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segunda-feira, 23 de outubro de 2017


A ALMA AFASTA-SE QUANDO O CORPO DORME – Projecção Astral

Fonte:http://www.luzdaserra.com.br

 

   
Quando dormimos, a nossa alma afasta-se. Não somos o nosso corpo.
Em essência, somos a consciência que habita o nosso corpo.

Quando adormecemos o corpo, diminuímos o metabolismo físico, relaxamos a mente e com isso permitimos que o nosso consciente - que está sediado na alma - se desligue temporariamente e viaje pelos mais diferentes locais nas dimensões extrafísicas.

DIFERENTES ASSÉDIOS

Podemos viajar na presença de nossos amigos espirituais e seres de Luz, se estivermos sintonizados em vibrações positivas. Nessa condição, normalmente quando acordamos sentimo-nos bem, realizados e felizes com a vida.

Podemos também ser obsidiados por espíritos sombrios, pelos malfeitores do plano espiritual, por desafectos de outras vidas e até por outros seres encarnados também em projecção astral. Isso tudo depende da condição na qual vamos dormir. E, no caso desses tipos de assédios – infelizmente muito comuns – costumamos acordar com diversas sensações desagradáveis, como dores de cabeça, mal-estar, desânimo pela vida, entre outros.

Podemos ficar presos aos nossos corpos por conta da aceleração do metabolismo provocada por erros na alimentação e dessa forma, nem sairmos em projecção. Isso também acontece quando estamos hiperactivos mentalmente.

Nestes casos, o que ocorre é que o corpo físico relaxa parcialmente e com isso a nosso consciente não se liberta por completo. Normalmente nessas situações, após o período do sono, a pessoa relata que não conseguiu descansar bem e mesmo depois de ter dormido por várias horas, não encontra uma sensação de plenitude física e mental. O corpo não consegue regenerar-se convenientemente na presença da Alma que o controla e não o deixa trabalhar pelo instinto que porta precisamente para essas funções automáticas do mundo material.

A PROJECÇÃO ASTRAL

É a faculdade que a Alma tem de se projectar para fora do corpo físico durante o sono. Mantem-se ligada ao corpo denso por meio do cordão de prata, conforme a própria Bíblia diz em Eclesiastes, 12: "Antes que o fio de prata se rompa e a taça de ouro se parta…"(A ligação do cordão prateado ao corpo físico tem a forma de uma taça)

Existem dois tipos de projecção basicamente, a consciente, em que o projector tem discernimento sobre os seus actos e pensamentos, e a não consciente, em que não há lembrança da saída do corpo. Portanto, todos estamos habilitados a realizar essa prática. Acontece comigo, acontece consigo, acontece com toda a gente, pois essa é uma natureza da alma humana. Todavia, muitas pessoas costumam achar que isso é loucura e que não é possível.

E QUANTO AOS SONHOS?

Quando dormimos, a nossa consciência experimenta basicamente três padrões principais. São eles:

1- Sonhos construídos com base nos elementos vivenciados durante o dia: Neste caso, a pessoa costuma sonhar com situações misturadas, que reúnem elementos confusos, como entrar por uma porta, depois ver-se numa cadeira, depois surgir um cachorro, conversar com o chefe, brigar com o vizinho, depois entrar num circo em que o palhaço vai embora, e mais tarde tomar um copo de sumo, dentro de um elevador, que tem asas e voa até uma cozinha, que tem o Tiririca como cozinheiro, e assim por diante. Resumo, nada se liga a nada, porque não está sob o controlo do consciente para filtrar a informação e a tornar coerente, manifestando um padrão mental desorganizado, agitado, tenso, cansado. É a reunião de burburinhos mentais que só revelam que a pessoa precisa de desacelerar a mente.

2- Recordações de vidas passadas: Quando os sonhos têm mensagens sempre muito parecidas e afectam o emocional da pessoa com grande intensidade, ele dá indícios de ter relação com situações de vidas passadas que afloram durante o sono como uma recordação perturbante. Aqueles sonhos que carregam sempre os mesmos elementos, como uma guerra, uma perseguição, um abandono ou uma situação específica, e que a pessoa já sonhou por repetidas vezes, manifestam provavelmente recordações de vidas passadas. (Nota: Não partilho esta opinião do autor. Para mim pode tratar-se do cruzamento com outras vidas que povoam o mundo astral, com que nos identificamos e partilhamos, face ao nosso desenvolvimento espiritual e desejo de alguma mudança. Conseguimos, até, criar uma vida paralela que se vai desenvolvendo coerentemente nos sonhos, ou então ter entrado num mundo paralelo em que o nosso Eu também vive, noutra personagem).

3- Encontros espirituais nas projecções astrais: Quando estamos libertos do corpo físico, apenas ligados pelo cordão de prata, podemos, como já citado, ter diversos contactos com várias situações e outras consciências extrafísicas de amor ou não, de luz ou não. Também podemos encontrar parentes e amigos desencarnados.

Nesses casos, muitas vezes a pessoa ao acordar não se lembra de nada, mas nas situações em que a memória “funcionar bem”, qualquer um pode perceber a nitidez e a riqueza de detalhes na qual a experiência acontece.(Quem se interessar pode tirar apontamentos logo no momento em que acorda. Se não o fizer a memória do sonho, ou experiência astral, desvanece-se imediatamente).

A MAIOR APRENDIZAGEM

Adquirir o hábito de nos prepararmos conscientemente para o sono, equalizando os nossos pensamentos em elevadas vibrações, purificando o nosso espírito, acalmando a nossa mente, procurando manifestar uma intenção positiva, de ter uma projecção astral proveitosa e harmoniosa.

É importante a realização da prece, magnetizada pela vontade de servir os planos de Luz (Espírito Universal de Deus) naquilo que os seres de amor entendam que seja a tarefa adequada para nós. Podemos e devemos pedir treino e instruções nas escolas do plano espiritual, com o objectivo de seguirmos a evolução na experiência física. (Devemos alimentar constantemente o espírito para que a conexão entre o Espírito Santo e o nosso espírito esteja cada vez mais clara e a mente possa compreender cada vez melhor o que o seu espírito lhe dá a conhecer . R)

Prepare-se para o sono, cuide da sua energia antes de embarcar na viagem da Alma, e jamais, de maneira alguma, adormeça nutrindo sentimentos de raiva, revolta, vingança e mágoa, porque eles podem ser o elo de ligação entre a sua Alma e os planos mais densos e os seus representantes.

Fonte:http://www.luzdaserra.com.br

NOTA: As viagens astrais são um fenómeno experienciado por todos, só que muitos não têm conhecimento consciente dele porque não foram ensinados. Normalmente, os sonhos são a preto e branco e quando são a cores o mais provável é que se trata de uma viagem astral. Neste fenómeno, além da cor e da nitidez até se consegue percepcionar o cheiro.

O corpo físico regenera-se na fase do sono e melhor é essa operação quando o Espírito se "desliga", ou seja: ou adormece profundamente o consciente, ficando o corpo físico acompanhado apenas pelo subconsciente que vela pelas actividades automatizadas do ser, ou desloca-se do corpo e vai viajar por outras paragens. O consciente e o subconsciente são as duas partes da nossa consciência. O subconsciente é a reserva, é o arquivo geral de tudo o que se passou na nossa vida e pode ser explorado conscientemente sob certas condições, e devida preparação, ou visitado durante o sono onde a informação não é devidamente coordenada nem alinhada no tempo, surgindo toda misturada e sem relação aparente. Quer dizer: as "gavetas" são abertas aleatoriamente e o conteúdo aparece no sonho sem uma sequência ordenada.

Toda a experiência adquirida na vida, toda a informação, não se perde. Está tudo arquivado no cérebro, no subconsciente, passando para o consciente só aquela informação mais relevante para o momento temporal em que a vida se processa. Se não fosse assim, muita informação inútil para o momento só estaria a entupir e a impedir o raciocínio lógico necessário para a evolução através do tempo.

Na grande parte das vezes o indivíduo necessita de mais informação para chegar a uma conclusão importante, e no período de sono, se a preocupação for grande, o subconsciente trabalha freneticamente para dar a resposta, e a informação necessária brota do subconsciente já "tratada" e correlacionada como a solução procurada. Isto em termos físicos. Da experiência adquirida da parceria do Corpo e Espírito, em alguns casos, a informação surge intuitivamente, não pela consulta subconsciente dos arquivos mas pela conexão com o Espírito Universal.

Quem não tem um sono sossegado e no mínimo de três horas seguidas, não dá tempo ao corpo para se regenerar e "arrumar" a informação para arquivar, e surgem os problemas de saúde, provocados pela fadiga e a irritação constantes.

Por vezes, o sono é interrompido e a Alma (conhecida por corpo astral pelos esotéricos) regressa abruptamente ao corpo e como não houve tempo de as vibrações dos dois corpos se harmonizarem há um sobressalto. Muita gente recorda-se, certamente, de às vezes o corpo dar um salto na cama e acordarem sobressaltados.

Foi o Corpo Astral que foi sugado apressadamente para o Corpo Físico, devido a alguma interrupção do sono.

Quando o Espírito se encontra adormecido (a parte consciente do ser humano, que regula o comportamento ético e cívico) os sonhos do subconsciente (no cérebro físico) não são censurados e não há limites no comportamento. Motivo porque nos sonhos temos comportamentos aberrativos e muitas das vezes anti-sociais porque não há o controlo do consciente que está adormecido. Nesses sonhos praticamos acções que não conseguimos praticar quando acordados porque são contra tudo aquilo que consideramos como certo.

As situações mais estranhas não nos admiram e aceitamos cenas absolutamente absurdas porque não está lá o consciente para filtrar e ordenar as coisas convenientemente. Ou seja: o corpo sem o controlo do espírito, por este estar adormecido, ou impedido de actuar, age de forma completamente amoral e capaz de enormes barbaridades. Motivo porque o hipnotismo é proibido pela Bíblia, e também não é aceite pelos Rosacruzes que estão muito avançados neste campo) porque o hipnotizador substitui no hipnotizado o seu espírito regulador do comportamento.

R.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017


ONDE ESTAMOS E PARA ONDE VAMOS

O Mundo é de tal maneira interessante, com tanto mistério e segredos, que obriga aqueles que sentem curiosidade a imaginarem como será? Procuram uma resposta raciocinando, tendo em conta a experiência que têm e o que a sua intuição lhes vai propondo. O intelecto pode ser influenciado pelo sistema e tipo de cultura, mas a intuição vem do mundo espiritual, onde está a verdade, o saber e o conhecimento. Obriga-me, portanto, a especular um bocado, não me cingindo apenas ao ponto de vista Físico, que tem os seus limites e impede de "ver" mais além, entrando também no campo da Metafísica.

Todo o raciocínio que é utilizado para tentar "desvendar" os segredos do Universo, peca por estar submetido às leis físicas, consideradas como únicas. Muito resumidamente, eu penso que existe um Super-Universo, um Universo original, completo (e sempre a ser acrescido por outros Universos que atingiram o fim da sua evolução temporal) de Universos em criação onde a componente temporal existe sempre. Desenvolvi esta matéria no texto "Breve Sinopse sobre as Religiões"

As formas materiais, com as suas leis físicas rigorosas que permitem um desenvolvimento harmonioso, são escravas do tempo. No Super-Universo, a Entidade Soberana, o sustentáculo de tudo, é o EU SOU, pois não há passado, presente ou futuro, a eterna trindade mágica. O EU SOU, assume várias facetas conforme o plano físico/espiritual das diversas partes dos Universos em evolução, as funções de Deus, como o Potencial Todo-Poderoso, Supremo, Absoluto e Espírito Infinito.

Na medida em que fazemos a vontade de Deus, qualquer que seja o ponto do universo no qual possamos ter a nossa existência, naquela mesma medida, o potencial Todo-Poderoso do Supremo torna-se mais factual. A vontade de Deus é o propósito da Primeira Fonte e Centro, como é potencializado nos três Absolutos, personalizado no Filho Eterno e conjugado ao Espírito Infinito, para actuação no Universo, e eternizado nos arquétipos eternos do Paraíso. E Deus, o Supremo, está a transformar-se na mais elevada manifestação finita, no nosso Universo temporal, da vontade total de Deus.

Essa função, que o ser humano ainda não compreendeu e quer, a todo o custo individualizar, é o somatório de todas essas facetas responsáveis por cada nível de vida, da Luz de todo o Universo. Este tudo É, é um conceito muito difícil de entender e de aceitar por quem vive no meio físico do fui, sou e serei.

As criações do tempo-espaço devem estabelecer-se em Luz e Vida, e o Todo-Poderoso, deidade potencial da Supremacia, então, iria tornar-se factual no surgimento da personalidade divina de Deus, o Supremo. Quando uma mente (Alma) em evolução se coloca em sintonia com os circuitos da mente cósmica (Espírito Santo), quando um Universo em evolução passa à estabilização, segundo o modelo do Universo central (o Super-Universo), quando um espírito em avanço consegue a identificação com o todo, a existência concreta do Supremo torna-se um grau mais real nos Universos.

A divindade da Supremacia terá avançado mais um passo no sentido da sua realização cósmica. As partes e os indivíduos do grande Universo evoluem como um reflexo da evolução total do Supremo, ao mesmo tempo em que, por sua vez, o Supremo é o total acumulativo sintético de toda a evolução do Grande Universo. Do ponto de vista do mortal, ambos são recíprocos, evolucionários e experimentais.

Aqui, no nosso mundo, O Supremo será Deus-no-Tempo (O Deus que conhecemos é a faceta do EU SOU na evolução de um Universo temporal), é o segredo do crescimento da criatura no tempo, e é também a conquista do presente incompleto e a consumação do futuro a tornar-se perfeito. E os frutos finais de todo o crescimento finito são: o poder controlado pelo espírito, por intermédio da mente em virtude da unificação, e a presença criativa da personalidade. A consequência culminante de todo esse crescimento é o Ser Supremo.

Portanto, um dos motivos da criação de um Universo evolutivo é contribuir para o crescimento do Supremo, e chegará a um termo, em alguma época. Ele, nesta faceta de Deus das criaturas mortais, atingirá a realização completa (no sentido energético-espiritual). Esse término da evolução do Supremo testemunhará também o fim da evolução da criatura, como parte da supremacia.

Jesus, componente da Trindade, de Deus em três, Pai, Filho e Espírito Santo (como o Homem não perde a unidade em se dividir em Corpo, Alma, e Espírito, por exemplo) criador deste Universo onde estamos, disse-nos “Eu sou o caminho vivo”, e, com efeito, ele é o caminho vivo do nível material da autoconsciência para o nível espiritual da consciência de Deus. Ele pode efectivamente ser esse canal vivo que liga a humanidade à divindade, pois experimentou pessoalmente, em toda a plenitude, a travessia desse caminho de progressão no Universo, desde a verdadeira humanidade de Jesus, o Filho do Homem, à divindade original do Paraíso, o Filho do Deus infinito.

A nossa constituição material, física, está sempre sujeita à passagem do tempo, porque para evoluir é necessária a componente Tempo, mensurável, até chegar ao ponto em que o espírito cristalizado (a matéria) se liberta e volta ao seu mundo original numa explosão de Luz, a vida no seu pleno. É difícil de compreender. Na criação de um Universo (os racionalistas falam no Big-Bang) a nova matéria pela cristalização do espírito (tudo é espírito) expande-se e começa um novo ciclo de vida evolutiva, regido por leis físicas mensuráveis porque só assim é que há evolução, outra trindade, o princípio, meio e fim.

Mas… só a matéria é que está submetida às leis físicas mensuráveis, que limitam a compreensão do Universo e a sua exploração por meios físicos. Tudo parece condicionado à velocidade da luz, a deslocação mais rápida permitida pela ciência, ou, quando muito, a possibilidade de tomada de "atalhos" por "buracos" no tecido temporal, conhecidos por "vermes" que os cientistas ainda não compreendem como funcionam, mas admitem que existam.

Fazem-se milhares de cálculos, especulações matemáticas sobre fracções cada vez mais ínfimas até ao infinito imaginável sem terem em conta que de facto é possível sair da influência da componente Tempo e ter todo o Universo ao alcance, instantaneamente. Exemplo: o pensamento. Na trindade, outra vez mágica, dos fenómenos do Universo, o homem é constituído por Corpo (veículo material sujeito às leis temporais), Mente (componente consciente da Alma em formação, a caminho da personalização espiritual) e Espírito (a tal centelha do EU SOU que dá a vitalidade à matéria e a acompanha em toda a sua evolução).

O espírito não está submetido à componente Tempo e desloca-se instantaneamente sem possibilidades de ser mensurado. O nosso pensamento, proveniente do espírito, desloca-se instantaneamente para o passado ou para qualquer lugar conhecido. Para o desconhecido e para o futuro não o faz, porque ao fazer parte da trindade do ser vivo, foi-lhe vedado isso. O homem para evoluir não pode conhecer o futuro. Mas muitos iniciados (religiosos ou esotéricos e leigos) conseguem deslocar-se conscientemente para fora do corpo e viajarem no espaço e no tempo.

No Universo do espírito não há barreiras. As barreiras estão apenas no mundo físico, uma imposição Divina, deliberada, para que a evolução se processe. O homem é que julga ser o centro do Universo e que tudo estará feito à sua medida.

Assim, é difícil de entender, se nos limitarmos às "certezas" do mundo físico. É necessário entrar na Metafísica de mente aberta para imaginar a existência de Universos diferentes do concebido por nós. Por esta linha de pensamento (tão contestável e sem uma explicação científica como todas as outras baseadas somente nas leis físicas e também não experimentadas) é possível penetrar no Super-Universo, onde este Universo está contido, no EU SOU e regressar para qualquer época do período temporal em evolução.

O espírito pode sair do veículo físico e fazer uma viagem "astral", movido apenas pela força do pensamento, e o físico (o corpo), em teoria, poderá fazê-lo recorrendo à tecnologia, uma máquina do tempo que não é mais do que um sistema capaz de abrir uma "brecha", no tecido temporal, que permita a passagem para o Super-Universo (intemporal) onde tudo está contido no "presente infinito", e regressar ao Universo temporal na data que se escolher: passado, presente ou futuro.

Impossível? Quem sabe? Os cientistas lutam por isso, e há muito que tentam construir a tal máquina do tempo e portões estelares. Segundo as últimas teorias científicas, todas as galáxias têm um buraco negro no seu centro, que supõem ser uma passagem fora do tempo. Uma passagem que permite o acesso instantâneo para outras áreas do Universo conhecido. Será?

Para já, o tempo é relativo, conforme a velocidade de deslocação, para os corpos físicos, tendo como medida a velocidade da luz. Porque não admitir que haja planos do Universo, ou um Universo original em que não exista tempo? Tudo é possível. Poderá é ser improvável tendo como premissa as leis físicas do nosso Mundo.

R.

terça-feira, 17 de outubro de 2017


Matrix Lunar e Manipulação da Raça Humana.


 

Muito se fala da Lua, mas pouco se conhece sobre ela.

 
"Who Built the Moon" é um dos mais interessantes livros dos escritores Best Seller´s Christopher Knight e Alan Butler, que reúne pesquisas e trabalhos de diferentes cientistas, buscadores e historiadores que se tornaram simplesmente banidos da comunidade científica  (ou incorporados por ela de forma a serem manipulados conforme o interesse dos Illuminatis) ou ridicularizados e considerados como "loucos conspiradores" ainda que as pessoas que disso os acusam, tenham sempre em comum o facto de jamais querer ou buscar entrar em contacto com as informações, evidências e provas que confirmam a "conspiração" a qual os seus cérebros, estão sempre programados para rechaçar como "absurda", "ridícula" ou "impossível".

"Who built the Moon" foi editado em 2007. Segundo consta, os autores redescobriam um antigo sistema de geometria que é uma sequência de números, que pode ser aplicado a todos os aspetos da Lua em relação com o Sol e com o planeta Terra.

Descobriram que a Lua possuí poucos ou nenhuns metais pesados e não tem núcleo  (é oca?), algo que a nível "físico newtoniano" não deveria ser possível.
 



 Outro livro mais antigo que trata sobre o mesmo tema é: "Somebody Else on the Moon" (George Leonard 1977), onde um abundante material fotográfico e de pesquisa, são apresentados e questionados pelo autor, dando à Lua uma outra função, bem diferente do que o órgão oficial do governo americano  (NASA)  fez a vida toda.

Desde a minha infância, Sempre me perguntava, "o que afinal foi o Homem fazer à Lua, se aqui mesmo na Terra tínhamos tantas coisas mais urgentes e simples para resolver"? (E poderíamos resolver com o mesmo ou com menos dinheiro do que se gasta para enviar esses "astronautas" lá a cima, ou mesmos soldados a um front de batalha). E a grande verdade é que o trabalho de pesquisa desses autores que entrei em contacto anos depois e hoje aqui comparto, sanavam as minhas dúvidas e davam-me explicações bastante plausíveis  (ainda que bizarras mas de maneira alguma, "impossíveis") sobre novas teorias a respeito do satélite lunar, que pensamos e fomos doutrinados a crer que é natural, mas que possivelmente, NÃO É.

Não é novidade para ninguém e a nossa "ciência" clássica confirma que:

A Lua, e as suas radiações energéticas, têm o poder de influenciar as marés, os oceanos, o ciclo menstrual das mulheres, o humor dos seres humanos e dos animais entre outros fenómenos naturais pouco estudados e percebidos pela maioria de nós. Crer que a Lua é um corpo amorfo sem vida que jaz no céu para a "alegria" dos poetas, românticos e dos amantes é bastante infantil e  ingénuo.

Levando-se em consideração que o corpo humano físico é um computador biológico ultra evoluído e que as células do nosso corpo são como espécies de micro-chips que programam esse corpo-computador-biológico, não seria exagero compreender que: A Lua pode e provavelmente deve ser uma grande Nave criada por inteligência alienígena.


Segundo o livro "Who Build the Moon" existem numerosas relações matemáticas que acontecem somente entre o Sol, a Lua e o Planeta Terra, que não acontece com nenhum outro planeta do nosso sistema solar e seus satélites. A Lua apresenta tantas anomalias, que os cientistas simplesmente não têm como explicar o que ela faz ali.

O Russo Isaac Asimov, um famoso professor de bioquímica e autor de famosos livros de ciências afirma-nos que: "A Lua carece de atmosfera e de campo magnético, ao mesmo tempo que as suas rochas estão magnetizadas. É um fenómeno insólito na natureza já que a Terra é o único planeta do sistema solar que tem um satélite tão grande em relação ao planeta que orbita". 
A conclusão de Asimov é que: Segundo as leis cósmicas e da física, a Lua não deveria estar alí.


Outro dado interessante é que: Toda a vez que a Lua se aproxima da Terra, causa exatamente os mesmos efeitos sísmicos. Como é isso possível, se um fenómeno natural está sempre destinado a mudar com o tempo (?).





A "ciência oficial" não tem a menor ideia de onde vem a Lua e como se formou ou foi parar ali e nenhuma das suas teorias resistem a um "pente-fino".  O planeta Terra e a Lua, criaram-se em épocas bastante diferentes, uma ideia que bloqueia totalmente a capacidade dos nossos astrofísicos para explicar com precisão, como se converteu a Lua num satélite terrestre? 

Parece mesmo que a Lua foi introduzida entre a Terra e o Sol com uma precisão de "mecânicos alemães" ou "relojoeiros suíços" e mais adiante neste mesmo post, questionaremos "porquê?"
Na série cinematográfica "Guerra Nas Estrelas "dirigida por George Lucas, temos a "Estrela da Morte" de Darth Vader, uma construção artificial gigantesca com o mesmo formato da Lua que na verdade era uma estação espacial com tecnologia capaz de destruir planetas.

Isso não deveria ser citado aqui, uma vez que essas séries teoricamente são "pura ficção", mas é importante salientar que:

George Lucas (assim como Steven Spileberg e outros grandes diretores de Hollywood) Ainda que não esteja provado que eles sejam membros diretos dos lluminatis ou outras sociedades secretas, conhecem bem a Agenda, assim como esses temas aqui tratados e as suas obras de "ficção" abordam diversos temas considerados reais, sobre o passado, presente e futuro, não de uma "galáxia muito, muito distante" como dizia a abertura do filme, mas provavelmente algo muito mais próximo do que realmente aconteceu no passado ao planeta Terra.





Em todo o mundo, em diferentes povos de diferentes épocas, abundam informações, lendas, registos e histórias sobre uma época em que a Terra existia sem a Lua e que essa então apareceu no céu, sendo considerada o "carro" ou a "carruagem" dos "Deuses". 

A Deusa Lunar Selene era representada montada num carro de prata puxado por cavalos brancos e os antigos romanos chamavam-na "Lua".


 
 
Os xamãs Zulus da África do Sul dizem que a Lua era Oca e era o lar dos Pitóns ou Chitauris, que nas tradições Zulus são seres de aparência Reptilianas com a pele escamada como peixes, que há muitas centenas de gerações trouxeram a Lua para o nosso céu, causando diversos tipos de cataclismas, dilúvios e destruições.

A mesma descrição repete-se nos registos Sumérios e Mesopotâmicos dos líderes dos Annunakis, os irmãos Enlil e Enki. Tudo isso nos ajuda a compreender cada vez mais e melhor a simbologia de adoração à Lua, ao Sol, e aos deuses-serpentes e dragões, que até hoje são adorados e reverenciados pelos "satanistas".

Os registos e história do povo Zulu ainda nos dizem que: O planeta Terra era totalmente diferente antes da chegada da Lua à nossa atmosfera. Não existiam as estações do ano, os raios do Sol não ardiam nem queimavam e eram vistos e percebidos pelas pessoas como uma neblina aguada.

O nosso planeta era um lugar doce e exuberante, cheio de verdes harmónicos onde não existia a ferocidade do Sol, dos animais e das pessoas.

Dizem ainda que os seres humanos eram andrógenos e continham as duas polaridades masculinas e femininas harmonicamente desenvolvidas em um único ser. Afirmam que foi depois da chegada da Lua e das catástrofes diluvianas por ela provocada, que a raça humana foi dividida em duas polaridades sexuais opostas, ou masculinas e femininas. Dizem que uma grande "abóbada" de água caiu sobre a Terra criando o dilúvio, que são simbolizados na bíblia através dos 40 dias e 40 noites em que Noé  (ou Gilgamesh no caso dos registos sumérios) se protegeu na sua arca.


Outros povos nativos de África dizem que: A Lua foi construída num local longínquo para controlar as pessoas e servir como nave de transporte para que os "Deuses-serpentes" ou "pitóns" dominassem o universo. Contam-nos que a chegada da Lua transformou toda a estrutura do ângulo do planeta Terra,, mudou o seu movimento de rotação e translação e criou marés oceânicas mais intensas do que aquelas suaves que existiam até então. Segundo a história desses povos, Antes da chegada da Lua as mulheres não tinham o processo de menstruação e os solos do planeta Terra passaram a ser imensamente menos férteis do que eram até então.

Mas os africanos estão longe de ser os únicos povos que creem que a Lua nem sempre esteve ali no céu. 



Na Índia essa época predominada pela energia solar e sem lua, ficou conhecida como "Satya Yuga", o mais elevado de todos os Yugas. Uma Era em que as pessoas podiam experimentar a espiritualidade, a telepatia, a intuição e outras faculdades psíquicas  (hoje adormecidas), por ação direta, de maneira simples, real e intensa. Uma era onde os homens comunicavam com os animais, com as plantas e com tudo que contivesse o sopro da vida.

Outras tradições menos antigas também confirmam a existência de uma época pré-lunar. Os Antigos filósofos e estudiosos autores gregos Aristóteles e Plutarco, os Romanos Apolónio de Rodas e Ovídio citaram nas suas obras os "Proselenes". Uma gente que reclamou as suas terras em Arcádia, por que os seus ancestrais haviam estado ali antes que a Lua estivesse no céu. Selene é a Deusa Lunar dos Gregos.

 
A Lua enfim é crucial para compreender como uma "força Oculta" manipulou e segue a manipular a humanidade e a vida no planeta Terra. Parte dessa manipulação foi feita na década de 1960 através da FALSA aterragem no solo Lunar. Porque criou a NASA a missão Apolo? Justamente para ocultar a possível realidade secreta sobre o que se passa na Lua. Aquilo que entrou para a história como o "grande salto para a humanidade" na verdade foi uma engenhosa FRAUDE, pelo menos aquilo que foi retratado para o grande público.

O Americano Jay Weidner, diretor de cinema que trabalhou na biografia do lendário Stanley Kubrick, afirma na sua pagina web de maneira minimalista e detalhada que:


Kubrick dirigiu as aterragens na Lua em 1969 num estúdio aqui mesmo no planeta Terra. 

 
 
Kubrick teria sido eleito pelos Illuminatis para dirigir a sequência imaginária da aterragem na Lua porque na década de 1960 era o diretor mais capacitado para realizar o uso de tais efeitos especiais. Dizem que S. Kubrick conseguiu negociar um orçamento praticamente ilimitado para a realização de seu clássico "2001, Uma Odisseia no Espaço" e conseguiu um acordo ou contrato vitalício para poder fazer qualquer filme que quisesse durante o resto de sua vida, sem a supervisão de nada nem ninguém.

Nas suas palestras e seminários, Jay mostra-nos de maneira bastante convincente que os Takes do filme "2001 uma Odisseia no Espaço" e as imagens da "aterragem na Lua" foram feitas com os mesmos efeitos especiais e anomalias visuais.



Richard Nixon foi o único homem a estar na Presidência Americana durante os eventos que levaram o "Homem à Lua".

Vários estudiosos, profissionais e pesquisadores, realizaram largas comparações apontando uma extensa lista de contradições, principalmente do ponto de vista da Iluminação, sobre a aterragem da nave Apolo no solo lunar. Weinder acredita que Kubrick incluiu essas contradições e anomalias de maneira propositada para que no futuro se pudesse descobrir a Verdade.

 


Foto do Homem na Lua: "Ventos" Na bandeira  (Onde não existe ar). Pegadas no Solo  (Onde não existe humidade).

 






O mais curioso é que: Stanley Kubrick morreu em 1999, pouco tempo depois de terminar a sua obra prima do cinema, Eyes Wide Shut (De olhos bem fechados) protagonizado por Tom Cruise e Nicole Kidman. Esse filme abordava justamente a história de uma rede de pessoas da elite que realizava rituais satânicos de magia sexual.

Dizem que os executivos da Warner, queriam que Kubrick reeditasse o final do filme o que ele se negou. Se é correto o facto de que ele tinha um contrato vitalício para realizar os seus filmes e sem censura ou controle, não poderiam fazer nada a menos que Kubrick estivesse morto.


Curiosamente então, ele teve um conveniente "Ataque Cardíaco" que o levou à morte e uma sequência de 15 minutos desse filme pôde ser cortada e editada antes da estreia.

"Conspirações" à parte, o FACTO é que:  Até Hoje a Warner Brothers recusa-se a produzir um DVD com as versões originais de Stanley Kubrick desse filme e a data de estreia que Kubrick havia escrito no seu contrato era 16 de Julho de 1999, exatamente 30 anos depois da "primeira aterragem do homem na Lua".

Todas essas informações aqui compartilhadas não têm como intenção promover um "movimento" em que as pessoas "exijam" a "saída da Lua" da nossa atmosfera. Mas sim fazer com que as pessoas entendam o quanto nos resta por saber a respeito da Verdade. Qualquer cientista pode confirmar que sem a existência da Lua provavelmente a vida na Terra seria bem diferente.

O que alguns estudiosos têm apontado é a possibilidade da Lua além de uma gigante nave espacial, ser um portal dimensional de seres e entidades de outras dimensões que desejem baixar nas realidades materiais e tridimensionais da Terra que é onde habitamos nós neste momento.


O trabalho da Lua entre a Terra e o Sol provavelmente tem sido o de piratear a realidade que deveríamos estar a viver, por uma outra que nos permita sermos manipulados e dirigidos  (através de guerras, mortes massivas, catástrofes e outras formas de geração massiva de energias negativas). 

Uma das teorias mais plausíveis é que: As informações que o Universo envia à Terra e suas células, que também somos nós os seres humanos, está codificada nas partículas de fótons que emitem tanto os sóis como os buracos negros. As emissões energéticas da Lua, "pirateiam" essas transmissões e informações de maneira a torná-las distorcidas, codificando outras informações e dessa maneira os seres humanos não estariam codificando as informações originais dos fótons emitidos pelo Sol, mas sim uma versão alterada e modificada deles.

 

 

Essa teoria reforça-se através da parte do cérebro humano conhecida como "complexo R", ou cérebro reptiliano. Essa é uma parte de nosso cérebro que trabalha através do reflexo instintivo ou sem raciocínio. O complexo "R" seria então o recetor dessas frequências alteradas dos fótons solares, que a Matrix Lunar trata de distorcer e enviar a Terra. Mantendo a humanidade num estado mental de vibração lenta baseada no medo e na sobrevivência.
(soa familiar???)

Essas informações também reforçam a teoria a respeito de que a Terra para realizar os seus movimentos de rotação e translação em redor de si mesma e em redor do Sol, depende de um movimento interno no núcleo do planeta que é como uma espécie de "Macro-pulsar-cardíaco".

Esse, faria comunicação direta enviando mensagens codificadas ao micro-pulsar-cardíaco, representado pelo coração humano e pelo cardio-chacra Anahata, mensagens essas que seriam recebidas pelo coração e decodificadas pelo cérebro.

Não fosse a distorção dessas informações pela Matrix Lunar nós, seres humanos, sairíamos dos domínios limitadores da mente e poderíamos ter acesso aos domínios da consciência. Qualquer ser humano ao receber nos seus sistemas cardio-chacrais as mensagens que vêm dos fótons solares até ao centro da Terra, do centro da Terra até ao cardio-chacra e então do cardio-chacra a decodificação feita pelo cérebro, teria fácil acesso a outras frequências de realidades que hoje em dia é um privilégio de "médiuns" assim como as informações a respeito do espírito que é, de onde vem, por que encarnou aqui, qual a sua missão no planeta e a razão da sua existência. Se Essas informações fossem acessíveis às pessoas em geral, o processo de manipulação seria inviável ou pelo menos muito mais difícil.

Quando estudamos e nos formamos em Hatha Yoga, Algumas escolas ensinam-nos que "Ha" em sânscrito quer dizer "Sol" e "Tha" significa "Lua". A Palavra Yoga em Sânscrito significa "União" o que definiria a Hatha Yoga como: "A União e Harmonização entre as Energias Solares e Lunares".

Essas energias, na china são conhecidas como "Ying" e "Yang" e no ocidente como energias "Femininas" e "Masculinas" e são as energias que compõem a essência vibratória dos seres humanos e de tudo que tem vida no nosso planeta.

Levando-se em consideração todas as informações a respeito de história, lendas, "conspirações" e outras evidências aqui nesta postagem hoje tratadas sobre a Matrix Lunar, o Sol e as energias que ambos emitem e representam, seja nas nossas vidas, religiões, antigos e novos sistemas de adoração ou simplesmente sobrevivência, tudo faz um enorme sentido.


 

Numa sociedade enferma como a que sustentamos, a Yoga tem tido o poder de desconectar as pessoas dos processos de manipulação e dos efeitos enfermiços da matrix Lunar. A Yoga tem sido responsável pela transformação pacífica e harmonização de um número cada vez maior de pessoas, sistemas endócrinos e de chacras o que certamente no futuro capacitará cada vez mais as pessoas a nível consciente para uma inevitável transformação da sociedade e do sistema.

Levando em consideração todas as informações tratadas pelas antigas culturas a respeito de que num passado distante, havia uma Era Dourada de perfeição no nosso planeta onde os seres humanos eram conscientes de si mesmos e dos seus potenciais, fica claro porque "igrejas" e movimentos pentecostais tentam reduzir, satanizar ou reprimir as práticas da Yoga ("Templo é Dinheiro") Uma vez que essas práticas, nos possibilitam ter cada vez mais contacto com as energias dos fotóns solares e distinguir a distorção dessas energias, realizadas pela matriz lunar e por diferentes formas de "cultura" e manipulação massiva.

Ainda que para a maioria das pessoas que lerão este texto, tudo isso não seja mais do que a Obra de um bando de "Lunáticos" a pergunta que todos sempre devem fazer quando a palavra "impossível" ronda a própria mente é: "Porque Não"?

Para mais informações sobre este tema recomendo visitar o site de Jay Weidner http://jayweidner.com/ , Ler os Livros aqui citados, assim como as Obras de consagrados Autores (que a mídia convencional esconde) como David Icke, Christopher Everard, Christopher Knight e Alan Butler, Isaac Asimov, Carl Sagan e muitos outros que surgirão no caminho, a medida em que cada um realize as suas próprias pesquisas.




 

domingo, 15 de outubro de 2017


ESPAÇO VAZIO NO UNIVERSO PARA SER POVOADO
Em 2015 encontrei um artigo do Diário de Notícias, muito interessante, onde os cientistas mostram a sua perplexidade sobre a descoberta de um espaço vazio de quase dois mil milhões de anos-luz de largura pondo em causa as teorias existentes de como o Universo se formou, ou seja: a Ciência não tem certeza de nada. Vão descobrindo sempre "coisas" que contrariam as "teorias" existentes e consideradas como certas.
Este artigo vem mesmo "a calhar" para ser cruzado com a informação que vou compartilhando neste blogue.

Como expliquei na BREVE SINÓPSE SOBRE AS RELIGIÕES – Cap. 6:

"Creio que um Universo Central é a criação da eternidade, e sete Superuniversos são as Criações do Tempo. Este Grande Universo é a Criação actual, já organizada e habitada, não levando em conta os grupos exteriores e remotos de universos não organizados. Bem afastados no espaço, a uma distância enorme dos sete Superuniversos habitados, estão-se a acumular circuitos vastos de forças e energia, que se materializam. Como o Grande Universo é infinito e está em expansão, vão-se criando novos e novos Universos em cada Superuniverso numa escala que não conseguimos imaginar e ainda mais difícil de imaginar quando nos revelam a existência dos diversos planos dimensionais desde a matéria mais densa até à matéria mais diáfana em que todos os Seres Criados (vivos e não vivos) ocupam o mesmo espaço comum. Sabemos da existência de sete planos dimensionais, os Sete Céus mas só nos revelaram três e a informação do plano, ou céu, acima daquele em que existimos".

Pela tecnologia existente, os cientistas já conseguiram compreender que para além do Grande Universo, ocupado pelos grupos de galáxias, existe uma área "ainda" vazia. Mas os seus cálculos só lhes permitem afirmar que essa área deve estender-se por dois mil milhões de anos-luz, o que não significa que não haja mais espaço (infinito) vazio à espera da formação de outros universos.

Será que os espiritualistas, os privilegiados pelo conhecimento que lhes é dado pelo Espirito Universal, pelo Espírito de Deus, afinal têm razão?

Estarão ambos (Cientistas e metafísicos) a falar sobre o mesmo assunto?

R.

Vejamos o artigo:

A maior estrutura no universo é... um espaço vazio de
quase dois mil milhões de anos-luz de largura

por DN.pt 20 abril 2015

No mapa da radiação cósmica que restou após a formação do Universo é possível ver a Mancha Fria, com
temperaturas invulgarmente baixas, assinalada pelo círculo. Fotografia © ESA Planck Collaboration.

A estrutura está rodeada por uma enorme Mancha Fria que desafia
as teorias existentes de como o universo se formou.

Foi descoberta aquela que poderá ser a maior estrutura conhecida no universo, e é um buraco gigante: um espaço no universo que está invulgarmente vazio. Esse espaço tem mais de 1.8 mil milhões de anos-luz de um lado ao outro e, de acordo com o cientista que liderou a investigação para o compreender, poderá ser "a maior estrutura individual alguma vez identificada pela humanidade".

Esta estrutura esférica e vazia, que se trata de um supervoid, (super vazio, numa tradução literal), é composta por um espaço onde se estima que poderiam estar dez mil galáxias, se este fosse ocupado com a densidade média do universo. Foi exactamente por isso que a estrutura foi encontrada: trata-se de um espaço excepcionalmente vazio no universo, o que fazia com que estivesse rodeado de uma espécie de mancha muito grande e fria que intrigou os cientistas quando foi vista em sondagens anteriores do céu.

A Mancha Fria ("Cold Spot", em inglês), como se tornou conhecida, foi descoberta há dez anos, mas só agora se percebeu a que se poderão dever as temperaturas geladas que aí se registam: existe um grande espaço menos denso no seu interior, que suga a energia que o rodeia.

O facto deste espaço se encontrar mais vazio, com cerca de 20% menos matéria do que as zonas do universo habitualmente têm, levanta novas questões aos cientistas. O modelo cosmológico existente, aquele que, até hoje, melhor explica a formação do universo, prevê uma certa uniformidade, e uma área fria tão grande como a da Mancha é inesperada.

Ao jornal The Guardian, o cientista que liderou a sondagem do espaço, István Szapudi da Universidade do Havai, disse que se trata da "maior estrutura individual alguma vez identificada pela humanidade". Esta foi encontrada utilizando o satélite WISE, da NASA, e o telescópio Pan-STARRS1, localizado no Havai, para observar o universo a cerca de 3 mil milhões de anos-luz de distância da Terra, o que não é muito longe na escala cósmica.

Foi aí que os cientistas encontraram este supervoid, o maior, garante o co-autor András Kovács, alguma vez encontrado.

Para alguns cientistas, porém, o supervoid é surpreendente, mas não é impossível. "O vazio em si não me deixa muito insatisfeito", disse ao Guardian o investigador Carlos Frenk, da Universidade de Durham. "É como o Evereste dos vazios - tem sempre que haver um que é maior do que os outros. Mas isso não explica toda a Mancha Fria, acerca da qual permanecemos na ignorância". Frenk estima que o supervoid encontrado só pode justificar cerca de 10% da diferença de temperatura entre a Mancha Fria e uma região típica do universo.

O estudo foi publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomic Society este domingo.