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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019


FENÓMENOS INEXPLICÁVEIS EM ANIMAIS

 
Em: Maio 06, 2010, 23:26:55
 
Os animais domésticos participam de muitas das associações sensíveis habituais do homem e estão frequentemente ligados ao grupo familiar por um forte afecto, não somente na direcção animal-homem, mas em ambas.

Animais demográficos
A demografia estendeu-se além do campo da antropologia, principalmente na segunda metade do século XX, voltando-se também para o estudo da demografia de animais e de plantas. Tenta explicar o comportamento das espécies em determinados ambientes.
O "Institut Métapsychique International" de Paris regista o caso, documentado com fotos, de uma gata que, na metade da gestação, perseguia um rato que se escondera atrás de um saco de farinha. A gata ia pular naquela direcção, mas a dona da casa colocou então um outro saco para que o primeiro não fosse danificado palas garras do animal. Este, apesar de tudo, não desistiu da caça e durante horas permaneceu agachado sobre uma cadeira próxima com os olhos fixos no saco vazio.

Algum tempo depois, a gata pariu e dois dos filhotes nasceram com umas manchas rosáceas sobre o fundo, mais claro, do peito. As manchas formavam algarismos nítidos formando o número 1921 e, por cima do número, três pequenas manchas. No saco vazio encontrava-se a mesma cifra e, por cima, três estrelas.

É de destacar que tal efeito dermográfico em animais, provocado sempre emocionalmente, é conhecido desde épocas remotíssimas como se pode conferir na seguinte passagem do Génesis 30: 37-39
“Jacob tomou varas verdes de álamo, de amendoeira e de plátano. Descascou-as em tiras brancas, deixando aparecer a parte branca das varas. Em seguida colocou as varas assim descascadas nos bebedouros diante do rebanho, onde as ovelhas costumavam beber água, para que os machos cobrissem as fêmeas quando fossem beber água. Os animais acasalavam diante das varas e pariam crias listradas, pintadas e malhadas”.

Portanto, na Bíblia, na época de Jacob já era conhecido este curioso efeito dermográfico, causado emocionalmente, em animais. Não existe dúvida alguma acerca da extraordinária hipersensibilidade (extraordinária conforme o padrão humano), hiperestesia da qual desfrutam quase todos os animais.

É bem conhecido o caso dos célebres cavalos de Elberfeld que "realizavam operações matemáticas": fazia-se a pergunta e eles respondiam dando patadas no chão, tantas quantas o número correspondente à solução do problema. O maravilhoso "talento" dos cavalos não passava de uma captação sensorial de sinais imperceptíveis, às vezes involuntários, dos seus donos, como demonstrou, por exemplo, uma comissão de investigadores nomeada pelo Ministério de educação e presidida pelo Dr. C. Stumpf, Director do Instituto de Psicologia da Universidade de Berlim.

Também foram realizadas experiências nas quais conseguiu ser obedecido pelos cavalos através de "ordens mentais", evidentemente acompanhadas de sinais imperceptíveis e inconscientes. (O corpo reflecte o pensamento). Há o caso de um cavalo que
era tão bom em matemática que ganhou o apelido de “Clever Hans”, ou seja, “João Esperto”. Se o seu mestre perguntasse qual era a soma de 3 mais 2, o cavalo batia 5 vezes com seu casco. Obviamente, Hans fez muito sucesso, atraiu seguidores, curiosos e muitos cientistas que pesquisavam o fenómeno. Tudo isso em 1890 e nos anos seguintes. Os cientistas testavam o cavalo quando era assistido pelo dono, van Osten, mas também sem a sua presença. Eles observavam e avaliavam o animal no palco, mas também em outras localidades. E o cavalo continuava a acertar na matemática.
 

Mas o que intrigava ainda mais os pesquisadores era o facto de que Hans não acertava quando ninguém presente sabia a resposta. E quando o cavalo não conseguia ver a pessoa que sabia a resposta, tampouco respondia corretamente. Será que Hans possuía o dom da telepatia? Alguns cientistas da época confirmaram esta tese, já que ninguém encontrava outra explicação.

Os cavalos não são os únicos animais utilizados em tais tipos de experiências. Cachorros, chimpanzés, gatos e pássaros, também foram muito empregados, com resultados igualmente satisfatórios.

Um caso ilustrativo é o da cadela Peg, de Chiari, Itália. O animal respondia às perguntas com a utilização de cartões com letras ou números. Numa oportunidade, ao ser perguntada sobre que presente gostaria de receber, a "generosa" cadela respondeu: "agradeceria se o presente fosse para a Inês". Não é preciso dizer que a cadela foi levada a buscar os cartões, não por aquele que fazia as perguntas, mas pela sua patroa, Inês, com a qual estava acostumada a captar os sinais.

Ou seja: Os animais não fazem conta alguma e também não respondem a nenhuma pergunta. Com muito treino, aliado à sua hipersensibilidade, eles vêem sinais corporais dos seus donos e treinadores (e estes podem transmitir estes sinais inconscientemente, apenas pensando nas respostas) e faz o que foi treinado para fazer. Tira-se o dono ou o treinador de perto dos animais e o Show acaba.

Animais sismólogos

São igualmente muito frequentes, em animais, os casos de captação hiperestésica (grande sensibilidade dos sentidos) de terramotos, temporais, etc.

Entre outros muitos casos recolhidos pelo Prof. Hans Bender, da Universidade de Friburgo, está o do gato Peter, de Berlim, que durante um dos primeiros bombardeamentos de Berlim durante a Segunda Guerra Mundial foi ferido por um estilhaço de vidro de uma janela. Desde então, quando se aproximava um bombardeamento, o gato manifestava o alarme com vinte minutos de antecedência com relação às sirenes da defesa civil.

Existem casos semelhantes em todas as épocas. Poderíamos citar por exemplo, o caso da cidade de Antígua, primeira capital da Guatemala, que foi destruída por um terramoto no dia 29 de Julho de 1773. Foi devido a tal catástrofe que a nova cidade foi reconstruída onde hoje existe a actual cidade de Guatemala.

Horas antes do sismo, os animais abandonaram a cidade em debandada e aqueles que se encontravam presos, romperam as correntes e fugiram a sangrar.


Na mesma região, exactamente a 18 Km da actual Guatemala, é o recente testemunho do terramoto de Fevereiro de 1976: segundo notícias da Agência EFE, na Cidade de México, os habitantes foram alertados pouco antes que a terra começasse a tremer pelos "cantos das aves de curral, pelos uivos dos cachorros, o mugir das vacas e o relinchar dos cavalos".

Cientistas japoneses verificaram que o peixe-gato, parasilurus axotus normalmente imutável, agita-se violentamente no aquário poucas horas antes de um terramoto.

No parque da cidade de Friburgo existe um monumento em homenagem a um pato que no dia 27 de Novembro de 1944,meia hora antes de um terrível bombardeamento, grasnou tão espectacularmente que as pessoas das imediações procuraram imediatamente os abrigos antiaéreos, salvando-se assim. O pato morreu durante o bombardeamento.

É muito conhecida a hiperestesia desse tipo de animais. Algumas pessoas utilizam gansos para substituir os cachorros para guardar a casa. O ganso, como também o pato, possui a vantagem sobre o cachorro de se adiantar na hora da aproximação de estranhos; e é preferido ao pato por ser mais corpulento e mais feroz, lançando-se sobre o desconhecido com asas abertas e grasnando.

Tais animais que "pressentem" terramotos não são exemplos de um "dom profético" ou dotados de faculdades extra-sensoriais visto que os animais não possuem tal faculdade, e sim, é uma captação directa do sismo por parte do animal. Tenha-se em conta que os terramotos costumam "pré-avisar" na base de um brusco aumento do campo magnético na área no qual vão se registar e frequentemente a terra cede ligeiramente.

A China foi o primeiro país a estabelecer um completo sistema de previsão de terramotos.

Numa das cidades mais atingidas por um terramoto, Tientsin, na China, em 27 de Julho de 1976, foram feitos estudos com animais do zoológico. Os sismólogos comprovaram que, pouco antes de um terramoto, os cisnes saiam repentinamente da água, o tigre da Manchúria ficava paralisado na sua jaula com os olhos vidrados e o iak tibetano sofria um colapso cardíaco.

Contudo a captação directa não é a única explicação, uma vez que em certas oportunidades, torna-se impossível admiti-la:

O gato Mulle, pelo qual a sua dona confessava ter e sentir grande carinho, dormia tranquilamente enquanto as bombas caiam sobre Berlim durante a Segunda Guerra Mundial. Quando as bombas iam cair muito próximas à casa na qual vivia, o animal, uns quinze minutos antes do alarme, começava a correr loucamente pela casa, dando mostras de grande intranquilidade. Por fim no dia 3 de Fevereiro de 1945, após "avisar" como de costume para que todos pusessem a salvo, Mulle morreu entre os escombros, uma vez que, se negou a seguir seus donos até aos abrigos.

Porém, não é extra-sensorial e sim Captação de conhecimentos extrasensoriais do homem.

Dois dados importantes - Um deles é a regularidade. O animal acertava sempre: quando permanecia tranquilo, as bombas caiam longe da casa e, quando ficava agitado, caiam perto. Sabe-se que as faculdades parapsicológicas são espontâneas e incontroláveis. Existem em nós mas não se manifestam, não se exteriorizam, frequentemente.

A dona da casa sabia parapsicologicamente, inconscientemente, o que sucederia. Tal conhecimento era tanto mais forte, "lutando" mais para passar ao consciente, quanto mais perigoso se apresentasse, ou seja, estivesse mais envolvido em emotividade. Pois bem, sabemos que os actos psíquicos, conscientes ou inconscientes, se exteriorizam através de reflexos fisiológicos. Portanto não seria difícil para o animal captar sensorialmente tal reflexo, acostumado como estava a conviver com a sua dona, que além disso, confessava, estar emotivamente ligada ao gato Mulle.

Outro ponto que nos chama a atenção é o facto de o gato ter morrido no ataque. A própria dona diz: "Não consigo entender porque o instinto que o havia pressentir com tanta exactidão o perigo, não o tenha induzido a salvar-se connosco".

Acontece que o gato nunca "pressentiu" nada; limitava-se a sentir, captar (como é lógico, sem racionalizar) a inquietude que sua dona inconscientemente exteriorizava.

Muito importante nos animais chamados “domésticos” é o factor afectivo que faz com que as consequências das suas captações sensoriais sejam muito mais acentuadas. É conhecida a inanição voluntária que chega até a morte, em animais enjaulados ou em cachorros separados dos seus donos.

Rosa Gaggero apresentou à Sociedade Protectora de Animais em Turim, um relatório acerca do cachorro Wamar. O seu proprietário, o Cap. Aviador Mário Galli, morreu em combate em 27 de Julho de 1936 em Lekenti, Abissínia. O cachorro, que tinha ficado em Turim, começou, neste mesmo dia, a apresentar sinais de grande inquietude e, agitado, cheirava o ar com intensidade. Refugiou-se no quarto do seu dono, ao pé da cama, recusando comida e bebida. Morreu de inanição, apesar das (vãs) tentativas de um veterinário. O telegrama anunciando a morte de Galli à família chegou poucos dias depois.

Também Lord Carnavon possuía um cachorro tão ligado a ele, que sofria visivelmente quando ele se ausentava por algum tempo. No dia da morte de Lord Carnavon, estando este bem longe de seu cão, na mesma hora da morte...o cachorro começou a correr pelo palácio inglês. Uivava desesperadamente e, de repente caiu morto.

A explicação para os dois casos é idêntica: por mais emotivamente que os donos estivessem ligados aos seus cachorros é impensável que não estivessem mais ligados aos seus familiares; além disso, é impensável que os últimos pensamentos do moribundo fossem dirigidos aos cachorros e não aos familiares: houve processos de sugestão telepática (S.T.) dirigida aos familiares e foi destes que os cachorros perceberam em sinais corporais.

Transferência de doenças

Por certo que os feitiços de transferência de enfermidades são muito abundantes. Procurando uma base objectiva sobre a qual fundamentar tal superstição, ocorre-nos que poderia estar nas enfermidades contagiosas: bom número delas são comuns para o homem e para o animal. Pela mentalidade primitiva do feiticeiro, “não se pode dar e ao mesmo tempo reter uma coisa, consequentemente, se transmite a sua própria enfermidade a um ser qualquer, esta o deixa”.

Os cortesãos de Jaime I, da Inglaterra, após baptizar e vestir um porquinho,  pretendiam na base de encantamentos, transferir-lhe a enfermidade do soberano. O rei morreu. A história não se preocupou em relatar-nos nada acerca do posterior “estado de saúde” do porco.
Eu, R, tive um gato muito ligado a mim que teve precisamente o mesmo problema de saúde que me assolou. Tenho uma arritmia, pelo que uso Pacemaker, e o meu gato teve o mesmo problema no coração, como que se tivesse absorvido parte da doença que me atacou, numa fase da minha vida em que entrei em depressão e o animal deve ter-se apercebido disso e passava muito tempo sobre o meu peito a ronronar. Recuperei muito bem, mas ele ficou com o seu coraçãozinho doente. Morreu de velhice.


Sugestão e veneno

As práticas são muito variadas. Vejamos a seguinte:

“Fazia-se uma bolinha de farinha embebida na urina do enfermo e era jogada fora com a esperança de que fosse comida por algum cachorro esfomeado. Se assim sucedesse, o animal ficaria doente e o paciente curado”. Não é preciso dizer que, para o doente que acreditasse em tal disparate, a sugestão estava garantida. Se o cachorro “vira-lata” ficasse doente ou não, é outro assunto, que não preocupava a ninguém investigar.

Esta crendice que envolve quase todas as “superstições mágicas” é antiquíssima. O “tratamento” recomendado por Demócrito (
Filósofo que afirmava existirem dois elementos principais para a formação de todas as coisas: o átomo e o vazio. Afirmava que os átomos são partículas indivisíveis, individuais, invariáveis, eternas e em perpetuo movimento, que diferem apenas pela forma, tamanho, posição e ordem. Os corpos são combinações de átomos ardentes, leves e esféricos. O deslocamento dos átomos em várias direções forma uma pluralidade de mundos. Entre as teorias dos filósofos gregos sobre a composição da matéria formadora do universo, o atomismo foi aquela que mais se aproximou das modernas concepções científicas), contra as picadas do escorpião era montar num asno e contar-lhe o acontecido, sussurrando ao seu ouvido. Os efeitos, pretendia-se, passavam por completo ao pobre animal.

Um missionário, o Pde. Trilles, presenciou uma cerimónia de “transferência terapêutica” realizada por um feiticeiro da tribo “fang”. Nela houve de tudo para provocar a sugestão do enfermo: cânticos, rezas, danças até ao esgotamento, “passes magnéticos”, etc. Finalmente, o enfermo acalma-se aos poucos, após suar em abundância, adormece calmamente, “enquanto o animal estremece, geme e cai por terra, e muitas vezes, morre agitado por estremecimentos convulsivos...Neste caso, geralmente usam um cabrito e mais frequentemente um cachorro de estimação do enfermo. Para impressionar favoravelmente o enfermo (sugestão), o animal ou a árvore sacrificados podiam ser envenenados anteriormente com uma droga de efeito progressivo.

O caso é que a crença na possibilidade de “enfeitiçar” (para matar, fazer adoecer ou curar) aos animais, subsiste ainda nos nossos dias. Inclusive, nos meios mais sofisticados é possível encontrar “relíquias” de tais ideias supersticiosas: em Inglaterra, os cavalos que puxam as carruagens mais aristocráticas levam certos adornos de couro, cuja finalidade primitiva era neutralizar o efeito dos “maus olhados”; até pouco tempo pensava-se que os animais eram susceptíveis de sofrer de “má vontade” por parte das pessoas que tivessem inveja dos donos.  

Fonte:Fenómenos sobrenaturais
 
(Sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990. Fotos da Net))
 
R.






 

 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019


10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO ATRAVÉS DA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Infelizmente a maioria das pessoas ignoram as armadilhas do maligno através do único poder que Deus lhe permite ter, o domínio dos ares. O domínio dos ares abarca tudo o que se passa na atmosfera terrestre relacionado principalmente com a propagação das ondas hertzianas e outras vibrações por onde se possa estabelecer uma comunicação. Quer isto dizer que tudo aquilo que ouvimos pelos meios de comunicação social pode ser manipulado e influenciado pelo príncipe dos ares. Não é por acaso que praticamente tudo, tudo o que vemos e ouvimos pelos meios de difusão (rádio, TV e Internet) só focam a violência e a degradação em que o ser humano está mergulhado. Ultimamente, com a libertação gradual dos “demónios” que vêm-se espalhando pela superfície da Terra, os fenómenos de violência aumentaram geometricamente e está um caos. No Continente africano são cometidos genocídios diários, sob o olhar complacente das nações mais evoluídas e ricas que só pensam no lucro e na riqueza. O planeta está à beira do colapso, mas as elites egoístas, que beneficiam da sua exploração, só pensam no lucro e riqueza no presente e os outros que vierem a seguir que se amanhem. A Violência está a espalhar-se por todo o Globo porque o ser humano está completamente dominado pelos meios de comunicação social que o arrastam para determinadas posições que o arrastam para o previsto no Apocalipse Bíblico. Nos cinemas e Televisão só aparecem filmes do fim do mundo, Zômbis, vampiros, assassinos em série, violência e mais violência, e as novas gerações com os jogos da Internet onde o prémio final só se consegue depois de matarem uma série infinda de outros seres humanos e demónios, acabam por tornar as crianças completamente insensíveis às mortes, violência e genocídios ao vivo que se passam na vida real.

E como vem previsto, também na Bíblia, a única hipótese de conseguirem a paz e uma segurança relativa, é a armadilha que lhes é estendida através da comunicação social, que irá dar origem aos Principados e Potestades de que fala a Bíblia. O domínio total sobre a humanidade que será escravizada.


R.


O linguista norte-americano Noam Chomsky elaborou uma lista das “10 estratégias de manipulação” através da Imprensa.

“A população geral não sabe o que está a acontecer, e nem sequer sabem que não sabem”


 
1-    A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO:


O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de se interessar pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais” (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”). 

 

2-    CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER "SOLUÇÕES":


Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise económica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
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      3-    A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO:


Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconómicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

 
 

4-    A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO: 

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento. 
 

5-    DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE:

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar o espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizado. Por quê? Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.
 

6-    UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO: 

Fazer uso do aspeto emocional é uma técnica clássica para causar um curto-circuito na análise racional, e por fim ao sentido crítico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos (ver: Subliminar ou Simbolismo?).
 

7-    MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE:


Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão. A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores. 
 

8-    ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE:

Promover o público a achar que é moda o facto de ser estúpido, vulgar e inculto.
 

9-    REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE:


Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades, ou dos seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema económico, o individuo auto desvalida-se e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

David Icke fala como isso nos torna iguais, se não piores, que as ovelhas, que apenas seguem e não sabem porquê:

 

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM:


No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo se conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
 

“A mídia é a entidade mais poderosa na Terra. Eles têm o poder de fazer o inocente ser culpado, e o culpado de ser inocente, isso é poder porque eles controlam as mentes das massas.”


 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019


MISTÉRIOS DA CRIAÇÃO

 
Uma amiga questionou-me sobre umas dúvidas apresentadas por uma das intervenientes que esteve enredada numa “seita” pseudocristã que interpretava a Bíblia a seu modo, e nas suas curtas leituras da Bíblia não conseguia contextualizar o que lia. No Génesis 1, por exemplo, ficou com grandes dúvidas sobre a veracidade da Criação do nosso mundo em sete dias.
 
Espero que assim fiquem mais elucidados sobre os mistérios da Criação e compreendam melhor o que vou escrevendo sobre este tema tão controverso e difícil de abarcar por quem não tenha ainda “acordado”.
 
O NADA vem do NADA, portanto algo criou o mundo. Consideramos esse “algo” como a Entidade que TUDO criou, a quem damos milhares de nomes, conforme as culturas de cada um. Uma lenda muito antiga diz que quando a humanidade descobrir todos os nomes de Deus o Mundo acaba.
 
Eu, na sinopse que fiz e publiquei no princípio do meu Blogue separo a criação do Mundo, e da humanidade, da “criação” DESTE ciclo humano. Salientei bem que Deus moldou o Homem como, aliás, vem na própria Bíblia. O Homem que originou a humanidade actual, o Homo Sapiens, foi feito e moldado, e não criado como foram todos os seres vivos, entre os quais até pode ter-se originado a linhagem pré-humana que não teve entrada no Éden, mas estava lá nas regiões limítrofes.

Lembrem-se desta citação de Jesus Cristo, pois é preciso ter a mente aberta para aceitar o que está ao alcance dos nossos olhos: "Reconheça o que está ao alcance dos seus olhos, e o que está oculto tornar-se-á claro para você"

 
A CRIAÇÃO:

"No princípio criou Deus os céus e a terra.
Era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo.
O espírito de Deus movia-se sobre a face das águas.
E disse Deus: Haja luz e houve luz.
E viu Deus que era boa a luz e fez separação entre luz e trevas.
E Deus chamou à luz Dia e às trevas chamou noite.
E foi a tarde e a manhã do dia primeiro"



Eu também tive muitas dúvidas a princípio, quando comecei a ler a Bíblia sem uma orientação.

Há várias formas de a ler e aprendi imediatamente que se a lermos como um romance ou procurarmos uma interpretação literal do que ali vem escrito, ficamos completamente baralhados e nada compreendemos, bem como se procurarmos outro tipo de interpretação como a esotérica ou cabalista. O que “senti” é que a Teologia, criada à medida do Homem, consegue dar uma explicação a tudo, se bem que um bocado “rebuscada”. A interpretação teológica da Bíblia, vai sempre ao encontro do que a Igreja (que se impôs pela força) pensa, dentro dos parâmetros que estabeleceu quando escolheu os Evangelhos que deveriam constar no Livro Sagrado dos Cristãos.

No entanto a Bíblia, mesmo assim, é um livro vivo e por cada vez que a lemos encontramos novo significado e avançamos um pouco mais na sua compreensão, mas é preciso lê-la toda, porque o complemento de alguns factos encontra-se noutros livros, como por exemplo, alguns factos do Génesis têm continuidade no livro de Jeremias ou Ezequiel, ou até no Novo Testamento em Coríntios. A Bíblia só é compreendida por quem se humilha perante Deus e pede a sua interpretação e ai dos "intelectuais" que pretendem interpretar por conta própria. Está escrito que Ele revela aos pequeninos aquilo que Ele veda aos sábios. (1- Coríntios, 19-20).

O primeiro capítulo do Génesis não pode ser lido como um manual de ciências naturais. O Génesis foi escrito como um veículo de verdades morais e espirituais. Não podemos chegar a conclusões científicas sobre a criação do mundo a partir desta literatura mítica ou forma de género literário. Cada género literário tem regras diferentes de interpretação do respectivo sentido.

Procurei muito, li muito sobre outras filosofias e religiões, e descobri que as descobertas da ciência quanto à origem do homem até têm cabimento na narração bíblica.

Resumindo: A Bíblia narra o surgimento desta humanidade e seu percurso, o que quer dizer que ficou espaço para outras humanidades mais antigas. A evolução caminha em espiral, pelo que os ciclos de vida repetem-se mas não é semelhante. Cada novo ciclo está num patamar mais elevado, como numa mola helicoidal. Cada espiral da mola, repete o mesmo percurso em círculo, mas mais acima.

Cada nova espiral representa um ciclo de vida, uma nova humanidade e todos os seres vivos que a acompanham.



Pelo que nos diz a ciência, os estudos arqueológicos e a antropologia, há vestígios de civilizações anteriores ao aparecimento de Adão, bem como de uma fauna e flora diferentes, como os dinossauros e outros, mas o ciclo de vida da nova humanidade, depois de destruída e extinta a velha, começa com Adão (o novo Homem). E a Bíblia narra o início, o meio e o fim desse ciclo.

A velha humanidade, no patamar inferior da espiral de vida, autodestruiu-se como o está a fazer a humanidade actual. Deus está novamente desiludido com o homem, que criou e a quem deu o livre-arbítrio na evolução, e não será a primeira vez que o eliminará e criará outra humanidade para iniciar outra caminhada pela vida e a quem dará o poder sobre a Terra.

Creio que a humanidade que errou e foi extinta na carne, permanece pelo espírito na Terra, só que sem poder sobre ela, poder esse que foi dado à nova humanidade. E isso cria conflitos. Os espíritos da velha humanidade, o joio que foi separado e condenado a vaguear pela Terra e acompanhar a evolução dos novos "donos", todos aqueles que se aliaram aos anjos caídos e são seguidores de Lucifer, o anjo que se revoltou contra Deus, conhecidos como demónios e de quem tanto fala Jesus no Novo Testamento, tudo fazem para que o Homem fracasse na realização do plano que Deus tem para ele.

Quanto mais se elevar a nova humanidade mais para trás ficarão esses espíritos imundos e mais próximo estará o seu julgamento final e condenação. Porque Deus pô-los na prisão, de quarentena, e quando chegar a altura serão condenados.

Muitos estudiosos da Bíblia e teólogos acreditam que esses demónios presos serão libertados, conforme a pena a cumprir, durante a Grande Tribulação mencionada em Apocalipse 9, pelo que sabemos que muitos deles estão agora a vagar pela Terra sob o domínio de Satanás (Apocalipse 12: 7-9 ).

Se procurarem bem, verão que está implícito no Livro Sagrado dos Cristãos que essa quarentena seria de um determinado número de anos (não tenho a certeza absoluta de quantos. Mas qualquer teólogo deve saber) e que, conforme as profecias do Apocalipse, estará muito próximo ou mesmo já na altura de alguns anjos caídos poderem ter acesso ao mundo visível do ser humano de hoje, o que poderá explicar os fenómenos cada vez mais numerosos de crueldades e ritos satanistas e completa dissolução de costumes num prenúncio do juízo final.

No entanto, para sossego de muitos, o Inferno não foi criado para os Homens. Jesus afirma claramente que o inferno não foi originalmente destinado a ser a morada dos seres humanos. Em Mateus 25:41b Jesus diz que ”o fogo eterno está preparado para o diabo e seus anjos“.

Ninguém precisa de ir para o inferno. Todos têm uma escolha. Deus nunca põe alguém no inferno … eles colocam-se lá pela rejeição do Filho Único de Deus (João 3:18). Jesus morreu por todos aqueles que colocariam a sua confiança Nele e promete libertá-los do lago de fogo (João 3:16).

Portanto, tentarei interpretar este pequeno texto:


No princípio criou Deus os céus e a terra. Não há dúvidas sobre isto.

Era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo. Lógico. Depois da destruição do planeta a Terra ficou informe, sem nada, e as trevas sobre a face do abismo será o espaço sideral. Um pedaço de rocha informe a vaguear no abismo sem fundo do espaço.

O espírito de Deus movia-se sobre a face das águas. Na rocha informe, devido ao frio glacial do espaço sideral, existia uma forte névoa de gelo condensado, como os meteoros errantes pelo espaço. Uma nuvem, que os antigos davam o nome de espírito de Deus nas suas crónicas.
E disse Deus: Haja luz e houve luz. Esta luz não é a luz do Sol, mas o "haja luz", em vários contextos, significa "saber", o princípio básico que permite criar algo.

E viu Deus que era boa a luz e fez separação entre luz e trevas. O narrador, da época, para dizer que o conceito "haja luz" é o certo e melhor decisão para encetar uma tarefa, pois sem conhecimento não é possível fazer nada, fala que Deus viu "que era boa" e que fez a "separação" entre a luz e as "trevas" que não é mais do que a separação entre o conhecimento, o saber, e a ignorância ou falta de luz. Um plano de execução baseado no saber e no conhecimento.

E Deus chamou à luz Dia e às trevas chamou noite. Seria preciso identificar os dois conceitos. Ficou estabelecido que luz seria também conhecida como dia, e trevas como noite. Mais para a frente compreender-se-á a importância destas designações.
E foi a tarde e a manhã do dia primeiro". Esta afirmação não pode ser interpretada como um dia de 24 horas. Este "dia primeiro" é a primeira fase da criação e corresponde a milhares de anos de evolução na modelação do pedaço de rocha seguindo um plano bem estipulado. Agora falta o resto para compreendermos melhor : Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. Toda a rocha, a ser modelada, cheia de humidade, era uma mistura de vapor de água com tal concentração que inundava as baixas com água líquida, mas essa concentração não era o suficiente (ou não estavam reunidas as condições) para cair em forma de chuva. Não havia chuva.
E fez Deus a expansão, e fez a separação entre as águas que estavam de baixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão. A expansão que Deus fez foi a criação da atmosfera e separação da água líquida (charcos, mares, rios) da água vaporizada (nuvens). Foi a limpeza do Globo informe (movimento de rotação da rocha, para culminar na maravilha que se tornou a (re)construção do planeta destruído). A essa expansão deu o nome de Céus. Esta separação das águas e aparecimento das nuvens e atmosfera límpida (o céu) são consequência da gravidade proporcionada pelo movimento de rotação da Terra.

Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca. E assim foi. Foi a criação dos continentes (ou um continente, a que os estudiosos de hoje chamam Pangeia, que acabou de se separar pela deriva das placas teutónicas dando origem aos continentes actuais) e dos oceanos.

 

Depois seguiu-se a criação dos luminares ou luzeiros e do homem (o ponto fulcral de toda a criação, já depois de haver chuva e o barro poder ser moldado) e dos demais seres vivos e flora, com os respectivos ciclos reprodutivos. O luminar a que chamamos Sol para o Dia e as estrelas para a noite.

E façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Com certeza que não se trata de uma semelhança física mas sim no espírito, nos atributos, e possibilidade de evolução até à perfeição.

Quanto aos sete dias da criação, é poesia, e não pode ser entendido literalmente. Cada dia, representa uma fase de execução do plano da criação, e deveria corresponder a milhares de anos, para que tudo se processasse naturalmente e sabiamente.

Toda esta narrativa da Bíblia vem de recolhas das tradições orais dos povos da altura, desde 2000 a 1500 antes de Cristo, o que, como sabemos, torna muito difícil descodificar as lendas e factos concretos.

É a minha opinião.

 
R.