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segunda-feira, 27 de outubro de 2025

 

DECLÍNIO E RUPTURA DOS EUA


Imagem: OutrasPalavras


Publiquei este texto em Maio de 2020. E pelo que se passa atualmente , na era caótica de Donald Trump, a situação piorou, e muito. A Administração Trump encaminha o país para o abismo. A dívida externa aumenta cada vez mais e a ação concertada dos BRICS acabarão com o dólar. E depois...

A História está cheia de exemplos de quedas de grandes Impérios e nunca um conseguiu travar o que quer que seja pela força ou antagonizando os adversários e traindo os seus aliados por motivos essencialmente mercantis. Ficaram sempre isolados e pereceram. Todos, mas todos, precisam de uma concorrência leal e séria e agir diplomaticamente respeitando as convenções e tratados internacionais.

Está provado que as guerras não levam a nada e só destroem vidas e bens. Seria muito melhor conseguirem um acordo justo do que conseguir o mesmo com tudo já destruído. As nações que oficialmente perderam a última guerra mundial são as que estão melhor atualmente. Afinal qual o ganho dos que “ganharam” historicamente?

Os EUA estão falidos, a Rússia idem, o Reino Unido perdeu o Império e está mal economicamente, A França está um caos. E os “derrotados” estão com as suas economias a crescer e a açambarcar os mercados e as industrias. A Alemanha vai crescer militarmente tornando-se a maior potência na Europa (outra vez). O Japão, o mais castigado, está anos avançado ao chamado primeiro mundo. A China é o gigante do momento e do futuro, a Índia não ficará atrás.

Afinal quem ganhou a Segunda Guerra Mundial e tem sobrevivido com vantagem às pequenas guerras que eclodem por todo o mundo?

Assim Trump acelera o declínio dos EUA. Ele exibiu na ONU o seu mais novo perfil: ainda mais arrogante, alienado e ameaçador. Por trás desta atitude, arma-se um desastre: o cenário económico é turvo, e perspetivas de longo prazo são piores. Eis a tempestade que se arma” – Site OutrasPalavras, em Setembro de 2025.



Um dos principais analistas políticos russos afirmou que a tempestade económica nos Estados Unidos confirma a sua visão de que o país caminha para o colapso e será desmembrado em partes separadas.

O professor Igor Panarin declarou numa entrevista publicada a 24 de Novembro de 1998 pelo diário Izvestia: "O dólar não está assegurado por nada (Deixou de se apoiar no ouro. O presidente dos Estados Unidos Richard Nixon anunciou o fim do padrão ouro para o dólar, encerrando o sistema monetário internacional de Bretton Woods que ajudou a tornar o dólar a moeda de reserva mundial. Dependendo da perspetiva de cada um, o fim do padrão ouro foi uma concessão inevitável à realidade económica ou uma catástrofe épica. No coração do padrão-ouro estava o princípio da conversibilidade: a promessa de que o papel-moeda poderia, a qualquer momento, ser convertido em ouro. Isso não apenas ancorava o valor da moeda, mas também limitava a quantidade de dinheiro que um país poderia emitir ao volume de ouro que possuía ). A dívida externa do país tem crescido como uma avalanche, apesar de que no princípio dos anos 1980 não havia dívida. Em 1998, quando fiz a minha previsão, ela havia excedido os 2 milhões de milhões (triliões). Agora há mais de 11 milhões de milhões de dívida. Isto é uma pirâmide que só pode entrar em colapso".

O jornal afirma que as terríveis previsões de Panarin para a economia dos EUA, feitas inicialmente numa conferência internacional na Austrália, há muitos anos atrás, quando a sua economia parecia forte, ganharam mais credibilidade com os acontecimentos posteriores.

Ao ser perguntado quando a economia dos EUA entraria em colapso, Panarin disse:
"Ela já está a entrar em colapso. Devido à crise financeira, três dos maiores e mais antigos cinco bancos da Wall Street já deixaram de existir, e dois mal estão a sobreviver. As suas perdas são as maiores da história. Agora o que assistiremos é uma mudança no sistema de regulação a uma escala financeira global. A América não será mais a reguladora financeira do mundo".

Quando lhe perguntaram quem substituiria os EUA na regulação dos mercados mundiais, respondeu
: "Dois países poderiam assumir este papel: a China, com as suas vastas reservas, e a Rússia, que podia desempenhar o papel de um regulador na Eurásia".

Perguntado porque esperava que os EUA se desmembrassem em partes separadas, disse:
"Por todo um conjunto de razões. Primeiramente, os problemas financeiros nos EUA ficarão piores. Milhões de cidadãos ali perderam as suas poupanças. Os preços e o desemprego estão em ascensão. A General Motors e a Ford estão à beira do colapso, e isto significa que todas as cidades ficarão sem empregos. Governadores já estão a pedir dinheiro insistentemente ao governo federal. A insatisfação está a crescer, e no momento isto está a ser sustido apenas por causa das eleições e da esperança de que Obama possa fazer milagres. Mas na Primavera já estará claro que não há milagres".

Ele também mencionou o "ajustamento político vulnerável", a "falta de leis nacionais unificadas" e "divisões entre a elite, as quais tornaram-se claras nestas condições de crise".

A sua previsão é que os EUA romper-se-ão em seis partes — a Costa do Pacífico, com a sua crescente população chinesa; o Sul, com os seus hispânicos; o Texas, onde movimentos pela independência estão em ascensão; a Costa do Atlântico, com a sua diferente e separada; cinco dos mais pobres estados centrais com suas grandes populações de nativos americanos; e os estados do norte, onde a influência do Canadá é forte.

Ele ainda sugeriu que
"nós [russos] ainda podíamos reclamar o Alasca — ele foi cedido apenas em arrendamento (on lease), afinal de contas".

Quanto ao destino do US dólar, declarou:
"Em 2006 foi efetuado um acordo secreto entre o Canadá, o México e os EUA sobre uma divisão comum, o Amero, como nova unidade monetária. Isto poderia assinalar preparativos para substituir o dólar. As centenas (de milhões) de notas de dólar que inundaram o mundo poderiam ser simplesmente congeladas. Sob o pretexto, digamos, de que terroristas estão a falsificá-las e de que precisariam de ser verificadas".

Acerca da reação da Rússia à sua visão do futuro, Panarin considerou que deve "Desenvolver o rublo como uma divisa regional. Criar uma bolsa de petróleo em funcionamento pleno, a efetuar transações em rublos... Devemos romper as cadeias que nos atam ao Titanic financeiro, o qual na minha opinião afundará em breve".

Este plano ruiu com a política de expansão de Putin para implantar um Império superior à ex-URSS e o começo da banca rota com a invasão da Ucrânia. Putin está a afundar a Rússia e sobrevive graças à “caridade” daqueles que se aproveitam das suas riquezas a baixo preço. Não passa de um mero satélite sobre a asa protetora da China que, mesmo assim, não se compromete muito mantendo uma posição ambígua. Não se percebe como uma potência que a Rússia “era” esteja na cena internacional como um pária e completamente dependente do auxílio de Coreia do Norte (também uma nação pária na cena internacional) e do Irão. Nem os outros Estados fortes do BRICS lhe dão a mão. O único trunfo que tem para emparelhar com as grandes Nações é o poderio nuclear que, diga-se a verdade, nem se sabe se está operacional. O desleixo, corrupção e incompetência dos líderes militares não são nada abonadores da Potência que todos julgavam que a Rússia era. Donald Trump acertou quando diz que a Federação Russa é um “tigre de papel”. Muitas ameaças... mas há mais de três anos que nada consegue que legitime o estatuto de forte potência militar.

Sabemos hoje que este declínio dos EUA é devido à ação agressiva da China, quanto ao plano muito bem preparado que a colocou na dianteira da alta finança. A China tem-se espalhado por todo o mundo e compra tudo o que pode e, principalmente, respaldou a sua moeda, o Yuan, em ouro, enquanto que o dólar americano não está respaldado em NADA. Contava com o monopólio do dólar para transacionar o petróleo no mundo, mas a China e a Rússia já "furaram" o sistema e com a recente epidemia do Corona Vírus o petróleo está a perder valor abruptamente o que inflaciona o dólar americano e prepara a morte do Petrodólar. Sem o Petrodólar a economia dos EUA colapsa.

Já se pôs a ideia de os Estados Unidos declararem a incapacidade de fazer pagamentos em dólares lançando em alternativa uma nova moeda que não valerá mais do que vinte cêntimos.


Logo no princípio quando se começou a desenhar ao conhecimento público o rebentamento da bolha especulativa do imobiliário em Agosto de 2007 (ou ainda antes) começaram igualmente a correr teorias, devido à astronómica dívida externa, sobre a inevitabilidade da implosão do Dólar como moeda de referência no mercado financeiro global.

Teorias, como sempre rotuladas de "conspiratórias”, começaram a circular no que respeita a uma suposta moeda alternativa cunhada pelo Tesouro dos Estados Unidos. O neo-conservador Hal Turner, um ex-jornalista detentor de um programa periódico na rádio, alvo de represálias pela administração Bush, divulgou pormenorizadamente a intenção dos EUA governados pelos ultra-conservadores de substituírem o dólar por uma nova moeda.

Trata-se do “Amero” um derivativo da raiz América – a nova moeda única para a União da América do Norte (um pouco como o Euro para a União Europeia) a circular com a cumplicidade dos governos do Canadá e México. Os EUA pensavam, com este remédio, curar a doença progressiva de que foram atacados na década de 70, quando iniciaram o declínio da então maior nação com excedente de créditos com que inundavam o resto do mundo, para a situação de nação com a maior dívida mundial por volta do ano 2000.

O rebentamento da bolha da “nova economia” e a saída pela via 11 de Setembro para a odisseia da guerra generalizada contra os moinhos de vento do terrorismo têm feito o resto do caminho para a falência a ponto de economistas liberais como Peter Schiff reclamarem para a América de hoje o cognome de Segunda República de Weimar.

O Amero seria então como moeda de substituição ao velho emulo do marco alemão da década de 1920 quando, devido ao seu valor desprezível, era queimado nos fogões de cozinha uma vez que comprar lenha com as notas saía muito mais caro.

Pelos vistos esse plano ainda não foi posto em prática. Os Democratas não se entendem com os Republicanos, e a América vai-se impondo ao mundo enquanto pode, pelo seu enorme poderio bélico.

Só que está cada vez mais endividado e o novo Presidente, Donald Trump, está a enterrar cada vez mais esta grande Nação. Por este andar colapsa forçosamente. Só uma guerra civil ou um golpe de Estado talvez mude a situação e não está muito longe.

Esta última iniciativa da Administração Trump em querer politizar os militares e sugerir que as forças armadas possam “treinar” na perseguição e repressão do próprio povo americano em que muitos são considerados como inimigos (os democratas) porque não apoiam o Presidente, é muito grave e vem revelar, finalmente, porque razão a FEMA já tinha assegurado a construção de centenas de campos de concentração (que se encontram vazios por enquanto) com milhões de caixões e material de repressão como viaturas de transporte de prisioneiros, algemas, guilhotinas e muito mais.

Existem mais de 800 campos de concentração nos Estados Unidos (Ultimamente já reportam 3.700), todos plenamente operacionais e prontos para receberem prisioneiros. Todos eles estão dotados de pessoal e sempre cercados por guardas a tempo inteiro, mas estão todos vazios. Estes campos deverão ser operados pelo FEMA se a lei marcial for implementada nos EUA e para isso basta uma assinatura do Presidente numa proclamação e a assinatura do Procurador-Geral numa ordem de prisão com as listas de nomes.


Muitas bases militares foram encerradas e transformadas nesses campos de concentração. As operações Cable Spicer e Garden Plot são dois subprogramas que foram implementados uma vez iniciado o programa REX 84. O Garden Plot é o programa para controlar a população e o Cable Spicer é o programa para uma tomada de controlo metódica dos Governos Estaduais e locais pelo Governo Federal. O FEMA é, portanto, o braço executivo da Polícia de Estado que dirigirá todas as operações. As Ordens Executivas Presidenciais já listadas no Federal Register fazem, também, parte da estrutura legal desta operação.

Curiosamente esses campos eram policiados por gente contratada, militarizada e não americanos, porque os americanos poderiam recusar-se a reprimir os seus compatriotas, e Donald Trump desmantelou a FEMA. Será sua intenção utilizar as Forças Armadas norteamericanas? Porque razão reuniu todos os Generais e Almirantes e tentou politizá-los para “combater” o inimigo interno e exercer a repressão sobre os que não queiram obedecer e submeter-se às ordens Presidenciais, principalmente os Democratas, rasgando a Constituição dos Estados Unidos da América. A Procuradora Geral, antiga advogada de Trump, move uma perseguição tenaz a todos os democratas e aqueles que não prestam apoio incondicional ao Presidente.

Além disso, Donald Trump, envia a Guarda Nacional para todos os Estados Democratas, para “impor a ordem”, segundo diz ele, em conflito aberto com os juízes federais que se opõem, considerando uma ilegalidade e abuso de poder.

Todos os militares norteamericanos devem ser imparciais, qualquer que seja o partido político a governar, porque juram lealdade à Bandeira, ao País, e não ao Presidente que esteja a governar na altura. Por inerência o Presidente é o Comandante Chefe das Forças Armadas e não tem o Estatuto de um Fuhher como Hitler em que os militares juravam lealdade ao Fuhrer e não ao País.

Todos os campos têm instalações ferroviárias bem como estradas que conduzem às instalações de detenção. Muitos até têm um aeroporto próximo. A maioria dos campos pode albergar 20 mil prisioneiros. Atualmente, a maior dessas instalações fica junto de Faibanks, no Alasca. A instalação do Alasca é um enorme centro de saúde mental e pode manter milhares de pessoas.

Antes de 1986 foi desenvolvido o plano de emergência, incluindo a suspensão da Constituição e detenções. Era o plano de emergência chamado REX 84. O controlo dos Estados Unidos passaria para a FEMA e a nomeação dos comandantes militares para executar o plano no Estado e nos Governos locais, o que em pequena escala, talvez para explorar terreno, já está a acontecer com a dança da Guarda Nacional para impor a ordem em diversos locais, de preferência governados por Democratas.

Como seria de esperar Donald Trump, ameaçou acabar com a FEMA (Comandada e preparada por administrações anteriores onde ele não tinha controlo nenhum) acusando o órgão de não fazer o seu trabalho. “A FEMA simplesmente não fez o seu trabalho. E estamos a analisar o conceito completo da FEMA. Gosto, francamente, do conceito de que quando a Carolina do Norte é atingida, o governador cuida disso. Quando a Flórida é atingida, o governador cuida disso, ou seja, o estado cuida disso”, destacou em visita a áreas afetadas pelo furacão Helene na Carolina do Norte. Só que, manda para esses Estados governados por Democratas a Guarda Nacional porque os Governadores “não cuidam disso”.

Esta agência de gestão de desastres dos EUA tem sido muito criticada pelo seu trabalho contra os impactos de alguns furacões, incluindo em Porto Rico, em 2017, quando o território foi atingido pelo furacão Maria.

Moradores acusaram Trump, que era presidente à época, de ser lento para enviar ajuda após o Maria e por comentários públicos quando ficou claro que o território dos EUA havia sido devastado.

Além disso, em 2005, o furacão Katrina atingiu Nova Orleães e inundou partes da cidade enquanto os moradores se aglomeravam em abrigos mal preparados.

O Katrina devastou a costa do Golfo do México e causou mais de 1.800 mortes. Também destruiu a reputação da FEMA, que foi duramente criticada.

Portanto o plano interessa, mas não sob o controlo da FEMA que foi desmantelada. Outra organização da confiança do ditador será nomeada. Só falta a adesão dos militares.

E aqui se confirma que o verdadeiro propósito dessa organização que substituirá a FEMA é não só proteger o governo mas também ser o seu veículo de expansão principal da Lei Marcial. E aqui se confirma que o verdadeiro propósito é não só proteger o governo mas também ser o seu principal veículo de implementação da Lei Marcial.

Com todas as pseudo-leis que têm sido aprovadas, os cidadãos Norte-Americanos encontram-se cada vez mais perigosamente na situação de serem detidos apenas porque se revoltam, porque vão para as ruas protestar.

Tudo está a convergir! Os Campos de Concentração da FEMA foram ativados nos Estados Unidos. No exato momento em que estamos às vésperas de um Colapso Financeiro total, que uma Terceira Guerra Mundial nos assombra e que o Congresso Americano autorizou o uso irrestrito das forças armadas contra a população civil do país a menos de 5 meses atrás.

Afirma-se que existem nos EUA mais de109.000 contentores armazenados em diversos lugares, e que estão repletos de guilhotinas e algemas. Ainda não se sabe se alguém conseguiu filmar.

O FBI pode espiar americanos sem qualquer suspeita de terem cometido algum crime. São todos considerados culpados até prova em contrário.

O Departamento de Justiça vai afrouxar restrições sobre o FBI, para permitir que agentes possam abrir processos de segurança nacional ou a investigação criminal contra alguém sem qualquer base clara por suspeita.

Legisladores democráticos informados sobre os detalhes dizem que os EUA estão cada vez mais perto de um estado policial, onde as liberdades e garantias dos cidadãos desaparecem a cada nova lei que é aprovada. E pelo que se pode ler cada nova lei é mais uma machadada final na própria Constituição dos EUA.

A “administração Obama”, discretamente, encomendou mais mil milhões de dólares de novos caixões para a FEMA … é muito dinheiro para comprar muitos, mas muitos caixões.



A instalação de tantos campos de concentração, atualmente vazios mas militarmente protegidos, torna tudo muito, muito suspeito, deixando a população alerta. A FEMA chamava a essas instalações de "células de sobrevivência", um tanto ou quanto estranhas, uma vez que muitas denúncias dão conta de haver nos seus interiores guilhotinas, câmaras de gás e até crematórios, o que na verdade torna esses campos em verdadeiras "células da morte".

Uma Nação dividida.


sábado, 18 de outubro de 2025

 

O QUE MOVE PUTIN


Recordemos a História.

A Rússia, devido à atuação do Presidente Bush, com o seu plano de “mudança de regime” tornou-se a “protetora” dos Estados árabes do Médio Oriente. Em Janeiro de 2002, o presidente Bush anunciou num infame discurso as nações do "eixo do mal", o Irão, o Iraque e a Coreia do Norte, declarando a sua intenção de alcançar uma "mudança de regime" em todos os três casos. Advertiu claramente estes países de que poderão tornar-se em breve em alvos na guerra contra o terrorismo. Os EUA estariam preparados para agir, sozinhos se necessário, contra eles se ameaçarem o seu povo, os seus vizinhos ou outros.

Todos os três governos souberam imediatamente que o Presidente Bush os marcou, simplesmente, para destruição, um plano que veio a ser conhecido como "mudança de regime". Bush não esperou muito tempo para tomar o próximo passo dramático. "Comandos das forças especiais americanas receberam ordens de lançar operações secretas contra linhas de suprimentos de armas para os terroristas e os três países rebeldes referidos pelo presidente George W. Bush como o 'eixo do mal'. Bush assinou uma ordem executiva secreta que deu às forças especiais autoridade sem precedentes para combater e, se necessário, destruir fornecedores de armas que ajudam os terroristas e quaisquer tentativas de desenvolver armas de destruição maciça."

Ataques de comandos são considerados uma intrusão no território soberano que é significativa o suficiente para deflagrar uma guerra entre Estados soberanos. Assim, quando o presidente Bush sinalizou a sua ordem executiva autorizando as forças especiais dos EUA a entrarem no território de um país soberano para destruírem as armas de destruição maciça que se acredita existirem ali, estava efetivamente a declarar guerra contra esses países.

Em 20 de Março de 2003, Forças da coligação (EUA e algumas nações europeias) atacaram pela fronteira entre o Iraque e o Kuwait e, no início de Abril, Bagdad caiu. A euforia estava no ar. Os analistas falavam eloquentemente sobre a massacrante superioridade dos armamentos americanos. Neste momento, os principais líderes da Rússia, França e Alemanha reuniram-se em São Petersburgo, na Rússia. Ao fim da reunião, o presidente Putin subiu ao pódio como o porta-voz do grupo. Os comentários dele revelaram que esses três países não estavam impressionados pela superioridade militar americana.


"Nenhum ataque contra outros países, Putin adverte os EUA", Sify News, 12 de Abril de 2003.

São Petersburgo — O presidente russo Vladimir Putin advertiu na Sexta-feira a coligação liderada pelos EUA a não atacar outros países sob o pretexto de promover valores capitalistas e democráticos após ter derrubado o regime ditatorial do Iraque. “Não vamos exportar revoluções capitalistas e democráticas”, disse o líder russo aos repórteres, ao mesmo tempo em que os rumores em Washington dão conta de que alguns elementos da administração dos EUA estão a pensar no lançamento de operações militares contra outros países do Médio Oriente. “Se fizermos isso, vamos terminar em uma ladeira escorregadia de conflitos militares intermináveis. Não podemos permitir que isso aconteça”, disse Putin em uma conferência conjunta à imprensa com o chanceler alemão Gerhard Schroeder e o presidente francês Jacques Chirac, após manter conversações com eles.

São palavras duras, vindas de líderes experientes de países poderosos. Esses líderes não fazem esse tipo de ameaça sem considerar seriamente quais serão as consequências se as suas bravatas forem lembradas e eles não responderem. Estivesse a América agora prestes a atacar de uma maneira que criasse uma "mudança de regime" no Irão e/ou na Síria, a credibilidade da Rússia, da França e da Alemanha cairia para praticamente zero.

É interessante que durante essa conferência para a imprensa de 12 de Abril, o presidente Putin mencionou especificamente somente a Síria, contra quem os altos funcionários do governo Bush faziam ameaças, e para a fronteira da qual as forças americanas deslocaram tropas e tanques. No entanto, as advertências de Putin poderiam igualmente aplicar-se ao Irão, que é atualmente o maior alvo da ira americana. É com o Irão que a Rússia pretende “jogar” ao enfrentar o poder americano em toda a região. A pressão americana levou o Irão (a antiga Pérsia) para os braços do urso russo, indo ao encontro da profecia bíblica que diz que Gomer (algumas nações europeias) marchará com a Rússia (Ezequiel 38-39). Magogue significa o ‘Príncipe de Rosh’ (de Gogue). Rosh é a antiga palavra raiz para a terra da Rússia. Deus informa que Magogue virá do extremo norte. O que fica ao norte de Jerusalém? Moscovo. E ‘Meseque’ é o antigo nome da capital da Rússia ocidental. Tubal é identificada como uma cidade da Sibéria. Por esta profecia de Ezequiel podemos compreender melhor a afirmação “Uma Eurásia unida, de Lisboa a Vladivostok.” Proferida por Dmitry Medvedev, que era o vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia. Este é o objectivo final da Rússia, anunciado na terça-feira 5 de Abril de 2022. Fê-lo numa mensagem divulgada no seu canal do Telegram. Mas o que significa este conceito de Eurásia unida? E porquê invocar agora este objetivo de Moscovo?

Eu acho que Putin, à semelhança de Hitler, está embrenhado também no ocultismo, ou religiosidade fanática, que acredita plenamente ser o escolhido para concretizar a revelação da Bíblia (Ezequiel 38-39) e no livro do Apocalipse do Novo Testamento. Ele, ao confrontar a Nova Ordem Mundial que o sistema quer impor (os Illuminati, financeiros e corporações), crê estar a cumprir uma missão sagrada para salvação do mundo, pelo que tem o apoio incondicional do Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa. O Ocidente ainda não percebeu com quem está a lidar. O Ocidente julga que Putin é um desequilibrado, um louco, e não compreende que ele, pela sua formação no KGB é um indivíduo frio, apático (sem sentimentos) que está a raciocinar em termos mágicos e a ver o mundo por outros parâmetros. As sanções para nada servirão. Putin só pode ser parado pelo confronto armado, assim como Hitler foi parado.

O que surpreende é a intensidade das forças que levaram o Irão (Pérsia) ao campo da Rússia, à medida que esse país busca proteção contra o sofisticado armamento dos EUA. Além disso, como a profecia diz que Gomer (algumas nações europeias, sendo referenciada a França nos estudos bíblicos) marchará com a Rússia, a pressão americana sobre o Irão está a resultar em forçar a união de três grandes elementos desta profecia: o Irão (Pérsia), a Rússia e essa parte da Europa (Gomer).

(Não esquecer que o Presidente Macron multiplicou os seus esforços de aproximação e negociação com Putin, quando este invadiu a Ucrânia, com objetivos poucos claros para os aliados Europeus. Ainda hoje insiste numa política independente com encontros pessoais com Trump e Putin).



                       Imagem: O Evangelho segundo Elias – WordPress.com



Ezequiel 38-39 é extremamente importante em todo o plano profético para a entrada do Anticristo na cena internacional. O Irão é uma das nações que marchará com a Rússia nos últimos dias. O seu governo linha-dura é exatamente o tipo que odeia Israel o suficiente para marchar juntamente com a Rússia. Além disso, desde meados de 2003, o Irão tem buscado a proteção da Rússia contra os EUA. Hoje, o Irão dispõe de sofisticados sistemas de radares e mísseis antiaéreos que também são capazes de abater mísseis de longo alcance, e estaria a comprar diversos aviões caças Sukhoi-30 e vários aviões-tanque de reabastecimento aéreo compatíveis com os caças. Estes aviões estenderão o alcance da sua ação em milhares de quilómetros, o que significa que o Irão conseguirá atacar Israel.

                                                 Imagem You Tube


A União Europeia embarcou em uma campanha diplomática separada com relação ao Irão, uma campanha aparentemente muito mais próxima das políticas russas do que as de Washington. O Irão parece estar firmemente na órbita russo-europeia — e as contínuas ameaças do presidente Bush desde Janeiro de 2002, o forçaram a esse tipo de aliança. Se essa perceção estiver correta, estamos a ver a operação de uma aliança que resultará no cumprimento literal de Ezequiel 38-39.


                                                 Imagem FaceBook


Verdadeiramente, o mundo está a mudar e encontra-se diante do precipício do fim dos tempos.

                                                      Imagem TikTok



O Ministro dos Negócios Estrangeiros russo já começou a atacar Israel, quando afirmou que os Judeus é que massacram outros judeus e Hitler é descendente de Judeus. Israel começa a reagir e logo se verá o que irá acontecer.

Será que a profecia bíblica se vai cumprir?



quarta-feira, 8 de outubro de 2025

 

QUAL O PAPEL DO PAPA


O Papa católico é conhecido como a maior autoridade religiosa, não por mérito da Igreja que representa mas sim por a Instituição a que preside, a cidade do Vaticano, que tem o estatuto de Estado Independente.

E, diga-se a verdade, a representação religiosa é misturada com o Estado do Vaticano, conforme as conveniências.

A Igreja Católica Romana é ao mesmo tempo um Estado nacional e uma corporação multinacional com ramificações praticamente por toda a parte. A sua constituição, o Código do Direito Canónico, dá poder absoluto ao Papa. Não há apelo nem recurso contra uma decisão ou decreto do Pontífice Romano. (Cânon 333 parágrafo 3) — Jeffrey Nicholls.


                                          Bandeira da cidade do Vaticano com as três tiaras no topo


O Vaticano está inserido na comunidade internacional porque é um Estado. Uma vez ali, tem-se comportado como uma igreja. Criando três entidades jurídicas, e depois alternando com destreza (conforme os seus interesses) de uma para a outra, o Vaticano consegue obter direitos jurídicos e influência internacionais sem precedentes.

Com um serviço de correio e uma emissora de rádio, o Estado do Vaticano conseguiu alcançar a condição de participar como membro de duas organizações internacionais. Isso, por sua vez, permitiu à Santa Sé (o "governo" daquele território, que é também a hierarquia da Igreja), obter o status de "observador permanente" junto à Organização das Nações Unidas permitindo-lhe uma presença ininterrupta e ingresso a todos os foros da ONU, e instrumentos inestimáveis para fazer lóbi.

"O Estado do Vaticano colocou as suas estruturas no nosso território", anunciou um indignado repórter de notícias russo. Mas ele foi rapidamente informado de que aquilo não era absolutamente verdade. O Vaticano está a atuar, não como um Estado, mas como um "centro religioso". Todavia, quando o clero ortodoxo resmungou por causa da visita do Papa à Grécia, o governo pôde retrucar dizendo que o Papa não estava a atuar como um líder religioso, mas como chefe de um Estado.

O Vaticano, ou Santa Sé, como é oficialmente conhecido, realiza essa mudança de identidade regularmente.

A Santa Sé afirma, quando conveniente, ou renuncia a sua condição de ser um Estado.

Recentemente, e de forma quase simultânea, a Santa Sé reivindicou ser um Estado para reclamar imunidade diplomática nos casos de abuso sexual nos EUA, ao mesmo tempo em que negava ser um Estado para se recusar a cooperar com o Tribunal Penal Internacional. Frequentemente, ao negar o seu status de Estado, a Santa Sé afirma ser uma instituição religiosa, acompanhada por exigências que a Primeira Emenda da Constituição dos EUA protege as ações da Igreja, após declarações de que membros da hierarquia estavam a tratar de forma inadequada as acusações de abuso sexual.

Na verdade, o Vaticano tem realmente não duas, mas três personalidades, e todas são entidades juridicamente distintas.

A tiara tripla do pontífice pode servir para nos lembrar do seu papel como primaz da Igreja, como presidente-executivo de seu governo e como governante de um minúsculo principado. Isto quer dizer que o pontífice preside três entidades distintas:

Quem quiser aprofundar mais A TIARA TRIPLA DA IGREJA CATÓLICA pode ler o meu texto no blogue ruca909.blogspot.com publicado em 1 de Novembro de 2020.

Toda a sua peregrinação pelo mundo, com pompa e circunstância, e a receção que as Nações lhe fazem, é o cumprimento do protocolo para a receção de um Chefe de Estado e não para um responsável por uma Igreja. Motivo porque outras Instituições religiosas não têm a mesma visibilidade no mundo.

A Igreja católica apostólica Romana não é a Igreja de Cristo original. É uma Instituição satânica que se impôs pela força, pela proibição da leitura da Bíblia na Idade Média (altura em que consolidou o seu poder) e criou a Inquisição para matar todos os seus opositores. Sempre enganou o povo. Em 313 d.C., com o grande avanço da "Religião do Carpinteiro", o Imperador Constantino Magno enfrentava problemas com o povo romano e necessitava de uma nova Religião para controlar as massas. Aproveitando-se da grande difusão do Cristianismo, apoderou-se dessa Religião e modificou-a, conforme os seus interesses. Alguns anos depois, em 325 D.C, no Concílio de Nicéia, é fundada, oficialmente, a Igreja Católica... O Concílio de Nicéia, na Ásia Menor, presidido por Constantino era composto pelos Bispos que eram nomeados pelo Imperador e por outros que eram nomeados por Líderes Religiosos das diversas comunidades. Tal Concílio consagrou oficialmente a designação "Católica" aplicada à Igreja organizada por Constantino : "Creio na igreja una, santa, católica e apostólica". Poderíamos até mesmo dizer que Constantino foi o seu primeiro Papa. Como se vê claramente, a Igreja Católica não foi fundada por Pedro e está longe de ser a Igreja primitiva dos Apóstolos ...

A Igreja de Roma deturpou os princípios verdadeiramente cristãos e adaptou-os conforme as conveniências do Império Romano que tornou a Igreja Cristã, na altura, como religião do Estado.


A Enciclopédia Britânica-Edição de 1946; relata sobre o Natal o seguinte "O

natal não constava entre as festividades da igreja, não foi instituído pela igreja

primitiva, nem pelos apóstolos, e nem pelas autoridades bíblicas. Foi formado

e trazido do paganismo!" .

Em 325 o Imperador Constantino e o Papa S. Silvestre I, criaram o dia de Natal em 25 de Dezembro, data em que se celebrava em Roma o dia de "natallis invict sollis", ou seja o dia do nascimento do vitorioso Sol.

E a Enciclopédia Americana-edição de 1944 diz: "o natal de acordo com

muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da igreja. A Árvore

de natal é de origem germânica, datando do tempo de S. Bonifácio. Foi

adotada para substituir o sacrifício ao carvalho-árvore-de Odim, deus

mitológico. Adoravam-se também uma árvore em homenagem ao deus-menino

pagão. Porquanto, o costume de usar árvores de natal dentro de casa, é uma idolatria herdada do paganismo".

No ano de 788, depois da morte de Cristo, é que a Igreja estipulou a adoração a Maria e aos santos. No ano 1000 criam a água benta. Em 1090 começam a usar o rosário nas orações e em 1545 o Papa declara que a tradição é igual em autoridade com a Bíblia.

Reparemos: Só 788 anos depois da morte de Jesus é que os "senhores" da Instituição Católica Romana decidem que Maria, mãe de Jesus, deve ser adorada e considerada a Rainha do Céu (como a Isís do culto egípcio, Semiramis babilónica ou a Virgem Negra pagã da antiguidade) e 1545 anos depois, numa subtil manobra para legitimar 55 cultos pagãos, declaram que a "tradição" (desses cultos pagãos) é igual em autoridade com a Bíblia Sagrada, a palavra de Deus. Criaram o mito de que “sem Maria não há salvação”, que só “pedindo à mãe o filho atende”, assim como era a veneração de "a Madona e o Seu Filho" na Babilónia (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à mãe").

Se isto fosse verdade, devia constar dos ensinamentos dos Apóstolos

mandatados por Cristo, da doutrina original da Igreja de Cristo e não depois de 788 anos, por obra e graça das "Leis" acrescentadas por humanos.


A partir dai, todos os ritos pagãos foram-se integrando camufladamente na nova Igreja “Universal”, uma farsa que sempre existiu para controlar e explorar as pessoas desde o início da Idade Média.

E em 1950 nasce a doutrina da ascensão de Maria.

Portanto a Igreja Apostólica Católica de Roma não é a Igreja original de Cristo. É

uma Instituição hierarquizada em que os valores terrenos mandam mais do que os

espirituais, ao contrário do que o Mestre Jesus nos ensinou.


A podridão está entranhada nas muralhas do Vaticano, depois de 1700 anos de

corrupção - pois como se sabe, o Catolicismo inicia-se depois do Édito de Milão, no

IV século depois de Cristo - e não antes.

Introduziram, por exemplo, o ato da confissão para evitar as revoluções. A missão dos padres era recolher a informação para perseguir e eliminar quem se opunha ao poder da Instituição Religiosa (que na altura também tinha o poder temporal).

A “Igreja”, o apoio do poder político e legitimação dos “soberanos”, servia para enganar as pessoas, mostrando-lhes uma realidade amorosa de fé para que, através da compaixão, elas pudessem ser manipuladas e exploradas.

Quem frequenta, ou frequentou, uma igreja católica sabe muito bem que o catolicismo extrai da Bíblia só o que lhe interessa, as boas mensagens bíblicas. Quanto às más, ou mais controversas, evitam falar nelas, como “Fim dos tempos, que é o livro do Apocalipse, preço do pecado que é a morte. O castigo de Deus, que é a justiça divina. A existência do Inferno. A condenação para os que julgam...

Entre as passagens que jamais serão assunto dentro de uma igreja católica, a única mensagem que os padres querem levar adiante é que Deus é paciente e que o seu perdão é imenso a todos e que somos todos filhos de Deus, que nos devemos amar uns aos outros, amar o próximo, etc.

Visto que Jesus proibiu as orações repetitivas, a Igreja de Roma, influenciada pelos demónios que a controlam, recorreu então aos mistérios satânicos babilónicos, achando a solução perfeita para contrariar Jesus: Rezar o Rosário, em 1090. Os babilónicos tinham inventado e aperfeiçoado o uso do rosário, especialmente a devoção à adoração ao “Sagrado Coração” babilónico. Além disto, ainda foram buscar alguma coisa do modelo da Índia antiga, do Tibete e da China (The Two Babylons, Alexander Histop). Na missa e no crucifixo foi impedido o caminho para a verdadeira salvação e com o Rosário ficou garantido que Deus não ouvirá as orações deles, ainda que usem muitas palavras.

A Bíblia não diz que todos somos filhos de Deus. Diz que para entrarmos no Reino de Deus é preciso que haja um renascimento espiritual, onde a pessoa decide ter uma vida devota a Cristo e mandamentos bíblicos e respeitá-los. Na Bíblia diz que maldito é aquele que adicionar ou retirar algo do livro sagrado. Pois muitos rescreveram a Bíblia do jeito que elas entendem e que pode alterar o sentido. A Bíblia católica, por exemplo, usa uma linguagem mais acessível a cada um o que corre o risco de mudar algo importante. A Bíblia protestante obedece mais ao formato original, só que acabamos por encontrar versões com termos diferentes que provocam interpretações diferentes.

O que muitos ainda não compreenderam é que a Bíblia é um documento “Vivo” e por cada leitura se encontram coisas novas. Quanto maior for o desenvolvimento espiritual maior é a “abertura” desses documentos que a constituem que vão ao encontro do que o leitor pode compreender. Muitas passagens só são compreendidas conforme o desenvolvimento intelectual e espiritual da pessoa.


Um exemplo destas gravuras: Estela Suméria - representação de um helicóptero, um submarino, um avião. Só a partir do século 20 é que o Homem consegue identificar esses aparelhos.


Nesta gravura Maia – um astronauta numa nave que se prepara para levantar voo. Impossível para os “antigos”, antes do desenvolvimento da ciência e tecnologia, compreender o que esta gravura mostra.

Só agora se compreende que objetos estão reproduzidos nas estelas das civilizações antigas. Do genérico“objetos de culto” já se vê que realmente representam cópias de objetos altamente desenvolvidos para aquela época.

Quanto aos Papas e a sua “infalibilidade” há muito que se lhe diga. Foi uma imposição que os líderes da Igreja encontraram para dar credibilidade ao Papa. E mesmo assim muitos bispos não votaram a favor. Recorreram à “batota”, na ausência dos contestatários para aprovarem esta ideia.

Em 1870, o Papa Pio IX convocou o Concílio Vaticano I. O assunto principal na pauta era a infalibilidade do Papa. "Depois de um lóbi muito intenso e certa pressão nada cristã, o Papa sofreu uma grande derrota moral quando dos mais de mil bispos com direito a participar do Concílio, somente 451 votaram pela infalibilidade. Todavia, por uma estratégia politiqueira e ameaças, todos os dissidentes, exceto dois, deixaram Roma antes que uma votação final fosse realizada. No último encontro do Concílio, no dia 18 de julho de 1870, foi decidido por 533 votos a 2 que o Papa era infalível ao definir uma doutrina concernente a fé ou à moral."

E, mesmo assim, um Papa recente, beatificado, esteve sentado num cadeirão com a cruz invertida, uma blasfémia para qualquer cristão. O código do Anticristo: A chocante verdade de que João Paulo II pregou que o homem é Deus – a Doutrina do Anticristo – no próprio Vaticano.

João Paulo II em Israel sentado numa cadeira com uma cruz invertida sobre a sua cabeça, em 24 de Março de 2000. Àqueles que tentam justificar essa ação ultrajante e muito reveladora, apontando que São Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, respondemos que essa é uma tentativa fútil de defender o indefensável. Quando João Paulo II fez isso, não era um dos dias de festa de São Pedro, nem alguma comemoração de São Pedro. A cruz de cabeça para baixo é um dos Maiores símbolos do satanismo, como evidenciado por seu uso por ocultistas, grupos de rock satânicos e assassinos ritualistas. É por isso que João Paulo II estava sentado com esse símbolo acima de sua cabeça.

Até nos paramentos, em Detroit, se pode ver que usava a cruz invertida.


E o povinho reza, entra em êxtase histérico e aceita tudo o que lhes dizem para irem para o céu e escaparem do Inferno por terem sido “perdoados” por sacerdotes humanos após a confissão e a reza automática (desbobinada de memória sem o mínimo de concentração e arrependimento) de alguns “pais nossos” e “avé Marias”.