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segunda-feira, 19 de março de 2018


PORTUGAL E AS MAIORIAS ABSOLUTAS

 
O meu objectivo sempre foi forçar os interessados e curiosos a pensarem e analisarem muito bem aquilo que escutam, e lêem, e vêem, espremam tudo muito bem e cheguem à conclusão, àquilo que acreditarão após de tudo muito bem filtrado e

"arrumado" pela sua intuição de seres pensantes e inteligentes. Só o raciocínio lógico,
frio, não chega. É preciso pôr em cena aquela inteligência instintiva, aqueles dados
arquivados no subconsciente, que nos momentos de luta pela sobrevivência
comandam a acção. Todo o ser vivo (e com maior poder, o ser humano) tem essa
inteligência natural vinda da experiência não só pessoal como da própria espécie que
permanece latente nos genes e vem ao de cima nos momentos mais difíceis.

Para termos confiança e acreditarmos no futuro, Portugal terá de passar por várias
etapas na evolução da sociedade em que a Lei é a vida em si mesma (o acumular de
experiências da espécie ao longo de milénios e que traçam os valores a seguir) e não
as regras para conduzi-las, impostas por uma longa fila de políticos e assessores
medíocres e mal preparados, tudo consequência da destruição do pilar fundamental
de uma sociedade, a família.

Tudo aponta para esse descalabro: a destruição do núcleo familiar. Porque o Mal,
aquilo que nos afecta verdadeiramente e nos faz regredir (dando-nos a ilusão de que
somos mais civilizados) é uma transgressão da Lei e não uma violação das regras
de conduta pertinentes à vida, que é a Lei imposta.

E, para mim, para chegarmos às marcas de uma alta civilização (a que julgamos
pertencer e não pertencemos) teremos de ultrapassar uma etapa que consta de três
pontos fundamentais:

1 – Desfrutar do privilégio sem abusos (Em Portugal os abusos são escandalosos);

2 – Ter liberdade sem licença (Há demasiadas leis a coartar as nossas liberdades tornando a Liberdade como que um consentimento, uma dádiva, de quem governa);

3 – Possuir o “poder” e recusar-se firmemente a usá-lo para o auto-engrandecimento.

Só quando ultrapassarmos esta etapa é que poderemos começar a acreditar nos
nossos políticos e nas forças partidárias, sindicais e profissionais.

Por enquanto, pelo que podemos observar, nas manobras bacocas e acções
completamente absurdas de fazer política, e aceitação, pelo povo, de políticos
comprovadamente enredados em situações muito suspeitas, é uma perda de tempo
apoiar quem quer que seja, seguindo o sistema e os interesses muito bem instalados.

É preciso mudar de atitude. Dar mais atenção ao instinto (de sobrevivência) e saber, dentro do meio social a que pertencemos, quem é que efectivamente poderá defender os nossos interesses, como uma assistência médica segura e efectiva para as posses de cada um, uma segurança social segura e livre das "golpadas" e "espertezas" de Instituições que só querem o lucro, e o futuro dos nossos filhos e netos, altamente dependentes de um sistema educativo eficaz e não a miséria que existe actualmente e tende a ser pior.

Na impossibilidade de uma mudança rápida dos valores da nossa sociedade, contra
todas as opiniões dos nossos comentadores de serviço, acho que uma maioria absoluta (qualquer que seja o partido político) não interessa de modo nenhum para este país, porque dar uma maioria absoluta, na nossa sociedade de valores tão baixos, é consentir numa ditadura, como já tivemos oportunidade de verificar mais do que uma vez, e que apesar da ditadura os problemas essenciais nunca foram resolvidos porque os interesses pessoais, partidários e de classe, se sobrepõem sempre aos interesses nacionais.

Todos os que tiveram maiorias absolutas abusaram e nunca consentiram no diálogo
com a oposição nem quiseram ouvir ninguém (a não ser as directivas do partido a que
pertencem) nas questões mais abrangentes, situações essas que até continuaram
quando na mudança rotativa do poder (pelos partidos do arco do poder) e que deviam
ser discutidas pelo menos pelos partidos que compartilham essa rotação na governação.

Acho que a obrigatoriedade do diálogo e do consenso seria sempre muito mais
útil ao país do que o simples quero, posso e mando.

Se outros países da Europa Comunitária (os que estão melhor por sinal) têm
sobrevivido, e estão em melhor situação do que Portugal, governados sempre com
maiorias simples (o que os obrigam a dialogar com a oposição) por que razão
Portugal não pode fazer o mesmo.

 
Como povo civilizado (?) tendemos para pior, e é preciso combater a mediocridade
que nos leva por esse caminho. Basta ver a forma como ainda a maioria dos
portugueses tratam os seus animais para sermos imediatamente classificados
negativamente pelos povos verdadeiramente civilizados.

Num aparte por exemplo: em 18 países (salvo erro) da Comunidade Europeia que
aderiram ao Euro, por que razão os nossos líderes se assanharam tanto contra a Grécia, numa prova evidente da sua submissão aos interesses alemães. Por que não
mantiveram uma posição discreta como todos os outros, numa demonstração clara da
nossa posição tão sem relevo na governação da Comunidade Europeia. Portugal não
tem peso nenhum e devia ocupar o lugar que lhe compete e vincar a sua posição
pelo que vale e não pelo desejo medíocre do "lambe botas", o cão de fila do Ministro
das Finanças Alemão, o "bom aluno", esperando benefícios posteriores. Está
provado, pela história, que Portugal nesta posição de servilismo nunca
beneficiou absolutamente nada.

Portugal, na sua mania da grandeza, tem sido o "Judas europeu" (pelo menos no Governo PSD/CDS – Passos e Portas). Enfim, há muitas pistas a seguir sem nos deixarmos enredar pela retórica partidária que aborda "probleminhas" só para "embalar" os portugueses e não perderem os seus privilégios. O que verdadeiramente nos interessa está devidamente enterrado por esses senhores.

Em Portugal não há ideais. Um país em que a maioria desconhece a letra do seu Hino
Nacional e não respeita a sua Bandeira, o idealismo morreu. Só resta a mesquinhez, a
avareza, o egoísmo e a ambição desmedida e sem controlo.

A INTELIGÊNCIA pode controlar o mecanismo da civilização, a SABEDORIA
pode dirigi-lo, mas o IDEALISMO espiritual é a energia que realmente eleva e faz
avançar a cultura humana de um nível de realização a outro.

R.

quarta-feira, 14 de março de 2018


SOMOS REALMENTE MANIPULADOS?

Para conseguirem os seus fins, os políticos fortemente influenciados por “corporações de interesses”, estão a levar o mundo para o desastre.
Mesmo que não haja uma guerra mundial declarada nos últimos anos, as guerras localizadas são mais do que muitas, sendo, como seria previsível para uma civilização baseada na posse da riqueza e no mercantilismo, a grande maioria completamente despercebida para a maioria das populações.
As únicas guerras de que temos conhecimento são as perpetradas em locais com fortes riquezas naturais em que as grandes nações apoiam aqueles que lhes proporcionam grandes lucros. Quanto a locais pobres não querem saber dos verdadeiros genocídios que por lá se passam.
A China espezinha o Tibete e não respeita os direitos humanos. A Sociedade das Nações nada diz porque a China é forte e tem direito de veto. Os Estados Unidos invadiram o Afeganistão sem consentimento da ONU e invadiram o Iraque com o protesto de terem armas de destruição maciça, o que se veio a descobrir não ser verdade. Invadiram a Líbia e criaram uma forte dor de cabeça à União Europeia com a invasão desenfreada de falsos refugiados de guerra, pois a Líbia de Kadafi era um tampão eficaz para essa migração. Agora, os mesmos Estados Unidos, provocaram o caos na Síria e, consequentemente maior fluxo de fugitivos para a Europa. Ninguém foge para outros países islâmicos, até muito ricos.
Porque não fazem o mesmo com a Coreia do Norte que declara abertamente que tem a bomba atómica? Será por medo ou porque a Coreia do Norte não tem riquezas naturais suficientes para sacrificar mais gente numa guerra?
Vamos, então, divagar um pouco sobre a razão da forte presença dos EUA em muitos dos acontecimentos preponderantes para a História e desgraça humana.
Em toda a História recente os EUA é o país que mais guerras travou, mais países bombardeou, mais conspiradores apoiou (com o consequente surgimento de ditadores e terroristas) e o único país que bombardeou com bombas nucleares, provocando um autêntico holocausto em duas cidades repletas de civis inocentes e cujos descendentes ainda hoje sofrem as consequências das radiações.
Para compreendermos a verdadeira História Mundial temos de conhecer a forte influência da Maçonaria nos eventos políticos.
É conhecida, por exemplo, a influência directa da Carbonária (ramo da Maçonaria em Portugal) em várias revoltas contra a Monarquia, o papel vital da Maçonaria na revolução de Outubro na Rússia e muitos outros factos na Europa. Até noutros campos se adivinha a sua influência como a declaração do advogado de um dos arguidos do caso Casa Pia quando se refere aos senhores “de avental”…
Vejamos a influência da Maçonaria pelo Novo Mundo. O resumo que aqui faço é do conhecimento público, já apareceu publicado em muitos jornais e encontra-se na Internet.

Albert Pike foi o Grande Comandante da Maçonaria norte-americana de 1859 – 1891. Durante o seu mandato, teve uma visão de como a Nova Ordem Mundial poderia ser estabelecida.

O plano previa três Guerras Mundiais. A Primeira e a Segunda ocorreram exactamente conforma o previsto. O plano prevê que o Anticristo surgirá a partir da destruição causada por uma Terceira Guerra Mundial, que será travada entre Árabes e Israelitas. Essa guerra está agora eminente!
A tremenda visão de Albert Pike sobre qual poderia ser o futuro global da Maçonaria mais o facto de ter acesso irrestrito ao Presidente dos EUA Andrew Johnson (também Maçom) que sucedeu ao Presidente Abraham Lincoln, colocaram a Maçonaria norte-americana na liderança da força propulsora para a Nova Ordem Mundial.
 
Durante o período de tempo que vai do presidente Johnson até Harry S. Truman, muitos presidentes foram maçons, ao mesmo tempo que os objectivos globais da Nova Ordem Mundial progrediam. Durante o período de 88 anos na Casa Branca (1865 – 1953) 44 anos foram ocupados por Maçons.
Em 22 de Janeiro de 1870, Albert Pike e Guiseppe Mazzini, um dos seus conspiradores internacionais, publicaram o Plano para estabelecer a Nova Ordem Mundial. Esse plano foi mantido em grande segredo, revelado entre os círculos da Maçonaria, desde o tempo da sua concepção, somente aos outros conspiradores “iluminados” ocultistas (daí o nome Illuminati). Esta informação foi obtida num livro escrito por um ex-luciferiano iluminado, Doc Marquis. O nome do livro é Secrets of the Illuminati e revela muitos detalhes ocultos que antigamente só eram conhecidos pelos iluminados.
O plano secreto de Pike para controlar o mundo previa a necessidade de TRÊS GUERRAS MUNDIAIS. A previsão foi feita a 22 de Janeiro de 1870. Essa data é 44 anos antes do início da Primeira Guerra Mundial. A extensão do tempo entre essa previsão e o início do seu cumprimento, faz compreender como forças sobrenaturais estavam realmente a controlar. Além disso, 22 de Janeiro de 1870 também tem significado ocultista. O número 22 é um dos três NÚMEROS PRIMÁRIOS importantes para os ocultistas (11, 22 e 33).
O plano de Pike de derrubar a Velha Ordem Mundial baseada na cultura judaico/cristã e implantação de uma Nova Ordem Mundial previa a necessidade da guerra. No entanto, essa guerra, não seria o tipo de guerra a que o mundo estava habituado a ver. Essa guerra devia ser numa escala muito maior do que já registada na História. Seria uma Guerra Mundial, global.
Os detalhes desse plano de Pike (de 22 de Janeiro de 1870) de três guerras mundiais para estabelecer a Nova Ordem Mundial são como se segue: (Ao lermos esta profecia, lembremo-nos do conceito ocultista da TESE a batalhar contra a ANTÍTESE para produzir um novo sistema chamado SÍNTESE. A Primeira e a Segunda Guerras Mundiais foram travadas para estabelecer a Antítese, e criar a Guerra Fria, aquele “conflito controlado ou ameaça de conflito” que produziria o novo sistema, a Síntese).

1.    A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL foi planeada para permitir que o governo czarista da Rússia fosse totalmente aniquilado. O novo governo Russo foi previsto como ateísta e militarista. Além disso, Pike especificou que esse novo governo Russo seria COMUNISTA. Karl Marx tinha publicado o seu Manifesto Comunista em 1848, exactamente 22 anos antes dessa profecia ocultista de Albert Pike. Não é interessante que o número ocultista 22 continue a aparecer? A História regista que a Primeira Guerra Mundial realmente ocorreu como descrito. As ptências ocidentais da Europa, em conjunto com Os EUA financiaram a expedição de Lenine à Rússia, financiaram o seu governo e, depois disso, financiaram o comunismo Russo pelo menos uma vez de dez em dez anos dali para a frente.

2.    A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL foi prevista para fortalecer o novo governo comunista Russo, para que ele enfraquecesse e destruísse os outros governos e religiões. A História regista que a Segunda Guerra Mundial realmente cumpriu esse objectivo. As hostilidades tiveram início quando a Alemanha invadiu a Polónia, fazendo com que a Grã-Bretanha declarasse guerra à Alemanha. Em breve outras potências envolveram-se no conflito. A visão de Pike de com a Segunda Guerra Mundial transformar o comunismo Russo numa superpotência, foi cumprida. Os historiadores ficaram sempre perplexos e nunca conseguiram compreender por que razão Churchill e Roosevelt entregaram toda a Europa Oriental aos soviéticos se a preponderância do poder estava contra eles.

Quando Churchill e Roosevelt cederam toda a Europa Oriental aos russos, ao governo comunista da Rússia mais tarde conhecida como URSS (União das Republicas Socialistas Soviéticas), completou a sua transição para superpotência, exactamente como previsto na visão de Pike. E não nos esqueçamos que a Segunda Guerra Mundial deu à Rússia capacidades que ela não possuía antes da guerra. Os aliados (EUA) não somente criaram as forças militares russas a um nível aterrorizador como também construíram fábricas inteiras a leste de Moscovo, que deram à Rússia uma grande base industrial. Embora a Rússia tenha pago muito alto em vidas humanas durante a guerra, emergiu do conflito como uma superpotência. Graças a Roosevelt, a Rússia agora tinha um autêntico império para acompanhar a sua nova base militar e industrial.

O Maçom Franklin Delano Roosevelt deu esse território à Rússia simplesmente, e somente, por que estava a ser fiel à visão de Pike em 1870.

 
3.    A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL foi prevista para ser iniciada entre o Judaísmo e o Islamismo. Esta profecia é incrível porque foi feita em 1870, ALTURA EM QUE ISRAEL AINDA NÃO EXISTIA COMO PAÌS, quando só os cristãos fundamentalistas acreditavam que Israel voltaria a existir novamente.

O capítulo final está a ser escrito. Os “espíritos-guias” demoníacos da Maçonaria, dos líderes do plano da Nova Ordem Mundial, estão a preparar a Terceira Guerra Mundial final, que terá início entre Israel e os seus vizinhos árabes e se alastrará por todo o mundo.
 
Israel está a ceder território em troca de paz, o que não tem sentido do ponto de vista estratégico. Militarmente é um desastre por ceder aos árabes um Estado permanente dentro de Israel, e os militares não poderão defender Israel se o ataque vier a partir de dentro do Estado Palestiniano.

A comunidade judaica ortodoxa é de opinião de que esse plano de paz é uma receita para a guerra e não para a paz.

Estão certos: É ESSE O PLANO.

domingo, 11 de março de 2018


TRANSGÉNICOS, MUDANÇAS PARA UMA DIMENSÃO DESCONHECIDA

Do blogspot.pt de Laura Botelho.
Master em Neurolinguística (NLP)
Conselheira de bem-estar e saúde - Health Coach
Escritora e pesquisadora.

(Nota: Devido ao interesse dos textos de Laura Botelho e para os tornar mais acessíveis aos leitores portugueses traduzi para português de Portugal com nova disposição gráfica – sem alterar a mensagem – feita por mim. R.)
10 de nov de 2017

"O sucesso é fazer o que você quer fazer,

quando quiser, onde quiser,

com quem quiser,

tanto quanto você quiser".

Anthony Robbins

 

Um médico de família inglês, Ronald Gibson, iniciou uma conferência sobre conflitos de gerações, recitando quatro citações:

1.      "A nossa juventude gosta de luxo e é pobremente educada, ignora as autoridades e não tem respeito pelos idosos. Actualmente, osnossos filhos são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra. Eles respondem aos pais e são simplesmente ruins"
2.      "Eu não tenho mais esperança no futuro do nosso país, se os jovens de hoje assumirem o poder amanhã, porque essa juventude é insuportável, por vezes desenfreada, simplesmente horrível"
3.      "O nosso mundo atingiu um ponto crítico. As crianças já não ouvem os seus pais. O fim do mundo não pode estar muito longe ".
4.      "Esta juventude está estragada até ao fundo do seu coração. Muitos jovens são malfeitores e ociosos. Eles nunca serão como a juventude de antes. A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura ".

Depois de declarar essas quatro opiniões, o Dr. Gibson observou o quanto da aprovação fez a plateia vibrar. Ele esperou por alguns momentos para os murmúrios acamarem, comentando sobre a declaração e, em seguida, revelou a origem das frases acima:

A primeira frase é Sócrates (470-399 aC)

A segunda é ainda mais antiga, Hesíodo (720 aC)

A terceira remonta a um sacerdote anónimo de 2.000 aC.

A quarta frase foi escrita num vaso de argila descoberta nas ruínas da Babilónia (agora Bagdad), com mais de 4.000 anos de existência.

E concluiu dizendo: "Senhoras mães e pais cavalheiros: relaxem ... a coisa sempre foi assim...

Então por que estamos tão apavorados com o futuro da humanidade? 

Afinal, as civilizações são cíclicas e parecem repetir-se como um disco arranhado.

Os milenares

Os autores William Strauss e Neil Howe são autores de livros como: A História do Futuro da América, 1584 a 2069 (1991) e Millennials Rising: The Next Great Generation (2000).

Millennials” foi a melhor definição encontrada para muitos pesquisadores que não aderiram ao termo “Geração Y” – também chamados, às vezes, de Echo Boomers devido ao aumento significativo nas taxas de natalidade desde o início da década de 1980 até meados da década de 1990.

Características indicam que os Milenares têm um perfil com ambições de vida e carreira, e atitudes voltadas ao voluntariado e ao activismo.

Tendo crescido bombardeados por publicidade, os milenaristas tendem a ser cépticos quanto a material promocional de qualquer tipo. Seja comprando produtos e serviços ou considerando o emprego, os Milenares são mais propensos a ouvir os seus amigos do que serem afectados pelo material de marketing ou de relações públicas.

Essa característica faz com que as práticas convencionais de marketing e contratação de empregados sejam muitas vezes ineficazes para os Milenares.

Essa geração e a sua convivência com as mídias sociais ajuda muito aos “convictos” na sua autopromoção, mas paradoxalmente, muitas vezes resulta em problemas “gástricos” para outros, quando estão em desvantagens emocionais, frustrando-se facilmente e constantemente ao se deparar com imagens postadas na internet - o que os leva a crer sem questionamentos - que a “relva do vizinho está sempre melhor” que a sua.
 


Os autores William Strauss e Neil Howe acreditam que cada geração tem características comuns que lhe conferem um carácter específico com quatro arquétipos geracionais básicos, repetindo-se em um ciclo.

Cerca de 9 em cada 10 Milenares colocam uma importância significativa no equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, que favorecem valores familiares sobre os valores corporativos, bem contrastante com a atitude centrada no trabalho dos Baby Boomers (minha geração)

Verificou-se que essa geração reflecte uma tendência onde até mesmo em desportos competitivos, a mera participação já é suficiente, recompensador, o que criou um problema para os ambientes corporativos altamente competitivos.

Alguns empregadores estão preocupados com o facto de que os Milenares troquem de emprego com frequência, ocupando muito mais empregos do que as gerações passadas, devido às suas grandes expectativas quanto à sua qualidade de vida, o que não abrem mão.

A revista Time publicou uma capa intitulada Millennials: The Me(eu) Me(eu) Me(eu) Generation – “Geração mememe” - Uma alusão à sua condição narcisista.

Outros pesquisadores atribuíram aos Milenares traços de confiança e tolerância, mas também descreve um senso de narcisismo, em comparação com as gerações anteriores -  quando eram adolescentes e nos seus 20 e poucos anos - onde hoje os seres masculinos se exibem mais e com maior ênfase em média do que os seres femininos.

As pesquisas do Instituto Urbano realizadas em 2014 nos EUA, projectaram que, se as tendências atuais continuarem, os milenares terão uma menor taxa de casamento em relação às gerações anteriores, prevendo que, aos 40 anos, 30,7% das mulheres permanecerão solteiras. Os dados mostraram tendências semelhantes para os homens.

Um estudo de 2016 mostrou que os Milenares atrasaram algumas actividades consideradas ritos de passagem da idade adulta com dados que mostram que adultos jovens de 18 a 34 anos foram mais propensos a morar com os pais do que com um parceiro de relacionamento, uma ocorrência sem precedentes desde que a colecta de dados começou em 1880.

Um economista sénior da Pew Research, disse sobre os Milenares:  "eles são o grupo muito mais propensos a viver com os seus pais. Concentram-se mais na escola, carreiras e trabalho e menos focados na formação de novas famílias, cônjuges ou parceiros e filhos

Menos religião

Os Milenares são menos propensos a serem religiosos. Existe uma tendência para a não religião que vem aumentando desde a década de 1940.

Mais de metade dos milenaristas entrevistados no Reino Unido em 2013 disseram que "não tinham religião nem frequentavam um lugar de culto", além de um casamento ou um funeral.

A pesquisa também descobriu que 41% acreditava que a religião era "a causa do mal" no mundo mais frequentemente do que o bem.

Sem dúvida, é uma geração que busca mais informação do que as gerações passadas. O que destaca uma quebra fantástica no modelo orwelliano na condução das suas vidas. Precisamos de nos livrar do grande irmão.

Na visão das perspectivas económicas, cerca de 9 em cada 10 Milenares sentem que têm dinheiro suficiente ou que atingiram os seus objectivos financeiros de longo prazo, mesmo durante os tempos económicos difíceis

Além disso, também são mais abertos às mudanças do que as gerações anteriores, o que lhes dão vantagens em muitos aspectos, inclusivamente na manutenção da sua saúde.

 


Trans – formas, Trans – humanos

O casal transgénero que vive no Equador fez história, porque eles são o primeiro casal transgénero na América do Sul a ter um filho gerado por eles. Nenhum dos dois fez cirurgia de reatribuição de género, de acordo com a BBC.

Fernando Machado, que nasceu mulher (Maria), e a parceira Diane Rodríguez, que nasceu homem (Luiz), disseram que querem ter mais filhos. Eles conheceram-se no Facebook e Fernando (Maria) ficou grávida depois de viverem juntos por apenas três semanas.

"Nós somos o mesmo que outras famílias. Mesmo que possamos não ter os mesmos direitos, somos os mesmos ", disse Machado à BBC. O bebé é agora chamado de Caraote ou o Caracol.

A estimativa é que na Alemanha haja aproximadamente 80.000 intersexuais, pouco menos de 1% da população, mas que tiveram voz nesse ano para mudar algumas coisas.

O Tribunal Constitucional da Alemanha nesta semana, solicitou ao governo que permita na certidão de nascimento o registo de pessoas com um terceiro sexo (seja como “intersexual” ou “diverso”), além de feminino e masculino.

A sentença baseou-se no direito constitucional alemão à protecção da personalidade, que as pessoas que não são nem homens nem mulheres têm direito a inscrever a sua identidade de género de forma “positiva” na certidão de nascimento.

A reforma legal de 2013, que seguia a recomendação do Comité Ético Alemão, estabelecia que: Se um bebé não pode ser identificado como pertencente ao género masculino ou feminino, não será preenchida a seção correspondente no registo de nascimento”.

Ser um transgênero ou intersexo independe da sua orientação sexual. Seres trans podem-se identificar como heterossexuais, homossexuais, bissexuais, assexuados, etc., ou recusarem-se a serem rotulados sexualmente.

Como a definição dos Anjos, eles podem ser simultaneamente masculinos e femininos (andróginos), o que nunca foi problema para o pensamento de qualquer dogma religioso.

 


Hormonas e cirurgia.
 
A cirurgia não é necessariamente necessária para ser trans. Pode-se tomar injecções hormonais diárias específicas para qualquer género, além do mais as mudanças que ocorrem durante o processo de transição não são apenas físicas.

Não existe um único tipo de cirurgia que alguém possa optar. Por exemplo, aqueles que transicionam para mulheres podem sofrer uma orquiectomia (que é a remoção de testículos) ou uma vaginoplastia completa (uma cirurgia que essencialmente "cria" uma vagina)

De acordo com uma entrevista em Cosmopolitan, uma mulher trans (referida apenas como "Mulher C") afirmou que ela não tem certeza se irá realmente cumprir com toda a transformação. Ela vê isso como "um processo sem fim".

Eu vejo que os seres trans géneros embarcam em mais do que apenas uma jornada física e emocional, eles estão atravessando um portal dimensional, confuso, estreito e pouco iluminado nesse momento.

Para mim a expressão que melhor descreve essa experiência trans humana é; vivendo em outra dimensão. Como num sonho gostoso ou num pesadelo, não temos certeza da realidade, apenas navegamos nele sem muito controle sem sabermos se em alguma hora iremos acordar.

Neste momento da nossa era, as imagens que conhecíamos não fazem mais sentido, estão distorcidas, pouco nítidas, algumas vezes bizarras, mas... são experiências que nos levarão a um evento futuro de tal grandeza que não poderemos mais “despertar”.

O fim de uma civilização é brutalmente ceifada, quando menos se espera.

A erupção do vulcão de Santorini há 10 mil anos proporcionou o ocaso da civilização minóica em Creta.

O vulcanólogo grego Giorgos Vugiukalakis disse que o episódio da erupção do Santorini causou 3 anos de "inverno vulcânico" nos quais tudo estava coberto por cinzas, a temperatura na Terra chegou a 3ºC ao ano e as ondas marinhas tinham uma altura de 17 a 20 metros.

Acredita-se que o evento inesperado e a pouca adaptação das mudanças comportamentais a época levaram a derrocada de mais essa era.

 

Isso porque, as mudanças comportamentais são tão dramáticas, tão avassaladoras que para os que não estavam preparados para essa transição são pegados com as calças (ou saias?) ainda nos pés e não sobra muito tempo para pensar se termina de se vestir ou se sai a correr...

Aristóteles já dizia que: “Há mudanças e há mudanças”.
 
Ele acreditava que todas as transformações na natureza podiam ser classificadas como “naturais ou violentas”.

A forma natural é aquela que nos impulsiona para a vida, aquela que não nos causa nenhuma surpresa, o que nos parece seguir um destino. Mas por vezes, há um movimento brusco de mudança imposto por alguma coisa externa. Na mudança violenta algo se move de maneira desordenada a violar a natureza interna.

Estudos indicam que ambientes violentos geram mudanças internas na estrutura celular, reprogramam o DNA. Mas isso é um assunto muito difundido aqui nos meus textos neste meu BLOG, não irei revitá-lo agora.

E como sempre alerto, prepare-se para as mudanças e “as mudanças”, prepare-se para outras dimensões, o portal já foi aberto.

Laura botelho