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sábado, 20 de agosto de 2022

 

COMO APARECEU O NOSSO SISTEMA SOLAR


Segundo declarações do cientista Edward Stone, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, chefe do programa Voyager, os escultores do Sistema Solar foram os choques cósmicos, uma teoria que já se conhecia pelos Sumérios terem esclarecido esse facto, há seis mil anos.

O ponto central da cosmogonia suméria, visão do mundo e religião, foi o cataclismo chamado de Batalha Celeste, e o texto mais completo que chegou até nós trata da formação do Sistema Solar antes da Batalha Celeste e explica enigmas que ainda preocupam os nossos astrónomos e astrofísicos.

E o que é mais importante: sempre que os cientistas chegam a uma resposta satisfatória, ela adapta-se à realidade Suméria que a corrobora.

Num estudo feito aos planetas do nosso Sistema, a probalidade de uma colisão celeste surgiu como a única resposta plausível. As luas de Úrano, bem como a sua posição, levaram os cientistas da NASA à conclusão de que uma colisão com algo do tamanho da Terra, viajando a mais de 60 mil quilómetros por hora, poderia ter causado isso, provavelmente há cerca de 4 milhões de anos.

Os Sumérios falam de um único acontecimento global. Os seus textos são mais esclarecedores do que os astrónomos modernos. Os documentos antigos também explicam assuntos mais próximos de nós, como a origem da Terra e da Lua, do Cinturão de Asteróides e dos Cometas.

     Imagem: Starsider Refugee Camp. WordPress.com

Os textos Sumérios relatam que tudo começou quando o Sistema Solar ainda era jovem. O Sol e Tiamat foram os primeiros membros do Sistema Solar que, gradualmente, se foi expandindo com o nascimento de mais três pares planetários – Vénus, Marte e Mercúrio – e depois Júpiter e Saturno e, além de Tiamat, Úrano e Neptuno mais afastados ainda.

Nesse Sistema Solar inicial, ainda instável logo após a formação, surgiu um invasor. Os Sumérios deram-lhe o nome de NIBIRU. Os Babilónios chamaram-lhe Marduke em homenagem ao seu deus nacional, e mais recentemente é o planeta X ou 12º planeta. Este intruso surgiu do espaço sideral exterior mas, ao aproximar-se dos planetas exteriores do Sistema Solar, começou a ser atraído para dentro dele.

O primeiro planeta a atrair NIBIRU, com a sua força gravitacional, foi Neptuno. Faíscas e raios foram arremessados por ele, quando passou por Neptuno e Úrano. Pode ter chegado com os seus próprios satélites a orbitar à sua volta, ou adquirir alguns pela força gravitacional dos planetas exteriores.

Os textos antigos falam dos seus membros perfeitos… difíceis de distinguir. Quando passou próximo de Neptuno, um pedaço de NIBIRU soltou-se e tudo leva a crer que se transformou na lua de Neptuno chamada Tritão. Um aspecto que reforça essa possibilidade é que NIBIRU entrou no Sistema Solar numa órbita retrógrada (no sentido dos ponteiros do relógio), ao contrário do movimento dos outros planetas. Apenas este detalhe Sumério de que o planeta invasor tinha um movimento contrário ao dos outros planetas pode explicar o movimento, também retrógrado, de Tritão, as órbitas muito elípticas dos outros satélites e cometas. Tritão é o único satélite maior do Sistema Solar que orbita o planeta-mãe em sentido retrógrado, o que implica que não pode ter sido formado por condensação a partir da mesma nebulosa primordial. Esta órbita tem como consequência que as interacções gravitacionais com Neptuno removem energia de Tritão, aproximando-o a pouco e pouco. Num futuro distante, uma de duas coisas poderá acontecer: ou Tritão cairá sobre Neptuno ou, antes de isso acontecer, as forças gravitacionais destrui-lo-ão, transformando-o em mais uma série de satélites e anéis neptunianos. Depois, pela temperatura: Tritão é o corpo mais frio do Sistema Solar (mesmo mais que Plutão e Caronte) – com -235ºC está apenas 38ºC acima do zero absoluto. Isto deve-se ao seu alto albedo (coeficiente de reflexão) (0.7), que faz com que a maior parte da pouca energia que recebe do Sol seja reflectida, ao contrário de Plutão, que é muito escuro.

    Imagem: Quora

A inclinação do eixo de rotação, de 157º em relação ao eixo de Neptuno, faz com que a orientação de Tritão em relação ao Sol seja de modo a virar alternadamente as regiões polares e as equatoriais para o Sol. A sua densidade também é invulgar para esta zona do espaço: com 2.05 g/cm3 é o corpo importante mais denso para lá da órbita de Júpiter (depois de Marte, apenas Io e Europa são mais densos). Esta densidade comparativamente alta implica que Tritão deverá ser composto por cerca de 75% de rocha. A Voyager 2 verificou que Tritão possui uma ténue atmosfera, da ordem de 0.02 mbar, composta essencialmente de azoto e algum metano, sublimados dos gelos superficiais. Mas a característica mais estranha de Tritão é o vulcanismo. Só existe vulcanismo activo, confirmado, em três planetas do Sistema Solar: a Terra, Io e Tritão, mas o vulcanismo de Tritão é dificilmente comparável com os outros dois, dado que aqui a “crosta” de gelo sólido é atravessada por “lavas” de uma mistura de gelos pastosos, azoto e metano líquidos e poeiras líticas, mistura que se vaporiza à baixa pressão superficial produzindo plumas por vezes com mais de 100 km de altura.

Os textos Sumérios referem-se à formação das quatro Luas principais de Úrano, que aconteceu durante a colisão que inclinou este planeta. Numa passagem posterior do texto, é dito que NIBIRU ganhou mais três satélites como resultado deste encontro.

NIBIRU penetrou ainda mais no Sistema Solar e alcançou a imensa força gravitacional de Saturno, que mudou para sempre a órbita do intruso. Foi quando Plutão (que era satélite de Saturno) foi afastado em direcção a Marte e Vénus, fazendo uma vasta órbita elíptica e retornou para os confins do Sistema Solar.

    Imagem: Mega Curioso

O novo trajecto orbital de NIBIRU/Marduke, estava irrevogavelmente traçado na direcção do planeta Tiamat. Apesar de estarem em rota de colisão, Tiamat a orbitar no sentido anti-horário e NIBIRU em sentido horário, acabaram por colidir um com o outro.

NIBIRU, sobrevivente, continuou a seguir o seu novo destino em volta do Sol e, no seu retorno, voltou ao que restava de Tiamat. O acto de criação dos céus atingiu o seu estágio final e iniciou-se a criação da Terra e sua Lua.

Primeiro, os novos impactos partiram, por completo, Tiamat ao meio. A parte superior foi golpeada por um dos satélites de NIBIRU que a levou, juntamente com o seu satélite Kingu, a locais antes desconhecidos, a uma órbita inteiramente nova onde antes não havia nenhum planeta. A Terra e a Lua estavam criadas. A outra metade de Tiamat partiu-se com os impactos em pequenos pedaços, formando o Cinturão de Asteróides.

Depois disso, NIBIRU cruzou os céus e avaliou as regiões e, segundo o texto antigo, também deu a Plutão o seu destino final, designando-lhe um lugar oculto, uma parte ainda desconhecida do Céu. Era para além da posição de Neptuno. Pelo que dizem, era no abismo distante no espaço. Deste modo, Plutão foi localizado na órbita que hoje ocupa.

Diz o texto que, ao construir as estações para os planetas, NIBIRU fez para si duas moradas. Uma ficava no firmamento (Como também é chamado o Cinturão de Asteróides nos textos antigos) e a outra distante no abismo que que era chamada a grande morada. Os astrónomos modernos chamam essas duas posições planetárias de perigeu (ponto orbital mais próximo do Sol) e apogeu (o ponto mais distante).

Assim chegou o invasor do espaço exterior – NIBIRU – para se transformar em mais um membro do Sistema Solar, com uma órbita que leva 3600 anos para se completar.

     Imagem: Enciclopédia Global

Entre Marte e Júpiter o grande Cinturão de Asteróides. Depois de Neptuno existe outro cinturão de asteróides maior a que deram o nome de Cinturão de Kuiper, e finalmente a grande nuvem de Oort que envolve todo o Sistema Solar.

Portanto, o Sistema Solar está escondido e não é fácil de identificar no braço da Galáxia, o que até pode ser bom para todos nós.

     Imagem: Meio Ambiente – Cultura Mix

 

Nota - Obra consultada: Génesis Revisto, de Zecharia Sitchin

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

 

A OBSESSÃO

 

Já publiquei neste blogue um texto sobre a “Possessão Demoníaca” e a acção de Jesus sobre os demónios quando tal fenómeno acontecia. Ele expulsou todos os demónios que, como tais, se manifestaram diante Dele mas falou pouco a respeito da possessão demoníaca explícita. Tratou as possessões subtis, que são as piores que na generalidade podem ser mais “culturas espirituais” do que demónios que se “manifestem” como tais. Neste caso, pela ciência actual, são as "doenças" do foro psiquiátrico que não são necessariamente manifestações de um demónio mas sim influências demoníacas.

 


Nos primórdios, as doenças mentais eram consideradas fruto de possessão demoníaca. Essa ideia foi abandonada já no século 5 a.C. Hipócrates foi o primeiro a descartar a influência dos espíritos nos problemas mentais. Ainda assim, os hospícios surgiram apenas na Idade Média. A sua função não era tratar. O facto é que as "terapias" da época não serviam para nada. Eram apenas para tirar os loucos das ruas.

Quanto à Obsessão, é a chamada acção de “Personalidades Intrusas”. A civilização contemporânea é, sem dúvida nenhuma, baseada no choque de identidades individuais e colectivas. A luta, em de acalmar os espíritos tende a excitá-los, gerando vários conflitos. Até o “desporto”, arenas de grande competição e via de escape da raiva, frustrações e agressividade, canaliza estes instintos, permitindo descargas “benéficas”.


Só que os campeonatos e competições acabam por reforçar os instintos de agressividade, principalmente quando associados a interesses financeiros, e passam a verdadeiros conflitos onde vale tudo, pela ganância dos prémios cada vez mais chorudos. O Homem torna-se facilmente num “exterminador implacável”.

Movimentando-se neste terreno de competição, como é o terreno da vida diária, cada um manifesta violência de modo diferente devido a diversos factores, como o grau evolutivo de cada um, o momento que atravessa, etc. Os menos prevenidos, os menos conhecedores das forças que governam a vida, poderão funcionar como receptores passivos e manifestarem-se até de maneira explosiva.

A cólera provoca uma verdadeira anestesia do espírito. A sabedoria popular fala, e com razão, em “estar fora de si” ou “estava cego pela cólera”, etc. Nestas situações a pessoa passa a agir como se fosse outra, pelo que é normal perguntar se alguém pode agir independentemente da sua própria vontade. Conhecem-se casos de pessoas que apresentam, em alturas diversas, personalidades distintas que lhes controlavam, alternadamente, o corpo. É uma perturbação de espírito a que se chama OBSESSÃO.


Antigamente, estas perturbações mentais eram consideradas como forma de inspiração divina ou de possessão diabólica. Hoje, a tendência é para relacionar com factores físicos, químicos e emocionais. No mundo oriental, a convivência com a ideia das possessões é ponto assente. Não se discute. No mundo ocidental, devido ao avanço e imposições da Ciência, que só reconhece como verdadeiros os fenómenos devidamente estudados e considerados como verdadeiros à face das determinativas que regulamentam a própria Ciência, este fenómeno, só pelo facto de não ser estudado, sendo apenas teóricos, torna mais fácil os “cientistas” dizerem que ele não existe, ou que se trata de manifestações do inconsciente.

Mas, na realidade, se a experimentação vale alguma coisa, nada mais fácil do que o fenómeno da obsessão. Mediante o estudo de alguns tipos de energia e das suas leis, nos mundos ocultos, seria mais simples entender alguns mistérios do misticismo. Chegaríamos mais perto da natureza íntima das coisas e desvendaríamos mais alguns sectores do chamado mundo invisível, intangível ou “oculto”.

De acordo com o apurado nos casos observados, e segundo os conhecimentos actuais, há quatro formas distintas e frequentes da manifestação de “personalidades intrusas”.

As religiões identificam-nas como entidades demoníacas capazes de provocar a obsessão. No mundo científico, esta forma de intromissão na privacidade da pessoa tem recebido vários nomes consoante o grau da intrusão. São as “crises depressivas”, “episódios neuróticos” etc. Em casos extremos, há a perda total do autodomínio. Essa personalidade intrusa, que nem sempre é um espírito dos planos suprafísicos, entra em conflito com a personalidade “actual”, impondo-se gerando perturbações e fenómenos diversos.

Alguns “cientistas” ou “investigadores” insistem em atribuir todos estes fenómenos aos poderes da Mente e do Subconsciente, cuja natureza é demonstrável por causa dos seus preconceitos científicos ou religiosos. Nada mais conseguem senão bloquear as pesquisas sobre o assunto.

Valorizam em excesso o poder da Mente, tornada produto secundário de um órgão físico, o Cérebro, em vez de procurarem entender o “homem real” que, sendo tão invisível como o “Sol real” actua noutros planos vibratórios.


A primeira forma de obsessão resulta da intromissão de um espírito que mantém a sua consciência e vive nos planos suprafísicos na consciência de uma pessoa “viva”. Esta última assume então uma personalidade diversa da habitual. Chega a um verdadeiro processo de ruptura com a personalidade normal, devido ao fenómeno de substituição operado pela personalidade exterior, que passa a actuar como agente interno. O comportamento é determinado por esta segunda personalidade, totalmente assumida como novo centro de consciência. É capaz de controlar a linguagem e todas as reacções do corpo (excepto as reacções da Iris aos estímulos luminosos) que utiliza facilmente para descarga de ódios antigos e satisfação pessoal, às vezes de modo desconcertante e escandaloso.

A pessoa obcecada pode exibir sinais mais ou menos nítidos de transe. É a “incorporação”. A expressão facial é modificada, os gestos parecem estranhos e a voz é dramaticamente alterada. Pode falar uma língua estrangeira, escrever textos ininteligíveis, fazer desenhos obscuros, tornar-se alcoólico, etc. Como a morte não altera os hábitos, arreigados na própria estrutura espiritual, os hábitos transcendem a vida física e o espírito mantém, no mundo invisível, a necessidade instintiva de usar, por exemplo, o álcool ou o tabaco, o que faz procurar pessoas sensíveis que interpenetra para aproveitar, por indução, as vibrações do vício, e estimula por outro lado a repetição do hábito no ser “incorporado”.

A pessoa “viva” passa a agir como se fosse uma marioneta, servindo passivamente às ordens do obsessor, degradando-se física e moralmente.

A segunda forma de obsessão é estudada em pormenor pelo Rosacruciano Max Heindel na sua obra “O Véu do Destino”. Deu-lhe o nome de autopossessão e relaciona-se com a acção do Guardião do Umbral e do corpo-de-pecado. Resumindo muito sinteticamente, teremos de abordar o Mundo do Desejo: simbolicamente falando, a água significa as emoções e o mar é, normalmente, usado para indicar o Mundo do Desejo. Esse Mundo é que contém material para construção do nosso Corpo de Desejos, bem como para o Corpo de Desejos do animal. É também o Mundo que fornece material para termos as nossas emoções, aspirações, desejos e sentimentos.

Desde a última parte da Época Lemúrica, para alguns, e início da Época Atlante para todos, os Espíritos Luciferinos começaram a chamar a nossa atenção para a existência do Mundo Físico, ajudando-nos a perceber a forma exterior do nosso Corpo Denso. E, também, começaram a instigar-nos a usar a nossa Mente para distinguir as formas externas, dar-lhe nomes, dominá-las e colocá-las ao nosso dispor. A partir desses dois movimentos temos gerados muitos desejos inferiores, muita paixão, muita ambição, muito egoísmo, muito mal, sendo o mal uma acção contrária as Leis de Deus. Inicialmente o fizemos por inocência, depois o fazemos por ignorância.

A todo esse conjunto de desejos inferiores somado aos pensamentos inferiores que resultam em todo o mal que já cometemos em todas as nossas vidas passadas constitui a “besta que saiu do mar”, ou como é conhecido na ciência oculta: o Guardião do Umbral.

     Imagem: Rosacruz revelada

Esse ser é, portanto, a encarnação de todo o nosso mal gerado em vidas passadas, mal esse ainda não expiado e que espera a expiação em vidas futuras, até completarmos toda a roda de nascimentos e mortes necessários para tal.

E o Guardião do Umbral, a Besta, está muito ligado ao dragão, ao diabo, também conhecido como a Serpente ou os Espíritos Luciferinos, que nos incita ao egoísmo, a gratificação dos prazeres e a maldade, pois como lemos nesse trecho do Apocalipse: “O dragão lhe deu poder e trono e uma grande autoridade“.

Essa entidade monstruosa encontra-se nas Regiões Inferiores do Mundo do Desejo. Entretanto é invisível entre a morte e um novo Nascimento, se bem que está ali presente. Ela só se torna visível quando os iniciados, como Aspirantes à vida superior, entram conscientemente no Mundo do Desejo, deixando o nosso Corpo Denso a dormir no leito. Portanto, esse é o momento que nós temos que passar por essa entidade criada por nós mesmos. Devemos reconhecer e admitir essa entidade como parte de nós, prometendo liquidar todas as dívidas, todo o mal, representado por essa forma, o mais cedo possível.

A terceira forma de obsessão poderíamos chamar também “autopossessão”, para a enquadrar na terminologia utilizada por Max Heindel, embora não assuma a gravidade dos casos relatados sob esta designação. Está associada à Mente supraconsciente, que é onde se guardam todas as aquisições do passado, isto é, o depósito onde se arquivam os registos de todas as recordações e experiências adquiridas durante a vida na matéria (a memória consciente e subconsciente apenas dizem respeito ao que se passa durante a vida actual). Aí permanecem diversas personalidades, vivas e dinâmicas que o espírito desenvolveu durante a sua evolução.

    O Corpo do Pecado – A autopossessão. Imagem: AUM MAGIC

Finalmente, a quarta forma de actuação de “personalidades intrusas”. É uma das mais comuns, embora se lhe dê pouca atenção. Está muito ligada, por exemplo, ao tabagismo e alcoolismo. Este tipo de intromissão manifesta-se mesmo entre os vivos. De facto as pessoas sensitivas podem incorporar, mesmo sem o saberem, através do mecanismo telepático, o condicionamento de hábitos alheios e apresentar um quadro clínico complicado, com doenças estranhas que resistem aos tratamentos habituais. Nestes casos, a única forma de resolver o caso definitivamente é necessário recorrer a um “serviço de cura e auxílio espiritual” e o paciente ser esclarecido da causa da sua “enfermidade”.

    Cientistas investigam como a espiritualidade pode ajudar a saúde do corpo – BBC News Brasil

Quem for mais resistente, ou menos sensível, poderá somatizar este tipo de influências sob a forma de dores de cabeça, tonturas, astenias, etc. A doença é associada à debilidade do corpo energético, o Corpo Vital. Em certos casos, os sintomas físicos podem ser resultantes de vibrações projectadas por outras pessoas “vivas”. Estes eventos, devidamente observados, mostram-nos até que ponto somos vulneráveis à influência de personalidades que, embora invisíveis, se encontram presentes no mundo oculto, o que nos leva a pensar na existência de um “Síndroma da imunodeficiência espiritual” e nas suas causas.

O melhor remédio contra este tipo de influência é, por um lado, aumentar o autodomínio e, por outro, “educar as pessoas acerca da verdade do facto de que a morte, da mesma forma que a vida, é uma coisa natural, comum e corrente, na eterna vida do espírito imortal, fazendo tudo quanto esteja ao nosso alcance para divulgar o mais possível este evangelho da vida”. (Max Heindel, em o Véu do Destino).

sábado, 13 de agosto de 2022

 

COINCIDÊNCIAS OU VERDADEIRA HISTÓRIA OCULTA

 

Sérgio O. Russo foi um escritor brasileiro do Rio de Janeiro, pesquisador do Realismo Fantástico e considerado uma referência no género. Escreveu na linha de escritores como Charles Berlitz, Robert Charroux e Jacques Bergier. Wikipédia.

Faleceu em 26 de Novembro de 2021 e deixou uma obra incrível que, por motivos desconhecidos, foram tiradas dos catálogos e as suas valiosas páginas do “NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO” foram sempre tiradas do ar e bloqueadas por desconhecidos, numa prova evidente de que estava a pôr “o dedo na ferida” e a revelar, de mais, factos que esses líderes desconhecidos (Os chamados Senhores do Mundo), querem que fiquem em segredo.

E UM AVISO. Ao tentar explorar na procura de mais informações sobre O. Russo, encontrará centenas de alçapões e likes perigosos, nada seguros, que poderão extrair informações sobre cartões de crédito, contas bancárias e outras informações do foro privado. A “força” que sempre o perseguiu e bloqueou muitos dos seus textos continua a actuar em roda de O. Russo mesmo depois de falecido. Porque será?

Ainda tive a sorte de gravar muitas páginas dele, e pelo seu interesse informativo, vistas como um estudo analítico bastante sério com eventos fáceis de comprovar e factos comprovados pelos vestígios arqueológicos que não podem, nem devem ser apagados da História da humanidade, vou transcrever parte deles, para que os estudiosos e curiosos possam tomar conhecimento de uma parte muito ínfima da sua obra.

Esta página foi dedicada à deusa Meretseger – A deusa que gosta do silêncio.

Sagrado e imorredouro Egipto, a terra abençoada dos Deuses distantes! Muito embora as ruínas do seu antigo esplendor estejam agora recobertas pelas areias implacáveis, rodeadas pelo silêncio sepulcral, essa terra e a sua imensa sabedoria não pereceram como muitos possam pensar. Bem ao contrário, ela vive, imersa no silêncio porém naquele silêncio solene e mais vívido, expressivo, que atravessa os tempos de geração em geração, de civilizações em civilizações, desafiando a eternidade durante toda a frágil e transitória trajectória humana!  

Existe no Panteão Egípcio uma Deusa pouquíssimo conhecida: Meretseger - A Deusa Que Gosta do Silêncio! Como todos os deuses do Antigo Egipto, repleta de metáforas e dos mais altos simbolismos - mistérios somente compreensíveis e ao alcance dos mais Altos Iniciados.  

Poucos sabem, mas Meretseger, também conhecida como a sacrossanta deusa do Ocidente (ou "a terra dos mortos" para os egípcios) era a contraparte do deus chacal Anúbis, o guardião das tumbas e, por sua vez, igualmente a protectora da Necrópole. Encimando as tumbas do Vale dos Reis, local de repouso dos faraós, existe essa pequena pirâmide, cuja guardiã era justamente ela, a Deusa Que Gosta do Silêncio - a poderosa Meretseger!  




E muito embora ignorado pela Arqueologia, existe ali um santuário - um oratório, dedicado a Meretseger, a Dama do Silêncio! (FOTOS: maxim-tours.com)

Alta sabedoria! Uma sabedoria que os Antigos Egípcios jamais exprimiam por meio de discursos, mas, sim, através do SILÊNCIO, pela visão provocada, pelos mais altos simbolismos!


O Antigo Egipto ainda vive? SIM, assim como TAMBÉM alguns daqueles que nele promoveram as suas mais remotas existências. Impossível? NÃO!  

Pois, a amada Deusa que Gosta do Silêncio era também aquela que guardava os "adormecidos" e velava pelas reencarnações. E falando-se nisso, devemos agora retornar a um assunto que abordamos numa nossa página anterior, mostrando esse busto egípcio milenar em exposição no Field Museum, situado em Chicago, EUA, retratando uma princesa egípcia que viveu por volta do ano 1050 Antes de Cristo - e cuja incrível semelhança com a face do cantor pop Michael Jackson, falecido em 25 de Junho de 2009, causou comoção ao mundo.

Como se recordam, logo associamos esta subtil "coincidência" com o facto de que a reencarnação existe mesmo, e que através dos tempos os sexos podem mudar! Todavia, carregamos connosco certas "marcas" indeléveis - em carácter, físico, e personalidade - que dificilmente se alteram ou então se apagam nos ciclos das encarnações. Da mesma forma, como também chamamos a sua atenção para o lado místico de Michael, muito ligado às coisas e tradições do Antigo Egipto.

Certamente que sim! Porém, continuamos a encontrar muitas outras "coincidências" subtis com relação à morte desse saudoso astro pop e o Egipto. Era costume no Antigo Egipto a realização de uma cerimónia de celebração que antecedia sempre ao ritual fúnebre. De corpo presente, um soberano qualquer, ou então um membro importante da realeza, aos quais eram exclusivamente destinadas as mumificações, eram velados com cânticos e homenagens prestadas pelos seus familiares mais íntimos e amigos, além dos lamentos das carpideiras....  

.... Da mesma forma como ocorreu com Michael! (FOTO: Reuters)

 

Seguia-se o ritual do pós-embalsamamento e das preces em louvor da passagem da alma para o "outro lado do rio da vida". A expressão egípcia "cruzar o rio para o oeste", aliás, significava repousar, "adormecer"- devidamente preservado nas tumbas herméticas do Vale dos Reis.

O defunto já estava então embalsamado e mumificado. A múmia, nesse estado, era uma espantosa e sábia emulação da Natureza, simbolicamente significando que, tal como uma feia crisálida que depois se transforma numa linda borboleta, a alma deixava a matéria para voar - livre, bela e radiante nas regiões superiores, no Sagrado Éter, no Seio do Espírito Universal. Lembremos, então, que Michael Jackson TAMBÉM FOI EMBALSAMADO, o seu corpo foi devidamente preservado!  

A múmia, ou o corpo embalsamado, o que vem a dar no mesmo, era - especialmente para a realeza - encerrada num rico sarcófago, elaborado no mais puro ouro.....

 

..... E para Michael Jackson foi também destinado um caixão.... Igualmente confeccionado no MAIS PURO OURO! Um mero acaso? NÃO! 


E será que você leu com a devida e a necessária atenção o quadro acima? Se não o fez, por favor retorne e leia todos esses tópicos, prestando bastante atenção - notadamente a partir da palavra que assinalamos em amarelo. Ou seja, no Antigo Egipto o CORPO FICAVA SETENTA DIAS NA MORADA DOS EMBALSAMADORES ANTES DE DESCER À CRIPTA.....

E agora leia esta notícia, publicada nos jornais exactos SETENTA DIAS APÓS A MORTE DE MICHAEL - ocasião em que o seu corpo foi finalmente sepultado. Uma série de marchas e contramarchas, que talvez nem mesmo a família do astro soubesse o porquê, retardou o seu sepultamento. Justamente para que fossem transcorridos OS SETENTA DIAS - tal como o era nos sagrados rituais do Antigo Egipto! Meras coincidências? NÃO! Pode acreditar que não! o que chamamos de "coincidências" simplesmente não existe!

 


Aliás, no Antigo Egipto os corpos não eram enterrados, isso era considerado uma profanação ao carácter sagrado da terra! Pelo contrário, os seus sarcófagos eram encerrados em tumbas subterrâneas e mausoléus, destinados à preservação das múmias como "suportes mágicos" para que as almas dos defuntos vivessem eternamente.  

E por sinal, não era à toa que os Egípcios sempre colocavam as suas tumbas em câmaras herméticas, profundamente escavadas no interior das montanhas....  

.... Nesse locais, os quais actuavam mediante um efeito "condensador", havia a interacção entre o telurismo (a força negativa subterrânea que percorre todo o planeta) e a energia cósmica, advinda do céu, captada por uma FORMAÇÃO PIRAMIDAL. E, lembremos, no Vale dos Reis havia a pirâmide de Meretseger, colocada no seu ponto mais elevado! Além disso também auxiliavam no processo o efeito magnético e preservador das rochas e as propriedades incorruptíveis do ouro nos sarcófagos.

Assim, a diferença existente entre uma tumba egípcia, na qual os corpos embalsamados da realeza eram preservados, e um moderno mausoléu dos nossos cemitérios é muito pouca. Consegue-se também um efeito semelhante porém, não tão eficiente quanto o milenar e muito eficaz método egípcio.

E o corpo embalsamado de Michael Jackson igualmente não profanou o carácter sagrado da terra que o abrigou por 50 anos! No cemitério memorial de Forest Lawn, num mausoléu fortemente protegido tal como nas herméticas tumbas egípcias, ele é guardado para sempre, relativamente íntegro.... Tradição milenar mantida, superior à vontade humana! Que forças estranhas actuaram neste evento? Não é mesmo verdade que a história é cíclica e sempre se repete?

Mas, quem foi ele realmente? Uma alma inspirada e frágil, um coração magnânimo. Alguém que pregou, cantou e praticou, o amor, a caridade e a fraternidade entre os homens, principalmente em todas as suas lindas e inspiradas músicas - enfim, deixou mensagens, gestos, atitudes humanitárias. Uma alma abençoada que, assim como tantas outras, veio para lembrar a esta humanidade descrente que o Amor não morreu como muitos apregoam - ao contrário, que ele está apenas perdido, tão-somente esquecido nas mentes e nos corações dos homens! Os seus sonhos, que desejou compartilhar, inspiraram o mundo. Porém, partiu, porque terá soado a sua hora - o seu momento - de mais uma vez, voar livre nas dimensões maravilhosas do Espírito e habitar nos Planos Inefáveis da Imorredoura Luz. Como partiu? Foi deliberado? Assim o teria desejado? Não se sabe, e talvez jamais se saiba. Para as almas puras o fardo da matéria é mesmo muito pesado. Sabemos apenas aquilo o que nos ensina a Filosofia Oriental: - Aqueles que anseiam pela liberdade devem-se tornar em nevoeiro. E em nevoeiro ele se foi, para certamente retornar numa outra vida, numa outra época, talvez melhor do que esta. Ele, que nesta nossa época e neste nosso tempo foi chamado de "O Rei do Pop", não o foi sem uma certa razão! Michael tinha mesmo as marcas e a altivez da realeza - o porte soberano de um príncipe. 

E algum tempo depois do seu sepultamento, encontraram na residência de MIchael um último bilhete, que os materialistas e os cépticos logo atribuíram à sua "confusão mental". Tal bilhete, talvez a sua última mensagem ao mundo, dizia: - CANTEM WE ARE THE WORLD. Profético! A letra dessa sua música, que por sinal encerrou a cerimónia fúnebre de Michael (foto) diz exactamente: “Chegará um tempo quando ouviremos um certo chamado, quando o mundo precisará de se tornar unido, como se fosse um. Há gente a morrer, e é hora de dar um auxílio à vida: o maior presente de todos! Não podemos continuar a fingir dia a dia que alguém, em algum lugar, fará uma mudança. Somos parte de uma grande família de Deus, e a verdade, você sabe, é de amor que precisamos. Nós somos o mundo, nós somos as crianças, somos os únicos que podemos fazer um dia radiante. Então, vamos dar-nos, há uma escolha que fazemos, salvando as nossas próprias vidas, fazendo verdadeiramente um dia melhor, para você e eu". "Confusão mental"? De maneira alguma! Ele sabia muito bem o que estava a pedir ao mundo!

As marcas e a altivez da realeza - o porte soberano, de um príncipe? SIM, e do membro de uma realeza muito mais antiga do que possamos pensar! E que certamente apenas agora "dorme" - repousa distante da sua terra-mater, porém sob a excelsa protecção daquela Deusa muito antiga e esquecida - exactamente aquela deusa muito amada e que gosta do Silêncio!

 


A Natureza é sábia, é maravilhosa. As abelhas, os insectos mais inteligentes do reino animal são um exemplo disso. Elas comunicam entre si através de bailados geométricos efectuados em pleno ar, além de terem uma elevada organização social. E elas TAMBÉM REALIZAM CERIMÔNIAS DE MUMIFICAÇÃO! A abelha rainha, a mãe de todas elas, quando morre é velada ritualisticamente, e posteriormente EMBALSAMADA com cera pelas demais. Ela foi a ALMA, o suporte da colmeia, a qual não pode ser perdida - e a mumificação da rainha irá garantir isso! Depois das cerimónias, todas as demais voam produzindo um estranho zumbido - CÂNTICOS de despedida - e então formam um arco triunfal, reverente, no espaço, dando passagem e transportando a múmia da soberana através do ar para um cripta, onde permanecerá preservada.... Como um SUPORTE MÁGICO de modo a manter viva a alma da colmeia!  

E não se iluda Prezado (a) Visitante. Existem mesmo inúmeras coisas que se situam para muito além da nossa frágil e muito limitada concepção! Os antigos Egípcios conheciam e lidavam com muitas forças que nem sequer sonhamos que possam existir - lidavam com energias poderosíssimas, Universais e actuantes! Todos os velhos monumentos - pirâmides, templos, estátuas - que, atravessando milénios sem conta, se espalham pelas hoje solitárias areias do Egipto SÃO, TAMBÉM, SUPORTES MÁGICOS - condensadores de energias - algo como "múmias" pétreas e indestrutíveis, de modo a manterem vivos.... O Espírito imorredouro e a Alma daquela velha e sábia civilização!

 


E assim também era a cerimónia ritualista sagrada dos Antigos Egípcios, uma emulação da Natureza! Através da mumificação, um prolongamento da existência terrestre - um modo de impedir a destruição da entidade humana sustentada num plano imediatamente paralelo, onde as entidades acessórias da ALMA, através de SUPORTES MÁGICOS, eram mantidas - adormecidas e preservadas À ESPERA DE UM NOVO CORPO, seguindo através das eras, de encarnação para encarnação - onde TAMBÉM (preste atenção nisso) as estátuas e bustos daqueles que foram mumificados (viajando no tempo!) IGUALMENTE SERVEM DE SUPORTE - tudo para que, a partir de uma certa idade ocorra uma osmose psíquica, guiada pelos sagrados deuses do Egipto, quando então será lançada a PONTE entre o novo ser e o seu antepassado, o qual virá a ser ele mesmo - novamente! Entendeu agora, Prezado (a) Visitante, POR QUE Michael Jackson se parecia tanto com o milenar busto egípcio, em exposição no Field Musem de Chicago?

Nada de muito surpreendente nisso, pois é mesmo muito sábia a Natureza. Há uma inteligência inerente que permeia tudo. E há provas incontestáveis quanto a isso! A imagem acima, que também comoveu o mundo, não se trata de uma montagem, ou sequer de uma simples brincadeira. Ela foi publicada no conceituado Daily Mail e tomada pelo cientista e Professor Michael Nolan nas regiões geladas do arquipélago de Svalbard, Noruega. - Seria a Mãe Natureza a chorar? - Perguntou o editorial daquele conceituado Jornal. Quem sabe! Pois, esta foto mostra-nos algo simplesmente fantástico, além de verdadeiramente surpreendente: o derretimento crescente das geleiras parece fazer com que a Mãe Natureza chore por tudo aquilo de mau que os seus filhos fazem na sua morada! Pode ser que tenha sido uma "coincidência", um evento natural. Mas, até que ponto? (FOTO: © SpecialistStock/Barcrot Media)

 


Os Antigos, como também todas as Filosofias Orientais, ensinavam-nos que o nosso planeta é um organismo vivo e sensível, dotado de alma - assim como todos os seres que o habitam. Tudo aquilo que fazemos se reflecte e repercute sobre ele. Além disso, também ensinavam que os planetas são dotados de uma natureza feminina, sempre fecundados pela luz dos sóis que os circundam. A Natureza, então, é mulher, e toda a mulher é sensível - e toda a mulher sonha com o amor! E, assim, dá à luz miríades de seres - criaturas exóticas que andam, voam, rastejam - sons, luzes cores, sementes que florescem, flores que espargem os seus perfumes pelos campos verdejantes - e assim por diante. Ela é uma Dama - é ELA, enfim, a esquecida Deusa que Ama o Silêncio! A abençoada Mãe - Mãe, porém, actualmente ferida, degradada, vilipendiada pelos seus próprios filhos, os quais lamentavelmente se transformaram numa doença que rasteja pela sua abençoada e benfazeja pele - fazendo-a, então, quem sabe, verter o seu mais dolorido, o seu mais solitário pranto! E qual a mãe que não chora diante da ingratidão e da maldade de um filho?

 

 

 

 

 

domingo, 7 de agosto de 2022

 

PREVISÃO DE NOSTRADAMUS AINDA POR REALIZAR

 

Uma guerra na Europa em 2022 está entre as previsões de Nostradamus no livro "Les Prophéties", publicado em 1555, que une supostos 942 acontecimentos futuros em relação à vida do astrólogo francês, que morreu em 1566. Entre as suas profecias que ganharam fama estão indicações do assassinato de John F. Kennedy, a ascensão de Adolf Hitler e o Grande Incêndio de Londres, que destruiu partes centrais da capital inglesa em 1666.

Mas, uma das suas profecias ainda está por se realizar, segundo os estudiosos.

Como todas as outras, a interpretação pode sugerir vários caminhos e as datas também. São uma incógnita porque (já referi várias vezes noutros textos) a contagem do Tempo tem muitas variáveis. Apesar de algumas das previsões se mostrarem acertadas, estudiosos apontam que é difícil estipular datas para os acontecimentos esperados por Nostradamus, já que ele se baseou em movimentos astrológicos para escrevê-los e não no calendário tradicional.

Os métodos de contagem por ciclos lunares, ciclos solares, ou pulsações atómicas, ou por calendários de várias civilizações que não contam o tempo, como o mundo ocidental a partir do nascimento de Jesus Cristo, criaram um emaranhado difícil de controlar.

Ao descrever o acontecimento, o profeta não faz menção directa à Rússia ou à Ucrânia, actualmente envolvidas em conflito directo, e sim a uma ameaça à França, vinda "do leste", segundo lembrou o tablóide Daily Star. De acordo com a análise dos textos, o conflito deveria acontecer em algum momento na Primavera do continente europeu, entre os meses de Março e Junho. No entanto o governo russo anunciou, em Fevereiro, uma "operação militar especial" na Ucrânia, que teria foco em regiões separatistas do país.

A profecia de Ezequiel diz que Gomer  (algumas nações europeias, sendo referenciada a França nos estudos bíblicos)  marchará com a Rússia, e a pressão americana sobre o Irão está a resultar em forçar a união de três grandes elementos desta profecia: o Irão (Pérsia), a Rússia e essa parte da Europa (Gomer).

     Imagem: O Evangelho segundo Elias – WordPress.com

 

Ezequiel 38-39 é extremamente importante em todo o plano profético para a entrada do Anticristo na cena internacional. O Irão é uma das nações que marchará com a Rússia nos últimos dias.

Nostradamus escreveu que “No ano de 1999 e 7 meses (?) o grande rei do terror, virá dos céus e ele ressuscitará o rei dos mongóis, antes e depois o Deus da Guerra reinará alegremente”.

Nota: A Mongólia invadiu a Rússia em 1223 e precipitou a sua fragmentação e ascensão do principado de Moscovo. Na Rússia do século XVII (área que Nostradamus conhecia) mais de 15% das famílias nobres russas tinham origem tártara e oriental. E o mais espantoso, Vladimir Putin tem as feições típicas de um Mongol.



Será que estamos a passar por esse evento, com os contactos e influência de Aliens nas Nações mais poderosas e o eventual aparecimento do anticristo, que já deve estar no terreno a controlar e dividir para reinar?

Será que esta alusão ao líder Mongol esteja relacionada com o recente “despertar” da Rússia que pretende impor uma Nova Ordem Mundial recorrendo à guerra, para impedir a Nova Ordem Mundial Ocidental (dos Illuminati) de se instalar definitivamente nos destinos da humanidade, sem obedecer às convenções internacionais e sem o mínimo respeito pelos direitos humanos? Vale tudo. Tudo é permitido, voltando à barbárie e à destruição cega de quem não queira se submeter.

Métodos brutais, satânicos e demoníacos, de acordo com a previsão apocalíptica do novo reinado de terror do anticristo, em que os demónios guiarão todos os seus adoradores e humanos retrógrados que se deixaram envolver nos prazeres do submundo e que entregaram as suas Almas a Satã.

Toda essa “fauna” foi “marcada” e são cada vez mais os humanos cheios de tatuagens e piercings que conspurcam os altares de Deus, os seus corpos físicos, e viraram costas aos mandamentos de Deus. È como colocar grafites pelas paredes ao vandalizar um Templo de oração onde se juntam os fiéis para orarem.