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segunda-feira, 22 de maio de 2017


AINDA SOBRE CORRUPÇÃO…

Junto este texto, publicado muito tempo antes da prisão de José Sócrates, onde era denunciada por um histórico do Partido Socialista  a parceria Sócrates, BES, Maçonaria , EDP e Ongoing. Para se aperceberem de tudo ponho o endereço do Site que poderão consultar.

Henrique Neto, do PS, afirma que "Sócrates está no topo da pirâmide, dos que dão cabo disto"

Henrique Neto descreve como a maçonaria influencia o poder. Não perca o video no final do texto, onde se explica como o parlamento está dominado pela maçonaria.

Para ver o Video entrar no Site que ponho no fim.


«Sócrates fala mentira» e usa «técnicas da maçonaria»
«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», diz o histórico socialista. Henrique Neto, histórico do PS, diz que Sócrates «é um vendedor de automóveis» que «está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto».

Em entrevista ao «Jornal de Negócios», Henrique Neto recorda que da primeira vez que viu Sócrates discursar pensou: «Este gajo não percebe nada disto». «Mas ele falava com aquela propriedade com que ainda hoje fala sobre aquilo que não sabe», adianta e recorda-se de pensar a seguir: «Este gajo é um aldrabão. É um vendedor de automóveis». (
um video que o comprova)

«Sempre achei que o PS entregue a um tipo como Sócrates só podia dar asneira», adiantou. O histórico socialista diz que o (ex) primeiro-ministro «tem três qualidades, ou defeitos: autoridade, poder, ignorância. E fala mentira». (um video que o comprova)

Henrique Neto descreve a forma como decorreu a última comissão política do PS, no dia em Sócrates apresentou as medidas de austeridade. Conta que o secretário-geral do PS convocou a reunião de última hora, «para ninguém ir preparado», e organizou os trabalhos para que «o grupo dos seus fiéis fizesse intervenções umas a seguir às outras». «A ideia dele era que o partido apoiasse as medidas», afirma.

«Aquilo é uma máfia que ganhou experiência na maçonaria», acusa. «Sócrates entrou por essa via, e os outros todos. Até o Procurador-geral da República», garante. «Usa técnicas de maçonaria para controlar a verdade». «Não tenho nada contra José Sócrates. Se ele se limitasse a ser um vendedor de automóveis. Mas ele é primeiro-ministro e está a dar cabo do meu país. Não é o único, mas é o mais importante de todos», considera Henrique Neto.
fonte
Videos que provam a integridade e isenção de Henrique Neto e a sua preocupação com o bem nacional. Este não é ceguinho por partidos...

Parte da entrevista a Henrique Neto. 
“A maçonaria corrompe o PS e a democracia com alianças secretas” “Salazar dá por certo
voltas no caixão quando hoje fazemos concessões estratégicas aos espanhóis”
Do último governo (antes do atual), Henrique Neto diz que mantém aquilo que caracterizou os anteriores, a falta de estratégia e a defesa dos interesses das grandes empresas de serviços e bens não transacionáveis, contra os interesses das empresas que poderiam tornar Portugal competitivo na economia moderna se houvesse incentivo à exportação.
(...)
Durante o governo de José Sócrates denunciou técnicas da maçonaria que, no seu entender, abafavam, no PS, os processos democráticos. O PS mudou desde então?
Técnicas maçónicas, usadas por maçónicos. A maçonaria tem uma grande importância no PS. A maçonaria tem essa diferença em relação ao país – a maçonaria tem e sempre teve uma estratégia, uma estratégia de poder. Não o poder como instituição, mas o poder para os membros da maçonaria. Hoje o poder é poder económico. E como o secretismo é uma vantagem, é fácil aos maçons controlarem deliberações, grupos de decisão. Tenho experiência de quando estava no parlamento. Numa comissão de inquérito, se quatro ou cinco das 20 pessoas são da maçonaria, os outros votam de acordo com a sua visão e eles decidem todos juntos a nomeação de alguém, numa instituição, num concurso público, e a maçonaria tem vantagem.

E quando estão em partidos diferentes?
Na polémica recente com as secretas, verificou-se que três dos cinco líderes parlamentares são da maçonaria. Quando foram escolhidos, não foi a maçonaria que enviou uma carta a mandar que fosse escolhido aquele senhor, mas foram as pessoas da maçonaria que estavam no grupo parlamentar que foram empurrando os seus correligionários.

Se os temos em diferentes partidos, há maior risco de serem tomadas decisões contra os interesses do Estado?
Estes problemas da energia, os custos da energia, uma pessoa como o
António Mexia, ou o Jorge Coelho, ou o Relvas – têm todos ligações à maçonaria. Sabemos que há grupos de interesses.
A Ongoing estava a organizar o seu grupo de interesses, de certo modo estava a copiar o grupo
BES, que tem isso já mais organizado na parte mais privada da economia, tem uma organização muito eficiente. Manuel Pinho é um homem do BES, o Durão Barroso era um homem próximo do BES, que lhe pagou os estudos nos EUA. Ao Manuel Pinho não pagaram os estudos, mas pagou a EDP, que o Manuel Pinho tinha apoiado e onde o BES tem bastante poder, como na PT – o presidente da PT é um protegido do grupo BES há 30 ou 40 anos.
É louvável proteger e dar educação a uma família pobre, mas tudo isto cria uma malha que depois desvirtua o método democrático. Miguel Frasquilho, vice-presidente da área de Economia do grupo parlamentar do PSD, é um homem do BES. Sócrates foi muito apoiado pelo BES, disseram bem do governo, Ricardo Salgado nunca negou elogios a Sócrates. Mais – os banqueiros, no seu conjunto, BCP, BPI, Santander, não foram mais cedo apontar a faca ao peito de Sócrates para ele pedir ajuda porque Ricardo Salgado lhes pediu, na sede da associação dos bancos, que não o fizessem.
A Ongoing saiu do nada e sabia que tinha de criar a sua rede de influências. Eles ajudavam Sócrates com a TVI e o governo ajudava-os nos créditos do BES e da CGD. A nenhum português um banco emprestaria 500 milhões de euros como emprestaram à Ongoing.

Com resultados perversos para a democracia, não?
Um é perfeitamente evidente: o enfraquecimento daquilo que nas sociedades modernas é muito importante – a sociedade civil e as lideranças da sociedade civil. Os líderes da sociedade civil são capturados por esses interesses. Veja o exemplo do actual presidente da EDP, Eduardo Catroga. É um homem com qualidade, é um líder de opinião, e não temos tantos como isso. Antes de o governo actual ter sido eleito e mesmo depois, antes de ter sido nomeado para presidente da EDP, Catroga era dos críticos mais ferozes e mais contundentes da questão das rendas excessivas – na energia, PPP. A partir do momento em que passa a ser presidente da EDP, justifica, das maneiras mais absurdas, as rendas excessivas. Se pensarmos que isto acontece com um, dois, três, dez destes líderes – e acontece com as pessoas que estão nos mais diversos cargos na CGD, na GALP, na EDP, na REN, etc. –, há muito poucas que permanecem independentes, que não se vendem."
Se quiser ler sobre os outros temas abordados nesta entrevista, siga este link até à fonte
Com este último paragrafo, ficamos a perceber mais uma das muitas razões das nomeações de boys, neste caso, para o silenciar e para se vender ao sistema. Nada como ser contra as rendas para depois se ser nomeado para gerir e defender as rendas, e para isso ganhar 45 mil euros mês... Prostitutas politicas, que fazer?

Neste vídeo assista ainda ao descalabro que domina a política.
As seitas secretas continuam a recrutar fieis seguidores que sirvam a seita maçónica, acima de qualquer outro valor.

Um deputado do PSD diz que a maçonaria faz convites em pleno Parlamento. Mendes Bota garante que não aceitou porque gosta de transparência. Estas revelações foram numa manhã em que surgiram mais notícias a dizer que os líderes parlamentares dos três maiores partidos fazem parte da maçonaria.
A maçonaria anda à caça de deputados??

sábado, 20 de maio de 2017


CORRUPTOS EM PORTUGAL? Onde?

Pelas notícias que vêm a lume nos órgãos de comunicação social, depois de terem lido os meus textos, já conseguem aperceber-se do que se está a passar realmente. Como eu disse há dias, todos vós já conseguirão apreender o que está por detrás de tudo.

A União Europeia, após anos de resistência dos que lá mandam, criou finalmente um Fundo de Desenvolvimento para a economia. Ou seja, já criaram o “tal” fundo de reserva que iria ajudar, principalmente, os países membros mais endividados que são os “preguiçosos do Sul”.

De certeza absoluta que quem despoletou esta tomada de posição tão repentina e após tanta resistência dos membros mais ricos da EU foi a criação do Novo Banco de Desenvolvimento e o Acordo de Reservas de Contingência dos cinco países que integram o BRICS.

A Europa viu, finalmente, que está prestes a “perder o comboio”.

Quanto à nossa política interna, também devem ter reparado o motivo porque os partidos políticos da governação, e o próprio PS, foram tão cautelosos na reação sobre a prisão preventiva de José Sócrates.

Nenhum dos três partidos do centrão (PS, PSD e CDS) quis fazer “ondas” porque todos eles têm telhados de vidro e sempre agiram segundo parâmetros estabelecidos com fronteiras muito bem delimitadas sobre os “ataques” que deviam fazer uns aos outros.

Comentadores do PSD, como Santana Lopes, por exemplo, referiram que  os partidos não devem cair na tentação de aproveitar-se politicamente do que se está a passar, como que a dizer: Cuidado! Correm o risco de o “acordo de cavalheiros” que sempre existiu entre os Partidos do arco da governação ser quebrado e ficam todos a perder.

A impressão que o público tem é que estes partidos do arco da governação dividiram sempre os lucros enquanto alternam no poder. Os “tachos” são para todos (destes três partidos). É do seu seio que saem os gestores, os “especialistas” que pululam pelos gabinetes e que depois são absorvidos nos quadros da função pública, os boys e girls que povoam as empresas público-privadas e empresas a quem atribuem monopólios, e não convém levantar muitas ondas. Será o descalabro se as “comadres” e “compadres” começarem a desentender-se.

Houve um ligeiro “desequilíbrio” que está a ser reparado, mas não a tempo de evitarem a situação que se levantou com José Sócrates. Sócrates já foi, mais do que uma vez, investigado e a situação mais perigosa para ele, foi no caso Freeport, em que os dois Procuradores foram impedidos de o interrogarem, e apanharam com um processo disciplinar em cima, ficando tudo em “águas de bacalhau”.

Que situação tão estranha! Repararam nas declarações do Procurador-Geral de Justiça, da altura, quando entrevistado na Televisão, nesses dias?

Na minha opinião (não posso afirmar que seja verdade) pelo que tenho compreendido, António Seguro não estava na mesma “onda” do aparelho socialista que veio desde o 25 de Abril e, por isso, foi “trucidado”. E nunca se ouviram rumores de que seja corrupto, ao contrário de muitos camaradas que por lá andam. O PS poderia mudar mas vai continuar na mesma.

Porque será que este PS, que afastou Seguro, nunca quis aprovar a Lei sobre o enriquecimento ilícito?

No PSD, apesar de todos os defeitos, Passos Coelho também não está na “onda” dos grupos que também dominaram o PPD/PSD desde o 25 de Abril, e isso marca a diferença. Pelo menos não há suspeitas, nem rumores no “povo” de que seja corrupto. Podem julga-lo inexperiente e defensor acérrimo de uma política neoliberal mas não o acham corrupto.

Do CDS. Nem vale a pena falar deste Partido “parasita” que muito tem beneficiado, apesar da sua fraca representatividade. O caso dos submarinos está atravessado na garganta de todos os portugueses. Ninguém compreende porque razão nada se faz por cá, quando na Alemanha aqueles que “corromperam” já foram condenados e presos.

É fácil verificar onde se encontram os ex-políticos que tiveram funções no governo e as múltiplas atividades dos deputados, fora do Parlamento, dos compadrios e familiares que entraram para lugares privilegiados e “prémios” para funções superiores, como se não houvesse pessoas de craveira excecional, na sociedade civil, mais indicadas para determinadas funções.

Para ficarem todos satisfeitos, e acalmarem, só falta “apanharem” um do CDS e outro do PSD, ao mesmo nível de Sócrates (que eu até já desconfio quem sejam). O governo PSD/CDS atropelou esse acordo de cavalheiros sobre a alternância no poder e o PS respondeu à letra com a nova aliança que fez com os dois partidos que "não podem" governar nesta democracia. Desequilibrou tudo e os "corruptos" já começaram a tremer porque agora vão mesmo mexer na lama.

Aguardemos os próximos episódios.

R.

quarta-feira, 17 de maio de 2017


CORRUPÇÃO DOURADA

Por este artigo de Alexandre Abreu podemos avaliar o ponto a que Portugal chegou, sob a governação dos autênticos patifes, sem escrúpulos, sem nível nenhum, imberbes que se meteram a fazer política sem o mínimo de preparação e educação, que só pensam no mercantilismo e no ganho pessoal.

Mário Soares tinha razão quando afirmou que esta gente devia estar na cadeia. Só a simples demissão não chega para o mal que já fizeram a Portugal e aos portugueses.

Mas parece que os ventos estão a mudar e já há quem se preocupe e não queira ser conivente com esta podridão.

Um dos maiores “trambiqueiros” (não há outro nome adequado) que governaram Portugal, foi detido. Esperemos que responda pelo mal que fez ao país e aos portugueses, para enriquecer e enriquecer os amigos.

E esperemos que os “outros” começando pelo que residiu em Belém, o que mais prejudicou o país, sem falar das toneladas de ouro que meteu num Banco americano que faliu e ficou com tudo, até aos beneficiários das falcatruas com os submarinos, construções de autoestradas, PPPs, compra de aviões que não voam, etc, etc, etc.

E esperemos que acabem com as benesses dos Partidos e seus apaniguados que ainda querem repor os seus subsídios vitalícios sem nunca terem descontado para isso, sem levarem em conta as reformas (e não subsídios) que foram suspensas, apesar de terem descontado, dos cidadãos que não têm mais outro meio de subsistência. Eles ainda têm a reforma para a qual descontaram e outros “tachos” que lhes foram atribuídos, bem como um subsídio de integração, apesar de terem logo o emprego cá fora à espera, nas empresas que ajudaram fraudulentamente, ou nas empresas controladas pelo Estado para absorver esses militantes e boys partidários.

Vejamos o artigo:

Corrupção dourada

7:00 Quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Jornal Expresso

Um Governo que promove a corrupção geral dos valores não tem o direito de se mostrar surpreendido com a corrupção em sentido estrito.
                                                                                                           Alexandre Abreu

Desde a sua introdução em 2012 que os vistos gold me repugnam. Conceder autorizações de residência a troco de dinheiro, em vez de fazê-lo com base em critérios de universalidade, solidariedade e reciprocidade, é da imoralidade mais rasteira - e é bem representativo dos valores de um Governo para o qual tudo se vende, especialmente se se tratar de empresas públicas, e para o qual tudo se compra,  incluindo a integridade dos cidadãos .
Neste caso concreto, o espírito de mercantilização sem limites que encontrou nos vistos gold mais um dos seus avatares foi antecipado nalguns anos por Gary Becker, economista norte-americano recém-falecido que, em termos intelectuais e políticos, é com certeza uma das figuras mais sinistras da história do pensamento económico. Becker celebrizou-se pela aplicação dos princípios da análise microeconómica neoclássica (individualismo e dedutivismo metodológicos, racionalidade optimizadora como axioma) a interacções sociais anteriormente consideradas estranhas à análise económica (em virtude de não serem conceptualizadas como mercados, sendo a economia vista como a ciência das interacções mercantis por excelência).
Becker foi um pioneiro na análise económica da família, do casamento, do crime, da discriminação racial e de muitos outros fenómenos e interacções sociais como sendo escolhas optimizadoras tomadas por indivíduos racionais e auto-interessados: pratico o crime se o desconforto da pena, ponderado pela probabilidade de ser apanhado, exceder a utilidade do que tiver a ganhar com o crime; decido casar-me se considerar que os ganhos de utilidade que advêm dos bens produzidos pelo agregado familiar, os quais incluem crianças, prestígio, companheirismo, amor, saúde acrescida, etc, excedem a "desutilidade" associada ao casamento.
Como teoria, isto está algures entre o vazio e o erro. Vazio, se tivermos em conta que se limita a enunciar, de forma ligeiramente mais sofisticada, uma banalidade óbvia: que, de uma forma geral, praticamos as acções e tomamos as decisões que consideramos preferíveis. Erro, na medida em que remete a explicação de fenómenos intrinsecamente sociais para a esfera estritamente individual, não permitindo apreender os determinantes verdadeiramente relevantes dos fenómenos em causa:. Porque é que o casamento tem umas características numas sociedades e outras caracteristicas noutras sociedades? Porque é que certas comunidades ou sociedades são mais violentas, ou apresentam níveis de criminalidade mais elevados? O que é que explica as diferentes configurações do parentesco e as diferentes obrigações familiares em diferentes contextos culturais? A ciência económica de tudo, levada ao paroxismo por Becker, a nada disto dá resposta. É, na melhor das hipóteses, uma ciência económica de nada, uma anedota de ciência.
Mas na pior das hipóteses é algo bem mais perigoso, pois a crescente expansão do objecto da economia axiomática-dedutiva ao longo das últimas décadas, num programa de investigação que pretende ocupar o espaço das outras ciências sociais - processo por vezes apelidado de " imperialismo da Economia " - não é isenta de uma dimensão ética e moral. Num primeiro momento, apresenta-se as relações sociais como se fossem relações mercantis (uma metáfora); num segundo momento, apresenta-se essas relações sociais como sendo relações mercantis (um juízo de facto); num terceiro momento, apresenta-se essas relações sociais como devendo ser relações mercantis (um juízo normativo), em virtude da putativa superioridade moral intrínseca das relações mercantis, elevadas a tipo-ideal da eficiência, por sua vez elevada a valor supremo.
Não é por isso surpreendente que Becker e os seus correligionários não se tenham limitado a elaborar modelos das relações sociais, ou a pretender explicar essas relações sociais. Como seria de esperar, foram sempre lestos a dar o passo seguinte em direcção à prescrição normativa: "transforme-se tudo em mercado". No caso da regulação dos fluxos migratórios, foi o próprio Becker quem o fez  através de uma comunicação em 2010 ao Institute of Economic Affairs , em Londres, no qual recomendou a adopção de princípios económicos na atribuição de vistos - e em particular a criação de leilões de vistos ou a venda dos mesmos ao preço que limite a procura ao nível desejado.
Como se vê, portanto, os vistos gold têm na sua genealogia ideológica toda uma linhagem de imoralidade e venalidade. É o reino da mercantilização absoluta, onde tudo se compra e tudo se vende. Um reino onde não há cidadãos iguais perante a lei ou seres humanos iguais na sua humanidade - apenas consumidores e produtores iguais perante o mercado na desigualdade da sua capacidade económica.
Assim, bem pode o Ministro Poiares Maduro, na sua falsa ingenuidade, querer afastar qualquer relação entre a imoralidade dos casos criminais de corrupção agora identificados e a imoralidade mais ampla dos vistos gold e da venalidade insidiosa que este Governo transmite a tudo em que toca.
Mas quando, cada vez mais, tudo se compra e tudo se vende - da educação à saúde, das autorizações de residência à cidadania fiscal -, porque não há-de vender-se também a integridade?
Qual o espanto com a cada vez maior prevalência da corrupção em sentido estrito numa sociedade em que a corrupção dos valores em sentido lato encontra no Governo o seu mais entusiástico promotor?

Ler mais:
http://expresso.sapo.pt/corrupcao-dourada=f898811#ixzz3JWTOWWTL

 
Sobre a detenção de José Sócrates e dos outros dos vistos gold é bom lerem este site que vem mais embaixo, sobre as declarações de Marinho e Pinto e Maria José Morgado, em Janeiro de 2012. E parece que têm razão, pelo que não devemos ter grandes espectativas sobre o que vai acontecer com estes processos.

Os advogados que os irão defender, são os mesmos que fizeram as Leis e vão servir-se dos alçapões e vias de fuga que por lá deixaram.

A Ministra da Justiça, atual, tapou as vias de fuga mais utilizadas que permitiam os processos prescrever, mas deve haver outras.

Vamos ver.


 
Sobre as toneladas de ouro que Cavaco Silva perdeu num Banco americano que faliu. Não encontro a fonte onde li, pelo que tenho a ideia que   tenham sido 17 tonelada que muita falta fazem ao país.

Se querem ver o texto que relata os “males” que esse senhor fez a Portugal num livro que veio a público em 19 de Julho de 2015, leiam o site que junto e deixo aqui também o atalho para terem acesso ao Link onde vem esta informação.


 
R.

segunda-feira, 15 de maio de 2017


COMO OS ILLUMINATI MANIPULAM O POVO IGNORANTE

Voltando a falar sobre o plano para implementar a Nova Ordem Mundial, pelos “senhores” que até ao momento detinham TODO o poder financeiro mundial conseguido à custa da ignorância e credulidade das populações que não tinham acesso à instrução nem à INFORMAÇÃO.

Enquanto não apareceu a Internet com as redes sociais a comunicarem diretamente entre si, sem serem censuradas pela máquina que tinha sido criada para controlar os órgãos de comunicação social, escrita e falada, tudo corria sobre rodas. O mundo era o que eles “mostravam” pela manipulação da mente dos humanos.

Hoje não têm o controlo absoluto. Os malvados “teóricos da conspiração” só lhes criam problemas e agora os “novos-ricos” ACORDARAM e acham que também têm algo a dizer quanto às resoluções sobre o que deve acontecer no mundo. Querem fechar as torneiras que canalizavam toda a riqueza mundial, a bem ou a mal, para o mesmo “saco”, deixando 90% da população mundial na miséria.

Como é que essa Elite, da alta finança, os Illuminati, conseguem dominar a humanidade, por enquanto?

Das técnicas-chave de manipulação mental, a mais efetiva e mais poderosa, que é usada constantemente sobre nós, é algo a que chamamos de problema-reação-solução.

É uma técnica de manipulação mental que não só evita a oposição ao objetivo dos manipuladores como faz com que as pessoas acabem por lhes exigir que façam o que eles planeiam de qualquer modo.

Uma vez que alguém consiga ver esta técnica com lucidez e compreender como funciona, passará a receber as notícias e lerá os jornais com uma perspetiva totalmente diferente. Conseguirá ver o que está em jogo.

Funciona assim: “eles” começam por criar em segredo um problema no mundo, garantindo que “alguém” fique com a culpa perante o público, portanto na mente da população.

Poderia ser a desvalorização de uma moeda, o “rating” de um país para o lixo, a queda de um governo, ou em caso extremo, uma guerra. Em Portugal, por exemplo, para que o país caísse nas mãos das suas ferramentas financeiras, o FMI e Banco Central Europeu, o problema foi criado com bastante rapidez. As agências de “rating”, todas elas americanas e controladas pelos financeiros illuminatis, foram baixando a credibilidade do país até ao “lixo extremo”. O objetivo era enfraquecer a Europa do Euro e, principalmente, dividir para reinar. Mas, pelos vistos só conseguiram minar Portugal, Grécia e Irlanda, sem contar com o problema da outra naçãozinha europeia (Chipre, salvo erro) de que nunca mais se ouviu falar porque o que estava em jogo eram os capitais Russos. Aí piou mais fino.

Hoje, depois do resgate, em que o plano dos “senhores” não deu resultado, pois Portugal está pior do que estava quando começou a cumprir o plano “deles”, as agências de rating já não atiram o país para o lixo extremo, porque neste caso é mais do que evidente que a culpa é deles e o objetivo já foi alcançado. Portugal tem muitos juros para pagar, o lucro chorudo deles.

A verdade é que vão ganhando juros chorudos e não pensam sequer em tentar emendar os erros que cometeram e ajudarem efetivamente Portugal a resolver o problema.

As duas grandes guerras do século passado, foram financiadas, ambos os lados, pelas mesmas pessoas. É possível provar.

As mesmas pessoas que financiaram os aliados, e financiaram a União Soviética, também financiaram a Alemanha de Hitler. Tudo pelo lucro.

Ao emprestar a ambos os lados de uma guerra, e fornecendo o armamento, o lucro é enorme e sem riscos porque não interessa quem ganhe. “Eles” ganham sempre. E, fundamentalmente, após uma guerra a natureza de uma sociedade pós-guerra muda, o que permite sair do status quo que abranda enormemente os lucros. Numa sociedade diferente começa tudo novamente com vigor e a gerar grandes lucros.

E o que se passou nas duas grandes guerras mundiais foram enormes exemplos de problema-reação-solução.

Criou-se o problema secretamente, foi tudo “cozinhado” nos bastidores, publicitou-se a mentira nos mídea controlados, é claro, até ao ponto em que a população clamou “algo precisa de ser feito”, “Isto não pode continuar” que é sempre, sempre seguido de “eu entrego o meu poder no voto, o que irão fazer para resolver isto?”.

E nesse momento, quem criou o problema e “achou” um culpado, manipula a opinião pública e então, abertamente, apresenta as soluções para o problema que criou.

Desta maneira consegue-se que a população “exija” que se faça o que “eles” queriam fazer desde o início: mais câmaras de vigilância, mais polícia, mais leis autoritárias, mais dissolução da liberdade, e consequentemente, menos direitos para a população.
 
R.

domingo, 14 de maio de 2017


NASCE OUTRA NOVA ORDEM MUNDIAL

E…. Finalmente!... outra vez. A humanidade está a “acordar” e começa a reagir.

Os órgãos de comunicação social, dominados pelos Illuminatis, tentam esconder o que se está a passar  e, na verdade, Nações das novas economias emergentes já estão a contestar os planos dos líderes que querem implantar a Nova Ordem Mundial, nos seus moldes castradores e ditatoriais com o fim de manter o seu modo de vida faustoso, de ostentação, na riqueza imoral, à custa dos povos ignorantes e mais pobres.

Estas Nações que emergem perguntam por que razão terão de continuar na pobreza devido ao sistema financeiro imposto pelas velhas nações ricas que, para não perderem as suas regalias imorais face à miséria que alastra no Mundo, apoiam uma Elite de famílias que detêm 80 por cento da riqueza mundial a imporem um plano sinistro a que chamam a Nova Ordem Mundial.

As suas ferramentas para pôr de joelhos todas as nações contestatárias que se aperceberam que são reféns das suas manipulações financeiras são o FMI e o Banco Mundial, o monopólio da moeda de transação que não passa de papel impresso e que dá juros chorudos, com todos os seus tentáculos que tudo abrangem e “aprisionam” as pobres Nações que caem na imprudência de recorrer à sua “ajuda”.

Não há país nenhum que tenha ficado bem depois da intervenção destes órgãos de “ajuda”.

Este grupo que vai fazer frente ao FMI e ao sistema estabelecido, ao monopólio do dólar, onde quem manda são os americanos e alguns europeus, criou uma Nova Ordem Mundial, democrática, sem monopólios, com juros mais baixos que os praticados pelos especuladores do FMI e Banco Mundial, e, muito importante, sem usarem obrigatoriamente o Dólar ou o Euro, as moedas “impingidas” pelas organizações que controlam o mundo, para ajudar Nações que precisem de ajuda. Muitos empréstimos poderão ser feitos nas moedas nacionais dos países signatários.

Tudo se passou em Julho deste ano (2014). Pois os Mídia não falam nisso. No dia 15 DE Novembro de 2014, na RTP2, abordaram a actuação de Putin, muito levemente, deturpando o que realmente está a ser feito, procurando que o público acredite que ele (Putin) quer apenas restabelecer o império da antiga União Soviética, sem explicar, nem informar, da união que foi criada entre os cinco grandes, da economia emergente, que querem participar também nas resoluções a nível mundial porque as suas economias agora o justificam.

Talvez compreendam agora o motivo da “urgência” em a União Europeia e EUA atacarem a Rússia, um dos membros que financia o Novo Banco de Desenvolvimento e o Acordo de Reservas de Contingência dos cinco países que integram o BRICS.

BRICS é um acrónimo que se refere aos países membros fundadores (o grupo BRIC: Brasil, Rússia, Índia e China) e à África do Sul, que juntos formam um grupo político de cooperação. Em 14 de abril de 2011[] , o "S" foi oficialmente adicionado à sigla BRIC para formar o BRICS, após a admissão da África do Sul (em inglês: South Africa) ao grupo. Os membros fundadores e a África do Sul estão todos em um estágio similar de mercado emergente, devido ao seu desenvolvimento económico. É geralmente traduzido como "os BRICS" ou "países BRICS" ou, alternativamente, como os "Cinco Grandes".

Apesar do grupo ainda não ser um bloco económico ou uma associação de comércio formal, como no caso da União Europeia, existiam fortes indicadores de que "os quatro países do BRIC têm procurado formar um "clube político" ou uma "aliança", e assim converter o "seu crescente poder económico numa maior influência geopolítica." Desde 2009, os líderes do grupo realizam cúpulas anuais. Com a fundação do Novo Banco de Desenvolvimento já formam uma forte ameaça às pretensões dos líderes que querem implantar a Nova Ordem Mundial.

Admiro-me como a comentadora da RTP2, convidada nesse dia, uma professora universitária, não explicou isto tudo, limitando-se a fazer uma análise sobre a agressividade de Putin, nos moldes a que a informação do “sistema” nos habituou. Ou seja: o mau da fita é a Rússia que quer ser imperialista (e, muito misteriosamente, apoiada pelo Brasil, Índia, China e África do Sul. Facto omitido pela jovem professora universitária como se não tivesse importância nenhuma)

E a comunicação social, dominada pelos Illuminati, continua a "ignorar" o que se passa no BRICS, não informando o público. E o "ataque" a Dilma também está rodeado de factos muito obscuros que cheiram mal. É tudo uma ofensiva ao BRICS.

Nasce nova ordem mundial e mídia tenta
Esconder

(DE: BRASIL 247: O SEU JORNAL DIGITAL 24 HORAS POR DIA, 7 DIAS POR SEMANA. COM TRADUÇÃO
MINHA PARA PORTUGUÊS DE PORTUGAL E ALGUNS SUBLINHADOS SEM ALTERAR O TEXTO ORIGINAL. R)


Principal facto económico desde a crise de 2009, criação do Novo Banco de
Desenvolvimento e Acordo de Reservas de Contingência fura o esquema financeiro
global traçado em 1944, em Bretton Woods; a prevalência de americanos e
europeus no Banco Mundial e no FMI é enfrentada com cartada que muda o
jogo; Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul anunciaram 150 mil milhões de
dólares para banco e poupança em comum; o colunista Eliane Cantanhede, na Globo
News, insere facto como "mais badalação e fotografias para a presidente Dilma
Rousseff"; no Financial Times, de Inglaterra, a análise é outra: "BRICS dão notável
demonstração de como a ordem económica está a mudar"

15 de Julho de 2014 às 21:23

247 Bretton Woods, 1944. Fortaleza, 2014. Setenta anos depois de terem sido traçadas as regras da governança financeira do mundo, um facto capaz de inserir outra cidade no mapa das grandes mudanças económicas globais aconteceu.

Na capital do Ceará, nesta terça-feira 15, os cinco países que integram a sigla BRICS inauguraram, na prática, uma nova ordem para o mundo. Eles colocaram em prática a constituição de um bloco económico repleto de afinidades políticas. A partir de agora,
já se sabe que o Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul terão o seu Novo Banco
de Desenvolvimento, com capital inicial de 50 mil milhões de dólares, mas que poderá ser elevado a 100 mil milhões de dólares, para fazer frente ao Banco Mundial. E também formarão uma poupança de 100 mil milhões de dólares no Acordo de Reservas de Contingência, exatamente para não dependerem exclusivamente do Fundo Monetário Internacional (O famigerado FMI. R) para serem socorridos em crises. O jornal inglês Financial Times publicou análise da redação que dá a correta dimensão do conjunto destes factos: "Notável demonstração de como a ordem económica está a mudar".

Na mídia tradicional brasileira, no entanto, o assunto foi publicado, como se diz no jargão do jornalismo, com "má vontade". A reunião de Fortaleza que impressionou o FT e chama a atenção de todos os líderes mundiais não mereceu, na terça-feira 15, ocupar o espaço da manchete de nenhum dos jornais Folha de S. Paulo, Estado e Globo. Na TV, a colunista Eliane Cantanhêde, na Globo News, registou o acontecimento dentro do contexto da sucessão presidencial:

- A Copa acabou, mas a presidente Dilma Rousseff engatou uma segunda e já está de novo nas fotografias, registou a comentarista. Ao final do comentário, lembrou que nesta quarta-feira, em Brasília, cerca de 20 presidentes do continente americano serão recebidos para ter informações sobre como irá funcionar o banco de desenvolvimento e o fundo de reservas. E pontuou:

- Será mais um momento de badalação e fotografias para a presidente que é candidata à reeleição.

Ideia estudada pela nata dos economistas dos governos dos BRICS há pelo menos dois anos, o Novo Banco de Desenvolvimento poderá emprestar dinheiro para projetos de infraestrutura em países em desenvolvimento a juros menores que os praticados pelo Banco Mundial. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou que os recursos dos BRICS poderão ser aplicados em fundos especiais para renderem enquanto aguardam as demandas dos países.

Houve apostas nos jornais brasileiros de que uma briga de última hora entre as delegações da China e da Índia poderia matar a ideia de criação do banco de fomento.

Não foi o que ocorreu. Os sócios acordaram rapidamente em que a sede será em Xangai, na China; o primeiro presidente será da Índia, inaugurando o rodízio de cinco anos no cargo; a presidência do conselho de administração será do Brasil; a Rússia ficará com a presidência do conselho de governadores; e a primeira sede regional da instituição ficará na África do Sul.

- A democracia é uma das marcas do BRICS, disse Mantega.

Com um mercado consumidor de 3 mil milhões de pessoas e um PIB conjunto que equivale a 20% da riqueza mundial, o BRICS poderá adotar, no futuro, as moedas nacionais para transações comerciais entre os seus cinco sócios. Na véspera da cúpula, 700 empresários assinaram a carta em que pedem aos líderes políticos a adoção dessa medida, que substituiria o dólar e o euro em compras e vendas.

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, estimou no encontro de Fortaleza que a
demanda de recursos para projetos de infraestrutura em países em desenvolvimento
chega, hoje, a 800 mil milhões de dólares. Há, assim, procura suficiente para o banco
do BRICS ter um grande papel na nova ordem mundial que o grupo está a criar a olhos vistos – ainda que a mídia brasileira tenha má vontade em enxergar.

Abaixo, notícia da Agência Brasil a respeito:

Países do Brics defendem mudanças no Fundo Monetário Internacional (FMI)

 Daniel Lima e Sabrina Craide - Enviados Especiais

Os representantes dos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul)
defenderam a implementação de reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI),
para modernizar a estrutura de governança do órgão e refletir melhor o peso das
economias emergentes. Na Declaração de Fortaleza, documento resultante da 6ª
Cúpula do Brics, realizada hoje (15) em Fortaleza, os cinco países cobraram a revisão
geral das cotas do FMI, sem atrasos.

Após a reunião, a presidenta Dilma Rousseff também defendeu a reforma das cotas,
com o cumprimento dos acordos firmados pelo G20, que previam a reforma do FMI e
do Banco Mundial. Segundo ela, as modificações nas cotas poderiam garantir que
essas entidades refletissem o real poder das economias emergentes.

A presidenta destacou que a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, que irá
financiar projetos dos países do Brics, não é uma resposta à falta de reforma do FMI.
“É uma resposta às nossas necessidades. Acredito que, mesmo com a criação do
banco do Brics, fica ainda colocada na pauta a mudança das cotas, que é importante
para dar sustentação e legitimidade a uma instituição multilateral, que é o Fundo
Monetário”, disse.

Outro tema abordado pelos líderes do Brics na declaração final do evento é a
necessidade de reforma no Conselho de Segurança da ONU, para torná-lo mais
representativo, eficaz e eficiente. “China e Rússia reiteram a importância que atribuem
ao status e papel do Brasil, Índia e África do Sul em assuntos internacionais e apoiam
a sua aspiração de desempenhar um papel maior nas Nações Unidas”, diz o documento.

Sobre esse assunto, a presidenta Dilma ressaltou que a resolução de conflitos
regionais evidenciam a necessidade de o Conselho de Segurança ser um órgão de
maior representatividade. “Nós afirmamos a paz, a necessidade de priorizar o diálogo
como forma de garantir a resolução de conflitos e consideramos que o melhor padrão
é primeiro seguir as regras das Nações Unidas, respeitar o direito internacional e agir
dentro desse marco.”