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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

 A ESCALA DAS CRIATURAS NÃO TERMINA NO HOMEM

 

Uma análise de factos passados, a sua repetição através dos anos e a presunção de que a acção predadora do ser humano faz com que essa escalada regular, e cada vez mais intensa, irá continuar.

Com esta erupção do vulcão de La Palma e o seu comportamento “teimoso” a vomitar lava incandescente sem parar, lembrei-me de alguns ensinamentos que aprendi na Filosofia Rosa-Cruz do Cosmos que, para os mais desatentos que permanecem aleados destes grandes eventos que se dão no Planeta, todos estes fenómenos têm um propósito e provêm de uma “consciência” desconhecida e incompreendida pela maioria da humanidade. Todos os fenómenos no interior da Terra que provocam reacções na superfície são a resposta a um “mal-estar” ou consequência de agressões externas, assim como acontece o mesmo no corpo humano quando é agredido e ferido.

 


 

O corpo humano quando é invadido por um agressor que vai perturbar o organismo, mobiliza imediatamente os seus meios de defesa para isolarem a ameaça, imobiliza-la e expulsá-la para o exterior, ou então dissolvê-la e digeri-la. Os anticorpos são proteínas produzidas pelas nossas células de defesa que impedem que organismos patogénicos desencadeiem danos ao organismo. Os glóbulos brancos envolvem o agressor e expelem-no com aquilo a que chamamos, popularmente, “pus”. Em casos mais graves, em que a luta é titânica e o organismo esteja forte, até se formam “abscessos” ou “furúnculos”, vulcões em miniatura, que são espremidos até sair todo o mal.

 


A Terra age da mesma forma. Para nós é a Natureza a manifestar-se, mas para os mais avançados espiritualmente, muito mais sensíveis, é a reacção de um ser vivo, de uma consciência, diferente do que estamos habituados.

Vou, portanto, contar uma história a tentar “despertar” a consciência dos que têm a paciência de ler o que escrevo e se aperceberem da maravilha da Criação.

O corpo humano evolui física e mentalmente acompanhando a evolução de tudo o que o rodeia, adaptando-se às novas condições naturais e às condições anormais criadas pelo próprio Homem.

Se analisarmos bem todos os seres existentes na Terra, desde as últimas partículas através dos átomos, moléculas e células, até ao Homem (que as inclui todas) verificamos uma escala bem graduada ou hierarquia dos seres unitários e, incomensuravelmente acima do Homem, o todo vivente – entrando já no campo maravilhosos e cheio de vida das Estrelas, Galáxias e Universos, sempre em expansão.

 


 

Há uma falha cósmica, sem dúvida alguma.

Se o vasto intervalo entre o ser humano e as partículas mais minúsculas é preenchido por uma série de partes sub-humanas, certamente o princípio da continuidade da natureza sugere que o igualmente o vasto intervalo, entre o ser humano e a totalidade, deve ser preenchido por séries de crescentes formas sobre-humanas. E como o Homem só se apercebe dos factos à sua escala (na hierarquia cósmica) não vê essa evidência porque é difícil encontrar o que não se conhece nem se sabe como é. Até agora o Homem preocupa-se quase exclusivamente com os aspectos básicos do seu processo de sobrevivência biológica, política, tecnológica, social.

 

 

É como uma sociedade de vermes, ou larvas, que estão incapacitados, ou psicologicamente inibidos de reconhecer numa borboleta uma versão posterior de si mesmos, podendo nós, então, por analogia, pensarmos que o Homem se encontra nas mesmas condições de inibição, ou incapacidade, e que essa falha não se encontra vazia. Essa falha aparente pode ter consequência de uma falta de visão e não de um defeito do Universo.                                                                                                                                                            

Abramos um parêntesis, para melhor compreensão: o primeiro ensinamento da Tábua de Esmeraldas (pelo Trismegisto, que pode considerar-se como o nome colectivo da Universidade do Egipto) a ANALOGIA DOS CONTRÀRIOS. O cimo e o fundo, o lá de cima e o cá de baixo, que possuem um elemento comum, cujo carácter fica determinado pela continuação do texto hermético.

O segundo ensinamento é o retorno à unidade destes contrários, ou a síntese unindo em si todas as antíteses inferiores, e é este o princípio da Lei Universal de Hoene Wronski.       (O seu trabalho principal envolveu a aplicação da filosofia à matemática, a filosofia tendo precedência sobre as provas matemáticas rigorosas. Ele escreveu sobre a filosofia da matemática. O Seu livro “Introdução a um curso de matemática” foi publicado em Londres em 1821 . Ele criticou Lagrange, fez uso de séries infinitas e apresentou suas próprias ideias para expansões em série de uma função. Disto surgiu a “série Universal Hoene Wronski” ou “La série universelle de Wronski”.  Isso consistia no desenvolvimento de uma função como uma série em termos de funções arbitrárias. Ele também deu a sua "lei suprema" ou "La loi suprême", que era uma lei que estabelecia uma regra geral para calcular os coeficientes. Os coeficientes nesta série são determinantes agora conhecidos como Wronskianos). 

Devemos estudar a Natureza através da constituição do ser humano, e não o ser humano através da Natureza. Realmente, segundo a analogia e a sua lei fundamental, o ser humano, a Natureza e Deus (Espírito Universal) são análogos, mas não similares, e os princípios reencontram-se analogicamente no outro, o que levou a dizer que o Homem era um pequeno Mundo (Microcosmos) e a Natureza um grande Mundo (Macrocosmos) ou um Homem em grande e que ambos reproduziam a lei da constituição divina “Deus fez o Homem à Sua imagem”.

 


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Eis a analogia formulada na Bíblia, e eis o ponto de partida de todas as analogias entre o Criador e a criatura, sem que nunca se possa confundir um com o outro. Podemos deste modo, e com um exemplo simples, fazer uma comparação que, por analogia, nos faz compreender melhor a nossa ideia: O óleo e a água são impossíveis de se misturarem intimamente. Mas basta um pouco de carbonato de sódio para transformar estes dois contrários num sabão perfeitamente homogéneo. Ora, a Alma (substância) faz o mesmo papel entre o Corpo Físico (matéria) e o espírito (essência), como podemos representar com o seguinte esquema:

 

Água Carbonato de SódioÓleo    Sabão

Corpo FísicoAlmaEspírito  →  Homem Indivíduo, ser vivo

 

Logicamente também, e por analogia, podemos imaginar uma criatura que ultrapasse o Homem, como este ultrapassa uma Célula, e indagar como tal criatura diferiria de nós para viver.

Aparentemente existem limites para o tamanho de um organismo. Se este é muito grande não pode sobreviver nas condições permitidas num Planeta, e imaginemos, então, esse ser a destacar-se do corpo primitivo para se tornar um corpo celeste, devido às suas dimensões gigantescas. Nestas novas condições não só podia ser muito volumoso como precisava de sê-lo, na imensidão inimaginável do espaço aberto, em que poderia criar condições propícias à sobrevivência.

Reparemos que estamos a imaginar dentro dos nossos conceitos de vida possível e meios de sobrevivência, podendo também admitirmos outras hipóteses diferentes da nossa realidade conhecida. Esse gigante precisaria de criar condições de vida com a aproximação de outro Corpo Celeste, neste caso uma Estrela, para lhe dar energia e formar a sua defesa para os excessos, como sejam criar uma atmosfera, água, canais de irrigação, florestas.

É absurdo! pensarão alguns.

Mas voltemos ao ser humano. Para que quer ele o cabelo, as mãos, o sangue, o suor? Não será para regularizar as manifestações de vida e protecção do Corpo? Porque não podemos então imaginarmos o mesmo Corpo Celeste, neste caso um Planeta, que também precisa do mesmo para sobreviver?

Os cabelos têm vida, pois crescem, caem, morrem, adoecem, perdem a cor e o brilho e mudam, assim como as árvores apresentam os mesmos sintomas à escala de um Planeta. Para a conservação e alimentação do corpo, corre o sangue nas veias e artérias transportando os nutrientes para os locais necessários. As águas de um rio, e as gigantescas correntes marinhas, têm as mesmas funções num Planeta. Onde falta a água há desolação e morte. Onde falte o sangue também há desolação e morte. Se os rios em proporção às dimensões do Planeta são como veiazinhas superficiais do Corpo, o que diremos das gigantescas e misteriosas correntes que cruzam os mares (algumas com larguras até mil quilómetros) e que poderemos chamar de grandes “rios” da Terra?

 

Essas correntes circulam entre as águas do mar como num leito, independentes e com características próprias, não se sabendo como se originaram e qual a “força” que as impele. Uma delas tem um fluxo mil vezes superior ao do rio Amazonas nas cheias, e a energia que desloca em comparação é como uma bomba nuclear em relação a um fogo de artifício dos festejos do Carnaval.


Na verdade, são o sistema circulatório do Planeta, tão vital como a rede vascular do ser humano. Como arados monstruosos, revolvem os mares desvendando nutrientes ricos em minerais para a vegetação marinha, a qual está na base da alimentação dos peixes, influenciando enormemente a distribuição da vida sobre o globo e o clima.

O ser humano tem também o seu organismo recheado de parasitas benévolos na flora intestinal, ou microbiótica. O nosso corpo é habitado por aproximadamente cem triliões de células bacterianas, um número dez vezes maior do que a quantidade de células humanas. Sim, estudos comprovam que as bactérias são invariavelmente parte considerável de nós. No entanto, ao contrário do que se imagina popularmente, muitas delas fazem mais bem do que mal, sendo fundamentais para a nossa sobrevivência e realizando funções relevantes. Mas os parasitas prejudiciais também são muitos, que têm de ser combatidos pelas defesas internas e se necessário pela actuação consciente do hospedeiro que injecta anticorpos mais potentes.  

Como o ser humano, que precisa da corrente sanguínea para equilibrar as variações superficiais da temperatura, a Terra sem estas correntes estaria condenada. Seria um desastre, pois calcula-se que um acréscimo de 1% nas radiações solares são o suficiente para elevar a temperatura do ar uns quinze graus centígrados, e se não houvesse esta acção moderadora a temperatura, correndo riscos de aumentar apenas um grau e pouco, seria suficiente para torrar a vida sobre o globo. O que evita esta catástrofe é o efeito moderador das correntes oceânicas

Enfim, se ampliarmos as criaturas que conhecemos, ajustando o seu físico e comportamento ao tamanho, teremos criaturas conhecidas por Planetas e Estrelas, talvez. Notando a diferença entre Estrelas e Planetas, podemos imaginar que o Planeta se assemelha a formas de vida conhecida por nós.

E as Estrelas? Não se assemelharão a uma forma de vida mais evoluída do que a conhecida, e não estarão a ocupar o tal intervalo aparentemente vazio entre o Homem e a totalidade?

A maioria das Estrelas que brilham no céu, senão todas, podem ser “uma coisa viva”, pois nascem, crescem, morrem, têm uma finalidade, um habitante próprio do espaço cósmico. A escala das criaturas não termina necessariamente no Homem. Já Platão, na antiguidade, postulara: “Existem quatro espécies de seres. Os do ar, as aves; os da água, os peixes; os da terra, os pedestres; os dos céus, os astros, cujo elemento é o fogo”.

Teria Platão razões obscuras para fazer esta afirmação?

O ser humano foi criado semelhante ao Criador, não na aparência física, mas sim nos atributos que irão sendo desenvolvidos neste Mundo Escola que se encontra na área mais densa do Mundo Físico.

Nos Universos subsistem vários mundos ou estados da matéria, desde a mais densa à mais diáfana por onde os seres vivos irão transitar na sua ascensão progressiva. Esses estados, em que o Espírito Universal de Deus se encontra cristalizado formando a matéria, vão-se tornando menos densos até chegar ao espírito puro, de luz, o objectivo a alcançar por todos os seres sencientes criados que adquiriram uma Alma individual, uma consciência. Estes Mundos vibracionais, por onde os seres vivos transitam, são conhecidos comumente como “planos dimensionais” pela ciência ou “Céus” pêlos espiritualistas.

A divisão entre “Céus” não é arbitrária, mas sim necessária porque a substância de cada um esta sujeito a leis que praticamente não actuam sobre outros, como por exemplo, no mundo físico mais denso a matéria está sujeita à gravidade, contracção e dilatação, no “segundo Céu” (plano dimensional superior, ou Mundo Astral) não existe o frio nem existe o calor e os corpos levitam tão facilmente como gravitam. Enquanto no mundo físico a distância e o tempo são factores predominantes, no mundo astral são quase inexistentes. Ou seja, de plano para plano dimensional as características diferem, e o que determina essas características é o Espírito Universal de Deus, o Espírito Santo, expressando-se a Si mesmo no Mundo Visível sob a forma de várias correntes de Vida, em variados graus de desenvolvimento.

Em certo sentido, o Mundo Físico é uma Escola modelo onde o Homem (no nosso caso concreto) aprende a dominar e a manipular a matéria até ter condições para transitar para uma nova dimensão mais elevada onde aprenderá novas lições de aperfeiçoamento no seu caminho para o Pai.

Depois da “morte” no mundo físico, em que o Homem perde os corpos Denso e Vital, a sua Alma que contém os três átomos-semente, a quinta essência dos veículos abandonados, encontra-se “adormecida” no cemitério colectivo da humanidade. Ali, o Homem não possui órgãos próprios para funcionar, completamente inconsciente até despertar no Mundo Astral, ou segundo “Céu”. Ali, não entende onde está e não pode pensar. Sente uma grande paz e sabe que “e´”.

 

Quando o indivíduo “morre”, o Corpo Físico fica na Terra (regressa ao pó), a Alma vai “dormir” no cemitério colectivo da humanidade e o espírito que o vivificava regressa ao seio do Espírito Universal. Então, quando a Alma desperta envolta num novo Corpo, adequado para funcionar naquele Mundo Astral, ou plano dimensional, o espírito que o vivificava no Mundo Material regressa e junta-se novamente ao seu companheiro vivificando-o nesse novo mundo, onde continuará a sua aprendizagem, inclusivamente a aprender a construir toda a classe de Corpos incluindo o humano.

O propósito da Vida não é a felicidade, mas sim a experiência.

Se não aprendermos com as agruras e felicidades da vida quotidiana a Natureza (o Espírito Universal) proporcionará experiências cada vez mais duras até gravar na nossa consciência que “o caminho do transgressor é muito duro”. E isto continuará até que nos vejamos forçados a tomar uma nova direcção e a dar mais um passo para uma vida melhor.

A fonte central da vida encontra-se nas Estrelas que têm o seu sistema solar no Universo. Para facilitar a cada classe de uma onda evolutiva o grau de irradiação (calor e vibração) necessária às suas fases particulares de evolução, foram segregados em diferentes planetas a diferentes distâncias de cada sol. É esta a razão de ser do nosso Sistema Solar e de todos os outros sistemas solares do Universo.

Isto para as ondas de evolução semelhantes à nossa. A manifestação activa depende da separatividade, da limitação da Vida pela Forma. A dado momento cessa a distinção entre a Vida e a Forma, não só no Homem e nos reinos inferiores como também nos Mundos e Globos, as bases da Forma para a Vida em evolução.

Para o Homem poder expressar-se no mundo físico denso, era necessário desenvolver um corpo apropriado. Todos os seres na escala da existência, elevados ou inferiores, necessitam de veículos apropriados para se poderem expressar em qualquer mundo.

Os Planetas, por exemplo, têm uma evolução ulterior. Quando os seres de um planeta se desenvolvem até certo grau, o planeta converte-se num Sol, o centro fixo de um novo sistema solar.

Entremos então no tema que interessa aqui realçar: a constituição da Terra e as erupções vulcânicas.

Os cientistas modernos sabem muito pouco sobre o assunto. Em relação aos fenómenos sísmicos, as teorias mudam constantemente, descobrindo com frequência novas razões que tornam insustentáveis as hipóteses anteriores. Investigam minuciosamente a crosta terrestre, não conseguindo descer a profundidades verdadeiramente reveladoras.

Quanto às erupções vulcânicas, tentam compreendê-las de maneira puramente mecânica, do mesmo modo que procuram compreender qualquer coisa do Mundo Físico. Dizem que o centro da Terra está em ignição e concluem que as erupções vulcânicas são produzidas pela entrada “incidental” de água nesse interior, ou dão uma explicação mecânica equivalente.

Em certo sentido, as suas teorias têm alguma base mecânica, deixando sempre de lado as causas espirituais que têm o seu peso na realidade.

Mesmo entre os ocultistas a investigação da misteriosa constituição da Terra é considerada um dos mais difíceis problemas. Não está ao alcance de todos, esse estudo dos segredos de um Planeta Físico. Para conseguir investigar plenamente, é preciso ter passado pelas nove Iniciações ou Mistérios Menores e a primeira das Grandes Iniciações.

Para os ocultistas, o Mundo está longe de ser uma coisa “morta”. Antes pelo contrário. Tudo é compenetrado pelo Espírito Universal de Deus, o fermento que produz as mudanças dentro e sobre o Planeta.

As diferentes classes de cristais, os metais, a disposição dos vários estratos, tudo tem um significado muito maior do que aquilo que o investigador materialista pode compreender. Para o ocultista, o modo em que estão colocados é sumamente significativo. Nesta matéria, como em outra qualquer, a ciência oculta está comparada à ciência moderna na mesma relação que a Fisiologia Comparada à Anatomia.

Conhecer os diversos estratos da Terra e as posições relativas dos Planetas no firmamento e não conhecer o seu emprego e significado na vida e objectivo do Cosmos, é tão inútil como conhecer unicamente as posições dos ossos, músculos, nervos, etc., sem compreender as funções que desempenham na economia do Corpo Humano.

A Terra é composta de estratos, semelhantes a uma cebola. Há nove estratos e um núcleo central. Esses estratos são revelados gradualmente aos iniciados, cada estrato em cada iniciação. No final das nove iniciações, o iniciado domina todas as etapas, mas não tem acesso aos segredos do Coração Central.

Em termos antigos, esses nove graus chamam-se os “Mistérios Menores”. O número 9 é o número raiz do estado actual da nossa evolução. Na Bíblia, por exemplo, os capítulos e versículos com o número 9 são de grande importância e vinculativos.

O número 9 tem um significado que nenhum outro número possui. É o número de Adão, a vida que começou a sua evolução como Homem e que alcançou o estado humano durante este período evolutivo a que os ocultistas chamam de “Período Terrestre”.

Se em lugar do livro do Génesis, que trata da criação do Homem, examinarmos o livro da Revelação (Apocalipse), que trata do seu desenvolvimento futuro, veremos que o número da Besta é o 666. Somando os três algarismo dá-nos 18 e 1+8=9, ou seja, o número da humanidade, em si mesma a causa do mal que não permite o seu progresso.

O número dos que se salvarão é 144.000. Somando os seus algarismos temos novamente o número 9, o que significa, praticamente, que será salva na sua totalidade porque é insignificante a quantidade dos incapazes de progredir na nossa evolução actual. Mesmo os poucos que fracassam não ficarão completamente perdidos. Deus com a Sua infinita bondade dará outra oportunidade aos seus filhos. Para isso deu a Graça da salvação, independentemente das acções de cada um.

O número 9 está também oculto na idade de Jesus Cristo: 33 (3x3=9), e de modo análogo nos 33 graus da Maçonaria.

São também 9 os meses da gestação do Homem, durante os quais é construído o eficiente Corpo Físico actual. Há também nove perfurações no Corpo humano: dois olhos, duas fossas nasais, dois ouvidos, uma boca e dois orifícios inferiores.

Tendo passado por nove iniciações menores, conseguindo entrar em todos os estratos da Terra, o Homem deve obter acesso ao Coração Central, que se abre mediante a primeira das quatro Grandes Iniciações. Nela aprende a conhecer o segredo da Mente, essa parte do seu ser iniciada na Terra. Depois desta Grande Iniciação é um adepto (Para aceder aos pormenores é necessário estudar a “Cosmogonia dos Rosacruzes ou Conceito Rosacruz do Cosmos”, que poderá estudar na Fraternidade Rosacruz de Portugal, inscrevendo-se para o Curso de Filosofia Rosacruz).

O Diagrama, a seguir, do Conceito Rosacruz do Cosmos de Max Heindel, dá uma ideia da posição dos estratos terrestres. Omitem-se indicações sobre o Coração Central para mostrar mais claramente a formação da corrente em forma de 8 no nono estrato. Os estratos estão representados como se tivessem igual espessura, mas, na realidade, uns são muito mais delgados do que outros.

 


Começando pelo exterior, aparecem na ordem seguinte:

 

1 – Terra Mineral: É a cobertura ou crosta terrestre, de que trata a Geologia no quanto tem sido possível penetrar.

 

2 – Estrato Fluídico: A matéria neste estrato é mais fluídica. Não é líquida, mas sim parecida a uma pasta viscosa e espessa. Tendo a propriedade da expansão, como a de um gás excessivamente explosivo, é mantida no seu lugar pela enorme resistência da crosta exterior. Se esta pressão fosse afastada, todo o estrato fluídico desaparecia no espaço, produzindo uma formidável explosão. Esse estrato corresponde às Regiões Químicas e Etérica do Mundo Físico.

 

3 – Estrato Vaporoso: Nos primeiro e segundo estratos não há realmente vida consciente. Porém, neste terceiro estrato existe uma corrente de vida que flui continuamente e que, vibrando como no Mundo do Desejo, rodeia e interpenetra a nossa Terra (Desejos superiores – atracção, sentimento. Desejos inferiores – Repulsão).

 

4 – Estrato Aquoso: Neste estrato estão as possibilidades germinais de tudo quanto existe sobre a superfície da Terra. Aqui estão as forças arquétipos dos minerais, porque esta é a expressão física da Região do Pensamento Concreto (Mundo do Pensamento: Ego – Pensamento abstracto. Mente – Pensamento concreto).

 

5 – Estrato Germinal: Têm sido baldados os esforços dos cientistas materialistas para descobrir a origem da Vida, não compreendendo como surgiram coisas viventes de matéria antes morta. Na realidade, de acordo com a explicação oculta da evolução, a questão deveria ser: como se originaram as coisas mortas. A vida existia antes das formas mortas. Ela construiu os seus Corpos de substância vaporosa e subtil, muito antes de condensar-se na crosta sólida da Terra. Só quando a Vida abandona as formas, estas cristalizam, endurecem e morrem. O carvão de pedra nada mais é do que corpos vegetais cristalizados. O coral é também produto da cristalização de formas animais. A Vida abandona as formas, e as formas morrem. A Vida nunca penetra numa forma para despertá-la à vida. A Vida sai das formas e elas morrem. Dessa maneira, as coisas “mortas” aparecem. Neste quinto estrato existe a fonte primordial da Vida, da qual brotou o impulso que construiu todas as formas da Terra. Corresponde à Região do Pensamento Abstracto.

 

6 – Estrato Ígneo: Por estranho que pareça, este estrato possui sensibilidade. O prazer e a dor, a simpatia e a antipatia, produzem aqui o seu efeito sobre a Terra. Em geral, supõe-se que a Terra em nenhuma circunstância pode ter sensibilidade. Entretanto, quando o ocultista vê segar o grão maduro, cortar as flores ou, no Outono, arrancar as frutas das árvores, sabe do prazer que isso produz na Terra. É semelhante ao prazer que a vaca sente quando é ordenhada. A Terra experimenta um grande prazer em nutrir a sua progénie de formas. Esse prazer alcança o maior grau no tempo da colheita. Por outro lado, quando se arrancam as plantas pela raiz, é evidente para o ocultista que a Terra sente dor. Por essa razão, não se deve comer alimentos vegetais que cresçam debaixo da terra. Estão cheios de força terrestre e carecem de força solar, além de estarem envenenados por terem sido extraídos com as raízes. A batata é a única excepção a esta regra porque, primitivamente, crescia na superfície da terra. Só em tempos relativamente recentes começou a crescer debaixo do solo. Deve ser comida com prudência. Os ocultistas alimentam os seus corpos com frutos que crescem ao sol, porque contêm mais força solar, de qualidade superior, e a sua colheita não causa sofrimento algum à Terra. Os trabalhos de lavoura não produzem nenhuma dor à Terra. Toda a desintegração da crosta dura produz um sentimento de liberdade, de alívio, como se alguém que tira um peso das costas. Toda a solidificação é fonte de dor.

Os “sentimentos” da Terra estão especialmente activos no sexto estrato que corresponde ao Mundo do Espírito da Vida (Espírito Universal, Espírito de Grupo Mineral, Espírito de Grupo Vegetal, Espírito de Grupo Animal e EGO HUMANO). Para compreender os sentimentos de prazer que ela experimenta quando se quebra uma rocha, e a dor que lhe produzem as solidificações, devemos recordar que a Terra é o Corpo de um Grande Espírito. Este, para nos facilitar meios mais adequados e convenientes para podermos viver e obter experiência, teve de cristalizar o seu Corpo até ao estado de solidez actual. (Nos chamados planetas gasosos, essa solidificação não existe porque não têm seres físicos para evoluir).

À medida que prossegue a evolução e o Homem aprenda as lições correspondentes aos extremos de concretização em que se encontra, a Terra vai-se tornando mais branda e o seu espírito vai-se libertando. A isto se refere Paulo quando diz que toda a criação se está a mover e gemer, à espera do dia da libertação.

 

7 – Estrato Reflector: Esta parte da Terra corresponde ao Mundo do Espírito Divino. Para aqueles que não estão familiarizados com o que a Ciência Oculta se conhece como “Os Sete Segredos Indizíveis”, as propriedades deste estrato parecerão particularmente absurdas e grotescas. Nele, todas as Forças que conhecemos como “Leis da Natureza” existem como forças morais, ou antes, imorais. No princípio da marcha consciente do Homem, essas forças estavam piores do que agora. Tudo indica que tais forças melhoram com o progresso moral da humanidade. Qualquer falha moral tem certa tendência a estimular essas forças da Natureza, produzindo perturbações sobre a Terra, enquanto a procura de ideais elevados as torna menos inimigas do Homem.

Portanto, as forças deste estrato são o reflexo exacto do estado moral da humanidade, pelo que, pelo ponto de vista oculto, a “Mão de Deus”, que castigou Sodoma e Gomorra, não é uma tola superstição.

Assim, como a responsabilidade individual, ante a Lei da Consequência, traz a cada pessoa o justo resultado das suas obras, boas ou más, assim também uma responsabilidade colectiva ou nacional atrai sobre os grupos humanos resultados equivalentes aos actos efectuados em conjunto. As forças naturais, em geral, são os agentes de tal justiça retribuidora. Produzem inundações ou terramotos ou a benéfica formação de óleos e carvões de várias classes, de acordo com os merecimentos.

 

8 - Estrato Atómico: É o nome dado pêlos rosacruzes ao oitavo estrato da Terra, a expressão do Mundo dos Espíritos Virginais. Parece ter a propriedade de multiplicar todas as coisas que nele estão, porém, só as coisas já formadas definitivamente. Uma peça informe de madeira ou pedra não tem existência ali, mas qualquer coisa já formada, que tenha forma ou vida, como uma flor ou um quadro, é multiplicada nesse estrato em grau maravilhoso.

 

9 – Expressão Material do Espírito Terrestre: Há ali correntes em forma de lemniscata (o famoso "oito deitado", tido como um símbolo do infinito. http://equilibriofloralsaude.com/geometria-sagrada-o-que-e-lemniscata-artigos ) intimamente relacionadas com o cérebro, coração e órgãos sexuais da raça humana. Correspondem ao Mundo de Deus.

 

10 – Centro do Ser do Espírito Terrestre: Nada se pode dizer sobre ele actualmente salvo que é a última semente de tudo quanto existe dentro e sobre a Terra, e corresponde ao Absoluto.

 

Desde o sexto estrato, o Ígneo, até à superfície da Terra, há um certo número de furos em lugares diferentes. O seu orifício exterior é chamado “cratera vulcânica”. Quando as forças da Natureza do sétimo estrato são estimuladas, põe-se em movimento o sexto estrato. A Agitação pode exteriorizar-se através das crateras vulcânicas em forma de erupções. O material explosivo é tomado da substância do segundo estrato, por este ser a contraparte densa do sexto estrato, assim como o Corpo Vital, o segundo veículo do Homem, é a contraparte densa do Espírito da Vida, o sexto princípio. Este estrato fluídico, de qualidade expansiva e sumamente explosiva, concentra quantidade ilimitada de material da zona de erupção. O contacto com a atmosfera exterior endurece a parte que não se volatiliza no espaço e forma a lava e o barro, da mesma maneira que o sangue ao fluir de uma ferida coagula e estanca. A lava formada cerra o caminho às partes internas da Terra.

Assim como é fácil deduzir que as tendências e antiespirituais dos homens despertam, por reflexão, a actividade destruidora das forças naturais do sétimo estrato, comprova-se que os povos degenerados geralmente são os que sucumbem nessas catástrofes. (O Taiti, que adoptou o Vudu como religião oficial do Estado, entregando-se totalmente às práticas de feitiçaria, é o maior exemplo. No entanto a República Dominicana, que faz fronteira na mesma ilha, cristãos devotos, escaparam à enorme catástrofe que caiu sobre eles por duas vezes. O Taiti ficou completamente destruído. Coincidência?)

As erupções vulcânicas do Vesúvio, também selectivas, juntam-se a outros povos cujo destino, gerado debaixo da Lei da Consequência, obriga, por várias razões, a uma morte violenta. As pessoas são levadas de diversos países, por forças sobre-humanas, até ao lugar onde se faz o “ajuste de contas”.

A lista dessas erupções, durante os últimos dois mil anos, mostra que a sua frequência tem aumentado em proporção directa ao crescimento do materialismo. Ultimamente, especialmente em que o círculo da ciência materialista tanto se alargou e, com crescente arrogância e absoluto desprezo, negou tudo quanto fosse espiritual, as erupções vulcânicas aumentaram. Enquanto nos primeiros mil anos d.C., houve somente seis erupções onde as últimas tiveram lugar num período de mais ou menos 50 anos, como se verá.

A primeira erupção da era cristã, no ano 79 d.C. destruiu as cidades de Herculano e Pompeia. As outras erupções tiveram lugar nos anos 203, 472, 512, 652, 982, 1036, 1158, 1500, 1631, 1737, 1794, 1822, 1855, 1872, 1885, 1891, 1906…

Portanto, nos primeiros mil anos houve seis erupções. Nos segundos mil houve doze, ocorrendo as últimas cinco num período de 51 anos. Do número total de 18 erupções, as nove primeiras ocorreram até à Idade Média, ou seja, nos 1600 anos de domínio do mundo ocidental pêlos chamados “gentios” ou pela Igreja Romana. As restantes sucederam nos últimos trezentos anos, período em que apareceu e se desenvolveu a Ciência moderna, com as suas tendências materialistas que apagou quase todo o vestígio de espiritualidade, especialmente na última metade do século XIX. As erupções deste período compreendem quase um terço do número total de erupções ocorridas na nossa Era.

Depois da morte, o Corpo Denso de qualquer indivíduo se desintegra, mas a soma total das suas forças pode encontrar-se no sétimo estrato da Terra, o reflector, onde as formas passadas, como forças, se conservam como que armazenadas. Conhecendo o tempo em que um homem morreu é possível, pêlos ocultistas, encontrar nesse reservatório a sua forma. Ela está guardada nesse sétimo estrato (será ali o cemitério colectivo da humanidade, que por ser no interior da Terra é representado nas gravuras antigas do mundo cristão, numa distorção sectária, como o Hades que é conectado com uma espécie de Inferno?) e é multiplicada pelo oitavo estrato, o atómico. Assim, este tipo de estrutura pode ser reproduzido e modificado por outros, e empregado novamente para a formação de outros Corpos. Ou seja, as tendências cerebrais de um homem podem reproduzir-se milhares de anos depois, tornando-se, em parte, a causa da actual tendência dos cientistas para o materialismo.

Resta ainda muito para aprender e a modificar erros dos actuais homens da ciência materialista. Ainda que lutem até ao último momento contra o que, zombando, qualificam de “ideias ilusórias” dos cientistas ocultistas, vêem-se obrigados a aceitar as suas verdades. É só questão de tempo.

Mesmer, com a sua força magnética para sugestionar os pacientes, foi ridicularizado, mas quando os materialistas chamaram, a este fenómeno, “hipnotismo”, passou a ser “científica”.


A senhora Blavastsky disse que a Terra tinha um terceiro movimento, além da rotação e translação. E que esse movimento era conhecido pêlos antigos egípcios, mostrando o famoso planisfério de Dendera, onde se encontram registos das tais revoluções. Toda a sua obra, incluindo “a doutrina secreta”, só mereceram a zombaria e o sarcasmo. (Hoje sabe-se que a Terra além do movimento de rotação em volta do seu eixo e o movimento de translação em volta do Sol e que, como a madame Blavastsky previu, existe um terceiro movimento chamado de precessão em que o eixo da Terra tem um movimento circular semelhante ao movimento de um pião quando perde velocidade, em que o eixo oscila no sentido horário, o que provoca a mudança da estrela que indica o polo norte. Descobriu-se também um quarto movimento chamado de Nutação em que há uma variação no seu eixo de rotação a cada 18,6 anos. Por último há um deslocamento do periélio que corresponde o movimento em que há variação da órbita terrestre em torno do Sol, havendo uma repetição cíclica de 21 mil anos).

 

Podem ser mencionados muitos exemplos de ensinamentos ocultos mais tarde, corroborados pela ciência. Um deles é a teoria atómica, sustentada pelas filosofias gregas e, por último, na “Doutrina Secreta”.

Em suma: as afirmações aqui feitas serão consideradas como fantásticas. Cada um pensa por si e ainda não podem alcançar estes acontecimentos. Estas informações dirigem-se aos poucos que conseguiram libertar as suas Mentes dos grilhões da ciência e da religião ortodoxa, que estão prontos para aceitar enquanto se não PROVE estar errado.

                

Podemos concluir, como uma certeza, que o ser humano deixou de ser um parasita benévolo que ajudava este organismo gigantesco a estar saudável para se transformar num parasita altamente malévolo, cujas acções tendem a matar o seu hospedeiro, pelo que a resposta está a ser cada vez mais forte, como que um aviso para que o Homem mude a sua atitude e não ser completamente destruído. Em toda a História da Terra, ela sobreviveu sempre. Os parasitas é que foram eliminados, como eliminados são os parasitas maléficos que tentam “matar” o Homem. O hospedeiro normalmente encontra uma solução para erradicar quem lhe faça mal.

sábado, 13 de novembro de 2021

 

COMO FUNCIONA A DÍVIDA PÚBLICA

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Créditos ao blog Informação Incorrecta


Tentamos esclarecer algumas coisas acerca do quente tema da dívida pública: para começar, serve para quê?


A dívida pública serve para financiar investimentos de infra-estrutura de longo prazo por parte do Estado (estradas, pontes, hospitais ...).

Mas serve? Sim.

Há um nível de eficiência da dívida: se construo logo estradas e pontes após ter feito uma dívida, o rápido volume de negócios que se desenvolve torna útil endividar-se antes em vez do que esperara para recolher os fundos e depois começar a obra.

Exemplo. Queremos construir um aeroporto, então temos duas possibilidades:

  1.       começar a pesquisa para encontrar os fundos e, uma vez encontrados, começar a construção.
  2.       contrair uma dívida, construir o aeroporto, ganhar com o tráfego criado e as várias taxas e depois reembolsar a dívida que, neste caso, será paga em parte com os ganhos gerados pelo tráfego e pela taxas. (Desde que não se façam as concessões ruinosas como é apanágio em Portugal. R)


Título da China, 1927


A segunda hipótese, apesar da presença de juros, é mais vantajosa, pois a nova infra-estrutura acaba por pagar-se, em parte.

Além do limiar da eficiência, a dívida torna-se excessiva e o seu custo ultrapassa o benefício que traz. Óbvio, como para todas as coisas há limites.

Como pode o Estado contrair uma dívida?
Com a emissão de Títulos de Estado.
Atrás do nome "importante", o Título é uma coisa simples: tu, investidor, compras um Título, eu, Estado, recebo o dinheiro e após um determinado período devolvo o montante emprestado com juros.

É uma maneira para o Estado financiar-se (encontrar dinheiro); para o investidor ganhar algumas coisas (com os juros).

A quem devemos o dinheiro?
Obviamente temos que dar dinheiro a quem deu crédito, ao comprar Títulos de Estado.

Em principio é um mecanismo simples e eficiente.

Como é que chegamos ao default, à insolvência, à bancarrota?
Aqui o jogo fica mais complexo.

 

South Carolina, EUA, 1893


Tecnicamente somos insolventes cada vez que não existirem os recursos para reembolsar uma dívida em ocasião do fim do prazo: eu, Estado, emito um Título cujo prazo de reembolso é no dia 31 de Dezembro, chega o 31 de Dezembro e não tenho um cêntimo no cofre.

Não posso reembolsar quem comprou o meu Título e eu fico insolvente (e o investidor irritado).

Na verdade as coisas não estão bem assim: nenhum Estado é capaz de reembolsar os Títulos nos prazos, não há dinheiro para isso.

Como assim?
Bom, é natural: qual o sentido, por exemplo, de ter de reembolsar emitir um Título com prazo de 10 anos e passar todo este período a recolher o dinheiro para pagar o reembolso? Para manter eficiente a dívida, o Estado tem que utilizar a liquidez (o dinheiro vivo) na construção, reestruturar, investir, etc.

Então, que acontece quando acabar o prazo do Título?
Simples: o estado emite um novo Título.

Exemplo: eu, Estado, tenho de reembolsar o investidor que comprou o meu título; então na altura certa emito um novo Título (adquirido por outro investidor) e com o dinheiro que recebo vou saldar a dívida com o investidor mais antigo.

Em resumo, podemos dizer que a capacidade de reembolso, a distância do default, é a capacidade de emitir nova dívida e fazê-la aceitar ao mercado. Pois é importante que o mercado aceite a nossa nova dívida, isso é, o novo Título. Sem esta aceitação, sem novos investidores dispostos a comprar os Títulos, o jogo acaba. E mal.

O que é preciso fazer para ser bem aceites pelo mercado?
É preciso ter credibilidade (a não confundir com credulidade, que pertence aos eleitores), ou seja, é preciso que o mercado perceba o baixo risco representado pelos novos Títulos. Dito de outra forma, o mercado tem que acreditar em nós, na nossa capacidade de devolver o dinheiro a quem compra os Títulos.

Um dos requisitos mais importantes é ter um deficit moderado. Porquê?

Título da Palestina, 1945

O deficit é a diferença entre as entradas e as saídas do Estado, assim um deficit elevado é sinal de despesas muito mais elevadas das entradas. E, claro, se um Estado gastar mais do que recebe, terá mais dificuldades para reembolsar as próprias dívidas.

Comprar um Título com prazo de 5 ou 10 anos, neste caso, será mais arriscado: e para convencer os investidores a comprar os novos Títulos, o Estado terá que oferecer juros mais altos, de forma a compensar o maior risco.

Mas juros mais altos significam uma despesa pública mais alta.

Outro dado importante, poucas vezes citado, é a domiciliação da própria dívida.

Ter uma dívida adquirida na maior parte por investidores nacionais ou estrangeiros não é a mesma coisa.

Em caso de dificuldades, o Estado pode pedir aos bancos locais um esforço para renovar a dívida nas mãos delas (isso é, substituir a parte de dívida que detêm com novos Títulos sem protestar) e pagar assim credores internacionais que não tencionam fazer o mesmo.

Resumindo, há três pontos que um Estado em dificuldades tem que ter em conta para melhorar a situação da própria dívida:

  •      operar uma política rigorosa de contenção dos gastos e de capacidade de cobrar os impostos.
  •      tentar conter dentro das fronteiras nacionais a maior quantidade possível de dívida
  •      demonstrar que a situação política não está fora de controle e que existe a capacidade de legislar no Parlamento

Portugal, por exemplo... epá, não, nem vale a pena...





terça-feira, 9 de novembro de 2021

 

SOBRE UM PRETENSO RELATÓRIO DESCONHECIDO SOBRE PORTUGAL

 

Em 2011 recebi uma mensagem muito interessante sem autor, a qual não sei se é verídica. No entanto tudo o que é dito não está longe da verdade e talvez seja bom partilhar para reflexão. Pesquisei na Internet e encontrei este mesmo texto da autoria de João César das Neves. Juntei mais abaixo o site respectivo. Reparei que a data é posterior a esta mensagem que recebi – 6.1.2013.

Mal não fará e serve para nos rirmos ou lamentarmos o tipo de nação que os portugueses construíram, onde a maioria ainda vai labutando para gáudio duma elite que vai enriquecendo cada vez mais.

A verdade está lá: os portugueses sempre trabalharam “por cima do joelho”, navegaram sempre à vista e parece não terem capacidade para estudar, planear, prever e executar disciplinadamente qualquer plano prevendo e salvaguardando o futuro. É como diz a canção do Herman: Tudo ao molho e fé em Deus.

 

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: mz>
Data: 4 de Julho de 2011 10:21
Assunto: FW: Relatório internacional sobre Portugal
Para:

 

Relatório internacional sobre Portugal - o sucesso da asneira !!!

https://divagacoesligeiras.blogs.sapo.pt/79651.html

 

« "Portugal fez tudo errado, mas correu tudo bem." Esta é a conclusão de um relatório internacional recente sobre o desenvolvimento português. Havia até agora no mundo países desenvolvidos, subdesenvolvidos e em vias de desenvolvimento. Mas acabou de ser criada uma nova categoria: os países que não deveriam ser desenvolvidos. Trata-se de regiões que fizeram tudo o que podiam para estragar o seu processo de desenvolvimento e... falharam. Hoje são países industrializados e modernos, mas por engano. Segundo a fundação europeia que criou esta nova classificação, no estudo a que o DN teve acesso, este grupo de países especiais é muito pequeno. Aliás, tem mesmo um só elemento: Portugal.

A Fundação Richard Zwentzerg FRZ (Fundação fictícia, inventada para dar um ar de veracidade do gozo móbido à sociedade e economia portuguesa. R), que se tornou famosa no ano passado pelo estudo que fez dos "bananas da república", iniciou há uns meses um grande trabalho sobre a estratégia económica de longo prazo. Tomando a evolução global da segunda metade do século XX, os cientistas da FRZ procuraram isolar as razões que motivavam os grandes falhanços no progresso. O estudo, naturalmente, pensava centrar-se nos países em decadência. Mas, para grande surpresa dos investigadores, os mais altos índices de aselhice económica foram detectados em Portugal, um dos países que tinham também uma das mais elevadas dinâmicas de progresso. Desconcertados, acabam de publicar, à margem da cimeira de Lisboa, os seus resultados num pequeno relatório bem eloquente, intitulado: "O País Que Não Devia Ser Desenvolvido - O Sucesso Inesperado dos Incríveis Erros Económicos Portugueses."

Num primeiro capítulo, o relatório documenta o notável comportamento da economia portuguesa no último meio século. De 1950 a 2000, o nosso produto aumentou quase nove vezes, com uma taxa de crescimento anual sustentada de 4,5 por cento durante os longos 50 anos. Esse crescimento aproximou-nos decisivamente do nível dos países ricos. Em 1950, o produto de Portugal tinha uma posição a cerca de 35 por cento do valor médio das regiões desenvolvidas. Hoje ultrapassa o dobro desse nível, estando acima dos 70 por cento, apesar do forte crescimento que essas economias também registaram no período. Na generalidade dos outros indicadores de bem-estar, a evolução portuguesa foi também notável. Temos mais médicos por habitante que muitos países ricos. A mortalidade infantil caiu de quase 90 por mil, em 1960, para menos de sete por mil agora. A taxa de analfabetismo reduziu-se de 40 por cento em 1950 para dez por cento. Actualmente a esperança de vida ao nascer dos portugueses aumentou 18 anos no período.


O relatório refere que esta evolução é uma das mais impressionantes, sustentadas e sólidas do século XX. Ela só foi ultrapassada por um punhado de países que, para mais, estão agora alguns deles em graves dificuldades no Extremo Oriente. Portugal, pelo contrário, é membro activo e empenhado da União Europeia, com grande estabilidade democrática e solidez institucional. Segundo a FRZ, o nosso país tem um dos processos de desenvolvimento mais bem-sucedidos no mundo actual. Mas, quando se olha para a estratégia económica portuguesa, tudo parece ser ao contrário do que deveria ser. Segundo a Fundação, Portugal, com as políticas e orientações que seguiu nas últimas décadas, deveria agora estar na miséria. O nosso país não pode ser desenvolvido. Quais são os factores que, segundo os especialistas, criam um desenvolvimento equilibrado e saudável?

 

Um dos mais importantes é, sem dúvida, a educação. Ora Portugal tem, segundo o relatório, um sistema educativo horrível e que tem piorado com o tempo. O nível de formação dos portugueses é ridículo quando comparado com qualquer outro país sério. As crianças portuguesas revelam níveis de conhecimentos semelhantes às de países miseráveis. Há falta gritante de quadros qualificados. É evidente que, com educação como esta, Portugal não pode ter tido o desenvolvimento que teve. Um outro elemento muito referido nas análises é a liberdade económica e a estabilidade institucional.

 

Portugal tem, tradicionalmente, um dos sectores públicos mais paternalista, interventor e instável do mundo, segundo a FRZ. Desde o "condicionamento industrial" salazarista às negociações com grupos económicos actuais, as empresas portuguesas vivem num clima de intensa discricionariedade, manipulação, burocracia e clientelismo.

O sistema fiscal português é injusto, paralisante e está em crescimento explosivo. A regulamentação económica é arbitrária, omnipresente e bloqueante.

 

    In: SlidePlayer

 

É óbvio que, com autoridades económicas deste calibre, diz o relatório, o crescimento português tinha de estar irremediavelmente condenado desde o início.

O estudo da Fundação continua o rol de aselhices, deficiências e incapacidades da nossa economia:

  • Da falta de sentido de mercado dos empresários e gestores à reduzida integração externa das empresas;
  • Da paralisia do sistema judicial à inoperância financeira; do sistema arcaico de distribuição à ausência de investigação em tecnologias.

Em todos estes casos, e em muitos outros, a conclusão óbvia é sempre a mesma: Portugal não pode ser um país em forte desenvolvimento. Os cientistas da Fundação não escondem a sua perplexidade. Citando as próprias palavras do texto: "Como conseguiu Portugal, no meio de tanta asneira, tolice e desperdício, um tal nível de desenvolvimento? A resposta, simples, é que ninguém sabe. Há anos que os intelectuais portugueses têm dito que o País está a ir por mau caminho. E estão carregados de razão. Só que, todos os anos, o País cresce mais um bocadinho." A única explicação adiantada pelo texto, mas que não é satisfatória, é a incrível capacidade de improvisação, engenho e "desenrascanço" do povo português. "No meio de condições que, para qualquer outra sociedade, criariam o desastre, os portugueses conseguem desembrulhar-se de forma incrível e inexplicável."

O texto termina dizendo: "O que este povo não faria se tivesse uma estratégia certa?"

De facto, parece que este relatório diz muitas verdades. Só que, agora, já se sabe com provas documentais que Portugal está efectivamente na miséria e cada vez mais endividado. O povo cada vez mais pobre e uma elite cada vez mais rica. Porque será?

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

 

O MUNDO OCULTO DA MAGIA

Em Julho de 2005 encontrei um texto postado por DEAD ILLUMINATI que explica muito bem como o mundo do ocultismo está a manipular a humanidade. O autor, no entanto, declara que não se responsabiliza totalmente pelo conteúdo publicado, pois também não é da sua autoria, mas sim de uma pessoa sem referência alguma chamada Chris Beard (Na pesquisa que fiz só encontrei um Chris Beardsley). Diz que o texto original faz algumas referências a passagens bíblicas que não quis publicar neste texto, por opção sua.

No entanto, quem quiser pesquisar com mais pormenor deu o endereço http//purebytes.com/archives/ómega/1998/msg09963.html. Existem versões integrais em Português deste texto em diversos sites da Web. Basta pesquisar digitando “Chris Beard Nova Ordem”. Nada encontrei neste endereço. Só encontrei algo referente ao tema ligado a um Chris David.

Portanto, para quem acredita que há uma História nos bastidores, diferente daquela que ensinam nas escolas, deve ler com atenção e procurar completar a informação ajudando quem está “acordado”. Para quem esteja ainda “adormecido” e não acredite, é no mínimo interessante.

Algumas citações de indivíduos que já “acordaram”:



 





“Aproximamo-nos do momento em que a única escala efectiva de operações de alguma importância será a escala global. Os Estados Nações terão que ser privados da sua soberania a favor da soberania de um Governo global mundial. Penso que esse Estado mundial necessitará de uma política armada e deverá dispor de força suficiente para impor a paz… O povo de cada Estado soberano actual, independente, terá que renunciar à soberania do seu país e subordinar-se à soberania suprema de um Governo mundial estabelecido”. Arnold Toynbee, historiador, em Surviving the Future.



 




“Para se chegar ao Governo mundial será necessário remover das mentes dos homens o seu individualismo, a lealdade às tradições familiares, o patriotismo nacionalista e os dogmas religiosos” Brock Chisolm, U.S. World Health Organization (Organização Mundial de Saúde).



 




“Há um poder tão organizado, tão subtil, tão atento, tão fechado em torno de si próprio, tão completo, tão corruptor que não se pode elevar a voz quando se deseja criticá-lo”. Woodrow Wilson, após deixar a Presidência dos Estados Unidos.


“Eu acredito que as instituições bancárias sejam mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos aprestados. Elas já criaram uma aristocracia do dinheiro que desafia o Governo. O poder de emissão do dinheiro devia ser retirado dos Bancos e devolvido ao Governo, seu legitimo proprietário”. Thomas Jefferson, ex-Presidente dos Estados Unidos.


“O mundo é governado por personagens muito diferentes daquilo que é imaginado pelas pessoas que não estão nos bastidores”. Benjamin Disraeli, Primeiro-ministro da rainha Victória.

 

Portanto, partimos do princípio de que a sociedade do sistema de Governo mundial anticristão está aqui.

Depois de anos de planeamento, pesquisa e desenvolvimento, as instituições financeiras do mundo anunciam e antecipam a Sociedade Global sem Dinheiro.

Todas as maneiras de troca monetária estão a ser substituídas pela tecnologia do microchip ou dinheiro electrónico. A MONDEX é a companhia que prevê este sistema sem dinheiro e já se espalhou por mais de 20 nações principais do mundo. Este sistema foi criado em 1993 por banqueiros de Londres, Tim Jones e Graham Higgins de NATWEST/COUTTS, o Banco pessoal da Família Real de Inglaterra. O sistema baseia-se em tecnologia de CARTÃO INTELIGENTE que emprega um microchip inserido num cartão plástico que armazena dinheiro vivo electrónico, a identificação do seu portador, e outras informações. Todos os sistemas de transacção são feitos com segurança, adoptando protocolos Fixos (transacção Electrónica Segura) e exibem o SET MARK MON-DEX que é uma combinação das palavras MONETÁRIO & DEXTER.

A Enciclopédia Webster define esta fórmula como:

1)    MON = monetário – pertencendo a dinheiro

2)    SET-MARK

SET = Deus Egípcio do mal

MARK = Pode ser a marca da besta 666 que vem juntamente com o microchip, que pode vir em forma de cartões de crédito onde se pode usar um dispositivo no seu interior (com os dados de Transferência Electrónica Pessoal). Esta carteira é classificada segundo o tamanho de cálculos que lhe permite administrar a moeda corrente pessoal com a troca com outros proprietários do cartão.


Os cartões também trabalham com o VISA de NORTEL/BELL 360 telefones, telefones públicos do MILÉNIO, Bancos 24 horas, PC pessoal, INTERNET, e negócios online e as instituições já estão preparadas para o Governo do anticristo.

Este sistema sem dinheiro foi testado extensivamente na cidade de Guelph, em Ontário, no Canadá, no Reino Unido e EUA. Todos os Bancos canadianos se inscreveram na MONDEX e começaram a promover isso pelo Brasil. O plano era para que este sistema de controle global pudesse estar difundido antes de 1998. O Banco Internacional Canadiano do Comércio (CIBC) montou uma filial sem dinheiro, que é modelo. Mais de 250 corporações em 20 países estão envolvidos trazendo a MONDEX para o mundo e muitas nações já foram privilegiadas para usar o sistema, entre elas o Reino Unido, Canadá, EUA, Austrália, Nova Zelândia, Israel, Hong Kong, China, Indonésia, Macau, Malásia, Filipinas, Singapura, Tailândia, Índia, Taiwan, Sri Lanka, Costa Rica, Guatemala, Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador e Brasil. Espera-se que a União Europeia adopte o sistema da MONDEX como a moeda corrente como saída unificada entre eles.

Estão a ser usados outros sistemas de SMARTCARD em favor da MONDEX, especialmente desde que o MASTER_CARD comprou uma participação de 51% apostando na companhia. A NATWEST ainda manteve a direcção do sistema desenvolvendo a sua implementação. Esta é a fase final, que se está a tornar uma realidade global. Disse Robin O’Kelly: “Nada pode parar o sistema MONDEX agora e será um controle de carácter global”. Eventualmente, a ideia de transportar um cartão ficará obsoleto, porque as pessoas descobrirão que terão uma limitação na segurança, sendo susceptível ao dano, perda e roubo do cartão. A solução final será ter um biochip simplesmente colocado dentro do corpo humano como fazem agora com o implante de um biochip nos animais (sistema GPS).

…a segunda besta faz com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, recebam uma marca na mão direita ou na fronte. E ninguém pode comprar nem vender se não tiver a marca, o nome da besta ou o número do seu nome (666)”. (Apocalipse 13: 16-17).

Como é que a Bíblia, um livro milenar, previu tudo isto e alertou-nos para o perigo que corremos?

A INFOPET é uma das várias companhias que provêm uma seringa que realiza o implante indolor do biochip injectando na pele do animal. O biochip pode ser lido por um scâner e o código identifica o seu dono expondo-o num computador. O sistema pode localizar mais de mil milhões de animais por satélites ou por torres dos telemóveis.

A MOTOROLA é a empresa que está a produzir os microchips para a MONDEX SMARTCARD, que desenvolveu vários tipos de implantes PARA SEREM APLICADOS EM HUMANOS na forma de biochips. O chip BT952000 foi criado pelo Dr. Carl Sanders que foi orientado em 17 reuniões da Nova Ordem Mundial para que se pudesse desenvolver um dispositivo para uso global de identificação de humanos tendo em vista o comércio económico global.



 

biochip mede 7mm de comprimento e 0.75mm de largura, mais ou menos o tamanho de um grão de arroz. O dispositivo contém um Transponder (um dispositivo de comunicação electrónico complementar de automação e cujo objectivo é receber, amplificar e retransmitir um sinal em uma frequência diferente ou transmitir de uma fonte uma mensagem pré-determinada em resposta à outra pré-definida “de outra fonte”) e uma Bateria de lítio recarregável. A bateria é carregada por um circuito de termopar que produz voltagem mediante as flutuações da temperatura do corpo. Eles gastaram, em estudos, mais de um milhão e meio de dólares, tentando descobrir o melhor local para colocar o biochip no corpo humano. Só acharam dois locais satisfatórios e eficientes: A TESTA (na junção entre a pele e o couro cabeludo), e a parte de trás da MÃO (especificamente, da MÃO DIREITA).

 

O Dr. Sanders opôs-se ao uso da bateria de lítio porque se o invólucro do microchip quebrasse, causaria uma fervura dolorosa que causaria muita agonia ao hospedeiro. Depois que o Dr. Sanders, desaprovando o projecto, deixou de fazer parte dele, foram-lhe apresentados os textos bíblicos proféticos relativos à “marca da besta“, que o levaram a converter-se à fé cristã, na qual passou a ministrar seminários específicos sobre este tópico. Durante a sua carreira como cientista, o Dr. Sanders desenvolveu uma patente médica, uma patente de vigilância e vários equipamentos de segurança para o FBI, CIA, IRS, IBM, GE, Honeywell, e Teledyne. Ele também recebeu um prémio do Presidente dos EUA e do Governador do seu estado por excelência de qualidade.

O nome da indústria que desenvolveu o avançado sistema SMART CARD é GEMPLUS e, coincidentemente, tem como código, no Departamento de Defesa Americano, a palavra M.A.R.C. (MULTI-TECHNOLOGY AUTOMATED READER CARD - Leitor automatizado de cartões de multitecnologia). O seu codinome durante a fase de desenvolvimento era “TESSERA “. A palavra TESSERA, refere-se à insígnia romana de propriedade, que era colocada nos escravos que fugiam, e era feita marcando-os com ferro quente. Em Novembro de 1996 foi firmado um acordo com a GEMPLUS no qual a empresa deveria suprir os SMARTCARDS para a implementação global do sistema MONDEX, juntamente com as empresas de tecnologia aT&T e Lucent Tecnologies.



A LUCENT (que no dicionário, em Inglês, significa BRILHANTE – ALVA – LUZENTE, ou Estrela da Alva, comprou a franquia do MONDEX EUA. O logotipo deles é o símbolo da serpente solar ou Dragão Vermelho, que para os cristãos fundamentalistas é uma das representações de Satanás.


Esta empresa tem-se mostrado bem ousada, nas suas decisões na área de marketing, pois tem “baptizado” os seus produtos com nomes espirituais e totalmente satanistas, tais como: STYX (um rio no Inferno), JANUS (um “deus” mitológico de duas cabeças), HELL (Inferno), promovendo, através da citação desse nome, uma história sobre LUCIFER nas entranhas do inferno (“O Inferno”) – FIRE RING – “anel de fogo” que é o panteão dos antigos “deuses” mitológicos. Ela escolheu a Quinta Avenida, em Manhattan, para instalar vários de seus novos escritórios e posicionou-os, deliberadamente, no número 666.



Considerando que não é prático colocar um microchip em cada um dos produtos que é comprado ou vendido no mercado, um Código de Barras, faz este trabalho muito bem. O que a maioria das pessoas não percebe é que neste código, também se encontra a “marca da besta “, um código internacional que tem sido colocado sobre todos os produtos que compramos, usamos e dispomos no nosso dia a dia. Todo o Código de Barras contém o número 666.

Encontramos a marca, sempre em duas versões do código: A mais comum tem 10 números divididos em duas partes, e uma outra, que é composta por apenas 6 números. Nas duas versões há 3 barras DUPLAS, que são visivelmente mais longas que as demais barras, e, por isso, se distinguem facilmente delas.



No sistema de leitura usado no Código Internacional de Produtos, essas barras duplas correspondem, sempre, ao número SEIS. Portanto essas três barras codificam os números 6, 6, e 6. Elas são chamadas de barras de guarda, e enviam três sinais para o scanner: Um no começo da leitura, para iniciá-la, outro no meio, para fazer a separação do número de identificação em duas partes, e mais uma barra dupla, no final, para interromper a leitura.

Uma das realizações de que a LUCENT mais se orgulha é o seu TTS (Text To Speech) no qual o hardware fala com a qualidade da voz humana acompanhada de uma IMAGEM HUMANA animada. 

No Projecto LUCID, usam-se satélites espiões, como os usados na guerra do Golfo, e também outros aparatos electrónicos, que são usados para o policiamento de um estado global totalitário, que foi idealizado para monitorizar todos os homens, mulheres e crianças, que usarão o biochip implantado e programado por um software Biométrico Universal, que contém o MARC ou MONDEX. O projecto deste sistema foi projectado por Jean Paul Crensat, M.D. e UN-INEOA (Nações Unidas – Associação de Oficiais de Execução Narcótica Internacional). Apareceu um artigo em “NARC OFICIAL”, revista que descreveu o Sistema parecendo estar relacionado com um “Programa de Segurança Global”. O autor Texe Marrs (Foi Capitão da Força Aérea dos EUA e membro do corpo docente da Universidade do Texas. Dirigiu dois ministérios cristãos fundamentalistas, Power of Prophecy Ministries e Bible Home Church) escreveu um livro inteiro sobre o PROJECT LUCID. Nele conta a recusa para descobrir a sigla do Projecto que o leva a acreditar que LUC-ID pode representar a identificação de Lucífer. Muitos proponentes da NOVA ORDEM GLOBAL são ocultistas, maçónicos (Illuminati) ou anticristãos, e parecem levar à delícia com as suas expressões ocultistas. Com LUCID a autoridade de execução da lei global poderá localizar os movimentos de qualquer um e transacções financeiras globais. Já existe um supercomputador em Bruxelas que se chama “a Besta” que já tem todos os nomes de pessoas de diversos países, fornecidos pêlos próprios governos.

Simon Davies da “Privacidade Internacional” investigou, anonimamente, a MONDEX INTERNACIONAL e achou que eles estavam a monitorizar todas as transacções financeiras internacionais e fazem tentativas para quebrar as leis do comércio e as bolsas de valores de diversos países.

A maioria dos 17 financiadores do MONDEX estão baseados no distrito bancário no distrito bancário de Londres pertencente ao “Clube dos Isles”, uma CASA DE WINDSOR, cartel bancário que tem por fim asfixiar as principais economias globais. Com reuniões reservadas e alianças estratégicas entre as poderosas instituições Maçónicas que influenciam as políticas mundiais, finanças, recursos, e até mesmo as políticas e estrutura das Nações Unidas. A meta deles é uma Nova Ordem Mundial baseada em um Governo Global, uma Religião Global, onde haverá um HOMEM FORTE que talvez seja a Besta falada por João no Apocalipse e o número do seu nome tem 666. Ele é o “Senhor de Isles”, uma figura mundial para muitos adoradores. Também é um homem de intriga e com o seu poder mágico, submeterá as nações de maneira brutal. Ele e a sua família foram os primeiros a receberem o implante da marca de um biochip que foi teledifundido publicamente no mundo pela CNN em Março de 1996. O mundo inteiro está a dormir, desiludido, e inconsciente de que o deus deste mundo continua a trabalhar a todo o vapor. Há ainda centenas de companhias e as pessoas envolvidas com a implementação da Economia sem dinheiro global. Isto deveria dar-nos uma breve introdução de como é que a marca da Besta está a ser implementada. O logotipo da MONDEX contém três anéis entreunidos, um símbolo que só se acha nas Ordens Maçónicas. Significa que considera três deuses ou uma trindade dos Pagãos do Templo do Egipto Antigo, e de rituais de Enoc, o mágico da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado, isto é, Isis, Osiris, Horus, mas conhecido originalmente, na Bíblia, como Ashtoreth, Nimrod, Tammuz/Baal. A trindade Pagã deles são três deuses manifestados de um só modo, considerando que o nosso Deus é UM SÓ DEUS em três entidades.

Este símbolo também é usado pela Grande Loja de Inglaterra e era também usado pela Ordem de Companheiros Estranhos fundada por Nero, Imperador de Roma, em 55 d.C. “Originalmente era um símbolo de prisão, escravidão e derrota. A corrente dourada (em latim, áurea de catena) foi pensado na antiguidade como unindo o Céu e a Terra” (Como a Torre de Babel na Babilónia).

“Isto é o que diz Homero, poeta épico da Grécia antiga, autor da Ilíada e da Odisseia, cuja corrente dourada é um deus, de acordo com o poeta, que ordena a suspensão da Terra para o Céu. No simbolismo da Maçonaria a “corrente fraternal” é o laço entre irmãos pedreiros entendendo as bordas internacionais que envolvem o globo. O novo iniciante, quando “ver a luz”, “vê os irmãos” que se levantam pela corrente universal. Nesta conexão, a corrente simbólica aparece frequentemente nos nomes das Lojas. Os anéis unidos da corrente, significam uma unidade poderosa e duradoura.



Outro símbolo utilizado pela MONDEX é a Borboleta e o Fénix (este último é o pássaro do cartão VISA). Estes símbolos têm significados místicos numerosos, mas o mais proeminente é o de capturar a alma humana para o Inferno.

Quais as consequências?

Primeiro, achar-nos-emos em dificuldades financeiras com as nossas opções de pagamento.

Passaremos a pagar taxas para usar cheques (em Portugal até já têm prazo de validade, o que deixa de ser prático e dispendioso estar sempre a comprar cheques actualizados) que serão eliminados com o tempo.

Somos coagidos a ter os pagamentos de conta e salários pela via electrónica. Temos, cada vez mais, o nosso Banco no nosso computador por 24 horas, que substitui as Agências bancárias.

Grandes somas de dinheiro em espécie são mais difíceis, senão impossíveis, de obter. O dinheiro vivo será cancelado e o SMARTCARD passará a ser obrigatório.

A troca de ouro por moeda será ilegal sem um fornecedor licenciado.

Os grandes Bancos farão fusões com um Banco Central.