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sábado, 21 de julho de 2018


O PAPA FRANCISCO ABENÇOA OS EXORCISTAS

Um velho ditado diz: Não acredito em bruxas… mas que as há, há.

Daremos então o benefício da dúvida e compreender que não nos devemos "agarrar" ao significado das palavras utilizadas normalmente. Essas palavras foram introduzidas na nossa vida com o fim de nos confundir e criar repulsa quando se pronunciam essas mesmas palavras.

Desse modo as forças malignas, ou do submundo, ou de outra dimensão, conseguiram dominar a humanidade até hoje criando um mundo de ilusão que aprisiona o Homem.

Os humanos que "acordaram" já vêm com outros olhos o mundo de ilusão que o cerca e entendem melhor o plano divino que entregou a Terra à nova humanidade, criada precisamente para elevar todos os seres conscientes extraviados.

O ser humano começa a compreender que o PODER neste mundo é dele. Só tem que se libertar das grilhetas do MEDO e tomar consciência do seu EU e de que nenhuma força visível ou invisível vinda de fora (espaço, submundo ou outras dimensões) lhe pode fazer mal.

O Poder na Terra é do Ser Humano. O próprio Papa reconhece esta luta entre o mundo visível e o mundo invisível.

Papa Francisco Abençoa os Exorcistas

Sábado, 1 de Novembro de 2014

(Do site "a novaordemmundial.com, com tradução para português de Portugal e alguns sublinhados meus, sem alterar o sentido do texto e sem adopção das regras do acordo ortográfico de 1990)

Os exorcistas estão a tornar-se cada vez mais importantes na hierarquia da Igreja Católica (da Igreja de Roma. R) e agora o Papa Francisco reconhece-os, como relata o Breitbart:

De acordo com o Papa Francisco, os sacerdotes dedicados ao ministério do exorcismo "manifestam o amor da Igreja e aceitação daqueles que sofrem por causa das obras do diabo".

Francisco escreveu estas palavras numa mensagem endereçada ao Padre Francesco Bamonte, o presidente da Associação Internacional de Exorcistas, que realiza uma convenção em Roma esta semana. A Rádio do Vaticano informou que mais de 300 exorcistas de todo o mundo têm participado. Esta foi a primeira conferência a ser realizada pela Associação Internacional dos Exorcistas, desde que o Vaticano aprovou formalmente os seus estatutos em 13 de Junho passado.

O Padre Bamonte, disse que a aprovação da organização era "motivo de alegria, não só para a associação, mas para toda a Igreja", e disse que "Deus chama alguns sacerdotes para este importante ministério de exorcismo e libertação" para poder "acompanhar as pessoas com humildade, fé e caridade".

O Dr. Valter Cascioli, psiquiatra e porta-voz oficial da Associação, disse à Rádio do Vaticano que um aumento no ocultismo e satanismo tem "aberto a porta para a actividade demoníaca". O número de pessoas que participam nestas actividades e "experienciam problemas sociais graves, psicológicos, dano moral e espiritual tem aumentado", disse Cascioli, juntamente com "um aumento em outros fenómenos demoníacos, tais como irritações, obsessões e especialmente as possessões diabólicas".

O Papa Francisco tem falado com mais insistência sobre o diabo do que os seus antecessores. No início deste mês, o Papa falou da "paciência" do diabo nas suas tentações, e sua capacidade de voltar uma e outra vez. Em um sermão em Abril passado, o Papa disse aos seus ouvintes que "nós somos tentados; nós somos o objecto de ataques do diabo".

"Sim, o diabo existe, o diabo existe", repetiu o Papa, "mesmo no século 21!"...

 
Nota minha: Sim, o diabo existe, mas nem o inferno inteiro conspirando contra uma pessoa não pode fazê-la cometer um pecado sequer. O diabo influencia, não determina se uma pessoa é boa ou má. O que determina é o livre arbítrio do indivíduo. Como já expliquei uma vez, o Homem tem o poder na Terra e é intocável. A única maneira de chegar a ele é pela influência psicológica, por meio do ar (ondas hertzianas, rádio, televisão, internet) e cada um, como é evidente, é mais ou menos sensível ao ponto de se deixar dominar ou não.

A "fraqueza" está em nós e só nós é que somos responsáveis pelos nossos actos. Nenhuma entidade maléfica nos pode "ordenar" a fazer o que quer que seja. Só pode sugerir e nós aceitamos ou não. A vitória dessas forças demoníacas é resultado do MEDO.

A maldade é medrosa e condena-se pelo seu próprio testemunho. Pressionada pela consciência, imagina sempre o pior. Porque o medo é apenas a falta de socorro que vem da reflexão e, noutros termos, de Fé. Quanto menos reflexão interior tivermos, ou menos Fé tivermos, mais alarmante parecerá ser a causa oculta do tormento.

A força, e a fraqueza, estão dentro de nós, e o que faz desengatilhar este poder é a crença em algo: ou na fé religiosa, ou na reflexão filosófica, ou em qualquer coisa que nos dê segurança. A crença na religião, na magia, na ciência, etc., é apenas os factor de apoio para que o ser humano tenha autoconfiança e possa reagir libertando esse poder que porta em si.

Assim, todo aquele que caia, neste mundo das trevas demoníaco, fica preso e trancado numa prisão sem trancas. Cai na fatalidade inevitável, porque estava acorrentado pela corrente das trevas.

Enquanto o mundo inteiro, iluminado por uma luz radiante, se entrega aos seus trabalhos, somente sobre eles se estende uma densa noite, imagem das trevas que os deviam receber. Porém eles são para si próprios mais pesados do que as trevas.

Como o plano diabólico teve com objectivo prioritário fazer crer aos humanos que o Diabo não existe, a humanidade está de tal maneira condicionada que, logo à partida, rejeita qualquer alusão ao Inferno, Diabo e demónios.

A Igreja de Roma, pagã, que na época do Imperador Constantino resolveu absorver o Cristianismo para o minar por dentro, contribuiu muito para vitória desse plano. Só agora, que a influência dessas forças demoníacas são cada vez mais evidentes é que o Papa resolveu falar abertamente sobre a sua existência.

Verdade ou mentira, não o sabemos abertamente. O que sabemos é que há outros planos dimensionais habitados por criaturas que não entendemos e que, em toda a história da humanidade têm entrado em conflito com a humanidade para o domínio do planeta.

É tudo uma questão de semântica, quanto aos nomes que dão a essas entidades que pululam pelo mundo invisível aos nossos órgãos de percepção sensorial. A Bíblia ensina, claramente, que Jesus, sobrepondo-se aos meros "assuntos" de governação, ou orientação, da vida material na Terra, quis sim "preparar" os humanos para a existência dessas forças negativas, e como combatê-las.

O seu "ensino" básico aos apóstolos foi o de curar os doentes e expulsar os demónios. Tudo o resto viria por acréscimo. Não se preocupou, nem quis interferir nos assuntos materiais e normas de comportamento dos seus contemporâneos. Limitou-se a afirmar que deveriam dar a César o que é de César, portanto tudo aquilo que dizia respeito à política e economia da vida material, porque o que interessa para a evolução da Alma é o conhecimento do Reino espiritual, que se vai prolongando pelos sucessivos planos dimensionais superiores ao plano material em que nos encontramos, por enquanto. R.

quarta-feira, 18 de julho de 2018


CIVILIZAÇÃO CRISTÃ

 
Por ser de grande importância as pessoas compreenderem o que o Cristianismo representa para o mundo, principalmente neste tempo em que as perseguições aos Cristãos aumentaram de intensidade, demonstrando que o mundo invisível, dominado por Satã, está cada vez mais desesperado pelo aumento significativo de adesões, em todo o mundo, à doutrina dos “filhos de Deus”, transcrevo aqui o Editorial da Revista Rosacruz nº 318, do último trimestre de 1990, editada pela Fraternidade Rosacruz de Portugal.

 

Civilização Cristã

O conceito materialista da vida, actualmente generalizado, leva-nos a conceber como civilização simplesmente o progresso técnico e científico. De facto, esse progresso revela um certo grau de desenvolvimento mental, portanto um avanço, embora unilateral. Mas de modo algum representa a civilização. Esta é muito mais do que a indústria, as facilidades nos transportes, nas comunicações e o conjunto de comodidades e conforto da vida moderna. É também e sobretudo, progresso moral, como consequência do desenvolvimento e expansão da natureza espiritual do homem. Sempre que a civilização se limita a um determinado sector da natureza humana é incompleta e, por esse facto, imperfeita e de curta duração. O homem não é a máquina ou aparelho digestivo que os materialistas pretendem. É isso e muito mais, como afirmam sábios de renome universal. É uma máquina, mas viva, e com maquinista, ou espírito, que a deve dirigir para que produza e marche eficientemente. É necessário, portanto, atender não só às necessidades da máquina, mas também às do maquinista, para que o conjunto actue harmoniosamente.

É certo que à superfície do planeta o homem não pode ser considerado só do ponto de vista espiritual; portanto, as condições da sua existência devem abranger também aquelas que lhe proporcionam bem-estar físico. Não no sentido exclusivo em que o entende o materialista, mas como meio e complemento para o bem-estar integral do homem.

De resto, seria absurdo que, para atingirmos os objectivos espirituais da existência, necessitássemos viver num estado de deficiência física. O estado de civilização ideal será, pois, aquele que sem descurar o bem-estar físico, atenta especialmente à finalidade espiritual do homem e mantenha presente o todo da sua natureza e não parte dela.

Acreditamos sinceramente que só a civilização integral salvará a humanidade e lhe proporcionará condições de vida em harmonia com as leis naturais e a finalidade da vida humana. Ora, a civilização Cristã – é preciso não esquecer – implica uma reforma profunda, uma reforma não só do conceito de vida como em todas as actividades e modos de existência do homem. O objectivo deste passará a ser integral e não apenas terreno como até aqui.

Mas o cristianismo, tal como tem sido praticado até agora, poderá considerar-se um ideal perfeito, uma aspiração realizada, um sistema de vida definitivo? Olhemos o mundo à nossa volta, o mundo que se diz Cristão, e vejamos serenamente se a sua conduta se harmoniza com os preceitos sublimes do seu Mentor, com a sua doutrina de Amor e misericórdia. Vive-se como ele ensinou, amando o próximo, perdoando aos que nos ofendem, espalhando o bem com modéstia e abnegação, amparando os fracos, curando os enfermos e servindo desinteressadamente, como medida de grandeza?

Em que se distingue o viver daqueles que se dizem cristãos, dos que declaram não o ser? Porventura baseiam a sua vida e conduta nos princípios da justiça e fraternidade, de verdade e pureza de consciência, que são a essência do Cristianismo?

Infelizmente e salvo honrosos casos isolados, aqueles que se apresentam cristãos em pouco ou nada se distinguem dos que se confessam não o ser. A sua vida está repleta dos mesmos actos egoístas, são arrastados pelos mesmos sentimentos de ódio e vingança, pela mesma ambição terrena, perfilham a mesma supremacia da matéria e domina-os até o mesmo receio da morte, considerando-a o aniquilamento total.

O seu pseudo-cristianismo limita-se a um ou outro acto de culto externo, atitudes que não dimanam, quase sempre, dum impulso da alma, mas que são simples movimentos maquinais sem significado íntimo.

Ora, tal cristianismo, por ser mais aparente do que real, será sempre um fundamento falso da civilização, dando lugar, naturalmente a desvios profundos que são a negação completa da civilização, sobretudo se lhe quisermos chamar civilização cristã. Esta há-de ser – assim o cremos – o fruto natural do nosso conhecimento perfeito do universo e de nós próprios e de uma conduta ou modo de vida pautada pelos seus exemplos maravilhosos. Será portanto, a exteriorização dum conhecimento vivo em cada homem e dum culto permanente, isto é, em todos os momentos da nossa vida.

Uma vez que a vida humana não se limita à existência terrena e como, por trás dela e de cada corpo físico, visível, está uma centelha invisível, que aqui se encontra para evoluir, como tudo no universo, é lógico admitirmos que tudo assenta na existência de um plano – plano forçosamente sábio. Um jovem pensador disse: “Há um plano e tal plano é a evolução”. Mas essa evolução, especialmente a que interessa aos estudantes rosacrucianos, refere-se ao lado espiritual da vida, à marcha do espírito para o seu destino inevitável que é o progresso contínuo. É uma caminhada longa e árdua, cheia de perigos e tentações para a fraqueza da consciência humana em formação. Muitos auxílios têm sido prestados ao homem para que avance na justa direcção e não se detenha, transvie ou retroceda. Mas o maior de todos os auxílios e o mais eficiente, para que trilhe o bom caminho, foi sem dúvida o cristianismo.

É por isso que Max Heindel, o mais recente divulgador da filosofia rosacruz, afirma na obra “Conceito Rosacruz do Cosmo” que o Cristianismo será a religião universal do futuro (Nota minha: não confundir Cristianismo com Catolicismo. R). Mas adverte que o cristianismo actual não é sequer uma sombra do que deveria ser. O Mestre veio para reunir as diversa raças em paz e boa vontade, de maneira que todos, voluntária e conscientemente, seguissem a lei do Amor. (Nota: precisamente o contrário do que o Catolicismo pretende fazer, autoproclamando-se como o líder de todas as religiões que quer reunir sob a sua alçada e sob o comando do papa. R).

Tal é a base fundamental da verdadeira civilização Cristã.

F.R.P.

terça-feira, 17 de julho de 2018


MIGRANTES OU REFUGIADOS
(Sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990).

O ser humano migrou sempre para procurar uma vida melhor. Só assim se compreende que tenha ocupado todo o globo.

Embora os fluxos migratórios fossem alterados e assumissem proporções diferentes o objectivo era sempre o mesmo: Procurar uma vida melhor.

 
Nas regiões de origem o excesso de população passou a ser um grande problema, não só pela falta de recursos, má gestão, muita corrupção e guerras constantes, ocupações arbitrárias onde imperava a lei do mais forte, provocando a fuga das populações para zonas mais pacíficas, havendo sempre o problema semântico de serem considerados REFUGIADOS ou MIGRANTES, pelas populações que eram obrigadas a acolhê-los.

A América, por exemplo, foi um destino eleito pelos europeus, incluindo os portugueses, especialmente até aos anos 60 do Séc. XX. Devido a isso, a Europa, outrora grande exportadora de migrantes (refugiados perseguidos e maltratados nos seus países de origem, vivendo na miséria) para a América e dotada de elevada taxa de natalidade, debate-se agora com sérios problemas demográficos.

Um dos desafios decisivos que a nova Europa defronta é a relação com o norte de África e as migrações crescentes que vêem dali. Um influxo de “migrantes” com a dimensão que se está a verificar, torna impossível de se harmonizarem culturas, leis, costumes, modas e crenças distintas, em tempo útil, que prefiguram mentalidades e modos de vida potencialmente conflituantes.

No jornalismo actual “politicamente correcto” o termo Migrante designa indistintamente “deslocados de guerra” e “Imigrantes”.

A Europa, a Comunidade Europeia, tem-se mostrado esquecida das suas referências históricas, e do passado recente, e adormecida para uma realidade que desde 2006 parecia iminente, porque o conceito de Europa foi-se aperfeiçoando desde o Império Romano e a influência dos bárbaros que deram origem à pluralidade que é agora a característica principal da Europa e ajudaram a definir as suas fronteiras abrangendo o actual Norte da Europa, que não fazia parte do Império Romano e retirando-lhe o Oriente. A conversão ao Cristianismo contribuiu decisivamente para a unificação da Europa na Idade Média. Mais tarde os Árabes quebraram a unidade política e religiosa do Mediterrâneo e empurraram o Cristianismo para o Norte.

É natural que se goste mais das fantasias do futuro do que da História do passado e se não somos capazes de recordar os erros do passado estamos condenados a repeti-los.
 

A tentativa de implantação de sociedades “multiculturais” em França, Grã-Bretanha e Holanda não tiveram êxito. Antes pelo contrário. Deram origem a guetos, fechados em si mesmos, geradores de tensões sociais. A maioria dos “refugiados” ou “imigrantes” preferiu manter-se alheia ao tipo de humanidade individual e social dos povos ocidentais. Os inquéritos realizados nos EUA e na Europa revelaram que os descendentes dos imigrantes permanecem alheios aos valores culturais dos países que os acolheram e os novos “migrantes”, fugidos das guerras genocidas que, por questões religiosas, não devem ser consideradas como um valor absoluto e soberano, recusam o auxílio da Cruz Vermelha por terem uma cruz impressa nas embalagens.

Só uma cultura estática que não contribuiu para a criatividade e o desenvolvimento espiritual-social, desenvolve este princípio de defesa de pretensos valores exclusivos elevados, mas que na prática revelam descrédito do valor da Vida e desprezo pelo Espírito. Para o nível de desenvolvimento dessas culturas que agora estão a inundar a Europa, o conceito de integração na unidade básica de valores de interesses e valores da cultura que lhes dá abrigo, neste caso a Europa, não existe nem é aceite. O abandono de hábitos herdados do passado, inculcados, suportados e controlados por redes institucionais que não se conciliam nem estão em conformidade com o novo sistema de normas estabelecidas e as necessidades agora sentidas, tendo como resultado o progresso evolutivo.

Assim, sob a aparência de uma solução fácil e bem conseguida (na fantasia do multiculturismo), as maneiras radicalmente distintas de encarar a vida e o mundo, com mentalidades em diferentes estádios de evolução, e coexistindo em ambiente de expectativa e de ameaçadora desagregação, podem produzir reacções inesperadas e premeditadas ou, então, servir para a divulgação de uma teocracia político-religiosa em nome do respeito pelas religiões e culturas.

Ou seja: esta realidade é um dos mais inquietantes problemas de alguns dos 27+1 Estados da União Europeia. A Europa, espiritualmente desvertebrada e com um grave deficit demográfico, pode ficar refém dos fluxos migratórios. Desde que, em 2000, a base dos valores primordiais europeus definidos no tratado de Nice privilegiou o ponto de vista dos direitos humanos e da utopia internacionalista, a Europa ficou “aberta” a tudo. Como está a ser “ocupada” por culturas extremistas mais viradas para a “ocupação” e “imposição” dos seus valores do que o “respeito” das culturas que lhes dão guarida, pode-se deduzir facilmente que, em termos de probalidades, esta solução de acolhimento indiscriminado pode ser um mau negócio.

Esse “acolhimento” não se pode limitar a uma óptica de mera assistência de consolação ou para resolver situações negativas pontuais ou servir para iludir as responsabilidades associadas a dramas individuais ou colectivos.

Segundos as Leis internacionais (direito Internacional) um REFUGIADO não deve ser expulso ou devolvido a situações onde a sua vida e liberdade possam estar ameaçadas, enquanto que os MIGRANTES, com leis próprias e processos de imigração, já são considerados por Leis nacionais, porque se trata de um problema social e de responsabilidade individual porque não enfrentam nenhum risco de voltar à sua terra natal.

 

O desafio será então o de discernir, de separar o essencial que deve ser defendido intransigentemente do acessório constituído simplesmente por outras formas de ver.

 


 

sábado, 14 de julho de 2018


DO HOMEM MATERIAL PARA O HOMEM ESPIRITUAL

No princípio o modo de vida do ser humano identificava-se com o ambiente. Tinha de explorar os recursos existentes pela força bruta e por tentativas e erros. Com o desenvolvimento do conhecimento e memória dos factos, foi ordenando as condições e métodos para subsistir. Tal como todos os outros seres vivos, os humanos iam-se adaptando às condições ecológicas e climatéricas, criando novas condições para sobreviver. A vantagem do Ser humano era, e é, a capacidade do seu cérebro privilegiado “portar” aquele Dom tão importante, a inteligência.

Aos poucos ia mudando as condições para melhorar a sua vida, interferindo directamente no fenómeno natural da evolução sem ficar completamente estático na “onda” de vida natural, como fazem todos os seres vivos. O ser humano, o ser “sapiente” que o Senhor criou neste mundo conhecido foi manipulando as condições de suporte da evolução da vida tendo em conta os seus interesses e “comodidades”. Se a sua personalidade ia mudando conforme essas condições, a “natureza humana” ia permanecendo, sempre, no decurso dessas mudanças e o sistema sociocultural ia-se identificando com tudo aquilo que ia produzindo e preservado para utilização futura.

Logo que se apercebeu, ou tomou consciência, do modo de vida tão elementar que levava, o ser humano faz uso da inteligência de que é dotado para inovar e conviver de outra maneira com o mundo material.

Como é lógico, preparou tudo à sua medida e dentro dos parâmetros conhecidos da vida na matéria. A Sociedade (o convívio tribal ou grupal) deixou de ser um elemento cultural, com outras regras diferentes da orientação da pura evolução biológica das outras espécies vivas. A partir daquele momento o ser humano começa a ser orientado pelo esforço do Espírito. Consegue autonomizar-se em relação aos condicionalismos materiais do passado. Podemos dizer que a ausência de cultura é de natureza espiritual e intelectual (parceria entre o Corpo Físico e o Espírito na formação do indivíduo). Ou seja, a Civilização poderá ter uma origem predominantemente emocional e afectiva.

Ora, este corte entre a tradição e vida natural com a vida cultural mais intelectual, que veio contrariar algumas regras existentes, deu origem aos mitos da Antiguidade sobre o “pecado original” ou um “castigo” e possibilidade de destruição final da humanidade.

As relações conflituosas daí advindas acabaram por impor a necessidade de regras e códigos de conduta. Como é regra, qualquer tipo de evolução não se faz simultaneamente, mas por grupos, sendo os mais afoitos os primeiros, seguidos posteriormente pelos restantes que vão beneficiando gradualmente dos meios ideais que os pioneiros foram desenvolvendo ao longo dos séculos. Foi sempre assim.

Da vida nómada, sempre em movimento, caçando e sempre dependentes do que a natureza lhes proporcionava aleatoriamente, e a descoberta de que podiam explorar os campos semeando, passaram a ter uma vida mais sedentária e com tempo para se dedicarem a actividades de lazer. Aquela vida simples em que uns caçavam e outros colectavam plantas e frutos para providenciar a sua sobrevivência em grupo, passou a complicar-se com o fenómeno da “especialização” quando descobriram que em vez de estarem à mercê da natureza (Frutos e sementes encontrados espontaneamente e o perigo da caça de animais ferozes) podiam cultivar o terreno, semear e fazer multiplicar as suas sementes e frutos e inclusivamente criarem animais para a sua alimentação, fixando-se ao terreno em vez de vaguearem sem destino.

Nessa época, era preciso manter o povo unido e temente aos deuses e natureza, porque não sabiam como se processavam os fenómenos naturais, aparecendo a profissão de sacerdote religioso (mais feiticeiro ou mágico) para se sentirem protegidos e mais seguros (uma questão de fé).  Era necessário, por exemplo quem cuidasse dos campos, os profissionais que se dedicassem à agricultura, de grande importância para a tribo ou comunidade. Outros dedicavam-se à caça e pela natureza mais perigosa da profissão, engrossavam as fileiras dos “guerreiros” cuja missão seria defender a comunidade das agressões externas de outros grupos que preferiam roubar a produzir. O chefe da comunidade passou a ser o coordenador de todas as actividades jurídicas e de bom convívio entre todos, traçando as regras, e por aí adiante até às inúmeras “profissões” conhecidas da sociedade humana. Ou seja: da vida simples que tinha o ser humano foi criando condições cada vez mais complicadas para a comunidade e, como seria de esperar, criando os privilegiados, os açambarcadores, os ricos, que se aperceberam que podiam ter uma vida mais confortável a explorar o próximo do que a trabalhar e a produzir “de facto”.

O primeiro choque que a humanidade atravessou e criou grandes mudanças foi com a chamada revolução industrial que teve, como consequência o urbanismo, tecnologia e necessidade do trabalho especializado o que implicou novas normas de conduta e de comportamento.

O êxodo de indivíduos do campo para a cidade, com uma visão rural da existência para uma concepção de vida urbana, com um ambiente mais complexo, gerou reacções instintivas agressivas. Esta nova ordem de relação que se foi formando impôs códigos de comportamento cada vez mais elaborados para promover a transmutação daqueles impulsos agressivos.

 
A estruturação social passou a proteger o grupo em vez do indivíduo ou espécie. O indivíduo teve que se associar em classes profissionais (artesãos) para ter estabilidade e se proteger. Mas nem todos foram capazes de acompanhar estas transmutações e ultrapassar as diversas crises da integração no novo sistema de vida, motivo porque muitos viviam organizados segundo os modernos padrões superiores da existência mas que continuavam suspensos das suas próprias limitações, não havendo sequer uma religião que lhes valesse ou os compensasse. É o que acontece hoje com os chamados povos do terceiro mundo. Procuram organizar-se segundo os padrões mais avançados da civilização, mas permanecem, na prática, mergulhados no mundo ancestral, autenticamente aprisionados porque não lhes proporcionam a educação necessária para poderem evoluir.

O segundo choque em grande escala, está em atravessar, na actualidade, para o mundo dos Serviços, em que o domínio que já esteve nas mãos dos donos da terra e passou para os sindicatos e lutas sociais entre classes de trabalhadores, tem agora como dominantes os patrões da alta finança mais precisamente os intermediários. Os donos da terra, os donos das indústrias transformadoras e as corporações que exploram as riquezas minerais do planeta, os trabalhadores que produzem, já não têm poder nenhum. O poder hoje está no intermediário que compra ao produtor e vende ao consumidor, intermediários esses que sem meios próprios precisam do financiamento da Banca e daqueles que “fabricam” o dinheiro e manipulam a economia.

Com estas mutações no percurso, era necessária uma crença, uma religião que os orientasse na formação das novas sociedades. Não havia experiência e nada que se pudesse apoiar em algo sólido. Tudo era novo, as convulsões não eram premeditadas, surgiam por ondas desconhecidas e  teriam de acreditar em algo de Divino para poderem implementar os códigos de conduta e comportamento sem resistência das classes ignorantes.

Como esta transmutação começou logo nos primórdios das primeiras civilizações conhecidas na Terra, não se sabe ao certo se existiram civilizações avançadas que deixaram o seu legado para a humanidade actual. Mas se isso aconteceu, essas civilizações também tiveram um início e “alguém” os ensinou.

 
   


Há inúmeros “Livros Sagrados” que serviram como guia para muitas culturas na Terra, mas o mais conhecido no nosso mundo ocidental, pelo seu conteúdo tão importante para orientação da humanidade, é a Bíblia.

A BÍBLIA, o Livro Sagrado dos Cristãos, divide-se em duas partes distintas mas que se complementam harmoniosamente. A Primeira Parte que conhecemos como o Antigo Testamento abrange tudo o que diz respeito à vida material na Terra e estabelece as normas de conduta (guiadas para um lugar) e as normas de comportamento (modo de comportar-se, sofrer, suportar, proceder) e organização duma sociedade.

Vem lá tudo o que o Homem deve saber para conviver em sociedade e poder ultrapassar as suas fraquezas e inadaptação às situações concretas. Ainda hoje, neste mundo “ultramoderno” do Séc. XXI, pode considerar-se como um “Manual de Instruções” actualizado. A sua leitura ajuda aqueles que não foram capazes de se adaptar às novas mutações nas condições de vida e consola todos aqueles que precisam de reflectir e relaxar ao atravessarem estas mutações que são cada vez mais rápidas.

A Segunda Parte, conhecida como o Novo Testamento, é dedicada ao Espírito e à vida espiritual. O ser humano já ultrapassou os problemas de subsistência materiais e iniciou a sua vida espiritual que descobriu ser muito mais importante para a sua evolução. Descobriu que é um Espírito com um Corpo Físico e não um Corpo Físico com um Espírito. Descobriu que a sua individualidade veio do Espírito que foi implantado no seu Corpo Físico para o vivificar, dando origem à Alma – o Indivíduo. E descobriu que a sua Alma é imortal e continuará a evoluir, deixando para trás os “corpos”, ou vestimentas passageiras, que vai utilizando nos vários ambientes dos planos dimensionais que atravessará até à fusão com o Espírito que a acompanha, aquele átomo do Espírito de Deus (Santo) que lhe deu a vida para cumprir a sua jornada.

 
  
Desde aquele momento em que o Homem obteve a consciência do seu EU, nada mais foi deixado ao acaso. Foi só a partir deste momento que ele pode começar a exercer o livre arbítrio e a iniciar o desenvolvimento dos seus poderes espirituais, que o ser “espiritualizado” (acordado) cultiva diariamente conforme se torna cada vez mais consciente de que a vida divina está contida em tudo, pequeno ou grande.

Sabe que tudo o que fizer a outrem a si o faz. Cedo ou tarde receberá o retorno, pelo que terá de saber dominar-se para ter liberdade. Pitágoras - Filósofo e ocultista Grego – disse que “não é livre nenhum homem que não possa dominar-se a si mesmo”. E devemos ter sempre presente que, o egoísmo, a intolerância e o ódio são a causa da desgraça da humanidade e, consequentemente, do retardamento da evolução. O egoísmo procura obter o seu próprio conforto sobre o plano material e o próprio engrandecimento diante do público. O autoconfiante, todavia, procura ser completo e forte, de tal modo que possa enriquecer o todo para o bem de todos.

O aspirante à vida superior seguindo o chamamento do espírito reconhece não haver caminho real para a obtenção, pois cada qual, por si mesmo, é que deve achar o caminho da paz. Aquele que for persistente desenvolve o seu eu superior e o auto-sacrifício abre o caminho para um avanço ainda maior no plano espiritual. O espírito adormecido dentro de nós, despertará finalmente.

A fusão da Alma com o Espírito que sempre a acompanhou desde que nasceu no plano dimensional mais denso – na Terra – permitirá chegar finalmente à presença do Pai, o Criador dos Universos. Isto em termos genéricos, porque não há regras sem excepções e o desenvolvimento do Homem mal começou e só terá acesso aos mistérios mais elevados conforme se vai desenvolvendo, pelo que ninguém (no nosso plano dimensional) sabe detalhes do percurso até completar a jornada da Vida.

 

quinta-feira, 12 de julho de 2018


Maneiras de detectar uma mentira

Um bocado de psicologia.

Há muitos mais indícios que revelam quando alguém está a mentir. Mas estes cinco são o suficiente para quem quer começar…

Tudo se resume no seguinte: quando o comportamento passa a ser antinatural ou diferente do normal há algo que não está bem e a nossa inteligência intuitiva, aquela que vem do saber universal e está conectada com o Espírito Universal de Deus, sente essa diferença na harmonia, pelo que aqueles que "acordaram" se apercebem logo disso. E quanto mais se concentrarem e desenvolverem essa conexão, mais "sensíveis" se tornam na captação das vibrações do nosso mundo que sofrem distorções.

 
5 maneiras de detectar uma mentira

 Por Heverton Paulo


(Tradução minha para português de Portugal, sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990, sem alterar o sentido do texto. R)

 
Existe um ditado que afirma que “uma mentira pode dar a volta ao mundo sete vezes antes que a verdade tenha tempo de vestir as calças”. Analisando bem esta máxima, percebe-se que nada retrata tão bem como são tratadas as “meias-verdades” na nossa sociedade.

De pequenas mentirinhas contadas por pessoas próximas até grande inverdades espalhadas em massa, o acto de mentir parece ter acompanhado a humanidade desde os primórdios dela. Podemos mentir para nos defender, para defender uma outra pessoa, ou simplesmente por pura ‘malandragem’. E quando o alvo das mentiras somos nós, é quando “a coisa fica complicada”.

E foi pensando nisso que o Ultra Curioso resolveu  mostrar-lhe 5 maneiras de perceber uma mentira, formas de identificar pequenos e subtis sinais que provam que a pessoa não está a ser nada sincera com você no relato dela.
 
1. Mãos escondidas

Se a pessoa dá toques no nariz, cobre a boca com as mãos, escondê-as nos bolsos, nas costas ou cruza os braços enquanto relata algo, de duas uma: ou é uma pessoa muito ansiosa, ou está a mentir. Quando estamos a ser sinceros, tendemos a expôr as palmas das mãos para o outro. Quando mentimos, somos inclinados a fechar-nos e a esconder as mãos.

2. Contato visual exagerado

Muito se diz que quando alguém está a mentir, não consegue manter contato visual contínuo. E é por saber disso que muitos mentirosos natos ficam com o olhar fixo no seu interlocutor o tempo inteiro de forma exagerada, justamente para não passar essa impressão. Quem diz a verdade não se atém a isso, e pode muito bem desviar o olhar de forma natural e espontânea.
 
3. Para onde a pessoa está a olhar?
 
Uma pessoa destra normalmente olha para cima à esquerda quando tenta lembrar-se de algo. Mas se você é canhoto e está a inventar algo, os seus olhos movem-se para cima, no sentido da direita. Inverta a lógica para canhotos e você tem um mecanismo interessante para saber se alguém está a inventar uma história ou a contar a partir da memória.

4. Reação lenta e surpresa

Quando a pessoa tem uma certa demora para concordar ou negar o que você acabou de afirmar e há um atraso no movimento da cabeça, por exemplo, pode ser um claro sinal de que ela está a mentir. Outra coisa é perceber se ela fica muito surpresa se questionada no seu relato.

5. A maneira de falar

O modo como a pessoa conversa é outro fator essencial para detectar uma mentira.
Evitar responder a perguntas diretas, mudando de assunto ou começando a frase com “Olha, sinceramente, bem” e etc., gaguejar, usar muitos detalhes no relato e repeti-los, e até afinar o tom de voz podem ser sinais de aquela pessoa está a faltar à verdade.
Falar difícil demais, usando palavras rebuscadas que normalmente não aparecem no discurso daquela pessoa no quotidiano também pode ser um indício de mentira.