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quarta-feira, 14 de agosto de 2019


O ESPÍRITO UNIVERSAL ou OCEANO CÓSMICO

No estudo do Universo tem-se que recorrer cada vez mais a explicitações de natureza filosófica, porque se tenta explicar o Universo como um todo e necessidade de analisar separadamente tanto as propriedades como os processos que ocorrem numa região do espaço e do tempo.

O grande mistério da criação e da existência do Universo só poderá ser vislumbrado pela fé e especulação filosófica e pelas novas descobertas da Física Quântica quanto aos fenómenos atómicos e vibratórios, cujas frequências determinam as várias densidades da matéria e características dos objectos e de tudo quanto existe, visível ou invisível.

 
Se olharmos para o tampo de uma mesa, por exemplo, com um microscópio electrónico (super capacidade de resolução) veremos o objecto que conhecemos, a superfície do tampo, a desaparecer e a aparecer um campo aberto salpicado de pontos, a que chamamos átomos, a redopiarem e aparelharem com outros de natureza diferente e cuja “vibração” os mantém coesos e determina como é aquele objecto material. Tudo o que percepcionamos vibra e no seu conjunto é como se fosse um “oceano” vibratório que se vai adensando conforme a escala de resolução for menor. Toda a realidade será em função da escala em que estamos a operar. Ou seja: pode-se confirmar o antiquíssimo axioma hermético “o que está em cima é como o que está em baixo. O microcosmo é como o macrocosmo, se bem que em escala diferente”.

Por esta ordem de ideias, se tivéssemos um meio para aumentar a resolução da escala do espaço e de tudo contido no Universo, não distinguiríamos nada, a não ser o tal oceano pintalgado, de espaços vazios com os átomos a rodopiar, sendo em maior número em determinados pontos e em menor número noutros e até quase inexistentes noutros locais (como no espaço “vazio”, por exemplo, que nunca está completamente vazio, cujos átomos isolados permitem a interconexão constante entre todos os átomos e seus componentes mais reduzidos).

 
 
Os Átomos e Moléculas são as “peças” que se usam para criar novas substâncias. Podemos fazer uma analogia com um conjunto de peças Lego.
 

Este “oceano” vibra constantemente e as frequências diferentes umas das outras é que produzem os seres e objectos diferenciados, mas todos conectados uns com os outros. Se “alguém” conseguir a chave de cada vibração (só possível em Deus) domina o Universo, ou Universos. A História dá-nos exemplos, como o caso do tenor que consegue reproduzir a frequência de um copo de cristal e quando o faz este explode, pura e simplesmente, ou como o exemplo tão conhecido da destruição das muralhas de Jericó pelo som das trombetas que reproduziram precisamente a vibração (chave) daquelas muralhas.

Segundo muitos teóricos, Moisés e os israelitas adquiriram uma fonte de energia sobrenatural no Monte Sinai. Essa poderosa fonte de energia foi depois armazenada na Arca da Aliança e teria fornecido a quantia de energia suficiente para amplificar as trombetas de Josué tornando-as poderosas armas sônicas. David Wilcock (Autor, Alienígenas do Passado): “O que é interessante na batalha de Jericó é que o uso especifico das trombetas parece claramente ser a mesma coisa que temos visto na tecnologia de partículas de raio de luz, na tecnologia do raio da morte, e na tecnologia do relâmpago”. 

Assim como o macrocosmos tem o seu Universo próprio e o microcosmos idem, este “oceano” que abarca tudo é a Entidade Superior que controla tudo, como um supercérebro, onde está todo o conhecimento e saber cósmico. Poderemos imaginar essa Entidade como o Ser Supremo com a função de Deus, pois Deus é uma função e não um ser personalizado.

E, deste modo, até compreendemos o dogma de que “Deus está em toda a parte”, “Deus é omnipresente” porque, de facto, todas as coisas, incluindo os seres vivos, e o ser humano, têm em si um átomo deste “oceano” que lhes foi doado para vivificar o invólucro físico “modelado” (para cada um, vivo ou não vivo, com a vida que conhecemos) para poderem evoluir em determinado mundo material, neste caso o planeta Terra. Esse átomo, essa Centelha do Espírito de Deus, é o Espírito de cada um (nos seres individuais) ou de cada grupo de seres (nos que caminham para a individualidade ou nos que caminham para a vida conhecida por nós, pois uma estrela, um planeta, por exemplo tem outra forma de vida pois nascem, crescem e morrem como nós) e está sempre conectado com a origem, ou seja com o Espírito Universal de Deus, o Espírito Santo.


Depois, para a preparação do ser humano, especificamente, para dominar a matéria, neste mundo onde foi integrado, é necessária a experiência conjunta adquirida pela parelha Corpo Físico/Espírito, dando origem a uma Alma (formação de um Ego individual, ou colectivo para outras ondas de evolução) cuja Mente funcionará nos dois mundos servindo de intermediária. A experiência adquirida é arquivada na “nuvem”, da Alma, onde o cérebro, o instrumento criado para funcionar na matéria, vai buscar os “ficheiros” que interessam no dia-a-dia e, mesmo assim, por enquanto, nove décimos da sua capacidade permanece desactivada, servindo de arquivo que alimenta o subconsciente para ocasiões esporádicas. O ser humano ainda não consegue activá-lo conscientemente, esperando talvez uma fase mais avançada da evolução que vai sofrendo. A Alma recebe o “conhecimento” (por enquanto pela via intuitiva nos seres humanos, os pressentimentos, e pelo instinto nos seres não individuais) pela Mente subordinada ao Espírito, na sua aprendizagem para dominar a matéria.

Para a vida no nosso mundo material a Alma vai descobrindo como ele funciona para o poder controlar. Segundo a ciência criada pelo Homem, o Universo visível fundamenta-se na Teoria Geral da Relatividade, que veio substituir a teoria de Newton no início do século XX. É a teoria da relatividade que estabelece e procura englobar o espaço e tempo na dinâmica das forças de origem gravitacional através de uma estrutura teórica cujos principais momentos seriam a unificação das características do Espaço (de Três Dimensões) e do Tempo (de Uma Dimensão) numa totalidade. Daqui resultaria o contínuo espaço-tempo, com Quatro Dimensões e a caracterização desta estrutura por meio de instrumentos de medição (réguas e relógios).

      

 

Na segunda década do século XX o matemático Friedman, reintroduziu a ideia de um Universo em expansão que já tinha sido divulgada anteriormente por Giordano Bruno. Esta redescoberta esteve, inicialmente, sujeita a críticas severas, como seria de esperar. O “saber” instalado opõe-se sempre a tudo o que é novo e possa contrariar as suas teses consideradas e impostas como certas.

 

O modelo de Friendman considerava que o Universo poderia ser entendido como uma estrutura com idênticas propriedades em qualquer direcção, que evoluía com o tempo num fluido contínuo. Do ponto de vista teórico, da Teoria da Relatividade, poderão existir grandes vazios no Universo, onde não existe nenhuma energia presente, pelo que a teoria do fluido contínuo foi abandonada, mas… tenho as minhas dúvidas. Vou “especular” um bocado. Digo especular porque se trata de uma teoria ainda não aceite pela ciência actual, mas muito verosímil nos meios ocultos.

Não há certezas nenhumas assim como não havia certezas quando Jesus falava aos seus discípulos. No momento, só resta ouvir e mantermo-nos de espírito aberto e aguardar que algo aconteça. Ou então ter fé e acreditar no mensageiro.

A acreditar numa nova fonte de conhecimento, ainda contestada pelos cépticos e pelos representantes do sistema actual religioso, aceito como possível que um Universo Central é a criação da eternidade, e sete Superuniversos são as Criações do Tempo. Este Grande Universo é a Criação actual, já organizada e habitada, não levando em conta os grupos exteriores e remotos de universos não organizados.

Bem afastados no espaço, a uma distância enorme dos sete Superuniversos habitados, estão-se a acumular circuitos vastos de forças e energia, que se materializam.

Como o Grande Universo é infinito e está em expansão, vão-se criando novos e novos Universos em cada Superuniverso numa escala que não conseguimos imaginar e ainda mais difícil de imaginar quando nos revelam a existência dos diversos Planos Dimensionais desde a matéria mais densa até à matéria mais diáfana em que todos os Seres Criados (vivos e não vivos) ocupam o mesmo espaço comum. Sabemos da existência de sete planos dimensionais, os Sete Céus mas só nos revelaram três e a informação do plano, ou céu, acima daquele em que existimos.


Recentemente foi publicado um estudo na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomic Society  revelando a descoberta daquilo que poderá ser a maior estrutura conhecida no universo, e é um buraco gigante: um espaço no universo que está invulgarmente vazio. Esse espaço tem mais de 1.8 mil milhões de anos-luz de um lado ao outro e, de acordo com o cientista que liderou a investigação para o compreender, poderá ser "a maior estrutura individual alguma vez identificada pela humanidade".

 

Esse espaço vazio tem lugar para milhões de Galáxias. Isto no espaço que o Homem conseguiu alcançar com a tecnologia actual. Portanto, espaço para criar mais universos.

No mapa da radiação cósmica que restou após a formação do Universo é possível ver a Mancha Fria, com temperaturas invulgarmente baixas, assinalada pelo círculo. Fotografia © ESA Planck Collaboration.

 
Numa experiência espiritual em que o Apóstolo Paulo contemplou a transcendência divina, que nenhuma palavra humana jamais poderá descrever, ou seja, na sua segunda epístola aos Coríntios (12:2,3,4) diz: "Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu. Se estava em seu corpo, não sei; se fora do corpo, não sei; Deus o sabe. Sei apenas que esse homem – se no corpo ou fora do corpo não sei; Deus o sabe! – foi arrebatado até ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, que não são permitidas ao homem repetir". (Naquele tempo só lhe foi permitido saber da existência de três Céus).

Acredito que a verdadeira religião é "Viva" e portanto não está estática para nós, sendo-nos reveladas fases mais avançadas conforme o grau de evolução da humanidade na altura. Há conceitos que hoje, por exemplo, são reconhecidos e considerados normais na nossa cultura actual e que seriam completamente impossíveis de serem assimilados nos tempos bíblicos.

Os cientistas afirmam que matéria é energia, mas seria mais correcto admitir que a matéria está mergulhada na energia, porque faz parte do todo, da qual depende ou então, como afirmam os ocultistas, a matéria é espírito cristalizado. A Física Quântica dá o nome de “fotão” ao átomo energético que vivifica todas as criaturas. Este “fotão” é, segundo a ciência, um corpúsculo, imaterial para os nossos sentidos, um veículo de energia com uma massa quase nula mas com alguma densidade.

 

Podemos chamar-lhe “átomo de energia” o éter dos ocultistas.

O espaço sideral está cheio dessa energia, embora pareça vazio. Quando a energia se encontra em estado latente, o seu campo magnético é nulo, mas em certas ocasiões torna-se activa e o campo magnético inicialmente oculto, torna-se perceptível. É então detectada pelos aparelhos que o ser humano constrói: tudo o que existe no Universo é a transformação destas energias que preenchem o espaço.

A Teoria da Relatividade não elimina a possibilidade de matéria nova irromper no espaço vazio. A possibilidade e importância do éter cósmico já tinham sido pressentidas pelo eminente cientista britânico O. Lodge que disse: “Todas as vezes que se deixem as abstracções matemáticas e se tente dar conta do que se passa na realidade próxima, deve-se acrescentar à realidade descontínua um meio contínuo, cheio de energia; e ouso dizer que esse meio é o instrumento que causa e guia todos os movimentos perceptíveis”.

A microfísica moderna deu-lhe razão.

E pergunta: Se o Universo em conjunto pode resultar de uma partícula microscópica e se cada uma delas pode conter um Universo inteiro, será que nas profundezas do micromundo funcionam as forças que garantam a constituição do Universo?

Os mundos invisíveis são os mundos das causas, das forças e o nosso mundo visível é meramente dos efeitos. O campo dos “Fotões” ou dos “éteres” não é homogéneo, como julgavam os teóricos da linha Friendman. O estudo revela que no espaço há uma boa dose de não homogeneidade, em diferentes escalas (galáctica, estelar). De facto os “fotões” podem transmitir todo o tipo de energias, vibrar longitudinalmente ou transversalmente, etc. Têm-se sucedido tentativas para demonstrar que o éter é carregado de energia.

Foi demonstrado, numa teoria abstracta, que a Teoria da Relatividade é puramente geométrica e que a Teoria completa devia compreender o electromagnetismo. A mesma concepção foi apresentada, mais tarde, por outro premio Nobel, P. Blackt, especialista em radiações cósmicas.

Na década de oitenta procurou-se desenvolver o estudo da “Física dos Éteres”, com uma aplicação muito restrita. Pretendeu-se com este ramo alcançar o domínio dos processos que se relacionam com as forças dos quatro “éteres” já referidos e que se diz serem mais importantes do que as quatro forças conhecidas e até há pouco consideradas únicas no Universo: a nuclear, a electromagnética, a fraca e a gravítica.

A descoberta de uma quinta força e ainda de outra sexta força reforça a hipótese de outros “éteres” no espaço cósmico, com funções ainda desconhecidas. A aplicação prática destes conhecimentos, faz-se no que já se chamou “engenharia do tempo”, que procura dominar (e parece que já conseguiu) as condições atmosféricas.

A teoria da relatividade aplica-se ao infinitamente grande, às grandes velocidades. A apreciação do infinitamente pequeno faz-se mediante recurso à Teoria dos Quanta. É possível relacionar ambos os Universos segundo o método de cálculo das probalidades e da mecânica estatística.

O que está em cima é como o que está em baixo.

 

 

domingo, 11 de agosto de 2019


A ESTRANHA HISTÓRIA DE J-ROD, UM SUPOSTO EXTRATERRESTRE CINZENTO (GREY)


 


 
Alien and UFO conspiracy theorists Os teóricos da conspiração alienígena e ufológica acreditam que testemunhos de denúncias provam que o trabalho de pesquisa de engenharia reversa de tecnologia alienígena ultra-secreta está em andamento em várias instalações clandestinas de governo por todo o país. Os depoimentos de denunciantes, de acordo com os teóricos da conspiração, também provam que o governo encobre a verdade sobre o contacto com raças extraterrestres e o acesso à tecnologia alienígena exótica.

Muitos denunciantes afirmam ter trabalhado como cientistas  e empreiteiros de engenharia em várias instalações subterrâneas de pesquisa, como a base militar altamente secreta da Área 51 no deserto de Nevada.

Os teóricos da conspiração acreditam que os UFOs alienígenas recuperados de locais de queda são armazenados em instalações secretas, como a Área 51 e a instalação subterrânea de Dulce.



Os teóricos da conspiração também acreditam que, além dos cadáveres alienígenas gravemente queimados, recuperados do local do acidente de Roswell, em 1947, as autoridades militares também resgataram sobreviventes estrangeiros de dentro do OVNI acidentado. The alien survivors were taken to Area 51 where they were forced to help government scientists and engineers to reverse-engineer the propulsion technology of their exotic craft. Os sobreviventes estrangeiros foram levados para a Área 51, onde foram forçados a ajudar cientistas e engenheiros a fazer engenharia reversa da tecnologia de propulsão de suas naves exóticas.

Os teóricos da conspiração citam testemunhos de vários denunciantes como prova de trabalho em andamento na Área 51 para fazer engenharia reversa de tecnologia de propulsão alienígena.
Um dos denunciantes foi Bill Uhouse , um homem de 70 anos, que afirmou ter trabalhado de 1966 a 1979 como engenheiro na área ultra secreta da Área 51 em colaboração com um alienígena Gray. De acordo com Uhouse, que faleceu em 2009, ele trabalhou como engenheiro mecânico na Área 51 com um alienígena Gray conhecido como "J-Rod".


(the late Bill Uhouse……photo taken in 199(o falecido Bill Uhouse ...... foto tirada em 1994 em Nevada)

Ele alegou ter trabalhado com o "J-Rod" para construir um simulador de voo para o treino de pilotos da Força Aérea que voariam em naves de reconhecimento stealth avançadas da USAF, desenvolvidas por meio de estudos de engenharia reversa de UFOs alienígenas.


De acordo com Uhouse, ele comunicava com “J-Rod” usando uma tecnologia alienígena Grey adaptada para uso em humanos. A tecnologia permitiu que cientistas humanos e engenheiros trabalhando com alienígenas Gray comunicassem por via telepática, auxiliados por um sofisticado software de tradução.

De acordo com Bill Uhouse, "J-Rod" mostrou aos humanos, na instalação, como controlar e pilotar um UFO alienígena. Alega-se que existem diferentes raças dos Grays. Raças alienígenas cinzas incluem Tall, Grays pequenos e Grays com tamanho comparável aos humanos. But it is uncertain which of the three major Grey races “J-rod” represented.

Indo pelo testemunho de denunciantes como Uhouse e vários outros que apresentaram informações, pode-se supor que existem raças extraterrestres ou civilizações cientificamente e tecnologicamente muito mais avançadas que as nossas. Uhouse alegou que a actividade de pesquisa de engenharia reversa envolvendo alienígenas e seres humanos estava em andamento em várias instalações subterrâneas em todo o país. Algumas das instalações mais conhecidas incluem a instalação de pesquisa Área 51 e a instalação de pesquisa subterrânea de Dulce.



A instalação subterrânea de Dulce , localizada sob a Archuleta Mesa, perto de Dulce, no município de Rio Arriba, Novo México , é considerada maior e mais importante do que a Área 51.
Acredita-se que a construção das instalações do governo começou sob as administrações dos presidentes Harry Truman e Dwight Eisenhower. Foram construídas para abrigar os cientistas alienígenas Gray, Reptilianos e Tall White. O tratado com os Greys e os Reptilianos incluía um acordo em que o governo permitiria que os alienígenas estabelecessem instalações subterrâneas de pesquisa onde cientistas alienígenas conduziriam pesquisas biogenéticas para desenvolver híbridos alienígenas humanos avançados.




Para facilitar o alegado programa de pesquisa biogenética, o governo dos EUA permitiu que os alienígenas sequestrassem um número limitado de humanos para uso como cobaias de pesquisa.
Os alienígenas usam bases subterrâneas ultra-secretas para pesquisas biogenéticas sinistras no estilo nazi para desenvolver híbridos humano-alienígenas, de acordo com os teóricos da conspiração. Extraterrestres cinzentos e reptilianos precisavam de desenvolver híbridos humano-cinza e reptilianos-humanos para salvar as suas raças da extinção, de acordo com os teóricos da conspiração. Os alienígenas concordaram, em troca, em conceder ao governo dos EUA acesso a tecnologia alienígena avançada, especialmente a tecnologia aeroespacial.


E há rumores de que os Grays e reptilianos estão a violar os termos do acordo com o governo dos EUA que limitam o número de humanos que eles podem abduzir para o propósito do seu programa de pesquisa biogenética. Embora as autoridades americanas estejam cientes de que os alienígenas estão a violar os termos do acordo sob o qual os tratados foram assinados na década de 1950, não conseguiram impedir as violações.

As instalações subterrâneas estão equipadas com amplos laboratórios e oficinas de engenharia.  As instalações também têm seções onde extraterrestres e humanos sequestrados são usados ​​como cobaias de pesquisa mantidos em cativeiro.De acordo com Uhouse, pode haver centenas ou até milhares de estrangeiros a trabalhar com o Pentágono em tecnologias avançadas como parte dos esforços para manter o seu lado no acordo com o governo dos EUA.


Bill Uhouse indicou que o grande chefe do projecto era uma entidade biológica extraterrestre que ele conhecia como J-Rod que supostamente havia chegado a Terra em 1953. Segundo uma outra fonte chamada BJ, foi discutido posteriormente, que o "J" e o "Rod" serem derivados das primeiras tentativas de estabelecer comunicação entre a entidade biológica extraterrestre, o EBE, e os cientistas americanos que privavam do contacto com o EBE. Desde a divulgação do Documento de Instrução do M - 12 de Eisenhower no início dos anos de 1980, o termo EBE tem-se tornado de uso popular para designar o diminutivo, os humanóides de cor cinzenta associados aos discos acinzentados. Uma outra variante de pronúncia é Eben, usada pelo físico Paul Bennewitz e outros. Alguns implicam que os Ebens eram também uma classe de EBEs com certas características físicas distintas e ditas estarem a trabalhar com os nossos cientistas militares e engenheiros em vários projectos. Segundo BJ, nenhuma linguagem para funcionar como interface com o EBE existia em 1953, e assim uma série de símbolos foram mostrados para testar a sua reacção. Alguns símbolos pareciam-se com letras e outros eram formas geométricas. O primeiro símbolo que o EBEN apontou parecia um "J." O outro era uma "barra inercial" que parecia um bastão. Assim, os humanos chamaram-no de "J-Rod."

Kingman, Arizona 1953
O engenheiro Bill Uhouse afirma que houve a queda de uma aeronave EBE perto de Kingman, Arizona em 1953 e que quatro entidades sobreviveram. Isto teria sido seis anos depois das famosas quedas e recuperações de Roswell de uma "nave interplanetária de origem desconhecida". Em Kingman, segundo Uhouse, dois Ebens incapacitados e outros dois que estavam em boas condições foram recuperados por unidades do governo americano especialmente treinadas para estas missões de resgate. Os dois não humanos em boas condições foram permitidos a reentrar na nave e as entidades incapacitadas foram levadas a uma instalação médica específica. Ele também afirma que a equipa de recuperação que tinha entrado na nave para inspecciona-la ficou com uma misteriosa doença.

A nave foi carregada a bordo de um reboque e levada para a área de testes de Nevada ao norte de Las Vegas. Bill Uhouse afirma que os eventos em Kingman resultaram eventualmente no projecto que o emprega para desenhar e construir um simulador de voo que os nossos aviadores pudessem usar para aprender como pilotar um disco. Bill afirma que encontrou um dos extraterrestres que aparentemente supervisionava este projecto e que era conhecido como J-Rod . Bill disse que trabalhava em Los Alamos e Área 51. Bill conta uma história fascinante e isto teria permanecido apenas uma história até a leitura de um documento que se propõe ser um papel técnico sobre amostras de tecido retiradas de um EBE conhecido como AQ-J-ROD. BJ diz que "AQ" significa Projecto Aquários sob o grupo Majestic -12 criado pelo Presidente Harry S. Truman em 1947 e destinado à pesquisa de discos acidentados e corpos não humanos que tinham caído na América na década de 1940.
 
J-Rod, Conselheiro Técnico, Área de Testes de Nevada
Em visitas ao simulador de voo, Bill Uhouse via ocasionalmente quem agia como conselheiro técnico para o programa ultra-secreto no qual Bill trabalhava. Era J-Rod, um típico EBE de pele cinzenta, sem pelos e sem expressões faciais. Ele tinha grandes olhos que são típicos destas criaturas. Diz-se ter 200 anos, sofrendo de deterioração celular e ainda localizado em Papoose S-4, Área 51 em Nevada. Segundo Bill Uhouse, a coisa engraçada era como ele usava calças humanas e uma camisa solta. Os seus pés eram diferentes. As suas mãos de quatro dedos eram longas. 
Nota :- Editorial Note de EARTHFILES
A Repórter e Editora Linda Moulton Howe relatou que em Setembro de 1998, uma fonte que ela entrevistou longamente que desejou ser chamada simplesmente de "Kewper" disse que trabalhou em C-A e Ar-y Signal Corps entre 1956 e 1960. Ele estava estacionado numa escola do exército que ensinava encriptação no sudeste americano. O seu supervisor pediu a Kewper para juntar-se a um grupo CI altamente classificado para analisar fotografias, desenhos, documentos e outras evidências de todo o mundo relacionadas à presença de uma inteligência não humana. Kewper disse que em Agosto de 1958, ele, o chefe e outros cinco colegas voaram para a base da força aérea de Nellis , Nevada para um encontro com um coronel da força aérea numa área construída nas montanhas Papoose perto de Groom Lake chamada S-4. Lá, o grupo não apenas viu sete naves redondas dentro de uma área oca das montanhas Papoose , mas foram levados a um escritório para tentar comunicar telepaticamente com um não humano cinzento que trabalhava de alguma forma com o governo americano.

BJ, Dr. Dan Burisch a as amostras de tecido de J-Rod
Enviei uma cópia do documento que recebi referente a J-Rod a um contacto meu em Las Vegas conhecido como BJ. Ela tinha trabalhado com o amigo dela, Dr. Dan Burisch, sobre objectos anómalos que apareciam em imagens de Marte, especialmente numa área conhecida como "Inca City." Parece que anteriormente, Dan tinha trabalhado na super secreta S-4 como Dr. Danny Benjamin C-ain, um microbiologista que tinha tomado amostras de tecido de um EBE. Ele foi registado no documento que recebi, como Danny Benjamin C-ain, Ph.D. (Capitão, marinha dos EUA, N.R.L.) Líder de Grupo de Trabalho, Projecto Aquários, R-4800, Papoose Site 4.
Nas palavras de BJ, "quando confrontado com a evidência, o Dr. Burich tornou-se altamente defensivo, mas mais tarde admitiu que de facto tinha estado envolvido com experiências com tecidos de uma natureza "desconhecida" que por fim se provaram ser de uma fonte extraterrestre. Foi também confirmado que o material dessa fonte foi obtido de uma entidade biológica extraterrestre hospedada profundamente sob a base", numa instalação segura que parecia uma esfera ou câmara arredondada como uma bola. Porquê? Não sei. Esta revelação desencadeou uma série de problemas: as nossas comunicações pela Internet e pelo telefone foram postas sob escuta repentinamente e sofreram interferência. A fonte desta interferência foi por último, determinada ser antigos empregadores do Dr. Burich lá de cima que estavam a monitorizar tudo o que Dan dizia, por medo que ele pudesse divulgar informação sensível. Ele recebeu visitas de ameaça e intimidação de representantes dos seus antigos empregadores em casa e no trabalho, como um aviso para não falar mais nada sobre o assunto. Segundo BJ, o Dr. Burisch teve até mesmo a mão partida e a memória alterada de forma a não se lembrar de nada sobre o S-4 e J-Rod. Mas um documento tinha passado da Área-51 contendo a assinatura do Dr. Dan Crain e descrevendo em grandes detalhes a natureza dos experiências que estavam a ocorrer na instalação do laboratório sob a Área-51 - experiências de que Dan não falaria.
Este documento indica que o Dr. Dan Burisch (que teve o seu nome legalmente alterado para Crain em meados dos anos de 1990) era o cientista responsável por entrar na "esfera limpa" e tomar mais de 200 amostras de tecidos de um ser extraterrestre alojado lá e para ajudar a coordenar a pesquisa do respectivo ADN.
Os conteúdos deste documento são de arrepiar. Descreve em grande detalhe, os tipos de preparações de tecido necessárias para a propagação do tecido extraterrestre e o uso de ADN humano retirado de cadáveres para tentar reparar uma falha neural entre os extraterrestres que era supostamente genética. Também discute a unânime desaprovação da equipa de engenharia reversa genética a ser realizada [pela autoridade de quem?] que poderia ter o intento de inter-cruzamento de humano e extraterrestre para aparentemente, revitalizar a espécie.
Partes deste documento saído da Área 51 e assinado pelo Dr. Dan Crain aka Dr. Dan Burisch. "Este documento (identificado como Q-94-109A) é dirigido para as próprias autoridades de direito a nível de MAGIC do Comando Espacial Naval, de acordo com o UNOST (adoptado em 19 de Dezembro de 1966: entrado em vigor a 10 de Outubro de 1967)... os conteúdos deste relatório são para serem vistos como relatório final (spec. K-24) do Principal Investigador, Líder de Grupo de Trabalho (R-4800, Occupant Papoose Site 4). "Os resultados da experiência IN VITRO sob o Projecto Aquários dirigido pelo NSA/NSC (Amostra por Avulsão Aspiratória de subtegumento Neuronal Subsecção King-35 {K-24, Extraterrestrial Biological Entity {EBE} também conhecida como 'AQ-J-Rod' {JR}) são aqui relatados”.
O relatório continua para afirmar: "...metodologia necessária a introdução do investigador principal na esfera limpa pressurizada, que constituiu um I.G.A. - declarado "Contacto Imediato Extraterrestre (E.C.E.), Classe IV.c." Sob a secção intitulada "ORDEM", o propósito do estudo principal foi explicado: 'determinar, para uma certeza científica, as razões para in vivo reparar a falência neuronal, nas extremidades dendríticas terminais, de um conjunto de amostras celulares, in vitro. Classificar tais razões, funcionalmente, para determinar os mecanismos de tal falha, então isolar as mais prováveis condições celulares pré existentes para permitir a apropriada regeneração" (isto parece indicar que o estudo foi realizado para tentar entender porque a fisiologia extraterrestre não estava a auto reparar-se - ao menos no tecido neural - do modo que deveria.) O relatório continua.... [as amostras de tecido que foram retiradas do EBE foram desenvolvidas num meio de agar] "igual combinações de desoxilato dictostélio pressurizado em 10.000/100.000 (%) e acetato de glicose."
Este meio produziu as mais altas taxas de crescimento celular, fibrilar. O relatório continua para dizer que "os protocolos nominais de contaminação-restrição foram seguidos" e então citou " contaminação cruzada protocolo 6, N.R.L., Documento Número Q-93-016B para orientação de procedimento. "
 
Breve História de alegados Visitantes Eben
EBE-1 foi supostamente retirado vivo de um dos discos acidentados de 1947 e foi alojado em cativeiro numa área subterrânea dos laboratórios de Los Alamos, Novo México. EBE-1 morreu de causas desconhecidas a 18 de Junho de 1952.
J-ROD foi alegadamente recuperado de um disco acidentado perto de Kingman, Arizona e levado para a área de testes de Nevada e Área 51, S-4, Groom Lake, o complexo de desenvolvimento de pesquisa nas montanhas Papoose . Alguns internos tem implicado que J-Rod pode ter sido parte da equipe EBE-3, mas penso que ele chegou separadamente depois do acidente perto de Kingman, Arizona em 1953.
EBE-2 chegou em Abril de 1964 para o primeiro pouso oficial para contacto. A localização foi uma área altamente segura chamada de Área 17 em White Sands (não é a base da força aérea de Holloman ) localizada exactamente ao sul do presente sítio de pouso de cápsulas. EBE-2 foi descrito durante uma entrevista de 5 de Março de 1983 com um antigo agente da AFOSI em Los Alamos como tendo 4' 9" de altura e um corpo muito pequeno: estava vestido com um estreito macacão justo e tinha quatro dedos e nenhum polegar.

EBE-3 veio numa troca de cientistas em 1978 juntamente com dois ajudantes. Um ajudante foi designado para Groom Lake e o outro para o laboratório de Los Alamos . EBE-3 era macho e a auxiliar de LANL era fêmea. EBE-3 e seus ajudantes saíram em Novembro de 1994.

 
Fontes: CUB /  EARTHFILES

(Texto sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990.R)

sexta-feira, 9 de agosto de 2019


O QUE ESTÁ A ACONTECER EM PORTUGAL?

A fim de caminhar para uma economia totalmente previsível, os elementos das classes menos favorecidas da sociedade devem ser levados a um controlo total, isto é, serem expostos, submetidos ao jugo e submetidos a um dever social de longo prazo, desde tenra idade, antes que se apercebam do que se está a passar e que tenham uma oportunidade de se interrogarem sobre quem deve ser o detentor da propriedade.

Para chegar a tal estado de conformismo, a célula familiar das classes mais desfavorecidas (classe média e média alta, proletariado, operários e os chamados trabalhadores não produtivos) devem ser desintegradas por meio de um processo de aumento das preocupações por parte dos pais na educação, saúde e sustento dos filhos.

 


A qualidade da educação dada a estas classes deve ser da mais pobre, de maneira que a brecha da ignorância que as isola das classes mais ricas e superiores (financeiros e seus aliados políticos) se mantenha e permaneça incompreensível.

Com tal incapacidade, mesmo os melhores elementos das classes média e media alta têm pouca esperança de se demarcarem do lote que lhes foi atribuído na vida, o de serem os sacrificados e reserva monetária em tempo de crise, já que os líderes da alta finança e políticos se escapam dessa contribuição e os proletários, operários e não produtivos, nada têm para dar a não ser mais uns “cortes” no pouquíssimo que possam amealhar, pelos impostos indirectos.

 
 

Esta forma de escravatura é essêncial para manter um verdadeiro nível de ordem social, de paz e tranquilidade para a pequena faixa de favorecidos – os DIRIGENTES.

Podemos ser muito cépticos e não acreditarmos neste plano Illuminati, da alta finança, mas se estivermos atentos verificamos que as “coisas”, por “coincidência” caminham precisamente como foi previsto.

Além da grande ofensiva contra os mais fracos, o fechar de Hospitais, reduções nas pensões, cortes significativos nos subsídios de doenças terminais, aumentos inferiores à inflacção e criação de um ambiente de insegurança total e convite à emigração (muito acentuadamente no anterior governo PSD/CDS) ficamos a saber em primeira mão da forte ofensiva contra o SNS (Com intensão de acabar com ele e entregar a saúde aos financeiros da privada) e contra a educação das massas (fecho de escolas públicas, demissão de professores, ruptura no pessoal de apoio, propinas elevada e subsidios a escolas privadas).

 

O sistema de ensino imposto pela máfia do alto capital, e posto em acção pelos políticos apaniguados a quem dão depois bons empregos, atinge toda a população “inferior” e fomenta a criação de ignorantes, para não utilizar o termo, muito mais adequado e desconhecido pela maioria dos portugueses do continente, de “matumbos”. Matumbos esses que amanhã estarão em altos cargos de responsabilidade na sociedade portuguesa.

Se agora só vemos mediocridade nos nossos dirigentes que consideram normal esta baixa de valores, moral e ética, a que chegamos, como será quando chegar a vez destes “matumbos”?

O plano está em roda livre em Portugal.

Os portugueses já estão no chamado “ponto de rebuçado”. Estão de tal maneira “domesticados” e intimidados que perderam o interesse pela democracia e não exercem o seu direito de voto, e receberão de braços abertos uma ditadura.

Temos de abrir os olhos e reagir.

 
(Sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990)