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terça-feira, 7 de agosto de 2018


NUVENS BRILHANTES MISTERIOSAS
Segundos as profecias, entre muitos sinais reveladores da passagem da Terra para outra Dimensão, os humanos mais esclarecidos, ou mais crentes em Jesus, começarão a ver uma frota de naves espaciais, imensa, de seres doutras Dimensões, que terão como missão ajudar a humanidade a fazer essa transição, no meio de grandes tumultos da natureza.
Os sinais profetizados já começaram a ser realidade no nosso tempo.
Será que este fenómeno, a que os cientistas, perplexos, dão o nome de nuvens cintilantes, tenha alguma coisa a ver com as profecias sobre o visionamento gradual das naves e seres de outras Dimensões espaciais?
Os cientistas confessam que ainda não têm pistas suficientes para entender o que se está a passar. “Essas nuvens estão cada vez mais brilhantes com o tempo, são vistas com mais frequência e também estão a ser vistas em latitudes mais baixas”, dizem eles. O mesmo afirmou James Russel, da Hampton University, no Estado da Virgínia, Estados Unidos.
 
As imagens das nuvens mais altas e mais misteriosas da Terra foram capturadas por uma sonda da NASA. Visíveis apenas durante a noite, as nuvens cintilantes formam-se a cerca de 80 quilómetros acima da superfície. Elas fascinam e confundem os especialistas, que não conseguem explicar a sua existência em regiões onde não há praticamente humidade nenhuma.
 
A sonda AIM acaba de enviar as primeiras imagens globais do fenómeno, que parece estar a aumentar em frequência e extensão. Segundo os cientistas, as suas observações mostram que as nuvens se alteram rapidamente, de hora a hora e diariamente.
Esperam que novos estudos revelem que factores desencadeiam a formação das nuvens e por que parecem estar a sofrer alterações de longo prazo. “São coisas que não entendemos e que indicam uma possível ligação com mudanças globais”, continuou a dizer James Russel à BBC. “Precisamos de compreender esta ligação e o que ela significa para a atmosfera como um todo”.
Russel fez as suas declarações durante um Congresso da American Geophysical Union, em São Francisco nos Estados Unidos. Ele é o principal investigador da missão AIM (A Asteroid Impact Mission é liderada pela OHB (Alemanha) juntamente com QinetiQ Space (Bélgica), GMV (Espanha), Antwerp Space (Bélgica), Astronika (Polónia), GMV-PL (Polónia), Spin.Works (Portugal), GMV-PT (Portugal) e GMV-RO (Roménia), uma sonda de 195 quilos posicionada a 600 quilómetros acima da superfície da Terra, a sonda está no lugar ideal para estudar as nuvens luminosas.
Elas formam-se em grandes altitudes durante os meses de Verão num ambiente de temperaturas extremamente baixas (-160ºC), baixíssima humidade (cem mil vezes mais seco do que o deserto do Saara) e baixíssima pressão (cem mil vezes menor do que a pressão na superfície da Terra). Russel disse que os três instrumentos da sonda  AIM mostram as nuvens sob uma perspectiva completamente nova.
Os cientistas, antes, nunca tinham visto uma foto de uma região polar. Agora, não só possuem essas imagens como podem observar as nuvens todos os dias.
“Ver estas nuvens diariamente já é em si uma revelação – podemos ver como variam todos os dias, de órbita em órbita”, disse Russel. A partir das imagens enviadas pela sonda AIM, fica claro que a região onde as nuvens se formam parece deslocar-se em torno do Ártico em períodos de cinco dias. A rotação em longitude coincide com variações das temperaturas observadas.
“O interessante é que a magnitude das variações das temperaturas é de apenas 3 graus centígrados” disse Scoot Bailey, outro pesquisador da missão AIM, a trabalhar no Virginia Polytechnic Institute and State University. “Então uma mudança muito pequena na temperatura leva a mudanças dramáticas no comportamento das nuvens. Concluímos a partir disso que essas nuvens são um medidor muito sensível das mudanças de temperatura”, explicou.
As nuvens brilhantes precisam de temperaturas baixas, vapor de água e pequenas partículas de poeira em torno das quais a água pode condensar-se e congelar, formando cristais de gelo. Alguma coisa deve estar a alterar esta “receita” para mudar o comportamento das nuvens nos últimos anos. A equipe da missão AIM disse estar confiante de que a sonda vai permitir uma maior compreensão dos factores do jogo.
Fonte: BBC Brasil

Ou seja: NADA SABEM. SÃO TUDO CONJECTURAS! Muitos fenómenos, principalmente nos dias de hoje, não podem ser explicados apenas com dados estatísticos e cálculos matemáticos. Tentam explicar o “aparecimento” da nuvem, tendo em conta dados geológicos e meteorológicos. E o brilho cintilante? De onde vem, se não há humidade para a formação de cristais de gelo?
Resolvi continuar a investigar, saíndo da informação clássica, permitida pelos senhores do mundo que manipulam a História do planeta. Cada um, se sentir curiosidade e ACREDITAR que algo se passa e está escondido, terá de separar o trigo do joio e procurar mais conhecimento.
Supõe-se, nas diversas escolas esotéricas e tradição dos povos antigos, que o planeta Terra será promovido da 3ª para a 4ª e 5ª dimensões, nesta época em que vivemos. É difícil saber uma data precisa porque, como sabemos, desde a antiguidade em que estas profecias (ou estudos esotéricos) a contagem do tempo tem sido mudada.
Desde a contagem do tempo pelos ciclos lunares, até aos dias de hoje com um calendário artificial feito à medida dos interesses da cultura  mais preponderante que, pelo adiantamento científico, portanto sem tomar em conta os factores de influência que os antigos davam muita importância porque olhavam para o Universo como um todo, dominou os restantes povos. Motivo porque estar a falar em 2012, 2018 ou qualquer outro ano do calendário Gregoriano nunca pode bater certo.
O que se sabe é que, talvez, na nossa época, sem poder precisar quando, haverá esta transição para novas Dimensões espaciais, e que essa transição será comemorada no Universo (talvez por se conseguir limpar a aura da Terra, toda negra e cheia de miasmas) e AUXILIADA por várias raças de extraterrestre, benévolos, e seres dessas Dimensões temporais e espaciais. A data não é rígida, porque quando nas comunicações espíritas, por exemplo, ou conversações esotéricas se fala “em redor do dia” pode ser para mais ou para menos. UNS BONS ANOS, porque o tempo nessas Dimensões é diferente do da 3ª Dimensão. Além do mais , com disse atrás, a própria contagem do tempo varia, de cultura para cultura, e a data do previsto, extrapolada para o Calendário Gegoriano, pode sofre grandes desvios.
Verdade ou mentira, pelo menos será uma esperança para todos aqueles que VÊEM e SABEM que há qualquer coisa ERRADA nos últimos anos e que SENTEM INTUITIVAMENTE QUE ALGUMA COISA VAI ACONTECER, fazendo votos para que essas profecias se concretizem.
Assim: a expectativa geral é que se espera uma aterragem maciça de Naves de Luz na nossa época (Estou apenas a passar o que averiguei, porque tenho as minhas dúvidas devido às tecnologias que os Illuminati têm acesso para enganar as populações).
Para que possamos ver esse evento , teremos de estar no mesmo nível de frequência vibracional. Necessitamos de uma nova fequência vibracional para acompanharmos a evolução do planeta. Ou seja, teremos que atingir a frequência vibracional da Luz (Espírito), em vez de permanecermos na frequência vibratória puramente terrestre (material).
Com esta transformação entraremos no Novo Mundo, que sempre nos rodeou e que repentinamente se transformará em “realidade”. Nesta nova realidade, veremos os extraterrestres e as naves espaciais, ou sejam os habitantes dessas Dimensões. De facto muitos humanos já passaram por esta transformação, mas agora espera-se que acontecerá com a humanidade, SE ISSO FOR O QUE OS HUMANOS DESEJAM (Têm o livre arbítrio para escolher).
 

Muitos, influenciados pelos “seres das trevas” que não podem abandonar a 3ª Dimensão, por vários factores, IRÃO RESISTIR COM TODAS AS FORÇAS.
Nestes últimos anos , da TRIBULAÇÃO DAS ESCRITURAS, têm sido introduzidas na Terra certas frequências vibratórias para ajudar a humanidade a adaptar-se e transitar para o estádio seguinte de evolução numa nova Dimensão mais diáfana.
Até ao momento das aterragens maciças haverá um tempo de calma ou quietude que terminará antes que comecemos a escutar um tom melodioso na nossa consciência, tal como se tivessemos sintonizado uma estação de rádio, uma voz, na nossa própria língua, que nos explicará tudo o que vai acontecer e quando. Sentir-nos-emos em paz com o mundo.
 
 

A partir daí começaremos, gradualmente, a ver as naves de luz. No entanto, os primeiros eventos verificáveis, principalmente pelos cépticos, serão os OVNIs, que se mostrarão num determinado tipo de alinhamento e formação sobre as maiores cidades do hemisfério norte da Terra. Começaram em Setembro de 2007, no hemisfério sul.
Este “passeio” das frotas estelares serão incrementados de maneira sustentada para não estabelecer o pânico e para não haver possibilidades de a sua presença, nos nossos céus, não ser negada pelos líderes governamentais.
Enquanto isto, já estabeleceram contactos com muita gente dos principais governos da Terra, assim como com gente que faz parte do GOVERNO SECRETO e das chamadas SOCIEDADES SECRETAS, com o fim de convencê-los a revelarem, à sociedade a VERDADE e não interferirem, e muito menos atacarem as naves extraterrestres. Só assim poderão evitar acidentes.
Digamos que eles têm poderes para desactivarem qualquer arma tecnológica (como já fizeram ao desactivar todas as ogivas nucleares dos EUA e Rússia, num episódio perigoso para o planeta) no caso de as grandes potências quererem reagir agressivamente, como será inevitável. Os seres que dominam a humanidade não querem que ela passe para um novo nível de evolução, irão reagir violentamente e já começaram com a contrainformação. As televisões e cinemas (órgãos dominados por essa elite) têm inundado esses órgãos com filmes de “invasões”, “ocupações” , aterragens maciças de naves extraterrestres, sempre como potenciais colonizadores nada benéficos para os humanos. Estão a semear o MEDO.
Em suma, será que aquelas nuvens brilhantes, que parecem vir do nada, e deixam os cientistas perplexos, pressagiam alguma coisa?
Será que, a ser verdade, já se começam a vislumbrar o rastro ou a presença luminosa das naves estelares?
NÃO ESQUEÇAM QUE OS HEBREUS, NO ÊXODO, NA SUA FUGA DO EGIPTO, FORAM SEMPRE ACOMPANHADOS POR “NUVENS LUMINOSAS”?
Em muitas outras passagens da Bíblia, referem-se a “nuvens” luminosas ou ruidosas, etc.
(Texto sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990)

domingo, 5 de agosto de 2018


PORMENORES…

Apesar do cepticismo de muitos e curiosidade pelo que acontece após a “morte”, desperta de forma contínua e aliciante os diversos tipos intelectuais, chegando a invadir a linha de pensamento materialista mais irredutível.

Podemos recordar que também houve mentes refractárias à ideia da existência de influências planetárias nos organismos vivos. Paradoxalmente, essa realidade até é demonstrada pelas descobertas da ciência moderna. Os planetas, que possuem uma existência física, produzem também influências físicas. Podem mesmo contribuir para modificações profundas no comportamento ou nas ideias a nível individual ou colectivo.

Consideremos o signo do Aquário, por exemplo. É um signo fixo e o domicílio de Saturno. As pessoas nascidas sob a sua influência são, em regra, bastante firmes nas suas convicções. São algo pessimistas e exigem, frequentemente, a demonstração dos factos antes de os aceitarem. Em vez de se deixarem arrastar pelas emoções, preferem encarar os assuntos com racionalidade e frieza.

Quando Úrano transitou por este signo, é o da sua regência, a humanidade viu aparecer uma plêiade de homens especialmente dotados. Foram capazes de empolgar multidões com o seu talento invulgar.

Entre 1920 e 1928, Úrano esteve no signo de Peixes, que é um signo regido por Neptuno e é também o regente da 12ª casa do horóscopo. Relaciona-se com a natureza oculta e reservada das coisas. Seria de esperar, por isso, o renascer do interesse acerca da Vida nos Mundos Invisíveis. Durante os anos em que Úrano e Neptuno transitarem pelos outros signos, o resultado será idêntico, conforme a natureza de cada um.

Deste modo, as pessoas mais sensíveis aos seus impulsos místicos terão oportunidade de se converterem em verdadeiros pioneiros no estudo e divulgação dos ensinamentos esotéricos do Cristianismo – a religião do futuro (Não confundir com catolicismo).

Os investigadores sinceros, que se interrogarem com seriedade e admitirem estas verdades profundas, chegarão rapidamente ao momento em que a existência para além da morte se converterá numa certeza indiscutível. Ficará então banido definitivamente o medo do sobrenatural.

Podemos considerar que o Homem tem um tríplice espírito que funciona num tríplice corpo. Destes, apenas um pode ser visto por meio da visão física. Paulo diz-nos, com toda a autoridade:há corpos espirituais e corpos terrenos…”.

 

O Homem pelo espírito (dele mesmo) recebia de Deus
o entendimento do bem. A Alma por sua vez quando lhe
eram passadas as informações acatando-as, transmitiam-na
a uma terceira parte. O Homem era então uma máquina?
Não tinha o poder de escolha? O que acontece é que o
Homem até ao presente momento não tinha o entendimento do
que era o mal. Somente a voz de Deus era conhecida.

O ensino dos Rosacruzes reconhece a autenticidade desta afirmação (que passa despercebida a quem lê a Bíblia, sem ajuda) e a existência de vários veículos ou corpos. O corpo físico está interpenetrado pelo corpo vital, chamado às vezes Corpo Etéreo. Paulo em 1Coríntios 15:44, denomina-o (na versão Grega, portanto em Grego) soma psychicon. A função deste último é a de restaurar, durante o sono, tudo quanto a natureza emocional destruiu no decorrer das horas de vigília, pela acção de outro corpo ainda mais subtil chamado Corpo de Desejos. Ou seja: aprendemos que durante o sono, o subconsciente, sempre alerta, continua a trabalhar para ordenar toda a informação recolhida durante o estádio de vigília e restaurar o corpo físico, cansado ao fim do dia. Mas não aprendemos como é que isso se processa. Tem de haver um suporte.

Ora, já se sabe que este corpo tríplice (aceitando esta divisão de tarefas subtis) tem correspondência com os vários mundos invisíveis que o cercam, e que a matéria que o constitui tem as mesmas características e graus de densidade das que existem nesses mundos.

O nosso corpo físico está mergulhado num oceano de vibrações que abrange tudo, e são as frequências dessas vibrações que “compartimentam” zonas características só acessíveis por quem vibre nas mesmas frequências, pelo que podemos considerar que o mundo físico, e a sua região etérea, por onde o espírito pode divagar enquanto o corpo denso descansa e se regenera, assim como o mundo do desejo, onde circula o Corpo de Desejos que é a “ferramenta” que executa a regeneração do corpo físico, são planos distintos da existência.

O Corpo de Desejos pode ser Negativo ou pode ser
Positivo. A diferença vê-se pelos vórtices que rodopiam
 ou no sentido dos ponteiros do relógio ou no sentido contrário
dos ponteiros do relógio. No homem comum, e nos clarividentes
VOLUNTÁRIOS o vórtice giram no sentido dos Ponteiros do relógio.
No Corpo de Desejos Negativo os vórtices giram (como nesta imagem)
No sentido contrário aos ponteiros do relógio, dando origem
aos clarividentes Involuntários, que são os mais utilizados
nas sessões espíritas e nos chamados médiuns instintivos.

 


Reparar no sentido em que rodopiam
os vórtices. Este é o Corpo de Desejos Positivo.

O Corpo dos Desejos é como um ovo que protege os corpos Físico e Vital.

Durante a vida no mundo físico, o Homem está continuamente a construir os seus corpos invisíveis. Consegue-o pelo meio dos pensamentos, desejos e emoções. Se alimentar continuamente desejos relacionados com a vida sensual ou perder o tempo à procura de prazeres inúteis, ou, por outro lado, não tiver nenhuma preocupação na vida a não ser a aquisição de bens materiais, o seu corpo dos desejos ficara quase completamente formado pela matéria mais densa do mundo dos desejos. Logo que se verifique a “morte”, permanecerá numa situação denominada de região purgatorial.

Será forçado a manter-se em estreita ligação com o mundo físico e permanecerá nessa região até se libertar das suas ligações ou interesses terrenos e purificar o corpo de desejos. Tem de o fazer antes de poder ascender a uma dimensão superior a que poderemos chamar o primeiro Céu.

Vamos fazer uma comparação. Qualquer pessoa de boa formação moral e que esteja habituada em viver num ambiente são, terá grande dificuldade em se adaptar ao modo de vida usual num “bairro da lata”, sem água corrente e na maior parte das vezes sem electricidade, e em campo sem saneamento básico essencial. Se fosse obrigado a isso, pelas circunstâncias da vida, como acontece com muitos refugiados e imigrantes, decerto que procuraria fugir desse ambiente o mais depressa possível. O mesmo também aconteceria se deslocássemos um habitante duma dessas zonas degradas, sem o mínimo de educação e princípios morais, onde a imundice e a desonestidade são lugares comuns, para o seio de uma família sóbria, culta e educada. Ele sentiria um desconforto desagradável e procuraria outras paragens.

Ora, acontece o mesmo no mundo do desejo. Um Ego que teve uma vida espiritualmente bem orientada, estará, depois da “morte” na região inferior do mundo do desejo – a região purgatorial – apenas um curto espaço de tempo. Depois de se libertar completamente do corpo físico, ingressa com rapidez nas regiões mais elevadas do mundo do desejo, que conhecemos como o primeiro Céu. Pelo contrário, quem viveu sem escrúpulos, completamente alheio aos problemas da vida para além da morte, permanece intimamente ligado ao plano físico. Encontramo-los, quase sempre, no ambiente que lhes era familiar. O Ego permanecerá ligado ao plano terreno, por vezes até para concretizar alguma vingança.

Parte destes pormenores são facultados pela Fraternidade Rosacruz de Portugal, nas suas lições públicas, e interessam apenas aos estudiosos. É como um médico que faz um diagnóstico, mas para nós não nos interessam os pormenores para chegar ao diagnóstico. Sabemos que o médico estudou para isso e todos os pormenores servem apenas para identificar a situação e legitimar os resultados.

Quando as pessoas interagem os seus Corpos de Desejos tocam-se e daí a sensação de repúdio ou aceitação da proximidade da outra pessoa. Quando as suas “auras” são compatíveis os seus corpos de Desejos interagem com agrado pela aproximação. Quando as pessoas são incompatíveis, têm a tendência a manter distância e sempre que o “outro” avança ele recua. Daí a sensação de agrado ou desagrado “à primeira vista”.

Quanto mais desenvolvido e puro é o espírito da pessoa, maior é o Corpo dos Desejos que abarca uma distância maior e as pessoas que precisam de ajuda espiritual sentem-se bem como essa aproximação e as suas auras, mais fracas, beneficiam da energia dessa aura gigante.

O Corpo de Desejos de Jesus, quando estava na Terra, era gigantesca, sendo as pessoas atraídas para o seu seio e quando Jesus exalou o último suspiro o seu Corpo de Desejos envolveu por completo toda a Terra e limpou a aura negra e pestilenta que a envolvia. Os clarividentes voluntários revelaram que hoje a Terra apresenta novamente uma aura negra e suja, a precisar de ser limpa novamente. Os seres de outras dimensões, têm a capacidade de “ver” essa mancha que desestabiliza todo o Universo e tomaram as suas medidas para a conter e limpar. É uma luta que se trava no Cosmos, entre o Bem e o mal, entre a Luz e as trevas, que o ser humano não tem consciência, a não ser alguns mais evoluídos espiritualmente.

Para o homem comum basta saber que o indivíduo tem um Corpo físico, perceptível pelos órgãos dos sentidos, e um Espírito que o vivifica.  E na sua acção conjunta formou-se uma Alma onde está tudo o que pertence ao “tal” mundo invisível, e onde a evolução do Ego se processa. Quando da “morte” desse ser vivo, o corpo desintegra-se e volta ao pó de onde veio (do mundo material), e o Espírito, doado por Deus para criar vida naquele corpo, regressa temporariamente à origem, e a Alma criada vai para o “cemitério” colectivo de toda a humanidade, aguardando a nova “abertura” do processo de evolução pelas Dimensões mais elevadas. Agora se a Alma segue imediatamente para o local de “repouso”, ou se pode ainda divagar pelo mundo astral para acertar algumas contas, não o sabemos ao certo. Há quem acredite que o que fica na região astral, intermédia, entre o mundo material e o mundo do Espírito, são meras cópias da personalidade do indivíduo que “morreu”, como egrégoras individuais (as incontáveis formas pensamento em que vivemos mergulhados afectam-nos continuamente. Portanto, ter conhecimento delas pode permitir-nos utilizá-las em nosso favor, ou ao menos evitar que sejamos influenciados negativamente. Funcionaríamos, segundo essa visão, de forma semelhante a um aparelho receptor sintonizando, através de nossos pensamentos e emoções as frequências das energias ao nosso redor, e dessa forma potencializando os seus efeitos, tanto nos nossos corpos quanto na própria energia em suspensão, o que tornaria a sua existência mais longa) que permanecem com restos de energia do original e actuam como um programa informático rudimentar que se vai dissipando com o tempo. Quanto mais raiva existir no Ego que desencarnou, mais forte é a gravação no oceano das vibrações universais (Espírito Santo) onde estamos mergulhados, permitindo uma interacção com o mundo material, só que livre da consciência do Ego, numa ligação rudimentar e incontrolada que é manipulada pelos videntes, bruxos e ocultistas que vivem desse negócio, fazendo crer, aos ingénuos, que comunicam com o ser que desencarnou.

Essas energias mantêm-se mais tempo no “éter” se forem constantemente “alimentadas” pelas emoções e pensamentos dos familiares saudosos, e indivíduos que os querem utilizar nos seus negócios, que não percebem (nem sabem) que estão a lidar uma “gravação” das energias do ser “original” que já está em repouso no Hades.

(Texto sem adopção às regras do acordo ortográfico de 1990.)

 

terça-feira, 31 de julho de 2018


PARA COMPREENDER A BÍBLIA
Por vezes tenho momentos em que a minha fé estremece e procuro contornar o momento pensando por mim e não pelo que leio em algumas passagens da Bíblia. O Livro Sagrado dos Cristãos tem resposta para tudo desde que haja imaginação para o interpretar. Numa interpretação literal surgem algumas passagens demasiado extremistas que assustam o “crente” que acaba por vacilar se não houver uma explicação “não literal” dessa passagem. O Antigo Testamento, que explica, ou tenta explicar a história secular de um “povo escolhido” numa miscelânea com a história religiosa da humanidade daquela área específica, como que um “Manual de Instruções” para se viver em comunidade, assusta pela sua doutrina “olho por olho, dente por dente”. E abala a nossa fé num Pai amoroso e compreensivo quando as acções do povo ignorante, que precisa de ser educado, são sempre castigadas com grande rudeza, com a morte sempre no horizonte, vinganças, sacrifícios e grande sofrimento. E por vezes o “castigo” prolonga-se por várias gerações. Muito difícil de compreender, mas a Filosofia existe para explicar estas incongruências. 
Tenho falado da Bíblia que todos conhecem, pois faz parte da nossa cultura. Mas hoje pretendo entrar no mundo desconhecido da maioria dos crentes (e, talvez, não crentes) que discutem sobre os ensinamentos bíblicos e dúvidas sobre a sua veracidade. Por esta interpretação, muito bem investigada e estudada pela doutrina Rosacruz comecei a conhecer melhor os meandros do livro sagrado. Como estudioso da Filosofia Rosacruz e reconhecendo a justeza dos seus ensinamentos, excepto nalguns pontos em que os Evangelhos apontam para outro caminho (não quero dizer que a doutrina RC esteja errada, mas sim que segue outro caminho que eu considero mais longo e mais virado para o desenvolvimento dos variados veículos que suportam a vida na terra, ao passo que eu me preocupo mais com a jornada fora do mundo material, da vida do espírito e, a meu ver, mais importante para a evolução da Alma. No entanto a base de partida é a mesma, só surgindo as dúvidas quanto a evolução no mundo espiritual, motivo porque acho a doutrina Rosacruz muito importante mas que deve ser completada com o estudo da Bíblia e aceitação da Ressurreição em vez da Encarnação) vou reproduzir aqui um texto sobre a Bíblia, editado na Revista Trimestral da Fraternidade Rosacruz de Portugal, nº 289, referente aos meses de Julho, Agosto e Setembro de 1983.
 

Emblema Rosacruz
 
 
A BÍBLIA
 
No capítulo X da CONFESSIO FRATERNITATIS (um dos documentos publicados pela Fraternidade, em 1615), é aconselhada a leitura aplicada dos textos sagrados. Todavia o autor reconhece, claramente, que a sua compreensão constitui uma dificuldade para o leitor desprevenido. A Bíblia não é fácil de ler.
 
Os grandes ocultistas que escreveram o Zoár (o livro do estudo dos místicos judeus), diziam, ao estudar a Tora isto é, a Lei (compreende os 5 primeiros livros da Bíblia, aos quais chamamos Pentateuco), que o sentido vulgar das palavras formavam as vestes da Bíblia. Com isto queriam dizer que as palavras ocultam um sentido muito mais profundo e sublime do que podemos supor. É preciso, pois, não dar somente importância às vestes, mas ao que está dentro.
 
Este sentido original, oculto, foi deturpado por um sem número de intérpretes, tradutores e comentaristas. Fizeram interpolações e até suprimiram partes julgadas “apócrifas”. Dos 47 tradutores da Bíblia usadas nos países de língua inglesa, conhecida pela versão do Rei Jaime, apenas conheciam a língua hebraica. Na Alemanha, Martinho Lutero fez uma tradução servindo-se apenas de uma edição em latim.
 
Traduzir significa transplantar, para um mundo novo, ideias e factos anteriores. Os diversos tradutores deste livro não fizeram um bom trabalho, porque se apoiaram nas ideias e no universo do seu tempo, para expressarem as ideias e o universo de vários séculos atrás.
 
1 – O Antigo Testamento
 
Os livros escritos em hebraico, antes do cristianismo, que constituem a base da religião hebraica, foram recolhidos e escritos ao longo de mais de mil anos. Foram obtidos através de fragmentos que circulavam independentes, como folhas volantes e até da tradição, contadas verbalmente, de pais para filhos, com o auxílio da memória.
 
No seu conjunto, os diversos textos da Bíblia, chamados livros, foram escritos por variadíssimas pessoas, em número de 36. Entre elas havia agricultores, pastores, reis, advogados, um médico, cobradores de impostos. Cada um expressava, naturalmente, a sua própria maneira de interpretar e sentir os factos. Com tão grandes diferenças de preparação e mentalidade, não admira que a obra final seja, forçosamente, bem difícil de compreender.
 
Por isso, a veracidade dos factos, em certos casos, só é verdadeira no seu conjunto. Os pormenores prestam-se o mais das vezes, a aumentar dúvidas e alimentar simples hipóteses.
 
Para o judeu antigo, o hebraico era a linguagem santa. As traduções não tinham qualquer valor. As cópias em hebraico eram sempre feitas com total rigor, respeitando o texto original. Mas permitiam-se alterações e modificações nas diversas traduções, o que já se verificava com os judeus do Egipto e os Gregos da Palestina.
 
As cidades que os gregos fundaram na Palestina, provocaram uma grande mudança na mentalidade dos judeus. As ideias e hábitos gregos ganharam aderentes, principalmente nas classes abastadas. Mas, infelizmente, esta influência não vinha do génio grego, de Pitágoras ou Sócrates, mas de camadas sociais verdadeiramente corruptas, decadentes e voluptuosas. Em nada contribuiu para a evolução espiritual do povo judeu.
 
A sua Bíblia está dividida em 3 partes: a Tora ou a Lei, a que já nos referimos, os profetas e os livros da sabedoria. Quando o povo judaico se dispersou deixaram de falar a sua língua mãe. Foi preciso traduzir a Bíblia para diversas línguas, principalmente para o grego.
 
Entre os anos 283 e 247 antes de Cristo, a Tora foi traduzida em grego. Depois seguiram-se os restantes livros. Esta é a mais antiga tradução da Bíblia e foi chamada a versão dos setenta ou septuaginta, porque nela trabalharam, talvez, 70 tradutores. A qualidade da sua tradução tem merecido os mais diversos comentários. Mesmo assim, não podemos negar a sua importância, tanto para os judeus como para os cristãos.
 
Sofrendo tratos tão penosos, a Bíblia ficou um pouco desfigurada. Por exemplo, um dos salmos, na língua hebraica diz “Nós Te celebramos, ó Senhor, e o teu nome está próximo”, mas a tradução grega diz-nos: “nós Te celebramos, ó Deus e invocamos o Teu nome”. O sentido é, como se vê, diferente.
 
As dificuldades, porém, não terminam aqui.
 
Nos primeiros anos da nossa era, Fílon tornou-se muito conhecido como filósofo. Escreveu uma obra volumosa onde, de maneira ingénua, quis harmonizar a teologia judaica com a filosofia grega, fruto da influência que este povo exerceu na Palestina. O seu trabalho ficou cheio de comentários e explicações. Usou uma forma alegórica, isto é, simbólica e abstracta para exprimir as suas ideias. Mais tarde, os Padres da Igreja, tomaram das suas obras grande parte do material para formar uma síntese do pensamento judaico e grego, que se tornou conhecida por “teologia cristã”.
 
Entretanto, os judeus por causa da sua excessiva aderência à raça, continuavam a rejeitar Cristo. E daí por diante toda a tentativa para os salvar em conjunto foi abandonada. Por isso este povo foi obrigado a dispersar-se sobre a terra e misturar-se, pela força, com outros povos da terra.
 
2 – O Novo Testamento
 
Ao estudarmos o Novo Testamento, a base do cristianismo, verificamos que os textos mais antigos são as cartas de Paulo. Foram escritas no ano 48 depois de Cristo, portanto cerca de 20 anos depois da morte de Jesus. As últimas foram escritas ainda mais 20 anos depois. Estas cartas são o produto de circunstâncias particulares relacionadas com assuntos específicos.
 
O Evangelho de Mateus e quase todos os livros do Antigo Testamento foram escritos em língua hebraica. Deste evangelho não temos uma única linha original, mas apenas a sua tradução grega, língua em que foram escritos os restantes documentos.
 
Ao compararmos os escritos de Paulo com os dos restantes evangelistas, vemos que, de uma maneira geral, não existem contradições. Mas se escrevermos os textos dos 4 evangelhos lado a lado, em sinopse, vemos facilmente que não são documentos distintos nem diferentes. Todos utilizam termos e frases idênticas aos restantes. Deste modo, temos de concluir que, ou cada evangelista se baseou nos mesmos documentos originais, mais antigos, ou um copiou o outro.
 
O consenso geral parece inclinar-se para que tivessem sido Mateus e Lucas a copiarem Marcos, que publicou primeiro os seus escritos. Dos 661 versículos de Marcos, Mateus reproduz cerca de 600, com uma linguagem muito parecida. E Lucas faz o mesmo a cerca de metade do evangelho de Mateus.
 
Quanto a João Baptista, outro evangelista, está fora de dúvida que era um Essénio, tal como Jesus e todos os discípulos. Se estudarmos de maneira comparativa o seu evangelho com os manuscritos de Qumram (chamados os Manuscritos do Mar Morto), onde residia uma comunidade Essénia, ficamos a saber que existe uma fortíssima semelhança , até mesmo uma dependência entre ambos.
 
Como verificamos, os evangelhos que hoje conhecemos Não apresentam os primeiros testemunhos escritos, mas novas versões de documentos ainda mais antigos que é preciso estudar para bem os compreender. É o próprio Lucas quem o afirma (Lucas 1:1,3)! Se houve alguém que se inclinasse em ver em Jesus o “inventor” de uma nova religião, temos de reconhecer, à Luz da investigação actual, que o Novo Testamento se esforça por afirmar o contrário. A sua preocupação é tornar claro que tudo é “antigo” que Jesus é a realização de todas as profecias. O próprio S. Agostinho afirmou: “Aquilo que nós chamamos cristianismo sempre existiu e alcança a sua plenitude com a aparição de Cristo encarnado”!
 
É preciso, portanto desenvolver um estudo profundo em torno de todos estes assuntos. Não é fácil a tarefa, porque os escritos essénios estão em código, em forma de criptogramas, tornando espinhosa a missão do investigador.
 
Quando os Essénios se dispensaram e alguns entraram para o cristianismo, cerca do ano 70 depois de Cristo, não perderam a sua identidade. Mantiveram os seus ensinos reservados ou esotéricos, que constituem a base do cristianismo e da filosofia Rosacruz. Permitiram, no século XIII, a Cristão Rosacruz, a reforma deste sistema filosófico, o que motivou a publicação da Confessio Fraternitatis e de outros documentos.
 
O Novo Testamento nunca se refere aos Essénios. A razão disto parece ser que, para Jesus, os pobres de espírito não são os falhos de inteligência ou deserdados da vida espiritual. As bem-aventuranças devem ser interpretadas à luz dos manuscritos essénios. E assim ficamos a saber que estes “pobres de espírito” ou “pobres em nome do espírito”, é uma alusão clara às regras essénias, que impediram o interesse pelos bens materiais e às Leis gémeas da Consequência e do Renascimento, conhecidas e estudadas por estes percursores do cristianismo. Eles sabiam perfeitamente que todas as dívidas serão liquidadas, independentemente da vontade e do tempo.
 
Não é por acaso que em Mateus, a parábola da Luz segue a descrição das bem-aventuranças, um símbolo que só pode ser compreendido pelos iniciados. Não se trata portanto de instruções destinadas à multidão.
 
Sem este conhecimento, a Bíblia perde o interesse para o homem intelectual, que pede à razão a prova de cada afirmação. E podem até surgir traduções ambíguas. Por exemplo, numa versão muito corrente em Portugal, lemos: “bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”; a edição inglesa (1) diz: “bem-aventurados os que sabem ser pobres” e Lutero traduziu: “bem-aventurados vós, os pobres, pois vosso é o reino dos céus”. Suprimiu “do espírito” e, como aversão anterior dá uma interpretação material a este versículo, o que não corresponde à verdade. Até S. Jerónimo corriam muitas versões da Bíblia, tanto do Antigo como do Novo Testamento. S. Agostinho afirmava que os tradutores hebraicos se podiam contar pelos dedos, mas não tinham número os greco-latinos. Só depois de 370 a.D. surgiu uma nova versão que, com o tempo se tornou a mais conhecida entre nós, com o nome de vulgata.
 
Este trabalho não é, porém, definitivo. A divisão da Bíblia em capítulos concluiu-se apenas em 1263 e estes só ficaram divididos em versículos muito mais tarde, em 1551!
 
A partir do IV século, sob a responsabilidade directa da Igreja Grega, o cristianismo ficou envolvido em inúteis e intermináveis discussões metafísicas. Depois vieram os escolásticos da Idade Média latina, complicando tudo ainda mais. À distância de 2 000 anos, o cristianismo é muito diferente do conhecido pelos primeiros cristãos, sendo mesmo confundido com uma religião e até com catolicismo.
 
3 – O Valor dos Textos Sagrados
 
Com tantos erros nas diversas versões, não devemos pensar que o valor da Bíblia se perdeu definitivamente ou que o carácter de Jesus é, por isso mesmo, diminuído. Como se pode facilmente verificar, quanto mais os autores se separam da morte de Jesus, tanto mais modificam as suas narrativas. É um facto natural, porque os evangelistas não eram biógrafos.
 
O Estudante que reunir uma sólida preparação não se deixará jamais vencer pelo estilo literário dos antigos escribas que, numa fidelidade total à palavra escrita, chegavam a manter duas variantes da mesma narrativa, embora contraditórias, intercalando-as noutro contexto.
 
Transpondo todas as barreiras, o Estudante restituirá o texto à sua pureza original, liberto de todos os artifícios de linguagem de que foram adornados. Chegará mesmo à altura de poder discernir cada uma das sete possíveis interpretações da Bíblia: 1. A Histórica, baseada em documentos escritos e factos reais do povo judeu; 2. Fisiológica, relacionando o macro com o microcosmo, o corpo humano com o Corpo do Homem Cósmico, que é a origem do paradoxo hermético “como é em cima, é em baixo”; 3 . Astrológica, que estuda a relação das hierarquias espirituais com a humanidade; 4. Alquímica, onde se estuda que o objectivo da Grande Obra é a construção do Corpo-Alma, o templo que é edificado sem ruído de pedra, nem de martelo, o Dourado Manto de Núpcias; 5. A Mística, que se refere ao caminho do desenvolvimento baseado no coração; 6. Cósmica, que se relaciona com o caminho seguido através do desenvolvimento do cérebro e, finalmente, 7. Ou Ocultista, que engloba as restantes e une a cabeça ao coração, num desenvolvimento equilibrado que permite a iniciação.
 
O estudo desta disciplina leva o estudioso rosacruciano a avançar, cada vez mais, até ao desvendar dos mistérios e ao despertar da compreensão sobre as origens de tudo quanto existe e da sua relação com o ABSOLUTO. Removendo as dificuldades que obscurecem a compreensão do texto, o Estudante será capaz de descobrir o segredo que está próximo da sua mão, mas que é preciso procurar por si mesmo, para o compreender sem apoio.
 
Ficará a saber que os segredos iniciáticos não se destinam a quem pretende brilhar, mas aos que despertam a Luz interior no mais profundo silêncio, em grave recolhimento, na humildade e na paz absolutas, depois de vencidos todos os desejos e paixões vis.
 
Então, descobrirá o que governa os homens, o que ofusca o mundo. Despertará a chama que abraza o horizonte e verá grandes coisas. E o sopro divino, que faz voar rochedos, que rasga clarões e dá vida às coisas, tornará leves todas as provas suportadas para conquistar tal estado. Corresponde, por isso à palavra de ordem CALAR, pois o tesouro descoberto não interessa a ninguém que não tenha subido a simbólica montanha onde se encontra o templo que é sustentado por sete colunas onde se encontram grandes tesouros (2).
(1)   Editada pela Cambridge University Press, 1952
(2)   As sete colunas representam simbolicamente as diferentes etapas da via Rosacruz: 1. Postulante; 2. E. Regular; 3. Probacionista; 4. Discípulo; 5. Irmão Leigo; 6. Adepto; 7. Irmão Maior.