reproduziu é porque os viu ou ouviu relatos de quem viu.

Imagem: Mega Curioso

Imagem: Notivagos o Dia Pela Noite

Nos textos hindus antigos, por exemplo, são descritos veículos voadores que eram utilizados na arte da guerra.


Imagem:OVNI Hoje!


De acordo com textos da Índia esses UFOs visitavam a Terra há seis mil anos.

A Bíblia, por exemplo, revela que a Vida só é possível através de um ato criador. Mesmo no espaço existiam planetas semelhantes à Terra e lá existiria Vida se o Criador a tivesse criado.

E, pela lógica, se Deus o tivesse feito e essas criaturas nos visitassem, Deus ter-nos-ia avisado. Além disso, Deus informou acerca de detalhes acerca do fim deste mundo, como em Mateus 24 ou no Livro do Apocalipse. Um dia o Universo será enrolado como um pergaminho envelhecido. Deus falou sobre o fim do UNIVERSO e não só da Terra, o que pressupões que todas as criaturas “criadas” noutros locais também teriam as suas moradas destruídas.

A Bíblia também descreve todos os seres viventes (neste mundo). Nos céus existem os Anjos, que também servem as pessoas sobre a Terra. Quanto ao Diabo, e demónios, a mensagem é diferente. Em Efésios 2:2 chama-o de “príncipe da potestade do ar”. O seu raio de ação é sobre a Terra.

Será que por detrás de todos os fenómenos insólitos não identificáveis se encontram as obras do enganador?

Como mostram os relatos dos UFOs, é tudo muito nebuloso e não “identificável” pelo ser humano comum.

Como existem muitos preconceitos por parte das pessoas ditas científicas e racionais, a Bíblia é, logo à partida descartada como fonte de informação sobre UFOs e extraterrestres. Os UFOs até têm sido interpretados como “manifestações espirituais” extraterrestres, pois os seus movimentos no céu extrapolam as leis da Física (conhecida por nós) como viragens de 90 graus a altíssimas velocidades.

A verdade é que o Vaticano tem as suas suspeitas sobre o assunto e construiu o observatório mais avançado para o seu estudo. O Grupo de Pesquisa do Observatório do Vaticano (VORG) opera o Telescópio Alice P. Lennon, de 1,80 m, com sua Instalação Astrofísica Thomas J. Bannan, conhecida como Telescópio de Tecnologia Avançada do Vaticano (VATT), no Observatório Internacional Mount Graham (MGIO), no sudeste do Arizona . O telescópio é apelidado de LUCIFER 1 e fornece uma ferramenta poderosa para obter insights espetaculares do universo – da Via Láctea a galáxias extremamente distantes.

Imagem: FaceBook

A Bíblia revela e não revela, é muito ambígua, pois os Livros “escolhidos” foram aqueles que, na época, conseguiam compreender. Tudo aquilo que saía da compreensão dos “senhores” da Igreja, foi alimentar o stock dos textos apócrifos, como o Livro de Enoque que fala abertamente nesses seres extraterrestres. Este livro detalha a parte do Génesis sobre gigantes e o dilúvio. O seu conteúdo é mencionado no Novo Testamento pela epístola/carta de Judas e, apesar de ter ficado fora do corpus bíblico adotado no Ocidente, há cerca de 2000 anos faz parte da Bíblia etíope. Até a elaboração da Vulgata , por volta do ano 400, os primeiros seguidores de Cristo mencionavam-no abertamente nos seus textos e aceitavam-no como real. Após a Vulgata ele caiu no esquecimento. Em 8 de Abril de 1546, o Concílio de Trento adotou a Vulgata como a tradução autorizada da Igreja Católica Romana. O Papa Sisto V publicou uma impressão oficial deste texto autoritário em 1590, assim como o Papa Clemente VIII em 1592 (conhecido como a Vulgata Clementina).

Entretanto, o livro é muito interessante e parece real. O livro de Enoque foi preservado somente em uma cópia, na totalidade, em etíope e, por esta razão, também é chamado de Enoque etíope.

Imagem: You Tube – PastorAntónio Júnior

No Génesis vem que Deus criou o “mundo” no principio, logo, Deus não pertence a este mundo. A localização do trono de Deus no Universo é muito indefinida e é referida apenas como “Céu”, ou “Terceiro Céu” (2Coríntios 12:2). Em Hebreus 1:14 vem que os Anjos são “espíritos ministradores”.

Os Anjos existiam, sem dúvida, antes dos seres humanos serem criados. O próprio Lúcifer pertencia a essa categoria antes de se rebelar, no Céu, sendo expulso para a Terra. Os Anjos foram encarregados de cuidar da entrada do Jardim do Éden, após a queda. Fica claro, então, que os Anjos não são almas ascencionadas de Homens mortos, pois são mencionados pela Bíblia antes mesmo de ter havido a primeira morte.

Como Lúcifer e um terço dos Anjos foram lançados na Terra, este planeta é o único lugar no Universo onde existem duas categorias de seres criados que estão em rebelião contra o seu Criador. Logo, este planeta é o único onde existe a morte, e isto é fundamental para se entender as diferenças entre a conceção bíblica de ETs e a conceção corrente no mundo.

Além de Deus e os Anjos, a Bíblia ainda menciona outros seres que não pertencem ao planeta. Em Job 1:6 e 7 e 21 vem: “Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles”. Como Satanás disse que acabara de rodear a Terra e passear por ela, pode deduzir-se que o lugar da reunião não era na Terra, pois Satanás vinha de lá e os seres humanos não têm acesso ao Céu. Então quem seriam estes filhos de Deus?

Alguns comentaristas ensinam que os “gigantes” citados no Génesis 6:4 são o resultado da união de mulheres com anjos. Baseiam-se no verso 2, onde existe a expressão “filhos de Deus”, que eles atribuem referir-se aos Anjos e também citam o verso 1 do capitulo dois de Job para provarem o seu ensino.

Em Hebreus 11:3 diz que OS MUNDOS (no plural) foram criados pela Palavra de Deus.

Os textos da escritora Ellen G. White, fornecem maiores detalhes sobre este assunto. “Deus que criou os mundos, entre os quais esta Terra que é apenas um grão de pó e quase não se notaria a sua ausência dentre os numerosos mundos (In Heavenly Places, pág. 40). Deus tem mundos inumeráveis que são obedientes às suas Leis, e que se conduzem de acordo com a Sua glória (The Faith I Live By, pág. 61).

Portanto, existem extraterrestres mas do ponto de vista bíblico não se podem considerar os ditos UFOs como provenientes de inteligências extraterrestres porque a sua existência real ainda não foi abertamente comprovada. Os ETs bíblicos possuem meios de transporte muito mais eficientes e avançados do que os “discos voadores” (ver Daniel 9:20-23), o pecado não alcançou os outros mundos e, portanto, a morte, destruição, violações, sequestros (abduções), as crueldades e conquistas atribuídos aos ETs, não combinam com a descrição bíblica dos Anjos e outros seres perfeitos.

As diversas religiões, seitas religiosas e doutrinas filosóficas de outros crentes, têm a sua opinião sobre a existência de vida de seres racionais noutros planetas.

O Espiritismo tem como postulado básico a pluralidade dos mundos habitados e migração das Almas conforme a sua evolução. Os Mórmons interpretam a Bíblia acreditando que lá está, na Bíblia, a resposta quando fala nas tribos perdidas e, pelas comprovações científicas de fósseis pré-históricos, com mais de 10 mil milhões de anos e vestígios de hominídeos, muito antes do aparecimento do Homem atual no Génesis, já existiam a Terra e biliões de outros planetas, pelo que acreditam na existência de outros mundos com seres altamente inteligentes e adiantados, com mentalidade superior ao Homem. O Judaísmo quase nunca aborda esta questão, apesar de descrições bíblicas no Êxodo sobre a “Nuvem” que os acompanhava e os ajudava. O Islão é a religião da Ciência e se um cientista provar a existência de outras criaturas em outros planetas, será aceito e respeitado. O Catolicismo está aberto a respeito. Tem um telescópio muito avançado e explora os céus com muito empenho. Jesus revela no Seu Evangelho que “na casa do meu Pai (Deus) há muitas moradas”. No Budismo não há questionamento. Admitem a possibilidade da existência de Vida em outros planetas, assim como na Terra. Hare Krisna admite a vida extraterrestre porque a criação de Deus é muito grande e não acreditam que Ele tenha criado Vida só na Terra.

Existem seres vivos em todo o Universo e a nossa “visão” é que é limitada e julgamos que somos únicos nesta imensidão. Os Evangélicos acreditam que só existe Vida na Terra e tudo o resto são ilusões demoníacas.

Pelo menos, pelas descobertas já feitas, sabemos que a vida aparece em todo o lado, nos lugares mais inverosímeis, como em fontes de água com temperaturas altíssimas, no abismos abissais dos oceanos, no meio de ácido sulfúrico, em bolsas de água no fundo de toneladas de gelo no Antártico, e até no espaço no seio de meteoritos que vagueiam.

De 12 a 14 de Fevereiro de 2008, as Nações Unidas realizaram debates, à porta fechada, onde cerca de 30 nações concordaram secretamente com uma nova política de abertura sobre a existência de UFOs e vida extraterrestre, em 2009. Essa política foi implementada mas nunca anunciada publicamente devido a ameaças contra diplomatas da ONU para não revelarem detalhes do acordo secreto. Esse acordo baseou-se em duas condições: Os UFOs continuariam a aparecer em todo o mundo e a política de abertura seria discreta.

De facto, tem havido maior abertura das Nações a revelarem relatórios confidenciais, que estavam arquivados, sobre fenómenos relacionados e avistamentos de UFOs. Muitas fontes chegaram a revelar debates em andamento para se fazer o anúncio acerca da vida extraterrestre. Numa entrevista sobre o Projeto Camelot, o dr. Peterson revelou que o “Presidente Obama planeava revelar a realidade de contatos com ETs em fins de 2009, a maioria, mas não todos os ETs, são amigáveis”. Outra revelação de David Wilcock assegurava que fontes extras independentes iriam comunicar. Wilcock também afirmou que “um especial de TV de duas horas já estava agendado e que iria apresentar uma espécie alienígena, similar aos seres humanos”.

Isso não se verificou e o mundo continua na ignorância do que se passa, na realidade, nos bastidores.

Há forças muito poderosas que querem manter o segredo sobre os extraterrestres por motivos “desconhecidos” que vão ter sempre ao mesmo: Poder, negócios e manipulação da humanidade. E os ETs guerreiam-se entre eles, havendo os hostis à humanidade e os amigáveis que a defendem.

Uma espécie alien conseguiu impor um acordo com os Estados Unidos no fim da Segunda Guerra Mundial com promessas que não cumpriram havendo confrontos graves nas bases subterrâneas. Uma fação humana, os Illuminati, que pretende dominar o mundo, aliou-se a esses ETs, os Greys.

Um professor de patologia na escola de medicina da Universidade de Stanford declarou durante a conferência Salt iConnections, em Manhattan, Nova Iorque, que tem cem por cento de certeza de que alienígenas vivem entre nós. Garry Nolan participou do painel chamado “O Pentágono, inteligência extraterrestre e UFOs que caíram”. Considerado um especialista em UFOs, foi questionado se acredita que extraterrestres visitaram a Terra e respondeu que deveríamos pensar mais além. “Acho que você pode dar um passo adiante — não apenas visitou, está aqui há muito tempo e ainda está aqui", disse Nolan.

A Lei de Autorização de Defesa Nacional foi aprovada e assinada pelo [presidente] Biden. Trinta páginas dessa lei são a definição de assuntos aéreos não identificados”, acrescentou.

Há ETs vivos na Terra neste momento, e pelo menos dois deles provavelmente trabalham com o governo dos Estados Unidos”. Esta declaração do ex-ministro da Defesa do Canadá Paul Hellyer, 89 anos, foi feita durante uma audiência pública sobre a existência de vida extraterrestre realizada em Washington, D.C. Diversos ex-senadores e membros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos ouviram depoimentos de especialistas e testemunhas.







sexta-feira, 10 de maio de 2024

 

PROFECIAS QUE SE CONCRETIZAM


O Islão avança em força contra as democracias ocidentais que imprudentemente, ou calculadamente, criaram as condições para que a Nova Ordem Mundial entre na sua fase final do domínio total da humanidade.

Os Illuminati, mentores da Nova Ordem Mundial (baseada em valores e interesses ocidentais), antes dos acontecimentos-chave para a sua implantação definitiva, “avisam” com símbolos ocultos que só eles compreendem e estimulam os seus agentes e aliados.

Imagem: Wikipédia

Em 31 de Setembro de 1999, o monumento a Washington, maçónico, foi iluminado com fogo de artifício numa noite escura. Este monumento é um obelisco, um projeto pensando nos mistérios egípcios de 4000 anos atrás. É a representação de um pénis ereto de Osíris ou Baal (Um demónio). No verso da nota de um dólar, por exemplo, vê-se o símbolo da pirâmide incompleta, com o olho de Hórus (deus dos céus e protetor da realeza) no vértice, que era o Lucífer do Egipto.

Imagem: Superinteressante

Em baixo da pirâmide está uma fita com a frase “NOVO ORDO SECLORUM” (Nova Ordem Mundial). Por cima do “olho que tudo vê estão as palavras “ANNUIT COEPTIS” que significa “Anunciando o Nascimento da”.

Para os que não sabem, a Nação Americana foi fundada por Maçónicos, para ser o Centro das suas Operações para dominar o mundo. A capital foi desenhada a esquadro e compasso e está recheada de símbolos esotéricos. A História é “criada” e manipulada nos bastidores, fora do conhecimento do homem comum, por estes verdadeiros “senhores do Mundo”.

Imagem: Lusophia – WordPress.com

https://lusophia.wordpress.com/2014/02/07/washington-secreta-dos-illuminati-e-macons-por-vitor-manuel-adriao/

Portanto, já em anos muito recuados, os Illuminati “avisaram” que a Nova Ordem Mundial é o “Reino do Cristo da Nova Era”, o Anticristo bíblico, como Daniel também “avisou”, em 7:7-8, que o Reino do Anticristo aparecerá, seguido pelo aparecimento do próprio Anticristo.

Em 9 de Novembro de 1989, a Nova Ordem Mundial estabeleceu o Reino do Anticristo com a queda do muro de Berlim, e o aparecimento do Anticristo na cena mundial será acompanhado por guerras, rumor de guerras, terramotos e fome, que mergulharão o mundo num estado de sofrimento, desespero e angústia.

Realmente já está tudo a acontecer, com a guerra da Ucrânia, outras guerras ligadas a esta pelos mesmos intervenientes e, principalmente a guerra do Médio Oriente com Israel, a fome, sismos e mortandade que assolam o mundo.



Os conflitos controlados foram abalando o mundo e a guerra planeada, para que o Anticristo possa emergir, foi preparada para ser iniciada entre Israel e os seus vizinhos árabes.

Depois das três conferências do Anticristo realizadas nas Nações Unidas (uma referência espiritual, outra económica e outra política, em simultâneo por motivos ocultos) para energizar o mundo com o poder psíquico para levar a humanidade a aceitar o Cristo Illuminati, deu à luz o Anticristo. O bebé Anticristo nasceu na cena mundial.

Depois desta conferência, os palestinianos iniciaram uma intifada total, uma luta contra as forças israelitas de defesa. Os atos terroristas aconteciam praticamente todos os dias desde aquela data, incluindo ataques com bombas contra homens, mulheres e crianças inocentes, destruição de veículos e edifícios, e disparos aleatórios em toda a parte.

Como os ocultistas prezam “mais a criatura do que o Criador” (Romanos 1:25), adoram o Grande Ato Sexual por meio do obelisco. Os Illuminati encerraram a fertilização simbólica do óvulo pelo espermatozoide masculino, mostrando uma “ejaculação” do obelisco do monumento a Washington. Em 1999, o monumento foi devidamente decorado para o evento. Diante do obelisco satânico, numa posição estudada ao pormenor, penduraram a data – 1999 – de modo que fosse refletido no espelho de água retangular, em frente ao monumento, o número 666. O cartaz ficou numa posição tal que o algarismo 1 (do 1999) não ficava visível. Via-se perfeitamente o reflexo do 999, a revelar o número da besta, o 666. As pessoas normais assistiam ao espetáculo, energizando o local com a sua presença, como os feiticeiros iluministas.

Imagem: Tripadvisor

Quando bateu a meia-noite, uma luz pulsante, acompanhada do fogo de artifício, começou a ser projetada pelo obelisco acima, explodindo em direção ao céu. Era o clímax, o orgasmo simbolizado pela luz que subiu pelo obelisco na forma de um pénis, o órgão reprodutor do deus Sol. A multidão sugestionada entrou pela água adentro, exatamente como os antigos egípcios, que tomavam banhos rituais nas águas “tornadas” sagradas pelo obelisco.

O esperma ejaculado na forma de luzes pulsantes entrava pelo céu acima, simbólico da vulva da mãe Gaia. Assim, naquela data de 31 de Dezembro de 1999, o útero da Natureza (mãe Gaia) foi fecundado pela “Luz” que “conceberia” o Cristo da Nova Era.

Após fomentarem o terrorismo e semearem o caos, os Illuminati conseguiram que um adepto (membro da Skul and Bones, um braço Illuminati), George W. Bush, assinasse a Lei que dá ao Governo Federal poderes ditatoriais que corroem as liberdades e garantias individuais, só que os planos Illuminati do mundo dominado pelos Europeus Ocidentais, foi travado por outro bloco que não aceita essa Nova Ordem Mundial que pretende implantar uma SUA ORDEM MUNDIAL, fora da influência dos ocidentais. Esse bloco começou a ser encabeçado pela Federação Russa que diligenciou para que fosse criado. Surgiu o BRICS e a “guerra começou, cumprindo as profecias”. E dos cinco associados originais, Rússia, China, Brasil, África do Sul e Índia, mais outras nações já se juntaram a este bloco.

Imagem: x.com

Em suma: A Nova Ordem Mundial foi inaugurada oficialmente em 9 de Novembro de 1989, quando o muro de Berlim foi derrubado, iniciando o colapso da URSS, única força à altura de contrariar a ameaça bélica do braço armado dos Illuminati, os EUA. Os eventos dos 12 anos subsequentes desdobraram-se na mesma sequência das profecias sobre o Anticristo.

Os investigadores e estudiosos puderam ver que a aparentemente interminável batalha entre Israel e os palestinianos é controlada pelos Illuminati desde o início, e permanecerá sob o seu controlo até que o resultado seja alcançado. Os grandes objetivos dos Illuminati são colocar em cena o Cristo da Nova Era e reconstruir o Templo da lenda de Hirão-Abi (enviado pelo rei de Tiro para trabalhar no Templo de Salomão). O resto são simplesmente meios para atingir esse fim.

Podemos ver que o ataque às Torres Gémeas e ao Pentágono em 11 de Setembro foram apenas o avanço para um patamar mais elevado. A reação do Presidente dos Estados Unidos foi um “bocado” estranha, vagarosa, assim como a “coincidência” de permitirem que um presidente republicano “cristão” e “compassivo” conseguisse poderes ditatoriais mais completos que qualquer presidente já conseguiu.

Para chegar à ditadura total foi preciso redefinir quem poderia ser considerado terrorista, pelo que seria necessário aumentar o nível de pânico provocando uma guerra no exterior e mais ataques terroristas internos. O pânico planeado seria alcançado com uma terceira guerra mundial que começaria no Médio Oriente, seguido de ataques terroristas nas grandes cidades, embargos de petróleo, colapso económico, desastres naturais e pragas.

Tudo isto já acontece nos nossos dias, 2024, estando nós metidos numa terceira guerra mundial não declarada.

Está previsto que o Papa da Igreja de Roma seja proclamado o principal líder religioso da Nova Religião da Nova Ordem Mundial illuminati. Todas as diligências para o ecumenismo (União entre todas as igrejas cristãs) apontam para isso. Será o falso profeta de Apocalipse 13:11 – 18.

Imagem: Eventos finais

O Anticristo aparecerá, operando grandes prodígios. Exigirá o fim imediato das hostilidades. Como as hostilidades foram criadas pelos seus adeptos, poderá com facilidade fazê-las cessar.

As economias das nações estarão em ruínas que os Illuminati poderão recuperar como uma economia globalizada.

O Cristo da Nova Era, no cumprimento das profecias messiânicas conseguirá convencer os judeus ortodoxos de que é o Messias judaico. Mal firme a aliança, dará início do Templo de Hirão-Abi, bem como o calendário profético de sete anos de tribulação.

Nações inteiras serão aniquiladas e supõe-se que a liquidação da Babilónia Económica descrita no Apocalipse 18 se referia à destruição dos Estados Unidos da América. A Nação criada para levar à frente os objetivos Illuminati será destruída pelos seus criadores.

sexta-feira, 3 de maio de 2024

 

DIVERSAS REALIDADES NA TERRA


Imagem: La Vanguardia

A nova teoria de Hawking-Hertog, que veio a público já depois do seu falecimento, afirma que, a partir do Big Bang (momento de formação do cosmos), o Universo se formou como um vasto e complexo holograma, para que possam existir outros universos muito semelhantes ao nosso.

Na minha procura constante sobre os segredos do Universo, desde os contatos pessoais com “mestres” que transmitiam o seu saber de boca em boca (nos anos sessenta), sempre com muito cuidado e secretismo porque a ditadura exercia uma censura implacável, apoiada pela Igreja de Roma, fui reunindo documentação até chegarmos à “liberdade” proporcionada pela Internet. Ninguém conseguia procurar e encontrar esses “mestres”. Aprendi com vários, e eles é que me escolheram porque sabiam (não sei como) que me podiam contatar e juntar-me à cadeia do conhecimento.

Devido à minha inexperiência, e medo de ser apanhado, muita dessa documentação não está devidamente identificada. Preocupava-me mais em absorver conhecimento sem apontar nomes. Hoje, encontro muitos “sábios” que se preocupam mais em citar nomes de autores do que propriamente transmitirem conhecimento.

E mesmo assim fui chamado, num Domingo à tarde, para me apresentar na sede da PIDE, a polícia política da altura, para prestar declarações. “Convidaram-me” e não me prenderam porque eu era militar colocado na Secção Técnica e de Informações do Quartel onde prestava serviço, e o meu superior direto era o responsável pelas informações da Zona Militar, em Angola, a que pertencíamos, e reunia semanalmente com todas as autoridades e serviços de informações da Zona Militar. Eu vivia num quarto de hotel com outros dois camaradas militares e um deles denunciou-me à PIDE pelo tipo de conversas que eu às vezes tinha sobre essas matérias proibidas. Nunca mais me incomodaram, mas devo ter ficado com cadastro na Polícia Política.

Ainda hoje tenho dificuldade em citar nomes dos autores da documentação que reuni na altura porque era “proibido” ter conhecimento de determinadas matérias e, portanto, para “defender” os autores, e não provocar a queda da cadeia dos “transmissores-recetores” do conhecimento, quando algum fosse preso pela autoridade repressora. Ainda tenho esse arquivo poeirento que vou consultando de vez em quando.

Encontrei este que, após resumo meu e adaptação à língua portuguesa, com alguns comentários meus para maior esclarecimento, publico aqui, advertindo porém que cada um deve refletir e estudar para tirar dúvidas. Eu, por exemplo ainda tenho muitas dúvidas sobre a teoria da reencarnação e mantenho a minha posição de dúvida, continuando a estudar e a seguir a minha intuição. Portanto, o facto de não concordar com algumas afirmações deste texto, não lhe tiram valor. O saber não ocupa lugar e não devemos censurar e eliminar tudo aquilo que por vezes não concordamos. O saber não é estático e com a evolução até poderemos começar a ver tudo por outro ponto de vista. O conhecimento chega a nós conforme o nosso grau de evolução no momento. Eu já conhecia esta informação pelos “mestres” que me escolheram em alturas diferentes, e que encontrei mais tarde quando aprendi a navegar na Internet. Infelizmente, pela inexperiência e novidade, não tive o cuidado de identificar quem publicou originalmente este texto.

O que saliento é que, como sempre, grande parte do conhecimento antigo foi deixado pelas Escrituras Sagradas, tanto do Cristianismo como de outras culturas com religiões diferentes, deixadas na nossa Terra.

Porque razão Cristo disse “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida?”. Porque disse “Eu vim do meu Pai, voltarei para Ele e vou preparar-vos o caminho”. E. mais interessante, prometeu a vida a todos que vivem ou viveram na Terra.

Disse ainda que Ele era o Pai e que o Pai era Ele e que Ele era o Filho, o Filho do Homem. Isto significa que depois de morto. NÃO TENDO SIDO QUEBRADO NENHUM DOS SEUS OSSOS (o que não acontecia com os que eram crucificados em que lhes partiam SEMPRE as pernas), a Sabedoria, a Luz e as energias da Sua consciência total de Pai, iluminaram e transformaram o Seu sepulcro, cegando os guardas e removendo a pesada pedra que fechava a porta.

O incrível conhecimento de uma sabedoria diferente e muito mais avançada que a dos seres humanos daquela época, daquele espaço dimensional, DESTA Terra, que fez com que aquele corpo ferido e ali deixado pudesse reviver e transparecer como uma foto gravada no Santo Sudário.

Imagem: Logos Apologetica

Jesus Cristo reviveu pela energia de vida vinda do Pai. Por isso disse “Não me podem tocar ainda, porque preciso de voltar para o Pai”. As energias que vibravam no Seu corpo TRASFORMADO como novo, com vibrações altamente positivas, não podiam ser tocadas. Aqueles que ainda estavam num tipo de matéria inferior, por não terem cumprido o tempo da vida humano-terrestre, poderiam danificar os seus programas de vida.

Motivo porque, na Bíblia em 1Corintios 15 : 51 Paulo revela o grande mistério que é: “Nem todos morreremos, mas TODOS seremos TRANSFORMADOS”.

Na verdade, Cristo, a parte do Pai que se fez Homem, voltou para o Pai. Voltou para a quarta dimensão espacial, quinta e sexta e fez-se Homem em cada dimensão diferente (ou em cada Céu diferente) dos espaços ocupados pela Terra. Cada dimensão existe com as suas matérias diferentes, desde a mais densa à menos densa. Cada dimensão, ou cada Céu revelado nas Escrituras, é um Universo paralelo. Estes Céus, pelo conhecimento chegado até nós por seres ascencionados, são seis. Todos eles podem ser modificados e mudados, exceto o sexto (por enquanto. Para o nível de conhecimento humano, é o último) que não mudará por ter sido gerado na sétima dimensão. Supõe-se que este sétimo Céu é o primeiro Universo real e verdadeiro.

Imagem: Wikipédia

Cristo, chamou-se Filho do Homem, por ter vindo à Terra e ter descido ao submundo e à matéria mais densa, cujas vibrações inferiores exigiam grande esforço Dele para adaptar as suas altíssimas vibrações e poder cumprir a sua missão. Motivo porque, periodicamente, Jesus se isolava para retemperar forças. Os discípulos notaram esses momentos em que toda a Sua face resplandecia.

E, por ter conquistado de volta o seu conhecimento, por não ter perdido a Sua consciência quando foi transformado, voltou ao Pai, por Ele mesmo, porque se tornou ser material por parte das suas sete consciências. Materializou-se também como Filho em todas as Terras (em todos os planos dimensionais). Ao mesmo tempo que esteve na nossa Terra a pregar a sua linguagem dentro do conhecimento do Homem terrestre, também esteve como Homem vivo em todos os outros planos dimensionais a pregar o conhecimento trazido do Alto. Em cada mundo paralelo (em cada Céu ou plano dimensional) falou aos Homens.

Enquanto que aqui na nossa dimensão Ele disse “não matar”, na quarta dimensão Terrestre já disse “não tocar”. Enquanto nesta Terra disse “Vocês não podem morrer, pertencem a um mundo onde a morte não existe, o espírito permanece vivo e consciente. Mas vocês ainda não têm a consciência do espírito. Matar e Morrer significa agravar, significa permanecer na consciência que não é consciência, porque a consciência que sabe é aquela que vê”.

Enquanto isso, no mundo superior mais próximo ao nosso, consecutivamente mais evoluído, Ele disse “Não toque os seus semelhantes. Vocês permanecerão aqui por um tempo somente. Aqui não existem reencarnações, não agravem o astral de cada um com energias do outro. Logo Eu volto e os levarei para o Alto, para a Quinta Dimensão. Lá vocês saberão que se repararam por parte, cada um do seu próprio ser, e que por parte não se tornaram conscientes”.

A partir do quarto espaço (dimensão), da “Terra Prometida”, a vida existe e Cristo serviu como prova, junto com outros em quem Ele confiou. Aos outros, ele disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. Eu sou o Primeiro e o Último”. À Terra, Ele disse: “Vocês vivem ainda por um sistema de reencarnações sucessivas até ao amadurecimento do cérebro e o desvendar da verdade. Parte do vosso escurecimento não sou Eu, parte da Luz que vive em vocês é parte da Minha Luz”.

Aqui fica registado que enquanto Cristo viveu na Terra, também viveu ao mesmo tempo em todo o sistema (mundos paralelos). Em vários contatos do autor do texto original, com Aliens, quando lhes perguntou se conheciam Cristo, todos eles lhe responderam. “Nós O conhecemos por um nome diferente, mas guardamos esse nome dentro de nós e não podemos, por uma Ordem Superior, revelá-lo. Ele esteve no nosso mundo a ensinar, dentro da nossa evolução, um conhecimento e ensinamentos que não poderia transmitir ao Homem da Terra. Em relação ao que Ele falou à Terra, poucos puderam chegar à conclusão da verdade, e muitos partiram esses ensinamentos e os transgrediram para que ficassem mais complicados, visando sempre os próprios interesses”.

Precisamente aquilo que tenho explanado em muitos textos neste meu blogue, ou seja: O conhecimento chegou a todos os povos, em várias épocas históricas, conforme o seu grau de desenvolvimento na altura, e as castas sacerdotais apoderaram-se logo destas doutrinas, por serem os “representantes” dos deuses, que manipularam conforme os seus interesses, dando origem às numerosas “Religiões” que se espalharam pelo planeta. Para conseguir maior controlo sobre as pessoas criaram locais de culto, com rituais complicados, onde o conhecimento se tornou mais hermético para as populações, fazendo com que os “sacerdotes” fossem indispensáveis porque só eles “compreendiam” e interpretavam o conhecimento revelado pelo Ser Superior.

Pelo visto, com esta revelação de Aliens, a mesma deturpação e manipulação interesseira por uma casta sacerdotal acontece em todos os Universos.

Mas TODOS beberam o mesmo conhecimento da mesma fonte, só que cada um se desviou, sem invalidar no entanto a existência de um só Ser Supremo, Criador e Senhor de tudo, só que com nomes diferentes. Cada fação atribuiu um nome ao “seu” Deus.

E para finalizar (conclusão minha), na NOSSA Terra Jesus foi crucificado. Nas faces inferiores do sistema terrestre Ele também foi morto, mas passou por mortes diferentes ao da Terra. O mesmo já não aconteceu em mundos superiores. Jesus Cristo viveu 33 anos, que significa três existências nas faces inferiores da Terra e três existências nas faces superiores da Terra, ou seja: a sua missão estendeu-se por todo o sistema dimensional terrestre, em benefício das diferentes humanidades (de cada dimensão espacial) para a elevação de toda a Vida.

O Homem virou os olhos a Deus e é filho. Um dia “abrirá” os olhos e descobrirá que vive por ser filho de Cristo. A Luz, e as componentes Homem, Espírito e Matéria trazidas do próprio Deus, do Filho que se fez Homem e se tornou filho do Homem e filho do próprio Pai que também veio para a Terra, vive em todas as dimensões terrestres e pediu ao Homem para se virar para o Universo do Pai para onde deveria voltar.

Quando Jesus caminhou para o Calvário, caiu três vezes na Terra e nos dois mundos anteriores à Terra. Isto significa as duas destruições anteriores que o Homem não pode lembrar. Cristo esteve morto três dias. Ressuscitou ao terceiro dia. No exato momento em que aqui foi morto, também o foi em dois mundos inferiores da Terra.

Quando ressuscitou, na Terra, também ressuscitou nos dois mundos anteriores. Passou pelas mesmas provas e tudo se passou no espaço-tempo terrestre e sobre Ele. Por isso Ele é o Primogénito e teria dito “Eu sou o Caminho”.

Fica registado que o Homem chamado Cristo esteve ao mesmo tempo (e várias vezes, conforme a evolução espiritual dos seres, com outros nomes) em todo o Sistema (Céus, planos dimensionais) pregando ensinamentos diferentes a todos os tipos de Vida existentes, ao Homem e a todas as vidas paralelas. Falou a estes e falou às pedras, até elas O reconheceram. Falou às Matas, às Florestas, ao Mar, aos Ventos, aos Elementos (Na Bíblia são relatados todos estes prodígios) e, assim sendo, a todas as formas de vida que estão na Terra. Tudo na Terra está vivo, porque ela também vive. Se não fosse assim na Terra, não poderiam também existir os seres humanos. Os seres humanos DEVEM RESPEITAR TODAS AS VIDAS, com o mesmo respeito que ao seu próximo. Pela evolução dos tempos e as transformações pelas quais a Terra passará, pois ela também é um ser que evolui, ela mostrará as formas de vida que mantém. A Terra é um ser vivo que voltará a ser consciente... se o Homem, na sua loucura, não a destruir prematuramente.