Arquivo do blogue

terça-feira, 11 de novembro de 2025

 

MORTE DA CONSTITUIÇÃO DOS EUA


A Constituição dos EUA é a lei fundamental do país, escrita em 1787, que estabelece a estrutura do governo federal com a divisão de poderes (legislativo, executivo e judiciário). É um documento que foi ratificado em 1788 e complementado com as 10 primeiras emendas conhecidas como Carta dos Direitos (Bill of Rights) em 1791, garantindo direitos fundamentais. A Constituição é uma república federativa que equilibra o poder central com a autonomia dos estados.


Este texto muito interessante que encontrei e divulgo a seguir para as pessoas refletirem e pesquisarem toda a informação disponível que dá o vislumbre da atuação dos senhores do mundo que procuram implantar a Nova Ordem Mundial, utilizando como ferramenta principal e final, o poderio da Nação mais potente do Globo, que já dominam e controlam. E este acontecimento serviu de protesto para uma série de atuações ilegais, um autêntico “terrorismo do Estado” sem controlo, ao sabor dos ocupantes da Casa Branca, inicialmente Democratas e agora Republicanos, cujos poderes permitem fazer praticamente tudo sem temer a reação do mundo. É a Lei do mais forte. Hoje, o mundo já esta a reagir abertamente e organiza-se para combater essa Ordem Mundial Iluminati (do Ocidente), e o ocupante atual da Casa Branca aproveita-se desse poder adquirido com o Atentado Terrorista de 9/11, com tiques de ditador.

Então vejamos:


A MORTE DA CONSTITUIÇÃO DOS EUA: Será que a população consegue fugir ao engano?

Por Gílson Sampaio

Sábado, 14 de Julho de 2012


Temos pela frente dias de ar quente e oco. No 4 de Julho, este ar quente e oco que cobre todo o país, não encherão as homilias que predicarão os nossos dirigentes a falarem da nossa "liberdade e democracia" e louvarem "as valentes tropas" que estão a proteger a nossa liberdade "matando-os lá antes que eles venham cá".

Nenhum destes discursos conterá uma só palavra de verdade, nenhum orador lamentará a morte da Constituição dos Estados Unidos ou impelirá a audiência a restaurar o único documento que protege a sua liberdade. Nenhum orador reconhecerá que no século XXI o regime Bush/Obama, com a cumplicidade do Departamento de Justiça, das cortes federais, do Congresso, dos
mídia prostituídos, das faculdades de direito, das ordens de advogados e dum público despreocupado, matou a Constituição em nome da "guerra contra o terror".

O mesmo que nos tempos medievais, os cidadãos americanos podem ser jogados em masmorras e nunca mais saber-se deles. Não é preciso apresentar provas ou acusá-los diante dum tribunal. Não se requer juízo nem condenação.


Como nas ditaduras, os cidadãos estado-unidenses podem ser executados conforme a vontade do déspota que ocupa o Salão Oval, ali sentado a desenhar a listagens de pessoas a assassinar.

Manifestantes a exercerem o seu direito, garantido constitucionalmente, à liberdade de expressão e à liberdade de associação são atacados e golpeados pela polícia armada, com armas de eletrochoque, com gases lacrimogéneos, com pimenta pulverizada, e finalmente arrestados.

Aqueles que denunciam os crimes do governo são perseguidos apesar do estatuto que os protege.

O soldado Bradley Manning, que alegadamente teria entregado à
Wikileaks documentos que revelavam os crimes de guerra dos EUA, incluindo um vídeo de soldados estado-unidenses num helicóptero armado a gozarem, como se estivessem num videojogo, assassinando civis que caminhavam pelas ruas, foi arrestado e torturado enquanto o governo procurava armar um caso contra ele.

De acordo com o código militar dos EUA, os soldados têm a obrigação de dar a conhecer os crimes de guerra. Porém, a lei escrita não protegeu Bradley Manning, e os republicanos conservadores que eu conheço espumam pela boca pedindo a execução de Manning por ter revelado a verdade. A verdade, o que é a simples verdade comparada com a "excepcionalidade do grande povo americano"? A América tem carta-branca para fazer todo aquilo que desejar com os povos não excepcionais. Manning merece morrer, afirmam, porque ele se colocou do lado dos oprimidos e não do lado dos opressores americanos.

Logo que o Ministério Público da Suécia arquivou o caso contra Julian Assange, de
Wikileaks, decretando que as acusações de estupro não tinham fundamento, outro procurador, muitos pensam que empurrado pelo governo estado-unidense, pediu a sua extradição de Inglaterra para ser interrogado. Normalmente, a extradição apenas se aplica àquelas pessoas para as quais, acusadas dum crime, se emitiu um mandado, o que, com certeza, não é o caso de Assange. Mas, é claro, se Washington quiser Assange, Washington assegurar-se-á que qualquer lei possa ser forçada até consegui-lo. O país sueco cumprirá a vontade do país excepcional e receberá em troca uma boa paga pelos seus serviços.

Ativistas pela paz de diversos países viram como o FBI invadia os seus lares, roubando-lhes vídeos e gravações pessoais, e reuniu-se um Grande Júri de Acusação com o intuito de os indiciar por apoiarem o terrorismo durante os seus protestos contra as guerras ilegais de Washington, guerras criminosas de acordo com o padrão de Nuremberga estabelecido pelo próprio governo dos EUA.

Nada disto se mencionará nos discursos patrióticos do 4 de julho. As massas embriagadas envolver-se-ão na bandeira e voltarão a casa cheios duma arrogância que despreza os estrangeiros inferiores, como muçulmanos, árabes, chineses e franceses.

E nenhum dignitário mencionará que aqueles que "estamos a matar lá" são principalmente mulheres, crianças, velhos e trabalhadores de ajuda humanitária. As tropas estado-unidenses parecem especializadas em alvos fáceis como casamentos, funerais, crianças a jogarem futebol, granjas e escolas.

Recentemente Washington deu como reduzido o número de "danos colaterais" ao declarar que todos os homens em idade militar assassinados eram combatentes talibãs ou terroristas. Obviamente, Washington não tem maneira nenhuma de comprovar se o eram ou não, mas a declaração pode interpretar-se como uma luz verde ao assassinato de afegãos em idade militar.

Atualmente, Washington está a conduzir guerras ou ocupações, a violar a soberania de países com veículos aéreos não tripulados e/ou tropas em sete países muçulmanos e a armar rebeldes na Síria. Todo isto sem a autorização do Congresso, os alegados representantes do povo, como exige a Constituição. Que piada!

Em poucas palavras, na América da "liberdade e a democracia", o povo não tem voz, não tem direitos e não tem representantes.

Todavia, este grande défice democrático e de liberdade não vai ser mencionado pelos oradores do 4 de julho.

Os crimes contra a humanidade, o desmantelamento da Constituição dos Estados Unidos e a ilegalidade tanto nacional quanto internacional que define a América do século XXI são o resultado do 11 de setembro de 2011.

O relato dos atentados feito desde Washington é a mais selvagem teoria da conspiração que já conheceu a humanidade. O absurdo relato de Washington é o seguinte: uns poucos árabes sauditas sem qualquer apoio de nenhum governo nem de nenhum serviço de inteligência enganaram não apenas a CIA e o FBI como também as 16 agências de inteligência dos EUA, mesmo a Agência de Inteligência da Defesa e a Agência de Segurança Nacional, junto com as agências de inteligência de todos os aliados de Washington na OTAN e o Mossad israelita, que tem infiltrados todos os grupos muçulmanos radicais.

Estes humildes sauditas dos que não se conhece nem relevância nem poder também enganaram ao mesmo tempo o Conselho de Segurança Nacional, o
NORAD (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte), o Pentágono e o Controlo de Tráfego Aéreo e provocaram que a segurança dos aeroportos falhasse até quatro vezes numa hora na mesma manhã.

Por outras palavras,
todas as defesas americanas falharam ao mesmo tempo

Reflitam sobre isto só um momento. Se tal coisa se tivesse passado realmente, o Presidente, o Vice-presidente, o Congresso e a comunicação social
ter-se-iam questionado como teria sido possível tal fracasso absoluto de toda a segurança nacional. Teria começado uma investigação imediatamente, não à volta dum ano depois e só graças à pressão das famílias das vítimas do 11/9, que não puderam ser compradas. Tal fracasso, completo e total, de todos os mecanismos de segurança dos EUA significaria que os americanos não estiveram seguros um só minuto durante os 40 anos de guerra fria com a União Soviética. A qualquer momento os soviéticos podiam ter destruído totalmente os EUA e nós nunca teríamos sabido de onde é que veio o golpe.

Numa investigação de verdade, as provas do 11/9 não teriam sido ilegalmente destruídas e a investigação teria sido realizada por especialistas, não pelas agências governamentais encarregadas do ocultamento e por políticos de segunda fila. A informação do
NIST (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia), completamente absurdo, não explica nada. É uma simulação agendada por computador dum acontecimento que nunca ocorreu. Os membros da comissão do 11/9 e os seus conselheiros legais publicaram mais tarde livros em que afirmavam que lhes tinha sido recusada informação, que os militares lhes mentiram e que a própria comissão "fora desenhada mesmo para fracassar". Todavia, estas assombrosas confissões dos líderes da comissão do 11/9 não comoveram o congresso, a comunicação social prostituída nem o público. Todos agacharam a cabeça. Por favor, façam o que fizerem, mas não nos obriguem a nós os débeis a encararmos os feitos.

Mais de um cento de bombeiros, polícias, proteção civil e pessoal de conservação de prédios informaram ter ouvido e experimentado várias explosões nas torres gémeas, o que incluía potentes explosões nas caves antes da queda das torres.

Reconhecidos cientistas, autores de muitos artigos científicos, acharam no pó procedente das torres nano-térmite. Estes cientistas comprovaram a habilidade deste material para produzir uma elevada calor e explodir e informaram dos seus inequívocos resultados.

Mil setecentos arquitetos e engenheiros depuseram a pedido do Congresso e afirmaram que os três prédios do
World Trade Center não colapsaram por causa dos incêndios e a colisão dos aviões e demandaram uma investigação científica de verdade acerca das causas da destruição.

Então, fica-nos o paradoxo de uns ignorantes qualificarem a opinião científica, baseada num cuidadoso exame das provas, como uma "teoria da conspiração", enquanto a absurda teoria da conspiração de Washington surge como a verdade dos acontecimentos.

A organização
Arquitetos e Engenheiros pela Verdade do 11/9, com o conceituado arquiteto Richard Gage à cabeça, acabaram por confirmar a teoria da conspiração elaborada por Washington no filme: "9/11: Explosive Evidence -- Experts Speak Out," (11/9: Evidência Explosiva. Os especialistas falam claro), e é claro que falam claro.

Um bom feixe de reconhecidos especialistas em demolição, desenho, engenharia e construção de estruturas metálicas de alto risco fornecem no filme as razões científicas, arquitetónicas e de engenharia que permitem afirmar que os três prédios do
World Trade Center só puderam vir abaixo com a ajuda de explosivos colocados e cronometrados para remover o potente suporte estrutural e causar a súbita queda dos prédios. Visto que eles tinham sido construídos de acordo com princípios bem conhecidos e comprovados que evitam totalmente o rápido colapso, os incêndios e os danos estruturais que dois dos três arranha-céus sofreram por causa dos aviões não podiam ter causado a súbita desintegração dos três.

Eu assisti ao filme em Atlanta, uma das 32 cidades onde se estreou, o dia 2 de julho. Exibiu-se no Teatro
7 Stages situado na Euclid Avenue. É o antigo Teatro Euclid aonde íamos há 65 anos montados nas nossas bicicletas eu e outros meninos para vermos como Tarzan combatia contra répteis gigantes e cavalgava elefantes até à vitória contra malvadas tribos de pretos ou ainda piores caçadores brancos ou como Randolph Scott repartia justiça com o seu revólver numa cidade governada por foragidos e mais para testemunhar como os valentes soldados americanos libertavam a Europa dos nazis. Nunca podíamos imaginar que um estado policial como o nazi nos havia ameaçar também a nós, moradores da "terra da liberdade".

A declínio da América, convertida num estado policial, talvez pudesse cessar se os americanos não ignorarem tanto a ciência e compreenderem que aquilo que estão a ver com os seus próprios olhos nos vídeos que mostram a destruição das torres gémeas é mesmo o derrubamento dum prédio, não a sua queda a causa de simples danos estruturais. A destruição do prédio 7 é um claríssimo e completo esquema duma demolição controlada.

No final do filme, uns psicólogos explicam por que a maioria da população carece da fortaleza mental e emocional necessária para confrontar feitos altamente perturbadores. Um governo que espia tão profundamente a sua própria população como faz Washington conhece obviamente o seu perfil e não vê nele outra coisa mais do que uma debilidade e um medo que podem ser manipulados.

Haverá coisa mais perturbadora do que pensar que os atentados do 11 de Setembro tenham sido uma operação de bandeira falsa desenhada para fornecer aos neoconservadores um novo
Pearl Harbor por forma a Washington encetar uma Guerra pela Hegemonia no Próximo Oriente e dali estendê-la ao Irão e às potências nucleares, Rússia e China, que estão a ser rodeadas, como já foi o Irão, de bases militares estado-unidenses?

O que estamos a experimentar é uma nova encenação da Revolução Francesa, desta volta a nível mundial. Napoleão, o herdeiro da Revolução Francesa e várias vezes conquistador de Europa, esforçou-se por espalhar a nova ordem de França a toda a Europa. A Revolução Francesa foi assim o primeiro clamor duma
Nova Ordem Mundial, só que daquela o mundo era a Europa.

As "guerras de libertação" de Washington
são guerras pela hegemonia mundial que o complexo exército/segurança aproveita bem. A combinação de poder e dinheiro são as razões das guerras que Washington está a cozinhar. E são razões ocultas, envoltas na bandeiras, nos sentimentos patrióticos e no medo diante dos demonizados muçulmanos de pele escura.

Será que a organização
Arquitetos e Engenheiros pela Verdade do 11/9, ou qualquer tipo de verdade, poderá quebrar o silêncio e libertar os americanos da realidade artificial criada tanto pelos mentirosos que nos governam como por uns mídia corruptos e prostituídos? Ou é que nós os americanos estamos condenados a vivermos no Matrix que foi criado para nós?

Resta a esperança no colapso da economia sob as rédeas dos aspirantes à hegemonia mundial. Talvez então as pessoas que não querem lutar nem por princípios nem pela sua liberdade lutarão pela sua sobrevivência económica.

Paul Craig Roberts foi secretário adjunto do Tesouro dos EUA e é editor associado do
The Wall Street Journal

Tradução de Alberto Lozano para o Diário Liberdade


Em suma, digo eu, a caca é a mesma. Só mudam as moscas. Os Governos do Povo e para o Povo são uma quimera... e o POVO é que sofre para que esses senhores tenham tudo e uma minoria tenha a riqueza mundial na sua posse.

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

 A SEITA QUE DOMINA O MUNDO



São as raposas globais. Normalmente, quando se apontam os excessos cometidos pela Igreja de Roma. Limitam-se a falar das Cruzadas e massacres ocorridos séculos passados, como a famigerada INQUISIÇÃO e Massacre do DIA DE S. BARTOLOMEU em que milhares de Huguenotes (protestantes franceses) foram chacinados.

Os apologistas católicos escondem-se invariavelmente atrás de retóricas, tais como considerar como resultado do “espírito da época” ou “atos infelizes de uma Era das Trevas”. E estas desculpas não correspondem à realidade, pois o sangue derramado pelos católicos, com o aval do Papa Pio XII, em pleno século XX, são exemplo disso.



A Igreja Católica liquidou mais de oitocentos mil sérvios Ortodoxos na Croácia católica, durante os anos de 1941 – 45, ou seja quarenta vezes mais do que a soma fatídica da “Santa Inquisição” e do “Massacre do Dia de S. Bartolomeu”. Os próprios nazis (que ironia) ficaram tão horrorizados com as atrocidades praticadas pelos católicos croatas que acabavam por ocupar as cidades a fim de diminuir tanto massacre.

Na Jugoslávia, por exemplo, a “bondade católica” sepultou vivos 250 camponeses no distrito sérvio de Bjelovar. Duas mil crianças mortas com gás letal no campo de concentração de Bonsanska Gradiska. Um pai e um filho crucificados juntos e em seguida queimados dentro da sua própria casa, em Mlinister. Mães e filhos, de até 3 anos, empalados na mesma estaca, em Gorevac. Uma mãe obrigada a segurar a bacia que recebia o sangue dos seus quatro filhos, quando as suas gargantas foram cortadas em Konsinj. Muitas outras atrocidades, coordenadas pelo Arcebispo católico romano Aloysius Stepinac, o qual “rezou” descaradamente na abertura do Parlamento Croata, em Fevereiro de 1942, a pedir que o “Espírito Santo descesse sobre as afiadas facas ustashis (exército católico de guerrilha ou ação católica).

E dizem ironicamente que estão “ao serviço de Deus”. Que Deus?

Todas as guerras do planeta têm sido arquitetadas pela Ordem Jesuíta e muitas atrocidades têm sido cometidas pela Ordem Franciscana, ambas a defender a sua pobreza, humildade e bondade. Na Jugoslávia, os Franciscanos distinguiram-se em milhares de atrocidades contra os sérvios ortodoxos, principalmente contra o seu clero.

O mais curioso é que estes dois grupos “religiosos” é que montaram a segurança do Papa Francisco com grande eficácia, que fez grandes alterações no sistema instalado na governação do Vaticano. Se não tivesse esta guarda pretoriana, este Papa tinha sido assassinado logo que começou a mexer com as regalias e mordomias dos barões que dominavam o Vaticano.

É um facto.

Os jesuítas organizados em moldes militares (motivo porque são uma “Companhia” e não uma “Ordem”) com um General tão poderoso, ou mais, que o próprio Papa, têm como objetivo a dominação mundial. O General é conhecido como o Papa negro.

A História regista a expulsão desta “Companhia de Jesus” de muitos países que se aperceberam dos seus objetivos. O modus operandi é simples: apossarem-se da educação, da doutrinação e infiltrarem-se no meio político de cada nação. Provocam a perturbação nas massas e como dominavam as escolas, universidades e instituições, conseguiam uma “paz” passageira, pois entravam na fase da “perseguição”.



Os Jesuítas começavam invariavelmente com o estabelecimento de colégios e universidades, exibindo altos graus académicos a fim de atrair aspirantes a eruditos da nação em vista. Este estratagema é muito subtil permitindo, sem contestação, a apostasia concebida sempre na sala de aulas.

Os Jesuítas descobriram muito cedo a importância de liderar a mais alta educação como meio de ganhar o controlo das vidas dos jovens mais habilitados e mais bem situados, fabricando servos intelectualmente treinados aos seus propósitos. A habilidade dos padres Jesuítas, os seus conhecimentos da natureza humana, a sua afabilidade nas maneiras e a sua notável adaptabilidade às idiossincrasias e circunstâncias de cada indivíduo, tornam-nos praticamente irresistíveis uma vez que entrem em relações mais íntimas com a juventude influenciável.

Depois de iludir os estudantes ingénuos partem para o segundo estágio que é a doutrinação. Certamente que empregaram mais tempo a moldar os seus carateres religiosos e morais, conforme os ideais da Sociedade, do que assegurar uma maestria nos estudos... bem ou mal preparados academicamente. O que interessava era a “entrega” religiosa incondicional. Este poderiam ser infiltrados e ocupar posições de liderança nos governos, no comércio e nas forças armadas. A preparação da população “civil”, da Nobreza e do Clero, era muito baixa, sendo os Jesuítas os melhor preparados, pelo que se impunham com o a sua “sabedoria”.

Os Jesuítas para alcançarem os seus objetivos tinham uma prerrogativa que as restantes ordens religiosas não tinham: a permissão de isenção do hábito religioso.

Os milhares de membros oficiais da Sociedade operavam no mundo inteiro na capacidade do seu pessoal, como oficiais de um exército verdadeiramente secreto, contendo nas suas fileiras chefes de partidos políticos, oficiais de altos escalões, Generais, magistrados, físicos, professores universitários, todos eles a batalhar para realizar na sua própria esfera, a Opus Dei, com absoluto empenho, os planos do Papado.



A capacidade de se infiltrarem com bastante sucesso em todos os países é possível quando executam o quarto estágio – A Sedição. Um verdadeiro Jesuíta é personificação exata da carta 1Timóteo 4:2.

Em Inglaterra começaram a infiltrar-se no século XVI, usando mil disfarces, incluindo as togas dos pastores anglicanos. Através dos séculos têm deixado bem claro que não hesitarão diante de coisa alguma, a fim de atingir os seus propósitos de subjugar o mundo inteiro ao Vaticano.

O engodo que começaram a utilizar muito cedo, no seu treino, foi a de manter a cabeça levemente inclinada, sem a mover para a direita ou para a esquerda. Nunca levantar a vista e quando falam com alguém não o fixam diretamente nos olhos, de modo a serem vistos apenas indiretamente.

Os Jesuítas têm-se destacado na política mundial. A sua reputação na matéria de subterfúgio, espionagem, subversão e coisas piores é bem conhecida pelos pesquisadores e estudantes da história mundial. Cinquenta e uma expulsões documentadas pelos governos do mundo dão uma boa indicação do que esses “missionários” fazem mais do que simplesmente distribuir folhetos.

De Facto os “filhos de Loyola” são tão diabólicos que têm sido expulsos até mesmo de países notadamente católicos. Em 6 de Abril de 1762, a França expulsou-os, descrevendo as suas doutrinas como : “perversas, destruidoras de todos os princípios religiosos e honestos. Insulto à moral cristã, perniciosa à sociedade civil, hostis ao direito da Não, ao poder Real e à segurança dos soberanos à obediência dos súbditos, capazes de deflagrar os maiores distúrbios nos Estados, de conceber e manter a pior espécie de corrupção nos corações humanos”.

O segredo da longevidade dos Jesuítas, tendo em vista a ampla resistência por parte dos governos, tem sido a sua obstinação de entrar novamente nos países de onde foram expulsos, onde e quando isso for possível. Lamentando esse ressurgimento da atividade Jesuíta, John Adams, segundo Presidente dos Estados Unidos, escreveu a Thomas Jefferson, em 1816, “não me sinto feliz com o renascimento dos Jesuítas. Enxames deles se apresentarão sob os mais variados disfarces jamais usados, como impressores, escritores, publicadores, professores escolares, etc. Se já alguma vez uma Associação de pessoas mereceu condenação, neste mundo ou no Inferno, é a Sociedade de Loyola”.

Infelizmente, Jefferson, terceiro Presidente americano, era bom demais para acreditar na maldade dos “filhos de Loyola” e, a partir de então eles foram penetrando no país protestante mais promissor das Américas e no final do séc. XX já eram praticamente os donos daquele país...

Um dos meios mais vigorosos usados pelos Jesuítas para perpetuar as suas atividades, é aliviar a consciência dos membros da igreja que simulam hipocritamente os seus sentimentos para enganar as pessoas. Este ministério “aliviador” é executado através do “confessionário”.

John Henry Newman não escreveu especificamente sobre os jesuítas, mas as suas ideias sobre a fé, o dever e a educação são muito relevantes para a tradição jesuíta, que também valoriza uma fé viva e a formação intelectual. Newman acreditava que a fé católica era a única defesa contra o materialismo e que a consciência moral era a voz de Deus, orientando as ações humanas, o que se alinha com o compromisso jesuíta com o magis (o "mais" ou "melhor") e com a fé prática. Ele declarou: Desde o princípio os Jesuítas usavam sempre o confessionário como meio de dominar as almas dos homens e mulheres, a fim de obter um conhecimento dos assuntos e políticos do lugar, os quais servissem aos objetivos da Sociedade. Os filhos e filhas dos ricos e nobres eram buscados por todos os meios para ficar sob a sua influência e para tanto se tornaram os confessores favoritos na corte Imperial e em muitas cortes reais da Europa. Era o seu objetivo constante tornar o seu sistema confessional tão atraente para os ricos e Nobres que vinham procurá-los espontaneamente. Para esse fim o seu sistema casuísta de Teologia moral foi elaborado, no qual eles tinham meios de apaziguar as consciências dos seus súbditos em todos os tipos de mal feitos.

Os Jesuítas são eternos porque dentro deles foi insuflado um poder indiscernível e insuperável (através dos “exercícios espirituais”) provindo do “pai da mentira”. Agora a perseguição foi substituída pelo enganador Movimento Ecuménico, uma vez que já não lhes é possível matar, roubar e destruir, como faziam antigamente. Com o tempo, eles chegaram à conclusão de que não poderiam vencer os protestantes pela força... então resolveram unir-se aos mesmos, a fim de envenenar-lhes as mentes com as suas doutrinas liberais e antibíblicas.


Imagem: CNBB


Podemos ver atualmente o resultado, com os vários acordos feitos entre católicos e protestantes, levando os cristãos à apostasia que começou a prevalecer a partir de 2000.

Através do liberalismo e do movimento ecuménico, a maioria dos protestantes foi convencida a aceitar as doutrinas de Roma, como se elas fossem realmente bíblicas. Agora essas raposas globais já estão no controlo económico, através do “Homem da iniquidade” a fim de destruir todos os que não rezarem pelo catecismo de Roma.







segunda-feira, 27 de outubro de 2025

 

DECLÍNIO E RUPTURA DOS EUA


Imagem: OutrasPalavras


Publiquei este texto em Maio de 2020. E pelo que se passa atualmente , na era caótica de Donald Trump, a situação piorou, e muito. A Administração Trump encaminha o país para o abismo. A dívida externa aumenta cada vez mais e a ação concertada dos BRICS acabarão com o dólar. E depois...

A História está cheia de exemplos de quedas de grandes Impérios e nunca um conseguiu travar o que quer que seja pela força ou antagonizando os adversários e traindo os seus aliados por motivos essencialmente mercantis. Ficaram sempre isolados e pereceram. Todos, mas todos, precisam de uma concorrência leal e séria e agir diplomaticamente respeitando as convenções e tratados internacionais.

Está provado que as guerras não levam a nada e só destroem vidas e bens. Seria muito melhor conseguirem um acordo justo do que conseguir o mesmo com tudo já destruído. As nações que oficialmente perderam a última guerra mundial são as que estão melhor atualmente. Afinal qual o ganho dos que “ganharam” historicamente?

Os EUA estão falidos, a Rússia idem, o Reino Unido perdeu o Império e está mal economicamente, A França está um caos. E os “derrotados” estão com as suas economias a crescer e a açambarcar os mercados e as industrias. A Alemanha vai crescer militarmente tornando-se a maior potência na Europa (outra vez). O Japão, o mais castigado, está anos avançado ao chamado primeiro mundo. A China é o gigante do momento e do futuro, a Índia não ficará atrás.

Afinal quem ganhou a Segunda Guerra Mundial e tem sobrevivido com vantagem às pequenas guerras que eclodem por todo o mundo?

Assim Trump acelera o declínio dos EUA. Ele exibiu na ONU o seu mais novo perfil: ainda mais arrogante, alienado e ameaçador. Por trás desta atitude, arma-se um desastre: o cenário económico é turvo, e perspetivas de longo prazo são piores. Eis a tempestade que se arma” – Site OutrasPalavras, em Setembro de 2025.



Um dos principais analistas políticos russos afirmou que a tempestade económica nos Estados Unidos confirma a sua visão de que o país caminha para o colapso e será desmembrado em partes separadas.

O professor Igor Panarin declarou numa entrevista publicada a 24 de Novembro de 1998 pelo diário Izvestia: "O dólar não está assegurado por nada (Deixou de se apoiar no ouro. O presidente dos Estados Unidos Richard Nixon anunciou o fim do padrão ouro para o dólar, encerrando o sistema monetário internacional de Bretton Woods que ajudou a tornar o dólar a moeda de reserva mundial. Dependendo da perspetiva de cada um, o fim do padrão ouro foi uma concessão inevitável à realidade económica ou uma catástrofe épica. No coração do padrão-ouro estava o princípio da conversibilidade: a promessa de que o papel-moeda poderia, a qualquer momento, ser convertido em ouro. Isso não apenas ancorava o valor da moeda, mas também limitava a quantidade de dinheiro que um país poderia emitir ao volume de ouro que possuía ). A dívida externa do país tem crescido como uma avalanche, apesar de que no princípio dos anos 1980 não havia dívida. Em 1998, quando fiz a minha previsão, ela havia excedido os 2 milhões de milhões (triliões). Agora há mais de 11 milhões de milhões de dívida. Isto é uma pirâmide que só pode entrar em colapso".

O jornal afirma que as terríveis previsões de Panarin para a economia dos EUA, feitas inicialmente numa conferência internacional na Austrália, há muitos anos atrás, quando a sua economia parecia forte, ganharam mais credibilidade com os acontecimentos posteriores.

Ao ser perguntado quando a economia dos EUA entraria em colapso, Panarin disse:
"Ela já está a entrar em colapso. Devido à crise financeira, três dos maiores e mais antigos cinco bancos da Wall Street já deixaram de existir, e dois mal estão a sobreviver. As suas perdas são as maiores da história. Agora o que assistiremos é uma mudança no sistema de regulação a uma escala financeira global. A América não será mais a reguladora financeira do mundo".

Quando lhe perguntaram quem substituiria os EUA na regulação dos mercados mundiais, respondeu
: "Dois países poderiam assumir este papel: a China, com as suas vastas reservas, e a Rússia, que podia desempenhar o papel de um regulador na Eurásia".

Perguntado porque esperava que os EUA se desmembrassem em partes separadas, disse:
"Por todo um conjunto de razões. Primeiramente, os problemas financeiros nos EUA ficarão piores. Milhões de cidadãos ali perderam as suas poupanças. Os preços e o desemprego estão em ascensão. A General Motors e a Ford estão à beira do colapso, e isto significa que todas as cidades ficarão sem empregos. Governadores já estão a pedir dinheiro insistentemente ao governo federal. A insatisfação está a crescer, e no momento isto está a ser sustido apenas por causa das eleições e da esperança de que Obama possa fazer milagres. Mas na Primavera já estará claro que não há milagres".

Ele também mencionou o "ajustamento político vulnerável", a "falta de leis nacionais unificadas" e "divisões entre a elite, as quais tornaram-se claras nestas condições de crise".

A sua previsão é que os EUA romper-se-ão em seis partes — a Costa do Pacífico, com a sua crescente população chinesa; o Sul, com os seus hispânicos; o Texas, onde movimentos pela independência estão em ascensão; a Costa do Atlântico, com a sua diferente e separada; cinco dos mais pobres estados centrais com suas grandes populações de nativos americanos; e os estados do norte, onde a influência do Canadá é forte.

Ele ainda sugeriu que
"nós [russos] ainda podíamos reclamar o Alasca — ele foi cedido apenas em arrendamento (on lease), afinal de contas".

Quanto ao destino do US dólar, declarou:
"Em 2006 foi efetuado um acordo secreto entre o Canadá, o México e os EUA sobre uma divisão comum, o Amero, como nova unidade monetária. Isto poderia assinalar preparativos para substituir o dólar. As centenas (de milhões) de notas de dólar que inundaram o mundo poderiam ser simplesmente congeladas. Sob o pretexto, digamos, de que terroristas estão a falsificá-las e de que precisariam de ser verificadas".

Acerca da reação da Rússia à sua visão do futuro, Panarin considerou que deve "Desenvolver o rublo como uma divisa regional. Criar uma bolsa de petróleo em funcionamento pleno, a efetuar transações em rublos... Devemos romper as cadeias que nos atam ao Titanic financeiro, o qual na minha opinião afundará em breve".

Este plano ruiu com a política de expansão de Putin para implantar um Império superior à ex-URSS e o começo da banca rota com a invasão da Ucrânia. Putin está a afundar a Rússia e sobrevive graças à “caridade” daqueles que se aproveitam das suas riquezas a baixo preço. Não passa de um mero satélite sobre a asa protetora da China que, mesmo assim, não se compromete muito mantendo uma posição ambígua. Não se percebe como uma potência que a Rússia “era” esteja na cena internacional como um pária e completamente dependente do auxílio de Coreia do Norte (também uma nação pária na cena internacional) e do Irão. Nem os outros Estados fortes do BRICS lhe dão a mão. O único trunfo que tem para emparelhar com as grandes Nações é o poderio nuclear que, diga-se a verdade, nem se sabe se está operacional. O desleixo, corrupção e incompetência dos líderes militares não são nada abonadores da Potência que todos julgavam que a Rússia era. Donald Trump acertou quando diz que a Federação Russa é um “tigre de papel”. Muitas ameaças... mas há mais de três anos que nada consegue que legitime o estatuto de forte potência militar.

Sabemos hoje que este declínio dos EUA é devido à ação agressiva da China, quanto ao plano muito bem preparado que a colocou na dianteira da alta finança. A China tem-se espalhado por todo o mundo e compra tudo o que pode e, principalmente, respaldou a sua moeda, o Yuan, em ouro, enquanto que o dólar americano não está respaldado em NADA. Contava com o monopólio do dólar para transacionar o petróleo no mundo, mas a China e a Rússia já "furaram" o sistema e com a recente epidemia do Corona Vírus o petróleo está a perder valor abruptamente o que inflaciona o dólar americano e prepara a morte do Petrodólar. Sem o Petrodólar a economia dos EUA colapsa.

Já se pôs a ideia de os Estados Unidos declararem a incapacidade de fazer pagamentos em dólares lançando em alternativa uma nova moeda que não valerá mais do que vinte cêntimos.


Logo no princípio quando se começou a desenhar ao conhecimento público o rebentamento da bolha especulativa do imobiliário em Agosto de 2007 (ou ainda antes) começaram igualmente a correr teorias, devido à astronómica dívida externa, sobre a inevitabilidade da implosão do Dólar como moeda de referência no mercado financeiro global.

Teorias, como sempre rotuladas de "conspiratórias”, começaram a circular no que respeita a uma suposta moeda alternativa cunhada pelo Tesouro dos Estados Unidos. O neo-conservador Hal Turner, um ex-jornalista detentor de um programa periódico na rádio, alvo de represálias pela administração Bush, divulgou pormenorizadamente a intenção dos EUA governados pelos ultra-conservadores de substituírem o dólar por uma nova moeda.

Trata-se do “Amero” um derivativo da raiz América – a nova moeda única para a União da América do Norte (um pouco como o Euro para a União Europeia) a circular com a cumplicidade dos governos do Canadá e México. Os EUA pensavam, com este remédio, curar a doença progressiva de que foram atacados na década de 70, quando iniciaram o declínio da então maior nação com excedente de créditos com que inundavam o resto do mundo, para a situação de nação com a maior dívida mundial por volta do ano 2000.

O rebentamento da bolha da “nova economia” e a saída pela via 11 de Setembro para a odisseia da guerra generalizada contra os moinhos de vento do terrorismo têm feito o resto do caminho para a falência a ponto de economistas liberais como Peter Schiff reclamarem para a América de hoje o cognome de Segunda República de Weimar.

O Amero seria então como moeda de substituição ao velho emulo do marco alemão da década de 1920 quando, devido ao seu valor desprezível, era queimado nos fogões de cozinha uma vez que comprar lenha com as notas saía muito mais caro.

Pelos vistos esse plano ainda não foi posto em prática. Os Democratas não se entendem com os Republicanos, e a América vai-se impondo ao mundo enquanto pode, pelo seu enorme poderio bélico.

Só que está cada vez mais endividado e o novo Presidente, Donald Trump, está a enterrar cada vez mais esta grande Nação. Por este andar colapsa forçosamente. Só uma guerra civil ou um golpe de Estado talvez mude a situação e não está muito longe.

Esta última iniciativa da Administração Trump em querer politizar os militares e sugerir que as forças armadas possam “treinar” na perseguição e repressão do próprio povo americano em que muitos são considerados como inimigos (os democratas) porque não apoiam o Presidente, é muito grave e vem revelar, finalmente, porque razão a FEMA já tinha assegurado a construção de centenas de campos de concentração (que se encontram vazios por enquanto) com milhões de caixões e material de repressão como viaturas de transporte de prisioneiros, algemas, guilhotinas e muito mais.

Existem mais de 800 campos de concentração nos Estados Unidos (Ultimamente já reportam 3.700), todos plenamente operacionais e prontos para receberem prisioneiros. Todos eles estão dotados de pessoal e sempre cercados por guardas a tempo inteiro, mas estão todos vazios. Estes campos deverão ser operados pelo FEMA se a lei marcial for implementada nos EUA e para isso basta uma assinatura do Presidente numa proclamação e a assinatura do Procurador-Geral numa ordem de prisão com as listas de nomes.


Muitas bases militares foram encerradas e transformadas nesses campos de concentração. As operações Cable Spicer e Garden Plot são dois subprogramas que foram implementados uma vez iniciado o programa REX 84. O Garden Plot é o programa para controlar a população e o Cable Spicer é o programa para uma tomada de controlo metódica dos Governos Estaduais e locais pelo Governo Federal. O FEMA é, portanto, o braço executivo da Polícia de Estado que dirigirá todas as operações. As Ordens Executivas Presidenciais já listadas no Federal Register fazem, também, parte da estrutura legal desta operação.

Curiosamente esses campos eram policiados por gente contratada, militarizada e não americanos, porque os americanos poderiam recusar-se a reprimir os seus compatriotas, e Donald Trump desmantelou a FEMA. Será sua intenção utilizar as Forças Armadas norteamericanas? Porque razão reuniu todos os Generais e Almirantes e tentou politizá-los para “combater” o inimigo interno e exercer a repressão sobre os que não queiram obedecer e submeter-se às ordens Presidenciais, principalmente os Democratas, rasgando a Constituição dos Estados Unidos da América. A Procuradora Geral, antiga advogada de Trump, move uma perseguição tenaz a todos os democratas e aqueles que não prestam apoio incondicional ao Presidente.

Além disso, Donald Trump, envia a Guarda Nacional para todos os Estados Democratas, para “impor a ordem”, segundo diz ele, em conflito aberto com os juízes federais que se opõem, considerando uma ilegalidade e abuso de poder.

Todos os militares norteamericanos devem ser imparciais, qualquer que seja o partido político a governar, porque juram lealdade à Bandeira, ao País, e não ao Presidente que esteja a governar na altura. Por inerência o Presidente é o Comandante Chefe das Forças Armadas e não tem o Estatuto de um Fuhher como Hitler em que os militares juravam lealdade ao Fuhrer e não ao País.

Todos os campos têm instalações ferroviárias bem como estradas que conduzem às instalações de detenção. Muitos até têm um aeroporto próximo. A maioria dos campos pode albergar 20 mil prisioneiros. Atualmente, a maior dessas instalações fica junto de Faibanks, no Alasca. A instalação do Alasca é um enorme centro de saúde mental e pode manter milhares de pessoas.

Antes de 1986 foi desenvolvido o plano de emergência, incluindo a suspensão da Constituição e detenções. Era o plano de emergência chamado REX 84. O controlo dos Estados Unidos passaria para a FEMA e a nomeação dos comandantes militares para executar o plano no Estado e nos Governos locais, o que em pequena escala, talvez para explorar terreno, já está a acontecer com a dança da Guarda Nacional para impor a ordem em diversos locais, de preferência governados por Democratas.

Como seria de esperar Donald Trump, ameaçou acabar com a FEMA (Comandada e preparada por administrações anteriores onde ele não tinha controlo nenhum) acusando o órgão de não fazer o seu trabalho. “A FEMA simplesmente não fez o seu trabalho. E estamos a analisar o conceito completo da FEMA. Gosto, francamente, do conceito de que quando a Carolina do Norte é atingida, o governador cuida disso. Quando a Flórida é atingida, o governador cuida disso, ou seja, o estado cuida disso”, destacou em visita a áreas afetadas pelo furacão Helene na Carolina do Norte. Só que, manda para esses Estados governados por Democratas a Guarda Nacional porque os Governadores “não cuidam disso”.

Esta agência de gestão de desastres dos EUA tem sido muito criticada pelo seu trabalho contra os impactos de alguns furacões, incluindo em Porto Rico, em 2017, quando o território foi atingido pelo furacão Maria.

Moradores acusaram Trump, que era presidente à época, de ser lento para enviar ajuda após o Maria e por comentários públicos quando ficou claro que o território dos EUA havia sido devastado.

Além disso, em 2005, o furacão Katrina atingiu Nova Orleães e inundou partes da cidade enquanto os moradores se aglomeravam em abrigos mal preparados.

O Katrina devastou a costa do Golfo do México e causou mais de 1.800 mortes. Também destruiu a reputação da FEMA, que foi duramente criticada.

Portanto o plano interessa, mas não sob o controlo da FEMA que foi desmantelada. Outra organização da confiança do ditador será nomeada. Só falta a adesão dos militares.

E aqui se confirma que o verdadeiro propósito dessa organização que substituirá a FEMA é não só proteger o governo mas também ser o seu veículo de expansão principal da Lei Marcial. E aqui se confirma que o verdadeiro propósito é não só proteger o governo mas também ser o seu principal veículo de implementação da Lei Marcial.

Com todas as pseudo-leis que têm sido aprovadas, os cidadãos Norte-Americanos encontram-se cada vez mais perigosamente na situação de serem detidos apenas porque se revoltam, porque vão para as ruas protestar.

Tudo está a convergir! Os Campos de Concentração da FEMA foram ativados nos Estados Unidos. No exato momento em que estamos às vésperas de um Colapso Financeiro total, que uma Terceira Guerra Mundial nos assombra e que o Congresso Americano autorizou o uso irrestrito das forças armadas contra a população civil do país a menos de 5 meses atrás.

Afirma-se que existem nos EUA mais de109.000 contentores armazenados em diversos lugares, e que estão repletos de guilhotinas e algemas. Ainda não se sabe se alguém conseguiu filmar.

O FBI pode espiar americanos sem qualquer suspeita de terem cometido algum crime. São todos considerados culpados até prova em contrário.

O Departamento de Justiça vai afrouxar restrições sobre o FBI, para permitir que agentes possam abrir processos de segurança nacional ou a investigação criminal contra alguém sem qualquer base clara por suspeita.

Legisladores democráticos informados sobre os detalhes dizem que os EUA estão cada vez mais perto de um estado policial, onde as liberdades e garantias dos cidadãos desaparecem a cada nova lei que é aprovada. E pelo que se pode ler cada nova lei é mais uma machadada final na própria Constituição dos EUA.

A “administração Obama”, discretamente, encomendou mais mil milhões de dólares de novos caixões para a FEMA … é muito dinheiro para comprar muitos, mas muitos caixões.



A instalação de tantos campos de concentração, atualmente vazios mas militarmente protegidos, torna tudo muito, muito suspeito, deixando a população alerta. A FEMA chamava a essas instalações de "células de sobrevivência", um tanto ou quanto estranhas, uma vez que muitas denúncias dão conta de haver nos seus interiores guilhotinas, câmaras de gás e até crematórios, o que na verdade torna esses campos em verdadeiras "células da morte".

Uma Nação dividida.


sábado, 18 de outubro de 2025

 

O QUE MOVE PUTIN


Recordemos a História.

A Rússia, devido à atuação do Presidente Bush, com o seu plano de “mudança de regime” tornou-se a “protetora” dos Estados árabes do Médio Oriente. Em Janeiro de 2002, o presidente Bush anunciou num infame discurso as nações do "eixo do mal", o Irão, o Iraque e a Coreia do Norte, declarando a sua intenção de alcançar uma "mudança de regime" em todos os três casos. Advertiu claramente estes países de que poderão tornar-se em breve em alvos na guerra contra o terrorismo. Os EUA estariam preparados para agir, sozinhos se necessário, contra eles se ameaçarem o seu povo, os seus vizinhos ou outros.

Todos os três governos souberam imediatamente que o Presidente Bush os marcou, simplesmente, para destruição, um plano que veio a ser conhecido como "mudança de regime". Bush não esperou muito tempo para tomar o próximo passo dramático. "Comandos das forças especiais americanas receberam ordens de lançar operações secretas contra linhas de suprimentos de armas para os terroristas e os três países rebeldes referidos pelo presidente George W. Bush como o 'eixo do mal'. Bush assinou uma ordem executiva secreta que deu às forças especiais autoridade sem precedentes para combater e, se necessário, destruir fornecedores de armas que ajudam os terroristas e quaisquer tentativas de desenvolver armas de destruição maciça."

Ataques de comandos são considerados uma intrusão no território soberano que é significativa o suficiente para deflagrar uma guerra entre Estados soberanos. Assim, quando o presidente Bush sinalizou a sua ordem executiva autorizando as forças especiais dos EUA a entrarem no território de um país soberano para destruírem as armas de destruição maciça que se acredita existirem ali, estava efetivamente a declarar guerra contra esses países.

Em 20 de Março de 2003, Forças da coligação (EUA e algumas nações europeias) atacaram pela fronteira entre o Iraque e o Kuwait e, no início de Abril, Bagdad caiu. A euforia estava no ar. Os analistas falavam eloquentemente sobre a massacrante superioridade dos armamentos americanos. Neste momento, os principais líderes da Rússia, França e Alemanha reuniram-se em São Petersburgo, na Rússia. Ao fim da reunião, o presidente Putin subiu ao pódio como o porta-voz do grupo. Os comentários dele revelaram que esses três países não estavam impressionados pela superioridade militar americana.


"Nenhum ataque contra outros países, Putin adverte os EUA", Sify News, 12 de Abril de 2003.

São Petersburgo — O presidente russo Vladimir Putin advertiu na Sexta-feira a coligação liderada pelos EUA a não atacar outros países sob o pretexto de promover valores capitalistas e democráticos após ter derrubado o regime ditatorial do Iraque. “Não vamos exportar revoluções capitalistas e democráticas”, disse o líder russo aos repórteres, ao mesmo tempo em que os rumores em Washington dão conta de que alguns elementos da administração dos EUA estão a pensar no lançamento de operações militares contra outros países do Médio Oriente. “Se fizermos isso, vamos terminar em uma ladeira escorregadia de conflitos militares intermináveis. Não podemos permitir que isso aconteça”, disse Putin em uma conferência conjunta à imprensa com o chanceler alemão Gerhard Schroeder e o presidente francês Jacques Chirac, após manter conversações com eles.

São palavras duras, vindas de líderes experientes de países poderosos. Esses líderes não fazem esse tipo de ameaça sem considerar seriamente quais serão as consequências se as suas bravatas forem lembradas e eles não responderem. Estivesse a América agora prestes a atacar de uma maneira que criasse uma "mudança de regime" no Irão e/ou na Síria, a credibilidade da Rússia, da França e da Alemanha cairia para praticamente zero.

É interessante que durante essa conferência para a imprensa de 12 de Abril, o presidente Putin mencionou especificamente somente a Síria, contra quem os altos funcionários do governo Bush faziam ameaças, e para a fronteira da qual as forças americanas deslocaram tropas e tanques. No entanto, as advertências de Putin poderiam igualmente aplicar-se ao Irão, que é atualmente o maior alvo da ira americana. É com o Irão que a Rússia pretende “jogar” ao enfrentar o poder americano em toda a região. A pressão americana levou o Irão (a antiga Pérsia) para os braços do urso russo, indo ao encontro da profecia bíblica que diz que Gomer (algumas nações europeias) marchará com a Rússia (Ezequiel 38-39). Magogue significa o ‘Príncipe de Rosh’ (de Gogue). Rosh é a antiga palavra raiz para a terra da Rússia. Deus informa que Magogue virá do extremo norte. O que fica ao norte de Jerusalém? Moscovo. E ‘Meseque’ é o antigo nome da capital da Rússia ocidental. Tubal é identificada como uma cidade da Sibéria. Por esta profecia de Ezequiel podemos compreender melhor a afirmação “Uma Eurásia unida, de Lisboa a Vladivostok.” Proferida por Dmitry Medvedev, que era o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia. Este é o objectivo final da Rússia, anunciado na terça-feira 5 de Abril de 2022. Fê-lo numa mensagem divulgada no seu canal do Telegram. Mas o que significa este conceito de Eurásia unida? E porquê invocar agora este objetivo de Moscovo?

Eu acho que Putin, à semelhança de Hitler, está embrenhado também no ocultismo, ou religiosidade fanática, que acredita plenamente ser o escolhido para concretizar a revelação da Bíblia (Ezequiel 38-39) e no livro do Apocalipse do Novo Testamento. Ele, ao confrontar a Nova Ordem Mundial que o sistema quer impor (os Illuminati, financeiros e corporações), crê estar a cumprir uma missão sagrada para salvação do mundo, pelo que tem o apoio incondicional do Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa. O Ocidente ainda não percebeu com quem está a lidar. O Ocidente julga que Putin é um desequilibrado, um louco, e não compreende que ele, pela sua formação no KGB é um indivíduo frio, apático (sem sentimentos) que está a raciocinar em termos mágicos e a ver o mundo por outros parâmetros. As sanções para nada servirão. Putin só pode ser parado pelo confronto armado, assim como Hitler foi parado.

O que surpreende é a intensidade das forças que levaram o Irão (Pérsia) ao campo da Rússia, à medida que esse país busca proteção contra o sofisticado armamento dos EUA. Além disso, como a profecia diz que Gomer (algumas nações europeias, sendo referenciada a França nos estudos bíblicos) marchará com a Rússia, a pressão americana sobre o Irão está a resultar em forçar a união de três grandes elementos desta profecia: o Irão (Pérsia), a Rússia e essa parte da Europa (Gomer).

(Não esquecer que o Presidente Macron multiplicou os seus esforços de aproximação e negociação com Putin, quando este invadiu a Ucrânia, com objetivos poucos claros para os aliados Europeus. Ainda hoje insiste numa política independente com encontros pessoais com Trump e Putin).



                       Imagem: O Evangelho segundo Elias – WordPress.com



Ezequiel 38-39 é extremamente importante em todo o plano profético para a entrada do Anticristo na cena internacional. O Irão é uma das nações que marchará com a Rússia nos últimos dias. O seu governo linha-dura é exatamente o tipo que odeia Israel o suficiente para marchar juntamente com a Rússia. Além disso, desde meados de 2003, o Irão tem buscado a proteção da Rússia contra os EUA. Hoje, o Irão dispõe de sofisticados sistemas de radares e mísseis antiaéreos que também são capazes de abater mísseis de longo alcance, e estaria a comprar diversos aviões caças Sukhoi-30 e vários aviões-tanque de reabastecimento aéreo compatíveis com os caças. Estes aviões estenderão o alcance da sua ação em milhares de quilómetros, o que significa que o Irão conseguirá atacar Israel.

                                                 Imagem You Tube


A União Europeia embarcou em uma campanha diplomática separada com relação ao Irão, uma campanha aparentemente muito mais próxima das políticas russas do que as de Washington. O Irão parece estar firmemente na órbita russo-europeia — e as contínuas ameaças do presidente Bush desde Janeiro de 2002, o forçaram a esse tipo de aliança. Se essa perceção estiver correta, estamos a ver a operação de uma aliança que resultará no cumprimento literal de Ezequiel 38-39.


                                                 Imagem FaceBook


Verdadeiramente, o mundo está a mudar e encontra-se diante do precipício do fim dos tempos.

                                                      Imagem TikTok



O Ministro dos Negócios Estrangeiros russo já começou a atacar Israel, quando afirmou que os Judeus é que massacram outros judeus e Hitler é descendente de Judeus. Israel começa a reagir e logo se verá o que irá acontecer.

Será que a profecia bíblica se vai cumprir?