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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

 

O CÉREBRO FÍSICO versus CÉREBRO ESPIRITUAL

 

O ser humano tem três facetas da mesma personalidade, ou seja: O Corpo Denso proveniente da matéria, o Espírito que vivifica a matéria, imposto no nascimento, e a Alma (Mente) que resulta da experiência comum do Espírito e Corpo material.

Segundo os estudos efectuados por ocultistas e estudiosos da Vida, a Mente reside no cérebro material e o espírito (uma centelha do espírito universal, ou Espírito Santo, que nos foi doado para vivificar o corpo) encontra-se instalado no coração.

Os videntes vêm essa conexão cérebro/coração, assim como vêm a aura (corpo astral) e o cordão prateado que os une.

No momento da primeira morte (morte no mundo material) a Alma vai para o Hades (espécie de depósito ou concentração de Almas que aguardam a Ressurreição), o Corpo regressa ao pó de onde veio, e o Espírito regressa ao seio do espírito universal, onde aguardará o "acordar" da Alma que ajudou a formar e a acompanhará pelas diversas fases da Evolução pelos diversos planos dimensionais (ou Céus) até a entrada no Paraíso como entidade única. Não acontece com todos. Há outros planos de Deus. Mas uma parte acaba na fusão do espírito com a Alma. O Espírito deixará de "residir" no Corpo (ou filho que concretiza o que a Mente cria) para se fundirem completamente formando uma entidade única, uma Entidade apenas de Luz (energia).

Até aquele momento a Entidade humana apresenta-se sempre como uma Trindade, sendo a faceta Corpo constituído pelo "fluido" que forma o plano dimensional onde se encontra. Ou seja: a Matéria é espírito cristalizado e os "corpos" que se encontram nos planos mais acima da matéria vão-se fluindo cada vez mais até atingir de novo o estado do espírito puro.

Falemos então sobre as duas "Inteligências" autónomas que constituem o Ser humano.

Martin Luther King Jr. Declarou uma vez: "As nossas vidas começam a terminar no dia em que nos silenciamos para as coisas que realmente importam".

Tem sido esta a minha preocupação desde o momento que comecei a enviar textos para os meus contactos, na esperança de que alguns “acordem” e espalhem pelos contactos deles estas mensagens de alerta.

Todo o sistema civilizacional imposto pela Europa obedece a parâmetros bem definidos pela elite que, desde os primórdios da civilização, estabeleceram uma agenda para dominarem o planeta.

Já publiquei muita matéria, mais do que suficiente para que cada um, se estiver interessado, possa investigar por conta própria e, dentro do “conhecimento” por mim partilhado chegarem a uma conclusão. Conclusão essa que não virá apenas do simples raciocínio lógico, matemático, mas que virá também da fé num saber instintivo que brota do coração. Esse saber vem do nosso espírito, e que ainda não sabemos ouvir.

Quanto mais nos espiritualizamos mais conectados estamos com o saber universal, o Espírito Santo para os que já “acordaram”, que nos enche de sugestões e bons conselhos.

Durante grande parte da história, o mundo ocidental tem acreditado que a inteligência – tida como a capacidade de aprender e  compreender — é uma função exclusiva do cérebro. Fomos também ensinados que o cérebro está no controle, enquanto o resto do nosso corpo, inclusive o coração, obedece aos seus comandos.

Ocorre que, nos anos de 1970, o casal de fisiologistas, John e Beatrice Lacey, do Fels Research Institute, realizou uma pesquisa demonstrando que o coração possui um sistema nervoso independente ao qual se referiram como “o cérebro do coração”.

http://www.revistazen.pt/o-coracao-sente-o-coracao-sabe/

Foi revelado que mais de 40 mil neurónios do coração são usados para a comunicação com os centros cerebrais relacionados à consciência, incluindo as amígdalas, o tálamo e o córtex cerebral. Avançando nas suas pesquisas, o casal Lacey descobriu que o coração não obedece automaticamente às mensagens do cérebro. Ele primeiro interpreta os sinais neurais e depois cria uma resposta de acordo com o estado emocional da pessoa. Concluíram que o coração possui uma lógica distinta e que os batimentos cardíacos são uma linguagem inteligente.

Em 1992, Doc Childre - pesquisador e especialista em stress – fundou o Instituto HeartMath e, ao lado de um grupo de pesquisadores, descobriu que o coração envia mais informações para o cérebro do que vice-versa. E que o coração possui um campo magnético mensurável a uma distância de alguns metros do corpo.



https://poderdoeusuperior.com/2018/08/11/inteligencia-campo-eletromagnetico-coracao/

O coração tanto pode exteriorizar as nossas emoções quanto ser influenciado pelas emoções alheias. Quando uma pessoa se conecta a outra pelo toque físico ou até mesmo pela empatia, a actividade eléctrica dos corações e cérebros dessas duas pessoas interliga-se e passa a comunicar-se.

Essas pesquisas científicas vêm demonstrando que o coração possui grande força e sabedoria, podendo conter a chave para nos auxiliar na ruptura de um paradigma que não mais nos atende.

Fomos educados e crescemos dentro de um sistema rígido que impõe a autoridade da mente sobre a do coração. Por outro lado, o mundo vem apresentando questões e demandas muito complexas, cujas respostas e soluções Já não são encontradas por meio exclusivo da inteligência lógica e linear concebida pela mente.

“Modernamente o afecto, o sentimento e a paixão (pathos) ganharam centralidade. Esse passo é hoje imperativo, pois somente com a razão (logos) não damos conta das graves crises por que passa a vida, a Humanidade e  a Terra. A razão intelectual precisa de integrar a inteligência emocional sem o que não construiremos uma realidade social integrada e de rosto humano. Não se chega ao coração do coração sem passar pelo afecto e pelo amor”, afirma Leonardo Boff. (Leonardo Boff, pseudónimo de Genézio Darci Boff  - Concórdia, 14 de Dezembro de 1938 - é um teólogo brasileiro, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação no Brasil.)

Para ser razoável, para parecer autêntica, a razão tem que se basear em algo mais fundamental do que ela mesma. E a melhor coisa para baseá-la é o amor. O amor vai mais fundo do que a razão.

A linguagem universal inata do ser humano são as emoções, e não as palavras.

Aprendemos melhor cenestesicamente através do “sentir”, e não do “pensar”. É por isso que dizemos: “uma imagem vale mais que mil palavras” e “falar é fácil“.


Aristóteles já intuía a supremacia da inteligência do coração, quando disse que “Educar a mente sem educar o coração não é Educação”. E a medicina tradicional chinesa sempre considerou o coração como o centro da sabedoria.

A mente sabe. O coração compreende. E é com base nessa compreensão que devemos buscar um novo modelo de vida que se sustente a longo prazo e que não coloque em risco a perenidade das gerações futuras. E essa inovadora estratégia não é com a mente, é com o coração”.

sábado, 9 de janeiro de 2021

 

A GRANDE ACUSAÇÃO E O SEU EFEITO CORROSIVO

Autor: Jeremy James, Irlanda, 18/9/2019.

(Tradução minha para português de Portugal, sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990, com as citações bíblicas da Bíblia católica editada para Portugal pela Pia Sociedade de São Paulo, PAULUS Editora, e sem alterar o sentido do texto original, que poderá ser consultado no site que vem citado no fim. R)

 

O engodo está no centro de tudo o que o Maligno faz.

Devemos pensar atentamente naquilo que o nosso Senhor disse a esse respeito. Quando descreveu aos Seus discípulos os eventos tumultuosos que ocorreriam no fim dos tempos, iniciou com uma severa advertência: …Jesus respondeu: "Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: 'Sou eu!'" e ainda: "O tempo já chegou". Não sigais essa gente. (Lucas 21:8).

Dado que parece que estamos agora a movermo-nos rapidamente em direcção ao tempo predito por Cristo, devemos esperar encontrar, em todo o mundo, evidências abundantes desse engodo espiritual. Os intérpretes da Bíblia referem-se às palavras de Jesus a respeito do aparecimento de muitos falsos messias — o que é certamente verdadeiro — mas raramente exploram o contexto e as circunstâncias em que isto ocorrerá.

O Parlamento das Religiões do Mundo, de 1893

A promoção aberta dos falsos messias no mundo ocidental começou com o Parlamento das Religiões do Mundo, que ocorreu na cidade de Chicago, EUA, em 1893. Houve incontáveis falsos messias antes daquela data, mas esta foi a primeira proclamação pública formal nos bastiões da Cristandade, que a totalidade da verdade, a Palavra de Deus, não poderia ser encontrada na Bíblia. O autoproclamado Parlamento foi organizado por Charles Bonney, um americano seguidor do místico e influente autor Emmanuel Swedenborg, e John Henry Barrows, que tinha sido formado no apóstata Seminário Teológico União.

Cerca de 5.000 pessoas participaram e ouviram representantes proeminentes das religiões do mundo exporem doutrinas e crenças que eram profundamente contrárias à verdade bíblica. Annie Besant, a sucessora oficial de Helena Blavatsky, a fundadora do grupo luciferiano conhecido como Sociedade Teosófica, esteve presente. Um discurso preparado por Mary Baker Eddy, a fundadora da Ciência Cristã, foi lido para a multidão reunida. O professor Max Muller também falou na conferência. Muller era famoso pela sua tradução para a língua inglesa da literatura religiosa da Índia, como os Vedas e os Upanixades, um projecto monumental, em 50 volumes. Entretanto, a "estrela" do programa foi o swami Vivekananda, um iogue e místico que tinha proferido muitas palestras sobre os aspectos mais esotéricos do Hinduísmo. Ele resumiu o tempo da conferência quando disse, " ... aceitamos todas as religiões como verdadeiras." O programa, que se estendeu por 17 dias, também incluiu um Roshi zen-budista e notáveis praticantes do Islão, Jainismo e Budismo. A única participação "cristã", aparentemente, foi a de um professor francês de História da Igreja, Gaston Bontet-Maury, que, devido aos seus vínculos com o Unitarianismo, não aceitava que Jesus Cristo era o Filho de Deus.

Aqueles Que Supostamente se Elevaram Até o Nível de uma Divindade

Hoje, os apologistas tentam apresentar este "Parlamento" como a primeira conferência inter-fé, mas ele foi muito mais do que isto. O Parlamento foi uma declaração profana de que Jesus Cristo foi apenas um profeta, um homem como outro qualquer, com um talento para pregar a respeito de verdades espirituais. Geralmente, é assim que Jesus é retratado pelo Movimento de Nova Era, os Rosa-Cruzes, os teósofos e os maçons. Todos esses grupos professam ter mestres, vivos e mortos, de alta estatura espiritual — similar à estatura de Jesus — a quem eles chamam de mestres. Estes são os indivíduos que se teriam elevado até o nível de uma divindade, que ascenderam muito nos "planos interiores" e possuem um formidável poder sobrenatural.

Estas são as mentiras absurdas que Satanás inventou para enganar a humanidade, para convencer as massas de que todos temos dentro de nós o potencial de nos tornar um deus. Tudo o que precisamos fazer é expandir a nossa própria consciência, ascender para um estado sublime de consciência, e passar pela grande transformação mística que aguarda todos os que perseveram com suas disciplinas espirituais.

O Parlamento de 1893 estava a preparar o mundo para o grande engodo do fim dos tempos. Ele anunciou, pela primeira vez em um foro público no Ocidente, que o Cristianismo era meramente outra religião, e apresentou muitos caminhos para a salvação, incluindo doutrinas e crenças que negavam a divindade de Cristo. Como o "reverendo" Barrows declarou em algum ponto durante as actividades, "O solene encargo que o Parlamento prega a todos os verdadeiros fiéis é um retorno à unidade primitiva do mundo." Por "verdadeiros fiéis", ele queria dizer a grande assembleia de pagãos que estava assentada diante dele.

Este foi o espírito do Anticristo, a trabalhar de forma tortuosa no domínio público para solapar o Cristianismo e substitui-lo por uma Religião de um Mundo Unificado.

O Ano Divisor de Águas — 1893

Cem anos tiveram de passar antes de o segundo Parlamento ser realizado, em 1993. Se pedissem para presumir quando o primeiro ocorreu, a maioria dos cristãos hoje possivelmente daria uma data no fim dos anos 1960s. Eles nunca imaginariam que este tipo de evento tenha ocorrido em 1893. Aquele foi um momento divisor de águas no caminho para a apostasia à escala mundial. Os membros mais avançados da "Arte", em Chicago, foram, provavelmente, muito elogiados naquele tempo pelos seus pares em todos os EUA e Europa, por terem organizado um evento tão descaradamente maçónico quanto aquele.

Em certo sentido, um segundo "Parlamento" — de tipo similar — ocorreu em Assis, na Itália, em 1986, organizado pelo Papa! Aquele também foi um momento divisor de águas, uma audaciosa rejeição pública feita pelo papado da suficiência da Cruz e do sangue de Cristo. (Veja no nosso ensaio de número 26, intitulado "The Apostles’ Creed: A Dangerous Ecumenical Distortion of True Biblical Christianity", maiores descrições sobre esse evento.)

A apostasia grosseira que vemos hoje em toda a "Cristandade" — um termo que há muito tempo perdeu o seu real significado — pode ser rastreado até ao Parlamento de 1893 e às sociedades secretas ocultistas que o planearam. O Parlamento fez uma apresentação geral das muitas mentiras que têm sido usadas desde então para "desconstruir" a Palavra de Deus, para elevar as "Escrituras" de mitologias pagãs e desenvolver uma narrativa para Jesus e da sua missão que combinasse com o gabarito dos "homens santos" encontrados em outras religiões.


Todo o século 20 foi, a partir de uma perspectiva religiosa, um desenvolvimento desse tema. Os seminários cristãos foram tomados por professores que estavam grandemente enraizados nessas ideias falsas. Uma vez que essas sementes foram semeadas nas mentes dos seminaristas, eles foram levadas para longe e em grande extensão, por toda a comunidade cristã.

"Escutai o que Eu digo, vós que conheceis a justiça, gente que trás a minha Lei no coração: não tenhais medo dos insultos dos homens, nem vos deixeis abater pelos seus ultrajes". (Isaías 51:7).

Como Esta Cegueira Foi Possível?

Isto tudo foi parte de uma enganação muito bem planeada.

O colapso geral do discernimento surgiu totalmente a partir de uma perda de fé na verdade literal da Palavra de Deus, seguida por uma falha generalizada em examinar todos os novos ensinos e doutrinas à luz dessa Palavra. Grande parte dessa destruição foi realizada por volta do fim do século 20, com milhões de cristãos nascidos de novo em todo o mundo agora envolvidos em erros doutrinários que reduziram o zelo evangélico deles para virtualmente zero.

Como esta cegueira foi possível? Como podem tantas pessoas ler a Palavra de Deus e não ver o que ela diz claramente? O Maligno precisa de ter feito algo para enfeitiçar as mentes de tantas pessoas.

Em um ensaio anterior a respeito do pensamento mágico ("A Técnica de Controle Mental Conhecida como Pensamento Mágico"), identificamos uma das mais bem-sucedidas técnicas de controlo mental do Maligno. Entretanto, essa técnica estava relacionada com a humanidade como um todo e não apenas com os cristãos nascidos de novo. A cegueira na igreja provavelmente foi causada, em parte, pela propagação do pensamento mágico, porém outro factor estava em jogo, um factor que a maioria dos cristãos bíblicos quase não observa, embora ele os tenha amarrado connosco. Esse factor é a falsa convicção que não é possível que os verdadeiros fiéis cristãos tenham TODA a verdade, enquanto que os descrentes — muitos dos quais são "belos, amorosos e gentis" — não tenham nada.

O Surgimento da Grande Acusação

Como pode um grupo de pessoas afirmar ser salvos e, ao mesmo tempo, dizer que todos os demais estão condenados? Os cristãos dizem efectivamente que têm um monopólio sobre a verdade e que as religiões do mundo são totalmente falsas e não têm valor espiritual. Adoptando essa atitude elitista, os cristãos estão, na realidade, a rejeitar a mensagem de caridade e perdão que Jesus ensinou. Eles estão a pegar as palavras Dele e as interpretando de uma forma estreita e sectária, construindo muros de separação dentro da sociedade e criando, na prática, duas classes de pessoas, os salvos e os condenados.




Esta é a Grande Acusação. Ela era virtualmente desconhecida no século 19 e somente ganhou tracção durante o século 20. O Primeiro Parlamento das Religiões, em 1893, parece marcar o momento em que essa ideia perigosa tornou-se proeminente. Dali para a frente, intelectuais e teólogos europeus e americanos começaram a apontar com crescente frequência — e declarada preocupação — a atitude que o Cristianismo tinha tradicionalmente adoptado em relação às outras religiões.

Alguns líderes cristãos nascidos de novo reconheceram que a igreja estava a ser exposta a um ataque muito sinistro e organizaram uma robusta defesa da verdade bíblica. Liderados por R. A. Torrey e outros, eles compilaram uma declaração totalmente bíblica das doutrinas básicas do Cristianismo, que se estenderam a 12 volumes. Publicados entre 1910 e 1915, isto consistia de 90 ensaios que lidavam com Os Fundamentos, que eles descreveram como "Um Testemunho da Verdade". O projecto foi financiado por dois irmãos dispensacionalistas (A Teologia Dispensacionalista acredita que há dois povos distintos de Deus: Israel e a Igreja. Os Dispensacionalistas acreditam que a salvação foi sempre pela fé (Em Deus no Velho Testamento; especificamente em Deus o Filho no Novo Testamento). Os Dispensacionalistas afirmam que a Igreja não substituiu Israel no programa de Deus e que as promessas do Velho Testamento a Israel não foram transferidas para a Igreja. Eles crêem que as promessas que Deus fez a Israel (por terra, muitos descendentes e bênçãos) no Velho Testamento serão cumpridas no período de 1000 anos de que fala Apocalipse 20. Eles crêem que da mesma forma que Deus concentra sua atenção na igreja nesta era, Ele novamente, no futuro, concentrará Sua atenção em Israel (Romanos 9-11) R), Lyman e Milton Stewart.

Isto teve o objectivo de defender a igreja contra o liberalismo, que estava a infiltrar-se rapidamente nos seminários e faculdades teológicas naquele tempo. Eles queriam mostrar que a Bíblia deu a Verdade à humanidade em sua inteireza, que ela era totalmente suficiente, inerrante e inspirada na Palavra de Deus para a salvação do homem. Dizendo isso, eles rejeitavam profundamente, com base na Escritura somente, qualquer sugestão que um bocadinho de verdade tenha sido dado por Deus a qualquer outra religião.

Esta foi uma resposta maravilhosa à Grande Acusação. Os volumes foram remetidos para pastores e instituições de ensino em todos os EUA. Muitos cristãos pegaram a sua mensagem ao coração e permaneceram firmes com a Palavra de Deus. Infelizmente, uma grande proporção vacilou e deixou totalmente de compreender a mensagem central de Os Fundamentos, isto é, que a igreja precisa de permanecer separada do mundo, até Cristo retornar.

O Efeito Continuado e Corrosivo da Grande Acusação

A Grande Acusação continua a ter um grande peso nas mentes e corações de muitos fiéis cristãos hoje. Eles amam o Senhor e vivem na alegria da salvação, mas querem permanecer invisíveis, caminhar no mundo sem nunca ter de dizer, "Sou um cristão bíblico e nascido de novo! Cristo é o caminho, a verdade e a vida! Todos os que rejeitam o dom gratuito da salvação — pela graça por meio da fé no sangue de Cristo — estão destinados a passar toda a eternidade no inferno."

As onze palavras da Escritura que, mais provavelmente, eles deixam de compreender e aceitar são:

"Como poderemos nós escapar ao castigo, se não dermos atenção a uma salvação tão grande?...". (Hebreus 2:3).

A Grande Acusação faz os fiéis cristãos viverem sob um véu de temor, um véu tão leve e delicado que eles mal conseguem notar. Eles ficariam chocados se alguém sugerisse que têm vergonha de Cristo, mas de que outra forma podemos explicar a condição deles?

O Maligno sussurra no ouvido deles: "A pregação da cruz é ofensiva. Além disso, qualquer um que precise ouvi-la já a ouviu."

"Pois a linguagem da cruz é loucura para aqueles que se perdem, mas para aqueles que se salvam, para nós, é poder de Deus". (1 Coríntios 1:18).


Mas, se não podemos proclamar o Evangelho no "poder de Deus", então alguma coisa está muito errada.

Por trás de tudo isto está a Grande Acusação: Por que a sua verdade seria a única que importa? O que lhe dá o direito de implicar que a pessoa a quem você se dirige está perdida e necessitada de salvação?

Isto explica por que o Calvinismo está a fazer um retorno na igreja em tempos recentes. Por que se preocupar em testemunhar para aqueles que já foram pré-seleccionados por Deus para a salvação? Além disso, por que desperdiçar tempo com aqueles que não são?

Oh, o quão conveniente é tudo isto! O Calvinismo fornece um refúgio para o intimidador zumbido da Grande Acusação, mas a um custo terrível.

Um Contraste Chocante

A acusação tenebrosa de intolerância causou estragos na Irlanda nos anos recentes. Uma igreja bíblica na nossa cidade, que foi fundada há mais de cem anos atrás, reuniu-se para o serviço de Domingo, em 23 de Maio de 2015, e nem uma vez se referiu à chocante calamidade do dia anterior, quando o povo da Irlanda votou pela abolição do casamento cristão. Alguns anos mais tarde, a mesma igreja orientou os seus membros a votarem no Referendo Nacional Sobre o Aborto "de acordo com a consciência de cada um". Aparentemente, os corações deles diriam o que Deus queria. Nunca e nem uma vez o ensino bíblico sobre derramar sangue inocente entrou em consideração!

"Este povo é mau, não quer obedecer-Me, tem o coração obstinado e anda atrás dos deuses estrangeiros para lhes prestar culto e adorá-los. Este povo ficará imprestável como este cinto". (Jeremias 13:10).

A maioria das igrejas "cristãs" em toda a Irlanda comportou-se de forma muito parecida em ambas as ocasiões.

A Grande Acusação, que praticamente não era discernível há 150 anos, está agora a apertar o pescoço dos cristãos em toda a Europa e EUA. Veja, por exemplo, o ataque dos travestis contra as nossas crianças por meio da assim chamada "Hora de Ouvir Histórias com a Drag Queen". Quanto pastores cristãos falam contra essa impiedade? Infelizmente, muito poucos.

Gostaríamos de destacar uma igreja que rejeita a Grande Acusação, uma igreja que se recusa a permanecer calada — a Igreja Pentecostal de Chula Vista, na Califórnia. A congregação daquela igreja, sob a liderança de seus pastores, foi para o paço municipal e, educada e respeitosamente pediu à Câmara dos Vereadores para retirar a sua aprovação à "Hora de Ouvir Histórias com a Drag Queen" até que os residentes de Chula Vista fossem adequadamente consultados. Os líderes da igreja também tornaram bem claro que eles não aprovavam aquele evento.

Alguns dias mais tarde, a igreja deles foi vandalizada pelos servos do Maligno.



Conclusão

Quando o profeta Samuel veio falar com o rei Saul depois da campanha militar contra os amalequitas, fez referência ao balido das ovelhas — Mas Samuel perguntou-lhe "e que são esses balidos e mugidos que estou a ouvir?". (1 Samuel 15:14). Aquelas ovelhas eram parte dos despojos que Saul tinha retido, após uma vitória decisiva, em que tudo que pertencia aos inimigos deveria ser destruído. Mas, Saul deixou de fazer exactamente como o Senhor tinha ordenado. Devido a esse ato de desobediência, Saul foi rejeitado por Deus. Além disso, a intensa insatisfação com o que Saul tinha feito foi demonstrada por Samuel, que mandou que Agag, o rei capturado, fosse trazido à sua presença. Ele então apanhou uma espada e "…e Samuel degolou Agag diante do Senhor, em Guilga". (1 Samuel 15:33).

Ah, se somente os cristãos tivessem hoje esse episódio nos seus corações! Se somente eles soubessem o quão sério o Senhor é quando Ele nos pede para ficarmos firmes e guardarmos a Sua Palavra. Falando em termos gerais, Ele não nos pede para arriscarmos as nossas vidas, nossos braços e pernas, e não requer que caiamos como mártires diante da espada do inimigo. Ele somente nos pede que falemos contra a impiedade que está desmedida e corre solta nas pequenas e grandes cidades de todo o país.

Esses eventos com os travestis drag queens são realmente um teste da parte de Deus. Sabemos que eles são satânicos — veja a pichação na foto acima — e sabemos que eles são imensamente ofensivos a Deus e prejudiciais às nossas crianças. Ademais, isso somente requer um esforço nosso, modesto, de abrir as nossas bocas do lado de fora dos paços municipais e dizer: "Isto é errado!"

Tendo falhado redondamente nos mais simples de todos os testes possíveis, que esperança há para a igreja no nosso país hoje? O julgamento, quando vier, será severo.

Solicitação Especial

Incentivamos os leitores frequentes a baixarem os ensaios disponíveis neste website para cópia de segurança e consulta futura. Eles poderão não estar disponíveis para sempre. Estamos entrando rapidamente em um tempo em que materiais deste tipo somente poderão ser obtidos via correio electrónico. Os leitores que desejarem ser incluídos em uma lista para correspondência futura são bem-vindos a me contactar em jeremypauljames@gmail.com. Não é necessário fornecer o nome, apenas um endereço electrónico.



Autor: Jeremy James, artigo em http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 3/10/2019
Tranferido para a área pública em 12/12/2020
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/acusacao.asp

sábado, 2 de janeiro de 2021

 

VESTÍGIOS DE EXTRATERRESTRES NA HISTÓRIA

 

Quando estudamos as religiões antigas, encontramos sempre referências a visitas de seres vindos do céu. Na Bíblia, por exemplo, sabemos do cruzamento entre seres celestes e mulheres da Terra. Génesis 6: "Quando os homens se multiplicaram sobre a Terra e geraram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram belas, e escolheram como esposas todas aquelas que lhes agradaram…" . Nesse tempo, depois que os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens, os gigantes habitavam a Terra, e destas nasceram filhos. Estes foram os heróis famosos dos tempos antigos.

Notemos bem a distinção entre as filhas dos homens e os filhos de Deus!

Há indícios da presença de extraterrestre desde há 1,5 mil anos a.C. Há relatos escritos dos Sumérios acerca disso.

 


Também nos livros sagrados de Dzyan conta-se que os "pitris" (filhos dos homens celestes) foram os primeiros na Terra, e que os "Reis da Luz" ocupavam tronos celestes O Livro de Dzyan (pronuncia-se Dian) encontra-se entre os chamados escritos sagrados da humanidade, ainda que seja um texto mais comentado do que realmente conhecido. Da sua origem, pouco se sabe. As informações que se possui não se referem à sua data, mas dizem que é mais antigo que a própria Terra. O nome vem do sânscrito Dhyana, que significa "meditação mística", sendo que dzyan seria uma pronúncia tibetana ou mongol da mesma palavra. A lenda diz que as primeiras edições foram escritas no idioma senzar em folhas de palmeira por sacerdotes no Himalaia (onde se localiza o Planalto de Tsang).

 


O "Nihongi", Japão, descreve seres divinos que desciam do céu em barcos celestes, e que se uniram às filhas dos homens. Nihon Shoki , às vezes traduzido como Crónicas do Japão, é o segundo livro mais antigo sobre a história do Japão. Este livro também é chamado de Nihongi . O mais antigo é o Kojiki. Assim como o Kojiki, o Nihonshoki inicia com lendas mitológicas, mas continua com o relato de eventos históricos do século VIII.

 


 

O "Rig Veda", Índia, narra histórias de seres celestiais que desciam à Terra para amar ou guerrear, o mesmo se conta de Ramaiana. Rama voava no seu carro aéreo em busca da esposa Sita.

 



Os índios Hopi (nos EUA) acreditavam que os seus ancestrais teriam vindo de outros mundos do Cosmo. Os Navajos e Sunis veneravam deuses loiros de outros mundos.


 


Os índios Machiguengas, do Peru, falavam do povo do céu que veio numa estrela muito brilhante.

 



 Os Dogons (Tribo da África Ocidental, talvez descendentes de um povo egípcio) saíram da Líbia há vários séculos, fixando-se no Mali, levando consigo as tradições astronómicas que remontam ao Egipto pré-dinástico anterior a 3 200 a.C.




Em 1940, os sacerdotes Dogons contaram aos antropólogos franceses uma tradição oral, secreta, da tribo, referente a uma estrela Siriana (8,6 anos-luz da Terra). Eles sabiam que Sírius tem uma estrela companheira, invisível a olho nu, muito densa, e que gira sobre o seu próprio eixo (só foi fotografada pelos cientistas em 1970). A crença dos Dogons, por outro lado, ao que se supõe, data de milhares de anos. Mesmo que este povo tivesse acesso aos modernos livros ocidentais de Astronomia, só poderiam saber de Sírius B ou, ainda sobre este assunto, das rotações e órbitas dos planetas de nosso sistema solar ou das quatro principais luas de Júpiter e dos anéis de Saturno, por meio, segundo indica a sua mitologia, de fontes extraterrenas. As fontes extraterrenas eram os Nommos, seres anfíbios de aspecto repulsivo, que chegaram numa ‘arca’, em companhia do ‘fogo e do trovão’. Viviam no mar, na maioria e foram retratados como parcialmente pisciformes, lembrando, de um modo geral, as entidades marinhas (sereias, tritões e ri). 




O Nommo (a quem os Dogons se referem tanto no singular como no plural) é aparentemente a mesma criatura que os babilónios chamam Oanes, os acádios, Ea e os sumérios, Enki. A deusa egípcia Ísis, retratada de uma forma que mais tarde seria chamada de sereia, também está associada ao culto de Sírius. Dizem os Dogons que existe uma terceira estrela no sistema de Sírius. Maior, mais brilhante que a Sírius B, a Sírius C também gira em torno de Sírius A.

O Mahabharata, um poema épico da antiga Índia, é mais volumoso do que a Bíblia Cristã e tem mais de 5 000 anos. Nele encontram-se descritas histórias intrigantes, como a das Vimanas, máquinas voadoras movidas a mercúrio e forte vento propulsor, que teriam navegado a grandes alturas.




Uma tradução de N. Dutt, Inglaterra 1891, é assim: "Por ordem de Rama, o carro maravilhoso subiu com enorme estrondo por uma montanha de nuvens… Bhima voou com a sua Vimana num raio imenso que tinha o clarão do Sol e cujo ruído era como o trovejar de um temporal!..." (C. Roy, 1889). No Mahabharata o autor relata factos com grande precisão. Relata que uma arma poderia matar todos os guerreiros que usassem metal no corpo. A arma causava o efeito de fazer cair os cabelos e as unhas das mãos e dos pés, tudo o que era vivo tornava-se pálido e fraco. No 8º livros, encontra-se muito provavelmente o primeiro relato sobre o que viria a ser o lançamento de uma bomba atómica. "Gurka, a bordo de uma possante Vimana arremessou um único projéctil sobre a cidade tríplice… fumo branco incandescente, 10 000 vezes mais claro do que o Sol, ter-se-ia elevado com um brilho imenso e reduzido a cidade a cinzas".




https://www.noticiafinal.com.br/2014/05/vimana-descoberta-em-uma-caverna-no.html

Pinturas antigas religiosas retractam muito bem a presença de UFOs no nosso céu. Povos antigos conheciam muito bem os extraterrestres. Chamavam-lhes deuses, vimanas, etc. Os egípcios também referiram um povo das estrelas.

Vejamos algumas "pistas" sobre a presença de aliens:

 

Nesta gravura da crucificação, o artista pintou dois veículos tripulados a cruzar os céus.

 


Do lado esquerdo da imagens dos Vimanas, e do lado direito os veículos espaciais de hoje.

 


Nesta pintura rupestre a representação é bem clara. Dois seres com fato espacial.

 

Quando do baptismo de Jesus, uma nave espacial e não uma pomba.



Um UFO a cruzar o céu. O artista pintou o que estava a ver.

 


Pintura antiga. O céu cravejado de UFOs e os populares pouco ligavam. Já deviam estar habituados à sua presença.



Pintura rupestre (20 000 anos).