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sábado, 9 de maio de 2020



"COMO NOS DIAS DE LOT" — Expansão do Estilo de Vida Homossexual na Sociedade É Sinal Seguro de Que a Segunda Vinda de Cristo Está Próxima

Este assunto é muito controverso e ficarão chocado ao saber quanto poder os activistas homossexuais acumularam nos países ocidentais, e principalmente no Vaticano, o actual bastião do satanismo segundo dizem os entendidos. Este tema tem importância para os cristãos que acreditam no seu livro sagrado, a Bíblia, e é na Bíblia Sagrada que o alerta é feito. Quem acredita em Deus e na Sua palavra deve ficar preocupado e reflectir muito profundamente sobre o que realmente está a acontecer no mundo e reflectir se as leis humanas se podem sobrepor sobre os mandamentos de Deus. Após ler este artigo também terá uma nova compreensão de como a hora profética está avançada.


"THE CUTTING EDGE"

 
(Tradução minha para português de Portugal, sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990, e sem alterar o sentido do texto original, que poderá ser consultado no site que vem citado no fim. Apresento aqui uma versão leve com algumas imagens da Net para o texto não ficar tão condensado e ficar ao alcance de todos. Quem estiver interessado em ler o original, basta clicar no link. R)

 

Com base na profecia de Jesus Cristo mostrada em seguida, há vários séculos os eruditos bíblicos ensinam que o fim dos tempos seria caracterizado, entre outros eventos, por um crescimento da homossexualidade. Na verdade, Jesus disse que a aceitação da homossexualidade no fim dos tempos seria exactamente como era em Sodoma. Vamos rever essas palavras agora:

"Acontecerá como nos dias de Lot: comiam e bebiam, compravam, plantavam e construíam. Mas no dia em que Lot saiu de Sodoma, Deus fez chover do céu fogo e enxofre e fez com que todos morressem". (Lucas 17:28-30).



A não ser que se tenha ausentado nos últimos quarenta anos, em alguma viagem para outro planeta, você deve estar ciente de que o movimento homossexual "saiu do armário" de uma forma bem intensa, como um temível tsunami. Os tribunais tomaram muitas decisões que deram legitimidade aos casais de homossexuais e de lésbicas, as escolas públicas adoptaram currículos favoráveis ao estilo de vida homossexual, que são agora ensinados nos níveis mais básicos da escola primária, e os próprios homossexuais tornaram-se mais barulhentos ao exigir os seus direitos.

Entretanto, a Bíblia diz que as coisas ficarão muito piores. O fraseado da profecia é claro:

"Acontecerá como nos dias de Lot…".

Esta profecia dinâmica significa literalmente que um dos sinais de que o mundo está a entrar no fim dos tempos é que a sociedade se tornará tão tolerante e obcecada pela homossexualidade quanto foram os cidadãos de Sodoma! O que significa isso, exactamente? Será que já nos aproximamos deste ponto?



Esta incrível profecia tem muitas coisas a dizer-nos hoje. Ao discutirmos esse verso, lembre-se que Jesus Cristo estava a falar sobre o fim dos tempos, o fim da Grande Tribulação, quando Ele retornará para executar julgamento e estabelecer o Seu reinado milenar. Vamos examinar a Escritura:

Primeiro, vemos que as pessoas estavam envolvidas em actividades comerciais e vivendo de forma normal até ao dia da destruição. Elas comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam. Tudo parecia absolutamente normal até ao instante em que o violento julgamento de Deus foi derramado, e ninguém escapou.

Segundo, a Bíblia diz claramente que a cidade de Sodoma foi destruída por causa da prática desmedida da homossexualidade. Como dissemos anteriormente, todos os órgãos públicos apoiavam totalmente a homossexualidade como um estilo de vida válido. Os tribunais, as câmaras legislativas, as escolas, as organizações juvenis e os templos religiosos todos ensinavam a aceitabilidade da homossexualidade. Esse ensino e o apoio oficial produziram a prática muito clara da homossexualidade entre a população. Vemos exactamente esse tipo de ensino do governo no nosso país, produzindo mais um exemplo de um sinal de que estamos a viver bem no fim dos tempos.



Em terceiro lugar, os eruditos bíblicos interpretam que esse verso indica que a homossexualidade se tornará muito aberta novamente e aceite nos últimos dias. Se essa interpretação estiver correcta, então a tendência da sociedade de forçar a aceitação da homossexualidade é apenas mais um claro sinal da aproximação do tempo do Anticristo. Claramente, vemos os governos, tanto federal quanto estaduais, a tentar forçar a aceitação do estilo de vida homossexual. As escolas e organizações juvenis estão a ser informadas de que precisam de ensinar a aceitação da homossexualidade. O tempo não nos permite citar os muitos exemplos dessa actividade, mas citamos essas fontes governamentais nos nossos seminários. Finalmente, os tribunais reinterpretam a lei para forçar a aceitação da homossexualidade pela sociedade. Hoje, sob o disfarce de evitar o "ódio" e a "discriminação", os tribunais forçam os locatários e os empresários a contratarem homossexuais, mesmo que essa acção viole as suas crenças religiosas. Em muitas outras áreas, esse tipo de actividade está a acontecer, movendo a nação mais rapidamente para o ponto de se tornar outra Sodoma. Gostaríamos de compartilhar agora uma notícia que demonstrará drasticamente essa abominável actividade.

Resumo da Notícia: "A Ameaça da Agenda Homossexual Para as Suas Liberdades", Robert A. J. Gagnon, Ph.D., Professor Associado de Novo Testamento, Seminário Teológico de Pittsburgh, 10 de Fevereiro de 2009.

"A maioria das pessoas não segue de perto as implicações da promoção da agenda homossexual noutros países ocidentais, especialmente no Canadá e na Suécia, ou até mesmo em áreas seleccionadas dos Estados Unidos. Aqui estão algumas consequências que advirão após permitir o casamento homossexual ou seu equivalente jurídico e tornar a 'orientação sexual' uma categoria de direitos civis especialmente protegida do 'discurso de ódio' e para as 'leis contra a discriminação".

1) Ir para a cadeia por "discurso de ódio". Se uma Comissão de Direitos Humanos julgar que você fez declarações públicas que 'incitam o ódio' contra indivíduos homossexuais, você poderá ir para a cadeia. Com o tempo, nem mesmo ministros do evangelho estarão isentos.

O presidente Obama deverá propor uma nova legislação "Discurso de Ódio". Os observadores acreditam que essa lei colocará em risco até mesmo as pessoas que façam objecção à homossexualidade por motivação religiosa. Os pastores e líderes das igrejas cristãs tornar-se-ão extremamente susceptíveis às acusações de "crime de ódio" se simplesmente apoiarem os ensinos bíblicos sobre a homossexualidade.

2) Perder o seu emprego por não apoiar celebrações "saída do armário" no local de trabalho ou por discurso "discriminatório" fora do local de trabalho. É isto mesmo, você poderá ser demitido do seu emprego por declarações feitas fora de seu local de trabalho!

3) Ser multado e ter de pagar multas pesadas por se atrever a criticar, ou pela sua empresa não apoiar a prática homossexual.

4) Perder a custódia dos seus filhos se ensinar ideias "homofóbicas" para eles. Em 2003, a Dra. Cheryl Clark recebeu a ordem de um juiz da Vara de Denver e, depois, em 2004, da Corte de Apelação do Colorado, a não dizer nada à sua filha adoptada que a sua ex-parceira lésbica poderia considerar como "homofóbico".

5) Ver o sistema escolar ensinar aos seus filhos que você é um preconceituoso e odioso.

6) Outras consequências. As ramificações de fazer a "orientação sexual" uma categoria de direitos civis protegida nacionalmente são infindáveis. Aqui, podemos apenas mencionar rapidamente algumas outras consequências:

a.    As agências de adopção não poderão dar prioridade aos casais heterossexuais casados em detrimento dos casais homossexuais, pois isso seria discriminação.

b.    Grupos cristãos nos campi universitários que não permitem que homossexuais declarados e praticantes ocupem posições de liderança serão acusados de discriminação e expulsos dos campi.

c.    Profissionais que tenham afiliação com grupos que praticam a discriminação, como os Escuteiros e o Exército de Salvação, estarão sujeitos à censura.

d.    As faculdades cristãs e os seminários que sejam suspeitos de discriminação de 'orientação sexual' — seja na contratação de professores, permitir que qualquer professor diga na classe de aula que a prática homossexual é pecaminosa, ou deixar de fornecer benefícios aos parceiros de funcionários homossexuais e acomodação em apartamentos de casais para os estudantes homossexuais — perderão o direito ao convénio com o governo para o financiamento estudantil. Eventualmente, o reconhecimento da instituição por parte do Ministério da Educação será afectado, pois a Associação das Escolas Teológicas não pode permitir que instituições perpetuem o "equivalente moral" do racismo.

e.    De modo a protegerem-se de processos nas cortes federais ou civis, as empresas precisarão de provar que não discriminam com base na "orientação sexual", adoptando programas que incentivem a contratação de indivíduos que declaradamente fazem parte da comunidade GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e travestis). Não será suficiente adoptar uma política 'cega para a orientação'.

Conclusão

"A única preocupação política onde o maior mar de mudanças nas políticas do governo federal provavelmente virá... na questão da defesa dos homossexuais e a mão opressiva do governo federal contra aqueles que resistem à falsa conclusão de que a prática homossexual é uma forma normal, natural e aceitável de comportamento que a sociedade deve promover. É nessa questão que há uma séria possibilidade de redução radical das suas liberdades civis e religiosas, até ao ponto de ser demitido ou preso. O que poderia ser mais alarmante? Todo o cristão tem a responsabilidade cívica de se envolver no processo político com vistas a evitar esses resultados trágicos."

Devemos agir como cristãos maduros que estão prontos para colocar os seus pescoços na guilhotina pelos ensinos de Jesus Cristo. Veja a Palavra do Senhor:

"Feliz o homem a quem educas, Senhor, a quem ensinas com a tua Lei, dando-lhe descanso nos dias maus". (Salmos 94:12-13).

As passagens proféticas do fim dos tempos ensinam que a hora está a chegar quando as forças do Anticristo — a Nova Ordem Mundial — obterão uma vitória temporária sobre os santos de Deus. Vamos considerar apenas algumas dessas passagens:

"… mas o povo dos que reconhecem o seu Deus agirá com firmeza. Os mais conscientes entre o povo esclarecerão muita gente, mas acabarão mortos pela espada, nas fogueiras, castigados com a prisão e o confisco dos seus bens, por um período bem longo". (Daniel 11:32-33).

"A desgraça de algumas dessas pessoas esclarecidas servirá para purificar, lavar e branquear, até que chegue o fim, pois o prazo está marcado". (Daniel 11:35).

O Santo Espírito de Deus permitirá ao Anticristo uma vitória temporária, por um período de tempo muito específico: "até que a indignação se complete"!

"Esse rei fará o que bem entender: ele engrandecer-se-á e exaltar-se-á acima de todos os deuses, e dirá coisas arrogantes até mesmo contra o Deus dos deuses. Terá sucesso até à hora da vingança, porque o que está marcado cumprir-se-á. (Daniel 11:36).

"Observando vi que esse chifre fazia guerra contra os santos e os derrotava, até chegar o Ancião para fazer justiça aos santos do Altíssimo. E chegou a hora, quando os santos tomaram posse do reino. Ele então explicou-me: Surgirá no mundo um quarto reino que será diferente dos outros reinos. Ele devorará o mundo inteiro e, depois, pisará e esmagará. Os seus dez chifres são dez reis que surgirão nesse reino, e depois dele surgirá outro rei. Ele será diferente dos dez primeiros e derrubará do trono três reis. Blasfemará contra o Altíssimo e perseguirá os seus santos; pretenderá modificar o calendário e a Lei de Deus. Os fieis serão entregues nas suas mãos durante três anos e meio". (Daniel 7:21,25).

"Quando o Cordeiro abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as vidas daqueles que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho que dela tinham dado. Eles gritaram em alta voz: Senhor Santo e verdadeiro até quando tardarás em fazer justiça, vingando o nosso sangue contra os habitantes da Terra? Então foi dada a cada um deles uma veste branca. Também lhes foi dito que descansassem ainda algum tempo, até que ficasse completo o número dos seus companheiros e irmãos que iriam ser mortos como eles.". (Apocalipse 6:9-11).

Sei que cada desses versos se refere ao Período da Tribulação, mas Daniel 7:7-8 diz-nos claramente que, quando virmos as nações do mundo reorganizadas em dez super-nações (leia o artigo N1783), então podemos saber que o aparecimento do Anticristo está próximo. Portanto, as mudanças graduais que permitirão que as profecias do fim dos tempos amadureçam começarão a produzir as condições descritas nas passagens referidas anteriormente. Neste caso, a perseguição aos santos de Deus começará a ocorrer antes da Terceira Guerra Mundial que colocará o Anticristo no cenário internacional.

Que atitude os santos de Deus precisam de adoptar diante da possível perseguição?

Vamos recitar a Oração de Compromisso do Cristão e permitir que ela seja o nosso lema ao vivermos no poder do Espírito Santo durante estes tempos trabalhosos:

 

A Comunidade dos Destemidos

Pertenço à comunidade dos destemidos. Tenho o poder do Espírito Santo. A minha decisão está tomada.

Já dei o passo à frente, não vou olhar para trás, nem parar, nem reduzir a marcha, nem ficar inerte.

O meu passado está redimido; o meu presente faz sentido; o meu futuro está garantido.

Não quero mais a mediocridade, nem os joelhos macios ou as distracções tolas.

Não estou mais interessado em prosperidade, riquezas, dinheiro, sucesso, fama ou promoções.

Não preciso mais estar sempre com a razão, ser o primeiro, ser reconhecido, admirado ou recompensado.

Agora vivo pela fé, descanso no poder do meu Senhor, motivado pela oração e trabalhando sob a Sua direcção.

Sigo com perseverança no caminho estreito e difícil. Os companheiros são poucos, mas o meu guia é confiável e a missão é clara.

Ninguém conseguirá seduzir-me, iludir, distrair, retardar ou fazer contemporizar.

Não vou desistir, não vou calar-me, nem parar, até que tenha feito tudo o que posso pela causa de Cristo.

Sou um discípulo de Jesus. Preciso de prosseguir até que Ele volte, dar tudo o que tenho e pregar até que todos O conheçam.

Quando Ele vier para os seus, encontrará o meu estandarte bem levantado.

 

Se qualquer combinação de eventos vier sobre nós, para tentar forçar-nos a abandonar os nossos princípios cristãos, precisamos de enfrentar o fogo, sabendo que nada poderá separar-nos do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Precisamos de viver de acordo com o exemplo de Sadraque, Mesaque e Abednego! (Leia Daniel 3).

Que Deus o abençoe.

 

quarta-feira, 6 de maio de 2020


O FIM DA NOVA ORDEM MUNDIAL

 

Terça-feira, 23 de Outubro de 2012

 




Seumas Milne

 

A questão é assegurar uma maioria de esquerda. Mas é completamente impossível, se nos limitarmos a gaguejar slogans extremistas, anti-isto, anti-aquilo, anti-qualquer coisa, anti-qualquer um, enquanto mostramos à direita que somos incapazes de chegar a qualquer acordo sobre coisa alguma, sem sequer analisar qualquer condição objetiva da luta.

J. L. Mélenchon (Le Monde, 28/1/2010)*

 
No final do Verão de 2008, dois eventos, em rápida sucessão, marcaram o fim da Nova Ordem Mundial. Em agosto, a Geórgia, estado-cliente dos EUA foi esmagada em guerra breve, mas brutal, depois de ter atacado soldados russos no território disputado da Ossétia do Sul.

A ex-república soviética sempre fora estado favorito dos neoconservadores de Washington. O presidente-ditador local nunca se cansava de trabalhar para que a Geórgia se unisse ao movimento de expansão da OTAN na direção da Rússia. Em movimento de muito evidente inversão da realidade, Dick Cheney, então vice-presidente dos EUA, denunciou a resposta dos russos como ato “de agressão” que “não pode ser deixado sem resposta”. Como se jamais tivesse declarado a sua guerra catastrófica contra o Iraque, George Bush disse que “a invasão pela Rússia de um estado soberano” seria “inaceitável no século 21”.

Quando a luta terminou, Bush alertou a Rússia para que não reconhecesse a independência da Ossétia do Sul. A Rússia fez exatamente isso, com os navios de guerra dos EUA passando a ser obrigados a “desviar-se” do Mar Negro. Aquele conflito marcou um ponto de viragem no cenário internacional. O blefe dos EUA foi exposto ao mundo, com o ímpeto militarista dos EUA já minado pela guerra ao terror, no Iraque e no Afeganistão. Depois de vinte anos, durante os quais os EUA marcharam sobre o mundo esmagando o que viam pela frente, o tempo de poder incontestado dos EUA chegava ao fim.

Três semanas depois, um segundo evento, de consequências ainda mais amplas, atingia o coração do sistema financeiro global dominado pelos EUA. Dia 15 de setembro, a crise de crédito finalmente irrompeu, quando faliu o quarto maior banco de investimentos dos EUA. A falência do Lehman Brothers mergulhou o mundo ocidental na sua mais profunda crise desde os anos 1930s.


 
A falência do Banco Lehman Brothers


A primeira década do século 21 sacudiu a ordem internacional, virando de cabeça para baixo o que as elites globais diziam saber sobre o mundo; 2008 foi o ponto de viragem. Até ali nos diziam que, com o fim da Guerra Fria, as grandes questões económicas e políticas haviam sido resolvidas. A democracia liberal e o capitalismo de livre-mercado haviam triunfado. O socialismo passara à categoria de relíquia histórica. Todas as controvérsias políticas seriam doravante guerras culturais e questão de cortar gastos e impostos.

Em 1990, George Bush Pai inaugurara uma Nova Ordem Mundial, baseada na incontestada supremacia militar dos EUA e domínio económico do ocidente sobre o planeta: mundo unipolar sem rivais. Poderes regionais curvariam os joelhos ante o novo império planetário. A própria história, como houve quem dissesse, chegara ao fim.

Mas, entre o ataque às Torres Gémeas e a quebra de Lehman Brothers, essa ordem mundial ruiu. Dois factores foram cruciais. Ao final de uma década de guerras ininterruptas, os EUA afinal deixaram ver os limites, não a extensão gigante, de seu poderio militar. E o modelo de capitalismo neoliberal, que reinara supremo durante uma geração, espatifou-se.



 

Ataque às torres gémeas

Foi a reação dos EUA ao 11/9, que quebrou a sensação de invencibilidade do primeiro verdadeiro império global. A resposta escandalosamente errada do governo Bush converteu as atrocidades em New York e Washington no mais bem-sucedido ataque terrorista de toda a história.

A guerra de Bush falhou, para começar, nos seus próprios termos, ao fazer brotar terroristas em todos os cantos do mundo; e a sua campanha de assassinatos premeditados, tortura e sequestros desacreditou, também, tudo que o ocidente sempre dissera ao mundo sobre os EUA serem guardiães dos direitos humanos. As invasões do Afeganistão e do Iraque, por EUA-Grã-Bretanha, revelaram ao mundo a incapacidade do ocidente impor a própria vontade a povos decididos a resistir. Afeganistão e Iraque foram a derrota estratégica para os EUA e seus aliados mais próximos.

O fim do momento unipolar foi a primeira de quatro mudanças decisivas que transformaram o mundo – sob alguns aspetos decisivos, para melhor. A segunda foi o crash de 2008 e a crise da ordem capitalista ocidental dominada pelo ocidente que a primeira mudança desencadeou, e que apressou o declínio relativo dos EUA.

A crise de 2008 foi crise made in USA e aprofundada pelo custo descomunal das várias guerras norte-americanas. E o seu impacto mais devastador aconteceu nas economias cujas elites compraram mais entusiasticamente a ortodoxia neoliberal de dar todo o poder a grandes corporações e mercados financeiros desregulados.

O modelo de capitalismo voraz, metido goela abaixo do mundo como único modo de administrar uma economia moderna, ao custo de fazer inflar desmedidamente a desigualdade social e a degradação do meio ambiente, fora desacreditado – e só foi salvo do colapso total pela maior intervenção do Estado na economia, de toda a história mundial. A farsa dos irmãos gémeos – conservadores e liberais – foi posta em prática e testada até se autodestruir, até ao total fracasso.

O fracasso da farsa dos conservadores e liberais acelerou a ascensão da China – a terceira mudança radical das décadas iniciais do século 21. O crescimento dramático da China tirou milhões de homens e mulheres da miséria. E o modelo económico chinês, de investimentos puxados pelo Estado, varreu do cenário o projeto ocidental; fez, da ortodoxia do mercado, piada; e criou um novo centro global de poder. Nesse novo cenário, o poder de manobra aumentou, para muitos estados menores.

 

 
Pequim e a ascensão da China


A ascensão da China ampliou o espaço no qual cresceu a maré de mudanças progressivas que hoje se alastra pela América Latina – o quarto avanço global. Por toda a América Latina, governos socialistas e social-democratas foram levados ao poder em eleições democráticas, passando a atacar a injustiça económica e racial, construindo independências regionais e retomando, das mãos das grandes corporações, o poder. Apenas duas décadas depois de nos terem convencido de que não haveria saída além do capitalismo neoliberal, os latino-americanos já estavam a criar várias saídas.

São mudanças que cobram preço alto, e claro, e exigem altíssimas qualificações. Os EUA permanecerão como potência militar dominante não se sabe até quando; as derrotas que sofreram no Iraque e no Afeganistão foram pagas com morte e destruição à escala colossal; e a multipolaridade implica os seus próprios riscos de conflitos. O modelo neoliberal foi desmascarado e desacreditado, mas ainda há tentativas de trazê-lo à tona mediante programas selvagens de “austeridade”. O sucesso da China também custou preço alto em termos de desigualdades, direitos civis e violência contra o meio ambiente. E, na América Latina, elites apoiadas pelos EUA ainda insistem em forçar o recuo de todos os avanços sociais, o que conseguem às vezes mediante golpes violentos, como se viu nas Honduras em 2009. As mesmas contradições também levaram ao mar de sangue em que o mundo árabe foi mergulhado em 2010-11 – onde se assiste a outra mudança de proporções globais planetárias.

 
Guerra do Iraque


Hoje, a ataque às Torres Gémeas já está convertida em tal fonte de embaraços e problemas, que o próprio governo dos EUA decidiu mudar-lhe o nome: hoje, a guerra ao terror já é referida como “operações contingenciadas no estrangeiro”. O Iraque já é desastre universalmente identificado, o Afeganistão já é empreitada completamente fracassada. Mas o real significado desse realismo claro e cru não poderia ser mais diferente do que as fontes de informação e notícias ocidentais diziam que essas ações seriam, quando foram lançadas.

Se se recorda o que diziam nos EUA e britânicos – políticos e especialistas, intelectuais e jornalistas adestrados – logo depois do 11/9, a única conclusão é que viviam num universo paralelo de fantasias envenenadas. Nenhum esforço deixou de ser feito para desacreditar todos os que se opuseram à invasão e à ocupação do Iraque – os mesmos que, em pouco tempo, já estavam amplamente vingados.



Michael Gove

Michael Gove, que hoje é ministro de um Gabinete dos Tories, lançou ácido puro contra o jornal Guardian que publicou amplo debate sobre o ataque ao Iraque; chamou o Guardian de “gangue Prada-Meinhof” de “quinta-colunas”. O Sun, de Rupert Murdoch, disse que os que se opunham à invasão do Iraque seriam “propagandistas antiamericanos da esquerda fascista”. Quando o regime dos Talibã foi derrubado, o próprio Blair sentenciou a condenação triunfalista de todos (eu incluído) que se haviam oposto à invasão do Afeganistão e à guerra ao terror. Todos, declarou Blair, estariam “comprovadamente errados”.

Dez anos depois, poucos são os que ainda duvidam de que o governo Blair, ele sim, estava “comprovadamente errado”, erro de consequências catastróficas. Os EUA e seus aliados não conseguirão submeter o Afeganistão, previam os mais bem informados. A guerra ao terror, ela mesma, criará terror e terroristas. Atropelar direitos civis terá consequências terríveis – e qualquer ocupação do Iraque será desastre afogado em sangue.

Os “especialistas” do partido da guerra, como o ex “vice-rei da Bósnia” Paddy Ashdown, zombou das advertências de que invadir o Afeganistão levaria “a longa campanha de guerra de guerrilha”; disse que seriam ideias “fantasiosas”. Mais de dez anos depois, a resistência armada está mais forte do que nunca e a guerra do Afeganistão já é a mais longa de toda a história dos EUA.

História similar aconteceu no Iraque – embora, então, a oposição à guerra já estivesse nas ruas, aos milhões. Os que se opunham à guerra ainda eram acusados de “frouxos” [orig. appeasers]. O secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, dizia que a guerra duraria seis dias. Muitos, também na mídia em língua inglesa, previam que a resistência desabaria em poucos dias. Todos esses, sim, estavam comprovadamente errados.

Na primeira semana da invasão-ocupação do Iraque, escrevi que se devia esperar “forte resistência dos guerrilheiros, mesmo muito depois da partida de Saddam Hussein” e que os ocupantes daquela ocupação de estilo colonialistas “seriam expulsos”. Não estava errado. As tropas britânicas enfrentaram ataques incansáveis, da resistência local armada, até 2009. O mesmo aconteceu aos soldados regulares dos EUA, até decidirem pela retirada, em 2011.

Mas não foi só na guerra ao terror que se comprovou que os que se opõem à Nova Ordem do Mundo acertaram, e que os promotores de guerras nada diziam que não fosse o mais calamitoso delírio. Por 30 anos, as elites ocidentais insistiram que só livres-mercados, privatizações e microimpostos para os mais ricos trariam crescimento e prosperidade.

Desde antes de 2008, o modelo do “livre-mercado” já vinha a ser alvo de ataque feroz: o neoliberalismo estava a transferir o poder para bancos e grandes empresas absolutamente “opacos”, sem fresta de transparência – diziam os ativistas da globalização antibancos e anticorporações; e assim o neoliberalismo fazia aumentar a miséria e a injustiça social e esquartejava a democracia – e que esse movimento era insustentável, simultaneamente, economicamente e ecologicamente.

Ao contrário dos políticos do New Labour, que diziam que as políticas “de bolhas” [orig. “boom and bust”] eram coisa do passado, os críticos lembravam que nada mais absurdo do que dar por “abolido” o ciclo do mercado capitalista. Desregulação, financeirização e incansável promoção da especulação mais desenfreada, levaria sem dúvida possível, como levou, à crise.

A grande maioria dos economistas que previram que o modelo neoliberal caminhava a passos acelerados para o desastre eram, é claro, de esquerda. E assim, enquanto os principais partidos na Grã-Bretanha apoiavam “regulação leve” da finança, os opositores argumentavam, há muito tempo, que a City “liberalizada” ameaçava toda a economia.

Os críticos alertaram que privatizar serviços públicos sairia mais caro, geraria serviços piores e serviria como combustível para mais corrupção. Exatamente o que aconteceu. E na União Europeia, onde privilégio para bancos e corporações e ortodoxia de mercado foram formalizados em tratado, o resultado foi ruína de proporções continentais. A combinação de banking liberal com união monetária antidemocrática, pervertida e deflacionária, que críticos (nisso, unânimes, de direita e de esquerda) sempre disseram que não tinha qualquer coesão interna, nunca passou de desastre esperando para acontecer. O crash serviu, ali, de gatilho.

A esquerda sempre foi mais eloquente na crítica contra o capitalismo neoliberal. Foi também, sempre, mais eloquente na oposição às guerras de invasão e ocupação promovidas pelos EUA. Mas a esquerda mostrou-se estranhamente lenta e muda, no momento de capitalizar a seu favor os seus muitos acertos nas discussões centrais de toda essa era. Nem deve surpreender, talvez, se se considera a perda de confiança que contaminou as esquerdas mundiais, efeito de suas muitas derrotas no século 20, inclusive de suas próprias alternativas sociais.

Mas recuperar para nós as lições desses muitos desastres era essencial, para que não se repitam os erros. Mesmo depois do Iraque e do Afeganistão, a guerra ao terror prosseguiu, na matança de civis, na guerra de drones que hoje devasta, do Paquistão à Somália. As potências ocidentais foram decisivas no derrube do regime Líbio – agindo em nome de proteger civis, os mesmos civis que, imediatamente, passaram a ser assassinados aos milhares, numa guerra civil que a OTAN fez alastrar-se pela região, com a Síria, já devastada pelo mesmo conflito, sendo ameaçada de intervenção; e o Iraque, de ataque de tipo “solução final”.

E, enquanto o neoliberalismo era desacreditado em vários fronts, governos ocidentais usavam a crise para tentar entrincheirá-lo e protegê-lo. Não se cortaram só empregos, salários e benefícios como jamais antes em toda a história: as privatizações também prosseguiram. Acertar nas análises, é claro, jamais foi suficiente. Ainda falta muita pressão social e política, e terá de ser forte, para virar a mesa do poder.

Em 2008, cresceu também muito acentuadamente a revolta contra uma elite desacreditada e seus projetos sociais e económicos fracassados. Com o peso da crise já descarregado sobre os ombros das maiorias, alastraram-se os protestos, as greves e vitórias eleitorais, o que mostra que a pressão por mudança efetiva está só a começar. Rejeitar a ganância, a arrogância e o poder das grandes corporações já é o senso comum de época.



Eric Hobsbawm

O historiador Eric Hobsbawm descreveu o crash de 2008 como “equivalente, no mundo da direita, à queda do muro de Berlim” [2]. Virou lugar-comum dizer que, depois da implosão do comunismo e ante a ascensão da social-democracia tradicional, a esquerda teria ficado sem alternativa sistémica a oferecer. Mas nenhum modelo jamais foi servido pré-cozido. Todos, do poder soviético e do estado de bem-estar keynesiano ao neoliberalismo de Thatcher-Reagan, cresceram de improvisações ideologicamente motivadas em circunstâncias histórias específicas.

O mesmo vale para o dia seguinte da crise da ordem neoliberal. A necessidade de reconstruir uma economia quebrada, em novas bases, mais democráticas, mais igualitárias e mais racional, começa a ditar o formato de uma alternativa menos instável, mais sustentável. Ambas, a crise económica e a crise ecológica já exigiram propriedade social partilhada, intervenção pública, com a riqueza e o poder já trocando de mãos. A vida real está a empurrar na direção de soluções socialmente avançadas.

Os levantes dos primeiros anos do século 21 abriram a possibilidade de um novo tipo de ordem global e de genuína mudança social e económica. Como os comunistas aprenderam em 1989, e os defensores do capitalismo só descobriram 20 anos depois, nada, em nenhum caso, estará jamais resolvido para sempre.

Redecastorphoto

 

(Tradução minha para português de Portugal, sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990, e sem alterar o sentido do texto original. R)

sexta-feira, 1 de maio de 2020


DECLÍNIO E RUPTURA DOS EUA

 

 


Um dos principais analistas políticos russos afirmou que a tempestade económica nos Estados Unidos confirma a sua visão de que o país caminha para o colapso e será desmembrado em partes separadas.

O professor Igor Panarin declarou numa entrevista publicada a 24 de Novembro de 1998 pelo diário Izvestia:
"O dólar não está assegurado por nada. A dívida externa do país tem crescido como uma avalanche, apesar de que no princípio dos anos 1980 não havia dívida. Em 1998, quando fiz a minha previsão, ela havia excedido os 2 milhões de milhões (triliões). Agora há mais de 11 milhões de milhões de dívida. Isto é uma pirâmide que só pode entrar em colapso".


O jornal afirma que as terríveis previsões de Panarin para a economia dos EUA, feitas inicialmente numa conferência internacional na Austrália, há 10 anos atrás quando a sua economia parecia forte, ganharam mais credibilidade com os acontecimentos posteriores.

Ao ser perguntado quando a economia dos EUA entraria em colapso, Panarin disse:
"Ela já está a entrar em colapso. Devido à crise financeira, três dos maiores e mais antigos cinco bancos da Wall Street já deixaram de existir, e dois mal estão a sobreviver. As suas perdas são as maiores da história. Agora o que assistiremos é uma mudança no sistema de regulação a uma escala financeira global. A América não será mais a reguladora financeira do mundo".

Quando lhe perguntaram quem substituiria os EUA na regulação dos mercados mundiais, respondeu
: "Dois países poderiam assumir este papel: a China, com as suas vastas reservas, e a Rússia, que podia desempenhar o papel de um regulador na Eurásia".

Perguntado porque esperava que os EUA se desmembrassem em partes separadas, disse:
"Por todo um conjunto de razões. Primeiramente, os problemas financeiros nos EUA ficarão piores. Milhões de cidadãos ali perderam as suas poupanças. Os preços e o desemprego estão em ascensão. A General Motors e a Ford estão à beira do colapso, e isto significa que todas as cidades ficarão sem empregos. Governadores já estão a pedir dinheiro insistentemente ao governo federal. A insatisfação está a crescer, e no momento isto está a ser sustido apenas por causa das eleições e da esperança de que Obama possa fazer milagres. Mas na Primavera já estará claro que não há milagres".

Ele também mencionou o "ajustamento político vulnerável", a "falta de leis nacionais unificadas" e "divisões entre a elite, as quais tornaram-se claras nestas condições de crise".

A sua previsão é que os EUA romper-se-ão em seis partes — a Costa do Pacífico, com a sua crescente população chinesa; o Sul, com os seus hispânicos; o Texas, onde movimentos pela independência estão em ascensão; a Costa do Atlântico, com a sua diferente e separada; cinco dos mais pobres estados centrais com suas grandes populações de nativos americanos; e os estados do norte, onde a influência do Canadá é forte.

Ele ainda sugeriu que
"nós [russos] ainda podíamos reclamar o Alasca — ele foi cedido apenas em arrendamento (on lease), afinal de contas".

Quanto ao destino do US dólar, declarou:
"Em 2006 foi efectuado um acordo secreto entre o Canadá, o México e os EUA sobre uma divisão comum, o Amero, como nova unidade monetária. Isto poderia assinalar preparativos para substituir o dólar. As centenas (de milhões) de notas de dólar que inundaram o mundo poderiam ser simplesmente congeladas. Sob o pretexto, digamos, de que terroristas estão a falsificá-las e de que precisariam de ser verificadas".

Acerca da reacção da Rússia à sua visão do futuro, Panarin considerou que deve "Desenvolver o rublo como uma divisa regional. Criar uma bolsa de petróleo em funcionamento pleno, a efectuar transacções em rublos... Devemos romper as cadeias que nos atam ao Titanic financeiro, o qual na minha opinião afundará em breve".


Sabemos hoje que esse declínio é devido à acção agressiva da China, quanto ao plano muito bem preparado que a colocou na dianteira da alta finança. A China tem-se espalhado por todo o mundo e compra tudo o que pode e, principalmente, respaldou a sua moeda, o Yuan, em ouro, enquanto que o dólar americano não está respaldado em NADA. Contava com o monopólio do dólar para transaccionar o petróleo no mundo, mas a China e a Rússia já "furaram" o sistema e com a recente epidemia do Corona Vírus o petróleo está a perder valor abruptamente o que inflaciona o dólar americano e prepara a morte do Petrodólar. Sem o Petrodólar a economia dos EUA colapsa.

 
 
Já se pôs a ideia de os Estados Unidos declararem a incapacidade de fazer pagamentos em dólares  lançando em alternativa uma nova moeda que não valerá mais que vinte cêntimos.
Logo no princípio quando se começou a desenhar ao conhecimento público o rebentamento da bolha especulativa do imobiliário em Agosto de 2007 (ou ainda antes) começaram igualmente a correr teorias, devido à astronómica dívida externa, sobre a inevitabilidade da implosão do Dólar como moeda de referência no mercado financeiro global.

 
Teorias, como sempre rotuladas de "conspiratórias”, começaram a circular no que respeita a uma suposta moeda alternativa cunhada pelo Tesouro dos Estados Unidos. O neo-conservador Hal Turner, um ex-jornalista detentor de um programa periódico na rádio, alvo de represálias pela administração Bush, divulgou pormenorizadamente a intenção dos EUA governados pelos ultra-conservadores de substituírem o dólar por uma nova moeda.

 
Trata-se do “Amero” um derivativo da raiz América – a nova moeda única para a União da América do Norte (um pouco como o Euro para a União Europeia) a circular com a cumplicidade dos governos do Canadá e México. Os EUA pensavam, com este remédio, curar a doença progressiva de que foram atacados na década de 70, quando iniciaram o declínio da então maior nação com excedente de créditos com que inundavam o resto do mundo, para a situação de nação com a maior dívida mundial por volta do ano 2000.

 
O rebentamento da bolha da “nova economia” e a saída pela via 11 de Setembro para a odisseia da guerra generalizada contra os moinhos de vento do terrorismo têm feito o resto do caminho para a falência a ponto de economistas liberais como Peter Schiff reclamarem para a América de hoje o cognome de Segunda República de Weimar.

 
O Amero seria então como moeda de substituição ao velho émulo do marco alemão da década de 1920 quando, devido ao seu valor desprezível, era queimado nos fogões de cozinha uma vez que comprar lenha com as notas saía muito mais caro.

 
Pelos vistos esse plano ainda não foi posto em prática. Os Democratas não se entendem com os Republicanos, e a América vai-se impondo ao mundo enquanto pode, pelo seu enorme poderio bélico.

 
Sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990.