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sábado, 22 de abril de 2017


A FORÇA DA ORAÇÃO

O pensamento é uma força. Tudo aquilo que pensamos, e pronunciamos, tende a concretizar-se e mais rapidamente isso acontece se pensarmos com "convicção", ou seja com a intervenção ativa do coração.

A Bíblia ensina: "Quando rezardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por causa do seu palavreado. Não sejais como eles, pois o vosso Pai sabe do que precisais antes de Lho pedirdes".

Assim, Jesus ensinou-nos a orar. Uma oração simples, curta mas objetiva que aborda tudo o que é necessário para harmonizar a nossa relação com os mundos (material e espiritual) em que estamos inseridos.

Esta oração mostra a simplicidade e intimidade do Homem com Deus, ou seja: Na primeira parte, pede-se que Deus manifeste o seu projeto de salvação. Na segunda parte, pede-se o essencial para o Homem viver segundo o projeto de Deus, pão para o sustento, bom relacionamento com o próximo e perseverança até ao fim.

Vejamos a reflexão sobre o Pai Nosso (a oração ao Senhor).

A maior parte das pessoas aprendeu de cor o "Pai Nosso" e o mais certo é "debitar" as palavras (enquanto olham para o lado e observam tudo o que se passa à volta) convertendo-as num "palavreado" vazio porque não oram do fundo do coração. E mais grave se torna esse alheamento com as penitências da Igreja de Roma, impostas no confessionário. É muito difícil manter a concentração absoluta na repetição de dez ou vinte "Pais-nossos", como é usual no Catolicismo.

Assim:

PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME – Oração dirigida a Deus como o Criador e Senhor de todas coisas, com o devido respeito e agradecimento.

VENHA A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU – Reconhecimento da Sua autoridade nos mundos material e espiritual. Aceitação dos seus ensinamentos, das suas regras, no Novo Reino, e todos os valores do Amor, Justiça e Paz, renegando o egoísmo e o desejo incontrolável das coisas materiais e fraquezas da carne.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE – Mostramos a nossa confiança em Deus para providenciar o nosso sustento, as nossas necessidades físicas, emocionais e espirituais.

PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TENHA OFENDIDO – Reconhecemos ser pecadores. Pedimos perdão pelos nossos erros e admitimos perdoar a quem nos ofendeu, assim como Deus nos perdoa a nós.

E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL – Pedimos ajuda porque somos fracos. Pedimos ajuda para podermos resistir às tentações do mundo e proteção contra o mal.

É suficiente para tudo o que necessitamos neste mundo. Poderemos também terminar com um louvor de reconhecimento, O REINO, O PODER E A GLÓRIA A TI PERTENCEM, SENHOR.

Ámen.

 
R.

quarta-feira, 19 de abril de 2017


COMO O HOMEM DETURPA TUDO

Sobre as minhas mensagens anteriores, quero salientar mais uma vez de que não pretendo converter quem quer que seja. Estou absolutamente ciente que Deus endureceu o coração a quem não quer ver, escutar ou sentir.

Ao recorrer à Bíblia faço-o não como um objeto de culto mas sim como um conjunto muito completo de normas de comportamento, cuja finalidade na sua coletânea era o de dar impulso para o aparecimento de uma sociedade mais avançada que se destacasse das comunidades tribais que pareciam não conseguirem sair da barbárie.

O Velho Testamento não é mais do que o repositório desses ensinamentos sobre a constituição de uma nação, com normas de higiene, de convívio, de governação, e de todos os requisitos necessários para a sobrevivência “civilizada” de uma comunidade.

Aquele “povo escolhido”, não por serem os mais inteligentes ou espertos mas por viverem precisamente no local onde se cruzavam, na época, todos os nómadas e migrantes do mundo conhecido, um ponto de passagem muito importante e indicado para espalhar com rapidez qualquer doutrina, iriam servir de exemplo para todos os outros povos limítrofes e povos que com eles contatassem.

O mal de tudo, que estabeleceu a confusão, é que esse “povo escolhido”, um aglomerado de tribos que se digladiavam entre eles sem terem “ainda” o espírito de união desejado, misturaram a sua história bélica, para a formação de uma nação, com as revelações divinas, vindas do Criador, criando uma amalgama que com o decorrer do tempo consideraram como o texto sagrado, a palavra do Senhor, a palavra do “seu” deus da raça, para se imporem sobre todos os povos.

Em toda a sua história, esse “povo escolhido, os Hebreus, conseguiram fazer a simbiose entre o ensinamento de cariz religioso, as tais normas de convívio para uma verdadeira sociedade e início da uma civilização humana, com a sua história particular, tribal, e de conquista para a formação de uma nação com a união das tribos daquela região. Os Palestinianos de hoje faziam parte dessa união e a história deturpada pelo homem conseguiu transformar esses “primos” como os maiores inimigos na região.

O Novo Testamento é que é o verdadeiro texto para a orientação da espiritualização do ser humano, liberto das correntes do materialismo, que podemos considerar como o repositório da formação religiosa de um povo. A revelação dos objetivos de Deus Pai para a humanidade. Objetivos esses que já foram revelados noutras ocasiões da história humana que, pelos vistos, são relembrados periodicamente, visto os seres humanos se desviarem e deturparem normalmente a doutrina que lhes é revelada.

Na formação e institucionalização das “igrejas” que passam a ser controladas por castas de sacerdotes, essa doutrina é adaptada lentamente para satisfação dos seus interesses e perpetuação da casta que se sobrepõem aos interesses genuinamente espirituais, motivo porque Deus teve, e terá, de intervir diretamente para a sua correção.

Alguns exemplos simples: Naqueles tempos recuados, os humanos consumiam carne e tudo aquilo que não era consumido na altura, como as vísceras, peles, cascos, tendões, etc., eram deixados ao abandono em céu aberto. Esta falta de higiene provocava epidemias constantes.

Os livros da Bíblia, ensinavam, entre outras, normas de higiene, como queimar esses restos em locais adequados que, pela superstição desses povos atrasados e interesse dos sacerdotes eram classificados como altares e para melhor convencerem o povo ignorante, lhes era comunicado que Deus “adorava” o cheiro da gordura e da carme queimada. Transformaram esse cuidado higiénico, num ritual de “sacrifício”, fazendo que os Homens o passassem a praticar como hábito de adoração a Deus, esquecendo-se da verdadeira finalidade do ato.

Os sacerdotes convenceram os humanos a fazerem oferendas ao “templo” para sacrifício diário.

Afinal o que é que acontecia; a casta sacerdotal consumia toda essa carne (eles e familiares, no interior dos templos) e uma parte era queimada publicamente, após um ritual encenado para satisfação do povo crente.

Todas as normas eram ritualizadas para não perderem o controlo sobre o público ignorante. E os excessos foram tantos, como sempre acontece nestas organizações, que o culto descambou até, em alguns meios, para o sacrifício humano para conseguirem melhores benesses de Deus, ou deuses que foram criando para aumentar a procura dos crentes por benesses variadas. Criou-se um deus para cada especialidade e a humanidade, mais uma vez, a precipitar-se no abismo.

No Livro da Bíblia Levítico podemos apreciar o cap. 11 sobre animais puros e impuros, não no sentido religioso mas na escolha daqueles que podem ser comidos sem causarem problemas de saúde; o cap. 12 que fala sobre a purificação depois do parto e como proceder para evitar complicações. Mais à frente compreende-se a necessidade da introdução mística de rituais, único modo de fazer com que a população aceitasse, sem hesitar, estas normas rígidas. Ainda hoje são necessárias Leis, com a sua força, para “obrigar” os cidadãos a cumprirem certos procedimentos.

No cap. 13 do mesmo Livro, aborda-se as doenças de pele, com recomendações para o seu tratamento, como proceder para que os doentes sejam identificados e não transmitam a doença, o tratamento das roupas e a limpeza das casas para erradicar os germes. O cap. 15 é sobre as impurezas sexuais, com ensinamentos para impedir a transmissão de doenças venéreas. O cap. 18 é sobre as uniões proibidas.

Enfim, em todo o Velho Testamento se encontram as instruções precisas como se exercer o poder político, a diplomacia, a divisão de terras, leis agrárias, leis civis, leis sobre heranças, procedimentos quanto a sucessões, etc., etc. É como que o princípio Constitucional que as comunidades humanas deviam adotar.

Mas todas as “igrejas” passaram a ter apenas cerimónias ritualizadas em que os “crentes” executam tudo por hábito sem consciencializarem o que estão a fazer no momento. É uma fé, sem fé genuína, porque o ser humano nesses templos de culto não está a comungar com Deus, mas a seguir um ritual em que se repetem litanias mecanicamente e não “escutam” sequer, a palavra de Deus,

Isto não é ser religioso. É ser um “robot” que participa numa cerimónia ritualizada, sem “alma”, conduzida por sacerdotes que não explicam, nem se dão a esse trabalho, a verdadeira mensagem da Bíblia, onde vem a palavra de Deus.

Leem umas passagens e não explicam o seu significado, principalmente nas igrejas católicas.

Na Bíblia está a mensagem. Só é preciso lê-la com atenção e separar o que é de âmbito religioso, profundo, da história dos Hebreus que se apoderaram dos textos sagrados para sagrarem a sua história. Será que os Judeus, descendentes, desse povo estão a pagar esse pecado de se apoderarem da mensagem de Deus para toda a humanidade como sendo propriedade sua?

O que interessa é tirar essa carga negativa que se foi acumulando sobre a Bíblia Sagrada que, por interesse dos que pretendem destruir a civilização, foi até considerado um livro maldito e proibido de ser lido pelos homens comuns. Só os que se intitulavam como representantes de Deus na Terra é que o podiam ler, e mesmo assim só a hierarquia mais elevada é que tinha essa permissão. Quando da loucura da Inquisição, a legalização do genocídio e assassinato em nome de Deus, muitos homens e mulheres foram queimados nas fogueiras só porque sabiam ler e leram a Bíblia.

Todas as Leis avançadas sobre os direitos humanos, que muitas Nações ostentam com orgulho nas suas Constituições, vêm na Bíblia. Está lá tudo. Por isso, não é demais, deitar preconceitos para atrás das costas e tentar lê-la com atenção e descobrir o de bom que ela tem. Muita matéria foi introduzida por humanos, principalmente pelo “povo escolhido” que acrescentou a sua história pessoal, bélica, à semelhança de todas as Nações modernas. Já repararam que quando estudamos a História de um país, 90% da matéria é sobre o seu percurso bélico e militar?

Foi isso que os escribas Hebreus “acrescentaram” ao livro sagrado para o ocidente.

R.

terça-feira, 18 de abril de 2017


A ESTRATÉGIA MUNDIAL DE SATANÁS

(Do site “a novaordemmundial.com, com tradução para português de Portugal e alguns sublinhados meus sem alterar o sentido do texto).)

 

 
Por:Renald E. Showers
 
Deus entregou à humanidade o domínio sobre a terra e estabeleceu a teocracia como a forma de governo original deste mundo (Gn 1.26-29). Numa teocracia, o governo divino é administrado por um representante. Deus designou o primeiro homem, Adão, para ser o Seu representante. Adão recebeu a responsabilidade de administrar o governo de Deus sobre a parte terrena do Reino universal de Deus.

Pouco tempo depois de ter dado esse poder ao homem, Satanás induziu Adão e Eva a aliarem-se a ele na sua revolta contra Deus (Gn 3.1-13). Como resultado, a humanidade afastou-se de Deus e a teocracia desapareceu da face da terra. Além disso, com a queda de Adão, Satanás usurpou de Deus o governo do sistema mundial. A partir de então, ele e as suas forças malignas passaram a governar o mundo. Conforme veremos a seguir, muitos fatores revelam essa terrível transição.

A Negação da Revelação Divina

 
O reinado de Satanás sobre o mundo tem ocorrido de forma invisível, incentivando o surgimento de cosmovisões e filosofias contrárias à verdadeira realidade.

O diabo tinha autoridade para oferecer o domínio sobre o sistema do mundo a quem ele quisesse, inclusive a Jesus Cristo, pois essa autoridade tinha-lhe sido entregue por Adão (veja Lc 4.5-6). Foi por isso que Jesus chamou Satanás de “príncipe [literalmente, governador] do mundo” (Jo 14.30). João disse que o mundo inteiro jaz no maligno (1 Jo 5.19) e Tiago declara que todo aquele que é amigo do atual sistema mundano é inimigo de Deus (Tg 4.4).

Até este ponto da nossa história, o reinado de Satanás sobre o mundo tem ocorrido de forma invisível. Trata-se de um domínio espiritual que incentiva o surgimento de cosmovisões e filosofias contrárias à verdadeira realidade. As Escrituras ensinam-nos que, no futuro, Satanás irá tentar converter esse domínio espiritual e invisível num reino político, visível e permanente – dominando o mundo inteiro. Para alcançar o seu objetivo, Satanás precisa de induzir a humanidade a buscar a unificação sob um governo mundial. Ele também tem de condicionar o mundo a aceitar um governante político supremo que terá poderes únicos e fará grandes declarações a respeito de si mesmo.

Utilizando-se da tendência secular e humanista da Renascença e de algumas ênfases propagadas pelo Iluminismo, o diabo conseguiu minar a fé bíblica de porções importantes do protestantismo e também determinadas crenças do catolicismo romano e da Igreja Ortodoxa. O resultado foi que, no final do século XIX e no início do século XX, o mundo começou a ouvir que a humanidade nunca havia recebido a revelação divina da verdade.

No entanto, o único modo pelo qual a existência de Deus, Sua natureza, ideias, modos de agir, ações e relacionamento com o Universo, com a Terra e com a humanidade podem ser conhecidos é através da revelação divina da verdade. Por isso, a negação dessa revelação fez com que durante o século XX muitas pessoas concluíssem que o Deus pessoal, soberano e criador descrito na Bíblia não existe; ou, se existe, que Ele é irrelevante para o mundo e para a humanidade.

Essa negação da revelação divina da verdade resultou em mudanças dramáticas, que tiveram graves consequências na sociedade e no mundo. Em primeiro lugar, ela levou muitas pessoas ao desespero. Deus criou os seres humanos com a necessidade de terem um relacionamento pessoal com Ele, para conhecerem o sentido e propósito supremos desta vida. A declaração de que Deus não existe ou é irrelevante provocou um vazio espiritual dentro das pessoas. Esse vazio levou ao desespero e à extinção da perspetiva de alcançar o sentido e propósito supremos desta vida.

Satanás, então, ofereceu a bruxaria, o espiritismo, o satanismo, outras formas de ocultismo, a astrologia, o misticismo oriental, os conceitos da Nova Era, as drogas, algumas formas de música e outros substitutos demoníacos para preencher esse vazio e fazer com que as pessoas sejam influenciadas por ele.

A Negação dos Absolutos Morais

 
A declaração de que Deus não existe ou é irrelevante provocou um vazio espiritual dentro das pessoas.

A negação da revelação divina da verdade resultou também na negação dos absolutos morais. O argumento mais usado é: se os padrões morais não foram revelados por um Deus soberano que determinou que os indivíduos são responsáveis pelas suas ações, então os absolutos morais tradicionalmente aceitos foram criados pela humanidade. Assim sendo, uma vez que a humanidade é a fonte desses absolutos, ela tem o direito de rejeitar, mudar ou ignorá-los.

O resultado dessa racionalização falaciosa é que a sociedade acabou por testemunhar uma tremenda decadência moral. Ela passou a rejeitar a ideia de que apenas as relações heterossexuais e conjugais são moralmente corretas, passando a desprezar e ameaçar cada vez mais os que defendem essa ideia. Movimentos surgem em todo o mundo para redefinir legalmente o conceito de matrimónio e para forçar a sociedade a aceitar essa nova ideia, a abolir ou reestruturar a família e proteger a propagação da pornografia.

O assassinato de seres humanos parcialmente formados (aborto) já foi legalizado em muitos países. Algumas pessoas ainda insistem em dizer que não existe questão moral nenhuma envolvida no suicídio assistido, na clonagem humana e na destruição de embriões humanos em nome da pesquisa de células-tronco. O assassinato e a mentira passaram a ser aceitos como norma. Esta falência moral ameaça as próprias bases da nossa sociedade.

A Negação da Verdade Objetiva e dos Seus Padrões

A negação da revelação divina da verdade resultou na conclusão de que não existe uma verdade objetiva que seja válida para toda a humanidade. Cada indivíduo seria capaz de determinar por si mesmo o que é a verdade. Assim sendo, aquilo que é verdade para uma pessoa não é, necessariamente, verdadeiro para outra. A verdade passou a ser algo subjetivo e relativo.

A racionalização levou-nos à conclusão de que não há padrão objetivo pelo qual uma pessoa seja capaz de avaliar se algo está certo ou errado. Agora ninguém mais pode dizer legitimamente a outra pessoa que algo que ela está a fazer é errado. Seguindo esta racionalização, nunca se deve dizer a outra pessoa que o seu modo de vida é errado, mesmo que, vivendo dessa maneira, ela possa morrer prematuramente.

Também não será permitido que alguém diga a um adolescente que o sexo não deve ser praticado antes do casamento. Afinal de contas, ninguém tem o direito de impor os seus conceitos de certo ou errado sobre os outros.

Esta negação da verdade objetiva e do padrão objetivo de certo e errado é propagada através de uma “redefinição de valores” promovida por escolas, por universidades, pela mídia, pela internet, por várias publicações, por alguns tipos de música e pela indústria do entretenimento como um todo. Algumas universidades, inclusive, já adotaram uma política que abafa qualquer expressão do que é certo ou errado por parte de seus alunos e professores. Esse tipo de atitude resulta em censura e intolerância.

A negação da verdade objetiva e dos padrões objetivos de certo e errado motivaram alguns a defenderem que os pais devem ser proibidos de bater nos filhos quando estes fizerem algo que os pais acreditam ser errado.

A Redefinição da Tolerância


Satanás ofereceu a bruxaria, o espiritismo, o satanismo, outras formas de ocultismo, a astrologia, o misticismo oriental, os conceitos da Nova Era, as drogas, algumas formas de música e outros substitutos demoníacos para preencher o vazio espiritual e fazer com que as pessoas sejam influenciadas por ele.

Isto tudo também resultou num movimento que visa forçar a sociedade a aceitar um novo conceito de tolerância. A visão histórica da tolerância ensinava que as pessoas de opiniões e práticas diferentes deveriam viver juntas pacificamente. Cada indivíduo tinha o direito de acreditar que a opinião ou prática contrária à sua estava errada e podia expressar essa crença abertamente, mas não podia ameaçar, aterrorizar ou agredir fisicamente aqueles que discordavam dele.

Porém, a tolerância passou por uma redefinição. O novo conceito diz que acreditar ou expressar abertamente que uma opinião ou prática de uma pessoa ou de um grupo é errada equivale a um “crime de ódio” e, portanto, deve ser punido pela lei. Grupos poderosos pressionam o Congresso americano, por exemplo, para fazer com que este novo conceito se torne lei. Isso ocorrerá se for aprovado o que passou a ser conhecido como “lei anti-ódio”. Uma vez que nos EUA já existem leis contra ameaças ou prejuízos físicos causados a pessoas ou grupos de opiniões e práticas distintas,

é óbvio que o objetivo deste projeto é tornar ilegal a liberdade de crença e de expressão. Se esse projeto for aprovado, os EUA passarão a ser mais um Estado totalitário, comparado àqueles que adotaram a Inquisição e o comunismo. [Tendências semelhantes se verificam na maior parte dos países ocidentais – N.R.]

Já que o mundo foi levado a acreditar que não há verdade objetiva válida para toda a humanidade e nenhum padrão objetivo que sirva para verificar se algo está certo ou errado, defende-se cada vez mais a ideia de que todos os deuses, religiões e caminhos devem ser aceitos com igualdade. Por isso, todas as tentativas de converter pessoas de uma religião para outra devem ser impedidas e as afirmações de que existe apenas um Deus verdadeiro, uma religião verdadeira e um único caminho para o céu são consideradas formas visíveis de preconceito. O pluralismo religioso está a tornar-se lugar-comum hoje em dia.

Se não há nenhum padrão objetivo para determinar o certo e o errado, então que base uma sociedade ou um indivíduo pode usar para concluir que matar é errado? Isso incluiu os assassinatos praticados por médicos que fazem abortos ou os massacres provocados por psicopatas em escolas e em lugares públicos? Pois, talvez alguns desses atos violentos sejam resultantes do facto dos seus autores terem concluído que, se não existe um padrão objetivo para determinar o que é certo e o que é errado, para eles é correto assassinar.

Se essa espécie de lei anti-ódio for aprovada, ela terá consequências drásticas. As pessoas que virem este tipo de lei ser posta em prática acreditarão que esse é o caminho correto. Mas, durante as campanhas eleitorais e nas sessões legislativas, os políticos poderão fazer acusações uns aos outros ou dizer que as ações dos seus oponentes são erradas?

O Desejo de Unidade

A negação da revelação divina da verdade gerou uma crescente convicção de que o objetivo da humanidade deve ser a unidade. O Manifesto Humanista II diz: Não temos evidências suficientes para acreditar na existência do sobrenatural. Trata-se de algo insignificante ou irrelevante para a questão da sobrevivência e satisfação da raça humana. Por sermos não-teístas, partimos dos seres humanos, não de Deus, da natureza, não de alguma deidade.[1]

O argumento prossegue: Não somos capazes de descobrir propósito ou providência divina para a espécie humana... Os humanos são responsáveis pelo que somos hoje e pelo que viermos a ser. Nenhuma deidade irá salvar-nos; devemos salvar-nos a nós mesmos.[2]

À luz do pensamento de que a salvação da destruição total depende da própria humanidade, o Manifesto continua: Repudiamos a divisão da humanidade por razões nacionalistas. Alcançamos um ponto na história da humanidade onde a melhor opção é transcender os limites da soberania nacional e andar em direção à edificação de uma comunidade mundial na qual todos os setores da família humana poderão participar. Por isso, aguardamos pelo desenvolvimento de um sistema de lei e ordem mundial baseado num governo federal transnacional. (Nova Ordem Mundial)[3]

Finalmente, o documento declara: O compromisso com toda a humanidade é o maior compromisso de que somos capazes. Ele transcende as fidelidades parciais à Igreja, ao Estado, aos partidos políticos, a classes ou raças, na conquista de uma visão mais ampla da potencialidade humana. Que desafio maior há para a humanidade do que cada pessoa tornar-se, no ideal como também na prática, um cidadão de uma comunidade mundial?[4]

 
O assassinato de seres humanos parcialmente formados (aborto) já foi legalizado em muitos países.

A existência de instituições internacionais, como a Corte Internacional de Justiça e as Nações Unidas, os meios de transporte rápidos, a comunicação instantânea e a internacionalização crescente da economia fazem com que a formação de uma comunidade mundial unificada pareça ser possível. O tremendo aumento da violência, incluindo a ameaça de terrorismo que paira sobre todo o mundo, pode levar a civilização a um governo mundial unificado em nome da sobrevivência (Precisamente o plano dos Illuminati para a implantação da Nova Ordem Mundial).

A Deificação da Humanidade

A negação da revelação divina da verdade criou uma tendência em deificar-se a humanidade. Thomas J. J. Altizer, um dos teólogos protestantes do movimento “Deus está morto” da década de 60, alegava que, uma vez que a humanidade negou a existência de um Deus pessoal, ela deve alcançar a sua auto-transcendência como raça, algo que ele chamava de “deificação do homem”.[5]

O erudito católico Pierre Theilhard de Chardin ensinava que o deus que deve ser adorado é aquele que resultará da evolução da raça humana.[6]

Com tais mudanças iniciadas com a negação da revelação divina, Satanás está a seduzir o mundo para que caminhe em direção à unificação da humanidade. Ela ocorrerá quando todos estiverem sob um governo mundial único que condicionará o planeta a aceitar o seu líder político máximo, o Anticristo, o qual terá poderes únicos e alegará ser o próprio Deus. (Renald E. Showers — Israel My Glory — http://www.chamada.com.br)

Notas:

1. Humanist Manifesto II, American Humanist Association
[www.americanhumanist.org/about/manifesto2.html].

2. Idem.

3. Ibidem.

4. Ibidem.

5. John Charles Cooper, The Roots of The Radical Theology, Westminster, Philadelphia, 1967,

p. 148.

6. Idem.

Extraído de Revista Chamada da Meia-Noite agosto de 2002

 

domingo, 16 de abril de 2017


Sabem mesmo quem é Carlos Moedas?




Os arautos da transparência...


Os arautos da transparência, têm como exemplo disso mesmo, transparência, o adjunto do ex - primeiro-ministro Passos Coelho, o senhor Carlos Moedas, que, veio agora a saber-se, tem 3 empresas ligadas às Finanças, aos Seguros e à Imagem e Comunicação.


Como sócios, teve os senhores Pais do Amaral, Alexandre Relvas e Filipe de Button, a quem comprou todas as quotas.


Como clientes, tem a Ren, a EDP, o IAPMEI, a ANA, a Liberty Seguros, entre outros.

Nada obsceno, para quem é adjunto de Pedro Passos Coelho!


E não é que o bom do Moedas até comprou as participações dos ex-sócios para "oferecer" o bolo inteiro à mulher?! (Disse-o ele à Sábado).


Não esquecer ainda que Carlos Moedas é um dos homens de confiança do Goldman Sachs, a cabeça do Polvo Financeiro Mundial, onde estava a trabalhar antes de vir para o governo.


Também António Borges é outro ex-dirigente do Goldman, e que estava a orientar(!?) as Privatizações da TAP, ANA, GALP, Águas de Portugal, etc.


Esta é a estratégia destes liberais de trazer por casa, dependentes do Estado, quer para um emprego, quer para os seus negócios. Servem-se do Estado, usam-no e dizem mal dele. Claro, para tentarem justificar as grandes negociatas, vendendo ao desbarato altamente lucrativas.


Lamentavelmente, à política económica suicidária da UE, que resultou nas tragédias que já todos conhecem, acresce a queda do Governo Holandês (ironicamente, acérrimo defensor da austeridade) e o agravamento da recessão em Espanha. Por conseguinte, a zona euro vê o seu espaço de manobra cada vez mais reduzido e os ataques dos especuladores são cada vez mais mortíferos.


Vale a pena lembrar uma vez mais que o Goldman and Sachs, o Citygroup, o Wells Fargo, etc., apostaram biliões de dólares na implosão da moeda única. Na sequência dos avultadíssimos lucros obtidos durante a crise financeira de 2008 e das suspeitas de manipulação de mercado que recaíam sobre estas entidades. O Senado norte-americano levantou um inquérito que resultou na condenação dos seus gestores.

Ficou também demonstrado que o Goldman and Sachs aconselhou os seus clientes a efetuarem investimentos no mercado de derivados num determinado sentido.

Todavia, esta entidade realizou apostas em sentido contrário no mesmo mercado.

Deste modo, obtiveram lucros de 17 biliões de dólares (com prejuízo para os seus clientes, obviamente).


Estes predadores criminosos, disfarçados de banqueiros e investidores respeitáveis, são jogadores de póquer que jogam com as cartas marcadas e, por esta via, auferem lucros avultadíssimos, tornando-se, assim, nos homens mais ricos e influentes do planeta. Entretanto, todos os dias são lançadas milhões de pessoas no desemprego e na pobreza em todo o planeta em resultado desta atividade predatória. Tudo isto, revoltantemente, acontece com a cumplicidade de governantes e das autoridades reguladoras.


Desde a crise financeira de 1929 que o Goldman and Sachs tem estado ligado a todos os escândalos financeiros que envolvem especulação e manipulação de mercado, com os quais tem sempre obtido lucros monstruosos. Acresce que este banco tem armazenado milhares de toneladas de zinco, alumínio, petróleo, cereais, etc., com o objetivo de provocar a subida dos preços e assim obter lucros astronómicos. Desta maneira, condiciona o crescimento da economia mundial, bem como condena milhões de pessoas a fome.


No que toca a canibalização económica de um país, a fórmula é simples: o Goldman, com a cumplicidade das agências de rating, declara que um governo está insolvente, como consequência as yields sobem e obriga-o, assim, a pedir mais empréstimos com juros agiotas. Em simultâneo, impõe duras medidas de austeridade que empobrecem esse pais. De seguida, em nome do aumento da competitividade e da modernização, obriga-os a abrir os seus sectores económicos estratégicos (energia, águas, saúde, banca, seguros, etc.) às corporações internacionais.


Como as empresas nacionais estão bastante fragilizadas e depauperadas pelas medidas de austeridade e da consequente recessão, não conseguem competir e acabam por ser presa fácil das grandes corporações internacionais.


A estratégia predadora do Goldman and Sachs tem sido muito eficiente. Esta passa por infiltrar os seus quadros nas grandes instituições políticas e financeiras internacionais, de forma a condicionar e manipular a evolução política e económica em seu favor e em prejuízo das populações.


Desta maneira, dos cargos de CEO do Banco Mundial, do FMI, da FED, etc., fazem parte quadros oriundos do Goldman and Sachs. E na UE estão: Mário Draghi (BCE), Mário Monti e Lucas Papademos (primeiros-ministros de Itália e da Grécia, respectivamente), entre outros.


Alguns eurodeputados ficaram estupefactos quando descobriram que alguns consultores da Comissão Europeia, bem como da própria Angela Merkel, tem fortes ligações ao Goldman and Sachs. Este poderoso império do mal, que se exprime através de sociedades anónimas, está a destruir não só a economia e o modelo social, como também as impotentes democracias europeias.

 

Este texto não é de uma pessoa qualquer.

Texto de Domingos Ferreira

Professor/Investigador Universidade do Texas, EUA, Universidade Nova de Lisboa

 

sexta-feira, 14 de abril de 2017


SHEMITAH


Ficamos cada vez mais confusos e passamos a acreditar que de facto (como já informei anteriormente) estamos confinados numa bolha temporal à merce de quem a criou num repetir infinito da mesma história sem podermos seguir o caminho para que fomos criados pelo nosso Pai – Deus.

A luta entre o Bem e o Mal repete-se constantemente no nosso mundo material, em que as forças das trevas procuram, a todo o custo, “cortar” a ponte existente entre o humano vindo da terra e o humano vindo do espírito, de modo a que ele, o novo Homem, que recebeu autoridade de Deus na Terra, se degrade e não consiga elevar-se espiritualmente em direção ao mundo de onde veio.

Esses seres do mundo inferior, da dimensão mais densa, precisam das emoções do ser humano para sobreviverem e de mais tarde, conforme os seus planos que ainda não conseguiram concretizar, apoderarem-se do corpo humano para “viverem” nesta dimensão. Não se contentam apenas com a “posse” de humanos vivos (a possessão) que é demasiado lenta para os seus planos, pelo que vêm insistindo em influenciar humanos para legalizar a clonagem humana, que já vem sendo feita há décadas e pelo estado atual da degradação dos valores morais e éticos está na altura certa.

Deus mandou o Seu Filho, encarnado como humano, para este “limpar” a Terra dessas influências demoníacas e informar os Homens do que se passa no seu mundo. O Seu Filho, Jesus, teve de tomar a forma humana porque Deus deu a autoridade ao ser humano e só como humano é que Jesus tinha autoridade na Terra. Nenhum outro ser, doutra dimensão, tem poder e autoridade na Terra.

Assim, talvez se consiga explicar as previsões escritas na Bíblia, como que preparada precisamente para alertar o ser humano de que está parado no tempo, confinado numa bolha onde foi criado um tempo artificial que se repete constantemente dando a ilusão de que de facto estamos a evoluir, mas que na realidade permanecemos num repetir constante dos mesmos factos. Não há nada de novo, só os mesmos factos com outras roupagens.

E com a nova vinda de Cristo essa bolha será esmagada e seremos libertados e poderemos finalmente ascender a um plano superior deixando para trás – no Inferno que é a Terra neste plano dimensional – todos esses seres demoníacos que rejeitam o plano de Deus.

Portanto, não é de admirar a descoberta das mensagens codificadas na Bíblia porque a sucessão repetitiva dos mesmos acontecimentos eram registadas e no seu estudo foram descobrindo que o que foi escrito, as “previsões”, estava a acontecer em anos, ou séculos, posteriores. E podemos dar o benefício da dúvida acreditando que nada é impossível mas sim improvável, por enquanto.

Acrescento este artigo que encontrei:



14/09/2014

(Do site “a novaordemmundial.com, com tradução para português de Portugal e alguns sublinhados meus sem alterar o sentido do texto).



 

Quando Jonathan Cahn escreveu o seu best-seller "The Harbinger", Deus começou a mostrar-lhe uma nova esfera de mistérios. Eles (A elite illuminati. R) estão por trás de tudo - desde guerras mundiais à ascensão e queda de nações, à recessão económica e até mesmo colapso financeiro. Sim, isso afeta o seu/nosso futuro!

É possível que exista um mistério de 3.000 anos a partir das páginas da Bíblia que:

- Tem determinado o curso da sua vida sem você saber?
- Revelado as datas e as horas das maiores quedas da história da Bolsa de Wall Street, antes que acontecessem?
- Determinado o tempo do ataque de 11 de setembro de 2001?
- Está por trás da origem da América como superpotência global ... e TAMBÉM DA SUA QUEDA?
- Previu a ascensão e queda do mercado de ações do mundo ao longo dos tempos modernos?


O mais importante: O SHEMITAH AMPLAMENTE ESQUECIDO DETÉM A CHAVE PARA O QUE ESTÁ POR VIR AO MUNDO ?

Jonathan Cahn diz que o Shemitah já afeta a sua vida, e isso afetará o seu futuro.


Como a Grande Depressão e outros eventos económicos se encaixam no Shemitah?
- Como o "padrão dos sete" previu o 11 de setembro para a hora exata?
- Como o World Trade Center foi concebido, começou a sua construção e terminou por ser destruído, nos anos do Shemitah ?

- Como a ascensão e, possivelmente, a queda da América podem estar ligados ao exercício da Shemitah ?

O próximo Shemitah vai ocorrer a partir de Setembro 2014 (neste mês) a Setembro de 2015. Será que Deus já nos deu pistas sobre o que vai acontecer a seguir? Junte-se a Jonathan Cahn como ele decodifica O Mistério da Shemitah e sua relevância para os nossos tempos."

Shemitah
(hebraico): שמיטה, literalmente "libertação", também chamado de Ano Sabático, é o sétimo ano do ciclo de sete anos da agricultura ordenado pela Torá para o povo de Israel.
Assim como o sábado é o descanso semanal das pessoas e dos animais, a terra também tem o seu sábado: seis anos são para a semeadura, mas o sétimo ano é de descanso.
Neste sétimo ano, é proibido semear o campo, podar a vinha, segar o que nascer da seara e colher as uvas da vinha não podada. Apenas o produto do descanso da terra servirá como alimento, inclusive o gado e os animais da terra. Após sete períodos de sete anos, o quinquagésimo ano é santificado - este é o ano do jubileu.

Em suma, neste texto diz: Será que Deus já nos deu pistas sobre o que vai acontecer a seguir?
Eu responderia: Não Deus diretamente, mas sim os escribas que registaram os factos numa dada altura, e estes factos se vêm repetindo periodicamente, no ciclo repetitivo em que a humanidade está mergulhada.
R.