Realidade humana, Mundo adormecido, Manipulação da informação, A chave da vida, Matrix, donos do mundo, illuminati, reptilianos, influência do submundo, mundo das trevas, espiritualidade, religião interior apoiada na verdade. "Existem dois tipos de história mundial: uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos." Balzac.
terça-feira, 2 de agosto de 2016
A MENTE E O CORAÇÃO
Martin Luther King Jr. Declarou uma vez: "As nossas vidas começam a terminar no dia em que nos silenciamos para as coisas que realmente importam".Tem sido esta a minha preocupação desde o momento que comecei a enviar textos para os meus contatos, na esperança de que alguns “acordem” e espalhem pelos contatos deles estas mensagens de alerta.Todo o sistema civilizacional imposto pela Europa obedece a parâmetros bem definidos pela elite que, desde os primórdios da civilização, estabeleceram uma agenda para dominarem o planeta. Já enviei muita matéria, mais do que suficiente para que cada um, se estiver interessado, possa investigar por conta própria e, dentro do “conhecimento” por mim partilhado chegarem a uma conclusão. Conclusão essa que não virá apenas do simples raciocínio lógico, matemático, mas que virá também da fé num saber instintivo que brota do coração. Esse saber vem do espírito residente que portamos, e que ainda não sabemos ouvir.Quanto mais nos espiritualizamos mais conectados estamos com o saber universal, o Espírito Santo para os que já “acordaram”, que nos enche de sugestões e bons conselhos.Durante grande parte da história, o mundo ocidental tem acreditado que a inteligência – tida como a capacidade de aprender e compreender — é uma função exclusiva do cérebro. Fomos também ensinados que o cérebro está no controle, enquanto o resto do nosso corpo, inclusive o coração, obedece aos seus comandos.Ocorre que, nos anos de 1970, o casal de fisiologistas, John e Beatrice Lacey, do Fels Research Institute, realizou uma pesquisa demonstrando que o coração possui um sistema nervoso independente ao qual se referiram como “o cérebro do coração”.
Foi revelado que mais de 40 mil neurônios do coração são usados para a comunicação com os centros cerebrais relacionados à consciência, incluindo as amígdalas, o tálamo e o córtex cerebral. Avançando nas suas pesquisas, o casal Lacey descobriu que o coração não obedece automaticamente às mensagens do cérebro. Ele primeiro interpreta os sinais neurais e depois cria uma resposta de acordo com o estado emocional da pessoa. Concluiram que o coração possui uma lógica distinta e que os batimentos cardíacos são uma linguagem inteligente.Em 1992, Doc Childre - pesquisador e especialista em stress – fundou o Instituto HeartMath e, ao lado de um grupo de pesquisadores, descobriu que o coração envia mais informações para o cérebro do que vice-versa. E que o coração possui um campo magnético mensurável a uma distância de alguns metros do corpo.O coração pode tanto externalizar as nossas emoções quanto ser influenciado pelas emoções alheias. Quando uma pessoa se conecta a outra pelo toque físico ou até mesmo pela empatia, a atividade elétrica dos corações e cérebros dessas duas pessoas interliga-se e passa a comunicar-se.Essas pesquisas científicas vêm demonstrando que o coração possui grande força e sabedoria, podendo conter a chave para nos auxiliar na ruptura de um paradigma que não mais nos atende.Fomos educados e crescemos dentro de um sistema rígido que impõe a autoridade da mente sobre a do coração. Por outro lado, o mundo vem apresentando questões e demandas muito complexas, cujas respostas e soluções Já não são encontradas por meio exclusivo da inteligência lógica e linear concebida pela mente.“Modernamente o afeto, o sentimento e a paixão (pathos) ganharam centralidade. Esse passo é hoje imperativo, pois somente com a razão (logos) não damos conta das graves crises por que passa a vida, a Humanidade e a Terra. A razão intelectual precisa de integrar a inteligência emocional sem o que não construíremos uma realidade social integrada e de rosto humano. Não se chega ao coração do coração sem passar pelo afeto e pelo amor”, afirma Leonardo Boff. (Leonardo Boff, pseudónimo de Genézio Darci Boff - Concórdia, 14 de dezembro de 1938 -, é um teólogo brasileiro, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação no Brasil.)Para ser razoável, para parecer autêntica, a razão tem que se basear em algo mais fundamental do que ela mesma. E a melhor coisa para baseá-la é o amor. O amor vai mais fundo do que a razão.
A linguagem universal inata do ser humano são as emoções, e não as palavras. Aprendemos melhor cinestesicamente através do “sentir”, e não do “pensar”. É por isso que dizemos: “uma imagem vale mais que mil palavras” e “falar é fácil“.Aristóteles já intuia a supremacia da inteligência do coração, quando disse que “Educar a mente sem educar o coração não é Educação”. E a medicina tradicional chinesa sempre considerou o coração como o centro da sabedoria.A mente sabe. O coração compreende. E é com base nessa compreensão que devemos buscar um novo modelo de vida que se sustente a longo prazo e que não coloque em risco a perenidade das gerações futuras. E essa inovadora estratégia não é com a mente, é com o coração”.
COMO OS
PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS SE ENDIVIDAM
Houve uma altura em que eu participei num fórum sobre as
potencialidades de Angola, e a maioria entusiasmada tecia as maiores espectativas
sobre a recuperação da economia de Angola, numa de "arregaçar as mangas"
e trabalhar. Doce ingenuidade.
Este texto, preparado por mim, é uma resenha muito sucinta sobre a
guerra de bastidores e prova de que não há "mangas arregaçadas" nem
"muito boas vontades" de simples cidadãos ingénuos para fazerem a
economia de um país progredir para o bem de todos.
A economia global é que decide o fim de cada um. Há os
privilegiados, que nunca abrirão mão do que têm, (A não ser com mais uma guerra civil e que a economia global mude de
mãos) e a grande maioria destinada ao trabalho escravo.
Há profissionais especialmente preparados para atrair líderes de
países subdesenvolvidos e convencê-los a aceitarem empréstimos do FMI e do
Banco Mundial.
O argumento utilizado é a de que o dinheiro seria usado para
expandir a infra-estrutura das estradas, ferrovias, centrais de energia eléctrica,
telecomunicações, o que, portanto, traria prosperidade a esses países.
Estes profissionais fazem isto como economistas corporativos que
deliberadamente exageram o potencial do retorno económico dos investimentos.
Embora os seus projectos sejam sempre descritos como humanitários, os objectivos
reais são, geralmente, contratos lucrativos para as firmas multinacionais de
construção, e convencer os países a contrair empréstimos que nunca conseguirão
pagar.
Sabem que alguns políticos e famílias bem relacionadas, dentro
desses países, se tornarão muito ricos enquanto o padrão de vida da maior parte
da população declinará.
Quando o pagamento dos empréstimos se tornar impossível, as
agências de empréstimos e as grandes empresas então agirão para tomar o controlo
do governo e dos recursos do país, o que também é parte do plano. Por outras
palavras, no mundo moderno, a conquista pela espada deu lugar à conquista pelos
empréstimos.
Esses profissionais agem sobre objectivos básicos e têm de
justificar os enormes empréstimos internacionais, os quais canalizarão rios de
dinheiro de volta para a empresa que representam e outras companhias, por meio
de gigantescos projectos de engenharia e construção. (sucedeu com Angola. Em vez de canalizarem recursos para pequenos
projectos com abrir poços de água e formação de técnico-profissionais para a
agricultura, preocuparam-se em projectos megalómanos e formação de doutores e
engenheiros).
Depois de pagarem os empréstimos, acima dos seus recursos, estas
nações subdesenvolvidas, estarão de tal maneira enredadas que serão
dependentes, para sempre, e serão alvos fáceis dos credores quando estes
precisarem de favores, como de bases militares, votos favoráveis na ONU, petróleo
e outros recursos naturais.O aspecto velado de cada um destes projectos é o de
que pretendem criar grandes lucros para os contratantes, e fazer a felicidade
de um punhado de famílias ricas e influentes nos países recebedores, enquanto
assegura a dependência financeira a longo prazo e, portanto, a lealdade
política de governos em redor do mundo. Quanto maior o empréstimo, melhor. O facto
de a carga da dívida colocada sobre um país privar os seus cidadãos mais pobres
da saúde, educação e de outros serviços sociais por décadas no futuro não é levado
em consideração.A subtileza da construção deste império moderno faria os
centuriões romanos, os conquistadores espanhóis e as forças colonizadoras
europeias dos séculos XVIII e XIX de se envergonharem.Estes profissionais são
astutos. Aprendem com a história. Hoje não usam espadas. Não envergam
armaduras ou roupas especiais para se protegerem. Nos países como o Equador, a
Nigéria e a Indonésia, vestem-se como professores e donos de lojas. Em
Washington e Paris, parecem burocratas do governo e banqueiros. Parecem
humildes, normais. Visitam os locais dos projectos e passeiam pelas aldeias
empobrecidas. Professam o altruísmo, falam oficialmente sobre as maravilhosas
coisas humanitárias que estão a fazer. Enchem as mesas de conferências das comissões
dos governos com as suas explanações electrónicas e projecções financeiras, e
proferem palestras na "Harvard
Business School" sobre os milagres da macroeconomia. São conhecidos,
acessíveis. Ou se apresentam como tais e são aceites. É assim que o sistema
funciona. Raramente recorrem a alguma coisa ilegal porque o próprio sistema é
construído sobre subterfúgios, e o sistema por definição é legítimo.
Entretanto, se falharem, uns tipos ainda mais sinistros entram em
acção, os quais, estes profissionais conhecidos por assassinos económicos,
chamam de chacais, homens cuja linhagem remonta directamente aos impérios
primitivos. Os chacais estão sempre presentes, a espreitar nas sombras. Quando
eles aparecem, os chefes de Estado são derrubados ou mortos em violentos
"acidentes". Se por acaso os chacais falham, como falharam no
Afeganistão e no Iraque, então os antigos modelos ressurgem. Quando os chacais
falham, jovens americanos (e europeus) são enviados para matar e morrer.
Fonte:
Confissões de um Assassino Económico
Autor: John Perkins
Editora Cultrix, 272 páginas, R$37,00, ISBN 85-316-0880-5
http://www.pensamento-cultrix.com.br
Autor: John Perkins
Editora Cultrix, 272 páginas, R$37,00, ISBN 85-316-0880-5
http://www.pensamento-cultrix.com.br
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
A realidade sobre a migração do Espírito residente
A personalidade
é um dote singular, de natureza original, cuja existência não depende do
Espírito residente. Ela é forjada na parceria Corpo material/Espírito residente
que dá origem à Mente e forja a Alma. As personalidades podem ser similares,
mas nunca idênticas. As pessoas de um determinado grupo, tipo, ordem ou padrão
podem-se parecer umas com as outras, e de facto se parecem, mas elas nunca são
idênticas.
A
personalidade é essa feição do indivíduo que conhecemos e que nos torna
possível identificar tal indivíduo no futuro, independente da natureza e do
grau de mudança na Forma (Corpo), Mente ou estado espiritual. A
personalidade é aquela parte de toda a pessoa que nos permite reconhecê-la e
identificá-la de forma positiva como aquela que conhecemos anteriormente, não
importa o quanto tenha mudado em virtude da modificação do veículo de expressão
e manifestação de sua personalidade.
A
personalidade das criaturas distingue-se por dois fenómenos característicos,
que se manifestam por si mesmo no comportamento e reação do mortal: a autoconsciência
e, associada à esta, o livre-arbítrio.
A
efusão da personalidade é uma prerrogativa exclusiva do Pai Universal, a Fonte
de Todas as Personalidades. E Ele concede personalidade a numerosas ordens de
seres conforme estes operam nos diversos níveis da realidade universal.
Da
mesma forma, a entidade espiritual Superna, o Arquiteto do Universo, o Criador,
na sua grandeza, faz contacto direto com o homem mortal e dá uma parte do
seu ser infinito, eterno e incompreensível para viver e morar dentro dele.
Esta dádiva Divina, uma centelha do Espírito Universal (fragmento espiritual
do Pai), é uma fração PRÉ-PESSOAL da essência absoluta de Deus, que passará
a habitar na Mente do homem, mas que não possui personalidade. Poderá
individualizar-se juntamente com a individualização da Alma e por vezes (não
todas) fundir-se com a Alma.
Os Espíritos
residentes não são "criados" como entidades individuais. São
entidades fragmentadas (Átomos) constituindo a presença real de Deus dentro do
homem. “O Reino de Deus está dentro de vós”. São entidades
independentes que vieram de Deus para vivificar os corpos materiais originais
na Terra. Buscam a personalidade através da união definitiva com o hospedeiro
onde estão domiciliados. Quando o Homem segue a liderança deste espírito
interior, que na prática significa fazer a Vontade de Deus, consegue
eternizar-se, alcançar a sobrevivência, ou seja a identificação final com o Pai
que o criou.
Mas o
Homem, sendo de natureza quase que totalmente material e de origem animal, e
habitado por uma partícula divina da mais pura realidade espiritual conhecida
no Universo, está sempre em tensão com os instintos naturais herdados da
natureza material e o impulso permanente que o Espírito residente exerce a fim
de espiritualizar a sua natureza humana.
Tal situação, esta condição dual de pertencer à natureza
e ainda ser capaz de transcender a natureza, de ser finito e habitado por uma
partícula do infinito, aliado ao facto do nascer puro e ignorante e possuir
livre-arbítrio, ocasiona muita ansiedade e origina o mal potencial. E é
graças à colaboração efetiva com o Espírito residente que o homem consegue
tomar as decisões morais e fazer as escolhas espirituais que permitam esta
união definitiva entre Deus e o Homem. Desta eterna fusão Deus-Homem surge,
então, um novo ser, exclusivo e original, dotado de valores e significados singulares,
um verdadeiro filho do Homem e filho de Deus, único por toda a eternidade.
Mas
para que tudo corra bem, é preciso aceitar a filiação divina e o plano de
ascensão ao Paraíso, o que inclui aceitar a orientação do Espírito
residente, que representa para nós a Vontade Divina.
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é divino. Somente pela preguiça, pelo egoísmo e através do orgulho
é que alguém pode perder a vida eterna. E quando isso ocorre, então
cumpre-se que “daquele que não possui valores de sobrevivência, será
tomado até o Espírito residente que ele agora possui, enquanto para quem deseja
a vida eterna, será dado até toda a experiência que o Espírito residente do
preguiçoso desertor possuía”.
E
desta forma o espírito passa vida após vida, habitando uma pessoa por vez, até
que uma delas resolva unir-se definitivamente com ele. E quando tal facto
sucede, o contemplado ganha até mesmo toda a memória e experiência que tenham
valores espirituais de sobrevivência dos antigos hospedeiros (o que os
reencarnacionistas aproveitam para fundamentar a sua teoria sobre as
reencarnações sucessivas para a Alma evoluir no plano material terrestre), que
por algum motivo tenham rejeitado a aventura eterna. NADA QUE TENHA VALOR NO
UNIVERSO É PERDIDO. Não há desperdício.
Mas
é muito raro o mesmo Espírito residente passar por duas pessoas diferentes no
mesmo mundo. Logo as supostas memórias de vidas passadas não são nossas, elas
pertenceram, em boa parte dos casos, a pessoas que rejeitaram a união com o
Espírito residente ou foram vítimas de morte prematura, como as crianças.
Os
Espíritos residentes não ganham experiência habitando apenas mortais que
rejeitaram a vida eterna. Eles também ganham uma experiência valiosa habitando
mortais que não têm o potencial de fusão com eles, mas que se fusionam com
outras partículas pré-pessoais do Filho Eterno ou do Espírito Universal
Infinito. Os Espíritos residentes nesses casos são apenas emprestados
temporariamente e melhoram sobremaneira a vida dessas pessoas (até mais do
que as nossas), porém não existe possibilidade de fusão nesses casos.
Ou
seja, para concluir: os defensores da reencarnação percebem que espíritos
realmente habitam em pessoas diferentes, mas estão errados quando interpretam
isso como "reencarnação".
Deste
modo, o que aconteceu foi o seguinte: Caso o Espírito residente passe por outra
pessoa, quer dizer que a pessoa, cujas memórias o Espírito residente porta para
a nova pessoa, provavelmente perdeu a Vida eterna, e esta nova pessoa (outra
personalidade) ficou com tudo aquilo que a anterior desprezou e rejeitou.
Mas
não há motivos para ansiedade, quem deseja de todo o coração a sobrevivência
eterna acaba sempre por consegui-la, e a vasta maioria dos mortais acaba por
sobreviver, mesmo que ainda possuam muitas imperfeições. O único perigo que
pode comprometer perigosamente a eterna aventura é o orgulho arrogante.
Muito egoísmo também é potencialmente suicida.
Fonte principal consultada: O Livro de
Urântia
Existem dois tipos
de História Mundial
Quando o
ser imperfeito vai morrer por decrepitude, a natureza rejeita tudo o que
poderia conservá-lo na sua imperfeição atual. Isto é certo para as religiões,
impérios, civilizações e homens.
A natureza
é lenta em operar as transformações que substituem as velhas raças pelas novas.
Os povos nascem, crescem e envelhecem. A decadência da Europa de hoje
assemelha-se à de Roma de então, porém a raça humana não mudou. A maioria dos
homens carece de lógica e de justiça. E, entretanto, ainda queremos o governo
das maiorias.
A justiça faz grande uma nação, e quanto maior é uma nação tanto
mais solícita será para cuidar de que a injustiça não ocorra, até mesmo ao seu
mais humilde cidadão. Infeliz de qualquer nação, quando apenas aqueles que
possuem dinheiro e influência possam assegurar-se da pronta justiça perante o
Tribunal! É dever sagrado de um
magistrado absolver o inocente, bem como punir o culpado. A permanência de uma
nação depende da imparcialidade, da justiça e da integridade do Tribunal. O
governo civil funda-se na justiça, como a verdadeira religião funda-se na
misericórdia”
Neste mundo, essas responsabilidades
de Justiça ou deveriam ficar com o grupo ou deveriam ser administradas pelos
representantes escolhidos do grupo. Nunca pelo indivíduo.
O trabalho do indivíduo é sempre a ministração da misericórdia, mas justiça na punição é função do
social, do governamental. Como indivíduo sou obrigado a mostrar
misericórdia
Se o ser humano seguisse estes
ensinamentos, que vêm espalhados pela Bíblia Sagrada, não haveria lugar para os
ditadores, oligarcas e grupos mafiosos, nem Partidocracias que subvertem por
completo qualquer democracia. Nem Portugal teria chegado ao ponto a que chegou,
em que esses candidatos a ditadores atacam descaradamente o Poder Judicial, um órgão legítimo do
Poder Constitucional Democrático e não do Poder Constitucional Partidocrático
como eles querem.
A
propósito de alguns escritos meus que foram contestados pelos seguidores dos
sistemas implantados: “ Balzac, o prolifico escritor e filósofo francês,
afirmou: Existem dois tipos de história mundial: uma
é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história
secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos."
domingo, 31 de julho de 2016
A
HUMANIDADE PRECISA DE ACORDAR
Voltando a
falar sobre o plano para implementar a Nova Ordem Mundial, pelos “senhores”
que até ao momento detinham TODO o poder financeiro mundial conseguido à custa
da ignorância e credulidade das populações que não tinham acesso à instrução
nem à INFORMAÇÃO.
Enquanto não
apareceu a Internet com as redes
sociais a comunicarem diretamente entre si, sem serem censuradas pela máquina
que tinha sido criada para controlar os órgãos de comunicação social, escrita e
falada, tudo corria sobre rodas. O mundo era o que eles “mostravam” pela
manipulação da mente dos humanos.
Hoje não têm
o controlo absoluto. Os malvados “teóricos da conspiração” só lhes criam
problemas e agora os “novos-ricos” ACORDARAM e acham que também têm algo a
dizer quanto às resoluções sobre o que deve acontecer no mundo. Querem fechar
as torneiras que canalizavam toda a riqueza mundial, a bem ou a mal, para o mesmo “saco”, deixando 90% da população
mundial na miséria.
Como é que
essa Elite, da alta finança, os Illuminati,
conseguem dominar a humanidade, por enquanto?
Das técnicas-chave
de manipulação mental, a mais efetiva e mais poderosa, que é usada
constantemente sobre nós, é algo a que chamamos de problema-reação-solução.
É uma técnica
de manipulação mental que não só evita a oposição ao objetivo dos manipuladores
como faz com que as pessoas acabem por lhes exigir que façam o que eles
planeiam de qualquer modo.
Uma vez que alguém
consiga ver esta técnica com lucidez e compreender como funciona, passará a
receber as notícias e lerá os jornais com uma perspetiva totalmente diferente. Conseguirá ver o que está em jogo.
Funciona
assim: “eles” começam por criar em segredo um problema no mundo, garantindo que
“alguém” fique com a culpa perante o público, portanto na mente da população.
Poderia ser a
desvalorização de uma moeda, o “rating”
de um país para o lixo, a queda de um governo, ou em caso extremo, uma guerra.
Em Portugal, por exemplo, para que o país caísse nas mãos das suas ferramentas
financeiras, o FMI e Banco Central Europeu, o problema foi
criado com bastante rapidez. As agências de “rating”, todas elas americanas e controladas pelos financeiros illuminatis, foram baixando a
credibilidade do país até ao “lixo extremo”. O objetivo era enfraquecer a
Europa do Euro e, principalmente, dividir para reinar. Mas, pelos vistos só
conseguiram minar Portugal, Grécia e Irlanda, sem contar com o problema da
outra naçãozinha europeia (Chipre, salvo
erro) de que nunca mais se ouviu falar porque o que estava em jogo eram os
capitais Russos. Aí piou mais fino.
Hoje, depois
do resgate, em que o plano dos “senhores” não deu resultado, pois Portugal está
pior do que estava quando começou a cumprir o plano “deles”, as agências de rating já não atiram o país para o lixo
extremo, porque neste caso é mais do que evidente que a culpa é deles e o
objetivo já foi alcançado. Portugal tem muitos juros para pagar, o lucro chorudo deles.
A verdade é
que vão ganhando juros chorudos e não pensam sequer em tentar emendar os erros
que cometeram e ajudarem efetivamente Portugal a resolver o problema.
As duas
grandes guerras do século passado, foram financiadas, ambos os lados, pelas mesmas
pessoas. É possível provar.
As mesmas pessoas que financiaram os
aliados, e financiaram a União Soviética, também financiaram a Alemanha de
Hitler. Tudo pelo lucro.
Ao emprestar
a ambos os lados de uma guerra, e fornecendo o armamento, o lucro é enorme e
sem riscos porque não interessa quem ganhe. “Eles” ganham sempre. E,
fundamentalmente, após uma guerra a natureza de uma sociedade pós-guerra muda,
o que permite sair do status quo que
abranda enormemente os lucros. Numa sociedade diferente começa tudo novamente
com vigor e a gerar grandes lucros.
E o que se
passou nas duas grandes guerras mundiais foram enormes exemplos de problema-reação-solução.
Criou-se o
problema secretamente, foi tudo “cozinhado” nos bastidores, publicitou-se a
mentira nos mídea controlados, é
claro, até ao ponto em que a população clamou “algo precisa de ser feito”, “Isto
não pode continuar” que é sempre, sempre seguido de “eu entrego o meu poder no voto, o que irão fazer para resolver isto?”.
E nesse
momento, quem criou o problema e “achou” um culpado, manipula a opinião pública
e então, abertamente, apresenta as soluções para o problema que criou.
Desta maneira
consegue-se que a população “exija” que se faça o que “eles” queriam fazer
desde o início: mais câmaras de vigilância, mais polícia, mais leis
autoritárias, mais dissolução da liberdade, e consequentemente, menos direitos
para a população.
Uma
rede secreta de famílias de Elite controla os eventos mundiais por detrás das
cortinas. Despercebidos pela maioria, nós estamos atualmente nos estágios
finais de um plano global maligno que se está a impor perante os nossos olhos.
Depois
de dominarem o país mais poderoso do mundo, atiraram-se contra o Euro
e as consequências estão à vista.
O
método mais forte para erradicar as Nações é privá-las de emitir moeda e o
esquema está a ter sucesso na Europa, o único continente que poderia pôr travão
à conspiração.
A
criação da União Europeia, firmemente
controlada pela Elite, foi um golpe genial, só possível com as influências da
cabeça do polvo, a Federal Reserve
dos EUA (O Banco Central americano) ou para sermos mais concretos dos Illuminati.
Os
políticos de cada nação, foram “plantados” na altura certa e deram execução ao
plano, em reuniões secretas, e sempre sem o conhecimento dos povos que
representavam. Praticamente, em todas as Nações que constituem a União
Europeia, foram recrutadas apenas as cúpulas que tomaram as decisões sem
explicarem convenientemente aos seus cidadãos o que era a União Europeia e o
que aconteceria em termos de soberania. Com uma ou duas exceções, nos povos
mais politizados, não admitiram sequer
um referendo para o povo escolher. Como Portugal está habituado a viver à
custa da riqueza de outros, como a nossa História o comprova, desde a
exploração colonial, escravatura, Brasil e fundos estruturais mais
recentemente, quando fechou a torneira ficou à deriva e é a miséria que vemos.
Ou
seja, entramos de olhos completamente fechados numa União que não tem nada de
união nem de solidariedade e ficaram todos endividados, exceto o “testa de
ponte”, ou aquele que beneficiará alguma coisa em prejuízo dos restantes. Foi tudo
"cozinhado" nas costas das populações porque não estavam à altura de perceberem
o que estava em jogo. Para os políticos o Povo não tinha maturidade nem conhecimentos
para poderem escolher.
Em
Portugal, sentimos na pele o “buraco” em que nos metemos. Para controlar o povo
cada vez mais na miséria, uma elite de ricos e privilegiados, como sempre foi
em toda a nossa história, enriquecem cada vez mais e tudo farão para impedir
que a maioria esmagadora, escravizada e adormecida, prospere como é de seu
direito.
Estamos
completamente à mercê dessa Oligarquia que manda em Portugal.
O
Banco
Central Europeu é mais uma ilusão, um braço da Federal Reserve que utiliza os seus organismos especializados para
controlar, com mão de ferro, a sua atuação. O FMI é outro braço dos Illuminati, bem como o Banco Mundial e
todos os órgãos financeiros fortes.
É uma história difícil de acreditar, mas basta ver declarações de homens
muito bem informados e em lugares de relevo para compreender que há algo que
não está bem.
O
Presidente Kennedy, por exemplo, num
dos seus discursos: “Ao redor do mundo, uma conspiração monolítica e
implacável se opõe a nós. Baseia-se, primeiramente, no envolvimento para
expandir a sua esfera de influência. É um sistema que tem recrutado vastos
recursos materiais e humanos para formar uma máquina sofisticada, altamente
eficiente que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência,
económicas, científicas e políticas. Os seus procedimentos não são revelados ao
público. Os seus erros são enterrados. Não viram capa de jornal. Os seus
dissidentes são silenciados, não aclamados”.
Sir
William Pitt, da Câmara dos Lordes,
Inglaterra. 1770: “Há algo atrás do trono maior do que o próprio Rei”.
Benjamin Dislaeli, Estadista Inglês (não confundir com Benjamin Disraeli, primeiro Ministro
do Reino Unido)
– 1844: “O mundo é
governado por personagens bem diferentes dos que imaginam aqueles que não estão
nos bastidores”.
Franklin D. Roosevelt, presidente dos EUA,
1933: “A
verdade é que um elemento financeiro dos grandes centros controla este governo
desde os tempos de Andrew Jackson”.
Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados
Unidos, e
principal autor da declaração
de independência, 1743-1826: “Eu acredito que
instituições bancárias são mais perigosas do que exércitos… Se o povo americano
permitir que Bancos privados controlem a moeda… os Bancos e Corporações que
crescerão à sua volta irão privar o povo dos seus bens até que um dia os seus
filhos se verão sem teto no continente conquistado pelos seus pais”.
Sir Josiah
Stamp, Diretor
do Banco da Inglaterra, 1880-1941: “Se vocês querem continuar escravos dos banqueiros e pagar os
custos da sua própria escravidão, deixem-nos continuar a criar dinheiro e
controlar o crédito da Nação”.
Mayer Amschiel
Rothschild,
fundador da dinastia bancária Rothschild: “Dê-me o controle do sistema de fornecimento de
dinheiro de um país e pouco me importará quem faz as suas leis”.
Pois,
apesar dos avisos e alertas destas pessoas eminentes, dos “especialistas” em
gestão e economia, o sistema mantém-se, como se estivesse tudo adormecido. A
verdade é que isto só é possível com a conivência dos corruptos que lideram as
Nações, da autêntica lavagem ao cérebro com o ensino praticado nas
universidades e criação de um mundo fictício onde nada é o que parece.
A humanidade precisa
de ACORDAR para fazer a limpeza.
Einstein, o grande
cientista que todos conhecem, declarou que não existe um
caminho lógico para a descoberta das leis do universo e que o único caminho é a
intuição.
Portanto, não é preciso ser
religioso para aceitar esta premissa. Ele, considerado o maior génio de todos
os tempos, chegou a essa conclusão porque reconheceu que o raciocínio lógico só
por si é insuficiente para chegar aos mistérios da “criação”.
A intuição, que os cientistas não explicam o que é, tem forte
influência nas conclusões sobre os mistérios da vida e do meio onde se formou.
Ninguém pode afirmar que o universo
nasceu espontaneamente, com todas as leis reconhecidas pelos cientistas.
“Algo”, uma “Força”, uma “Energia”, um “Ente” criou e deu rumo a todos os fenómenos que regem o universo
e, cujos factos de natureza material vão sendo conhecidos pela evolução da
ciência e da técnica (mas só no campo material), ficando,
no entanto, na sombra o que acontece no campo espiritual que sabemos que existe
mas que toda a lógica e sabedoria humana não conseguem explicar.
Aí entra o fator Intuição, a inteligência que não emana da criação
material do cérebro nem da experiência resultante da parceria corpo e espírito
residente que dão origem à Alma, ao Ego de cada um.
Esta “inteligência” emana
diretamente do espírito residente que se encontra sedeado no coração. São as
decisões do coração, independente do raciocínio lógico da mente, que ninguém
entende mas que misteriosamente acreditam estar corretas.
Quanto aos pormenores das
“narrativas” do que acontece no mundo conhecido, são apenas experiências, são
movimentações resultantes dos “enredos” que se vão construindo, segundo uma
certa sequência, para registo da evolução no meio material.
Para preparação da Alma nascida do
corpo denso e do espírito que habita esse corpo denso, toda a “aprendizagem”
processa-se apenas no mundo material até que o Ego começa a aperceber-se do
mundo invisível, que tanto o influencia, e desperte nele a necessidade de
cultivar o mundo espiritual, ou seja a necessidade de uma religião.
O espirito encarcerado no corpo tem
como missão ajudar a evolução da Alma e trazê-la para o mundo espiritual a fim
de encetar, agora sim, a verdadeira evolução a caminho de Deus e, se possível (não é certo), fundir-se com ela.
Como uma vez disse, nós, filhos de Deus,
somos um espírito com um corpo e não um corpo com um espírito.
O espírito voltará ao seu mundo e o
corpo voltará ao pó.
Há corpos sem espírito. São os
filhos das trevas que, por ignorância, por engano ou por opção, seguem Lucifer
e optaram por viver apenas no mundo material, conforme a Lei estabelecida pelos
homens que, como é óbvio, é imperfeita.
O Homem vivia em escravatura, num
mundo submetido à Lei humana, injusta e interesseira.
Em Gálatas: 4 – 4 vem: “Quando porém, chegou a plenitude
dos tempos, Deus enviou o seu Filho. Ele nasceu de uma mulher, submetido à Lei, a fim que fôssemos adoptados como
filhos. A prova de que sois filhos é o facto de que Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho que clama:
Abba, Pai! Portanto já não és escravo, mas filho; e se és filho, és também
herdeiro por vontade de Deus”.
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