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terça-feira, 25 de novembro de 2025

 

UM BEM ESSÊNCIAL É A INFORMAÇÃO

    Imagens: Pinterest


Temos de estar atentos. Um amigo meu, que é Apóstolo protestante e que eu julgava evangélico, que tem uma igreja em New Jersey, abriu-me os olhos quanto aos falsos pastores principalmente das igrejas evangélicas brasileiras. Ele ensinou-me que nós devemos afastar-nos das igrejas institucionalizadas e procurar padres ou pastores que ensinem os evangelhos da Bíblia e não estejam ao serviço dos interesses das instituições (igrejas). Sempre que tivermos dúvidas devemos consultar a Bíblia e não aceitar as alterações que eles vão introduzindo.

Igrejas institucionalizadas são instituições religiosas com estruturas hierárquicas e organizacionais definidas, como a Igreja Católica ou igrejas evangélicas históricas. Elas contrastam com modelos como a Igreja Orgânica que prioriza reuniões mais informais e comunitárias em lares, buscando um retorno ao modelo da igreja primitiva. Embora a institucionalização possa trazer organização e estrutura, algumas críticas apontam que ela pode dar prioridade aos interesses da instituição sobre as relações interpessoais e do espírito.

De modo como as coisas estão, devido aos interesses e corrupção nas igrejas institucionalizadas, esse meu amigo já me disse que nós nem nos devemos identificar como católicos, evangélicos, batistas, mórmones, ou o que quer que seja, mas sim simplesmente como Cristãos. Cristãos são seguidores do cristianismo, uma religião abraâmica monoteísta baseada nos ensinamentos de Jesus Cristo. A palavra "cristão" significa "seguidor de Cristo" e, embora tenha sido um termo pejorativo no início, tornou-se o nome oficial para os discípulos de Jesus. Existem mais de 2 mil milhões de cristãos no mundo, divididos principalmente em três grandes grupos: católicos, protestantes e ortodoxos.

Procuremos seguir a Lei de Deus conforme os Evangelhos.

É bom estarmos informados, mas fora do circuito normal e institucionalizado da informação.

A informação convencional está fortemente condicionada e aprisionada no redil controlado pelos senhores do mundo, os líderes que possuem a riqueza do planeta enquanto as populações forem mantidas na ignorância do que de facto se passa.

No momento em que os populares abrirem os olhos e se aperceberem de que são autênticos escravos que de olhos fechados, e segundo os valores impostos como sendo os corretos e verdadeiros, suportam esses senhores untuosos e tirânicos, tudo mudará e haverá então "justiça" na distribuição da riqueza.

Não se compreende porque a riqueza concentrada nos SETE homens mais ricos do mundo daria para acabar com a fome no mundo por quatro vezes. Está tudo adormecido e nem se apercebem desta monstruosidade.

Deste modo, a única maneira de sabermos a "verdade" é procurar a informação que circula fora do sistema e foge ao controlo dessa gente. Antes da Internet era mais fácil controlar essa informação, mas agora há sempre "fugas" e a prova está na barafunda que o mundo atravessa nos dias atuais.

Um dos "esquemas" desses senhores do mundo, numa tentativa de amordaçar a Internet, foi a de provocar incidentes terroristas, muitos dos quais ainda não conseguiram explicar a contento das populações, mas permitiram montar uma máquina de repressão implacável para "combater o terrorismo".

Deste modo, os direitos das populações foram pura e simplesmente apagados das constituições dos países onde esses senhores penetraram mais a fundo e se vão estendendo por outras nações a coberto da crise "fabricada" e imposta por eles. Hoje, a coberto da "crise" tudo é possível e a constituição deixa de contar. Nos países onde já estão instalados, sem contestação praticamente nenhuma, e com a maioria da população adormecida pela propaganda, todos aqueles que ainda contestam são cercados, apelidados de "terroristas" e a coberto das novas leis antiterrorismo são eliminadas.

Esta informação não chega às populações. As populações só têm conhecimento daquilo que a censura deixa passar.

Vemos, por exemplo a novela da saída do Papa católico, Bento XVI, devido à pressão interna da Igreja, marcada por escândalos de corrupção e abusos sexuais. A informação convencional disse que ele estava doente e sem forças e por isso resolveu desistir e dar lugar a outro. Mas como essa desculpa é simplista demais e levanta suspeitas porque há factos que não podem ser escondidos, alguns artigos (bem controlados) vêm falando de um lóbi homossexual que domina nos bastidores do Vaticano (informação que pode ser dada visto TODOS saberem os problemas que a igreja tem com a homossexualidade e pedofilia no seu seio) e dos problemas financeiros e contas mais ou menos sujas (o que TODA a gente já sabia desde o escândalo do Banco do Vaticano) e falam, muito por alto num documento de 300 páginas resultante de uma investigação que o Papa mandou fazer sobre o funcionamento e problemas do Vaticano.

Os cardeais, antes de se reunirem para nomearem outro Papa, ainda quiseram tomar conhecimento desse relatório, mas foi-lhes negado (porquê? Qual a legitimidade da Curia?) sendo entregue apenas ao novo Papa.


Portanto, a verdadeira razão porque o Papa abdicou permanece escondida. As notícias fornecidas pela informação convencional não passam de factos já conhecidos por todos. Na informação não controlada e fora do sistema aventam outras hipóteses. Falam, por exemplo na existência de um Planeta X que se desloca em direção à Terra. Alguns sites, que seguiam passo a passo o avanço deste planeta e mostravam fotos muito nítidas e explícitas, "desapareceram" da Web. Foram "censurados" e não há mais informação e fotos sobre o avanço desse planeta.

Foram censurados por "alguém", ou porque estavam a fazer mossa ou porque está para acontecer algo dentro de pouco tempo. Toda a informação sobre esse planeta levanta a hipótese de ser habitado por seres que já estiveram na Terra. É um planeta que passa perto da Terra de 3600 a 3600 anos e a sua passagem tem sempre repercussão na Terra. A comunidade “científica” rejeita a existência desse planeta. Porquê?

Se isto é uma fantasia porquê "apagar" os sites? Porque querem esconder a informação?

Ora, sabe-se que se for provado que há mais vida no Universo os dogmas da Igreja caem por Terra. A teoria de Deus ter criado o Sol para iluminar a Terra, precisamente, a Lua e as estrelas para o mesmo efeito sendo a Terra o centro da criação (já se sabe que isso está errado em relação ao Sol, Lua e estrelas) não terá razão de ser. Ou seja: os "sacerdotes" e o Papa, é claro, não aceitam, de modo nenhum a ideia de que possam existir mais civilizações espalhadas pelo Universo, porque acreditam que Deus existe só para a Sua Criação no planeta Terra, não conseguindo extrapola-Lo para o Universo.

Qual será então a verdadeira razão para o Papa abdicar?

E para terminar. Se de facto a desculpa do Papa fosse verdadeira, dizer ter o problema de saúde, e se de facto ele fosse o vigário de Deus, Deus libertá-lo-ia da doença, assim como fez aos apóstolos, e dar-lhe-ia força e longevidade para continuar a sua tarefa (Mesmo assim viveu até aos 93 anos). Se o Espírito Santo não o ampara nem lhe dá essa força necessária é porque ele não é um "soldado de Deus". Uma confirmação da informação não convencional de que o Vaticano é um antro de perdição e trabalha para Satanás e não para Deus.

Se isto for verdade (a conclusão, mas não o facto) é o fim do dogma da Igreja Católica e das outras igrejas cristãs. Terá tudo de ser revisto e talvez comecem a interpretar a bíblia mais pela análise literal do texto do que pela espiritualidade subjetiva.

Ou seja, conforme já escrevi uma vez: Na Bíblia está o mistério do Mundo. O problema é interpretar, porque a Revelação foi feita em determinadas épocas em que, forçosamente, por dificuldade de compreensão para a evolução no momento, alguns ensinamentos foram escondidos, outros adaptados à época e outros permaneceram ambíguos, pelo que permitem interpretações diferentes. Acrescentamos a isto as traduções feitas de diversas línguas, em que os textos devem ter sofrido influências da mitologia e filosofia dos povos que traduziram os escritos originais. Tenho dificuldade, até, na compreensão de algumas passagens que na Bíblia protestante, mais formal, me apontam um caminho e na Bíblia católica, com a linguagem mais moderna, apontam outro caminho. Ou seja, além da diferença entre Protestantes e Católicos, lutamos com a dificuldade entre a interpretação teológica, mais espiritual e muito subjetiva, e a interpretação literal do texto em que tentamos visionar o que está escrito tendo em conta a evolução atual. É como irmos à antiguidade, com uma máquina do tempo, e tentarmos explicar ao povo o que é a televisão, um computador, um satélite, uma aeronave, um helicóptero, um submarino, etc., levando algumas amostras.


Esse povo iria tentar concretizar, em desenho ou em narrativa, aquilo que viram e ouviram conforme o seu grau de evolução e essa informação seria deturpada ao longo dos anos até chegar aos nossos dias como narrativas fantásticas e com significados obscuros de espiritualidade. Esta estela Suméria reproduz o que viram e lembram muito bem, um helicóptero, um submarino, um bombardeiro a lançar uma bomba e um avião convencional.

Como explicar passagens confusas da Bíblia como por exemplo quando Josué socorre Gibeon (Josué 13). Esta e outras passagens que se iam tornando confusas conforme se ia desenvolvendo a Ciência, despoletaram a reação da Igreja Católica que se julga a detentora da "verdade", mesmo que escamoteada quando não a percebe, dando origem à Inquisição e todos os atos de verdadeiro barbarismo que se seguiram só para defenderem a instituição que consideram infalível. Copérnico e Galileu bem sentiram na pele o facto de declararem, sobre este exemplo, que a Terra gira em volta do Sol.

Cientistas que trabalhavam no projeto Human Genome (Projeto Genoma) ficaram perplexos diante de uma descoberta: acreditam que 97% das chamadas "sequências não-codificadas" do DNA humano correspondem a uma porção de herança genética proveniente de formas de vida extraterrestre. As sequências foram analisadas por programadores de computadores, matemáticos e outros estudiosos. O Professor Chang concluiu que o "DNA-lixo" foi criado por algum tipo de "programador alienígena". Alguém manipulou e "aperfeiçoou" a vida e a raça humana, fazendo de um hominídeo primitivo, como o homo erectus, o atual homo sapiens. Um dos argumentos em que se apoia essa ideia é a improbabilidade do surgimento do homo sapiens de maneira súbita, um processo que fere os princípios do Darwinismo ortodoxo. O homem contemporâneo lembra, em tudo, um ser híbrido, uma combinação genética de material extraterrestre com a herança do homo erectus. (Scientists find Extraterrestrial genes in Human DNA por John Stokes). Sugiro lerem o site: https://axometro.pt/codigo-genetico-alienigena-dna-humano/


Será que na 1ª Epístola aos Coríntios, no capítulo 15, versículos 46 a 49, Paulo nos revela isto só que de uma forma mais compreensível para o tempo em que desconheciam a manipulação genética e levaram os factos para o campo eminentemente espiritual? Vejamos: " o primeiro a ser feito não foi o corpo espiritual, mas o animal, e depois o espiritual. O primeiro homem foi tirado da terra (homem produto da evolução material, o Homo Erectus) e é terrestre; o segundo homem vem do Céu (ADN da raça evoluída que manipulou geneticamente o Homo Erectus). O homem feito da terra foi o modelo dos homens terrestres; o homem do Céu é o modelo dos homens celestes. E assim como trouxemos a imagem do homem terrestre, assim também traremos a imagem do homem celeste (fusão do ADN da raça celeste - vinda do espaço/Céu – com o ADN do Homo Erectus, gerando o Homo Sapiens)".

Paulo não refere o espírito vital, o "sopro de Deus", mas refere-se concretamente ao "modelo" dos homens celestes, portanto um ser já formado e material. Fala na existência de "outros" homens vindos do Céu (espaço sideral).

No entanto pela interpretação teológica o primeiro homem, vindo do pó da terra é Adão e o homem do Céu será Jesus. Uma interpretação muito rebuscada e só ao alcance dos teólogos. Quem leia a Bíblia, sem a formação superior, não consegue chegar a essa interpretação. E nem os sacerdotes católicos o explicam. A mim, explicou-me esta passagem o Apóstolo protestante, que se considera como apenas um Cristão Bíblico. É portanto uma interpretação eminentemente espiritual.

As diversas derivações do Cristianismo, começando pelo Catolicismo e acabando nas inúmeras igrejas evangélicas, desviaram a humanidade da adoração, amor e confraternização individual com Deus para uma série de rituais e dogmas que procuram mais exaltar a instituições religiosas, com as suas hierarquias inventadas e mediadoras, para melhor manipularem os seus adeptos.

A Igreja Católica Apostólica Romana é a Instituição que mais prejudica o Cristianismo e está a ser coadjuvada, atualmente, pelas Igrejas Evangélicas que também fugiram ao ensinamento primordial do Mestre, caindo ambas no idolatrismo e iniquidade. Desviaram-se das escrituras. E esse desvio já vem da dominação romana, onde começou a ser engendrado o plano para denegrir a nova religião provenientes dos ensinamentos do Mestre Jesus.


O império Romano viu vantagem em "absorver" essa igreja nascente. Já que os não podia combater com sucesso o melhor era juntar-se a ela e miná-la por dentro, o que de facto aconteceu. Desde o momento em que a Igreja Cristã se tornou oficializada como religião do Estado Romano, esta começou a ser minada e "conquistada" e absorvida, dando como resultado a Igreja Católica Romana que, a par do seu mentor, cometeu as maiores barbaridades e mortes no mundo, em nome de DEUS. Só que o DEUS deles não é a mesma entidade do nosso DEUS.

Aliás é esse o procedimento normal da Igreja católica romana. Mesmo nos seus rituais mais sagrados, sabe-se que são adaptações de rituais pagãos com novos nomes, o que faz com que os verdadeiros crentes não estejam a homenagear o que o nome fictício representa mas o verdadeiro acto que foi adaptado. Ao orarem a Deus (da Igreja Católica) estão a orar ao Sol, ao celebrarem o Natal com árvores de natal e neve (onde estão as árvores e a neve em Belém?) estão a celebrar o culto pagão germânico.

Em 325 o imperador Constantino e o Papa S. Silvestre l, criaram o dia de Natal em 25 de Dezembro, data em que se celebrava em Roma o dia de "natallis invict sollis", ou seja, o dia do nascimento do vitorioso Sol.

A Enciclopédia Britânica-Edição de 1946; relata sobre o Natal o seguinte "O natal não constava entre as festividades da igreja, não foi instituído pela igreja primitiva, nem pelos apóstolos, e nem pelas autoridades bíblicas. Foi formado e trazido do paganismo!" .

E a Enciclopédia Americana-edição de 1944 diz: "o natal de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da igreja. A Árvore de natal é de origem germânica, datando do tempo de S Bonifácio. Foi adotada para substituir o sacrifício ao carvalho-árvore-de Odim, deus mitológico. Adoravam-se também uma árvore em homenagem ao deus-menino pagão. Porquanto, o costume de usar árvores de natal dentro de casa, é uma idolatria herdada do paganismo".

Ao contrário da doutrina das igrejas institucionalizadas, Jesus ensinou o homem a ter a sua fé individual, sem mediadores, em que o ser humano é que toma as suas decisões livres (por isso é que Deus lhe deu o livre arbítrio) sem estar "preso" a determinada igreja com a sua Teologia determinada por leis humanas, muitas delas impostas para benefício da instituição e de todos os que dela vivem.

No Sermão da montanha Jesus ensinou (Mateus 6: 5,6,7,8): " E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar de pé, nas Sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens… Mas tu, quando orares, entra no teu aposento, e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em oculto; e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará… E, orando, não usareis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem serão ouvidos… porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes".

Ou seja: devemos orar (e não rezar, pois a diferença é que ao orar falamos diretamente a Deus com palavras nossas e rezar trata-se da repetição automática de textos memorizados que se debitam sem pensar) diretamente ao Pai, sem intermediários, em privado e não sob o jugo de práticas institucionalizadas e rituais impostos, na maior parte sem compreendermos o alcance do que estamos a repetir. As missas em latim era para isso mesmo. Os fiéis não sabiam a quem oravam na verdade. Limitavam-se a repetir frases memorizadas e a "dar energia" sem saberem a quem.

E sempre que surjam dúvidas, normalmente levantadas pelas diversas interpretações da Bíblia que essas instituições apresentam, não há nada como ler a própria Bíblia e confiar na inspiração do Espírito Santo, o Espírito vivificador que banha todo o Universo. Para isso portamos uma Centelha do Espírito Divino e Jesus deixou na Terra (o planeta que estava em quarentena e sob custódia dos seres celestiais que o governavam) o Espírito Santo para nos assistir doravante. Pela oração individual essa ligação torna-se cada vez mais forte e a nossa consciência vai-se ampliando cada vez mais.

terça-feira, 11 de novembro de 2025

 

MORTE DA CONSTITUIÇÃO DOS EUA


A Constituição dos EUA é a lei fundamental do país, escrita em 1787, que estabelece a estrutura do governo federal com a divisão de poderes (legislativo, executivo e judiciário). É um documento que foi ratificado em 1788 e complementado com as 10 primeiras emendas conhecidas como Carta dos Direitos (Bill of Rights) em 1791, garantindo direitos fundamentais. A Constituição é uma república federativa que equilibra o poder central com a autonomia dos estados.


Este texto muito interessante que encontrei e divulgo a seguir para as pessoas refletirem e pesquisarem toda a informação disponível que dá o vislumbre da atuação dos senhores do mundo que procuram implantar a Nova Ordem Mundial, utilizando como ferramenta principal e final, o poderio da Nação mais potente do Globo, que já dominam e controlam. E este acontecimento serviu de protesto para uma série de atuações ilegais, um autêntico “terrorismo do Estado” sem controlo, ao sabor dos ocupantes da Casa Branca, inicialmente Democratas e agora Republicanos, cujos poderes permitem fazer praticamente tudo sem temer a reação do mundo. É a Lei do mais forte. Hoje, o mundo já esta a reagir abertamente e organiza-se para combater essa Ordem Mundial Iluminati (do Ocidente), e o ocupante atual da Casa Branca aproveita-se desse poder adquirido com o Atentado Terrorista de 9/11, com tiques de ditador.

Então vejamos:


A MORTE DA CONSTITUIÇÃO DOS EUA: Será que a população consegue fugir ao engano?

Por Gílson Sampaio

Sábado, 14 de Julho de 2012


Temos pela frente dias de ar quente e oco. No 4 de Julho, este ar quente e oco que cobre todo o país, não encherão as homilias que predicarão os nossos dirigentes a falarem da nossa "liberdade e democracia" e louvarem "as valentes tropas" que estão a proteger a nossa liberdade "matando-os lá antes que eles venham cá".

Nenhum destes discursos conterá uma só palavra de verdade, nenhum orador lamentará a morte da Constituição dos Estados Unidos ou impelirá a audiência a restaurar o único documento que protege a sua liberdade. Nenhum orador reconhecerá que no século XXI o regime Bush/Obama, com a cumplicidade do Departamento de Justiça, das cortes federais, do Congresso, dos
mídia prostituídos, das faculdades de direito, das ordens de advogados e dum público despreocupado, matou a Constituição em nome da "guerra contra o terror".

O mesmo que nos tempos medievais, os cidadãos americanos podem ser jogados em masmorras e nunca mais saber-se deles. Não é preciso apresentar provas ou acusá-los diante dum tribunal. Não se requer juízo nem condenação.


Como nas ditaduras, os cidadãos estado-unidenses podem ser executados conforme a vontade do déspota que ocupa o Salão Oval, ali sentado a desenhar a listagens de pessoas a assassinar.

Manifestantes a exercerem o seu direito, garantido constitucionalmente, à liberdade de expressão e à liberdade de associação são atacados e golpeados pela polícia armada, com armas de eletrochoque, com gases lacrimogéneos, com pimenta pulverizada, e finalmente arrestados.

Aqueles que denunciam os crimes do governo são perseguidos apesar do estatuto que os protege.

O soldado Bradley Manning, que alegadamente teria entregado à
Wikileaks documentos que revelavam os crimes de guerra dos EUA, incluindo um vídeo de soldados estado-unidenses num helicóptero armado a gozarem, como se estivessem num videojogo, assassinando civis que caminhavam pelas ruas, foi arrestado e torturado enquanto o governo procurava armar um caso contra ele.

De acordo com o código militar dos EUA, os soldados têm a obrigação de dar a conhecer os crimes de guerra. Porém, a lei escrita não protegeu Bradley Manning, e os republicanos conservadores que eu conheço espumam pela boca pedindo a execução de Manning por ter revelado a verdade. A verdade, o que é a simples verdade comparada com a "excepcionalidade do grande povo americano"? A América tem carta-branca para fazer todo aquilo que desejar com os povos não excepcionais. Manning merece morrer, afirmam, porque ele se colocou do lado dos oprimidos e não do lado dos opressores americanos.

Logo que o Ministério Público da Suécia arquivou o caso contra Julian Assange, de
Wikileaks, decretando que as acusações de estupro não tinham fundamento, outro procurador, muitos pensam que empurrado pelo governo estado-unidense, pediu a sua extradição de Inglaterra para ser interrogado. Normalmente, a extradição apenas se aplica àquelas pessoas para as quais, acusadas dum crime, se emitiu um mandado, o que, com certeza, não é o caso de Assange. Mas, é claro, se Washington quiser Assange, Washington assegurar-se-á que qualquer lei possa ser forçada até consegui-lo. O país sueco cumprirá a vontade do país excepcional e receberá em troca uma boa paga pelos seus serviços.

Ativistas pela paz de diversos países viram como o FBI invadia os seus lares, roubando-lhes vídeos e gravações pessoais, e reuniu-se um Grande Júri de Acusação com o intuito de os indiciar por apoiarem o terrorismo durante os seus protestos contra as guerras ilegais de Washington, guerras criminosas de acordo com o padrão de Nuremberga estabelecido pelo próprio governo dos EUA.

Nada disto se mencionará nos discursos patrióticos do 4 de julho. As massas embriagadas envolver-se-ão na bandeira e voltarão a casa cheios duma arrogância que despreza os estrangeiros inferiores, como muçulmanos, árabes, chineses e franceses.

E nenhum dignitário mencionará que aqueles que "estamos a matar lá" são principalmente mulheres, crianças, velhos e trabalhadores de ajuda humanitária. As tropas estado-unidenses parecem especializadas em alvos fáceis como casamentos, funerais, crianças a jogarem futebol, granjas e escolas.

Recentemente Washington deu como reduzido o número de "danos colaterais" ao declarar que todos os homens em idade militar assassinados eram combatentes talibãs ou terroristas. Obviamente, Washington não tem maneira nenhuma de comprovar se o eram ou não, mas a declaração pode interpretar-se como uma luz verde ao assassinato de afegãos em idade militar.

Atualmente, Washington está a conduzir guerras ou ocupações, a violar a soberania de países com veículos aéreos não tripulados e/ou tropas em sete países muçulmanos e a armar rebeldes na Síria. Todo isto sem a autorização do Congresso, os alegados representantes do povo, como exige a Constituição. Que piada!

Em poucas palavras, na América da "liberdade e a democracia", o povo não tem voz, não tem direitos e não tem representantes.

Todavia, este grande défice democrático e de liberdade não vai ser mencionado pelos oradores do 4 de julho.

Os crimes contra a humanidade, o desmantelamento da Constituição dos Estados Unidos e a ilegalidade tanto nacional quanto internacional que define a América do século XXI são o resultado do 11 de setembro de 2011.

O relato dos atentados feito desde Washington é a mais selvagem teoria da conspiração que já conheceu a humanidade. O absurdo relato de Washington é o seguinte: uns poucos árabes sauditas sem qualquer apoio de nenhum governo nem de nenhum serviço de inteligência enganaram não apenas a CIA e o FBI como também as 16 agências de inteligência dos EUA, mesmo a Agência de Inteligência da Defesa e a Agência de Segurança Nacional, junto com as agências de inteligência de todos os aliados de Washington na OTAN e o Mossad israelita, que tem infiltrados todos os grupos muçulmanos radicais.

Estes humildes sauditas dos que não se conhece nem relevância nem poder também enganaram ao mesmo tempo o Conselho de Segurança Nacional, o
NORAD (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte), o Pentágono e o Controlo de Tráfego Aéreo e provocaram que a segurança dos aeroportos falhasse até quatro vezes numa hora na mesma manhã.

Por outras palavras,
todas as defesas americanas falharam ao mesmo tempo

Reflitam sobre isto só um momento. Se tal coisa se tivesse passado realmente, o Presidente, o Vice-presidente, o Congresso e a comunicação social
ter-se-iam questionado como teria sido possível tal fracasso absoluto de toda a segurança nacional. Teria começado uma investigação imediatamente, não à volta dum ano depois e só graças à pressão das famílias das vítimas do 11/9, que não puderam ser compradas. Tal fracasso, completo e total, de todos os mecanismos de segurança dos EUA significaria que os americanos não estiveram seguros um só minuto durante os 40 anos de guerra fria com a União Soviética. A qualquer momento os soviéticos podiam ter destruído totalmente os EUA e nós nunca teríamos sabido de onde é que veio o golpe.

Numa investigação de verdade, as provas do 11/9 não teriam sido ilegalmente destruídas e a investigação teria sido realizada por especialistas, não pelas agências governamentais encarregadas do ocultamento e por políticos de segunda fila. A informação do
NIST (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia), completamente absurdo, não explica nada. É uma simulação agendada por computador dum acontecimento que nunca ocorreu. Os membros da comissão do 11/9 e os seus conselheiros legais publicaram mais tarde livros em que afirmavam que lhes tinha sido recusada informação, que os militares lhes mentiram e que a própria comissão "fora desenhada mesmo para fracassar". Todavia, estas assombrosas confissões dos líderes da comissão do 11/9 não comoveram o congresso, a comunicação social prostituída nem o público. Todos agacharam a cabeça. Por favor, façam o que fizerem, mas não nos obriguem a nós os débeis a encararmos os feitos.

Mais de um cento de bombeiros, polícias, proteção civil e pessoal de conservação de prédios informaram ter ouvido e experimentado várias explosões nas torres gémeas, o que incluía potentes explosões nas caves antes da queda das torres.

Reconhecidos cientistas, autores de muitos artigos científicos, acharam no pó procedente das torres nano-térmite. Estes cientistas comprovaram a habilidade deste material para produzir uma elevada calor e explodir e informaram dos seus inequívocos resultados.

Mil setecentos arquitetos e engenheiros depuseram a pedido do Congresso e afirmaram que os três prédios do
World Trade Center não colapsaram por causa dos incêndios e a colisão dos aviões e demandaram uma investigação científica de verdade acerca das causas da destruição.

Então, fica-nos o paradoxo de uns ignorantes qualificarem a opinião científica, baseada num cuidadoso exame das provas, como uma "teoria da conspiração", enquanto a absurda teoria da conspiração de Washington surge como a verdade dos acontecimentos.

A organização
Arquitetos e Engenheiros pela Verdade do 11/9, com o conceituado arquiteto Richard Gage à cabeça, acabaram por confirmar a teoria da conspiração elaborada por Washington no filme: "9/11: Explosive Evidence -- Experts Speak Out," (11/9: Evidência Explosiva. Os especialistas falam claro), e é claro que falam claro.

Um bom feixe de reconhecidos especialistas em demolição, desenho, engenharia e construção de estruturas metálicas de alto risco fornecem no filme as razões científicas, arquitetónicas e de engenharia que permitem afirmar que os três prédios do
World Trade Center só puderam vir abaixo com a ajuda de explosivos colocados e cronometrados para remover o potente suporte estrutural e causar a súbita queda dos prédios. Visto que eles tinham sido construídos de acordo com princípios bem conhecidos e comprovados que evitam totalmente o rápido colapso, os incêndios e os danos estruturais que dois dos três arranha-céus sofreram por causa dos aviões não podiam ter causado a súbita desintegração dos três.

Eu assisti ao filme em Atlanta, uma das 32 cidades onde se estreou, o dia 2 de julho. Exibiu-se no Teatro
7 Stages situado na Euclid Avenue. É o antigo Teatro Euclid aonde íamos há 65 anos montados nas nossas bicicletas eu e outros meninos para vermos como Tarzan combatia contra répteis gigantes e cavalgava elefantes até à vitória contra malvadas tribos de pretos ou ainda piores caçadores brancos ou como Randolph Scott repartia justiça com o seu revólver numa cidade governada por foragidos e mais para testemunhar como os valentes soldados americanos libertavam a Europa dos nazis. Nunca podíamos imaginar que um estado policial como o nazi nos havia ameaçar também a nós, moradores da "terra da liberdade".

A declínio da América, convertida num estado policial, talvez pudesse cessar se os americanos não ignorarem tanto a ciência e compreenderem que aquilo que estão a ver com os seus próprios olhos nos vídeos que mostram a destruição das torres gémeas é mesmo o derrubamento dum prédio, não a sua queda a causa de simples danos estruturais. A destruição do prédio 7 é um claríssimo e completo esquema duma demolição controlada.

No final do filme, uns psicólogos explicam por que a maioria da população carece da fortaleza mental e emocional necessária para confrontar feitos altamente perturbadores. Um governo que espia tão profundamente a sua própria população como faz Washington conhece obviamente o seu perfil e não vê nele outra coisa mais do que uma debilidade e um medo que podem ser manipulados.

Haverá coisa mais perturbadora do que pensar que os atentados do 11 de Setembro tenham sido uma operação de bandeira falsa desenhada para fornecer aos neoconservadores um novo
Pearl Harbor por forma a Washington encetar uma Guerra pela Hegemonia no Próximo Oriente e dali estendê-la ao Irão e às potências nucleares, Rússia e China, que estão a ser rodeadas, como já foi o Irão, de bases militares estado-unidenses?

O que estamos a experimentar é uma nova encenação da Revolução Francesa, desta volta a nível mundial. Napoleão, o herdeiro da Revolução Francesa e várias vezes conquistador de Europa, esforçou-se por espalhar a nova ordem de França a toda a Europa. A Revolução Francesa foi assim o primeiro clamor duma
Nova Ordem Mundial, só que daquela o mundo era a Europa.

As "guerras de libertação" de Washington
são guerras pela hegemonia mundial que o complexo exército/segurança aproveita bem. A combinação de poder e dinheiro são as razões das guerras que Washington está a cozinhar. E são razões ocultas, envoltas na bandeiras, nos sentimentos patrióticos e no medo diante dos demonizados muçulmanos de pele escura.

Será que a organização
Arquitetos e Engenheiros pela Verdade do 11/9, ou qualquer tipo de verdade, poderá quebrar o silêncio e libertar os americanos da realidade artificial criada tanto pelos mentirosos que nos governam como por uns mídia corruptos e prostituídos? Ou é que nós os americanos estamos condenados a vivermos no Matrix que foi criado para nós?

Resta a esperança no colapso da economia sob as rédeas dos aspirantes à hegemonia mundial. Talvez então as pessoas que não querem lutar nem por princípios nem pela sua liberdade lutarão pela sua sobrevivência económica.

Paul Craig Roberts foi secretário adjunto do Tesouro dos EUA e é editor associado do
The Wall Street Journal

Tradução de Alberto Lozano para o Diário Liberdade


Em suma, digo eu, a caca é a mesma. Só mudam as moscas. Os Governos do Povo e para o Povo são uma quimera... e o POVO é que sofre para que esses senhores tenham tudo e uma minoria tenha a riqueza mundial na sua posse.

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

 A SEITA QUE DOMINA O MUNDO



São as raposas globais. Normalmente, quando se apontam os excessos cometidos pela Igreja de Roma. Limitam-se a falar das Cruzadas e massacres ocorridos séculos passados, como a famigerada INQUISIÇÃO e Massacre do DIA DE S. BARTOLOMEU em que milhares de Huguenotes (protestantes franceses) foram chacinados.

Os apologistas católicos escondem-se invariavelmente atrás de retóricas, tais como considerar como resultado do “espírito da época” ou “atos infelizes de uma Era das Trevas”. E estas desculpas não correspondem à realidade, pois o sangue derramado pelos católicos, com o aval do Papa Pio XII, em pleno século XX, são exemplo disso.



A Igreja Católica liquidou mais de oitocentos mil sérvios Ortodoxos na Croácia católica, durante os anos de 1941 – 45, ou seja quarenta vezes mais do que a soma fatídica da “Santa Inquisição” e do “Massacre do Dia de S. Bartolomeu”. Os próprios nazis (que ironia) ficaram tão horrorizados com as atrocidades praticadas pelos católicos croatas que acabavam por ocupar as cidades a fim de diminuir tanto massacre.

Na Jugoslávia, por exemplo, a “bondade católica” sepultou vivos 250 camponeses no distrito sérvio de Bjelovar. Duas mil crianças mortas com gás letal no campo de concentração de Bonsanska Gradiska. Um pai e um filho crucificados juntos e em seguida queimados dentro da sua própria casa, em Mlinister. Mães e filhos, de até 3 anos, empalados na mesma estaca, em Gorevac. Uma mãe obrigada a segurar a bacia que recebia o sangue dos seus quatro filhos, quando as suas gargantas foram cortadas em Konsinj. Muitas outras atrocidades, coordenadas pelo Arcebispo católico romano Aloysius Stepinac, o qual “rezou” descaradamente na abertura do Parlamento Croata, em Fevereiro de 1942, a pedir que o “Espírito Santo descesse sobre as afiadas facas ustashis (exército católico de guerrilha ou ação católica).

E dizem ironicamente que estão “ao serviço de Deus”. Que Deus?

Todas as guerras do planeta têm sido arquitetadas pela Ordem Jesuíta e muitas atrocidades têm sido cometidas pela Ordem Franciscana, ambas a defender a sua pobreza, humildade e bondade. Na Jugoslávia, os Franciscanos distinguiram-se em milhares de atrocidades contra os sérvios ortodoxos, principalmente contra o seu clero.

O mais curioso é que estes dois grupos “religiosos” é que montaram a segurança do Papa Francisco com grande eficácia, que fez grandes alterações no sistema instalado na governação do Vaticano. Se não tivesse esta guarda pretoriana, este Papa tinha sido assassinado logo que começou a mexer com as regalias e mordomias dos barões que dominavam o Vaticano.

É um facto.

Os jesuítas organizados em moldes militares (motivo porque são uma “Companhia” e não uma “Ordem”) com um General tão poderoso, ou mais, que o próprio Papa, têm como objetivo a dominação mundial. O General é conhecido como o Papa negro.

A História regista a expulsão desta “Companhia de Jesus” de muitos países que se aperceberam dos seus objetivos. O modus operandi é simples: apossarem-se da educação, da doutrinação e infiltrarem-se no meio político de cada nação. Provocam a perturbação nas massas e como dominavam as escolas, universidades e instituições, conseguiam uma “paz” passageira, pois entravam na fase da “perseguição”.



Os Jesuítas começavam invariavelmente com o estabelecimento de colégios e universidades, exibindo altos graus académicos a fim de atrair aspirantes a eruditos da nação em vista. Este estratagema é muito subtil permitindo, sem contestação, a apostasia concebida sempre na sala de aulas.

Os Jesuítas descobriram muito cedo a importância de liderar a mais alta educação como meio de ganhar o controlo das vidas dos jovens mais habilitados e mais bem situados, fabricando servos intelectualmente treinados aos seus propósitos. A habilidade dos padres Jesuítas, os seus conhecimentos da natureza humana, a sua afabilidade nas maneiras e a sua notável adaptabilidade às idiossincrasias e circunstâncias de cada indivíduo, tornam-nos praticamente irresistíveis uma vez que entrem em relações mais íntimas com a juventude influenciável.

Depois de iludir os estudantes ingénuos partem para o segundo estágio que é a doutrinação. Certamente que empregaram mais tempo a moldar os seus carateres religiosos e morais, conforme os ideais da Sociedade, do que assegurar uma maestria nos estudos... bem ou mal preparados academicamente. O que interessava era a “entrega” religiosa incondicional. Este poderiam ser infiltrados e ocupar posições de liderança nos governos, no comércio e nas forças armadas. A preparação da população “civil”, da Nobreza e do Clero, era muito baixa, sendo os Jesuítas os melhor preparados, pelo que se impunham com o a sua “sabedoria”.

Os Jesuítas para alcançarem os seus objetivos tinham uma prerrogativa que as restantes ordens religiosas não tinham: a permissão de isenção do hábito religioso.

Os milhares de membros oficiais da Sociedade operavam no mundo inteiro na capacidade do seu pessoal, como oficiais de um exército verdadeiramente secreto, contendo nas suas fileiras chefes de partidos políticos, oficiais de altos escalões, Generais, magistrados, físicos, professores universitários, todos eles a batalhar para realizar na sua própria esfera, a Opus Dei, com absoluto empenho, os planos do Papado.



A capacidade de se infiltrarem com bastante sucesso em todos os países é possível quando executam o quarto estágio – A Sedição. Um verdadeiro Jesuíta é personificação exata da carta 1Timóteo 4:2.

Em Inglaterra começaram a infiltrar-se no século XVI, usando mil disfarces, incluindo as togas dos pastores anglicanos. Através dos séculos têm deixado bem claro que não hesitarão diante de coisa alguma, a fim de atingir os seus propósitos de subjugar o mundo inteiro ao Vaticano.

O engodo que começaram a utilizar muito cedo, no seu treino, foi a de manter a cabeça levemente inclinada, sem a mover para a direita ou para a esquerda. Nunca levantar a vista e quando falam com alguém não o fixam diretamente nos olhos, de modo a serem vistos apenas indiretamente.

Os Jesuítas têm-se destacado na política mundial. A sua reputação na matéria de subterfúgio, espionagem, subversão e coisas piores é bem conhecida pelos pesquisadores e estudantes da história mundial. Cinquenta e uma expulsões documentadas pelos governos do mundo dão uma boa indicação do que esses “missionários” fazem mais do que simplesmente distribuir folhetos.

De Facto os “filhos de Loyola” são tão diabólicos que têm sido expulsos até mesmo de países notadamente católicos. Em 6 de Abril de 1762, a França expulsou-os, descrevendo as suas doutrinas como : “perversas, destruidoras de todos os princípios religiosos e honestos. Insulto à moral cristã, perniciosa à sociedade civil, hostis ao direito da Não, ao poder Real e à segurança dos soberanos à obediência dos súbditos, capazes de deflagrar os maiores distúrbios nos Estados, de conceber e manter a pior espécie de corrupção nos corações humanos”.

O segredo da longevidade dos Jesuítas, tendo em vista a ampla resistência por parte dos governos, tem sido a sua obstinação de entrar novamente nos países de onde foram expulsos, onde e quando isso for possível. Lamentando esse ressurgimento da atividade Jesuíta, John Adams, segundo Presidente dos Estados Unidos, escreveu a Thomas Jefferson, em 1816, “não me sinto feliz com o renascimento dos Jesuítas. Enxames deles se apresentarão sob os mais variados disfarces jamais usados, como impressores, escritores, publicadores, professores escolares, etc. Se já alguma vez uma Associação de pessoas mereceu condenação, neste mundo ou no Inferno, é a Sociedade de Loyola”.

Infelizmente, Jefferson, terceiro Presidente americano, era bom demais para acreditar na maldade dos “filhos de Loyola” e, a partir de então eles foram penetrando no país protestante mais promissor das Américas e no final do séc. XX já eram praticamente os donos daquele país...

Um dos meios mais vigorosos usados pelos Jesuítas para perpetuar as suas atividades, é aliviar a consciência dos membros da igreja que simulam hipocritamente os seus sentimentos para enganar as pessoas. Este ministério “aliviador” é executado através do “confessionário”.

John Henry Newman não escreveu especificamente sobre os jesuítas, mas as suas ideias sobre a fé, o dever e a educação são muito relevantes para a tradição jesuíta, que também valoriza uma fé viva e a formação intelectual. Newman acreditava que a fé católica era a única defesa contra o materialismo e que a consciência moral era a voz de Deus, orientando as ações humanas, o que se alinha com o compromisso jesuíta com o magis (o "mais" ou "melhor") e com a fé prática. Ele declarou: Desde o princípio os Jesuítas usavam sempre o confessionário como meio de dominar as almas dos homens e mulheres, a fim de obter um conhecimento dos assuntos e políticos do lugar, os quais servissem aos objetivos da Sociedade. Os filhos e filhas dos ricos e nobres eram buscados por todos os meios para ficar sob a sua influência e para tanto se tornaram os confessores favoritos na corte Imperial e em muitas cortes reais da Europa. Era o seu objetivo constante tornar o seu sistema confessional tão atraente para os ricos e Nobres que vinham procurá-los espontaneamente. Para esse fim o seu sistema casuísta de Teologia moral foi elaborado, no qual eles tinham meios de apaziguar as consciências dos seus súbditos em todos os tipos de mal feitos.

Os Jesuítas são eternos porque dentro deles foi insuflado um poder indiscernível e insuperável (através dos “exercícios espirituais”) provindo do “pai da mentira”. Agora a perseguição foi substituída pelo enganador Movimento Ecuménico, uma vez que já não lhes é possível matar, roubar e destruir, como faziam antigamente. Com o tempo, eles chegaram à conclusão de que não poderiam vencer os protestantes pela força... então resolveram unir-se aos mesmos, a fim de envenenar-lhes as mentes com as suas doutrinas liberais e antibíblicas.


Imagem: CNBB


Podemos ver atualmente o resultado, com os vários acordos feitos entre católicos e protestantes, levando os cristãos à apostasia que começou a prevalecer a partir de 2000.

Através do liberalismo e do movimento ecuménico, a maioria dos protestantes foi convencida a aceitar as doutrinas de Roma, como se elas fossem realmente bíblicas. Agora essas raposas globais já estão no controlo económico, através do “Homem da iniquidade” a fim de destruir todos os que não rezarem pelo catecismo de Roma.