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terça-feira, 17 de julho de 2018


MIGRANTES OU REFUGIADOS
(Sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990).

O ser humano migrou sempre para procurar uma vida melhor. Só assim se compreende que tenha ocupado todo o globo.

Embora os fluxos migratórios fossem alterados e assumissem proporções diferentes o objectivo era sempre o mesmo: Procurar uma vida melhor.

 
Nas regiões de origem o excesso de população passou a ser um grande problema, não só pela falta de recursos, má gestão, muita corrupção e guerras constantes, ocupações arbitrárias onde imperava a lei do mais forte, provocando a fuga das populações para zonas mais pacíficas, havendo sempre o problema semântico de serem considerados REFUGIADOS ou MIGRANTES, pelas populações que eram obrigadas a acolhê-los.

A América, por exemplo, foi um destino eleito pelos europeus, incluindo os portugueses, especialmente até aos anos 60 do Séc. XX. Devido a isso, a Europa, outrora grande exportadora de migrantes (refugiados perseguidos e maltratados nos seus países de origem, vivendo na miséria) para a América e dotada de elevada taxa de natalidade, debate-se agora com sérios problemas demográficos.

Um dos desafios decisivos que a nova Europa defronta é a relação com o norte de África e as migrações crescentes que vêem dali. Um influxo de “migrantes” com a dimensão que se está a verificar, torna impossível de se harmonizarem culturas, leis, costumes, modas e crenças distintas, em tempo útil, que prefiguram mentalidades e modos de vida potencialmente conflituantes.

No jornalismo actual “politicamente correcto” o termo Migrante designa indistintamente “deslocados de guerra” e “Imigrantes”.

A Europa, a Comunidade Europeia, tem-se mostrado esquecida das suas referências históricas, e do passado recente, e adormecida para uma realidade que desde 2006 parecia iminente, porque o conceito de Europa foi-se aperfeiçoando desde o Império Romano e a influência dos bárbaros que deram origem à pluralidade que é agora a característica principal da Europa e ajudaram a definir as suas fronteiras abrangendo o actual Norte da Europa, que não fazia parte do Império Romano e retirando-lhe o Oriente. A conversão ao Cristianismo contribuiu decisivamente para a unificação da Europa na Idade Média. Mais tarde os Árabes quebraram a unidade política e religiosa do Mediterrâneo e empurraram o Cristianismo para o Norte.

É natural que se goste mais das fantasias do futuro do que da História do passado e se não somos capazes de recordar os erros do passado estamos condenados a repeti-los.
 

A tentativa de implantação de sociedades “multiculturais” em França, Grã-Bretanha e Holanda não tiveram êxito. Antes pelo contrário. Deram origem a guetos, fechados em si mesmos, geradores de tensões sociais. A maioria dos “refugiados” ou “imigrantes” preferiu manter-se alheia ao tipo de humanidade individual e social dos povos ocidentais. Os inquéritos realizados nos EUA e na Europa revelaram que os descendentes dos imigrantes permanecem alheios aos valores culturais dos países que os acolheram e os novos “migrantes”, fugidos das guerras genocidas que, por questões religiosas, não devem ser consideradas como um valor absoluto e soberano, recusam o auxílio da Cruz Vermelha por terem uma cruz impressa nas embalagens.

Só uma cultura estática que não contribuiu para a criatividade e o desenvolvimento espiritual-social, desenvolve este princípio de defesa de pretensos valores exclusivos elevados, mas que na prática revelam descrédito do valor da Vida e desprezo pelo Espírito. Para o nível de desenvolvimento dessas culturas que agora estão a inundar a Europa, o conceito de integração na unidade básica de valores de interesses e valores da cultura que lhes dá abrigo, neste caso a Europa, não existe nem é aceite. O abandono de hábitos herdados do passado, inculcados, suportados e controlados por redes institucionais que não se conciliam nem estão em conformidade com o novo sistema de normas estabelecidas e as necessidades agora sentidas, tendo como resultado o progresso evolutivo.

Assim, sob a aparência de uma solução fácil e bem conseguida (na fantasia do multiculturismo), as maneiras radicalmente distintas de encarar a vida e o mundo, com mentalidades em diferentes estádios de evolução, e coexistindo em ambiente de expectativa e de ameaçadora desagregação, podem produzir reacções inesperadas e premeditadas ou, então, servir para a divulgação de uma teocracia político-religiosa em nome do respeito pelas religiões e culturas.

Ou seja: esta realidade é um dos mais inquietantes problemas de alguns dos 27+1 Estados da União Europeia. A Europa, espiritualmente desvertebrada e com um grave deficit demográfico, pode ficar refém dos fluxos migratórios. Desde que, em 2000, a base dos valores primordiais europeus definidos no tratado de Nice privilegiou o ponto de vista dos direitos humanos e da utopia internacionalista, a Europa ficou “aberta” a tudo. Como está a ser “ocupada” por culturas extremistas mais viradas para a “ocupação” e “imposição” dos seus valores do que o “respeito” das culturas que lhes dão guarida, pode-se deduzir facilmente que, em termos de probalidades, esta solução de acolhimento indiscriminado pode ser um mau negócio.

Esse “acolhimento” não se pode limitar a uma óptica de mera assistência de consolação ou para resolver situações negativas pontuais ou servir para iludir as responsabilidades associadas a dramas individuais ou colectivos.

Segundos as Leis internacionais (direito Internacional) um REFUGIADO não deve ser expulso ou devolvido a situações onde a sua vida e liberdade possam estar ameaçadas, enquanto que os MIGRANTES, com leis próprias e processos de imigração, já são considerados por Leis nacionais, porque se trata de um problema social e de responsabilidade individual porque não enfrentam nenhum risco de voltar à sua terra natal.

 

O desafio será então o de discernir, de separar o essencial que deve ser defendido intransigentemente do acessório constituído simplesmente por outras formas de ver.

 


 

sábado, 14 de julho de 2018


DO HOMEM MATERIAL PARA O HOMEM ESPIRITUAL

No princípio o modo de vida do ser humano identificava-se com o ambiente. Tinha de explorar os recursos existentes pela força bruta e por tentativas e erros. Com o desenvolvimento do conhecimento e memória dos factos, foi ordenando as condições e métodos para subsistir. Tal como todos os outros seres vivos, os humanos iam-se adaptando às condições ecológicas e climatéricas, criando novas condições para sobreviver. A vantagem do Ser humano era, e é, a capacidade do seu cérebro privilegiado “portar” aquele Dom tão importante, a inteligência.

Aos poucos ia mudando as condições para melhorar a sua vida, interferindo directamente no fenómeno natural da evolução sem ficar completamente estático na “onda” de vida natural, como fazem todos os seres vivos. O ser humano, o ser “sapiente” que o Senhor criou neste mundo conhecido foi manipulando as condições de suporte da evolução da vida tendo em conta os seus interesses e “comodidades”. Se a sua personalidade ia mudando conforme essas condições, a “natureza humana” ia permanecendo, sempre, no decurso dessas mudanças e o sistema sociocultural ia-se identificando com tudo aquilo que ia produzindo e preservado para utilização futura.

Logo que se apercebeu, ou tomou consciência, do modo de vida tão elementar que levava, o ser humano faz uso da inteligência de que é dotado para inovar e conviver de outra maneira com o mundo material.

Como é lógico, preparou tudo à sua medida e dentro dos parâmetros conhecidos da vida na matéria. A Sociedade (o convívio tribal ou grupal) deixou de ser um elemento cultural, com outras regras diferentes da orientação da pura evolução biológica das outras espécies vivas. A partir daquele momento o ser humano começa a ser orientado pelo esforço do Espírito. Consegue autonomizar-se em relação aos condicionalismos materiais do passado. Podemos dizer que a ausência de cultura é de natureza espiritual e intelectual (parceria entre o Corpo Físico e o Espírito na formação do indivíduo). Ou seja, a Civilização poderá ter uma origem predominantemente emocional e afectiva.

Ora, este corte entre a tradição e vida natural com a vida cultural mais intelectual, que veio contrariar algumas regras existentes, deu origem aos mitos da Antiguidade sobre o “pecado original” ou um “castigo” e possibilidade de destruição final da humanidade.

As relações conflituosas daí advindas acabaram por impor a necessidade de regras e códigos de conduta. Como é regra, qualquer tipo de evolução não se faz simultaneamente, mas por grupos, sendo os mais afoitos os primeiros, seguidos posteriormente pelos restantes que vão beneficiando gradualmente dos meios ideais que os pioneiros foram desenvolvendo ao longo dos séculos. Foi sempre assim.

Da vida nómada, sempre em movimento, caçando e sempre dependentes do que a natureza lhes proporcionava aleatoriamente, e a descoberta de que podiam explorar os campos semeando, passaram a ter uma vida mais sedentária e com tempo para se dedicarem a actividades de lazer. Aquela vida simples em que uns caçavam e outros colectavam plantas e frutos para providenciar a sua sobrevivência em grupo, passou a complicar-se com o fenómeno da “especialização” quando descobriram que em vez de estarem à mercê da natureza (Frutos e sementes encontrados espontaneamente e o perigo da caça de animais ferozes) podiam cultivar o terreno, semear e fazer multiplicar as suas sementes e frutos e inclusivamente criarem animais para a sua alimentação, fixando-se ao terreno em vez de vaguearem sem destino.

Nessa época, era preciso manter o povo unido e temente aos deuses e natureza, porque não sabiam como se processavam os fenómenos naturais, aparecendo a profissão de sacerdote religioso (mais feiticeiro ou mágico) para se sentirem protegidos e mais seguros (uma questão de fé).  Era necessário, por exemplo quem cuidasse dos campos, os profissionais que se dedicassem à agricultura, de grande importância para a tribo ou comunidade. Outros dedicavam-se à caça e pela natureza mais perigosa da profissão, engrossavam as fileiras dos “guerreiros” cuja missão seria defender a comunidade das agressões externas de outros grupos que preferiam roubar a produzir. O chefe da comunidade passou a ser o coordenador de todas as actividades jurídicas e de bom convívio entre todos, traçando as regras, e por aí adiante até às inúmeras “profissões” conhecidas da sociedade humana. Ou seja: da vida simples que tinha o ser humano foi criando condições cada vez mais complicadas para a comunidade e, como seria de esperar, criando os privilegiados, os açambarcadores, os ricos, que se aperceberam que podiam ter uma vida mais confortável a explorar o próximo do que a trabalhar e a produzir “de facto”.

O primeiro choque que a humanidade atravessou e criou grandes mudanças foi com a chamada revolução industrial que teve, como consequência o urbanismo, tecnologia e necessidade do trabalho especializado o que implicou novas normas de conduta e de comportamento.

O êxodo de indivíduos do campo para a cidade, com uma visão rural da existência para uma concepção de vida urbana, com um ambiente mais complexo, gerou reacções instintivas agressivas. Esta nova ordem de relação que se foi formando impôs códigos de comportamento cada vez mais elaborados para promover a transmutação daqueles impulsos agressivos.

 
A estruturação social passou a proteger o grupo em vez do indivíduo ou espécie. O indivíduo teve que se associar em classes profissionais (artesãos) para ter estabilidade e se proteger. Mas nem todos foram capazes de acompanhar estas transmutações e ultrapassar as diversas crises da integração no novo sistema de vida, motivo porque muitos viviam organizados segundo os modernos padrões superiores da existência mas que continuavam suspensos das suas próprias limitações, não havendo sequer uma religião que lhes valesse ou os compensasse. É o que acontece hoje com os chamados povos do terceiro mundo. Procuram organizar-se segundo os padrões mais avançados da civilização, mas permanecem, na prática, mergulhados no mundo ancestral, autenticamente aprisionados porque não lhes proporcionam a educação necessária para poderem evoluir.

O segundo choque em grande escala, está em atravessar, na actualidade, para o mundo dos Serviços, em que o domínio que já esteve nas mãos dos donos da terra e passou para os sindicatos e lutas sociais entre classes de trabalhadores, tem agora como dominantes os patrões da alta finança mais precisamente os intermediários. Os donos da terra, os donos das indústrias transformadoras e as corporações que exploram as riquezas minerais do planeta, os trabalhadores que produzem, já não têm poder nenhum. O poder hoje está no intermediário que compra ao produtor e vende ao consumidor, intermediários esses que sem meios próprios precisam do financiamento da Banca e daqueles que “fabricam” o dinheiro e manipulam a economia.

Com estas mutações no percurso, era necessária uma crença, uma religião que os orientasse na formação das novas sociedades. Não havia experiência e nada que se pudesse apoiar em algo sólido. Tudo era novo, as convulsões não eram premeditadas, surgiam por ondas desconhecidas e  teriam de acreditar em algo de Divino para poderem implementar os códigos de conduta e comportamento sem resistência das classes ignorantes.

Como esta transmutação começou logo nos primórdios das primeiras civilizações conhecidas na Terra, não se sabe ao certo se existiram civilizações avançadas que deixaram o seu legado para a humanidade actual. Mas se isso aconteceu, essas civilizações também tiveram um início e “alguém” os ensinou.

 
   


Há inúmeros “Livros Sagrados” que serviram como guia para muitas culturas na Terra, mas o mais conhecido no nosso mundo ocidental, pelo seu conteúdo tão importante para orientação da humanidade, é a Bíblia.

A BÍBLIA, o Livro Sagrado dos Cristãos, divide-se em duas partes distintas mas que se complementam harmoniosamente. A Primeira Parte que conhecemos como o Antigo Testamento abrange tudo o que diz respeito à vida material na Terra e estabelece as normas de conduta (guiadas para um lugar) e as normas de comportamento (modo de comportar-se, sofrer, suportar, proceder) e organização duma sociedade.

Vem lá tudo o que o Homem deve saber para conviver em sociedade e poder ultrapassar as suas fraquezas e inadaptação às situações concretas. Ainda hoje, neste mundo “ultramoderno” do Séc. XXI, pode considerar-se como um “Manual de Instruções” actualizado. A sua leitura ajuda aqueles que não foram capazes de se adaptar às novas mutações nas condições de vida e consola todos aqueles que precisam de reflectir e relaxar ao atravessarem estas mutações que são cada vez mais rápidas.

A Segunda Parte, conhecida como o Novo Testamento, é dedicada ao Espírito e à vida espiritual. O ser humano já ultrapassou os problemas de subsistência materiais e iniciou a sua vida espiritual que descobriu ser muito mais importante para a sua evolução. Descobriu que é um Espírito com um Corpo Físico e não um Corpo Físico com um Espírito. Descobriu que a sua individualidade veio do Espírito que foi implantado no seu Corpo Físico para o vivificar, dando origem à Alma – o Indivíduo. E descobriu que a sua Alma é imortal e continuará a evoluir, deixando para trás os “corpos”, ou vestimentas passageiras, que vai utilizando nos vários ambientes dos planos dimensionais que atravessará até à fusão com o Espírito que a acompanha, aquele átomo do Espírito de Deus (Santo) que lhe deu a vida para cumprir a sua jornada.

 
  
Desde aquele momento em que o Homem obteve a consciência do seu EU, nada mais foi deixado ao acaso. Foi só a partir deste momento que ele pode começar a exercer o livre arbítrio e a iniciar o desenvolvimento dos seus poderes espirituais, que o ser “espiritualizado” (acordado) cultiva diariamente conforme se torna cada vez mais consciente de que a vida divina está contida em tudo, pequeno ou grande.

Sabe que tudo o que fizer a outrem a si o faz. Cedo ou tarde receberá o retorno, pelo que terá de saber dominar-se para ter liberdade. Pitágoras - Filósofo e ocultista Grego – disse que “não é livre nenhum homem que não possa dominar-se a si mesmo”. E devemos ter sempre presente que, o egoísmo, a intolerância e o ódio são a causa da desgraça da humanidade e, consequentemente, do retardamento da evolução. O egoísmo procura obter o seu próprio conforto sobre o plano material e o próprio engrandecimento diante do público. O autoconfiante, todavia, procura ser completo e forte, de tal modo que possa enriquecer o todo para o bem de todos.

O aspirante à vida superior seguindo o chamamento do espírito reconhece não haver caminho real para a obtenção, pois cada qual, por si mesmo, é que deve achar o caminho da paz. Aquele que for persistente desenvolve o seu eu superior e o auto-sacrifício abre o caminho para um avanço ainda maior no plano espiritual. O espírito adormecido dentro de nós, despertará finalmente.

A fusão da Alma com o Espírito que sempre a acompanhou desde que nasceu no plano dimensional mais denso – na Terra – permitirá chegar finalmente à presença do Pai, o Criador dos Universos. Isto em termos genéricos, porque não há regras sem excepções e o desenvolvimento do Homem mal começou e só terá acesso aos mistérios mais elevados conforme se vai desenvolvendo, pelo que ninguém (no nosso plano dimensional) sabe detalhes do percurso até completar a jornada da Vida.

 

quinta-feira, 12 de julho de 2018


Maneiras de detectar uma mentira

Um bocado de psicologia.

Há muitos mais indícios que revelam quando alguém está a mentir. Mas estes cinco são o suficiente para quem quer começar…

Tudo se resume no seguinte: quando o comportamento passa a ser antinatural ou diferente do normal há algo que não está bem e a nossa inteligência intuitiva, aquela que vem do saber universal e está conectada com o Espírito Universal de Deus, sente essa diferença na harmonia, pelo que aqueles que "acordaram" se apercebem logo disso. E quanto mais se concentrarem e desenvolverem essa conexão, mais "sensíveis" se tornam na captação das vibrações do nosso mundo que sofrem distorções.

 
5 maneiras de detectar uma mentira

 Por Heverton Paulo


(Tradução minha para português de Portugal, sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990, sem alterar o sentido do texto. R)

 
Existe um ditado que afirma que “uma mentira pode dar a volta ao mundo sete vezes antes que a verdade tenha tempo de vestir as calças”. Analisando bem esta máxima, percebe-se que nada retrata tão bem como são tratadas as “meias-verdades” na nossa sociedade.

De pequenas mentirinhas contadas por pessoas próximas até grande inverdades espalhadas em massa, o acto de mentir parece ter acompanhado a humanidade desde os primórdios dela. Podemos mentir para nos defender, para defender uma outra pessoa, ou simplesmente por pura ‘malandragem’. E quando o alvo das mentiras somos nós, é quando “a coisa fica complicada”.

E foi pensando nisso que o Ultra Curioso resolveu  mostrar-lhe 5 maneiras de perceber uma mentira, formas de identificar pequenos e subtis sinais que provam que a pessoa não está a ser nada sincera com você no relato dela.
 
1. Mãos escondidas

Se a pessoa dá toques no nariz, cobre a boca com as mãos, escondê-as nos bolsos, nas costas ou cruza os braços enquanto relata algo, de duas uma: ou é uma pessoa muito ansiosa, ou está a mentir. Quando estamos a ser sinceros, tendemos a expôr as palmas das mãos para o outro. Quando mentimos, somos inclinados a fechar-nos e a esconder as mãos.

2. Contato visual exagerado

Muito se diz que quando alguém está a mentir, não consegue manter contato visual contínuo. E é por saber disso que muitos mentirosos natos ficam com o olhar fixo no seu interlocutor o tempo inteiro de forma exagerada, justamente para não passar essa impressão. Quem diz a verdade não se atém a isso, e pode muito bem desviar o olhar de forma natural e espontânea.
 
3. Para onde a pessoa está a olhar?
 
Uma pessoa destra normalmente olha para cima à esquerda quando tenta lembrar-se de algo. Mas se você é canhoto e está a inventar algo, os seus olhos movem-se para cima, no sentido da direita. Inverta a lógica para canhotos e você tem um mecanismo interessante para saber se alguém está a inventar uma história ou a contar a partir da memória.

4. Reação lenta e surpresa

Quando a pessoa tem uma certa demora para concordar ou negar o que você acabou de afirmar e há um atraso no movimento da cabeça, por exemplo, pode ser um claro sinal de que ela está a mentir. Outra coisa é perceber se ela fica muito surpresa se questionada no seu relato.

5. A maneira de falar

O modo como a pessoa conversa é outro fator essencial para detectar uma mentira.
Evitar responder a perguntas diretas, mudando de assunto ou começando a frase com “Olha, sinceramente, bem” e etc., gaguejar, usar muitos detalhes no relato e repeti-los, e até afinar o tom de voz podem ser sinais de aquela pessoa está a faltar à verdade.
Falar difícil demais, usando palavras rebuscadas que normalmente não aparecem no discurso daquela pessoa no quotidiano também pode ser um indício de mentira.

sexta-feira, 6 de julho de 2018


GUERRA GLOBAL CONTRA A NATO?

 
As evidências sobre a forte influência dos Estados Unidos nos conflitos mundiais e acontecimentos que desestabilizam tudo e todos, sempre em seu proveito, são cada vez mais claras.

Aquele país está completamente arruinado e vive da especulação e engenharia financeira que mantém o dólar como moeda de troca principal.Toda a sua economia é "inventada" e apoiada na especulação bolsista e no "poder" da Reserva Federal (um consórcio privado de financeiros) que imprime notas de dólar e endivida ainda mais o país que para manter o seu império incentiva a guerra em todo o mundo.

A política de longa data dos EUA é optar por guerras preventivas de preferência e / ou pró-activas.

Alvos globais estão envolvidos. Um primeiro ataque com armas químicas, biológicas e nucleares está planeado. A antecipação visando a autodefesa justificaria fazê-lo.

Como todos sabemos o maior centro de indústria automóvel do mundo era em Detroit, uma cidade americana que "fechou". Foi à falência. A América hoje não fabrica automóveis. As suas "marcas" são fabricadas no estrangeiro, e agora o alvo a abater é a indústria automóvel europeia.

Só assim se compreende como é que um país que não assinou o tratado de Quioto para conter a poluição (porque é um dos países mais poluidores do mundo) vem apontar o dedo à Europa por estar a poluir. A acusação contra a WW é muito suspeita e sinal evidente da mão dos Illuminati. Ainda tentaram atacar a BMW, que reagiu imediatamente, e verão que vai aparecer também uma acusação contra a Mercedes.

E as "guerras" só servem para se apoderarem das riquezas dos países que invadem e para bem da sua indústria de armamento.

O golpe final planeado pelos iluminati, senhores de Inglaterra (onde está a nata dessa gente que domina o mundo) seria em 2017 quando pensaram sair da União Europeia, porque já descobriram que não conseguem dominá-la à sua vontade (como pensaram de início) porque o gigante germânico e os Celtas franceses têm no fundo dos seus genes as suas convicções de "raça" pura e crença no seu papel dominante na humanidade, não se submetendo a essa Nova Ordem Mundial que os quere dominar.

A aliança entre Alemanha e França não surge do acaso. Ali corre a crença sagrada do seu passado, a união forçada entre os germanos e celtas contra um "invasor" que, para eles, basta incluírem os sionistas, o judaísmo que quiseram destruir por completo uma vez, acreditando que são uma "raça" que quer dominar o mundo.

Como já sabemos, a força que financia esta vaga de migrantes para a Europa, são os americanos, Israel e sionistas espalhados pelo mundo.

Leiam o anexo que já falava neste plano americano.

 
Rússia e China Preparam-se para uma Guerra Global
Contra a OTAN

(Do site "a novaordemmundial.com, com tradução para português de Portugal e alguns sublinhados meus sem alterar o sentido do texto e sem adopção das regras do acordo ortográfico de 1990).

Quarta-feira, 31 de Julho de 2013

 

Ambos os países querem a paz, não a guerra. Mas a América ameaça os dois. A prioridade é a prontidão defensiva. O Prevenido vale por dois.

A OTAN é uma aliança global. E os EUA é quem a lidera. É uma ameaça geopolítica. Ela ameaça a humanidade. E está em expansão em todo o mundo. É uma aliança feita para a guerra, não para a defesa. Ela planeia guerras, jamais buscou a paz. É composta por 28 Estados membros, 22 países apoiantes, sete aliados do Diálogo Mediterrânico, quatro do Conselho de Cooperação e Iniciativa dos estados (Golfo) em Istambul, e outros oito parceiros globais.

Ela trabalha em cooperação com as Nações Unidas, União Europeia e Organização para a Segurança e Cooperação na Europa. Planeia expandir-se rumo à América do Sul e África.

Rick Rozoff, do movimento “Stop OTAN” disse na Radio News Hour Progressive aos ouvintes que a OTAN é um "míssil global". Está apontado para o coração da humanidade. É uma ameaça com o potencial para um Armageddon. Deter a sua agenda de agressões é o que mais importa.

Ela ameaça a paz mundial. E está a expandir-se em direcção às fronteiras Russas e Chinesas, criando bases americanas em volta delas. Moscovo e Pequim estão conscientes. Eles são aliados defensivamente. E preparam-se para os cenários que esperam evitar. Preparam-se para uma possível guerra global.

Em 7 de Dezembro de 2011, a “UE Times”, num artigo intitulado "China junta-se à Rússia, ordens aos militares é para se prepararem para a III Guerra Mundial”. Num boletim de Pequim, o Ministério da Defesa disse que o então presidente Hu "concordou, em princípio," que uma agressão de dissuasão, liderada pelos EUA e o Ocidente só é possível por "acção militar directa e imediata" ou ameaças.

Ele ordenou que as suas forças navais se "prepararem para a guerra." A BBC relatou a mesma história. Ele quer que se intensifique a preparação e a prontidão. Ele disse às autoridades militares, que a Marinha da China deve "acelerar a sua transformação e modernização de uma forma efectiva e fazer os preparativos para uma guerra prolongada, a fim de fazer maiores contribuições para salvaguardar a segurança nacional."

O Contra-almirante chinês, Zhang Zhaozhong, advertiu de forma inequívoca "A China não hesitará em proteger o Irão, nem mesmo que signifique uma Terceira Guerra Mundial", disse ele.

Ainda bem que ele disse isso. Esperemos que Washington e Israel tenham ouvido.

Esperemos que isso impeça as suas agressões já planeadas. Esperemos que este cenário de pesadelo seja evitado.

 
O General Russo Nikolai Makarov disse: "Eu não descartaria que conflitos armados locais e regionais se desenvolvam em direcção a uma guerra em grande escala, incluindo o uso de armas nucleares".

Nota Blog Anti-NOM: investiguei o pronunciamento deste general russo e realmente é legítimo, veja a notícia no Daily Mail "Nuclear war could erupt along Russia's borders with Europe, warns Kremlin commander". Cabe notar que a notícia é de Novembro de 2011, e que desde Novembro de 2012 ele foi retirado da posição de Chefe do Estado-Maior Geral, mas foi nomeado como assessor do ministro da Defesa, Sergei Shoygu em 4 de Março de 2013.

Um boletim de Pequim discutiu um plano dos EUA para uma "solução definitiva” (Médio Oriente)." Este plano foi preparado em caso de uma guerra nuclear regional. De acordo com este plano Washington vai atacar a Síria e o Irão com armas biológicas letais. Estaria explícita "a intenção de matar dezenas de milhares de civis inocentes."

O virologista holandês Ron Fouchier revelou este plano. Ele descobriu que cinco mutações do vírus da gripe aviária se espalham com muito mais facilidade. Se o fizerem, tornar-se-á o "assassino mais letal (s) que a humanidade já inventou." A tecnologia dos Estados Unidos para fazer isto foi identificadas na análise feita pela inteligência russa do Drone RQ-170 Sentinel, da Lockheed Martin. Ele foi capturado sobre o território iraniano.

 
"Foi usado o equipamento russo AVTOBAZA para capturar o Drone, um radar blindado móvel de inteligência electrónica em solo e sistema de bloqueio. A evidência mostrou que o Drone estava equipado com um sofisticado sistema de dispersão de aerossol".

A agenda da América para guerras biológicas, nucleares e químicas já existe há muito tempo. Após o 9/11, o seu aperfeiçoamento foi priorizado. O desarmamento nuclear foi rejeitado. Então, onde foi parar o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) e suas disposições?

O Tratado de Mísseis Anti-Balísticos de 1972 (ABM) foi abandonado. Ele proíbe expressamente o desenvolvimento, testes e implantação de defesas antimísseis. Se o fizerem valer, interfere com os planos de ataque de Washington.

Os EUA recusam-se a assinar um tratado de redução de Material Físsil que foi proposto (FMCT). Este tratado proíbe ainda ter mais armas de urânio e a produção de plutónio. Ela proíbe a adição de novas armas nucleares para substituir os estoques. A América gasta mais em prontidão militar que todos os outros países do mundo juntos. O financiamento inclui enormes dotações do Congresso, orçamentos secretos superfacturados, outros fora dos livros, programas secretos, enormes quantidades de inteligência e outras iniciativas desconhecidas.

A política de longa data dos EUA pede por guerras preventivas de preferência e / ou pró-activas. Alvos globais estão envolvidos. Um primeiro ataque com armas químicas, biológicas e nucleares está planeado. A antecipação visando a autodefesa justificaria fazê-lo.

Washington abandonou a Biological Weapons Convention de 1972. Subvertendo as suas disposições em fazer parte do mesmo. Melhorar a capacidade ofensiva da América é o que mais importa. Se o fizer, prepara-se para a guerra global. A questão central é o domínio incontestável. Vale tudo na política. A conquista é a prioridade.

Potencialmente poder destruir a vida na terra é arriscado. O avanço do imperium de Washington é o mais importante. A América tem enormes arsenais de armas químicas, biológicas, nucleares e outras. Pesquisas secretas e programas de desenvolvimento evoluem. Enormes quantidades de recursos são gastos para tal fim. Orçamentos secretos escondem o montante. Centenas de biolabs privados operam em todo o país. Em Fort Detrick, Lawrence Livermore, e outras instalações públicas operam programas em segredo. As pesquisas que priorizam o delito, não a defesa.

Germes de guerra já foi fantasia da ficção científica. Hoje é uma realidade sombria. Então a aniquilação é química e / ou uma nuvem em forma de cogumelo. A América joga duro. E sempre vai ser assim. O gatilho mais rápido na guerra Nuclear / química / biológica é a prioridade. Francis Boyle declara que incidentes e acidentes catastróficos biowarfare / bioterrorista é uma "certeza estatística."

É apenas uma questão de tempo. A guerra permanente é a política oficial dos EUA. A guerra total arrisca a própria aniquilação. Todas as armas no arsenal dos EUA serão usadas. Eles planearam usá-las conforme a necessidade. A humanidade está mais do que nunca ameaçada.

Créditos da tradução para o moderador Hubble do Fórum Anti-Nom.

Fontes:

- Forum Anti-NOM: Rússia e China preparam-se para uma guerra global

- Global Research: Russia and China Prepare for Global War

- Daily Mail: Nuclear war could erupt along Russia's borders with Europe, warns Kremlin commander

- European Times: China Joins Russia, Orders Military To Prepare For World War III

- BBC: Hu Jintao tells China navy: Prepare for warfare

 
Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2013/07/russia-e-china-se-preparam-parauma.

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