O
Mundo Está em Chamas no "Vão dos Países Não-Integrados"
O
Pentágono dividiu o mundo em dois segmentos: "o Vão Funcional"
e o "Vão dos Países Não-Integrados". Desde os ataques de
11/9/2001, guerras, rumores de guerras, terramotos, vulcões e pestes
atingiram os países do "Vão Não-Integrado". Os eventos
mostram um padrão e um propósito, e não ocorreram por acidente ou
aleatoriamente. Milhões de pessoas tiveram as suas vidas afetadas ou
morrem. Mas, o pior ainda está por vir. Este artigo ainda está
ainda muito atual e até podemos ver quão certa está esta análise
e observar as transformações já conseguidas e a situação de
impasse em que a agenda illuminati (O plano global da Grande
Fraternidade Branca que tenta avançar, liderado pela Europa/NATO e
pelos EUA) se encontra semi-emperrada. Motivo porque não
devemos julgar NINGUÉM sem sabermos esta história dos bastidores e
compreendermos as verdadeiras causas que levaram à reação dos “não
Integrados” que liderados pelos dois principais líderes dos BRICS
(Rússia e China) tentam fazer vingar o novo bloco de poder
para fazer frente aos verdadeiros “desmandos” que os Illuminati
levam a cabo depois de serem reveladas ao público as suas intenções
para a implantação da Nova Ordem Mundial. R.
"THE
CUTTING EDGE"
Tradução
minha para português de Portugal, de mais um artigo de A
Espada do Espírito, publicado em 2010:
O
Mundo Está em Chamas no "Vão dos Países Não-Integrados"
(espada.eti.br) .
Vejamos
o artigo, que pode ser consultado no link posto atrás:
Quando
se entender a realidade de que alguns países e regiões ficam
atrasados em relação ao resto do mundo na incorporação à
economia e governos globalizados e precisam de ser forçados aos
pontapés para que ingressem plenamente no sistema mundial,
compreenderá por que os EUA estão agora em guerra, e por que
continuarão a ir à guerra no Médio Oriente, na Península Coreana,
na Indonésia, no Paquistão, em Cuba, na Somália e em Timor Leste.
Todo
esse pensamento estratégico do Pentágono está delineado num livro
intitulado The Pentagon's New Map,
de Thomas P. M. Barnett, que leciona no Colégio de Guerra Naval dos
EUA e é um pesquisador estratégico sénior. De acordo com o
pensamento iluminista existem somente dois tipos de países no mundo
hoje:
1.
Países que já estão a funcionar no novo sistema global, ou que
estão a caminhar clara e firmemente nessa direção — o chamado
"Núcleo Funcional".
2.
Países que não estão atualmente a funcionar no sistema global e
provavelmente não farão isso num futuro previsível, a não ser
que sejam forçados pelas tropas dos EUA ou da Europa, ou pela
ameaça de uma invasão. Esses países são chamados de "Vão
Não-Integrado".
A
estratégia que é seguida pelos EUA e pela União Europeia é a de
"encurtar o vão". A aba da capa desse livro diz de forma
bem clara: "O
Novo Mapa do Pentágono
é uma abordagem sofisticada sobre a globalização e combina fatores
de segurança, económicos, políticos e culturais para prever e
explicar a natureza da guerra e da paz no século 21... O livro
cristaliza a história e estratégia militares americanas recentes,
define os parâmetros onde as nossas forças provavelmente serão
enviadas no futuro, delineia o papel singular que os EUA certamente
exercerão para estabelecer a estabilidade internacional... Para
qualquer pessoa que procure entender os Iraques, Afeganistões e
Libérias do presente e do futuro, os novos vínculos íntimos entre
política externa e segurança nacional, as realidades operacionais
do mundo atual, O
Novo Mapa do Pentágono
é um gabarito, uma Pedra de Roseta... Não existe livro mais
essencial para estes tempos atuais."
Em
outras palavras, o Pentágono desenvolveu uma estratégia global, que
irá:
-
Explicar a natureza da guerra e da paz no século 21.
-
Definir os parâmetros de onde as forças militares norte-americanas
provavelmente serão enviadas no futuro.
-
Delinear o papel singular que os EUA podem exercer para estabelecer
a estabilidade internacional.
Ou
seja: essa nova estratégia do Pentágono determina onde os EUA foram
à guerra, contra quem, e com que propósito, desde os ataques de
11/9/2001! Há muito tempo que afirmamos nos nossos artigos que as
áreas do mundo atacadas pelas forças norte-americanas durante o
governo Bush foram muito bem estudadas anos antes daquele evento. O
livro O Novo Mapa do Pentágono
simplesmente confirma a nossa crença original.
Com
este pano de fundo, vamos agora examinar o livro em detalhes.
Lembre-se do seguinte: o autor trabalha no Colégio de Guerra Naval
dos EUA, um centro de debates iluminista (Illuminati.
R.). Ninguém precisa de saber que
esse esforço da globalização foi planeado no Macrocosmo 227 anos
atrás, e no Microcosmo logo após a Segunda Guerra Mundial;
portanto, o autor escreve esse plano como uma "nova estratégia"
concebida após aqueles cobardes ataques dos terroristas islâmicos
em 11/9/2001. Assim sendo, essa parte do livro é pura desinformação;
entretanto, o restante dele é uma pepita de ouro, pois diz-nos
exatamente onde as próximas "mudanças de regime"
ocorrerão, do Médio Oriente à Coreia do Norte, passando pela
Indonésia, e por muitos outros países. Embora as principais guerras
sejam no Médio Oriente e na Coreia do Norte, como já dissemos em
outros artigos, muitas guerras menores, e muitas outras ameaças de
guerra em todo o mundo estão planeadas de forma a forçar esses
países a ingressarem na Nova Ordem
Mundial.
Resumo
da Notícia: "O
Novo Mapa do Pentágono",
Thomas P. M. Barnett, Colégio de Guerra Naval dos EUA, Esquire
Magazine, Março de 2003, pág.
174-79, 227-29.
"A
nossa próxima guerra no Golfo marcará um ponto histórico — o
momento quando Washington tomará posse real da segurança
estratégica na era da globalização".
[pág. 174].
Poderemos
imaginar a arrogância desta afirmação? O governo de Washington
planeia "tomar posse real da segurança estratégica"
quando invade, ou ameaça invadir, países individuais! Essa soberba
afirmação revela que os líderes militares e políticos dos EUA vêm
o país literalmente como o King Kong do mundo, e todos os outros
países como macaquinhos com os quais podem fazer o que quiserem!
Vamos
parar aqui para digerir o que esse autor acaba de dizer. Usando 11/9
como desculpa, o presidente Bush usou a força militar dos EUA como
um potente aríete para nocautear os países que realmente se colocam
como obstáculos para a plena implementação da Nova
Ordem Mundial.
Sabemos que o temor do Bug
do Milénio foi criado para forçar os governos em todo o mundo -
tanto nos países ricos como nos pobres - a atualizar os seus
sistemas de informática para que todos pudessem conectar-se na
economia do vindouro sistema global.
Entretanto,
o autor Barnett identifica outras razões, não-técnicas, por que
certos países ainda estão terrivelmente atrasados em relação ao
resto do mundo na integração na Nova Ordem Mundial. As
razões são simples, mas tão profundas e entranhadas que uma
invasão, ou uma ameaça de invasão, é necessária para mudar o
regime para que líderes dispostos a cooperar e adaptáveis possam
ser instalados nesses países. Quais são esses fatores não-técnicos?
-
Ditadura repressiva por um único líder.
-
Religiões repressivas que se agarram às "tradições" a
todo custo e, desse modo, resistem aos novos paradigmas.
-
A pobreza abjeta é mencionada como uma razão para um país não
estar "conectado" ao sistema global, mas a pobreza
normalmente é consequência de uma ditadura repressiva que suga
enormes recursos da economia ou é tão repressiva que não permite
as liberdades individuais necessárias para a produção de riqueza
na economia.
-
As guerras civis também impedem os países de poderem aderir ao
"Núcleo Funcional". Assim, as tropas da União Europeia
(NATO.
R)
já estão no Congo para dar fim à guerra civil e as tropas
americanas estão a caminho da Libéria.
Destarte,
os EUA estão "a tomar posse real da segurança estratégica"
desses tipos de países. Os EUA tomaram o controlo da "segurança
estratégica" do Iraque, não é mesmo? Além disso, as forças
americanas, segundo se informa, já estão concentradas nas
fronteiras do Iraque com a Síria e o Irão, e os EUA ameaçam esses
países com a força militar que consideram necessária para tomar o
controlo da "segurança estratégica" deles também!
Usar
os EUA dessa maneira é coerente com o princípio dos espíritos-guia
iluministas enunciados inicialmente durante a Guerra Revolucionária
e nos anos seguintes. Os espíritos-guia dos Pais
Fundadores maçónicos e Rosa-cruzes
disseram-lhes que os EUA seriam estabelecidos como a "Nova
Atlântida " ocultista que gradualmente moveria todas as nações
do mundo para o sistema satânico conhecido como Nova
Ordem Mundial
[DVD Secret
Mysteries of America's Beginnings]
Assim, os EUA foram um instrumento em todas as guerras do século 20
e estão agora a agir para forçar todos os demais países do mundo a
aderirem a esse novo sistema.
Voltemos
ao livro de Barnett:
"O
potencial de um país em garantir uma resposta militar americana é
inversamente proporcional à sua conectividade na globalização."
[pág. 227].
Na
página 176, o autor coloca a questão de uma forma diferente:
"Sempre que as tropas americanas
aparecem — seja em combate, um grupo de batalha naval
aproximando-se da costa como um 'lembrete', ou uma missão de paz —
normalmente é em um local que está relativamente desconectado do
mundo, onde a globalização ainda não fincou raízes por causa de
um regime repressivo, da abjeta pobreza, ou devido à falta de um
sistema jurídico sólido. São nesses lugares que o terrorismo
global é incubado. Trace uma linha em torno desses envolvimentos
militares e você terá aquilo a que chamo de "Vão dos Países
Ainda Não Integrados".
Esses
países que não estão adequadamente "conectados" ao
sistema global económica ou politicamente deverão "garantir
uma resposta militar americana", isto é, uma invasão, ou
ameaça de invasão, e certamente uma exigência do público para uma
"mudança de regime". Esses países desconectados são
chamados de "Vão dos Países Não-Integrados" e, de
uma forma realmente arrogante e petulante, esse autor ameaça invadir
esses países. Veja:
"Assim,
onde programamos a próxima rodada de jogos distantes para as forças
armadas dos EUA? O padrão que emergiu desde o fim da Guerra Fria
sugere uma única resposta: no Vão". [pág.
174].
A
invasão americana a países como o Iraque nas Guerras do Golfo 1 e
2, com as consequentes mortes de civis e destruição da
infraestrutura é arrogantemente referida como "jogos
distantes"! Você pode começar a entender por que as
pessoas que vivem nesses países do "Vão Não-Integrado"
odeiam os EUA?
Em
seguida, o autor relaciona os países que os EUA consideram "Não
Integrados". Falando em termos genéricos, esses países
estão nas seguintes regiões: o Caribe, virtualmente toda a África,
os Balcãs, o Cáucaso, a Ásia Central, o Médio Oriente — com a
exceção de Israel — o Sudeste Asiático e grande parte do
Sudoeste Asiático. A população desses países é de dois mil
milhões de pessoas, ou um terço da humanidade.
Vejamos
agora alguns países específicos:
1.
Haiti
— Os esforços de construir um país em 1990 foram desapontadores.
Espere uma intervenção dentro de pouco tempo.
2.
Colômbia
— O país está dividido em regiões rebeldes e os esforços
realizados para solucionar o problema e unificar o país não foram
bem sucedidos.
3.
A Ex-Iugoslávia
— Agora você sabe a razão por que o presidente Clinton foi à
guerra em 1999 contra essa região. A ex-Iugoslávia não estava a
aderir ao "Núcleo Funcional"!
4.
Congo, Ruanda e Burundi
— "De dois a três milhões de mortos na década passada. O
Congo é um país agonizante — não exatamente vivo nem morto, mas
todos se aproveitam dele. E há também o problema da SIDA."
[pág. 177].
5.
Angola
— Nunca solucionou a sua guerra civil permanente (1,5 milhão de
mortos nos últimos vinte e cinco anos).
6.
África do Sul
— O único país do "Núcleo Funcional" da África, mas
agora está a descambar (Passaram a
integrar, mais tarde, os BRICS, por não aceitarem a política
Illuminati.
R). A África do Sul pode ser uma porta
de entrada para elementos rebeldes. A criminalidade e a SIDA são uma
preocupação. As políticas socialistas do ex-presidente Nelson
Mandela e a reversão da discriminação em grande parte reduziram o
funcionamento do país dentro do Núcleo.
7
. Israel — Estado Palestino
— "O terror não se
abaterá — não há uma geração na Margem Ocidental que queira
algo mais do que mais violência"
[pág. 177] "A única coisa
que mudará esse ambiente repugnante e abrirá as comportas para
mudança é se alguma potência externa intervier e fizer o papel de
Leviatã em tempo integral."
[pág. 228] O autor afirma que o Iraque foi fundamental para os EUA
fazerem o papel de Leviatã em Israel, intervindo para forçar
grandes mudanças.
Entretanto,
o problema com esse ponto de vista é que o único lado que os EUA
estão a forçar a mudar é Israel, enquanto afaga e dispensa todos
os terroristas palestinianos de fazerem qualquer mudança
significativa; na verdade, essas políticas podem somente ser
chamadas de apaziguamento do terror, garantindo assim que a maior
explosão imaginável esteja prestes a ocorrer! Mas, novamente, esse
é o plano!
8.
Arábia Saudita
— O autor observa a instabilidade da população jovem e da família
governante, mas afirma que os EUA impedirão que esse país realmente
entre em colapso. Acho altamente instrutivo que esse professor do
Colégio de Guerra Naval não mencione o arsenal
nuclear saudita que está instalado
nos mísseis táticos de fabricação chinesa, nem o fundamentalismo
islâmico extremamente militante que emana desse reino. A falta de
consideração desses fatores realmente causará surpresas
desagradáveis no momento da maior turbulência - o que
indubitavelmente envolverá a guerra de Israel com os países árabes
vizinhos!
9.
Iraque
— A invasão deste país ocorreu após a publicação do livro;
entretanto, hoje, os EUA encontram-se mais e mais comprometidos numa
guerra que não saiu conforme se esperava! O povo local odeia os
americanos; além disso, a guerrilha, com o lado iraquiano portando
armamentos cada vez mais sofisticados, parece estar no futuro
próximo. Logicamente, quando Israel iniciar a sua guerra contra os
palestinianos, sírios e egípcios, todo o Médio Oriente
provavelmente explodirá na planeada Terceira Guerra Mundial.
Mas,
de igual importância, é a morte pela contaminação pelo urânio
empobrecido, que as forças norte-americanas espalharam durante os
sete anos de guerra. O urânio empobrecido é o tipo mais importante
de arma que as Forças da Coligação usaram durante a guerra. Por
volta de 2020, O Iraque e o Afeganistão estarão virtualmente
impróprios para a vida, e as pessoas começarão a morrer a uma taxa
inacreditável. O urânio empobrecido tem o potencial de matar toda a
população de um país, ou até de uma região do globo. Para saber
os detalhes, leia os artigos sobre o urânio empobrecido na secção
Terceira
Guerra Mundial.
(Estranhamente
ninguém fala sobre o flagelo do Urânio empobrecido, não
levantando, inclusivamente, suspeitas sobre a Rússia ter
possibilidade de o utilizar nas suas munições, e envenenar
lentamente toda a população ucraniana, ou as munições fornecidas
à Ucrânia terem também urânio empobrecido. R).
Depois
que você compreender o tipo de morte que as Forças da coligação
levaram ao Iraque, ao Afeganistão e a muitos outros países do "Vão
Não-Integrado" no Médio Oriente, compreenderá o tipo de
guerra total que foi declarada contra o Islão. (Leia o artigo N2063,
"As
Tempestades de Areia: Como a Contaminação Pelo Urânio Empobrecido
Poderá Matar Populações Inteiras no Médio Oriente e na Ásia").
10.
Somália
— "O Vietname do pobre" [pág. 177].
11.
Irão
— "A contra-revolução
começou: desta vez os estudantes querem o derrube dos aiatolás. O
Irão quer amizade com os EUA, mas a ressurgência do fundamentalismo
islâmico pode ser o preço a pagar pela invasão do Iraque. Os
aiatolás apoiam o terror e o interesse deles pelas armas de
destruição em massa é real. Isso fará deles o alvo inevitável
uma vez que os problemas com o Iraque e com a Coreia do Norte
estiverem resolvidos?"
[págs. 177-9].
O
autor Barnett não tem a menor ideia do papel da profecia bíblica em
todo este cenário. Achamos difícil acreditar que os EUA realmente
conseguirão derrubar o governo islâmico fundamentalista do Irão,
que odeia Israel, e substituí-lo por um governo pró-Israel,
pró-Ocidente e liberal. Veja: o Irão (Pérsia) será uma das nações
que acompanhará a invasão liderada pela Rússia a Israel, descrita
em Ezequiel 38 e 39. Assim, o Irão agora tem exatamente o
tipo de regime contrário a Israel que precisa de ter para marchar
juntamente com a Rússia. A profecia bíblica deverá impedir a
conquista americana do Irão. (Está tudo a
confirmar-se, com a nova atitude de Putin ao invadir a Ucrânia e
estar a ficar dependente do Irão para conseguir ajuda militar, que
terá de ser paga. R).
Em
meados de 2003, logo após as forças norte-americanas tomarem o
controlo do Iraque, políticos americanos começaram a ameaçar o
Irão, dizendo: "Vocês serão
os próximos!" As forças
que tinham conquistado o Iraque poderiam ser usadas para lançar um
ataque ao Irão, afinal, dizia-se que o Irão preparava-se para
desenvolver as suas próprias armas nucleares, uma situação que era
vista como intolerável pelos líderes mundiais.
Entretanto,
após muitas ameaças, o presidente Bush discretamente dispersou as
forças militares, sem disparar um único tiro contra o Irão.
Naquele ponto, soubemos que o Ocidente nunca atacaria. Todos os
comandantes militares que recebem a incumbência de atacar um alvo
procuram acumular uma disparidade de forças contra o inimigo. Essa
disparidade era enorme em meados de 2003, e nunca mais será tão
grande. Portanto, o ataque não ocorrerá.
Além
disso, o presidente russo Putin declarou dois anos atrás que um
ataque ao Irão seria considerado um ataque à Rússia. Portanto,
tanto Israel quanto os EUA sabem que um ataque contra o Irão
dispararia uma guerra contra a Rússia. Como a Rússia possui um
sistema avançado de armamentos escalares - sabemos que os EUA e nem
Israel atacarão a Antiga Pérsia. (Tal poder
ainda não foi utilizado na guerra da Ucrânia onde a Rússia está a
mostrar a sua fraquesa no terreno. O seu “poder” será um
embuste? R.)
Por
que, então, o Ocidente tem criticado publicamente os líderes
iranianos nos últimos sete anos por causa do desenvolvimento de
armas nucleares? Publicamos um artigo sobre esse assunto e
incentivamos você a ler. O
artigo é o N2200, intitulado "Western
Intelligence Is Reporting That Russia Is Deliberating Stoking a
Propaganda Campaing Designed To Scare Iran Into The Arms of The
Russian Bear"
(não traduzido).
O
propósito verdadeiro dessa campanha incessante contra o Irão é
forçá-lo a entrar firmemente na órbita da Rússia. Assim, o
cenário previsto na profecia de Gogue e Magogue, de
Ezequiel 38-39 poderá cumprir-se.
Analise
a campanha ridícula de propaganda contra o Irão. Durante sete
longos anos, os serviços de Inteligência ocidentais e israelitas
reportaram que o Irão estava "perto de adquirir a capacidade de
desenvolver as suas próprias armas nucleares nos próximos 12-15
meses"! Aqui estamos nós, sete anos depois, e o presidente
Obama e o primeiro-ministro israelita Netanyahu repetem as mesmas
coisas que eram ditas por Bush e Ariel Sharon! Qualquer pessoa de bom
senso pode ver que é tudo uma armação e sente vontade de gritar:
"Já basta, mudem o pretexto!".
Além
disso, o Irão sofreu grandemente com vários terramotos poderosos
durante os últimos anos. Embora o livro O
Novo Mapa do Pentágono não discuta
a questão dos desastres naturais que criam as condições que
resultam em "mudança de regime", sabemos que os Illuminati
globais podem produzir terramotos com as ondas escalares. Para
convencer as pessoas que os cientistas podem causar terramotos e
vulcões usando ondas eletromagnéticas, a seguinte citação do
ex-Secretário da Defesa William Cohen é inestimável:
Num
discurso em 28 de Abril de 1997, na Universidade da Geórgia, o
secretário Cohen falou sobre "Terrorismo,
Armas de Destruição Maciça e Estratégia dos EUA",
no Foro de Políticas Sam Nunn. No
seu discurso, afirmou que os inimigos dos EUA possuíam uma
tecnologia eletromagnética que "podia alterar o clima, produzir
terramotos e vulcões remotamente"
("Cohen
Address 4/28 at Conference on Terrorism".)
Publicamos
um artigo sobre o forte terramoto que ocorreu no Irão, em Dezembro
de 2003, e o tsunami,
na Indonésia, em Dezembro de 2004:
N1992
— "O
terramoto no Irão em 26/12/2003 e o Maremoto no Sudoeste Asiático
em 26/12/2004 Contêm Assinaturas Ocultistas: Teriam Ambos Sido
Provocados Pela Tecnologia dos Armamentos HAARP e/ou Escalares?"
12.
Afeganistão
— Após observar a extrema criminalidade que predomina nesse país,
o autor observa que os EUA estarão envolvidos ali por um longo
tempo. Como já observamos anteriormente num outro artigo (N1794, não
traduzido), o Irão planeou uma contra-estratégia para derrotar os
EUA no seu plano de intervenção no Médio Oriente. Esse plano
iraniano foi chamado de "Acender Muitas Fogueiras", e
consiste de uma guerra grandemente aumentada no Afeganistão, após
os EUA estarem devidamente atolados no Iraque! Você já observou os
crescentes níveis de luta no Afeganistão nas últimas semanas?
Hoje,
a presença norte-americana está um pouco mais discreta, pois as
forças da NATO assumiram o esforço de guerra. Entretanto, a
realidade é que essa guerra corre o risco de ser perdida. O Talibã
mudou de tática, tendo aprendido muito com os seus irmãos
iraquianos insurgentes. O Talibã controla efetivamente grande parte
do Afeganistão e do vizinho Paquistão. A fronteira foi praticamente
apagada, tornando muito mais fácil para os insurgentes do Talibã
lutarem contras as forças da NATO. (Os EUA
abandonaram atabalhoadamente o Afeganistão, entregando-o aos
talibãs, deixando os seus colaboradores completamente desprotegidos.
R).
13.
Paquistão
— "Existe sempre perigo
pelo facto de possuir a bomba nuclear e, sentindo-se fraco, usá-la
no conflito com a Índia... Temendo que o Paquistão caísse nas mãos
dos muçulmanos radicais, acabamos por apoiar militares da linha-dura
em quem realmente não confiamos... Parece que o Paquistão não
controla muito o seu próprio território."
[pág. 179].
O
Paquistão está claramente sob o domínio dos extremistas muçulmanos
radicais, um grupo que trabalha em total sincronia com os militantes
que controlam o Serviço de Inteligência Paquistanês e com muitos
oficiais militares de alta patente. Se esses militantes derrubarem o
governo pró-Ocidente do Paquistão, todo o Médio Oriente poderá
incendiar-se numa guerra nuclear à escala total. Na verdade, os
muçulmanos radicais parecem estar na iminência de derrubar o
governo pró-Ocidente do Paquistão.
As
forças norte-americanas são lentamente levadas cada vez mais à
luta no Paquistão, um país no qual não deveriam estar a lutar.
Aviões não tripulados são usados diariamente contra os
"extremistas radicais" e suas famílias, de modo que
crianças inocentes são apanhadas na linha de fogo.
14.
Coreia do Norte
— A Coreia do Norte comporta-se certamente como se fosse o próximo
país a ser invadido. Entretanto, como o desempenho dos EUA foi
desapontador nas duas primeiras semanas de luta no Iraque, o Serviço
de Inteligência Russo concluiu que os EUA não poderão derrotar a
Coreia do Norte sem recorrer ao uso de armas nucleares ("Progress
of War Shows US Cannot Defeat North Korea Without Nuclear Weapons!",
Russian Intel, 3 de Abril de 2003].
Todavia,
os Illuminati
têm um plano para a Coreia do Norte representar no vindouro cenário
para preparar o caminho para o Anticristo. Qual é o plano de batalha
da Nova Ordem Mundial
para a Coreia do Norte?
"Uma
confrontação de arrepiar os cabelos na Península Coreana poderá...
ameaçar a sobrevivência humana".
[The
Armageddon Script,
pág. 223, leia
a resenha].
15.
Indonésia
— "Temores usuais sobre a
divisão do país, bem como o facto de ter a maior população
islâmica do mundo" [pág.
179]. Se você tem acompanhado a nossa secção Daily
News Updates, sabe que, por razões
desconhecidas, o governo indonésio lançou uma poderosa campanha
militar contra os terroristas militantes na região de Aceh, em 19 de
Maio de 2003. [veja a matéria "23
Killed in Indonesia's Aceh Province", publicada em 23 de Maio na
secção Daily News Update
do site Cutting Edge.].
Agora
você sabe por que o governo indonésio ordenou a invasão da
província de Aceh! Ele está a tentar levar a Indonésia para dentro
do "Núcleo Funcional" de países!
Entretanto,
a Indonésia tem sido afetada de forma muito singular por fortes
terramotos! Referencie a secção sobre terramotos na discussão
anterior sobre o Irão.
O
período de reconstrução após um forte terramoto pode ser muito
valioso para a Comunidade Internacional que deseja levar esses países
à força para o século 21. A ajuda oferecida é sempre acompanhada
por rígidos controlos financeiros e políticos, garantindo
praticamente que o país aceitará as reformas modernizadoras, mesmo
que a contragosto.
16.
Índia
— "...
sempre existe o perigo de um confronto nuclear com o Paquistão... A
Caxemira é a razão do conflito com o Paquistão e isso envolve
agora os EUA de um modo que nunca envolveu antes, devido à guerra
contra o terrorismo."
[Ibidem]. O que o autor não percebe é que o conflito na Caxemira,
que ameaça colocar a Índia e o Paquistão em guerra nuclear — com
a China na fronteira pronta para apoiar o Paquistão, tem
implicações
proféticas
dramáticas!
Como detalhamos no artigo N1602,
a estrada que permitirá o deslocamento do Exército chinês para o
Médio Oriente, cruzando o rio Eufrates, que ficará seco, em
cumprimento a Apocalipse
16:12,
passa pela secção paquistanesa da Caxemira! A Índia sabe que essa
estrada foi construída e sabe por que a China dedicou tanto tempo e
recursos para construí-la; a Índia sente-se muito ameaçada pela
proximidade dessa estrada com a sua fronteira e tenta poderosamente
tomar o controlo da região da Caxemira perto de onde passa essa
estrada, uma região que ela precisa de tomar ao Paquistão à força.
Essa
é a VERDADEIRA razão por que o conflito indo-paquistanês é tão
importante.
Esses
são os países que constituem o "Vão dos Países
Não-Integrados". Os EUA esperam claramente que, fazendo de
alguns países já visados anteriormente um exemplo, os outros
rapidamente caíam uma vez que uma ameaça pública seja feita contra
eles. O presidente da Libéria não perdeu tempo e declarou que irá
voluntariamente renunciar assim que as tropas de paz da ONU
desembarcarem no seu país. Entretanto, o ditador do Zimbabwe disse
ao presidente Bush para não "interferir" nos assuntos
internos de seu país; o Zimbabwe provavelmente precisará de ser
invadido - por razões humanitárias, é claro - para que o seu
ditador seja removido. (Não precisou de ser
“invadido” diretamente. O exército do Zimbabwe encarregou-se de
derrubar o ditador, a troco de algo. R)
O
perigo é que esse cenário subitamente dê errado no pior momento
possível, levando o mundo para uma queda livre causada por uma
Terceira Guerra Mundial. Sabemos que os Illuminati
planeiam essa guerra desde 22 de Janeiro de 1870 [leia os detalhes no
artigo N1015],
de modo que essa "nova" estratégia do Pentágono parece
condenada a fracassar e a afundar o mundo na guerra final que
produzirá o Anticristo. Logicamente, durante o curso dessa Terceira
Guerra Mundial, os Illuminati
poderão destruir muitas das nações do "Vão Não-Funcional",
que não poderão ser integradas rapidamente ao sistema mundial,
usando armas de destruição maciça. Ex-satanistas já me disseram
que mais pessoas morrerão nessa guerra, que está planeada para
durar treze semanas, ou 91 dias, do que em todas as guerras que
ocorreram no século 20 juntas. Com toda a destruição e ataques
terroristas planeados nessa conflagração global, dificilmente as
pessoas observarão que certas nações "não-funcionais"
foram simplesmente destruídas. Falaremos um pouco mais sobre isso na
nossa conclusão, a seguir.
Este
é o plano, para que os Illuminati
tenham o restante do mundo pronto para "funcionar" dentro
do sistema globalista e sem a existência de papel-moeda do Cristo
maçónico — o sistema predito em Apocalipse
13:16-18, que fala sobre a
marca da besta. (O problema é que a
Agenda Illuminati talvez não tenha contado com o novo bloco –
BRICS - que se levantou contra a sua Nova
Ordem Mundial e possa precipitar o
mundo para uma guerra não controlada por eles. R)
Conclusão
Podemos
ver claramente agora que conhecemos o "Mapa do Mundo do
Pentágono"! Percebemos os seguintes factos como verdadeiros:
1.
O presidente Clinton iniciou o seu esforço de "encurtar o vão"
com a sua guerra sem sentido contra a Jugoslávia em Março de 1999.
Assim, vemos o facto demonstrado novamente que os Illuminati
tinham essa guerra e essa estratégia já definida anos antes dos
ataques de 11/9/2001! Agradecemos a esse professor do Colégio de
Guerra Naval por tornar esse ponto extremamente claro!
2.
Embora a União Europeia tenha publicamente se oposto à invasão do
Iraque, está a tomar a iniciativa na invasão a países africanos
selecionados! Assim, podemos ver que essa campanha para "encurtar
o vão" é uma operação conjunta entre os EUA e a Europa. O
plano global da Grande Fraternidade
Branca avança, sendo executado pela
Europa e pelos EUA.
3.
Podemos ver que, a não ser que uma guerra ocorra e que atrase
esse plano (A
guerra global entre os dois blocos. R), guerras
continuarão a serem deflagradas até que os governos de todos os
países do "Vão dos Não-Integrados" sejam derrubados para
que possam ser integrados no "Núcleo Funcional" da Nova
Ordem Mundial.
4.
Como Israel foi identificado por esse autor como um país do "Núcleo
Funcional" no meio de países do "Vão dos Não-Integrados",
sabemos que os Illuminati
planeiam proteger a sobrevivência de Israel. Verdadeiramente, os EUA
parecem decididos a lutar as batalhas de Israel em favor do Estado
judaico!
Todavia,
esse autor não menciona uma estrutura de tempo, ou prazos para que
essas mudanças ocorram! Sabemos que os Illuminati
marcham de acordo com o calendário de Deus e, como indicamos em
muitos artigos anteriores, eles operam de acordo com o seu próprio
calendário desde a véspera do Ano Novo de 1999.
O
que acontecerá se alguns desses países conseguirem resistir à
estratégia iluminista de "integrá-los" no Sistema
Mundial? O que acontecerá se o calendário oculto se estiver a
aproximar e vários países não cooperarem? Acredito que os eventos
de guerra preditos nas Escrituras e ameaçados na literatura da Nova
Ordem Mundial ocorrerão. Veja:
Guerra
total
"...
uma guerra global curta, mas muito mortal, usando-se armas nucleares
contra centros populacionais seleccionados foi contemplada, e... não
foi descartada."
[Behold
a Pale Horse",
autor de Nova Era Bill Cooper, pág. 167, leia
a resenha].
"Como
um recurso nas mãos das Nações Unidas para impor as formas
exteriores de paz e dar tempo para o ensino da paz e permitir o
crescimento da boa vontade, a bomba atómica... pertence às Nações
Unidas para uso (ou simples ameaça de uso) quando uma acção
agressiva por parte de qualquer país levantar a sua horrenda
cabeça." [The
Externalization of the Hierarchy,
Alice Bailey, canalizando o espírito-guia demoníaco Mestre Djwahl
Kuhl, pág. 548].
Os
Illuminati
planeiam lançar a bomba atómica contra qualquer país que se oponha
à vontade da Fraternidade Branca
Global! Os países que não
estiverem alinhados quando o prazo oculto tiver sido atingido
correrão o risco de serem aniquilados!
Profecia
Bíblica:
"E,
havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e
vê. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre
ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos
outros; e foi-lhe dada
uma grande espada."
[Apocalipse 6:3-4].
Estamos
convencidos que essa "grande espada" representa as armas
nucleares, as pragas e, possivelmente, as armas químicas, em outras
palavras, armas de destruição maciça.
"E
mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de
fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que
venha o grande e terrível dia do SENHOR."
[Joel 2:30-31].
O
"grande e terrível dia do SENHOR" começará no
momento em que o Anticristo confirmar o seu pacto com Israel [Daniel
9:27]. Portanto, devemos esperar ver "sangue, fogo e
colunas de fumaça" no Médio Oriente antes do aparecimento
do Anticristo! Estes são tempos muito difíceis.