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sábado, 23 de novembro de 2019


AVANÇO DO NAZISMO NA EUROPA

 
Estamos a verificar a construção do IV Reich… impávidos e serenos! Os neonazis avançam, também, em força na Alemanha. Quando acordarmos, será demasiado tarde. Vejamos com atenção o vídeo:


A história repete-se. Não é por acaso que os mesmos países que estiveram do lado do III Reich estão sob ataque da Alemanha para voltarem a ficar como um novo auschlung, como se vê. Mesmo o facto de a Alemanha colocar governos da sua inteira confiança não os satisfaz. Torna-se para eles necessário uma anexação dos activos mais apetecíveis.

Em Portugal a venda de activos à Republica Popular da China ou a Angola desencadeou reacções violentas da parte dos alemães. Como já vimos, também se torna claro que desejam a posse da Madeira. Diria que estamos a verificar a construção do IV Reich. Os gregos são os polacos de então, a ibéria os sudetas, e a França, a França de Vichy e de Petain.
A Itália será o quintal de Berlim com o lago de Garda e as praias de Rimini a falar alemão e com poderes locais de alemães. Depois virá a solução final. Os gregos, os espanhóis, os portugueses e os italianos meridionais a serem aniquilados pouco a pouco, por depressões, por abandono, por fome pouco disfarçada, pela tristeza. Os gregos sublevaram-se, mas o parlamento impávido e sereno aprovou mais medidas de fome e miséria.
Se não houver uma mobilização europeia, contra o IV Reich, seremos de novo confrontados com o inevitável. Será que a Inglaterra vai de novo voltar a ser o bastião da democracia? Ou dirá Aqueles não aprenderam nada com a história, por isso… arranjem-se . Desta vez os senhores do IV Reich aprenderam e não estão a atacar a Inglaterra nem a Rússia.
Por isso pode suceder que não tenhamos salvadores desta vez, e tenhamos de ser nós a defender-nos.
É evidente que estamos a caminhar apressadamente para uma asfixia financeira dos países tradicionalmente mais pobres, os do sul da Europa, e, simultaneamente, criam-se condições cada vez mais favoráveis ao aparecimento de ditaduras às ordens dos alemães.

 
Já começaram a criar governos da sua confiança, nos casos da Itália e da Grécia, que, apesar de tudo, não irão subsistir. Outros virão! A Grécia está a ser o rastilho por onde a Europa começará a arder. Ontem, o parlamento grego comprovou que a dependência económica traz todas as outras dependências. Há medidas insuportáveis, há limites. Entre eles, a fome e a miséria provocadas por medidas onde a razoabilidade não foi devidamente ponderada.

 
Mário Centeno, presidente do Eurogrupo, apareceu num vídeo institucional a congratular a Grécia por, quase dez anos depois, ter saído do programa de resgate da troika. E em Portugal, ninguém (da esquerda à direita) gostou de ver o ministro das Finanças a dar a cara pelo sucesso das políticas de austeridade carimbadas por Bruxelas.
Depois de Varoufakis, a maior voz crítica surgiu precisamente do lado do PS, pelo deputado socialista João Galamba. “Um vídeo lamentável que apaga o desastre que foi o programa de ajustamento grego e branqueia todo o comportamento das instituições europeias“, escreveu o deputado e antigo porta-voz do PS na sua conta de Twitter. Uma reacção que suscitou muitos aplausos naquela rede social, incluindo por parte de dirigentes do Bloco de Esquerda, que não gostaram de ouvir o ministro das Finanças português defender a receita de austeridade aplicada por Bruxelas.
A crise financeira de 2008, e um crescimento económico anémico, colocou vários estados europeus à beira da ruptura financeira, alguns dos quais já sofreram intervenção externa, como é o caso da Grécia, da Irlanda e de Portugal.
O pilar da economia portuguesa

 
A Alemanha assumiu um papel de relevo nessa intervenção, tendo imposto, juntamente com o FMI, condições de financiamento brutais, que levaram os referidos países ao desastre económico e financeiro, provocando recessões económicas profundas e desequilíbrios orçamentais quase insanáveis.
Aos países em dificuldades que ainda não sofreram intervenção externa, como são o caso da Espanha e da Itália, a Alemanha impôs duríssimos planos de austeridade que sufocou ainda mais o crescimento e que a médio prazo poderão levar esses estados a “pedir” ajuda económica às instituições internacionais.
O facto de todas as medidas tomadas pelo Banco Central Europeu serem tomadas a favor da economia alemã, e detrimento de todas as outras, e a Alemanha ser o país da zona euro que mais beneficiou da moeda única e o único com crescimento económico pujante, tem levado a uma desagregação gradual da União Europeia e o ressurgimento de novos e velhos ressentimentos que estão a minar o avanço na construção da Europa.
O protagonismo exagerado e aspiração de liderança totalmente contrários ao espírito do projecto europeu, e a retirada do Reino Unido, a única Nação que se poderia opor às pretensões da Alemanha, veio criar uma sensação de subserviência ao poder alemão
E para ressuscitar fantasmas que se julgavam mortos, a Chanceler Merkel veio colocar em causa a soberania dos Estados em dificuldades financeiras. Todos sabem que sempre que a soberania de um Estado é colocada em causa por outro, leva inevitavelmente à guerra, contrário à finalidade primeira do projecto europeu que é, precisamente, os estados europeus jamais se envolverem numa guerra entre si.
Merkel põe tudo isto em causa, de um modo grave e perigoso, pois quer assumir o domínio da Europa apoiada no poder económico, em vez do militar como no passado. Partindo do princípio de que a construção europeia é um processo voluntário e colectivo, no qual todos cedem gradualmente um pouco da sua soberania a uma entidade comum, e não a um Estado, visando o bem comum e não os interesses particulares dos grandes estados, podemos afirmar, que a actual Chanceler alemã, com a sua política de tentativa de domínio da Europa baseada na suposta superioridade alemã, está a destruir um processo iniciado há mais de sessenta anos, fazendo perigar a prosperidade e a paz, tendendo a cometer erros que pensávamos que jamais voltariam a ser cometidos.
 
A verdade é que os sinais estão aí, e os Nazis já começaram a actuar na Alemanha, principalmente na antiga Alemanha do Leste, e apesar de ser proibido pela Constituição, o ressurgimento dessa ideologia, não poderá ser contida se o povo estiver descontente e assuma, outra vez, o nacionalismo alemão, tão aproveitado pelos Nazis no passado e levaram o caos a toda a Europa.
Além disso, não devemos esquecer que os Nazis não foram derrotados. Eles apenas mudaram para os EUA e hoje a política norteamericana é precisamente igual à política Nazi nos métodos de actuação. E já há muito que se comenta que os EUA são o IV Reich. Serão mesmo? Serão aliados da força tenebrosa alemã que quer vir à luz do dia?

 


 

NÃO APRENDEMOS COM OS NOSSOS ERROS!!!

 
  "Quando pensamos que temos todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas!" 

 

Também ninguém acreditava quando começou a segunda guerra mundial!!!

 

 (Sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990)

R.

terça-feira, 19 de novembro de 2019


O CÉREBRO DO CORAÇÃO

Martin Luther King Jr. Declarou uma vez: "As nossas vidas começam a terminar no dia em que nos silenciamos para as coisas que realmente importam".

Tem sido esta a minha preocupação desde o momento que comecei a enviar textos para os meus contactos, na esperança de que alguns “acordem” e espalhem pelos contactos deles estas mensagens de alerta.

Todo o sistema civilizacional imposto pela Europa obedece a parâmetros bem definidos pela elite que, desde os primórdios da civilização, estabeleceram uma agenda para dominarem o planeta.

Já publiquei muita matéria, mais do que suficiente para que cada um, se estiver interessado, possa investigar por conta própria e, dentro do “conhecimento” por mim partilhado chegarem a uma conclusão. Conclusão essa que não virá apenas do simples raciocínio lógico, matemático, mas que virá também da fé num saber instintivo que brota do coração. Esse saber vem do nosso espírito, e que ainda não sabemos ouvir.

Quanto mais nos espiritualizamos mais conectados estamos com o saber universal, o Espírito Santo para os que já “acordaram”, que nos enche de sugestões e bons conselhos.

Durante grande parte da história, o mundo ocidental tem acreditado que inteligência – tida como a capacidade de aprender e  compreender — é uma função exclusiva do cérebro. Fomos também ensinados que o cérebro está no controle, enquanto o resto do nosso corpo, inclusive o coração, obedece aos seus comandos.

Ocorre que, nos anos de 1970, o casal de fisiologistas, John e Beatrice Lacey, do Fels Research Institute, realizou uma pesquisa demonstrando que o coração possui um sistema nervoso independente ao qual se referiram como “o cérebro do coração”.


Foi revelado que mais de 40 mil neurônios do coração são usados para a comunicação com os centros cerebrais relacionados à consciência, incluindo as amígdalas, o tálamo e o córtex cerebral. Avançando nas suas pesquisas, o casal Lacey descobriu que o coração não obedece automaticamente às mensagens do cérebro. Ele primeiro interpreta os sinais neurais e depois cria uma resposta de acordo com o estado emocional da pessoa. Concluiram que o coração possui uma lógica distinta e que os batimentos cardíacos são uma linguagem inteligente.

Em 1992, Doc Childre - pesquisador e especialista em stressfundou o Instituto HeartMath e, ao lado de um grupo de pesquisadores, descobriu que o coração envia mais informações para o cérebro do que vice-versa. E que o coração possui um campo magnético mensurável a uma distância de alguns metros do corpo.



O coração tanto pode exteriorizar as nossas emoções quanto ser influenciado pelas emoções alheias. Quando uma pessoa se conecta a outra pelo toque físico ou até mesmo pela empatia, a atividade eléctrica dos corações e cérebros dessas duas pessoas interliga-se e passa a comunicar-se.

Essas pesquisas científicas vêm demonstrando que o coração possui grande força e sabedoria, podendo conter a chave para nos auxiliar na ruptura de um paradigma que não mais nos atende.

Fomos educados e crescemos dentro de um sistema rígido que impõe a autoridade da mente sobre a do coração. Por outro lado, o mundo vem apresentando questões e demandas muito complexas, cujas respostas e soluções não são encontradas por meio exclusivo da inteligência lógica e linear concebida pela mente.

Modernamente o afeto, o sentimento e a paixão (pathos) ganharam centralidade. Esse passo é hoje imperativo, pois somente com a razão (logos) não damos conta das graves crises por que passa a vida, a Humanidade e  a Terra. A razão intelectual precisa de integrar a inteligência emocional sem o que não construíremos uma realidade social integrada e de rosto humano. Não se chega ao coração do coração sem passar pelo afeto e pelo amor, afirma Leonardo Boff. (Leonardo Boff, pseudónimo de Genézio Darci Boff  - Concórdia, 14 de Dezembro de 1938 - é um teólogo brasileiro, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação no Brasil.)

Para ser razoável, para parecer autêntica, a razão tem que se basear em algo mais fundamental do que ela mesma. E a melhor coisa para baseá-la é o amor. O amor vai mais fundo do que a razão.

A linguagem universal inata do ser humano são as emoções, e não as palavras.

Aprendemos melhor cinestesicamente através do “sentir”, e não do “pensar”. É por isso que dizemos: “uma imagem vale mais que mil palavras” e “falar é fácil“.


Aristóteles já intuia a supremacia da inteligência do coração, quando disse que “Educar a mente sem educar o coração não é Educação”. E a medicina tradicional chinesa sempre considerou o coração como o centro da sabedoria.

A mente sabe. O coração compreende. E é com base nessa compreensão que devemos buscar um novo modelo de vida que se sustente a longo prazo e que não coloque em risco a perenidade das gerações futuras. E essa inovadora estratégia não é com a mente, é com o coração”.

(Sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990)

R.

domingo, 17 de novembro de 2019


HOMENS DE NEGRO, os verdadeiros MIB

 

Quem já assistiu ao filme Men in Black (MIB) – Homens de Negro, já sabe que eles se vestem com um fato preto e estão sempre envolvidos com seres extraterrestres. O que muita gente não sabe é que, na cultura popular americana e nas “teorias da conspiração” dos OVNIs, esses homens vestidos de fato preto são agentes que perseguem ou ameaçam as testemunhas de aparições de extraterrestres. O objetivo destes homens é manter as testemunhas caladas, para que as informações sobre a existência de vida fora da Terra não cheguem à imprensa e ao grande público.

O termo Men in Black é frequentemente usado nos Estados Unidos para descrever estes homens misteriosos que presumidamente trabalham para organizações secretas e desconhecidas, bem como para vários ramos do governo supostamente projectados para proteger segredos.

Os primeiros relatos de Homens de Negro descreviam-os como homens de baixa estatura com pele morena, como se estivessem intensamente bronzeados. Eles também são descritos como pessoas com trajes escuros, vida nómade, óculos de sol, fatos pretos e carros pretos.

Estes homens são descritos desde 1947, quando os relatos dos primeiros avistamentos de OVNIS começaram a circular. Segundo o historiador UFO Jerome Clark, "nem todos os MIB se vestem com fatos escuros". Algumas pessoas afirmam que os Homens de Negro apresentam um comportamento mecânico, vozes monótonas e rostos sem emoção.

De acordo com relatos populares, os Homens de Negro possuem informações detalhadas sobre as pessoas com quem entram em contacto, como se trabalhassem para uma agência que coleta informações secretas e vigia as pessoas.



O lançamento dos filmes Men in Black em 1997, e das sequências Men in Black II em 2002 e Men in Black 3D de 2012 trouxeram a cultura pop a estranha, mas divertida figura dos Homens de Negro. Agentes de um grupo Supra-governamental dedicado a  "Proteger a Terra da escória do Universo".  Com o seu "desneuralizador" e seres intergalácticos pouco convencionais eles ganharam uma legião de fãs. Mas talvez poucos destes fãs saibam que os Homens de Negro realmente existem, pelo menos como parte de algumas teorias da conspiração bem mais antigas e certamente bem menos engraçadas. E a sua actuação é mais de intimidar as testemunhas do que a tal presunção de “defenderem a Terra da acção perniciosa de alguma civilização vinda do espaço”.

Na comunidade de pesquisa ufológica, os Homens de Negro são considerados membros da Força Aérea dos Estados Unidos, da CIA ou do FBI. Basicamente, o trabalho destes homens seria o de esconder e suprimir tecnologias avançadas e informações sobre actividades extraterrestres, com foco na segurança nacional e global. Algumas pessoas também acreditam que os MIB são, na verdade, extraterrestres.

O primeiro relato dos Homens de Negro

O mais antigo relato oficial de quem se tem notícia está numa edição de 30 de Março de 1905 do jornal Galês "Barmouth Adveriser" que trazia a história de uma rapariga de uma família camponesa tradicional que por três noites seguidas recebeu a visita de um "anónimo homem de fato preto". As visitas aconteceram durante um caso de histeria religiosa na região envolvendo a aparição de luzes misteriosas. A figura transmitiu-lhe informações que a deixou em choque, mas também com medo de contar às demais pessoas. A rapariga em seguida ter-se-ia reunido com as lideranças da paróquia e desde então as luzes não apareceram mais.



Conexão OVNI

Apesar do caso narrado pelo jornal Galês, e outras histórias de menor importância, a ligação dos Homens de Negro com o fenómeno ufológico só aconteceu definitivamente em 1953. Nessa época havia um forte e influente grupo de pesquisa internacional chamado Serviço Internacional de Discos Voadores (IFSB, em inglês). Este grupo, chefiado por Albert K. Bender, dedicava-se em reunir e verificar a validade dos crescentes casos de discos voadores que iam sendo relatados. Até que em 1953, sem nenhum aviso prévio, encerrou as suas actividades e fechou os seus contactos no mundo todo.

Na última edição da Space Review, a revista oficial da IFSBV, Bender deixou uma misteriosa declaração de que as actividades do grupo foram terminadas por "determinação superior" e também exortava  "muito cuidado às pessoas envolvidas com estudos dos discos voadores". Pressionado por Gray Barket, um dos investigadores chefes do IFSB, Bender confessou que três homens vestidos de preto tinham ido visitá-lo com a intenção clara de intimidá-lo e ameaçá-lo com o fim de fechar as portas da organização. Esta foi uma experiência tão traumática que Gray Barker ficou gravemente doente. Antes de morrer conseguiu escrever um livro assustador, talvez o primeiro sobre os Homens de Negro: They  Knew Too Much about Flying Saucers (Eles sabiam demais sobre Discos Voadores) de 1956. Confira a história no site a seguir:


 

Alguns relatos de Homens de Negro

Alguns anos depois na década de 1960, a lenda dos Homens de Negro ganhou nova força com a publicação de dois livros do escritor novayorquino John A. Keel. "UFOS: Operation Trojan Horse" e "The Mothman Prophecies". Ambos os livros relatam episódios sobre testemunhas que foram assediadas por MIB`s em diversas localidades incluindo um relato próprio que o motivou a escrever.

 

"Tive encontros com Cadillacs Pretos em Long Island, mas, quando eu os seguia, eles sumiam de repente mesmo em becos sem saída... Quando achei que não os perderia de vista então perdi a consciência e acordei dois dias depois retomando a consciência no hospital e nunca mais vi o meu carro".

Segundo as pesquisas de Keel os Homens de Negro tinham interagido com diversas figuras históricas como Júlio César, Thomas Jefferson, Napoleão e até o então recente Malcolm X.

Os relatos dos MIB não apareceram apenas nos livros de Keel, e nem mesmo estavam confinados apenas aos Estados Unidos. Por volta da década de 80 os casos eram tão numerosos  que chamaram a atenção do Journal of American Folklore que graças ao seu editor Peter M. Rojcewicz, dedicou algumas edições especiais ao assunto relacionando-as com antigos relatos de aparições demoníacas.  Para alegria dos teóricos da conspiração, o próprio  Rojcewicz relatou mais tarde ter tido um encontro pessoal com a lenda. No meio de uma pesquisa sobre OVNI numa biblioteca teria sido abordado por um estranho homem de fato, que não piscava e tinha um leve sotaque.  O teor  exato da conversa nunca foi divulgado por Peter.

O Modo de Agir dos Homens de Negro



Todos os relatos envolvendo os Homens de Negro  descrevem sempre um mesmo modo de agir,  como se seguisse uma espécie de protocolo simples e repetitivo.  Eles aparecem pouco antes ou pouco depois de algum evento de natureza sobrenatural ou ufológica. Identificam-se como alguma autoridade local ou nacional. Fazem perguntas estranhas ou grosseiras e em alguns casos utilizam algum tipo de técnica hipnótica. Por fim partem tão inexplicavelmente quanto apareceram. Apesar de raramente serem violentos possuem um comportamento brusco como se não tivessem ou não pudessem expressar nenhum tipo de emoção. 

Quem são os Homens de Negro

A natureza exata dos Homens de Negro, é indefinida e por motivos óbvios alvo de muita especulação.  A maioria dos teóricos da conspiração está dividida entre dizer que os MIB são membros do governo dedicado a ocultar o fenómeno ovni ou declarar que são, eles mesmos, membros de alguma  inteligência alienígena. Entre outras teorias existentes estão a de que são seres pertencentes a uma  civilização intraterrena e a de que  trabalhem para banqueiros internacionais. Talvez eles sejam humanos, talvez já tenham sido humanos um dia. E não podemos esquecer as teorias de cunho religioso que os definem, hora como anjos, hora como demónios. Para o escritor o John A. Keel citado acima, Os MIB não são nem  seres humanos, nem alienígenas, mas entidades artificiais criadas com a forma humana pelos extraterrestres para diversas missões entre os humanos.

(Sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990)

R.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019


CIENTISTAS TAMBÉM ACREDITAM  EM DEUS

A grande maioria dos cientistas, apesar de não praticar a religião, acredita num Ser Supremo, num Criador, debruçando-se apenas sobre os problemas físicos tentando desvendar a mecânica do Universo.

Newton, por exemplo, durante dois séculos foi o principal guia do pensamento científico do Mundo, com os seus textos Principia, a que deu o subtítulo de A Estrutura do Sistema do Universo”. Quando descobriu a “gravidade” afirmou que a gravidade explica os movimentos dos planetas, mas não pode explicar quem colocou os planetas em movimento. Que Deus governa as coisas e sabe tudo que é ou que pode ser feito.

Para Newton a maravilhosa disposição e harmonia do Universo só podia ter origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Considera isso como a sua última e mais elevada descoberta, pelo que considerava as Escrituras como sendo a filosofia mais sublime, e que encontrou mais marcas de autenticidade na Bíblia do que em qualquer história profana, seja qual for.



O mais incrível, num cientista daquela época, que só acreditavam naquilo que poderia ser provado em laboratório, era acreditar que Deus é capaz de criar partículas de matéria de diversos tamanhos e formas, e talvez de densidades e forças diferentes e, portanto, de variar as leis da natureza e fazer mundos de diversos tipos em “várias partes do Universo”. Pelo menos não via contradição alguma em tudo isso.

Ou seja: independentemente dos tratados científicos e explicação pormenorizada da mecânica do Universo, apoiado por fórmulas e equações matemáticas, ao constatar a maravilhosa unidade num facto concreto – o nosso sistema planetário – afirmou que "teria de ser atribuído a uma ordem estabelecida por um Criador Supremo".

Isaac Newton foi destronado pela teoria da relatividade de Einstein. O próprio Einstein declarou que a sua teoria só estaria certa até aparecer outra melhor.

Para Einstein “o conhecimento é dinâmico e não há certezas de nada, tanto no campo da fé como no campo da ciência”.

Albert Einstein também referiu, admitindo a sua existência, Deus e Alma.

 
Ele queria saber como Deus criou este mundo. Não estava interessado neste ou naquele fenómeno, no espectro deste ou daquele elemento. Queria conhecer os pensamentos Dele, sendo o resto seria apenas detalhes.

Para Einstein existiria apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é de que tudo é um milagre. "Deus é hábil, mas nunca enganador". "Deus não joga dados com o universo".

Para ele, o homem que acha a própria vida sem sentido não é apenas um infeliz, mas é quase indigno de viver. A Matemática não mente, mas sim quem faz mau uso dela. Por esta afirmação de Einstein poderemos, então, afirmar que a Bíblia também não mente. Mente quem faz mau uso dela. Einstein também declarou que não acreditava em algumas histórias da Bíblia, pois também não podemos acreditar em todas as teorias, ou histórias, da Ciência.

Como sucede hoje, pelo que observamos na nossa sociedade, Einstein reparou que as grandes almas encontram sempre forte oposição das mentes medíocres e que sem cultura moral não haverá nenhuma saída para os Homens, o que nos faz questionar se a dissolução de costumes da actualidade será mais adequado do que a moral e boas práticas ensinadas na Bíblia.

Einstein aceitou o mesmo Deus que Spinoza chama de Alma do Universo. Não num Deus que se preocupe com as nossas necessidades pessoais. O Deus à semelhança dos homens e criado pelos homens não existe. Existe sim essa Força Criadora Suprema, cuja função denominamos por Deus, porque Deus não pode ser representado porque é uma entidade subjectiva, invisível e fora da nossa compreensão. Ou seja, Einstein acreditava que Deus é espírito (como é na realidade) e não um ser criado pelo Homem, à sua semelhança, de barbas, sentado num trono.

A característica do homem religioso (que tem fé) consiste no facto de ser ter libertado das algemas do seu egoísmo, construindo, pelo seu modo de pensar, sentir e agir, um mundo de valores supra-pessoais, aprofundando e ampliando cada vez mais o seu impacto sobre a vida.

"Não existe nenhum caminho lógico para descoberta das leis do Universo – o único caminho é o da intuição", só falta saber donde vem a intuição.

 
Um outro cientista, Blaise Pascal, afirmou: "É o coração que sente Deus e não a razão". "De que serve ao homem ganhar o mundo se perde a sua Alma?". "Só conheço dois tipos de pessoas razoáveis – as que amam a Deus de todo o coração porque O conhecem, e as que O procuram de todo o coração porque não O conhecem". "A natureza tem perfeições para demonstrar que é a imagem de Deus e imperfeições para provar que só é uma imagem".

Mostro aqui um artigo muito interessante do “Cientista” Felipe Aquino que defende que “Nada é mais falso do que a afirmação de que os cientistas não acreditam em Deus”.



R.

(Tradução minha para português de Portugal, sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990, com alguns sublinhados meus e sem alterar o sentido do texto original, que poderá ser consultado no site que vem citado logo a seguir. R)




Sobre o Prof. Felipe Aquino

O Prof. Felipe Aquino é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP e mestre na mesma área pela UNIFEI. Foi diretor geral da FAENQUIL (atual EEL-USP) durante 20 anos e atualmente é Professor de História da Igreja do “Instituto de Teologia Bento XVI” da Diocese de Lorena e da Canção Nova. Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno, título concedido pelo Papa Bento XVI, em 06/02/2012. Foi casado durante 40 anos e é pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova.

Só os desinformados, ou de má-fé, podem dizer isto (que os cientistas não têm fé em Deus. R). Com segundas intenções, muitos querem dar a entender que “todas” as pessoas inteligentes e esclarecidas não aderem aos “mitos” religiosos; e que os cientistas, “homens especiais”, concluíram pela ciência que Deus não existe. Quem acreditar em Deus seria “politicamente não correto”. É um grave engano como se pode ver pelo que se segue.

Até hoje ninguém provou pela ciência, e nem vai provar, que Deus não existe. Pois o Criador transcende a Ciência que Ele mesmo estabeleceu.

Uma quantidade enorme de cientistas e de filósofos sempre acreditaram em Deus, e viveram a fé católica; até mesmo encontramos pessoas de Comunhão diária, como o pais da microbiologia, Dr. Louis de Pasteur, da Sorbonne. Muitos deles, defenderam as suas convicções religiosas publicamente.

Descartes e Galileu morreram como bons cristãos com todos os sacramentos. Leibniz escreveu uma obra denominada Teodiceia (“Justificação de Deus”) contra o ateísmo. Até mesmo Platão e Aristóteles, que viveram antes de Cristo, apresentaram inúmeras provas da existência de Deus, com argumentos puramente racionais. Isaac Newton, físico, e Kepler, astrónomo, foram cristãos que falavam de Deus nos seus escritos, sem receios. Mendel, o pai da genética, fez as suas experiências com ervilhas no mosteiro onde era abade; Nicolau Copérnico, astrónomo, era clérigo.

Apresentamos a seguir as palavras de alguns cientistas (citações extraídas do folheto Gott existiert, reproduzidas em Pergunte e Responderemos, n. 316, setembro de 1988, e da publicação alemã: “Todos pensam que Deus existe!” (Königsbach; D – 67435 Neustadt – Burgunderstr. 44).

O espaço não me permite colocar mais citações; escolhi apenas algumas, mas se você quiser ler mais páginas delas, veja o meu livro: “Ciência e Fé em Harmonia”.

Isaac Newton (1642-1727), fundador da física clássica e descobridor da lei da gravidade:

“A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta.”

Alessandro Volta (1745-1827), físico italiano, descobridor da pilha elétrica e inventor, cujo nome deu origem ao termo voltagem:

“Submeti a um estudo profundo as verdades fundamentais da fé, e […] deste modo encontrei eloquentes testemunhos que tornam a religião acreditável a quem use apenas a sua razão.”

André Marie Ampère (1755-1836), físico e matemático francês, descobridor da lei fundamental da eletrodinâmica, cujo nome deu origem ao termo amperagem:

“A mais persuasiva demonstração da existência de Deus depreende-se da evidente harmonia daqueles meios que asseguram a ordem do universo e pelos quais os seres vivos encontram no seu organismo tudo aquilo de que precisam para a sua subsistência, a sua reprodução e o desenvolvimento das suas virtualidades físicas e espirituais.”

C. Oersted (1777-1851), físico dinamarquês, descobridor de uma das leis do Electromagnetismo:

“Cada análise profunda da Natureza conduz ao conhecimento de Deus.”

Friedrich Gauss (1777-1855), alemão, considerado por muitos como o maior matemático de todos os tempos, também astrónomo e físico:

“Quando tocar a nossa última hora, teremos a indizível alegria de ver Aquele que em nosso trabalho apenas pudemos pressentir.”

Agustín-Louis Cauchy (1789-1857), matemático francês, que desenvolveu o cálculo infinitesimal:

“Sou um cristão, isto é, creio na divindade de Cristo como Tycho Brahe, Copérnico, Descartes, Newton, Leibniz, Pascal […], como todos os grandes astrónomos e matemáticos da Antiguidade.”

Madler (1794-1874), astrónomo alemão, autor do primeiro mapa selenográfico:

“Um cientista sério não pode negar a existência de Deus, pois quem, como ele, pode penetrar tão profundamente a Sua oficina e admirar a Sua Sabedoria, só pode ajoelhar-se perante a grandeza do Espírito Divino”.

James Prescott Joule (1818-1889), físico britânico, estudioso do calor, do electromagnetismo e descobridor da lei que leva o seu nome:

“Nós topamos com uma grande variedade de fenómenos que em linguagem inequívoca falam da sabedoria e da bendita mão do Grande Mestre das obras.”

William Thompson Kelvin (1824-1907), físico britânico, pai da termodinâmica e descobridor de muitas outras leis da natureza:

“Estamos cercados de assombrosos testemunhos de inteligência e benévolo planeamento; eles mostram-nos através de toda a natureza a obra de uma vontade livre e ensinam-nos que todos os seres vivos são dependentes de um eterno Criador soberano.”

Sabatier (1854-1941), zoólogo alemão, Prémio Nobel:

“Querer estabelecer contradições entre as Ciências Naturais e a religião, demonstra que não se conhece a fundo ou uma ou outra dessas disciplinas.”

Arthur Eddington (1882-1946), físico e astrónomo britânico:

“A física moderna leva-nos necessariamente a Deus.”

Gustav Jung (1875-1961), suíço, um dos fundadores da psicanálise:

“Entre todos os meus pacientes na segunda metade da vida, isto é, tendo mais de 35 anos, não houve um só cujo problema mais profundo não fosse constituído pela questão da sua atitude religiosa. Todos, em última instância, estavam doentes por terem perdido aquilo que uma religião viva sempre deu aos seus adeptos, e nenhum se curou realmente sem recobrar a atitude religiosa que lhe fosse própria.”

Werner Von Braun (1912-1977), físico alemão radicado nos Estados Unidos e naturalizado norte-americano, especialista em foguetes e principal director técnico dos programas da NASA (Explorer, Saturno e Apolo), que culminaram com a chegada do Homem à lua:

“Não se pode de maneira nenhuma justificar a opinião, de vez em quando formulada, de que na época das viagens espaciais temos conhecimentos da natureza tais que já não precisamos crer em Deus. Somente uma renovada fé em Deus pode provocar a mudança que salve da catástrofe o nosso mundo. Ciência e religião são, pois, irmãs, e não pólos antitéticos”. “Quanto mais compreendemos a complexidade da estrutura atómica, a natureza da vida ou o caminho das galáxias, tanto mais encontramos razões novas para nos assombrarmos diante dos esplendores da criação divina.”

Será mesmo que os cientistas são ateus? (…).

Fr. Von Huene (1875-1969), geólogo e paleontólogo alemão:

“Essa longa história da vida que aos poucos se vai erguendo em escala ascensional, é, precisamente, a história da criação do mundo dos viventes. É a ação de Deus que tudo planeia e concebe, dirige e sustenta.”

Hermann (1876-1962), Diretor do Instituto de Biologia Max Plank:

“Os resultados da mais desenvolvida ciência da natureza ou da Física não levantam a mínima objeção à fé num Poder que está por trás das forças naturais e que as rege. Tudo isto pode aparecer mesmo ao mais crítico pesquisador como uma grandiosa revelação da natureza, levando-o a crer numa todo-poderosa Sabedoria que se acha por trás desse mundo sábio.”

Friedrich Dessauer (1881-1963), alemão, biofísico e filósofo da Natureza, fundador da terapia das profundidades por meio de raios Roentgen e da Biologia dos quanta:

“O facto de que nos últimos setenta anos o curso das descobertas e invenções nos interpela poderosamente, significa que Deus o Criador nos fala mais alto e mais claro do que nunca mediante pesquisadores e inventores”.

V. Liebib (1803-1873), químico alemão fundador da química agrícola:

“A grandeza e a sabedoria infinita do Criador só são acessíveis àquele que se esforça para ler os seus pensamentos nas entrelinhas do grande livro a que chamamos Natureza”.

Albert Eintein (1879-1955), físico judeu alemão, criador da teoria da relatividade, Prémio Nobel 1921:

“Todo profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois ele não pode admitir que ele seja o primeiro a perceber os extraordinariamente belos conjuntos de seres que ele contempla. No universo, incompreensível como é, manifeste-se uma inteligência superior e ilimitada. A opinião corrente de que eu sou ateu, baseia-se sobre grande equívoco. Quem a quisesse depreender de minhas teorias científicas, não teria compreendido o meu pensamento”.

Edwin Couklin (1863-1952), biólogo norte-americano:

“Querer explicar pelo acaso a origem da vida sobre a terra é o mesmo que esperar que um dicionário completo possa ser o resultado da explosão de uma tipografia”.

Max Plank (1858-1947), físico, alemão, criador da teoria dos quanta, Prémio Nobel 1928:

“Para onde quer que se dilate o nosso olhar, em parte alguma vemos contradição entre Ciências Naturais e Religião; antes, encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências Naturais e Religião não se excluem mutuamente, como hoje em dia muitos pensam e receiam, mas completam-se e apelam uma para a outra. Para o crente, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão. (Gott steht für den Gläubigen em Anfang, fur den Phystker am Ende alles Denkens)”.

Spemann (1869-1941), zoólogo alemão, Prémio Nobel 1935:

“Quero confessar que, durante as minhas pesquisas, muitas vezes tenho a impressão de estar num diálogo em que o meu interlocutor me aparece como Aquele que é muito mais sábio. Diante desta extraordinária realidade… o pesquisador é sempre mais tomado por uma profunda e reverente admiração”.

Ambrose Fleming (1849-1945), físico britânico:

“A grande quantidade de descobertas modernas destruiu por completo o antigo materialismo. O universo apresenta-se hoje ao nosso olhar como um pensamento. Ora o pensamento supõe a existência de um pensador”.

Guglielmo Marconi (1874-1937), físico italiano, inventor da telegrafia sem fio, Prémio Nobel 1909:

“Declaro com ufania que sou homem de fé. Creio no poder da oração. Creio nisto não só como fiel cristão, mas também como cientista”.

Thomas Alva Edison (1847-1931), inventor no campo da Física, com mais de 2.000 patentes:

“Tenho… enorme respeito e a mais elevada admiração por todos os engenheiros, especialmente pelo maior deles: Deus”.

Charles Darwin (1809-1882), famoso autor da teoria da evolução:

“Nunca neguei a existência de Deus. Creio que a teoria da evolução é plenamente conciliável com a fé em Deus. A impossibilidade de provar e compreender que o grandioso e imenso universo, assim como o homem, tiveram origem por acaso parece-me ser o argumento principal para a existência de Deus”.

V. Uexküll (1864 – 1944), biólogo alemão:

“Quem reconhece um plano, um objetivo, uma finalidade e uma intenção na Natureza, reconhece também a existência do Criador”.

Prof. Allan Sandage, durante toda a sua vida se aplicou à pesquisa dos astros:

“Foi a minha ciência que me levou à conclusão de que, o universo é demais complexo para poder ser explicado pela ciência. É somente por meio do sobrenatural que posso compreender o mistério da existência”.

Robert John Russell, fundou em 1981 o Centro de Teologia e Ciências Naturais no Graduate Theological Union em Berkeley, EUA:

Em vez de solapar a fé e os valores espirituais, as descobertas cientificas oferecem-lhes suporte”.

Prof. John Palingharne, físico na Universidade de Cambridge, e que se tornou presbítero anglicano em 1982:

“Se alguém toma consciência de que as leis da natureza devem ser incrivelmente certeiras para produzir o universo que vemos, verifica que o universo não teve origem por acaso, mas deve haver um projeto a regê-lo”.

Carl Feit, biólogo cancerologista da Yeshiva University de Nova loque:

“O facto de que a mente humana pode penetrar os mistérios do universo, significa que algo do ser humano está em harmonia com a mente de Deus.”

Profa. Jocelyn Bell Burnell, astrónoma, pesquisadora das estrelas ditas pulsars. Trabalha na Open University da Inglaterra e é membro da Sociedade Religiosa dos Amigos (Quakers):

“A falta de fé nos deixa sós e apavorados diante do futuro”. “A minha fé não me impede de cultivar a ciência em toda a amplidão dos hori­zontes científicos”.

Fred Hoyle, astrónomo britânico, outrora ateu:

“A existência de Deus pode ser provada com probabilidade matemática de 10 40000.”

Edward Mitchell, astronauta da Apolo 14, um dos primeiros homens a pisar na Lua, afirmou:


“O Universo é a verdadeira revelação da divindade, uma prova da ordem universal da existência de uma inteligência acima de tudo o que podemos compreender”.

Vollmert, biólogo alemão, afirmou:

“Atribuir o encadeamento das unidades da molécula de DNA ao acaso é uma hipótese absolutamente improvável (1/101000)”.

Este número ultrapassa em muito o imaginável. A ciência fala de uma quase impossibilidade quando se refere a 1/1050. Como termo de comparação: o número de átomos existente no cosmos é de 1083!

A probabilidade de se passar de um grau de evolução a outro superior por um crescimento casual é de 10-40 000.

Será que os cientistas são ateus?…

Prof. Felipe Aquino