MATEMÁTICA E UNIVERSO
Galileu Galilei - físico, matemático, astrónomo e filósofo florentino, escreveu: "A Matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o Universo"
A matemática é a linguagem fundamental do cosmos. Ela permite descrever com exatidão desde a mecânica quântica até a expansão das galáxias. Seja descoberta ou invenção, a sua capacidade de prever fenómenos naturais transforma números e equações na estrutura que rege toda a realidade.
Na matemática, uma equação é uma igualdade com uma ou mais incógnitas envolvendo valores desconhecidos. Já as chamadas Equações Não Lineares são um conjunto limitado de equações onde os polinómios não são de "grau um", resultando assim em infinitas variáveis. São difíceis de ser resolvidas, porém há uma técnica chamada método de Newton-Raphson que nos ajuda a resolver mais facilmente esse sistema de equações não lineares. Para simplificar, uma equação não linear possui mais de uma incógnita num mesmo termo. A “grosso modo” e figurativamente, no chamado realismo fantástico os mistérios que nos envolvem frequentemente são dotados de mais de uma, ou mesmo várias incógnitas, sempre de complexas resoluções. Nesse contexto vejamos algumas similaridades:
No caso conhecido como O INCIDENTE NIMITZ, esta notícia diz que a Marinha dos EUA compartilhando vídeos e documentos sobre aquele evento poderia "causar graves danos à defesa nacional”.
Em 2004 um encontro muito próximo com pilotos de caças do porta-aviões Nimitz, resultou em vídeos e gravações oficiais registando as evoluções de UFOS e OSNI na região do Oceano Pacífico. Este evento foi, desde então, rigorosamente censurado mas autorizada a sua divulgação em 2009 devido a fortes pressões. No entanto surgiu uma curiosa informação em que tal divulgação poderia ser uma enorme ameaça à Segurança Nacional dos EUA.
Porquê?
A resposta bizarra foi: “PORQUE A MARINHA TEM EM ARQUIVO UMA PATENTE PARA UMA ESPAÇONAVE ALIENÍGENA”.
E, mais bizarro ainda, a Marinha dos EUA arquivou recentemente uma patente para "um novo tipo de aeronave" que tanto pode mover-se no espaço exterior ou sob as águas porque essa nave pode "construir o tecido da nossa realidade ao nível mais fundamental". Fisicamente ela parece-se com um UFO que pilotos da Marinha (durante o Incidente Nimitz) apelidaram de TIC-TAC e o modelo da sua propulsão alternativa foi tão “estranho” que a agência de registo de patentes logo de imediato o rejeitou.
Então, a Marinha dos EUA escreveu de volta àquela agência e insistiu para que a aplicação fosse aceite, informando que TAIS TECNOLOGIAS SÃO, DE FACTO, OPERACIONAIS.
É revelador o facto de a Marinha Americana tacitamente afirmar que tais tecnologias, isto é, as tecnologias Alienígenas - são de facto operacionais. Ou seja, que elas de facto funcionam.
O
3I/ATLAS,
um “cometa” interestelar gigante suspeito pela irregularidade do
seu trajeto como se fosse controlado por “alguém”.
Já não dá mais para esconder tudo aquilo que tem permanecido oculto por um longo tempo. O Pentágono, Sede do Departamento de Defesa dos EUA (que a Administração Trump passou a denominar como Departamento de Guerra), tem um programa secreto destinado ao estudo dos UFOs, chamado “PROGRAMA AVANÇADO DE IDENTIFICAÇÃO DE AMEAÇAS ESPACIAIS”, cuja sigla é AATIP, o qual teve início no ano 2007.
"Ameaças espaciais" ?
De facto faz sentido! Principalmente quando o Governo Americano tem nos seus registos inúmeros casos de hostilidades e até de confrontos letais com algumas dessas naves, além de ter em seu poder UFOs acidentados repletos de informações estratégicas sobre todas as nossas instalações nucleares e militares, represas, etc.
Chegou-se à conclusão de que todas as atividades de sobrevivência e defesa do nosso planeta são monitorizadas e vigiadas, o que na linguagem militar pressupõe um LEVANTAMENTO que sempre precede um ataque.
A verdade é que existe uma certa espécie dos UFOs que é considerada hostil pelos EUA e pelas potências mais avançadas no plano militar e tecnológico. Há muito que se sabe que ocorre uma clara distinção entre os objetos que chamam de UFOs (Unidentified Flying Objects - Objetos Voadores Não Identificados) e IACs (IDENTIFIED ALIEN CRAFT ou Aeronaves Alienígenas Identificadas). Ou seja, as espaçonaves da raça dos ALF´s abreviatura de ALIEN LIFE FORM - "Forma de Vida Alienígena, os seres cinzentos (Greys) e também aqueles outros alienígenas que para eles trabalham (ou seja, os humanoides que promovem exatamente por aqui os sequestros e as tenebrosas experiências genéticas).
As suas naves são oficialmente chamadas de IACS! Segundo se sabe, os arquivo secretos dos órgãos de inteligência americanos possuem até mesmo os filmes dos desembarques dessas criaturas cinzentas, bem como das reuniões mantidas entre elas e as suas autoridades governamentais visando ao estabelecimento de um famigerado acordo. Os documentos secretos, segundo informações que vazaram, assim descrevem a tipologia desses seres, descritos como ALF´s, ou ainda, malévolos ou perigosos. Por isso possivelmente se explicaria a rigorosa censura envolvendo as aparições dos UFOs tal como relatado na notícia acima: - COSMONAUTA RUSSO DA ESTAÇÃO ESPACIAL INTERNACIONAL INFORMA SOBRE A PRESENÇA DE UM OVNI E A NASA INTERROMPE-O BRUSCAMENTE!...
O que, aliás, não é novidade alguma! Os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) são frequentemente "visitados" por diversos tipos de UFOs e (como de costume), certamente são proibidos de exteriorizar opiniões ou mesmo de falar demais sobre tais eventos. Neste caso em particular, o astronauta russo estava a descrever inocentemente o assédio do UFO quando o controle em Terra da NASA logo tratou de cortar a sua transmissão.
Só que tal assédio era representado por nada menos do que três UFOs dotados de formatos diferentes, um deles em forma de "L". Em, contacto com o centro de controle da NASA, o astronauta russo relatou claramente que se tratava de "UMA NAVE" - evidentemente uma nave alienígena, ao mesmo tempo em que estranhas luzes apareciam nas imagens tomadas pelas câmaras da ISS! A NASA então mudou rapidamente de assunto e interrompeu o astronauta antes que ele falasse demais sobre tão "incómodo" e embaraçosos evento...
A NASA é sempre "assombrada" por certas coisas muito embaraçosas! Muito além da órbita da Terra, os seus módulos espaciais exploratórios deparam-se frequentemente com certas coisas muito curiosas e bizarras - assim como esta - A ESPAÇONAVE JUNO, DA NASA, DETECTOU A IMAGEM DE UM GOLFINHO NA SUPERFÍCIE DE JÚPITER.
A sonda da NASA JUNO detetou o formato de um golfinho na superfície de Júpiter durante uma missão científica destinada a observar a sua superfície e os fenómenos que ocorrem no maior planeta do nosso Sistema Solar.
Porém não seria novidade alguma pois também em MARTE há muitas décadas atrás, uma antiga sonda da N ASA fotografou sobre a sua superfície a clara imagem de um golfinho, como que esculpida no solo e ainda por cima elaborada com contraste, com uma tonalidade diferente de modo a realçar ainda mais a sua silhueta. Isso significaria que o nosso popular e adorável golfinho teria uma procedência extraterrestre? E por que não?...
Mas, voltemos ao outro golfinho em Júpiter, igualmente e de modo claro a destacar-se na paisagem. Com o movimento da sonda da NASA na órbita de Júpiter, mais clara ficava a imagem do golfinho.
Seria uma pareidolia*? Ou seria um monumento postado naquela distante superfície de modo a representar a família universal dos golfinhos? E se assim foi, QUEM teria postado tal monumento tanto em Marte como em Júpiter?
SE o golfinho é realmente um animal extraterrestre, COMO a sua espécie chegou aqui à TERRA?
* A pareidolia é um fenómeno psicológico onde o cérebro identifica rostos, animais ou padrões em estímulos visuais ou auditivos aleatórios. Acontece quando, por exemplo, vê um rosto numa tomada elétrica, formas em nuvens ou ouve palavras em ruídos vagos. É uma característica natural da mente humana e tem uma explicação simples:
Mecanismo de sobrevivência: Evolutivamente, o cérebro humano foi programado para reconhecer padrões rapidamente (como um rosto escondido numa floresta) para identificar ameaças.
Preenchimento de informações: Quando vê formas vagas, o cérebro tenta dar-lhes um sentido lógico baseando-se nas suas memórias e experiências
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