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domingo, 18 de fevereiro de 2018


O CÉU E O INFERNO

Para os curiosos e todos aqueles que não sabem no que acreditar, este trecho que encontrei desmistifica as versões tão assustadoras, do fogo e chamas devoradoras, das doutrinas mais radicais que, na época, acharam que se assustassem de tal maneira as pessoas estas se reconverteriam mais rapidamente. Mas isso foi num momento da história em que, praticamente, todo o ocidental, no berço da civilização "moderna" e mais sofisticada, estava totalmente dominado pela forte Igreja de Roma e não conhecia outras doutrinas ou filosofias de vida. Eram povos ignorantes e todos aqueles que quisessem estudar e evoluir eram imediatamente reprimidos pela força. O inferno será, então, o mundo material da mais baixa densidade em que houve o corte total com o mundo de Deus. É o mundo sem espírito, um lugar de "trevas" ininterruptas e absolutas. Não trevas literais, físicas, mas as trevas da maldade, perversão e impiedade. O inferno será um lugar do qual toda a bondade terá sido expurgada. Quando o mundo der o salto para a outra dimensão mais elevada (que está muito perto de acontecer, conforme profetizado e mitos de antigas civilizações) em que só conseguirão passar os seres que mantêm o contato com o Espírito Santo, todos aqueles que se desvincularam de Deus, escolhendo o mundo da carne, do vício, esquecendo-se da sua origem do mundo do espírito, ficarão nesta dimensão da carne corrupta e finita, vivendo num autêntico inferno (sentido figurado) e no silêncio vazio de um mundo passado, negro e morto.
(Traduzi o texto para português de Portugal. R)

O Céu: o lar é onde está o Pai

Naquele trecho maravilhosamente confortante em João 14:1-3, Jesus tenta acalmar a angústia de seus discípulos que o anúncio de que ele iria aonde eles não poderiam seguir havia causado (João 13:33-37). As suas advertências sobre traição tê-los-iam mistificado e confundido, até magoado. Eles compreendem pouco do que ele está a falar, mas o que tem causado um estremecimento nas suas almas é a notícia de que ele iria aonde eles não poderiam ir. A ideia da perda da sua presença amedrontavam- nos e derrotavam-nos.

Jesus garante aos discípulos que a sua partida não é um abandono, mas sim por consideração a eles - para que ele pudesse ir preparar um lugar para eles com o seu Pai. Eles estariam separados por um tempo, disse ele, para então estarem juntos para sempre.

Alguns pensam que Jesus falava da igreja, da área de uma nova relação com Deus através da morte redentora do Filho (1 Timóteo 3:15; Hebreus 3:6). E a ideia de que o lugar que Jesus promete preparar para os seus discípulos começa nesta vida, não é sem mérito. No contexto desta mesma conversa Jesus mais tarde disse: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele a nossa morada" (João 14:23). Mas a morada com que Jesus consola os seus discípulos em 14:1-3 pareceria necessariamente incluir o transcendente e final. Como tem observado Leon Morris, "Muito atraente é a sugestão de Milligan e Moulton, que 'a casa do meu Pai' inclui a terra assim como o céu, de modo que onde quer que nos encontramos estamos naquela casa. Mas por este ponto de vista não é fácil entender porque Jesus deveria 'ir' a fim de nos preparar um lugar" (Evangelho de João, p. 638).

A questão sobre o céu que vem à tona nesta experiência de Jesus com os seus discípulos é que não é tanto um mero lugar, quanto um relacionamento que tem alcançado na sua máxima intimidade e proximidade, um lugar com Deus e o seu Filho. Como se tem apropriadamente observado, "Não é no céu que encontramos Deus, mas em Deus que encontramos o céu". Não é nos nossos arredores que o céu se encontra mas em Deus. É verdade que João nas suas visões vê uma cidade com ruas de ouro, paredes de jaspe e portas de pérola (Apocalipse 21), mas aquela cidade representa muito mais a glória do povo redimido de Deus do que as circunstâncias em que eles deverão viver, e é afinal de contas apenas a figura da verdadeira coisa (veja Apocalipse 19:8, 2:2 e Hebreus 12:22-24).

É triste ver cristãos que pensam no céu simplesmente como um lugar maravilhoso onde não haverá mais sofrimento, mágoa ou morte. Tudo isso sobre o céu é verdadeiro, mas a estreitura do foco faz-nos lembrar de uma noiva que se gaba sem parar da mobília magnífica do novo lar sem dizer nem uma palavra sobre o futuro marido. Aqueles que entre nós foram casados por algum tempo qualquer sabem que o lar é aonde está a amada, e apenas esse facto ilumina qualquer lugar com alegria. Nunca foi o lugar, mas sim pessoas, que nos trazem contentamento e satisfação, e a última expressão dessa verdade é que Paraíso é estar onde Deus e Cristo estão. Eles são totalmente suficientes para iluminar o lugar com glória (Apocalipse 21:23). Não é o objetivo de Deus que o seu povo deveria conhecer o amor ilimitado de Cristo e ficar tomado de toda a plenitude de Deus? (Efésios 3:19). E poderia estar a faltar qualquer coisa a esses que vivem na intimidade perfeita com aquele que é "corporalmente, toda a plenitude da Divindade" (Colossenses 2:9-10), e a "plenitude daquele que a tudo enche em todas as cousas" (Efésios 1:23)? Nós talvez deveríamos passar mais tempo a aprender sobre Jesus e viver próximo a ele, do que contemplar todas as maravilhosas acomodações celestiais. Eu tenho a distinta impressão de que Deus não estará a convidar pessoas totalmente desconhecidas para viverem com ele em sua casa. "Mas que espécie de corpo iremos possuir?" pergunta número um, e "iremos reconhecer-nos um ao outro no céu?" indaga outro. Eu não estou a condenar a curiosidade, mas aqueles que estão seriamente preocupados com tais coisas têm falta de confiança no poder daquele "que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos" (Efésios 3:20). Por mim mesmo, estou inteiramente satisfeito em deixar os planos e acomodações nas mãos de Deus. Francamente, não estou tão certo de que iremos prestar qualquer atenção aonde é que estamos pela alegria de estarmos com o nosso Pai e o Filho que nos trouxe a ele, sem mencionar todas aquelas pessoas maravilhosas que o têm amado da mesma maneira que nós.

O Inferno: o último vácuo

Sobre o inferno C. S. Lewis uma vez escreveu: "Não há nenhuma doutrina que eu removeria de mais bom grado do cristianismo do que isto, se eu tivesse o poder. Mas essa doutrina tem o pleno apoio das Escrituras, e sobretudo das próprias palavras do nosso Senhor."

Lewis não está sozinho no seu temor da verdadeira ideia do inferno. É um assunto que pode causar um calafrio de horror em qualquer coração. Mas a verdade é que o inferno não é um acréscimo arbitrário. Ele é essencial ao céu e à própria existência de um Deus justo.

Não pode haver um paraíso sem um inferno, não somente porque o evangelho fala de ambos, mas porque se não há um inferno todos os caminhos conduzem ao mesmo local. E se todos os caminhos conduzem ao mesmo local, não faz diferença qual caminho você toma, e bondade e maldade cessam de existir. A presença de um Deus justo num tal mundo seria inconcebível!

O inferno faz uma diferença infinita. A altura da montanha é medida pela profundidade do vale. É o inferno que faz o paraíso. A grandeza da salvação é vista em oposição ao horror da condenação. É exatamente o inferno que tememos, que fala de um Deus moral, que rege num mundo moral onde bondade e maldade se diferenciam, ambos em caráter e em consequência. O céu e o inferno não podem ser separados. Como Lewis também uma vez observou, "Eu não tenho conhecido ninguém que houvesse completamente descrito sobre o Inferno e que tivesse também uma convicção viva e vivificante sobre o Céu". No evangelho de Cristo o conceito do inferno é inevitável.

A palavra grega traduzida por nossa palavra inferno é gehenna. Ela é derivada do Vale de Hinom ao sudoeste de Jerusalém, onde crianças eram sacrificadas nos fogos do deus Moloque durante o reino dividido (2 Crónicas 28:3; 33:6) e foi por essa razão profanado por Josias a fim de terminar o costume (2 Reis 23:20). Jeremias chamou-o de Vale da Matança por causa dos cadáveres que em breve ali seriam amontoados pela arremetida babilónica (Jeremias 7:32; 19:6). O vale tornou-se uma metáfora para morte, corrupção e incêndio.

Há várias razões para acreditar na existência do inferno, mas nenhuma tão convincente como a que Jesus mesmo disse. Das onze vezes que gehenna aparece no Novo Testamento, todas, exceto uma, vêm da boca do Senhor (Tiago 3:6). É Jesus que em todo o Novo Testamento pinta a figura mais gráfica do julgamento dos condenados, advertindo aos seus ouvintes severamente de tal destino (Mateus 5:22,29; 10:28; 23:15,33; Marcos 9:45-48; Lucas 12:5). Ele pinta o inferno como uma fornalha de fogo eterno e um processo interminável de corrupção (Mateus 25:41; Marcos 9:48). São trevas enchidas de um choro angustiante, um lugar de castigo eterno (Mateus 8:12; 25:46).

Este fogo, estas trevas, devem ser subentendidos literalmente? Talvez não, pois o diabo e os seus anjos que não possuem corpos materiais deverão sofrer a mesma sorte. Mas não há qualquer consolo nisso. Linguagem figurada é usada quando palavras comuns falham. A realidade do inferno será muito pior do que as figuras sugerem. O inferno é o lugar onde Deus não está, e poucos de nós têm seriamente contemplado como seria a absoluta ausência de Deus.

O inferno, em última análise, não é algo que Deus tenha acrescentado ao destino dos incrédulos, mas sim a consequência natural das escolhas que eles têm feito. Há afinal somente duas espécies de pessoas: aquelas que dizem a Deus, faça-se a tua vontade, e aquelas a quem Deus diz, no final, faça-se a tua vontade. Todos os que irão para o inferno ali estarão porque escolheram contra a vontade e a misericórdia de Deus. E o que têm escolhido?

Eles têm escolhido afastar-se de Deus e de todas as suas qualidades. Isso significa que desde que Deus como Criador tem dado à vida o seu propósito e sentido, a vida no inferno será eternamente sem sentido e inútil. Será uma terra cinzenta e desesperada, destruída de esperança e sonhos.

E porque Deus é amor (1 João 4:8), o inferno será um lugar onde não haverá amor. Nele estará a miséria empilhada de todo o ódio, malícia, inveja e ciúmes que jamais houve. Não haverá nenhuma compaixão, nenhuma meiguice, nenhuma atenção, nenhuma preocupação desinteressada por outros; somente o choro ininterrupto de egoísmo.

E porque Deus é luz (1 João 1:5-6), o inferno será verdadeiramente um lugar de "trevas" -- ininterruptas e absolutas. Não trevas literais, físicas, mas as trevas da maldade, perversão e impiedade. O inferno será um lugar do qual toda a bondade terá sido expurgada. E lá não haverá, como aqui tem havido para os desobedientes e incrédulos, a luz refletida da bondade e justiça de outros. Serão trevas totais!

E é assim, que os que vão ao inferno terão recebido exatamente o que desejavam, que é ter posto Deus fora de suas vidas. Não haverão mais apelos divinos para mudar de rumo, não mais apelos para voltar à casa, somente o silêncio vazio de um mundo passado, negro e morto.

-por Paul Earnhart


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018


Cândida de Almeida e Pinto Monteiro eram os mais destacados guardiões da corrupção.

Como ultimamente o nome da Juíza Cândida de Almeida tem aparecido nas notícias, relacionado com processos judiciais que estão em andamento (Operação FIZZ), lembrei-me deste artigo que publico a seguir para despertar a memória dos portugueses.

Os portugueses têm memória curta e lembremos assim o que já se passou sobre a corrupção e a dificuldade em a combater. De facto, quem detém o lugar de Procurador Geral da Republica tem muita influência nesse combate e está sempre sujeito à pressão do Governo quando ultrapassa determinadas fronteiras.

Talvez seja por isso que já se fala em “afastar” a actual Procuradora, que faz frente à classe de “intocáveis” deste país e até já há o “falatório” dos profissionais da desinformação da Partidocracia que começam a lançar a ideia de se tirar poder a este órgão de soberania independente.

Ora vejamos o artigo do apodrecetuga.blogspot.com

25 novembro, 2015

(Sublinhados meus. R)


João Cravinho contra a corrupção... salvo se for do PS.

João Cravinho, o político do PS com antiguidade suficiente para falar de cátedra da corrupção endémica que afeta a classe política diz muito claramente que " a corrupção beneficia uma guarda pretoriana intensíssima e que há uma tropa de choque da guarda pretoriana que protege a corrupção e é poderosíssima".

Ao ler isto lembramo-nos inevitavelmente de Cândida de Almeida e Pinto Monteiro que afirmaram publicamente que
"Portugal não era um país de corruptos".

"A Justiça não está bem, mas não está tão mal como isso. Se corrermos a Europa, não encontramos Justiça melhor do que a portuguesa", disse Pinto Monteiro.(...)"

Cândida de Almeida, hoje magistrada no STJ e Pinto Monteiro, hoje jubilado do mesmo STJ, foram inevitavelmente dois dos mais destacados elementos dessa "tropa de choque" e mesmo do topo. Porquê? Diz Cravinho:

"Qual é o topo de elite dessa guarda pretoriana? São os inocentes úteis, os que estão sempre cheios de dúvidas e nunca sabem nada".

 
João Cravinho acha que " a corrupção mudou em Portugal e já não é o que era". Porque só nos últimos 10-15 anos subiu a reprovação da pequena corrupção." Cravinho acha ainda que " O grande problema é a corrupção por tráfico de influências. Há a ideia de que as decisões são tomadas por interesses. Isso mostra que há uma impossibilidade das instituições democráticas atacarem o sistema. Há até uma proteção pretoriana para esses interesses por parte de uma rede colocada no aparelho de Estado, com participação dos partidários, que é pluripartidária, em que, a cada eleição, muda quem decide, mas a rede está lá.

Há um grupo de avençados, que são pagos em carreiras políticas e que até podem achar que não participam na rede de corrupção, que não se reconhecem como agentes e beneficiários, mas são-no."

Este discurso de João Cravinho, redundante e algo deletério, deixa sempre tudo por dizer. Não nomeia evidentemente ninguém e deixa à imaginação de quem lê, a identificação dos não nomeados para estes óscares da corrupção.

É portanto uma corrupção sem corruptos.
E contudo, a João Cravinho é preciso perguntar o seguinte: quando se lembrou de desmantelar a antiga JAE, por ser um couto de corrupção, o que veio a seguir?
As parcerias público-privadas, além do mais. Sofregamente defendidas por luminárias tipo Paulo Campos, outro inenarrável da nossa cena política, antes disso vivamente acolitados por advogados tipo José Miguel Júdice e Proença de Carvalho.
O que aconteceu com estas PPP? Cravinho saberá dizê-lo em modo claro e frontal? O que sobra da sua ação no antigo ministério das obras públicas? Qual o papel de um tal Lino, antigo comunista arrependido, neste lamaçal? Saberá dizê-lo, João Cravinho?

Cravinho anda há décadas a clamar contra a corrupção e fê-lo algumas vezes contra o próprio partido. Reivindicou em 1998 um "pacote anti-corrupção" quando estava no governo de Guterres. Tinha nessa altura, como ajudante no Gabinete, em auditoria das que ainda não tinham sido extintas, num acto que só favoreceu a corrupção, o atual diretor do DCIAP, Amadeu Guerra e que poderá contar como os seus pareceres eram letra morta perante os poderes ocultos desse mesmo ministério. Cravinho lembrar-se-á disto, com toda a certeza.

                                                     Público de 13 de Outubro de 1998.
 

Não obstante tudo isso, logo que se plantou perante Cravinho uma possibilidade concreta e real de ser consequente com a sua treta habitual de combate à corrupção, o que fez? Isto que o general Garcia dos Santos contou há algum tempo e que neste blog, em 24 de Abril 2012 publiquei por ocasião de uma entrevista do general ao i desse dia. E que dizia o mesmo general?

Quer outro exemplo? As auto-estradas, as Scuts. Eu tive uma conversa com o engenheiro Cravinho em que ele me disse que ia pôr a funcionar as Scuts. Eu disse: “Ó senhor ministro isso é um tremendíssimo disparate!”. A Scut é uma invenção inglesa, ao fim de pouco tempo os ingleses puseram aquilo completamente de parte, por causa do buraco que era previsível. Mas disse-me que o assunto estava exaustivamente estudado sob todos os aspetos, técnico, financeiro. Está à vista o buraco que são as Scuts.

Jornal i - E as PPP?


Garcia dos Santos- É a mesma coisa.

Jornal i - Quando saiu da JAE denunciou uma situação generalizada de corrupção. Acha que as PPP também se integram nessa situação? O Tribunal de Contas diz que houve contratos que lesaram o interesse público.


Garcia dos Santos-Tem que se admitir a possibilidade de haver ali corrupção, e da forte. Como é que se atribui a uma determinada entidade certos privilégios que não seriam naturais? É porque se calhar há alguém que se locuptou com alguma coisa. Infelizmente, outra coisa que funciona mal no nosso país é a justiça. Nunca chega até ao fim.


Jornal i - Foi colega do eng. João Cravinho no Técnico…


Garcia dos Santos-Foi por isso que ele me chamou para ir para a Junta. Sabe o meu feitio e quis que eu limpasse a casa.


Jornal i - Mas o que é que aconteceu? O eng. João Cravinho chama-o para limpar a casa, o senhor limpa, e depois zangam-se. O que se passou?

Garcia dos Santos- Fomos colegas no Instituto Superior Técnico. Houve um jantar de curso e nesse jantar o Cravinho a certa altura chama-me de parte e diz: “Tens algum tempo livre?”. E eu disse: “Tenho, mas porquê?”; “Eu precisava de ti para uma empresa”; “Que empresa?”; “Agora não interessa, a gente daqui a uns tempos fala”. Passado uns tempos chamou-me e disse-me: “Eu quero que vás para a Junta Autónoma das Estradas, mas não digas a ninguém que o gajo que lá está [Maranha das Neves] nem sonha”. O Cravinho deu-me os 10 mandamentos do que eu precisava de fazer na Junta, limpar a casa, obras que era preciso fazer, etc. Entretanto, comecei a conhecer a casa, dei a volta ao país todo e um dia disse-lhe: “Há aqui uma série de coisas que é preciso fazer e há 11 fulanos que é preciso pôr na rua”. Ele retorceu-se, chamou-me daí a dois dias, disse que era muito complicado. O problema é que era através de uma das pessoas que eu queria pôr na rua que
passava o dinheiro para o PS.

Em 2009, escrevi aqui isto:

"Dois anos antes da chegada do general fora ordenada uma auditoria na JAE na sequência de afirmações do presidente da Confederação da Indústria Portuguesa, Pedro Ferraz da Costa. Foram detetadas "atividades privadas geradoras de incompatibilidade legal". Mas - segundo a Procuradoria-Geral da República - em nenhum caso se evidenciaram "situações de corrupção ou de financiamento de partidos", precisamente o que Garcia dos Santos denunciou ao "Expresso" meses depois de ter renunciado à presidência da Junta.

"O engenheiro Cravinho e eu fizemos o mesmo curso no Instituto Superior Técnico", rememora o general. "Hoje apresenta-se como um paladino contra a corrupção, mas na altura recusou fazer certas coisas." Quais coisas? As respostas do general são crípticas: "Eu sabia de muitos empreiteiros?" Sim, mas quantos? "Vários, alguns..."


Garcia dos Santos exigiu a expulsão de "tal e tal e tal", funcionários da JAE. Cravinho aceitou mas acabou por recuar, o que levou o militar a pedir a demissão e a telefonar ao semanário de Pinto Balsemão. Na edição de 3 de Outubro de 1998 afirmou ter "quase a certeza absoluta" de que o governo sabia quais eram "as pessoas corruptas dentro da Junta".


João Cravinho tem o mérito de clamar quase sempre no deserto, por um combate mais eficaz contra a corrupção e isso é de louvar. Porém, numa ocasião ímpar em que teve a faca e o queijo na mão para concretizar tal combate efetivamente, o que fez? Recuou, acobardou-se e por isso mesmo foi ganhar para o BERD um balúrdio de massa que é sempre o objetivo que os corruptos de partido, em Portugal, almejam. O que Cravinho ganhou no BERD, legalmente, é o que muitos corruptos ganham com as suas atividades debaixo da mesa. A.Vara, por exemplo, conhecem? Face Oculta? Aí está..

Quando foi para lá e quem o nomeou? Pois,
foi o recluso 44, em 2007, evidentemente para o afastar do Parlamento e de mais iniciativas contra a corrupção. E Cravinho aceitou...

Antes disso,
foi o pai das SCUTS, outro foco de corrupção, inevitavelmente, apesar de um dos beneficiários, grande padrinho de Jorge Coelho, assegurar que era tudo gente séria...
Que dizer disto tudo? Que por vezes o discurso de Cravinho é apenas um folclore, uma encenação para que tudo fique na mesma, apesar de nada mudar.


CÂNDIDA ALMEIDA: EU DIGO-VOS OLHOS NOS OLHOS QUE NÃO HÁ CORRUPÇÃO EM PORTUGAL

PAULO MORAIS EXPLICA QUE SE NOTOU UMA MELHORIA NA JUSTIÇA, COM A SAÍDA DE CÂNDIDA ALMEIDA E PINTO MONTEIRO.

AS RENDAS DAS PPP INCLUEM RENDAS PARA ENCHER AS CONTAS DOS PARTIDOS, EXISTE UM GRUPO DE CORRUPTOS MULTIPARTIDÁRIOS QUE GARANTEM E PROTEGEM A CORRUPÇÃO

A LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO É UMA FARSA. AS LEIS SÃO FEITAS DE PROPÓSITO PARA CHUMBAR.

A CORRUPÇÃO ESTÁ NAS PRÓPRIAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS QUE NOS DEVERIAM PROTEGER DA CORRUPÇÃO.


ARTIGO COMPLETO:
http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/11/candida-de-almeida-e-pinto-monteiro.html#ixzz3sVmSh2r9

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018


Hatha Yôga, a Serpente Enrolada e os Cristãos sem Discernimento

(Do site http://espada.eti.br/index.htm" com minha tradução para português de Portugal e alguns sublinhados meus sem alterar o sentido do texto)

Autor: Jeremy James, 6/2/2016.

Um número muito grande de pessoas pratica Ioga particularmente o tipo conhecido como Hatha Yôga. Elas dizem que fazem isto unicamente por causa dos alegados benefícios para a saúde, não por razões religiosas ou filosóficas. Como resultado, muitos cristãos que crêem na Bíblia participam de aulas de Hatha Yôga com a compreensão de que, se ela for tratada simplesmente como um conjunto de exercícios físicos, não terá efeito algum sobre as suas vidas espirituais. Mas, isto é um erro.
As informações neste curto ensaio mostrarão por que essas pessoas estão enganadas e por que Ioga (de qualquer tipo) não é apenas incompatível com o Cristianismo bíblico, mas é hostil a ele.

O Que É o Ioga?

O Ioga está no centro do Hinduísmo. Ele é formado por diversas posturas físicas (chamadas de asanas), que são mantidas por um determinado período de tempo, durante o qual o praticante se dedica à meditação (dhyana), geralmente com o uso de um mantra, e respira de uma maneira prescrita (pranayama). Existem pelo menos sete sistemas de Ioga, um dos quais é Hatha Yôga. Cada sistema tem o mesmo objectivo, que é o de colocar o praticante num estado de união com a assim chamada Consciência Divina.
Apropriadamente, a palavra Ioga significa "sob jugo", ou unido com perfeição. O praticante (chamado de yogi, ou iogue) esforça-se para se tornar unido com Brahma, a divindade maior do Hinduísmo. O iogue acredita que cada pessoa é, em essência, um ser divino que ainda não despertou para a sua divindade. O propósito do Ioga é despertar essa divindade adormecida e libertar o praticante das amarras, tanto no corpo físico quanto do ciclo infindável de reencarnações.
É impossível separar os vários aspectos físicos do Ioga da filosofia em que eles estão inseridos. O iogue acredita que toda a vida é maya, uma ilusão, e que somente por meio da disciplina do Ioga, tanto mental quanto física, é possível transcender a ilusão e experimentar a iluminação (moksha). As várias técnicas que o iogue usa têm o objectivo principal de diminuir o ritmo de todos os processos orgânicos e entrar o máximo que for possível em um estado fora do corpo. Quanto mais ele se desconectar da realidade à sua volta, menos estará sujeito ao maya, a ilusão. Assim, em um sentido real, ele simula a morte. O seu objectivo é a perfeita quietude, o vazio completo, a total imersão do "eu" no grande Eu Universal. Ele também acredita que as suas disciplinas quebram e dissipam o seu carma, o compêndio de acções passadas que não foram resolvidas, tanto nesta vida quanto nas vidas anteriores, que supostamente o mantêm prisioneiro no seu corpo físico.

Isto É Bíblico?



Agora, faça uma pausa. O quanto disto está em concordância com o Cristianismo bíblico? O iogue acredita que tanto o universo quanto o seu corpo são uma ilusão, que ele é basicamente divino, que toda a conduta humana é governada pelo mecanismo implacável conhecido como carma, que a alma reencarna repetidas vezes de acordo com seu carma, e que o homem salva-se a si mesmo dissolvendo o seu carma, transcendendo o véu do maya e entrando em união consciente com o grande Eu Universal (que os budistas chamam de O Vazio).
A Bíblia ensina de forma bem clara que, não somente tudo isto é totalmente falso, mas que também é perigoso. O homem não é divino. A Criação não é uma ilusão. A alma não reencarna. O pecado não é carma. Deus não está dentro do homem, aguardando para ser encontrado. Além disso, o homem não pode salvar-se a si mesmo.
O iogue, em sua vaidade, acredita em todas as mentiras de Satanás.

Como, então, pode um cristão querer comer na mesma mesa e não ser afectado?

Mas os Exercícios São Totalmente Físicos!

Mas, um iogue pode protestar e dizer que os exercícios são puramente físicos. Se alguém adoptasse aleatoriamente uma postura física que corresponde a uma determinada asana, então isto seria físico. Mas, quando alguém adopta deliberadamente uma postura que tem o objectivo de influenciar tanto a sua mente quanto o seu físico, como fazem as asanas do Ioga, então isto é psicossomático, e quando uma técnica de respiração (pranayama) e outra de meditação (dhyana) são incluídas, o aspecto psicossomático é amplificado.
Toda a filosofia do Ioga está construída com base na crença de que o corpo humano é uma ilusão produzida pelo maya. Isto significa que, usando essas posturas, o indivíduo está a subscrever, de um modo ou de outro, a filosofia que está por trás delas — caso contrário, ele (ou ela, já que a maior parte dos praticantes é formado por mulheres) não estaria a participar de uma aula de Ioga. O facto de poder rejeitar a filosofia como irrelevante ou incidental não faz qualquer diferença.

Missionários Hindus

Os ocidentais podem ficar surpresos ao saberem que o Hinduísmo tem os seus missionários. Esses missionários geralmente propagam as suas crenças religiosas do mesmo modo — por meio do Ioga. Eles sabem, e já demonstraram isso milhares de vezes na prática, que se conseguirem fazer um ocidental praticar Ioga por causa dos supostos benefícios à saúde (ou para fins de relaxamento), eles poderão preencher as suas mentes com uma ampla variedade de ideias religiosas que, de outro modo, os ocidentais rejeitariam. Os ocidentais absorvem ingenuamente essas ideias, apesar de todo o panteísmo e de seu conteúdo flagrantemente contrário à Bíblia.
O Ioga envolve passar um determinado período de tempo sozinho todos os dias, num estado introvertido. O praticante esvazia a sua mente e permanece imóvel de forma não-natural, como se estivesse a imitar um cadáver. Ele pode entrar num transe brando, o que por sua vez afecta o modo como ele encara a sua vida cotidiana. Portanto, não deve ser surpresa que muitos praticantes regulares de Hatha Yôga sejam levados gradualmente para o paganismo do Movimento da Nova Era.
Os cristãos que se envolvem com esta tolice colocam-se em risco. Eles estão a rejeitar a paz e a alegria que são encontradas somente em Cristo e colocar a sua confiança em práticas idólatras do misticismo oriental. Em vez de orarem a Deus e se regozijarem da sua salvação, eles escolheram comportar-se como cadáveres e entrar no Vazio.

Kundalini, ou a "Serpente Enrolada"

 
Qualquer ramo do Ioga, incluindo Hatha Yôga, pode fazer despertar a Kundalini, um alegado repositório de potente energia psíquica que os hindus acreditam que está adormecida no chakra da parte inferior da coluna vertebral. Os gurus e iogues hindus advertem rotineiramente a respeito do sofrimento que o praticante terá de suportar se activar essa "serpente enrolada" de forma prematura. Na realidade, esse rápido despertar da energia da Kundalini é uma manifestação de possessão demoníaca, em que o tormento suportado é determinado pela quantidade e tipo de demónios envolvidos.
Obviamente, a maior parte dos instrutores de Ioga no Ocidente deixa de mencionar isto. Eles negam que a sua variedade de Ioga tenha uma dimensão psíquica, ou que possa tornar os praticantes vulneráveis à indesejáveis influências sobrenaturais.

O Ioga Cristão É uma Mentira Perigosa

Ioga Cristão é uma mentira perigosa. Ninguém que ama o Senhor deveria ter qualquer envolvimento com esta prática:
"Mas o que pecar contra mim violentará a sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morte." [Provérbios 8:36].
Se você deseja paz interior, então volte-se para Jesus, a fonte e fundamento de toda a paz. Não se abra para influências sobrenaturais prejudiciais, por meio da prática do Ioga, permitindo tolamente que anjos caídos entrem na sua vida. Ioga atua como um convite implícito para essas entidades que, de acordo com a sua natureza depravada, percorrem continuamente este mundo, procurando enlaçar as almas ingénuas e sem discernimento. Existem muitos testemunhos que mostram como essas entidades espirituais tortuosamente atraem as suas vítimas com energias ardentes e uma luz bonita. A Bíblia torna-se menos "interessante", a Nova Era começa a parecer mais atraente e em bem pouco tempo o indivíduo está a caminhar em direcção às trevas.
Considere atentamente a maravilhosa promessa na santa Palavra de Deus:

"Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR Deus é uma rocha eterna." [Isaías 26:3-4].

Leia também os seguintes artigos sobre o mesmo assunto:








Autor: Jeremy James, artigo em
http://www.zephaniah.eu
Data da publicação: 28/2/2016
Transferido para a área pública em 2/12/2017
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/yoga.asp


 

sábado, 10 de fevereiro de 2018


ALGUNS BOYS DO GOVERNO PASSOS

Encontrei na Internet um artigo muito interessante de alguns factos passados no Governo PSD/CDS e, como é público, transcrevo-o aqui para tomarem conhecimento de mais alguns actos em proveito de “boys” enquanto o resto da população, que passa mal, paga impostos para todo este regabofe, nos círculos partidários e governamentais, daqueles que se aproveitam deste pobre país.
 

Assunto: Secretaria de Estado da Cultura

Para conhecimento de alguns atentados que os funcionários do Estado são vítimas e dos quais passam como culpados, eis 3 casos que se passam na chafarica, perdão, secretaria de estado onde me encontro a prestar serviço e que julgo dever dar a conhecer a todos, já que a comunicação social se ocupa mais em dar cobertura aos diversos violadores. 

Por profissionalismo não irei contar casos de âmbito funcional de algumas instituições dependentes da secretaria de estado da cultura, os quais levariam à violação do dever de sigilo e que poriam certamente os cabelos em pé de muitos. Mas lá vão 3 casos que apesar de encobertos são públicos:

Na página da internet http://www.portugal.gov.pt/..., onde consta muita engenharia financeira, charlatanices, poderão consultar uma vasta lista de nomeados para a SEC, a qual está desactualizada em função de mais nomeações que entretanto ocorreram.



1º caso

Nessa lista constam 4 motoristas, sendo que apesar de terem sido informalmente todos propostos no mesmo dia, 3 deles têm a data oficial de nomeação a 28.06.2011, o outro tem como se pode ver no anúncio que se segue, a data de nomeação é 18.07.2011. Sabem porquê? Porque estava à espera de lhe ser emitida a carta de condução que acabara de tirar.

Entretanto, recebi um mail via pombo-correio que informava que o rapaz de 21 anos e de origem brasileira tem uma longa experiência em carrinhos automáticos e que foi proposto por um emissário do Paulo Portas, o qual tinha muito boas referências do rapaz desde que frequentou um ginásio com massagens, ou seja, SPA. Com tantos motoristas do extinto ministério da cultura e de outros organismos públicos na situação de mobilidade, só sendo muito bom é que este lhes tirou a condução.

Motorista - André Viola
2011-07-18
Cargo: Motorista
Nome: André Wilson da Luz Viola
Idade: 21 Anos
Vencimento mensal bruto: 2.610,01? (mais horas extraordinárias, massagens incluídas)
Contacto:
gabinete.cultura@sec.gov.pt



2º caso

A senhora que se segue é uma especialista em Economia e como tal fez grande parte da sua carreira (como se poderá ver no CV anexo à Resolução que transcrevo), no departamento da Higiene Urbana e Resíduos da CMLisboa.

Como profunda conhecedora dos procedimentos da administração pública, há cerca de um ano concorreu para técnica superior do Ministério de Educação. Nessa altura como os alternantes eram outros, a senhora foi legalmente excluída por falta de condição obrigatória (vínculo à administração Central do Estado). 

Pois é, mas os tempos mudaram e a senhora em Junho deste ano foi nomeada (facto oculto no tal CV) Directora de Recursos Humanos (outra espécie de resíduos sólidos) da IGAC, onde nunca ninguém a viu, pois a nomeação dela foi por 3 dias, tendo sido de imediato requisitada para a SEC, ou seja, qualquer coisa que corra mal regressa como Directora de Serviços, o resto ninguém sabe e são cantigas. 

Mas nada corre mal às pessoas competentes em matérias do reino do ocultismo e eis que a senhora passados 5 meses, como os 4.163,27?, fora os extras, não lhe chegavam é nomeada Administradora do Teatro D. Maria II. Aqui temos o exemplo da capacidade das pessoas saberem estar no local certo à hora certa, pois a senhora como especialista em Higiene Urbana vai ser de vital importância no combate aos pombos que lá fazem as suas necessidades.

Colaboradora/Especialista - Sandra Simões

2011-07-05

Cargo: Colaboradora/Especialista

Nome: Sandra Maria Albuquerque e Castro Simões

Idade: 39 Anos

Vencimento mensal bruto: 4.163,27?


Diário da República, 2.ª série ? N.º 239 ? 15 de Dezembro de 2011 Resolução n.º 21/2011.

Nos termos do n.º 2 do artigo 6.º dos Estatutos do Teatro Nacional D. Maria II, E. P. E. (TNDM II, E. P. E.), aprovados em anexo ao Decreto -Lei n.º 158/2007, de 27 de Abril, os membros do conselho de administração são nomeados por resolução do Conselho de Ministros, sob proposta dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da cultura.

Considerando que terminou, entretanto, o mandato dos membros do conselho de administração do TNDM II, E. P. E., torna -se necessário e urgente proceder à nomeação dos novos membros do órgão de administração a fim de garantir o regular funcionamento deste Teatro Nacional.

Considerando que as empresas públicas da área da cultura, no âmbito do processo em curso de optimização dos recursos públicos, vão ser objecto, a curto prazo, de alterações estatutárias e agrupadas num acordo complementar de empresas, os mandatos dos membros do conselho de administração que ora se nomeiam terminarão, excepcionalmente, com a entrada em vigor da legislação que vai concretizar a reorganização das empresas públicas do Estado da área da cultura.

Assim:

Nos termos do n.º 2 do artigo 6.º dos Estatutos do TNDM II, E. P. E., aprovados em anexo ao Decreto -Lei n.º 158/2007, de 27 de Abril, e da alínea d) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:

1 ? Nomear, sob proposta do Ministro de Estado e das Finanças e do Secretário de Estado da Cultura, o licenciado Carlos Manuel dos Santos Vargas e os licenciados António Maria Trigoso de Lemos Taborda Pignatelli e Sandra Maria Albuquerque e Castro Simões para os cargos, respectivamente, de presidente e vogais do conselho de administração do TNDM II, E. P. E., cujas notas curriculares constam do anexo à presente resolução e da qual fazem parte integrante.



3º caso 

Por fim temos o caso da tal rapariga que ganha mais que todos os outros nomeados, 5.724,31?, mais que o Chefe de Gabinete do secretário de estado e muito mais que qualquer outro assessor, sendo que até lá há gente que gosta e sabe trabalhar. 

Há quem diga que a senhora que referi anteriormente se terá empertigado com a situação desta, pois ganhava 2/3 e até já tinha 3 dias de cargo de Direcção na Administração Pública e esta a única experiência que tinha com a Administração Pública era a de escrever o endereço nas cartas e no mail a enviar pedidos de fiscalização às lojas de fotocópias, no intuito destas serem pressionadas (obrigadas) a pagarem à AGECOP (associação de gestão de direitos de autor) uma exorbitância para (i)legalmente poderem fazer algumas fotocópias. 

Como Directora dessa grande empresa de Exportação, perdão, associação de exploração de direitos de autor a senhora ganha de ordenado, fora tudo o resto, e é muito mais, os miseráveis 4.724,31?. Digo miseráveis pois como sabem o contributo desta senhora é fundamental para os autores deste país que ganham muitos milhares a mais que ela e que sem o esforço desta humilde senhora nada teriam.

Adjunta - Vera Castanheira
2011-06-28
Cargo: Adjunta
Nome: Vera Maria Duarte Mendes Castanheira
Idade: 32 Anos
Vencimento mensal bruto: 5.724,31?
Contacto:
gabinete.cultura@sec.gov.pt

 
Desculpem o desassossego, mas é o contributo que penso poder dar contra o massacre a que estamos a ser submetidos.

Saúde e Protecção dos DEUSES, pois um só não chega

É UM GOSTO VIVER NESTE PORTUGAL DELAPIDADO...POR ESTES ALEGADOS SOCIAIS DEMOCRATAS E DEMOCRATAS CRISTÃOS...POIS! AO DOMINGO VÃO À MISSA... E NA SEGUNDA-FEIRA SEGUINTE JULGAM-SE LIMPOS E ABSOLVIDOS DE TODOS OS CRIMES QUE DURANTE A SEMANA VÃO REINCIDINDO, EM TOTAL IMPUNIDADE! NO DOMINGO SEGUINTE VOLTAM A IR À MISSA!...

ATÉ QUANDO VAMOS PERMITIR ISTO, AO MESMO TEMPO QUE NOS VÃO ROUBANDO TODOS OS DIAS?!