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sábado, 24 de setembro de 2016


QUEM ABSORVEU QUEM

 

Muito boa gente pensa que a Igreja de Cristo (Cristianismo primitivo) é que absorveu o grande Império Romano e o utilizou para espalhar as boas novas (evangelhos), mas não foi assim.

 

O império Romano, já em decadência, é que viu vantagem em "absorver" a igreja cristã nascente. Já que não a podia combater com sucesso o melhor era juntar-se a ela e miná-la por dentro, o que de facto aconteceu. Desde o momento em que a Igreja universal Cristã se tornou oficializada como religião do Estado Romano, esta começou a ser minada, "conquistada" e absorvida, dando como resultado a Igreja Católica Romana que, a par do seu mentor, cometeu as maiores barbaridades e mortes no mundo, em nome de DEUS. Só que o DEUS dela não é a mesma entidade que o nosso DEUS.

 

E o procedimento normal da Igreja católica romana é evidente. Mesmo nos seus rituais mais sagrados, sabe-se que são adaptações de rituais pagãos com novos nomes, o que faz com que os verdadeiros crentes não estejam a homenagear o que o nome fictício devia representar mas o verdadeiro acto que foi adaptado. Ao orarem a Deus (da Igreja Católica) estão a orar ao Sol, ao celebrarem o Natal com árvores de natal e neve (onde estão as árvores e a neve em Belém?) estão a celebrar o culto pagão germânico.

 

Em 325 o imperador Constantino e o Papa S. Silvestre l criaram o dia de Natal em 25 de Dezembro, data em que se celebrava em Roma o dia de "natallis invict sollis", ou seja, o dia do nascimento do vitorioso Sol.

 

A Enciclopédia Britânica-Edição de 1946; relata sobre o Natal o seguinte "O natal não constava entre as festividades da igreja, não foi instituído pela igreja primitiva, nem pelos apóstolos, e nem pelas autoridades bíblicas. Foi formado e trazido do paganismo!".

 

E a Enciclopédia Americana-edição de 1944 diz: "o natal de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da igreja. A arvore de natal é de origem germânica, datando do tempo de S. Bonifácio. Foi adotada para substituir o sacrifício ao carvalho-árvore-de Odim, deus mitológico. Adoravam-se também uma árvore em homenagem ao deus-menino pagão. Porquanto, o costume de usar árvores de natal dentro de casa, é uma idolatria herdada do paganismo".

 

No ano de 788, depois da morte de Cristo, é que a Igreja estipulou a adoração a Maria e aos santos. No ano 1000 criam a água benta. Em 1090 começam a usar o rosário nas orações e em 1545 o papa declara que a tradição é igual em autoridade com a Bíblia.

 

Reparemos: Só 788 anos depois da morte de Jesus é que os "senhores" da Instituição Católica Romana decidem que Maria, mãe de Jesus, deve ser adorada e considerada a Rainha do Céu (como a Isís do culto egípcio, Semiramis babilónica ou a Virgem Negra pagã da antiguidade) e 1545 anos depois, numa subtil manobra para legitimar cultos pagãos, declaram que a "tradição" (desses cultos pagãos) é igual em autoridade com a Bíblia Sagrada, a palavra de Deus. Criaram o mito de que “sem Maria não há salvação”, que só “pedindo à mãe o filho atende”, assim como era a veneração de "a Madona e o Seu Filho" na Babilónia (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe").

 

Se isto fosse verdade, devia constar dos ensinamentos dos Apóstolos mandatados por Cristo, da doutrina original da Igreja de Cristo e não 788 anos depois, por obra e graça das "Leis" acrescentadas por humanos.

 

E só em 1950 nasce a doutrina da ascensão de Maria.

Portanto a Igreja Apostólica Católica de Roma não é a Igreja original de Cristo. É uma Instituição hierarquizada em que os valores terrenos mandam mais do que os espirituais, ao contrário do que o Mestre Jesus nos ensinou.

O mais seguro é ler a Bíblia, refletir e seguir o coração. Nunca cair no dogmatismo ou no fundamentalismo de que a razão e a verdade estão apenas com uma crença, nem tentar arrebanhar adeptos pela força.

Desde que estejamos devidamente informados encontraremos o caminho da salvação.

O Criador deu o livre arbítrio ao homem precisamente para este poder escolher e não se deixar arrebanhar.

Mais do que nunca, HOJE, com o avanço do capitalismo selvagem, com as manobras descaradas para empobrecer os países e seus habitantes, a escravização da população para trabalhar para esses "senhores" e a tentativa (ainda) da implantação de uma ditadura mundial, uma única Religião (institucionalizada, o que nada tem a ver com o sentido religioso de cada um) e uma única moeda, não em espécie, mas "virtual" e sem controlo, com a implantação de um chip na testa ou no dorso da mão como vem no Apocalipse da Bíblia, (sempre a Bíblia, o único empecilho), o ser humano deve ACORDAR e agir fraternalmente e conscientemente para pôr travão a este plano sinistro

 

R.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016


O meu testemunho

 

Hoje, não sei porquê, resolvi dar o meu testemunho sobre episódios da minha vida, publicando um na minha página inicial do Facebook, outro na minha página "curiosidades", também no Facebook, e aqui neste blogue.

 

Quero falar sobre um episódio em que fui inconveniente para um necessitado, dando ouvidos á má-língua que sempre aparece quando alguém está na mó de baixo.

 

Numa aldeia, onde tenho uma vivenda rústica, herdada pela minha mulher e onde investi o suficiente para a transformar num local acolhedor e com todos os benefícios como se estivesse na minha casa em Lisboa, um homem apareceu-me uma vez a pedir dez euros "emprestados" porque se não pagasse a conta da luz ela seria cortada no dia seguinte.

 

Felizmente, ainda tenho possibilidades para isso, não hesitei em "emprestar-lhe" os dez euros. Como eu estava de passagem, o homem ficou de me devolver esses dez euros no ano seguinte quando eu fosse lá passar o Verão.

 

Pessoas da Aldeia avisaram-me contra esse homem, dizendo que era um bêbado, ladrão e que não queria trabalhar. Ou seja: pela minha experiência de vida já sei que todos "malham" e fazem juízos de valor sobre aqueles que estão na mó de baixo e sem defesa nenhuma.

 

Normalmente vou para a Aldeia passar cinco meses de "Verão". Quando começa o frio e a chuva regresso a Lisboa. No ano seguinte, quando fui passar o Verão na Aldeia, o mesmo homem procurou-me outra vez e em vez de me devolver os dez euros emprestados, pediu-me outros dez euros.

 

Eu, influenciado pelo que tinha ouvido sobre o carácter daquele homem, sem ouvir sequer a sua versão, fui inconveniente para ele chamando-lhe a atenção sobre o que me devia e no seu "esquecimento" em me dar uma satisfação e estar novamente a pedir descaradamente.

 

"Corri" com ele pura e simplesmente.

 

Hoje, como faço habitualmente, abri a Bíblia à sorte e destacou-se imediatamente sob o meu olhar Lucas 27, sobre a gratuitidade nas relações.

 

Este caso, já esquecido por mim, veio à tona, depois do que li dos versículos 27 a 36 onde é salientado que "Dá a quem te pede e, se alguém se apodera do que é teu, não lhe peças que to devolva" e "fazei o bem e emprestai, sem esperar coisa alguma em troca…"

 

E nos versículos 37 e 38 também vem muito bem salientado que só Deus pode julgar.

 

Em suma: A vida em sociedade é feita de relacionamentos de interesses e reciprocidade que geram lucro, poder e prestígio. Os Evangelhos dizem que numa sociedade justa e fraterna as relações devem ser "gratuitas" à semelhança do amor misericordioso do Pai. E que as relações numa sociedade nova não devem ser de julgamento e condenação, mas de perdão e doação. Só Deus pode julgar.

 

Como já devem ter percebido é muito difícil atingir este estado de perfeição. A pessoa para "compreender" e para "agir deste modo" tem de estar numa fase muito avançada de espiritualização.

 

Veio-me à mente o episódio sobre o "empréstimo" dos dez euros e a minha indignação contra o necessitado, fazendo um juízo de valor sem conhecer profundamente os factos que o levaram a chegar àquele ponto. Observei sim que o indivíduo estava profundamente debilitado e com uma cor terrosa (sintoma de estar possuído por uma legião de demónios que o puxam cada vez mais para baixo até sucumbir). Pus-me no lugar dele, na falta de autoestima e na necessidade de pedir "emprestado" em vez de pedir uma "esmola", sabendo perfeitamente que nunca terá condições para devolver o que está a pedir. Uma questão de tentar manter uma "dignidade" que ninguém lhe dá e viver nessa ilusão que ainda está cá e quer ser útil mas ninguém o permite porque é logo "derrubado" pela má-língua e juízos de valor que não têm o direito de fazer. As pessoas "educadas" são mais subtis na forma de conseguirem uma via de "escape" que os faça esquecer a triste situação em que se encontram, vivendo numa ilusão. Estes indivíduos, na maioria analfabetos, procuram esse mundo de ilusão, essa via de "escape" na bebida.

 

Terá sido coincidência abrir a Bíblia precisamente naquele ponto? Não. Não há coincidências. Deus falou-me como faz com todos nós, só que cada um entende conforme a sua evolução da Alma, o seu grau de espiritualização, como chamo a quem alimenta constantemente o espírito e consegue melhorar cada vez mais a ligação entre a sua Mente e o seu espírito residente que está conectado com o Espírito Santo.

 

Os menos espiritualizados vão recebendo a palavra de Deus, cheia de ruídos estáticos e nada compreensíveis para a Mente consciente, mas o Coração consegue "apanhar" alguma coisa que transmite para a Mente como Intuição. Os pressentimentos que muitos sentem e muitas das vezes até aceitam contrariando o pensamento consciente do cérebro.

 

Com o desenvolvimento espiritual a intuição será cada vez mais clara até um dia começarem a "entender" o que o espirito residente lhes transmite.

 

R.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016


Espiritualização e fé

 


Há quem não pense nas vantagens da fé e muitos tomam-na por superstição.

 

Outros não querem ouvir falar dela. Confundem-na com fanatismo e erros de alguns transviados da nossa espécie que, obcecados por aqueles fanatismos, procuram impor aos outros, estupidamente, o que julgam ser bom para fomentar o desenvolvimento e a felicidade espiritual dos seres humanos.

 

Temos de ver as coisas de outro modo, inteiramente diverso. Sabemos que a fé não se pode impor.

 

A fé deve vir de dentro de nós. Deve nascer nos nossos corações (e nos nossos cérebros) para que possamos senti-la bem e colher os seus frutos.

 

A fé, como já expliquei noutros textos, nada tem a ver com credos religiosos. Ela brota espontaneamente do coração e da mente do ser espiritualizado que não segue religião nenhuma. A fé consiste na confiança no poder divino. Toda a vida, toda a harmonia, toda a evolução obedece ao impulso amoroso do Poder Divino.

 

Uma hierarquia celestial trabalha para que o plano da Evolução se concretize e harmonize com as coisas do Céu e, ao mesmo tempo, com as coisas da Terra nesta fase da Evolução humana.

 

As coisas do Céu e da Terra andam ligadas tão intimamente que, quer acreditemos, quer não, está desde sempre ligado ao Criador por um laço que, para o nosso bem, tanto nos sujeita às Leis Divinas como às Leis terrenas. Jesus explicou muito bem a diferença dos dois mundos, em que devemos respeitar as Leis terrenas, dando a César o que é de César, e aceitemos o Reino de Deus, também com normas e Leis a cumprir, que permitem a evolução da Alma pelos diversos planos do Reino espiritual.

 

É a partir desta experiência Espírito/Matéria que a Alma se desenvolve a caminho da evolução. A experiência adquirida no mundo material é preciosa para a vivência neste mundo, mas o aperfeiçoamento espiritual é mais importante porque acompanhará a Alma noutros mundos dimensionais, ou Céus.

 

E esse aperfeiçoamento espiritual faz-se, principalmente, pela fé. Por isso, ao orarmos, em vez de nos preocuparmos com fórmulas ritualísticas, ou dizer palavras vazias de sentimento, como sucede nas igrejas institucionalizadas, a nossa espiritualização é cada vez mais forte e desenvolvida.

 

Quando "oramos" com palavras nossas conversamos com o Senhor, comunicamos através do Espírito Universal (uma das facetas da Trindade) que está em toda a parte.

 

Quando rezamos estamos simplesmente a cumprir um ritual repetitivo criado nas igrejas institucionais, muitas das vezes com propósitos diferentes do que julgamos, invocando seres subdimensionais malignos do mundo das trevas.

 

Os seres do astral inferior, das trevas ou do submundo dimensional, "respondem" às ladainhas repetitivas. Na oração conversamos normalmente com Deus, ou com a Entidade Superior que nos criou, sem necessidade de repetições constantes porque Ele, perfeito, não é surdo e "sabe" o que pretendemos. Não há necessidade de estarmos a rezar quarenta "Pais Nossos" para que Ele nos oiça.

 

Ou seja: quem "reza" repete mecanicamente evocações sem sentimento.

 

Como curiosidade: Nos EUA, uma Nação em que hoje tudo se conjuga para tirar das coisas terrenas o maior proveito possível ainda se permite (creio eu) todas as formas de culto. No Capitólio (Parlamento) existe, (suponho eu que ainda existe, se ainda não foi desmantelado pelos Illuminati e avanço da Nova Ordem Mundial) uma pequena sala, de cerca de cinco metros quadrados, com uma janela apenas. Foi erguido, pelos membros Fundadores, um altar de madeira polida, tendo sobre ele uma Bíblia aberta.

 

Na janela havia um vitral que filtrava os raios solares e davam uma tonalidade que convidava à meditação.

 

Em tempos (não acredito que o americano de hoje o faça), quando os ideais dos fundadores da Nação eram altamente espiritualizados, os membros do Senado e da Câmara dos Representantes buscavam ali a inspiração e a proteção divina sempre que tinham de tomar resoluções graves que exigiam extrema prudência.

 

Por aí se vê que as coisas do Céu e da Terra andam intimamente ligadas e são mais humanamente enriquecedoras se houver harmonia entre elas. A Nação abençoada, depois de esquecer a herança espiritual dos seus fundadores, foi tomada de assalto pelas forças das trevas que a arrastaram cada vez mais para o materialismo e endeusamento do dinheiro.

 

Esta Nação é, hoje, a plataforma para os Senhores do Mundo, tentarem implantar a Nova Ordem Mundial pela força, já que vêm perdendo terreno desde que a humanidade começou a "acordar" e a reagir.