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quarta-feira, 22 de março de 2017


SSP – PROGRAMA ESPACIAL SECRETO        (Secret Space Program)

(Tradução para português de Portugal e alguns sublinhados meus sem alterar o sentido do texto. R)
Até agora muitas pessoas já ouviram falar do “programa espacial secreto” e “civilizações separatistas” através de notáveis pesquisadores e autores como Joseph P. FarrellPeter Levenda. 
Quando combinamos as informações que recebemos agora a partir destes indivíduos com factos conhecidos a partir de um grande número de outras fontes do campo da Ufologia, somos capazes de formar uma imagem muito mais clara do que pode estar a acontecer além do limite da atmosfera terrestre. 
Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
Programa Espacial Secreto, um assombro de TÃO FANTÁSTICO, mas …

Recentemente, reunimos ainda mais informações alucinantes e privilegiadas sobre a extensão desses programas classificados como ultra secretos de bravos especialistas e informadores, como Corey Goode, Randy Cramer (aka: Captain Kaye) e William Tompkins.

Quando combinamos as informações que recebemos agora a partir destes indivíduos com factos conhecidos a partir de um grande número de outras fontes do campo da Ufologia, somos capazes de formar uma imagem muito mais clara do que pode estar a acontecer além do limite da atmosfera terrestre. Em primeiro lugar, vamos dar uma breve olhadela no que esse “programa espacial secreto” consiste para aqueles que possam ser iniciados no assunto. Ao longo da história sempre foi dito ao público que a NASA é basicamente o auge da exploração do espaço pela comunidade científica – esta é uma mentira absoluta.

Atualmente, quase toda a gente sabe que o programa espacial norte-americano começou realmente com a “Operação Paperclip” no final da segunda guerra, um programa através do qual todas os principais cientistas do programa de foguetes, as bombas voadoras V-1 da Alemanha nazi foram trazidos para a américa para servir sob a direção do governo dos EUA e em R&D investigação militar para pesquisa e desenvolvimento em instalações militares, designadamente em Los Alamos Labs no Novo México.
Os anos do pós-guerra foram um ponto de viragem fundamental na ciência do desenvolvimento dos foguetes e engenharia avançada, com a ajuda de cientistas como Werner Von Braun (mais tarde DIRETOR da NASA) os EUA foi capaz de desenvolver tudo sobre mísseis teleguiados para armas nucleares. Este afluxo maciço de inteligência nazi, habilidades técnicas e experiência no mundo real desenvolvendo foguetes deu aos americanos uma vantagem crítica sobre o voo espacial tripulado sobre os soviéticos que tinham conseguido colocar um satélite em órbita pela primeira vez.
{n.T.: **Wernher Magnus Maximilian von Braun (Wirsitz, Império Alemão, 23 de março  de  1912  — Alexandria, EUA, 16 de junho de 1977) foi um brilhante cientista aeroespacial alemão  e uma das figuras principais no desenvolvimento de foguetes na Alemanha Nazista e posteriormente nos Estados Unidos.  Filho de um barão prussiano, demonstrou desde cedo grande inteligência e pendor técnico. Estudou engenharia mecânica no Instituto de Tecnologia Charlottenburg de Berlim.  Antes e durante a Segunda Guerra Mundial, trabalhou no programa alemão de foguetes, alcançando progressos memoráveis. Em 1937, foi nomeado diretor do centro de experimentação de Peenemünde, onde foi responsável do aperfeiçoamento das bombas voadoras V-1 e V-2 (os primeiros mísseis), que seriam utilizados cerca de 4000 vezes em ataques, principalmente na Inglaterra, em resposta aos milhares de bombardeios aéreos dos aliados sobre as cidades alemãs. 

Com a derrota da Alemanha, e vendo que os russos levavam para o seu território não só as instalações científicas de pesquisa remanescentes de Peenemünde, mas também parte dos engenheiros alemães, decidiu entregar-se voluntariamente com seus principais auxiliares, aos americanos. Entrou nos EUA através do (na época) secreto programa chamado Operação Paperclip.  Naturalizou-se cidadão dos EUA em 1955. Entrou na NASA em 1960, tornando-se diretor do Centro Espacial de Voo Marshall de 1960 à 1970, onde dirigiu os programas de voos tripulados: Mercury, Gemini e Apollo. É o pai do foguete Saturno V que levou os astronautas dos EUA à Lua. Em 1972, deixou a NASA para se tornar diretor adjunto da empresa Fairchild Industries. Nos EUA, é respeitado como um dos heróis do programa espacial. Morreu em 1977  de câncer no pâncreas.Wikipédia}  
Mas este foi apenas o ímpeto inicial de um programa espacial muito mais secreto, que os militares dos EUA começariam em breve secretamente canalizando biliões, e eventualmente triliões, de dólares dos contribuintes para o começo de tudo. Não foi apenas o transporte  dos melhores cientistas nazis para a America que ajudaram a alavancar o programa espacial dos EUA (o conhecido do público, a “conquista da Lua”). Novas tecnologias recuperadas de espaçonaves extraterrestres que se acidentavam e caiam elevou para um state-of-the-art tecnológico quase para um nível que era inconcebível para a época. A recuperação do UFO de Roswell colocou os militares dos EUA cerca de 50 anos à frente de onde eles estavam em 1947.

Na verdade, a tecnologia era tão avançada que teve de ser categorizada e sistematicamente distribuída entre várias empresas de pesquisa e desenvolvimento de alto nível, incluindo o Bell Labs, a Xerox PARC e AT & T, Douglas Aircraft, bem como empresas aeroespaciais como Lockheed, Northrop e General Dynamics. Foi demais para os militares estudar e fazer engenharia reversa por conta própria, de modo que eles utilizaram essas empresas de R&D (pesquisa e desenvolvimento) para ajudar a alcançar os seus objetivos mais rapidamente do que poderiam por conta própria. Especialistas ex-militares, como o coronel Phillip J. Corso e ex-empreiteiros aeroespaciais como Don Phillips descrevem em detalhes os desafios a que os militares tiveram para duplicar a tecnologia extraterrestre e incorporá-las em programas de armas avançadas ao longo dos anos 1950 e 60.
Este período viu uma verdadeira explosão de avanços tecnológicos em tudo, desde eletrónica de estado sólido ao projeto aeroespacial passando pela óptica avançada, como imagens térmicas. Foi neste ponto que os poderes constituídos nas sombras – a “Cabala”, como me vou referir a eles – decidiu dividir este programa espacial ao meio. Metade do que iria sair para o “mundo branco e normal” e iria tornar-se o que hoje conhecemos como a Agência de Aeronáutica e Espaço dos EUA (NASA), enquanto a outra metade iria escorregar para o “mundo negro” e formaria a base do que hoje chamamos de programa espacial secreto (SSP). Ainda não esta totalmente compreendido como tudo isso aconteceu, nós só sabemos que tudo começou há cerca de 60 anos e tem havido, desde então, obviamente, décadas de avanço e desenvolvimento tecnológico sem precedentes na história humana.
Sobre ROSWELL acesse os seguintes LINKS:
  1. http://thoth3126.com.br/roswell-o-dia-depois-da-queda-de-um-ufo/
  2. http://thoth3126.com.br/roswell-entrevista-com-o-coronel-philip-j-corso/
  3. http://thoth3126.com.br/o-governo-oculto-secreto-nos-eua/
  4. http://thoth3126.com.br/c-i-a-ex-agente-fala-sobre-queda-de-ufo-em-roswell/
  5. http://thoth3126.com.br/roswell-o-dia-depois-da-qaeda-de-um-ufo-de-final/
  6. http://thoth3126.com.br/site-do-fbi-cita-a-queda-de-ufos-em-roswell/
  7. http://thoth3126.com.br/entrevista-com-um-alienigena-capitulo-um/
  8. http://thoth3126.com.br/area-51-entrevista-de-david-adair/

UM BURACO NEGRO DE GASTOS
Se há uma coisa que os militares dos EUA sabem fazer bem, é gastar muito dinheiro. Desde o final da 2 ª Guerra Mundial o governo dos EUA já gastou cerca de 50 triliões de dólares em projetos de defesa com provavelmente mais 20 triliões com “orçamento negro” fora dos livros de contabilidade dos programas ocultos e secretos, e estas são estimativas conservadoras. A maior parte desse dinheiro do orçamento negro (Black Ops) foi usada pela Cabala para financiar um dos maiores segredos da história da humanidade – uma frota secreta de espaçonaves que foi utilizada para estabelecer as instalações do Comando Lunar de Operações (LOC) do outro lado da Lua (no lado OCULTO) bem como uma colónia militar IMPLANTADA em Marte.
Eu sei que tudo isto soa muito fantástico, como algo saído de um romance de ficção científica, mas quando você buscar a verdade descobrirá inúmeras evidências a corroborar e começará a colocar todas as peças juntas pelo testemunho ocular de ex-militares especialistas de informação como Goode, então tudo começa a fazer sentido racional. Eles dizem que tudo é possível se você jogar dinheiro suficiente nos projetos, e estes programas espaciais secretos são um excelente exemplo dessa mentalidade.

A abordagem do governo dos Estados Unidos de "mais é mais" faz-me lembrar de uma cena crucial em um de meus filmes favoritos, “Contato” com Jodie Foster. Em um ponto no filme o personagem em estado terminal, o milionário SR Hadden, parecido com Robert Bigelow, gasta os seus últimos dias de vida a bordo de uma estação espacial em órbita quando entra em contato com a cientista Ellie (Foster) Arroway para que ela soubesse da existência de uma segunda "Máquina". Ele diz:
“A primeira regra nos gastos do governo? Por que construir um quando você pode ter dois pelo dobro do preço, isto pode ser mantido em segredo controlado pelos norte-americanos e construído por empresas subcontratadas japonesas que, também, acontece que eu adquiri recentemente, e são subsidiárias integrais das indústrias Hadden”
É esta mesma mentalidade que permitiu que um conglomerado de empreiteiros da defesa e verdadeiros “tentáculos negros” de vários governos internacionais para construir e manter estações espaciais secretas e uma frota de naves espaciais custando triliões de dólares. Sei que isso tudo soa improvável e se eu não me estivesse a ouvir dizer isso eu não iria acreditar também, mas a realidade da situação é que há uma trilha de dinheiro que todas as conexões levam para o mesmo lugar: um buraco negro compartimentado que até mesmo indivíduos nos mais altos níveis do governo convencional não têm acesso nenhum.
O GORILA DE TRILHÕES DE DÓLARES NO QUARTO
Então você pode questionar por que se preocuparem  em criar uma agência espacial civil, em primeiro lugar? Distração, desorientação, acobertamento e controle, é claro. A NASA era – e ainda é – uma forma conveniente para a Cabala dizer “Ei, todos, olhem lá”. A agência espacial foi propositadamente mantida coxa e restrita nos seus movimentos, desde a sua criação. A NASA foi criada com um grande propósito em mente, algo um pouco mais escuro do que o sentido brilhante de admiração que todos nós associamos com a exploração do espaço. Tudo começou com fogos de artifício, desfiles e agitando bandeiras.
Claro, o programa Apollo foi reconhecido mundialmente como um feito incrível para os Estados Unidos e a própria humanidade, mas tudo era apenas prestidigitação. Enquanto o mundo estava colado aos tubos de raios catódicos das TVs em emoção rebitada sobre colocar um homem na lua, a Cabala poderia já estar bem encaminhada com a construção de uma base lunar. Pense sobre a magnitude disto por apenas um momento: A humanidade já poderia ter enviado o homem a Lua antes de colocar um homem na lua oficialmente! Deixe isso aprofundar-se na sua Mente por um minuto.

Durante a era pós-Apollo a NASA recebeu apenas dinheiro suficiente para continuar os seus programas do “mundo branco e normal” da exploração interplanetária. Eles foram autorizados a desenvolver e construir o ônibus espacial em 1980 com um orçamento de míseros 4,2 biliões de dólares aprovado pelo Congresso. Em comparação, o orçamento de defesa do ano fiscal militar de 1980 foi de 303,4 biliões de dólares não incluindo o orçamento (Black Ops) negro. Em 1997, a NASA teve permissão para alavancar a construção da Estação Espacial Internacional, com um orçamento de 13,2 biliões de dólares, um reles 4% dos 305 biliões de dólares do orçamento da defesa em 1997.
Acelerando até aos dias atuais a NASA é praticamente uma anedota, é uma criança que está na sala de aula para responder a uma pergunta com um cartaz  “me chute” preso às suas costas. A agência felizmente ignora por completo (?) o facto de que ela foi superada pela tecnologia militar secreta em todos os sentidos mensuráveis, um dado que é assim desde o seu início. O seu orçamento para o ano fiscal de 2015 foi de 18,4 biliões de dólares, enquanto o orçamento de defesa militar do mesmo ano fiscal é de 460 biliões. A NASA pode ter iniciado a sua existência com fanfarras, fogos de artifício, desfiles e agitação de bandeiras, mas está terminando em uma proverbial cama de hospital sem orçamento, ligada a um sistema de suporte de vida feito na Rússia e China. Isso é exatamente como a Cabala pretende que seja. Em 10 de Setembro de 2001, Donald Rumsfeld, anunciou que 2,3 triliões de dólares do orçamento do Pentágono havia “desaparecido ” e ele mesmo com naturalidade culpou “os gastos militares”. No dia seguinte, ninguém no mundo “normal” se lembraria deste importante dado de informação.
DESTRUIDORES DE MENTES EM PRIMEIRO GRAU
Eu não quero bater por mais tempo sobre o dinheiro, mas basta dizer que tem havido orçamentos enormes ao longo das últimas décadas para realizar o impossível sem o público em geral nunca descobrir nada a respeito. Do ponto de vista cético isto exclui o dinheiro como um fator limitante da existência de um programa espacial secreto. Assim que nos leva a investigar a possibilidade de outras limitações, como dificuldades logísticas como pessoas. Um programa desta magnitude exigiria não só milhares de pessoas, mas milhares de pessoas que poderiam ser efetiva e completamente controladas e contidas.
Eu não posso imaginar o capitão de uma espaçonave da frota espacial secreta da Marinha dos EUA agarrar a sua mala, beijar a sua esposa e dizer “eu estou fora por três anos indo para Marte, querida, não espere por mim.” Falamos de uma ”população de pessoas que existem em separado e que podem ter sido trazidos para esses programas DESDE crianças”, como Corey Goode foi. Sendo um empático, ele foi recrutado pelo programa Milab ainda como criança e treinado na esperança de que os seus talentos poderiam ser utilizados (pela Cabala) enquanto ainda estava sob o controle de uma estrutura de comando paralela, mas do tipo militar.

 Randy Cramer (aka: Captain Kaye), outro especialista da informação recente (nascido em 1970) foi treinado desde a idade dos 4 até aos 17 anos, como parte do Projeto Mannequin (um projeto militar para criação de um supersoldado global). Mais tarde, ele participou do Projeto Moonshadow (300 supersoldados). Este nível de controle da mente teria sido absolutamente necessário para um programa como este só começar a existir. De acordo com Cramer, o controle da mente depois de 1960 mudou-se do programa MK-Ultra (com base em trauma mental) para o Project Moonshadow (base em cooperação).
O objetivo de Moonshadow não era criar supersoldados assassinos, mais rápidos, mais mortais, mas criar supersoldados mais fortes e mais ”morais”, não assassinos. Deve-se perguntar, quantos outros como Corey e Randy foram recrutados para estes programas clandestinos de controle MENTAL? Tem havido muito poucos que vieram a público ao longo da última década, mas existem muitas outras pessoas como ele que estão aqui fora, em silêncio contemplando se deveria ou não sair da ESCURIDÃO? (n.T.: Estes projetos lembram, em muito, o que é contado na série de filmes centrados no personagem JASON BOURNE, interpretado por Matt Damon)

TOTAL RECALL: UMA GRANDE DECEPÇÃO
Governos ao redor do mundo, e o governo dos EUA, em particular, mentem para as pessoas numa escala sem precedentes, É colossal. As pessoas correm por aí preocupando-se com futilidades como o próximo programa de TV American Idol (no Brasil o próximo Big Brother, Danças dos Famosos, no Faustão, novelas, etc…) e levando banhos de propaganda pelo medo, exibição de pornografia sem parar, sobre a vida de pseudo “celebridades”, sem intervalo, transmitidos pela MÍDIA CONTROLADA, entretanto, controlada pelos membros da Cabala das Trevas, que controla a humanidade com a tecnologia altamente avançada e que já está a colonizar ativamente o espaço! Richard Dolan referiu-se a isso como a “civilização separatista”. Randy Cramer afirma que ele acredita (mas não verificou com sua experiência pessoal) que já temos colónias não apenas na Lua e em Marte, mas em todo o Sistema Solar e, talvez mais longe.
Existe a nítida possibilidade de que pelo menos parte dessa civilização separatista esteja em vigor e viajando no espaço mesmo antes da década de 1940. Nos últimos anos, temos visto denuncias de ex-militares surgirem, e que têm reclamado de terem visto a evidência de tecnologia avançada pelo homem que já existiam mesmo antes das nossas primeiras recuperações de UFOS alienígenas acidentados, o que sugere que pode ter havido civilizações altamente avançadas e com navegação espacial existente antes da nossa atual humanidade. Isto levanta muitas mais perguntas do que respostas e isso é provavelmente o tópico de uma conversa totalmente diferente, estamos a focar apenas o programa espacial secreto aqui.
O que nós sabemos como facto é que há uma “facção” no nosso planeta com acesso à tecnologia espacial incrível que opera completamente independente de qualquer governo ou supervisão militar. Eles são compostos por empreiteiros sem nome empregados por uma organização totalmente invisível e encoberta  como nunca foi visto, é a “Cabala das TREVAS” que Corey e Randy ambos se referem. Ao fazer alguma pesquisa para este artigo deparei-me com uma interessante história postada num fórum de mensagens de notícias popular alternativo.
A pessoa que publica a história era amigo de um general-brigadeiro de uma estrela aposentado, que passou 33 anos na Força Aérea. Eles referiam-se a contrato de projetos e, aparentemente trabalharam em conjunto em diferentes locais de trabalho. Este general aposentado revelou ao amigo que ele passou um tempo do seu dever em ambas as bases, a de Wright Patterson AFB e em Groom Lake (ÁREA 51) e admitiu ter nível (cleareance) superior de acesso a segredos, bem como uma “necessidade de conhecer”, de apurar o seu conhecimento em determinadas áreas, como ele se refere. Ele disse que viu hangares “gigantescos”, que eram fortemente vigiados e muitos de seus amigos da Força Aérea contavam histórias de verem grandes anexos incriveis e instalações subterrâneas que eram incompreensivelmente enormes (subterrâneas).
Mais importante, este ex-general afirmou que ele acreditava que essas enormes instalações subterrâneas não eram (e NÃO SÃO)  controladas pelo governo (FORMAL) dos EUA, mesmo que eles estejam dentro de uma base militar dos EUA, estas instalações eram controladas por um grupo externo não relacionados com os militares dos EUA. Ele acrescentou que as enormes instalações eram guardadas por pessoal sem insígnia, sem classificação, e nenhuma afiliação com a Força Aérea. (Fonte).
Já ouvi tudo isso antes, não só dos testemunhos do Sirius  Disclosure Project, mas a partir de minhas próprias relações pessoais com vários ex-pilotos da Força Aérea dos EUA. Certa vez, falei o que eu pensava que o projeto “Aurora” de aviões hipersónicos secreto parecia com meu bom amigo que é um Coronel e piloto de caça e bombardeiro aposentado da Força Aérea. A sua resposta foi que o Aurora “não se parece com isso.”Às vezes, a maior revelação pode vir na declaração mais curta, mas eu discordo …
OFICIAIS EXTRATERRESTRES
 
Entre fevereiro de 2001 e março de 2002 Gary McKinnon, um escocês administrador de sistemas, invadiu 97 computadores militares diferentes dos Estados Unidos e da NASA a partir da casa de sua namoradas em Londres sob o nome “Solo”. No objeto de relatório o agente informa o  seu objetivo final verdadeiro, que era descobrir evidências de OVNIs e tecnologia avançada suprimida do mundo comum. O que ele encontrou iria transformar a sua sentença pelo juíz com punição inicial de 6 meses de serviço comunitário em pedido de extradição para os Estados Unidos e punição de 70 anos de prisão. Gary disse que foi inspirado pelo Projeto de Divulgação do Dr. Steven Greer.
O Dr Greer reuniu um número de testemunhas muito credíveis para testemunhar em frente ao Washington National Press Club que eles tiveram conhecimento da existência da visita extraterrestre e de um programa espacial secreto. Uma das testemunhas, um ex-Sargento  da US Air Force chamado Karl Wolfe, falou sobre imagens do espaço que são propositadamente alteradas no Centro Espacial Johnson da NASA.
O escocês McKinnon invadiu os sistemas do computador do Centro Espacial Johnson e disse que encontrou uma imagem de alta definição de uma nave em formato de grande charuto sobre o hemisfério norte. O arquivo tinha 235 megabytes e era difícil de visualizar no seu computador desde que ele estava numa conexão dial-up de 57k usando uma conexão VPN no Windows XP. Ele baixou o arquivo até 4 bits de profundidade para que a imagem fosse carregar mais rápidamente e viu uma nave espacial de algum tipo que ele foi infelizmente incapaz de gravar. Informações um pouco mais controversas descobertas por McKinnon surgiram quando ele invadiu os sistemas do Comando Espacial dos EUA.
Ele afirma ter encontrado um documento em Excel que listava “oficiais não terrestres” e “nave para nave transportes” em uma frota naval que não existe. Quando foi pressionado para recordar os nomes das espaçonaves que viu listadas, Gary lembrou-se de duas: o USSS LeMay e  o USSS Hillenkoetter. Se isso for verdade, os nomes são muito significativos, de como é a designação “USSS”(United States Space [Star] Ship).
Toda esta informação aponta para a existência de uma frota de espaçonaves de guerra à MARGEM  DO MUNDO CONVENCIONAL e só serve para reforçar as informações liberadas por Corey, Randy e outros, que recentemente trouxeram o assunto à luz. Era a espaçonave que Gary alegadamente viu como parte do “Solar Warden Program Fleet”, uma frota espacial que veio à luz nos últimos anos?

Então, o que vemos com todas essas pessoas que saem do mundo das sombras (DARK SIDE-lado negro) é o que eu venho dizendo que acabaria por acontecer por estes anos de hoje. A torneira pingando da divulgação está a ficar mal fechada, vedada, rompeu-se! Nós vemos mais e mais pessoas a vir a público para fora da escuridão e surpreendentemente alguns deles são autorizados a fazê-lo pelos poderes constituídos.
Randy Cramer afirmou que recebeu permissão de seu comandante para ir a público com a sua informação, o que sugere que a Cabala percebeu que esta é a maneira ideal para eles permitirem a fuga da verdade sem perder a face e provocando agitação social. Esta é uma liberação da verdade de pressão lenta projetada para aclimatar gradualmente as massas ignorantes e DESAVISADA para o conceito de vida extraterrestre, a nossa interação com alienígenas e, em última análise, estes programas espaciais secretos que já estão em operação há mais de 50 anos.
Acredite em mim quando eu digo que há muito, muito mais coisas a acontecer nos bastidores do que estamos a par. Gosto de investigar as porcas e parafusos de um tópico e foi o que eu esperava fazer aqui. A questão fundamental é: existem vários programas espaciais secretos em operação, estamos longe de estar sozinhos no universo e temos sido enganados por tanto tempo quanto podemos nos lembrar.É hora de todos nós acordarmos como uma consciência coletiva e reconhecer o que está a acontecer e as informações que estão a ser reveladas para todos nós. (Agente K.)

terça-feira, 21 de março de 2017


O grande triângulo estratégico que está a modificar o mundo (e a contrariar os Illuminati que querem impor a sua Nova Ordem Mundial, continuando a manter o sistema atual com a predominância do eixo sionista/caucasiano. R).

11.03.2017, Federico Pieraccini - Strategic Culture

Domingo, 12 de março de 2017


Tradução: btpsilveira

(Minha tradução para português de Portugal sem alterar o sentido do texto. R)

Importantes mudanças mundiais acontecem dentro do grande triângulo estratégico em curso entre a Rússia, China e Irão, enquanto o resto do mundo continua a perder tempo tentando decifrar ou assimilar a nova presidência Trump.

 

 
Distante do atual caos nos Estados Unidos, grandes acontecimentos estão a acontecer a pleno vapor, com o Irão, Rússia e China coordenados numa série de movimentos significativos para o futuro do continente eurasiático. Com uma população total de mais de cinco mil milhões de almas, que constituem cerca de dois terços da população do planeta, o futuro da humanidade passa obrigatoriamente através dessa área imensa. Apontando para uma mudança de grande magnitude na ordem mundial que se baseia atualmente na Europa e nos Estados Unidos, em direção ao mundo multipolar monitorizado pela China, Irão e Rússia, os estados eurasiáticos preparam-se para um papel de liderança no desenvolvimento desse enorme continente. Como parte dos desafios que deverão enfrentar os líderes desses países multipolares, os eventos prejudiciais que se originam na ordem mundial Euro/Atlântica construída depois da Segunda Grande Guerra mundial terão que ser encarados.
(Nota: um mundo unipolar é aquele que está dominado por uma só potência, sem oposição alguma e exerce uma hegemonia absoluta. Nunca houve, e é a pretensão dos Illuminati que pretendem implantar a "sua" Nova Ordem Mundial. Um mundo bipolar é aquele em que duas potências que se enfrentam dominam o seu respetivo bloco à escala mundial, como aconteceu com os EUA e a URSS na guerra fria. Um mundo multipolar será aquele em que haja mais de dois focos de poder como se está a preparar atualmente pelos países que rejeitam a Nova Ordem Mundial dos Illuminati. R)
Analisando os principais projetos do continente eurasiático, uma coisa que se destaca é o papel da China, Rússia e Irão nas diferentes áreas sob a sua influência. O projeto One Belt, One Road (um cinturão, uma estrada, também conhecido como OBOR – ntrad) que foi proposto por Pequim (com investimento de cerca de um trilião de dólares dentro dos próximos dez anos); a União Económica Eurasiática  (Eurasian Economic Union – ntrad) proposta por Moscovo para integrar as antigas repúblicas soviéticas da Ásia Central e o papel do Irão no Médio Oriente como esforço para trazer de volta a estabilidade de prosperidade para a região – são todos de importância crucial para o desenvolvimento eurasiático. Claro que possuindo uma perspectiva multipolar, todos estes projetos convergem totalmente, e requerem desenvolvimento conjunto e coordenado para que resultem realmente no sucesso do continente eurasiático.
Neste sentido, as principais áreas de grande agitação incluem aquelas sob a esfera de influência destes principais países eurasiáticos. As principais concentrações de turbulência podem ser facilmente identificadas no Médio Oriente e no Norte da África, isso para não fazer menção ao Golfo Pérsico, onde a guerra criminosa da Arábia Saudita contra o Iémen continua sem tréguas há 24 meses.
Uma fonte de cooperação: o terrorismo islâmico
A fonte comum de instabilidade no continente eurasiático resulta do terrorismo islâmico, utilizado pelas grandes potências ocidentais como um instrumento de divisão e conflito. Assim, o papel de sauditas e turcos, alimentando e espalhando o Wahhabismo, bem como a Irmandade Muçulmana significa que eles estão diretamente contra a estabilidade pretendida pela esfera Russa, Chinesa e Iraniana. Previsivelmente, o papel de Teerão na região tornou-se decisivo, com o apoio total, financeiramente da China e militarmente da Rússia. Hoje, o Irão é o país no qual a influência sino/russa se manifesta em todos os níveis, na região e além dela. A deterioração da situação militar na Síria, no entanto, obrigou Moscovo a intervir militarmente para ajudar à Síria, aliado regional mais importante do Irão na região, mas ao mesmo tempo providenciou uma desculpa perfeita para conter a influência da Arábia Saudita e da Turquia na região. O Crescente Xiita em ascensão, que liga o Irão, Iraque, Síria e Líbano, é de importância vital para quem quer estabelecer ou manter a influência de um mundo multipolar na região. Até agora, Washington tem sido capaz de impor os seus assuntos através de ações levadas a termo pela Arábia Saudita e Turquia, seus submissos ativos regionais, cujos interesses se alinham sempre com os mesmos de elementos sionistas, neoconservadores e Wahhabis que existem no estado profundo dos Estados Unidos. Washington quer claramente manter e preservar a ordem mundial de um mundo unipolar através dos seus aliados regionais, com o objetivo de se manter o principal árbitro nas questões do Médio Oriente, uma área que reflete a instabilidade desde o Golfo Pérsico até ao Norte de África.
Não é de admirar, portanto, que Moscovo tente manter relações especiais com o governo egípcio que sucedeu a Irmandade Muçulmana de Morsi, com a intenção de conter a influência saudita/(norte)americana no Cairo e no Norte de África, especialmente na sequência da destruição da Líbia de Kaddafi. Os sinais emitidos por Al Sisi são encorajadores e representam um exemplo claro de um mundo multipolar em construção. O Egito aceitou financiamento saudita durante a época de elevada tensão entre Doha e Riad, o que representava um movimento de fraqueza óbvia do Cairo, especialmente depois do golpe que removeu Morsi, o qual era apoiado pelo Catar, Turquia e Estados Unidos. Hoje, o Egito está feliz em cooperar com Moscovo, especialmente no que diz respeito a armamentos (a compra de dois navios Mistral da França representa futuras compras de armamento de Moscovo; da mesma forma, é o caso de desenvolvimento de fontes de energia nuclear, que seria alternativa para a importação massiva de petróleo da Arábia Saudita, a qual foi suspensa por Riad, logo depois do início do diálogo entre o Cairo e Damasco). O Egito trabalha para estabelecer uma posição estratégica na região, cada vez mais influenciada pelo triângulo russo/sino/iraniano (conversações sobre a inclusão do Egito na EAEU [União Económica Euroasiática- ntrad] Estão em andamento já há algum tempo), embora não descarte completamente a contribuição económica da Arábia Saudita e dos Estados Unidos. Por outro lado, a influência de Turquia e Irão é rejeitada e declarada hostil, principalmente por causa do contínuo relacionamento com a Irmandade Muçulmana, uma das maiores preocupações do país no Sinai.
A estabilidade no Médio Oriente e no Norte de África depende de uma expansão do papel mediador do Irão; de importantes contribuições financeiras da República Popular da China (pense um pouco na situação da Líbia e na reconstrução da Síria); e de uma cooperação militar da Federação Russa. A importância de focar nestas áreas jamais será superestimada, já que representam os primeiros passos na direção de uma reestruturação mais fundamental da Nova Ordem Mundial em partes diferentes da massa continental eurasiática.
Síria, um caso de estudo: o Cáucaso, a Ásia Central e AfPak (região do Afeganistão/Paquistão – ntrad)
Ao prestarmos atenção aos perigos que representam um Islão politizado e o extremismo wahhabista, sempre vêm à mente três áreas do continente eurasiático para considerações: as antigas repúblicas soviéticas da Ásia Central; a fronteira sempre problemática entre o Afeganistão e Paquistão e a área do Cáucaso. Nestas áreas, a cooperação entre a China, Rússia e Irão está mais uma vez a desempenhar um papel chave, e presenciamos muitas tentativas de mediação de tensões e conflitos que podem ser potencialmente catastróficos para o desenrolar de projetos económicos e de desenvolvimento. Os ataques terroristas que aconteceram recentemente na cidade de Lahore, capital da província do Punjab no Paquistão, mostram a verdadeira face da cooperação entre o Afeganistão e o Paquistão, decididamente encorajada pela China e pela Rússia. Logo após uma breve troca de tiros entre militares dos dois países na fronteira comum, um acordo foi arranjado entre Kabul e Islamabad para reduzir as tensões e fazer progredir conversações de paz fortemente apoiadas por Moscovo e Pequim. A necessidade de interromper a escalada de tensões entre Paquistão e Afeganistão é um dos principais objetivos de Rússia e China, naquela que é uma das regiões mais instáveis do mundo e pela qual deverão transitar os futuros projetos liderados pela aliança Irão/Rússia/China. A instabilidade dessa área em particular depende em grande parte do papel que a Índia, Arábia Saudita, Estados Unidos e Turquia pretendem desempenhar para colocar um contrapeso ao papel do trio eurasiático. Assim, não é por coincidência que Moscovo tenta várias formas de entendimento complexo com cada um desses atores. A Arábia Saudita e a Turquia são os centros de controlo e administração do terrorismo internacional, e a influência negativa de Riad e Ancara é sentida desde a Líbia e a Síria, até ao Paquistão, Afeganistão e o Cáucaso. Aqui, o fator determinante não é exercido pelos Estados Unidos, embora Washington não tenha nenhum pejo em encorajar quaisquer esforços destrutivos diretos contra a integração do continente eurasiático.
No papel representado pela Rússia e pela Turquia, o primeiro ponto positivo de entendimento parece ser a Síria, e pode, caso seja encontrado um resultado positivo para o conflito, representar a pedra fundamental sobre a qual se poderá construir uma cooperação estratégica em áreas como a AfPak e Ásia Central. Neste sentido, os incentivos do corredor energético representado pelos oleogasodutos, nos quais o principal empreendedor é a Rússia, não pode ser subestimado, como é o caso, por exemplo, do Turkish Stream. Também no Cáucaso, que é outra área de instabilidade acentuada, o papel desempenhado pela Rússia e Irão foi decisivo durante os quatro dias da Guerra em Nagorno-Karabakh.
Em relação ao campo energético, é certamente um grande fator de interesse para a Arábia Saudita, que há tempos observa a diversificação do setor energético com atenção, em especial a energia nuclear civil, campo no qual a Rússia tem posição de liderança mundial. Moscovo diversifica o seu jogo, valorizando as suas cartas ao prover cooperação económica e militar com os seus parceiros mais próximos (Irão, China, Síria, Cazaquistão, Tajiquistão e Quirguistão); fortalecendo as alianças bilaterais através de incentivo na forma de cooperação em sistemas de armamentos (Índia, Paquistão e Egito); e cooperação no setor de energia com países tão distantes como Catar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, na intenção de abrir brechas que lhe permitam alcançar acordos geopolíticos mais amplos.
Toda a estratégia das três principais nações eurasiáticas dirige-se primariamente para a consolidação das suas fronteiras nacionais com os países das regiões mais turbulentas. A recente viagem de Putin ao Cazaquistão, Tajiquistão e Quirguistão tinha o objetivo de fortalecer a parte mais vulnerável da Federação Russa, ao eliminar a ameaça e influência do terrorismo islâmico radical, permitindo a expansão da cooperação económica na União Eurasiática. Embora não seja uma tarefa fácil, há o encorajamento da perspectiva de ganhos de parte a parte para as nações envolvidas, com acordos bilaterais mutuamente vantajosos, em vez de imposições. De certa forma, é o que a República Popular da China também tenta fazer na Ásia Central, uma das regiões mais voláteis do planeta, esforçando-se para estabelecer acordos e expandir o conjunto dos seus recursos energéticos, como ocorreu recentemente no Turcomenistão. Outro exemplo da redução de ameaças no continente eurasiano pode ser visto na província chinesa de Xinjiang, onde a China colocou os seus esforços numa área onde existe a necessidade urgente de minimizar as tensões políticas e sociais, caso se queira evitar o sucesso de esforços estrangeiros para desestabilizar a China, a partir principalmente da Turquia, através de seu aliado Turcomenistão.
Neste contexto, o papel mais difícil de entender é o desempenhado pela Índia, encaixotada dentro de sentimentos contrários ao Paquistão e China, bem como uma antiga sujeição aos Estados Unidos e uma boa amizade histórica com a Federação Russa. As ações de Nova Deli nesta parte do mundo são as mais difíceis de decifrar, vendo-se os inescrutáveis esforços da Índia para avançar na direção dos seus objetivos estratégicos. A importância estratégica de Moscovo e Teerão é essencial para equilibrar a posição da Índia. Historicamente, a Índia é um parceiro importante da URSS, e em anos mais recentes o exército hindu continua a desenvolver projetos militares importantes com a Federação Russa. Mais recentemente, a República Islâmica do Irão contribuiu muito para a diversificação dos suprimentos de energia da Índia. O facto de que Teerão é um parceiro privilegiado de Pequim mostra como se parece um mundo multipolar, e também ajuda a equilibrar o sentimento de antipatia contra a China, profundamente enraizado no establishment hindu. Neste caso, a Rússia e o Irão desempenham claramente o papel de mediadores entre a China e Índia. O facto de que tanto a Índia quanto a China são compradores importantes de gás do Irão, bem como o facto de que tanto a China quanto a Índia cooperam com a Rússia em termos militares, ajuda a compreender como Moscovo e Teerão estão pouco a pouco eliminando Washington e amenizando o sentimento contra a China na Índia.
As tensões dos fãs de Washington na Índia são cada vez mais afastadas, não apenas porque trazem dificuldades para a necessidade do país de criar um ambiente confiável de desenvolvimento sem excluir qualquer oportunidade de parceria. O maior e mais difícil desafio é o processo de paz entre o Afeganistão e Paquistão, o qual vai contra os interesses geopolíticos da Índia na região, nesta questão alinhados com a posição (norte)americana. Para amenizar a situação, é necessária grande cooperação conjunta. A SCO – Shanghai Cooperation Organization (Organização de Cooperação de Xangai – ntrad) tentará construir um quadro dentro do qual se discuta e se encontre acordos possíveis entre todos os participantes envolvidos. Mais uma vez, uma conversação regional entre poderes eurasiáticos não incluirá a velha ordem mundial composta pela Europa e Estados Unidos.
Não se pode declarar que o esforço exercido pela China e Rússia na Ásia Central são exagerados por causa da importância dos recursos energéticos potencialmente disponíveis. Isso para não mencionar a futura possível cooperação entre duas áreas económicas gigantescas, como a União Europeia e Ásia, que deverá fluir através da Ásia Central, transformando a União Eurasiática em uma ponte dourada ligando a Europa e a Ásia. Até agora, a Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO – Collective Security Treaty Organization – ntrad) portou-se apenas como uma organização nos moldes da SCO, que tem a tendência de priorizar a luta contra o terrorismo; mas é vista cada vez mais como um lugar disponível para conversações, uma organização que pode oferecer um caminho para a cooperação económica e que oferece prioritariamente as bases para a estabilização territorial da região. Nesta área do planeta, a prosperidade económica depende profundamente da estabilidade militar e política.
Resumindo, trata-se do principal desafio que a Rússia, China e Irão estão a encarar, nomeadamente, arrefecer as zonas quentes (Médio Oriente, Golfo Pérsico e Norte de África) através da erradicação do problema do terrorismo, e evitar nova escalada de tensões nas regiões vizinhas que se situam dentro da sua esfera de influência (o Cáucaso, Afeganistão/Paquistão e Ásia Central). Assim, evitam uma desestabilização destrutiva.
Somente quando um quadro internacional estiver firmemente implementado nestas áreas, estabilizando-as totalmente, será possível uma grande e abrangente cooperação económica que terá significado histórico. Neste sentido, a admissão da Índia e do Paquistão na SCO foi o primeiro passo de um acordo complicado arranjado pela China e Rússia e que cobriu uma dúzia de nações. A mesma situação será observada com a futura entrada do Irão na SCO, com o objetivo específico de aumentar a influência da SCO em áreas instáveis como o Golfo Pérsico e Médio Oriente. Da mesma forma as discussões relativas à entrada do Egito na SCO como membro efetivo é destinada a expandir a influência positiva da SCO em lugares tão longínquos quanto o Norte de África.

As fundações desenvolvimentistas que a Rússia, China e Irão estão a arquitetar destinam-se a tornar irrelevantes os Estados Unidos nos seus esforços para esticar o seu momento unipolar. Ao combinar o desenvolvimento económico e demográfico dessas áreas com a população do continente eurasiático, é fácil entender como, no espaço de duas décadas, se tanto, a área que vai de Portugal à China e que inclui dúzias de nações em todas as latitudes e longitudes e que se estende desde as regiões Árticas da Federação Russa até as praias da Índia no Golfo Pérsico, deverá ser o pivô central a girar a economia mundial. A combinação dos corredores de mar e terra fará do continente eurasiático o coração do mundo, não apenas em termos de produção mas também em negócios e consumo, devido ao crescimento da riqueza da classe média dessas áreas do planeta.
Numa visão estratégica que historicamente incorporou décadas de planeamento, Teerão, Moscovo e Pequim conseguiram compreender totalmente que a estabilidade é o objetivo principal a ser conquistado para promover o desenvolvimento económico efetivo que beneficie todas as nações envolvidas. Na Ásia, a ASEAN (Association of Southeast Asian Nations – Associação das Nações do Sudeste Asiático – ntrad) começou a agir de forma menos beligerante com a China. Embora Pequim continue a assegurar os seus interesses estratégicos com a construção e militarização de ilhas artificiais no Mar do Sul da China. O presidente Duterte, das Filipinas, parece ter compreendido os ganhos potenciais de uma cooperação multipolar, e a recente guinada estratégica efetuada pelo seu país está a mostrar o caminho para todas as nações asiáticas, especialmente na sequência do fracasso do projeto de livre comércio denominado TPP (Trans-Pacific Partnership), abandonado por Washington, que o projetara. Pertence ao futuro o papel que deverá ser representado pelo velho continente europeu, desde que continua amarrado à estratégia (norte)americana, focada em isolar a Rússia, China e Irão e comprometido em promover a hegemonia de Washington a qualquer custo, mesmo que isso envolva uma espécie de suicídio económico, como pode ser visto nas sanções contra a Federação Russa motivadas pelos acontecimentos na Ucrânia.
Embora não se possa predizer, não se pode da mesma forma excluir uma mudança de direção pela Europa, como resultado direto das políticas fracassadas de se ajoelhar perante os interesses dos Estados Unidos em detrimento dos interesses dos cidadãos europeus. Não é por acaso que muitos partidos europeus, considerados populistas ou nacionalistas, têm mesmo a intenção de se voltar para o oriente, na busca de uma cooperação que por longo tempo vem sendo evitada pela estupidez das elites ocidentais.
China, Rússia e Irão parecem ter mesmo a intenção de acelerar o projeto de uma cooperação global e não mostram disposição para fechar a porta a qualquer ator de fora da Eurásia, especialmente em um mundo cada vez mais globalizado e interconectado. Dê uma olhadela nas ligações da República Popular da China com projetos de desenvolvimento em países da América Latina para entender como a dimensão ciclópica dessa vontade de incluir todas as nações sem exceção. É sobre essa fundação que a nova ordem mundial multipolar está assentada, e cedo ou tarde as elites europeias e (norte)americanas terão que entender. O dilema que a elite ocidental tem uma dificuldade enorme de assimilar é o facto de que o seu papel será diminuído na futura ordem mundial: os Estados Unidos e a Europa não mais serão protagonistas, e sim atores em pé de igualdade no elenco internacional. A ordem multipolar está a todo o vapor, deixando sem tempo e em crise o mundo unipolar. Como reagirão europeus e (norte)americanos? Aceitarão o papel de fazer parte do elenco em pé de igualdade ou rejeitarão a mudança histórica inexorável, relegando-se ao papel de um doloroso processo de aniquilação e esquecimento?
Postado por Dario Alok às 11:34

domingo, 19 de março de 2017


DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL

 
O desejo é a grande tentador da humanidade e como já expliquei uma vez temos três corpos essenciais para a evolução na Terra (o quarto corpo, o do pensamento, é mais complicado de explicar): O Corpo Físico, o Corpo Vital e o Corpo do Desejo, cada um ao serviço das três essências, o Corpo, o Espírito e a Mente (Alma). Quando adormecemos, por exemplo, o corpo Físico precisa de se regenerar e o nosso Espírito (com os corpos Vital e do Desejo) retira-se e vagueia pelos seus mundos, nas chamadas "viagens astrais" sempre ligados ao Corpo Denso pelo cordão de prata.

Como comecei a dizer, devido ao desejo tentador, a oração ao Pai Nosso, para este Corpo dos Desejos, é "Não nos deixeis cair em tentação". O desejo é bom quando cumpre os objetivos do espírito, mas quando se inclina para algo degradante, como acontece quase sempre neste mundo, pela ação tentadora dos seres do submundo invisível, temos de pedir sempre para "não cair em tentação". Por meio de nobres aspirações, o que é difícil, devemos transcender o Amor egoísta que busca a posse de outro corpo, e todo o desejo de fortuna, poder e fama, fundados em razões pessoais egoístas.

A oração para a Mente é "livrai-nos do Mal". A Mente, otimizada na Alma, resulta da experiência de vida da dupla Corpo/Espírito, no mundo material, porque cai-se sempre na tentação de seguir os desejos, indiscriminadamente. Nos animais e nos deficientes mentais, por exemplo, admite-se que possam seguir os desejos sem restrições porque não têm a noção do Bem e do Mal. O ser humano já tem essa noção que adquiriu quando se tornou consciente de si (Abriu a visão mental). Os que dão atenção ao seu espírito interior e tentam desenvolver-se espiritualmente, conseguem manter a ligação com o Espírito de Deus, o Espírito Santo, e passam a "saber" e "conhecer". Os que mergulham por completo na matéria, sem "alimentarem" o seu espírito, perdem esse contato, tornando-se pessoas triviais, fúteis e sem ideais.

Jesus Cristo, ensinou-nos a oração adequada para a manutenção dos veículos que constituem o ser humano. O PAI NOSSO. Esta oração tem muito poder e "alimenta" o espírito e a Mente, pelo que deve ser feita frequentemente, não para andar a pedir constantemente a Deus, mas como introito a uma "conversa" com o Pai, a louvá-lo, a agradecer, e a reforçar os veículos que permitem o nosso desenvolvimento no mundo material e o acumular de experiências para o nosso Espírito que continuará a evoluir por outras dimensões, ou Céus, até a identificação total com o Mundo da Luz, o Paraíso.

Para o Corpo Denso, por exemplo, a oração diz "O pão nosso de cada dia nos dai hoje". E para o Corpo Vital, "Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores".

O Corpo Vital é a sede da memória, Nele estão arquivadas, subconscientemente, as lembranças de todos os acontecimentos passados, bons ou maus. A dificuldade está em aceder a elas.

Quando da regeneração do Corpo Denso, o Corpo Vital que sai já está devidamente organizado. É a exata contraparte do Corpo Denso. No entanto o Corpo dos Desejos e a Mente não estão devidamente organizados, mas são úteis, porque estão ligados ao Corpo Denso, este altamente organizado. Separados dele são instrumentos pouco úteis. Por isso, antes do homem se poder separar do Corpo Denso, precisa de despertar os centros sensoriais do Corpo dos Desejos.

No dia-a-dia, o Ego está dentro dos seus corpos e as suas energias dirigem-se diretamente para o exterior. Toda a vontade e energia humana são empregadas no mundo externo (o que os seres do submundo invisível tanto apreciam e precisam), tornando muito difícil trabalhar na formação dos seus veículos. Será durante o sono, em que o Corpo Denso perde a consciência do mundo e o Ego está fora dos seus corpos, que esse trabalho se realiza.

Para isso é necessário o ser humano alhear-se por completo do mundo externo que, fora do sono, só é possível pela concentração. Neste estado o espírito pode atuar internamente e sensibilizar devidamente os seus corpos.

Quando se consegue atingir voluntariamente este estado de concentração, fecham-se os sentidos e a pessoa encontra-se como se estivesse em sono profundo, se bem que o espírito permaneça nos veículos plenamente consciente.

A maioria das pessoas já experimentou este estado, em algum grau, como por exemplo ficar absorvido na leitura de um livro. Nesses casos, vê as cenas descritas pelo autor e perde toda a noção do ambiente externo, ao ponto de ser insensível ao som, às palavras que lhe dirigem e a tudo o que o rodeia. No entanto, está plenamente consciente do que está a ler, do mundo invisível criado pelo autor. Vive nele e sente o bater dos corações dos personagens. Deixa de ser independente porque está limitada pela vida que o escritor criou naquele livro.

Deste modo, com o treino adequado, quando alcançamos o estado apropriado de absorção, quando os sentidos estão completamente fechados, o pensamento concentra-se nos diferentes centros sensoriais do Corpo dos Desejos e estes começam a girar. A princípio o movimento é lento e difícil mas, gradualmente, os centros sensoriais do Corpo dos Desejos preparam lugar dentro dos corpos denso e vital, e estes também se acomodarão à nova atividade, até que o Corpo Vital conseguirá sair voluntariamente do Corpo Denso e iniciar uma viagem astral.

Mas antes de aprender a técnica de deixar voluntariamente o Corpo, deve-se preparar o Corpo dos Desejos durante o sono, uma vez que este Corpo, em algumas pessoas, fica organizado antes da separação do Corpo Vital.

Com o tempo, verificar-se-á que os sonhos se tornam menos confusos. Mais tarde, com a experiência adquirida, os sonhos ir-se-ão tornando mais vividos e perfeitamente lógicos. Ao contrário dos sonhos anteriores em que a consciência (Ego) saiu do corpo denso, acompanhando o espírito, onde tudo é permitido e se executam ações completamente absurdas que nunca executaríamos no estado de vigília, agora já reagimos de forma razoável, como se estivéssemos acordados. Se algum lugar onde se passou o sonho for acessível poder-se-á comprovar a realidade do sonho, se tomarmos nota de algum pormenor físico da cena para que, no dia seguinte, possamos verificar.

Eu, por exemplo, há muito que tenho sonhos com estas características e saídas astrais. Os sonhos normalmente são a preto e branco e as viagens astrais são a cores, com cheiros e outras perceções muito mais claras. Algumas viagens astrais assustaram-me, pela nitidez e realidade do que estava a ver, noutros locais do globo, para onde fui transportado.

Quanto ao sonho, propriamente dito, cheguei ao ponto de ter uma vida em paralelo, ou seja: É um sonho interminável em que os episódios têm sequência, de dia para dia, como se vivesse noutra dimensão, ou mundo paralelo. Os pormenores são exatos e a sequência da história é tão normal como a minha vida real agora. Não acontecem todos os dias. Pelo meio tenho outros tipos de sonhos, suponho que provocados por atos do dia ou para resolução de algum problema ou sobre algum filme que me tenha impressionado na TV. De resto, quando sonho na outra dimensão (como lhe chamo) a sequência segue a narrativa existente. Para concluir: sonho muito, o que acho excelente, porque é neste período que o corpo Físico se regenera, quer no estado consciente, quer inconscientemente. Este fenómeno é ainda um mistério, mas culturas antigas, como a dos indígenas australianos insistem que vivemos num sonho. Para eles nós estamos num "mundo de sonho" e por vezes visitamos o mundo real. Será?

Tudo isto se passa dentro de nós. Independentemente de termos consciência (pelo estudo e saber) ou não termos a mínima ideia do que se passa, tudo acontece assim como a maioria das ações que permitem o corpo viver são instintivas. Assim como o nosso corpo atua com atividade autónoma na maior parte da sua manutenção e apoio da vida, como o respirar, o bater do coração, a ação filtrante dos rins e todas as outras tarefas necessárias como manter o equilíbrio, ver ao longe e ver ao perto, evacuar, mobilizar anticorpos para combater bactérias invasoras, cicatrizar feridas, levar o alimento necessário a cada célula do corpo, etc, estas ações do espírito também são autónomas e processam-se independentemente da vontade do Corpo e da Mente.

Há ações voluntárias, como contrair músculos para movimentar o corpo e algumas outras, mas muito poucas. Se todas estas ações forem estudadas tem-se conhecimento de como se processam e nalguns casos pode-se influenciar o seu funcionamento pela força de vontade. É o que acontece com a manipulação, ou ajuda, no desenvolvimento dos Corpos regidos pelo espírito.

Quando nos deitamos deveríamos todos fazer um exame retrospetivo sobre tudo o que aconteceu durante o dia, com a finalidade de julgar as ações, se agimos corretamente e com objetividade não dando lugar a falsas interpretações, e podermos rever a nossa atitude moral relativamente a cada acontecimento. É de um valor enorme este exame para o restauro do equilíbrio entre os veículos, porque estamos plenamente conscientes. O Corpo dos Desejos saberá rapidamente o que fazer durante o sono, com muito mais rapidez do que no processo normal do sono.

Com estes exames retrospetivos vamos expurgando diariamente as experiências indesejáveis do nosso subconsciente e extraímos a essência dos atos que promovem o crescimento da Alma.

E, pelo Espírito Santo, conectado com o nosso Espírito, quando estivermos prontos para entrar na câmara do conhecimento, os nossos olhos abrir-se-ão. Conheceremos a "chave da Vida", a experiência da Vida consciente, sem necessidade do Corpo Denso.

 

R.