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quinta-feira, 20 de julho de 2017


Sobre a evolução pós-morte

Fizeram-se descobertas importantes no estudo do chamado "cordão de prata" nos seres vivos. Por exemplo: sabemos agora que em cada nascimento nasce um novo cordão prateado e que uma parte do mesmo nasce no Átomo Semente do Corpo dos Desejos, situado no grande vórtice do fígado e outra parte nasce no Átomo Semente do Corpo Denso, no coração (isto tem a ver com o "pensar com o coração" muitas das vezes).

Grosseiramente o Corpo Denso é o corpo material e o Corpo dos Desejos é o principal corpo espiritual neste plano dimensional (Há vários corpos espirituais conforme o plano de evolução que se está a atravessar). Estas duas partes do Cordão de Prata unem-se com o Átomo Semente do Corpo Vital no plexo solar. Este corpo vital é onde foi implantado a centelha do espírito Divino que dá a vida ao corpo humano. Este espírito divino fica a residir no corpo humano na Terra até ele "morrer" e acompanhará os diversos corpos que a Alma irá utilizando na sua ascensão nas várias etapas da evolução até se fundir de vez com a Alma.

O desenvolvimento do Cordão, entre o coração e o plexo solar, durante os primeiros sete anos da criança, tem relação muito importante com o mistério da Infância e relação quase sobrenatural entre a criança e a mãe, pois nesta fase o sistema Parassimpático na coluna da criança ainda não produz os seus glóbulos vermelhos e utiliza os glóbulos fornecidos pela mãe. A continuação do desenvolvimento do Cordão (o maior desenvolvimento) no segundo período de sete anos da vida da criança contribui para a adolescência, altura da individualização.

A formação total do Cordão prateado marca o fim da vida infantil. A partir desse momento a energia solar que entra no baço começa a dar um colorido individual à aura que observamos nos adultos.

A Bíblia, por este motivo, ensina que não se deve comer sangue porque o sangue é o portador da Vida. Para aprofundar todos os pormenores da constituição dos seres vivos, e das várias regiões de desenvolvimento nos mundos visíveis e invisíveis que o rodeiam, no planeta Terra, o Conceito Rosacruz do Cosmo é, para mim, a obra mais completa sobre o assunto, apesar de eu não concordar com a teoria da encarnação ou seja a evolução apenas no mundo material. Mas ler apenas é como ler a Bíblia sem orientação, e não se percebe a maior parte. Tem que ser acompanhado por alguém.

Para reforçar a tese de que a verdade foi revelada a todos desde os primórdios do nascimento de um ser inteligente, para que ele evolua, e que é um ponto comum entre todas as religiões reveladas, como já vos tinha revelado, encontrei na Bíblia em Eclesiastes, 12: 6 um pequeno versículo que confirma a existência do cordão prateado, falando até no momento em que a taça se parta, ou seja o momento da morte do corpo denso. A união do cordão prateado com o átomo semente do plexos solar tem o formato de uma pequena taça e é aí que o cordão se rompe quando termina a ligação do corpo material com o espírito residente e o Ego, a Alma criada pela experiência desses dois corpos, (o material e o espiritual).

Para já, no planeta Terra, coexistem o mundo visível, percepcionado por todos os seres humanos, e o mundo invisível suprafísico, só alcançável por médiuns naturais involuntários ou por humanos treinados. Ou seja: o mundo visível, o mundo físico, é o mundo dos efeitos, e o mundo suprafísico é o mundo das causas, onde os arquétipos são criados e tendem a concretizar-se no mundo físico.

O problema é compreender o mundo suprafísico. Há aqueles que procuram estudá-lo metodicamente e racionalmente, com um projecto bem definido, cautelosamente e utilizando métodos científicos rigorosos, e há aqueles que "mergulham de cabeça" e navegam, por intuição ou crença, por águas turvas, pela parte mais escura, inferior, negativa e demoníaca desse mundo, sendo manipulados e sugestionados por seres que procuram dominar e destruir espiritualmente a humanidade.

Esse mundo suprafísico, o submundo da dimensão mais baixa, a quem os ignorantes chamam de o mundo dos espíritos, tem os mesmos problemas "culturais" do mundo visível. No mundo visível também há a sociedade bem estruturada e civilizada e há um mundo "subterrâneo" negativo, de crime, máfias, droga, paixões inferiores, completamente degradado.

Pensemos agora que seres do plano dimensional superior ao nosso (muito superiores ao ser humano terrestre e o seu mundo não tem nada a ver com o mundo suprafísico que está no mundo material), sem preparação adequada, comecem a contactar com o nosso mundo e como o fazem de "olhos fechados" caem precisamente nesse mundo "subterrâneo" completamente degradado cheio de malfeitores possuídos pelos demónios suprafísicos.

De certeza que as informações que esses humanos do crime, sem escrúpulos e interesseiros, dão não são credíveis e consideradas geniais e inteligentíssimas como os humanos pensam quando contactam espíritos inferiores nas sessões de espiritismo.

As igrejas (católicas, protestantes e outras vindas do cristianismo) têm conhecimento da composição química do ser humano e da sua capacidade para se deslocar fora do corpo e da vida depois da vida só que guardam silêncio ou só revelam uma parte muito ínfima da verdade. Há casos documentados de santos que se deslocaram astralmente e foram vistos em dois locais simultaneamente. Quanto aos cultos orientais isto nem se discute. É facto aceite.

"Morrer", neste caso, significa uma transformação na qual o espírito retira do corpo tudo quanto em vida o ligou a ele (toda a informação arquivada), toda a experiência adquirida e que resultou no nascimento de uma Alma individualizada. A morte não é, portanto, uma destruição total, mas simplesmente uma separação entre o que pertence ao domínio espiritual e ao que pertence à matéria. Na morte, aquilo a que chamamos o espírito (que é a parceria da Alma e espírito) liberta-se da matéria e segue o seu destino como ser espiritual.

A Alma fica a "dormir" no local adequado para a sua preservação, o Hades ou Seol
bíblico*, e o espírito Divino regressa à sua origem.

Quando na ressurreição essa centelha do Espírito Divino que residiu no corpo material une-se novamente ao seu hospedeiro (Alma com um novo corpo, desta vez astral e não material) e continuam a evolução até se fundirem completamente. Quanto à ressurreição e ao ficar a dormir para o nosso mundo sujeito à passagem do tempo, pode significar milhares ou milhões de anos, mas numa dimensão superior, fora da passagem do tempo, pode significar um piscar de olhos. Aqui somos seres finitos e o tempo passa por nós numa sucessão constante. E para os seres que estejam num mundo infinito sem estarem sujeitos à passagem do tempo? Com certeza que estes conceitos lhes são alheios.

Quer dizer: Para nós que estamos na Terra, os biliões de Almas que estão a dormir à espera da Ressurreição e Julgamento final ainda permanecem à espera, mas na outra dimensão em que não há a passagem do tempo elas já acordaram num piscar de olhos e aquelas que tiveram direito à segunda Vida, a vida do espírito, continuaram a sua evolução pelas dimensões, ou Céus, seguintes. Pelo que tem consistência a afirmação de Jesus quando diz que é sempre o Presente, e o futuro é como o passado e o passado é como o futuro. Só para nós é que existe o passado, presente e futuro, neste Universo finito.

Motivo porque a Física Quântica acredita que é possível viajar no tempo e tem teorias bem fundamentadas para isso. Por isso o Novo Testamento não faz qualquer referência à "ressurreição do corpo" nem à "ressurreição da carne", mas apenas à "ressurreição dos mortos" ou, então, à "ressurreição de entre os mortos". Certos passos bíblicos retêm mesmo o sentido de uma "reanimação" do espírito que "dorme".

O fenómeno da morte e do sono seguem a mesma ordem. No sono, começamos por sentir um afrouxamento dos laços que nos unem ao corpo, alheando-nos do que se passa à nossa volta. Entramos numa espécie de esquecimento e partimos para os domínios espirituais, deixando o corpo em repouso, para que se reabasteça de energia e possa continuar a luta pela vida eterna.

Na morte opera-se o mesmo fenómeno do alheamento do que se passa, do esquecimento, e por fim do abandono do corpo e partida para o mundo espiritual.

A diferença entre o sono e a morte está simplesmente em que no sono voltamos novamente ao corpo, a que ficamos ligados pelo cordão prateado. Da morte já não se volta mais ao corpo porque o cordão prateado quebrou-se.

*Eclesiastes 9:10 diz: Não há trabalho, nem planeamento, nem conhecimento, nem sabedoria no Seol, o lugar para onde vais.” Será que isso significa que o Seol se refere a um túmulo específico, ou individual, no qual talvez tenhamos sepultado uma pessoa amada? Não. Quando a Bíblia se refere a um lugar específico de sepultamento, ou túmulo, ela usa outras palavras hebraicas e gregas, não sheóhl e haí·des. (Génesis 23:7-9; Mateus 28:1) Também, a Bíblia não usa a palavra “Seol” para se referir a um túmulo em que várias pessoas são sepultadas juntas, como no caso de um túmulo de família ou uma sepultura colectiva. (Génesis 49:30, 31). Então, a que tipo de lugar “Seol” se refere? A Palavra de Deus indica que “Seol” ou “Hades” se refere a algo muito mais abrangente do que até mesmo uma grande sepultura colectiva. Por exemplo, Isaías 5:14 diz que o Seol escancarou a sua boca além de medida”. Embora o Seol já tenha engolido, por assim dizer, um incontável número de mortos, parece que sempre anseia mais. (Provérbios 30:15, 16) Diferentemente de qualquer túmulo literal, que pode receber apenas um número limitado de mortos, ‘o Seol não se farta’.

(Provérbios 27:20) Isto é, o Seol nunca fica cheio. Não tem limites. Portanto, Seol ou Hades não é um lugar literal num local específico. Em vez disso, é a sepultura comum da humanidade, o lugar figurativo onde se encontra a maioria dos humanos falecidos. O ensino bíblico da ressurreição ajuda-nos a compreender melhor o sentido de “Seol” e “Hades”. A Palavra de Deus associa o Seol e o Hades com o tipo de morte da qual haverá uma ressurreição. * (Jó 14:13; Atos 2:31; Revelação [Apocalipse] 20:13) A Palavra de Deus mostra também que aqueles que estão no Seol, ou Hades, incluem não só os que serviram a Jeová, mas também muitos que não o serviram. (Génesis 37:35; Salmo 55:15) Portanto, a Bíblia ensina que haverá “uma ressurreição tanto de justos como de injustos”. (Atos 24:15).

 
R.

terça-feira, 18 de julho de 2017


SOBRE A GUERRA ESPIRITUAL

O tema da guerra espiritual é muito importante para a vida de qualquer cristão. A Bíblia diz que “temos que lutar contra os principados, contra as potestades, contra dominadores deste mundo tenebroso, contra hoste espirituais da maldade” (Efésios 6:13). Não é opcional e ninguém pode lutar passivamente. Os conceitos de peleja e passividade são como água e óleo. Não se misturam. Na verdade a guerra espiritual surgiu antes do homem pecar. Em Apocalipse 12:3-9 vemos a descrição de um conflito ocorrido no céu, antes mesmo do homem existir. Lúcifer, chamado ali de dragão e antiga serpente, rebelou-se contra Deus e arrastou consigo um terço dos anjos, sendo precipitados sobre a Terra.


Quando Deus criou o Homem, já havia um inimigo do qual ele deveria defender-se. Em Génesis 2:15 está escrito que Deus colocou o homem a cultivar e guardar o jardim do Éden, uma área preparada para o “Novo” Homem se desenvolver e mais tarde espalhar a sua semente pelo resto do mundo fazendo evoluir a humanidade que se encontrava num estádio bastante atrasado.

Aqui ainda estamos num cenário anterior à queda do Homem e que, se havia necessidade de guardar um espaço, é porque havia riscos de invasão. Existiam, portanto, tribos no exterior, de hominídeos e o facto de Satanás rondar aquele lugar e, por uma falha de Adão que tratou de cultivar o jardim mas não se preocupou em guardá-lo, entrou ali travestido de serpente (sentido figurado) e seduziu a mulher, fazendo-a pecar (Desobedecer a Deus), tirando dos seres humanos o poder, ou melhor, conseguiu que o ser humano fosse afastado do contacto directo que tinha com Deus. Já ouvi Pastores afirmarem que o Homem perdeu a Autoridade, o que não podia ser porque o que Deus dá é sem arrependimento, isto é: nunca volta atrás, é definitivo, e portanto ninguém pode usurpar essa Autoridade. O que aconteceu é que o homem foi afastado da presença directa de Deus. E essa presença só é activada através de Jesus, porque o homem perdeu esse privilégio do contacto directo. Satanás na Terra tem Poder apenas sobre os ares, mas não tem Autoridade.  

 
No Apocalipse, Satanás é descrito como “o dragão, a antiga serpente, o sedutor de todo o mundo” (Apocalipse 12:9). Realmente, a sua principal arma foi e é a sedução (O poder de sugestionar, nunca obrigar), o poder de enganar. Foi assim que ele convenceu a terça parte dos anjos a rebelar-se, foi assim que atraiu Eva ao pecado, foi assim que tentou Jesus no deserto e é assim que age connosco hoje.

Adão falhou quanto à guerra espiritual! Permitiu que o seu jardim fosse invadido por um elemento estranho, permitiu que a sua mulher estivesse exposta às argumentações da serpente e, finalmente, cedeu ao apelo dela para que provasse também do pecado. A sua grande brecha neste caso foi a passividade.

A partir daí a guerra perpetuou-se e o Poder mudou de lado. Satanás tomou Poder sobre o nosso planeta uma vez que o homem se submetera a ele através do pecado. O próprio Deus determinou que haveria conflito. Ele disse à serpente: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e os descendentes dela. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar deles” (Génesis 3:15).

Quando Jesus veio e, como homem, venceu Satanás na cruz, a cabeça da serpente foi ferida e aqueles que seguem Cristo reataram a relação com o Pai por Seu intermédio. A proclamação dessa vitória está em Colossenses 2:15, mas isso não significa que a guerra acabou, mas que apenas voltamos àquela condição de vitória que Adão tinha no começo e perdeu por não guerrear. Então “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7).

Na guerra espiritual é preciso atitude! Temos que batalhar em oração, ferir os demónios e lutar para que a herança que o Senhor nos deixou não seja roubada pelo império das trevas. Na hora do "chamamento" ou "chamado", que normalmente acontece depois dos trinta anos de idade, é uma fase muito crítica para o ser humano porque é a altura de decidir o seu futuro. Aos quarenta é que começa o grande "embate".

O chamamento pelas forças espirituais alcançam a sua força máxima e o indivíduo fica muito confuso e não sabe o que fazer. É uma altura em que "procura" desorientadamente uma saída metendo-se em tudo o que diga respeito a espiritualidade porque "sente" que lhe falta algo.

Acaba por experimentar o espiritismo, o ioga e outras filosofias orientais (as mais sedutoras - e moda no ocidente - altamente assediado pelas forças das trevas, mas não indicadas para os Europeus com os genes do cristianismo profundamente implantados no seu ser), xamanismo, budismos, xintoísmo, bramanismo, candomblé, etc., tarôs, médiuns, quiromantes e toda a espécie de bruxarias e afins, o que é condenado pela Bíblia muito claramente em Deuteronómio 18:9 a 12  "Quando entrares na terra que o Senhor, teu Deus, te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que o faz tal coisa é abominação ao Senhor, teu Deus; E por estas abominações o Senhor, teu Deus, as lança fora de diante Dele.",  e não pactua com a idolatria (1Corintios 10:14-22), proibindo o sacrifício a ídolos que são sacrifícios aos demónios.

Portanto todos aqueles que "batem no peito" nas orações de Domingo nas Igrejas e depois procuram as quiromantes, as "rezas" do povo, as sessões espíritas, os "médiuns" e videntes, estão a pecar porque afinal o texto sagrado não significa nada para eles. E maior hipocrisia é esses agentes dos demónios praticarem essas abominações e "rezarem" evocando Jesus e cantando hinos a Maria.

Se na Bíblia a palavra de Deus reprova essas actividades por que razões as praticam?

Perante estas contradições o indivíduo que quer encontrar a Luz (Cristo) começa a fechar-se dentro de si. E, se tiver sorte e for bem orientado, descobrirá que tudo aquilo que procura está na Bíblia. Em Romanos os vários capítulos falam sobre o pecado que provem principalmente do instinto egoísta do homem (egoísmo quer dizer literalmente Carne) e o cap. 8 explica como é a vida no Espírito, sem no entanto colidir com as leis da Terra, mas mudando-as pelas mudanças sociais possíveis de serem refeitas e vencer a estrutura social opressora e injusta.

Em 8:1 a 13 explica-nos que a libertação do homem foi realizada por Cristo não como acto vindo de fora, portanto da imposição de Leis do espírito (do Seu Reino fora deste mundo como Jesus afirmou) mas como obra que se realiza a partir de dentro.

Cristo encarnou trazendo o Espírito de Deus para dentro da própria condição humana, que é dominada pelo egoísmo. Deste modo, o homem pode seguir Cristo que passou da morte para a ressurreição, passando do egoísmo para a doação de si aos outros.

A entrada do Espírito de Deus no homem, através de Cristo, determina uma remoção, pela qual o homem sente, pensa e age conforme a vontade de Deus. Em lugar da Lei dos instintos egoístas, surge a "lei do Espírito que dá a vida".

Trata-se de um novo dinamismo interior que, com a própria força de Deus, liberta o homem da tirânica "Lei do pecado e da morte". Em lugar do pecado ou egoísmo, que determina o ser e o agir do homem, existe agora o Espírito ou Amor. Em lugar da morte, existe a vida. A unidade entre querer o Bem e realizá-lo é recomposta. A situação desesperadora do homem é superada. Com isso, as relações sociais podem ser refeitas e a estrutura social injusta e opressora pode ser vencida. Ou seja: O projecto de Deus, que é justiça e fraternidade entre os homens, torna-se o projecto de uma nova ordem social, e esta supera o sistema injusto.

Em Mateus 13:24 a30, Jesus fala sobre o inimigo do Reino, na famosa parábola sobre o trigo e o joio, e de 37 a 43 explica a dinâmica do Reino na História (Para não estar a transcrever estes versículos leiam na Bíblia para perceberem melhor)

Aquela alegoria representa essa dinâmica. Jesus instaurou o Reino dentro da História, e esta é feita pela acção dos bons e dos maus. A vinda do Reino, com Jesus, entra em luta com o espírito do mal e conduz os justos à vitória final. A História não é mais do que esta tensão contínua, entre o Bem e o Mal, voltada para a manifestação gloriosa do Reino.

 

R.

sábado, 15 de julho de 2017


IAPETUS – Uma Enorme Nave Mãe abandonada na órbita de Saturno?

Posted by Thoth3126 on September 6, 2013

                                                        IAPETUS, uma LUA ARTIFICIAL no Sistema Solar: 
IAPETUS é uma enorme  Nave Mãe alienígena  (com cerca de 1.440 km de diâmetro) abandonada  e/ou camuflada em uma estranha e excêntrica órbita de SATURNO, como uma das suas luas, sendo a mais afastada de todas. 
Este estudo  toma como base de referência, a análise detalhada de IAPETUS, uma das luas de Saturno, sem dúvida a mais estranha de todo o Sistema Solar. Esta análise foi realizada por Richard C. Hoagland em 2005, e a sua base de dados é a mais completa, pois até agora ninguém a havia feito … 
 Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

I - Resumo:

…  À luz desses dados, pelas anomalias detetadas e as artificialidades encontradas, podemos concluir, sem sombra de dúvida, que o nosso Sistema Solar está repleto de artefactos procedentes de outras civilizações inteligentes, alguns dos quais, são verdadeiras estações espaciais, com forma esferoide, ou seja, satélites artificiais colocados na antiguidade por alguma razão, orbitando alguns dos planetas do nosso Sistema Solar  (no caso específico de IAPETUS, é mais provável  tratar-se de uma imensa [ com 900 milhas = 1.440 quilómetros de diâmetro], nave mãe abandonada (?) pela sua tripulação há muito tempo). 
O que encaixa com muitas peças do puzzle exocientífico, à luz dos dados: O nosso Sistema Solar é binário (possui DOIS SOIS)  e artefactos como IAPETUS, poderiam ajudar-nos a explicar alguns dos grandes mistérios dos satélites que orbitam a estrela ANÃ VERMELHA que está a entrar novamente no nosso sistema solar, e compreende a perturbação oriunda de Sagitário, e da posição das coordenadas da junção no sistema solar (a área entre 20 e 30 U.A. do Sol).
Quadro comparativo do tamanho dos principais satélites de Saturno e a sua principal Lua Titã, a maior de todas.

O presente estudo resolve a questão da artificialidade de IAPETUS, de forma evidentemente inquestionável; à luz dos dados da exaustiva análise de Richard C. Hoagland, em 2005: IAPETUS é um satélite esferoide artificial, sem sombra de dúvidas. E abre a porta para as seguintes questões: Com exceção de IAPETUS, cuja artificialidade foi demonstrada,
1 – Há mais “luas” artificiais orbitando outros planetas no nosso velho Sistema Solar?
2 – Que relação têm estes satélites artificiais com a zona de “passagem” ou trânsito da perturbação de Sagitário? (O cenário de simulação 4 da planilha de trabalho StarVieWerNIII) Ao que temos denominado Ponto de Passagem ou (PI=>20<35UAs). Esse ponto de passagem refere-se provavelmente ao ponto de cruzamento do segundo SOL de nosso Sistema – a estrela ANÃ VERMELHA – (não se trata de Nibiru, que é outro assunto e objeto); 
3 – Quantos anos têm estes satélites artificiais e que relação POSSUEM com as artificialidades existentes na nossa PRÓPRIA LUA e no solo de Marte à luz dos novos dados?

II – A análise da Artificialidade confirmada de IAPETUS.
1 - Jápeto (IAPETUS) é um dos satélites mais estranhos do nosso Sistema Solar. Ele mede cerca de 1.500 km de diâmetro, e está atrás em tamanho de Titan e Rea, sendo o terceiro em tamanho, dos que orbitam Saturno. Leva para completar uma viagem em torno de Saturno 79,33 dias, a uma distância média de 3.561.300 quilómetros. Descoberto por Giovanni Cassini em 1671, que nomeou a sonda Cassini.
A própria NASA admite a raridade do objeto, mas argumenta que a sua formação vem da Nuvem de Oort, e que a sua origem é devida aos resíduos antigos de sólidos existentes ali, ou colisões cósmicas desde a origem do nosso Sistema Solar. No entanto, ela não esclarece as suas anomalias, porque não há explicação natural que baste para explicar a sua configuração esferoide e a muralha central de 20 quilómetros de altura no seu equador, dividindo-a em duas metades perfeitas, assim como cada uma das peculiaridades que estamos prestes a apresentar neste estudo.
2 – A configuração e as características do satélite IAPETUS, com relação à reflexão da luz solar: A sua forma é esférica, mas devido a uma configuração dodecaedro-esferoidal, que ocorre da mesma forma que reflete a luz solar.
A seguir, as estranhas imagens originais tomadas pela sonda Cassini enviadas pela NASA e analisadas por Richard C Hoagland, em 2005.
A Incidência da luz revela a sua forma GEOMÉTRICA artificial, desgastada pela ação do tempo!!!

 Abaixo um detalhado exame da projeção DA LUZ sobre as fotos originais de IAPETUS tiradas pela sonda Cassini em 2004. 
Projeção Hiper Geométrica de Iapetus: Geometria de Arestas.

Do mesmo modo se observa um imenso artefacto em forma de charuto na primeira imagem acima à esquerda, refletindo a luz e que parece sobrevoar o seu canto escuro. Comparando-se o fundo depois de dois dias, também se poderá ver as arestas que mostram a estrutura artificial dessa misteriosa “LUA” de Saturno,  IAPETUS.  
Uma das faces de IAPETUS é sempre frontal a Saturno, da mesma forma que a Lua da Terra (QUE TAMBÉM É UM CORPO ARTIFICIAL).

 Olhe para esta curiosa foto anterior, feita pela sonda Cassini de 22 de outubro de 2004, na época, não foram identificados o que eram os objetos cilíndricos e o número de casos de artificialidade que foram exaustivamente analisados em Starview Team. À luz de novas informações, completando assim o estudo de R.C. Hoagland. Observem o tráfego de artefactos não identificados encontrados em IAPETUS  pela sonda Cassini assim como as arestas encontradas na sua superfície. 
Erosão anormal das arestas de IAPETUS

Nesta foto acima ampliada, podem-se observar as arestas, assim como a erosão das mesmas devido ao transcorrer do tempo, o impacto de cometas, asteroides, meteoros e erosão cósmica na superfície. No equador central pode-se deduzir assim a sua erosão.

III –  Rotação e geometria de Iapetu
 
Observa-se que para cada rotação no seu próprio eixo,  IAPETUS  também completa uma rotação ao redor de Saturno. Esta peculiaridade é única de IAPETUS no Sistema Solar. Assim mesmo, pode destacar uma rotação síncrona perfeita, que se verifica em 79 dias que leva para completar a sua órbita em redor de Saturno.
E o ponto negro em Iapetus ????

 A geometria desta inexplicável anomalia implica na existência de algum mecanismo interno de automotriz de propulsão, que desafia claramente os padrões conhecidos de todos os satélites do Sistema Solar. As imagens obtidas pela Voyager 2, exibidas acima,  mostram outra anomalia interessante: o ponto negro central.
Comparação de IAPETUS, com uma esfera. Geometria esferoide hipergeométrica.

 A seguir foto tirada pela sonda Cassini em 31 de dezembro de 2004, a 40.000 milhas de IAPETUS. Podem-se observar zonas que revelam a geometria artificial, ou plana cuja morfologia geométrica é incompatível com um satélite natural, como as existentes nos demais satélites do Sistema Solar.
 
 IV – ABAIXO:  Análise detalhada da borda central, e da superfície de IAPETUS. Precisamente a imensa borda retilínea que marca o equador de IAPETUS. (Com uma altura de 20.000 metros. Em termos de comparação, o Monte Everest, a maior montanha da Terra tem 8.858 metros de altitude menos da metade do “muro central” de IAPETUS). 
Vamos examinar mais detalhadamente essa borda. Ela é assombrosamente parecida com a nave estrela da morte do filme “Star Wars” de George Lucas que reconhece que se inspirou em IAPETUS.
A “Lua IAPETUS” e a sua elevada borda (the Wall) equatorial, um muro artificial com quase 20 QUILÓMETROS DE ALTITUDE, ABSOLUTAMENTE simétrico.

 Podemos observar de perto esta saliência e toda a sua simetria equatorial, e a erosão na mesma com maior detalhe. Parece que ambos os hemisférios do esferoide (as duas metades da Nave Mãe) foram literalmente montados exatamente pela saliência equatorial, o muro, o que parece ser uma junta de dilatação.
De acordo com a Teoria dos Campos Unificados de Einsten (UFT) este cinturão equatorial com cerca de 20 km de altitude no equador da esfera poderia ser a parte principal de um sistema de propulsão e navegação usando o eletromagnetismo e campo gravitacional como sistema de propulsão da enorme nave que teria capacidade de “dobra” do espaço e tempo.
Vemos a elevação central, com 20 Km de altura (!!!) em diferentes ângulos, com maiores detalhes.

Acima: Uma ampliação da borda mostra uma zona de 60 milhas de extensão em que podemos ver a perfeição simétrica deste detalhe artificial (o elevado muro equatorial), facto não encontrado em nenhum objeto natural do Sistema Solar:

V – Estruturas geométricas e retilíneas e as crateras geométricas


Observação de bordas retilíneas nas crateras: Neste quadro ampliado (abaixo) da imagem retangular em vermelho acima, aparece um conjunto notável e claramente definido de assombrosas formas retilíneas, repetidas por toda a superfície de IAPETUS, com formas tridimensionais, como se fossem restos de compartimentos construídos artificialmente, fotografado em cores e situado a vários quilómetros ao norte da parede, perto da fronteira entre a matéria vermelha e a matéria branca no hemisfério avançado de IAPETUS  (luz do sol desde a parte inferior esquerda). As formas retilíneas repetem-se precisamente na orientação norte, sul, leste e oeste. 

Detalhe de bordas retilíneas em ampliação. 

Abaixo: Uma clara zona de artificialidades, pode ser observada aqui:
Parecem-se com construções de células ou habitáculos subterrâneos.

 Abaixo: IAPETUS que realmente é uma “LUA” diferente. Embora sendo o terceiro maior satélite de Saturno (após Rea e Titã) – com um pouco mais de 900 milhas de diâmetro (cerca de 1.500 Km) - como observado anteriormente, a órbita de IAPETUS  também é muito inclinada em relação com as demais luas de Saturno (ver abaixo) – a cerca de 15 graus … e está muito afastado em mais de 2 milhões de milhas (~ 60x o raio de Saturno) de distância do planeta. Estes factos são completamente anómalos e antinaturais.
A órbita (a mais externa em roxo e com 15º de inclinação) de IAPETUS é anómala e absolutamente diferente de todas as demais luas de Saturno assim como a sua distância do planeta.

Abaixo: Em ampliações de áreas específicas de fotos da superfície  vêem-se claramente, o que parecem ser vestígios de arquiteturas de construções verticais artificiais, que nada tem a ver com as construídas pela natureza. Assim mesmo, das análises das fotos, podemos ver torres ou construções verticais muito elevadas.


 E de uma forma ampliada, podemos ver algumas dessas estruturas artificiais abaixo.
 

VI – Conclusão: IAPETUS é o primeiro satélite confirmado como artificial no nosso Sistema Solar, inclusive pelos próprios ex-funcionários da NASA. Recomendamos lerem o detalhado estudo na web de Richard C.  Hoagland, que conclui esta análise dizendo que o imenso objeto foi construído fora do nosso Sistema Solar, e trazido posteriormente para o nosso Sistema e hoje orbita Saturno. Porquê Saturno? E quando? e MUITO IMPORTANTE, foi construído POR QUEM????
Para mais dados ver matéria completa (em Inglês) em: http://www.enterprisemission.com/moon2.htm
Tradução: Marcos Ancillotti – Mundo UFO
Originalmente postado em 23 de agosto de 2012.